Vulnerabilidade ao stress

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Uma contribuição ao estudo do stress: introversão-extroversão, dogmatismo e vulnerabilidade ao stress

Uma contribuição ao estudo do stress: introversão-extroversão, dogmatismo e vulnerabilidade ao stress

relação entre os fatores de personalidade, determinantes cogn. tivos e a vulnerabilidade ao stress.[r]

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Qualidade de vida e vulnerabilidade ao stress nos alunos do 6º Ano do MIM da FCS-UBI

Qualidade de vida e vulnerabilidade ao stress nos alunos do 6º Ano do MIM da FCS-UBI

Medicina (IFSAM), foi relatada uma prevalência de 58,2% de sintomas clínicos de stress. São resultados que necessitam de mais estudos em mais Universidades e Faculdades de Medicina do país, para se poder compreender melhor o impacto do stress psicológico nos estudantes de medicina e para se perceber a influência do processo de formação médica na vulnerabilidade ao stress e qualidade de vida dos estudantes finalistas. Estudos comparativos em outras Faculdades de Medicina são também importantes para verificar se a organização/estrutura e modelos de aprendizagem, diferentes de faculdade para faculdade, têm influência na percepção da qualidade de vida e na vulnerabilidade ao stress.
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Repositorio ISMT: Burnout, Vulnerabilidade ao Stress e Qualidade de Vida em Bombeiros

Repositorio ISMT: Burnout, Vulnerabilidade ao Stress e Qualidade de Vida em Bombeiros

mudança, o tempo de funções e a acumulação de funções. A partir destes resultados é de salientar que autores como Cherniss (1980) e Maslach, Schaufeli e Leiter (2001) já referiram que o tempo mais curto de funções e menor experiência apresentada por profissionais pode gerar insegurança podendo ser este um grupo com maior probabilidade de incidência de burnout e vulnerabilidade ao stress. Por outro lado, estes autores apontam que quem tem mais tempo de funções e tem mais experiência, vai gradualmente adquirindo mais segurança no trabalho, tornando-se menos vulnerável a este desgaste profissional. Neste estudo não se verificou isto, contrariando os dados da literatura. Contudo, não deixa de ser interessante avançar com uma possível explicação para a não existência de diferenças uma vez que Schaufeli e Ezmann (1998) referem que é possível que os trabalhadores que apresentem níveis mais elevados de stress e/ou burnout no início das suas funções, acabem por abandoná-la, restando então os “sobreviventes” que são os que apresentam uma sintomatologia menos marcada.
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O adoecer na Polineuropatia Amiloidótica Familiar: acontecimentos de vida, vulnerabilidade ao stress e factores psicopatológicos

O adoecer na Polineuropatia Amiloidótica Familiar: acontecimentos de vida, vulnerabilidade ao stress e factores psicopatológicos

No que se refere ao objectivo geral deste estudo, confirma-se a relação significativa ao nível do distress (acontecimentos de vida negativos) entre os dois sub-grupos do estudo, o mesmo não se verificou na percepção de stress e eustress (acontecimentos de vida positivos). Em termos de sintomatologia psicopatológica as diferenças significativas entre os grupos verificam-se nos níveis de depressão, ansiedade, somatização, índice geral de sintomas e total de sintomas positivos, sendo sempre superior nos doentes, ou seja, nos indivíduos que apresentam sintomatologia da doença. Os dois grupos não variam significativamente entre si ao nível da vulnerabilidade ao stress. É importante ressalvar que se trata de um estudo exploratório, com uma patologia tipicamente portuguesa de comparação entre dois grupos, portadores assintomáticos e doentes em início (que receberam diagnóstico entre 2009 e 2010), daí não possuir muito suporte teórico para fundamentar os objectivos propostos, o que desta forma, procuro dar resposta através da minha humilde experiência clínica com esta patologia.
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Sintomatologia Psicopatológica e Vulnerabilidade ao Stress em Indivíduos Diabéticos

