Top PDF A educação ambiental no ensino técnico: trabalho e interdisciplinaridade

A educação ambiental no ensino técnico: trabalho e interdisciplinaridade

A educação ambiental no ensino técnico: trabalho e interdisciplinaridade

Ao longo de duas décadas, notamos uma grande projeção do ensino técnico no Estado de São Paulo, concomitante à aceleração do processo de abertura de mercado, resultado do modelo neoliberal que fundamenta a organização econômica da sociedade brasileira desde a década de noventa do século XX. Esta atual fase do modo de produção capitalista é concebido aqui como a origem da crise ambiental. Neste contexto, o objetivo deste estudo é identificar e analisar as possibilidades e os obstáculos encontrados pelos professores quanto à inserção da educação ambiental em uma escola de ensino técnico por meio da interdisciplinaridade. Optou-se por uma pesquisa de campo de cunho qualitativo na ETEC Orlando Quagliato, situada no município de Santa Cruz do Rio Pardo – SP. Uma proposta de formação continuada de professores através do ambiente virtual de aprendizagem, entrevistas semiestruturadas com professores, coordenadores e o diretor, além da visita a uma feira tecnológica, foram algumas das estratégias utilizadas para a coleta de dados. O processo inicial da coleta de dados apontou que a prática pedagógica dos professores sobre a educação ambiental transita entre as visões naturalista e recursista; o processo de formação continuada oferecido ao grupo de professores poderia superar a visão ingênua pela visão crítica, porém, os professores não concluíram o processo de formação, tampouco elaboraram uma proposta interdisciplinar de educação ambiental na escola. Os dados indicam que há grandes lacunas na formação pedagógica inicial e permanente dos professores, isto é, muitos deles são bacharéis que atuam como docentes sem nenhuma formação para isso. Observou-se também, como resultado do processo de ensino, a apropriação pelo aluno de conhecimentos fragmentados, transmitidos de forma mecânica. Além disto, as dificuldades de participação dos professores na proposta de educação continuada, parte deste estudo, deu-se principalmente pela falta de tempo para realização das atividades da plataforma virtual. Tudo indica que isso foi ocasionado pelas grandes jornadas de trabalho, dentro e fora da sala de aula, nas quais os professores são submetidos, principalmente as dificuldades relacionadas à preparação de aulas e obtenção de materiais pedagógicos, exaustão física e mental, dentre outras situações que podem caracterizar um processo de proletarização do trabalho docente. Conclui-se que a construção da educação ambiental crítica nas condições verificadas no estudo dependem da valorização do professor enquanto ser onilateral, capaz de agir e refletir sobre sua prática, na busca da transformação da sociedade.
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O TRABALHO COM EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM ESCOLAS DE ENSINO FUNDAMENTAL

O TRABALHO COM EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM ESCOLAS DE ENSINO FUNDAMENTAL

Ainda que esteja inserida nos temas transversais dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s), a Educação Ambiental ainda gera inúmeros questionamentos entre estudiosos e professores da educação básica, acostumados a lidar, respectivamente, com a teoria e a prática do tema em questão. Sabendo-se que a Educação Ambiental não deve ser inserida como uma disciplina nos currículos escolares, então como trabalhá-la? Os PCN’s orientam e afirmam ser a interdisciplinaridade a melhor forma de trabalhá-la verdadeiramente nas Escolas. No entanto, deparamo-nos com professores despreparados para trabalhar de forma interdisciplinar. Para minimizar os problemas, aparecem os projetos de Educação Ambiental, que têm como objetivo trabalhar temas ambientais, através do envolvimento de professores, alunos e comunidade, ensinando a cada um a assumir sua parcela de responsabilidade sócio- ambiental.
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Educação Ambiental e o processo de interdisciplinaridade no ambiente escolar