Sintomatologia Psicopatológica e Vulnerabilidade ao Stress em Indivíduos Diabéticos

Apesar das limitações apresentadas consideramos que os resultados deste estudo poderão ter implicações a nível preventivo e de intervenção com esta população clínica. Os resultados obtidos originam novas questões, novas dúvidas, para as quais se procuram novas respostas. De facto há novas direções que emergem, após a conclusão do presente estudo. Um dos principais objetivos da investigação em Psicologia da Saúde é contribuir para a prevenção da doença e para o aumento da eficácia das intervenções terapêuticas, promovendo a saúde do indivíduo e consequentemente da sociedade. Desta forma, decorrem desta investigação várias implicações que passamos a descrever. A primeira relaciona-se com o papel preditor de certas variáveis relativamente à sintomatologia psicopatológica e à vulnerabilidade ao stress em doentes diabéticos. A identificação de determinadas características pessoais que tornam o individuo mais vulnerável a estas patologias de caracter psicopatológico poderá ser útil no desenvolvimento de estratégias de promoção da saúde, uma vez que o individuo mais resistente ao stress e à sintomatologia psicopatológica é consequentemente mais resistente à doença. Além disso, a possibilidade de identificar indivíduos vulneráveis permitirá o desenvolvimento de programas com vista a promover aptidões ou características que aumentem a resistência individual ao stress e à psicopatologia.
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Estudo da qualidade de vida e empatia dos médicos de Medicina Geral e Familiar do ACeS da Cova da Beira e a sua relação com a vulnerabilidade ao stress

Estudo da qualidade de vida e empatia dos médicos de Medicina Geral e Familiar do ACeS da Cova da Beira e a sua relação com a vulnerabilidade ao stress

Em relação ao F6 denominado “subjugação” avaliado por 4 perguntas no 23-QVS, parece, no contexto deste estudo, crucial para entender a vulnerabilidade encontrada nos clínicos desta região. O termo utilizado retrata as perguntas feitas aos inquiridos, a subjugação sentida pelos mesmos que é vista de uma forma muito crua, como por exemplo “dedico mais tempo aos problemas dos outros do que aos meus próprios”, sendo assim fácil perceber a causalidade directa entre este factor e a vulnerabilidade ao stress. Um médico desta região sente-se subjugado por vários motivos, pela quantidade de pacientes que atende, pelas condições em que tem que exercer e pelo facto de não haver uma preocupação central e organizada centrada na carreira destes médicos. Neste contexto de impotência sobre a sua carreira e acções diárias existe uma crescente despersonalização e falta de interesse destes médicos em continuarem diariamente a exercer as suas funções, algumas simplesmente repetitivas e burocráticas distantes do que os fez abraçar a medicina familiar. O conceito de chefia está presente em todo o lado, mas aqui neste contexto o poder está centralizado, está longe, os médicos nesta região sentem-se como meios para atingir os números projectados por governos centrais. Sentindo a distância entre o objectivo que lhes é pedido e o que realmente fazem no dia-a-dia posso concluir que os médicos desta região possam sofrer uma despersonalização com a sua carreira. Será que outras formas de organização em Cuidados de Saúde Primários poderiam ser factores de redução deste ambiente?
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Vulnerabilidade ao stress, estratégias de coping e autoeficácia em professores portugueses.

Vulnerabilidade ao stress, estratégias de coping e autoeficácia em professores portugueses.