Educação Ambiental e o processo de interdisciplinaridade no ambiente escolar

Cerca de nove (9) professores, o equivalente a 41% dos entrevistados, alegaram que a falta de apoio da escola e a falta de materiais para trabalhar com a temática, também são outros desafios que esses profissionais encontram na rotina escolar. A estrutura escolar é muito importante para que o aprendizado ocorra, tendo em vista que recursos didáticos precários são algumas das mazelas ainda encontradas na maioria das escolas públicas e que, portanto, determinam condições ruins de trabalho para os professores e os funcionários. Longe de estarem satisfeitos os professores, em geral, sentem-se cansados e frustrados. Dessa maneira, o educador deve também quebrar os paradigmas estruturais da escola e propor metodologias que envolva principalmente o aprendizado do educando em Educação Ambiental, pois de acordo com Nóvoa (2007, p. 6) na escola “tudo é importante, desde que não se esqueça de que a prioridade primeira dos docentes é a aprendizagem dos alunos”.
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<b>Baia da Guanabara: educação ambiental e interdisciplinaridade no ensino profissionalizante<b>

<b>Baia da Guanabara: educação ambiental e interdisciplinaridade no ensino profissionalizante<b>

RESUMO: Apresentamos neste trabalho o relato de um projeto interdisciplinar que envolveu as disciplinas Química e Estudos Regionais (disciplina do curso Técnico em Administração). A Baía de Guanabara foi o pano de fundo para que os alunos, a partir da realidade de um ecossistema ambientalmente degradado discutissem as origens, causas e possíveis soluções de curto, médio e longo prazos para o equacionamento do problema. Esta abordagem permitiu, através do diálogo entre conceitos das duas disciplinas, a difusão da educação ambiental entre os alunos, bem como o desenvolvimento de uma sensibilidade socioambiental, indispensável a um futuro Técnico em Administração.
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL E INTERDISCIPLINARIDADE: UM DIÁLOGO CONCEITUAL

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E INTERDISCIPLINARIDADE: UM DIÁLOGO CONCEITUAL

Em nosso cotidiano estamos sujeitos aos mais diversos problemas ambientais, tais como as enchentes, a produção excessiva de lixo, o desmatamento, entre outros. Acreditando na ação transformadora de uma educação mais libertária e renovadora, o presente trabalho faz um diálogo entre a Educação Ambiental e a interdisciplinaridade. O trabalho contempla a literatura referente à Educação Ambiental, em todo seu processo histórico, tanto no cenário internacional como no nacional, e a interdisciplinaridade como um nível de interação de disciplinas que busca transformar o ensino tão fragmentado atualmente, numa maneira mais dinâmica voltada para a totalidade. A metodologia do trabalho consistiu na leitura de referenciais teóricos acerca do tema, suas legislações, seus históricos e sua importância para uma educação mais humanizada. O resultado obtido através das leituras mostra que com planejamento, com práticas que envolvam pensamentos mais coletivos e com reflexões acerca de projetos de Educação Ambiental é possível formar cidadãos mais conscientes e críticos de sua situação e de suas ações no mundo.
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INTERDISCIPLINARIDADE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: INTEGRANDO SEUS PRINCÍPIOS NECESSÁRIOS

INTERDISCIPLINARIDADE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: INTEGRANDO SEUS PRINCÍPIOS NECESSÁRIOS

A Interdisciplinaridade constitui-se quando cada profissional faz uma leitura do ambiente de acordo com o seu saber específico, contribuindo para desvendar o real e apontando para outras leituras realizadas pelos seus pares. O tema comum, extraído do cotidiano, integra e promove a interação de pessoas, áreas, disciplinas, produzindo um conhecimento mais amplo e coletivizado. As leituras, descrições, interpretações e análises diferentes do mesmo objeto de trabalho permitem a elaboração de um outro saber, que busca um entendimento e uma compreensão do ambiente por inteiro.
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Interdisciplinaridade e educação ambiental crítica: questões epistemológicas a partir do materialismo histórico-dialético.