• Comparativamente aos estudos realizados em Portugal e no estrangeiro, a prevalência da vulnerabilidade ao stress, de acordo com a amostra, indicia ser significativamente menor na Região Autónoma da Madeira. Seria rele- vante que se realizassem novos estudos que pudessem abranger outros profissionais de serviços sociais, nomeadamente médicos, en- fermeiros, assistentes sociais e/ou psicólogos, para dispormos de mais dados que ajudem na compreensão dos factores condicionantes do stress laboral e, consequentemente, da qualidade dos serviços prestados. Além disso, também seria importante analisar os factores que levam a que os professores do 1º Ciclo do Ensino Básico sejam os que revelaram maio- res índices de vulnerabilidade ao stress dentro da classe docente de acordo com este estu- do preliminar.
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Diss Mest  Gerontologia Cláudia Maçãs da Silva Março 06

Diss Mest Gerontologia Cláudia Maçãs da Silva Março 06

Viver um maior número de anos não significa necessariamente que se viva com qualidade. Devido às alterações demográficas verificadas nos últimos anos e face ao envelhecimento progressivo da população mundial e consequente aumento da esperança média de vida, ao acréscimo das doenças crónicas e à dependência a elas associada, surgem dificuldades que os doentes e os seus cuidadores enfrentam no seu quotidiano de internamento. Assim, surgiu a necessidade de equacionar a problemática da Qualidade de Vida e a Vulnerabilidade ao Stress dos Cuidadores Formais, que diariamente trabalham numa Unidade de Cuidados Continuados Integrados do Alentejo. Este trabalho foi desenvolvido numa Unidade de Cuidados Continuados Integrados com duas valências de internamento, a Média e a Longa Duração, com os Cuidadores Formais que nele aceitaram participar. Entre eles, encontram-se as mais diversas profissões, desde Auxiliares de Lar, Enfermeiros, Fisioterapeutas, Psicólogos, Animadores Socioculturais, Técnicos de Psicomotricidade, Terapeutas da Fala e Assistentes Sociais. Todos eles representam um papel muito importante no cuidado aos seus clientes, cada um na sua área.
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Repositorio ISMT: Eventos Indutores de Stress e Regulação Emocional nas Forças Policiais

Repositorio ISMT: Eventos Indutores de Stress e Regulação Emocional nas Forças Policiais

Segundo Vaz serra (2007, p. 11), “O stress não é apenas um termo que se relaciona vagamente com alguma situação incomodativa. Quando é intenso, repetitivo e prolongado é suscetível de determinar consequências preocupantes que podem lesar o bem-estar e a saúde do indivíduo”. O mesmo autor refere ainda, que a maioria das pessoas tende a atribuir as doenças como provenientes de toxinas, bactérias e vírus. De certa forma esta explicação está parcialmente correta, dado que, parte destas doenças o ser humano já conseguiu ultrapassar com êxito. Em contrapartida, passou a ser vítima de si mesmo, tendo que enfrentar as várias consequências de comportamentos que assume, da maneira como vive e das preocupações que tem. Seabra (2008) afirma que a nível empírico é comum verificar-se que a vulnerabilidade ao stress difere de indivíduo para indivíduo, e que perante determinados acontecimentos existem pessoas que são extremamente vulneráveis. Ao contrário de outras pessoas que têm capacidade para resistir a um grande número de situações desagradáveis, sendo estas consideradas como resilientes ao stress. O acontecimento de vida é a componente objetiva, enquanto o indivíduo é a componente subjetiva e a vulnerabilidade é a suscetibilidade para reagir a determinado tipo de situações, recorrendo a factores pessoais, crenças e recursos disponíveis. Para Oliveira (2008), o campo do stress tem sido uma das áreas mais relevantes na investigação de origem psicológica com as forças policiais.
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Rodrigues, Paulo Jorge da Rocha