Interdisciplinaridade e educação ambiental crítica: questões epistemológicas a partir do materialismo histórico-dialético.

Para reforçar nossa linha de argumentação, devemos destacar que a recusa à fragmen- tação do conhecimento científico, como exigência para novas relações com a natureza, surge no contexto de expansão de um capitalismo que passa a se reproduzir com forte ênfase nos processos especulativos financeiros e na utilização das ciências, do conhecimento, da tecnologia e da informação como forças produtivas, materializadas, preponderantemente, pelo complexo empresarial-militar. Assim, o sociometabolismo do capital potencializa e diversifica processos de acumulação e dominação, ao vincular, à necessidade de especialidade técnica decorrente da divisão do trabalho, os conhecimentos multidimensionais e o uso da informação em tempo real (MÉSZÁROS, 2006). Vivemos, portanto, em um momento regido não mais exclusivamente por um princípio mecânico-industrial de organização da produção, mas, também, por um princípio cibernético, flexível, com profundos efeitos na subjetividade humana (PRADO, 2005), onde a crítica à fragmentação do conhecimento na defesa da interdisciplinaridade passa, necessariamente, pela crítica ao modo como este é produzido, por quem é produzido e para que fins. Isso impli- ca, em última instância, a não-dissociação entreo debate epistêmico do político e econômico.
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A prática pedagógica do ensino de Educação Ambiental nas escolas públicas urbanas de Araguatins (TO)

A prática pedagógica do ensino de Educação Ambiental nas escolas públicas urbanas de Araguatins (TO)

Resumo: O Presente trabalho analisa a prática pedagógica da Educação Ambiental no município de Araguatins, extremo norte do Estado do Tocantins. A pesquisa objetivou discutir a aplicação da Educação Ambiental na rede escolar municipal e estadual e também como a comunidade escolar busca incentivar as pessoas a se interessarem pelos problemas ambientais, políticos e socioculturais, não somente sensibilizando, mas modificando atitudes e proporcionando novos conhecimentos e critérios tendo este como um grande objetivo da educação, tal como se declara nos PCN’s. A Educação Ambiental constitui numa forma abrangente de Educação, que se propõe atingir todos os cidadãos, através de um processo pedagógico participativo permanente que procura despertar no educando uma consciência crítica sobre a problemática ambiental, compreendendo-se como crítica a capacidade de captar a gênese e a evolução de problemas ambientais. O tema é abrangente e pode ser trabalhado com facilidade na interdisciplinaridade escolar. De natureza exploratório- descritiva, este estudo foi estruturado a partir de uma abordagem quantitativa de dados coletados através da aplicação de questionários à 100 professores das 11 escolas do perímetro urbano de Araguatins. Os dados obtidos permitiram uma análise sobre o grau de conhecimento acerca da Educação Ambiental e sua aplicabilidade nas escolas. Os resultados obtidos demonstraram um alto nível conhecimento dos entrevistados, entretanto, reflete também o grande problema da Educação Ambiental nas escolas brasileiras: a ausência de conhecimento especifico sobre o tema e a falta de apoio das escolas, seja estrutural ou na capacitação dos professores. Os quesitos que se destacaram recaem sobre a aplicabilidade da Educação Ambiental dentro da sala de aula onde 56% dos professores afirmaram que só entram no assunto uma vez por semana. Também se destacaram a falta de programas dentro das instituições, onde 42% dos professores não tem conhecimento, 18% não conhecem a inter-relação da Educação Ambiental com as disciplinas ministradas.
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Trabalho, educação e : uma investigação crítica dos pressupostos filosóficos e políticos do ensino técnico integrado

Trabalho, educação e : uma investigação crítica dos pressupostos filosóficos e políticos do ensino técnico integrado

Segundo Cunha (2010), o resultado da eleição de 1994 trouxe conseqüências profundas e indeléveis para a educação brasileira. A eleição do Presidente Fernando Henrique Cardoso representou a vitória do projeto democrático-conservador, apoiado por uma coligação de forças políticas de centro-direita, e que capitalizou politicamente o sucesso macroeconômico do Plano Real de combate à inflação. Tal conjuntura política, aliada aos interesses do capital internacional e sob a influência dos organismos internacionais multilaterais, como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento – BIRD propiciaram as condições políticas para a implantação de um amplo programa de governo, com evidente viés neoliberal, caracterizado pela manutenção da estabilidade econômica, reestruturação do Estado, mediante descentralizações e privatizações, e abertura do mercado ao capital internacional como macroestratégias de inserção do Brasil na competitividade global. O impacto destas políticas neoliberais no campo da educação tem como marco principal a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional , Lei n° 9394/96, (BRASIL, 1996), que consolidou a base normativa em que se delineou a reforma do sistema educacional brasileiro, em especial a do ensino médio e profissional.
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Meritocracia escolar e educação profissional: um estudo sobre o PRONATEC

Meritocracia escolar e educação profissional: um estudo sobre o PRONATEC

Este trabalho analisa até que ponto o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC) tem contribuído para ampliar o acesso à educação profissional de jovens e trabalhadores. Para tanto, realizamos uma análise desse programa no contexto atual de expansão da Rede Federal de Educação profissional, problematizando a relação da gestão do programa com o discurso meritocrático de ascensão e sucesso profissional. Inserida numa abordagem qualitativa de pesquisa, o estudo classifica-se como um estudo de caso numa instituição pública federal de educação profissional. Como procedimento de coleta de dados, realizamos entrevistas semiestruturadas com os profissionais gestores do referido programa: o coordenador geral e o coordenador adjunto. Dentre os resultados destacamos o acesso de jovens e trabalhadores à educação profissional por meio dos cursos de formação inicial e continuada (FIC’s) e dos cursos técnicos, contudo a pesquisa revela o interesse político atual a nível nacional e local de ofertar cursos FIC’s em detrimento dos cursos técnicos integrados. As principais razões apontadas pelos gestores foram: não possuírem uma estrutura de laboratórios e de recursos humanos suficientes para suprir as necessidades dos cursos técnicos, além de sinalizarem que o público-al vo deste programa não estaria “muito bem preparado”, ressaltando a existência de altos índices de evasão. Ademais os sujeitos da pesquisa apontaram as dificuldades de acompanhamento dos jovens nos cursos, em decorrência das lacunas educacionais, especialmente, no que diz respeito aos conhecimentos nas áreas de exatas. Apesar das limitações da escola na formação profissional, é inegável o valor do "certificado escolar", que abre as portas para o exercício das funções intelectuais.
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A INTERDISCIPLINARIDADE EM UMA ESCOLA DO CAMPO

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A INTERDISCIPLINARIDADE EM UMA ESCOLA DO CAMPO

Todos os professores concluíram sua graduação posterior a promulgação da Lei 9.795/99 – Política Nacional de Educação Ambiental. A referida Lei norteia ações voltadas à Educação Ambiental nos âmbitos formal e não formal do ensino. No entanto, apenas 30,77% dos professores afirmaram que tiveram disciplinas no seu curso superior que abordaram a temática ambiental. Já 69,23% dos professores pesquisados afirmaram que tiveram disciplinas que abordaram a interdisciplinaridade quando alunos do curso superior. Para Morin (2002) a formação escolar e a universitária, na maioria das vezes, nos ensina a separar os objetos de seu contexto, as disciplinas umas das outras para não ter que relacioná-las.
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Horta escolar, Educação Ambiental e a interdisciplinaridade