Rodrigues, Paulo Jorge da Rocha

O stress, a fadiga, a qualidade do sono e o consumo de substâncias, são algumas das variáveis que podem contribuir para um fraco desempenho académico, para além de outras dificuldades em múltiplas áreas. No entanto, estes quatro aspectos têm sido, por norma, estudados separadamente. O principal objetivo deste estudo foi analisar a relação entre a vulnerabilidade ao stress, a qualidade do sono, a severidade da fadiga e o consumo de substâncias, numa população universitária (n=281). Foram utilizados os seguintes instrumentos: Pittsburgh Sleep Quality Index (Buysse, Reynolds III, Monk, Berman, & Kupfer, 1999), Fatigue Severity Scale (Krupp, LaRocca, Muir-Nash, & Steinberg, 1989), Questionário de Vulnerabilidade ao Stress (Serra, 2000), e o Drug Use Screening Inventory – Revised (Tarter, 1990). Os resultados obtidos foram ao encontro dos verificados na literatura revista, tendo-se constatado a existência de correlações estatisticamente significativas entre a vulnerabilidade ao stress e o consumo de substâncias. Relativamente à severidade da fadiga e à qualidade do sono, não se encontraram associações com o consumo de substâncias, mas sim com a vulnerabilidade ao stress. Alguns dos participantes apresentaram alguns comportamentos de risco elevado relativamente aos consumos, verificando-se mesmo indicadores clinicamente preocupantes. Justifica-se a continuidade da investigação nesta área, bem como a transposição dos resultados obtidos para modalidades de intervenção preventiva e terapêutica.
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ao stress nos enfermeiros nos cuidados de sa

ao stress nos enfermeiros nos cuidados de sa

No decurso desta intervenção encontraram-se algumas dificuldades que condicionaram de certa maneira a implementação de todo o projeto. A delimitação temporal condicionou e impediu a observação do impacto a nível dos resultados da atividade de Yoga do Riso, só verificáveis cinco a dez meses após a intervenção e com nova aplicação da 23 QVS. A dificuldade que surgiu para que todos os enfermeiros pudessem participar da atividade revelou ser um fator de limitação, ou seja, a compatibilidade entre o horário de trabalho e o horário das sessões nem sempre foi possível para alguns profissionais. Por último, mas não menos importante, foi difícil convencer alguns profissionais de enfermagem acerca das vantagens da utilização regular do Yoga do Riso como terapia complementar, na área da saúde, e mais especificamente na vulnerabilidade ao stress.
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Indicadores de casos e óbitos por COVID-19 e sua relação com fatores contextuais: um estudo ecológico na cidade de Natal-RN / Indicators of cases and deaths by COVID-19 and its relationship with contextual factors: an ecological study in the city of Natal

Indicadores de casos e óbitos por COVID-19 e sua relação com fatores contextuais: um estudo ecológico na cidade de Natal-RN / Indicators of cases and deaths by COVID-19 and its relationship with contextual factors: an ecological study in the city of Natal-RN

Em relação as desigualdades sociais no município de Natal, tal situação já foi relatada no estudo de Barbosa et al. 16 no qual, ao realizar análise espacial do Índice de Vulnerabilidade Social no município, observaram que as áreas de menor vulnerabilidade localizam-se nos bairros das zonas sul e leste – os quais apresentaram as maiores as taxas de incidência de COVID-19, e as de maior vulnerabilidade social localizam-se nos bairros das zona norte e oeste – os quais registraram as maiores taxas de mortalidade e letalidade pela doença, reforçando, portanto, as iniquidades em saúde existentes.
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Avaliação da vulnerabilidade de famílias assistidas na Atenção Básica.

Avaliação da vulnerabilidade de famílias assistidas na Atenção Básica.

Objetivo: caracterizar o perfil de famílias da área de abrangência de uma Unidade Básica de Saúde e identificar aquelas em situação de vulnerabilidade. Método: trata-se de um estudo epidemiológico observacional, transversal e quantitativo. Foram realizadas 320 visitas domiciliárias, definidas por uma amostra aleatória das áreas de abrangência do Posto Urbano-1, em São Sebastião, DF. Para coleta de dados, utilizou-se um questionário estruturado, elaborado a partir do Índice de Desenvolvimento da Família (IDF). Resultados: os resultados revelaram famílias jovens, com predomínio do sexo feminino e escolaridade baixa. O IDF permitiu identificar famílias em situação de vulnerabilidade grave e muito grave. As dimensões mais críticas foram: “acesso ao conhecimento” e “acesso ao trabalho”. Conclusão: por meio deste o estudo sinalizou-se a importância de maiores investimentos na área da educação, trabalho e renda, e destacou-se a necessidade da utilização do conceito ampliado de vulnerabilidade pelos serviços de saúde.
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Vulnerabilidade ambiental da planície costeira de Caravelas (BA) como subsídio ao ordenamento ambiental.

Vulnerabilidade ambiental da planície costeira de Caravelas (BA) como subsídio ao ordenamento ambiental.

Segundo Souza (2013) 93% da Região Planície Costeira de Caravelas apresentam declividade de 0% a 2%, sendo consideradas por Young (1981) apud Oliveira (2003) como espaços com maior propensão a inundações. Tal porcentagem corresponde a uma área de 539 km². Observa-se, ainda, que apenas 7% da área em estudo apresentam declividade superior a 2% sendo classiicados como superfícies planas e/ou levemente onduladas. Neste domínio, onde ocorrem as planícies costeiras, a declividade varia de 0 a 15%, o que pela Lei nº 6.766/1979, em seu artigo 3º, dispõe-se como área suscetível à urbanização sem restrições. Logo, evidencia-se o seu potencial urbano, e justiica-se a necessidade de um planejamento pautado na análise da vulnerabilidade ambiental presente.
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Vulnerabilidade à erosão nos compartimentos morfopedológicos da microbacia do córrego do Coxo/Jacobina-BA

Vulnerabilidade à erosão nos compartimentos morfopedológicos da microbacia do córrego do Coxo/Jacobina-BA

Do ponto de vista litológico, considerou-se a estabilidade/instabilidade das rochas (rochas metamórficas em mais de 95% da área em estudo) diante dos processos intempéricos, observados a partir da estrutura e principalmente da composição mineralógica dessas rochas. Os valores (ou notas) atribuídos aos tipos de rochas, para confecção do modelo de vulnerabilidade à erosão, foram apresentados na metodologia deste trabalho. Na microbacia predominam litologias com alta resistência ao intemperismo, aproximadamente 55% da área detêm quartzitos a conglomeráticos (nota 1,2) e ortoquartzitos (nota 1,0), o que, de fato, contribui para reduzir a produção de materiais fragmentados passíveis de movimento, produzindo consequentemente menor vulnerabilidade à erosão diante do modelo elaborado neste trabalho. Já os serpentinitos (nota 2,5), xistos (2,0), filitos/filonitos (2,1) e as rochas básicas a intermediárias (2,5) que correspondem a aproximadamente 45% da área, possuem baixa resistência ao intemperismo, contribuindo para aumentar a instabilidade, ou melhor, a vulnerabilidade à erosão. Especificamente no caso dos aluviões (nota 3,0), considerou-se a coesão do material (material solto com altíssima instabilidade e/ou susceptibilidade à erosão).
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Rev. Bioét.  vol.25 número1

Rev. Bioét. vol.25 número1

O estudo foi realizado em serviços públicos e privados de saúde, associação de pacientes re- nais crônicos e Secretaria de Saúde do Estado de Alagoas. Contou com amostra de 14 paricipantes, distribuída da seguinte forma: representantes das equipes de pesquisa; coordenadores médicos dos serviços de nefrologia; coordenadores médicos das UTI; coordenadores médicos dos Serviços de Aten- dimento Móvel de Urgência (Samu); representante da Associação dos Renais Crônicos e Transplantados de Alagoas (Arcal); secretário estadual de saúde; superintendente de atenção à saúde. Teve como variável principal o aumento da vulnerabilidade do paciente com DRC, provocada por falha na gerência de programas e recursos voltados para o transplante renal no estado.
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Novos andarilhos do bem: caminhos do Acompanhamento Terapêutico

Novos andarilhos do bem: caminhos do Acompanhamento Terapêutico

A vulnerabilidade do AT não está apenas na indeterminação de técnicas que orientam o fazer e a tomada de decisão, mas na própria vulnerabilidade humana, da qual muitos não querem sequer se aproximar – face precária da vida em si, que o AT põe em cena para olharmos para nós mesmos revisitando o nosso modo de cuidar de alguém. Alguns se apoiarão excessivamente em teorias, outros em condutas irrefletidas, mas, mesmo nesses sustentos, a precariedade e vulnerabilida- de humanas palpitam nas profundezas do sentido da existência da pessoa humana e são assim companhias da vida comunitária.
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Estudo comparativo entre métodos de avaliação da  natural de aquífero, aplicado na porção oriental da bacia sedimentar do Parnaíba no município de Tianguá  Ceará

Estudo comparativo entre métodos de avaliação da natural de aquífero, aplicado na porção oriental da bacia sedimentar do Parnaíba no município de Tianguá Ceará

As análises comparativas entre os modelos de avaliação da vulnerabilidade natural do aquífero à contaminação mostraram que o modelo DRASTIC foi o mais eficiente para um mesmo tipo de aquífero e para uma área de escala não regional, onde a mesma teve uma maior representatividade de pontos amostrados, além do mais a quantidade superior de parâmetros analisados, em relação aos demais modelos, aumentou a resolução de resposta da área estudada à contaminação. Todavia, a aplicação deste modelo para áreas de dimensões regionais pode tornar-se inconveniente, pois, detalhes podem ficar ocultos em virtude do grande espaçamento de amostragem. Por outro lado, a aplicação dos modelos AVI, GOD e GODS para regiões maiores e com diferentes tipos litológicos podem apresentar resultados mais satisfatórios.
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A influência da telenovela no uso do preservativo pelos adolescentes masculinos na prevenção do HIVAIDS

A influência da telenovela no uso do preservativo pelos adolescentes masculinos na prevenção do HIVAIDS

Já em relações sexuais subsequentes, o homem prefere ser motivado pela afetividade e envolvimento emocional, na medida em que prefere manter relações sexuais com parceiras fixas sem abrir mão dos relacionamentos sexuais com parceiras eventuais. Assim, este dado é preocupante em virtude do aumento da vulnerabilidade à infecção pelo vírus HIV, quando o homem e suas parceiras sexuais negligenciam o uso constante do preservativo masculino com todas as parceiras sexuais (GUBERT; MADUREIRA, 2008). Além disso, o não uso do preservativo masculino em todas as relações sexuais, sejam estas com parceira fixa ou eventual, é influenciado pela concepção de que a colocação da camisinha interfere no clima da relação e reduz a sensibilidade, pela confiança na fidelidade da parceira, pelo desconhecimento do seu uso correto e adequado, e pela ideia de não ser necessária sua utilização constantemente, pois a maior preocupação do adolescente é com a prevenção de uma gravidez indesejada e não com a proteção da infecção pelo vírus HIV (TONELI; VAVASSORI, 2004).
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Elementos de vulnerabilidade individual de adolescentes ao HIV/AIDS.

Elementos de vulnerabilidade individual de adolescentes ao HIV/AIDS.

Quanto ao período de publicação, quatro estudos situam-se na década de 1990, entre 1996 e 2000, e 37 entre 2001 e 2006. O grupo de estudos de 1996 e 2000, com exceção de um artigo que trabalhou com profissionais de saúde, teve a abordagem foca- lizada no comportamento e conhecimento dos adolescentes sobre HIV/AIDS. Entre 2001 e 2006 observa-se que embora muitos estudos ainda tivessem foco neste aspecto, as análises se amplia- ram a outros campos de investigação, por exemplo, aos fatores socioculturais que influenciavam os comportamentos, às desi- gualdades socioeconômicas e grupos específicos em situação de maior vulnerabilidade.
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