Horta escolar, Educação Ambiental e a interdisciplinaridade

A E. M. E. F. Santo Antônio do Praialta, localiza-se no município de Nova Ipixuna, no Sudeste do Pará, e atende aos educandos do sexto e sétimo ano do ensino fundamental II. Essa escola funciona em três turnos (matutino, vespertino e noturno), porém, a pesquisa foi efetuada apenas nos turnos matutino e vespertino porque a pesquisadora atua em ambos. Nesses dois turnos, há dez turmas (cinco matutinas e cinco vespertinas) com um total de duzentas e trinta e oito educandos frequentes. Possui um corpo administrativo formado por um diretor (atualmente), uma coordenadora pedagógica, e uma secretária. O corpo docente é formado por dez professores, e um corpo auxiliar (merendeira, vigia, servente) constituído por sete colaboradores. Justifica-se a escolha dessa Unidade Educacional, devido a relação empregatícia entre a pesquisadora e essa Unidade.
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Educação ambiental e o desenvolvimento de atividades de ensino na escola pública

Educação ambiental e o desenvolvimento de atividades de ensino na escola pública

A quinta Oficina foi marcada pelas discussões dos projetos elaborados na terceira Oficina. Cada grupo teve um tempo inicial para falar sobre o desenvolvimento das atividades, como elas aconteceram, a participação dos alunos, o registro das atividades, as eventuais dificuldades e a avaliação. Após a apresentação de cada grupo, foi feita uma análise do trabalho desenvolvido com o projeto que elas haviam redigido e me entregue no dia da elaboração. Em seguida, abríamos um espaço para todo o grupo falar, podendo dar sugestões de novas atividades ou indicando possíveis alterações. De todos os importantes momentos de nossas oficinas, esse foi sem dúvida alguma um momento bastante rico, pois nos proporcionou uma grande aproximação das concepções das professoras ao elaborarem suas práticas, das principais estratégias que elas utilizam, das relações desses projetos com o currículo oficial, a percepção da escola, às vezes ajudando e outras dificultando a realização dessas práticas, e das maneiras de avaliar esses projetos. Ainda neste dia, terminamos a leitura do texto sobre o “cinismo da reciclagem” e avaliamos suas principais contribuições.
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Compreensões sobre sustentabilidade ambiental em documentos curriculares nacionais do ensino técnico

Compreensões sobre sustentabilidade ambiental em documentos curriculares nacionais do ensino técnico

O mesmo pode ser dito ao observarmos os referenciais curriculares da educação profissional de nível técnico para a área de agropecuária (BRASIL, 2000a). Além de não apresentar preocupações com a discussão de aspectos sociais e ambientais, quando trata das funções a ser desenvolvidas pelo técnico agrícola, tais referenciais apontam para um itinerário formativo estritamente técnico e preocupado em atender demandas de mercado. O documento não cita processos agrícolas em prol do meio ambiente, como a agroecologia, e somente faz menção a agricultura orgânica como uma tendência do mercado. Entretanto, não há indícios de propostas/sugestões de discussão de temáticas ambientais, que integrem questões econômicas e sociais, ou de procedimentos que reduzam os impactos ocasionados pela agricultura. Há a esperança de que o avanço científico-tecnológico dará conta de abordar essas questões.
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Educação & Trabalho: avaliação da política pública de educação profissional do Centro Vocacional Técnico  CVTEC de Aracati – CE

Educação & Trabalho: avaliação da política pública de educação profissional do Centro Vocacional Técnico CVTEC de Aracati – CE

Esta dissertação pretende avaliar as políticas de educação profissional do Estado do Ceará, em particular, do Centro Vocacional e Técnico de Educação Profissional (CVTEC) do Aracati e entorno, em relação à articulação trabalho e educação, a fim de perceber a aproximação do modelo adotado neste centro de ensino com o modelo da emancipação humana da concepção politécnica. Seu principal objetivo é formar um trabalhador–cidadão, dotado de uma qualificação que atenda às demandas exigidas pela sociedade capitalista, mas que, ao mesmo tempo, tenha compromisso social e político, consoante o enfoque de Gramsci. Para isso, é preciso rever criticamente o contexto histórico-social das transformações ocorridas no mundo do trabalho pelos novos modelos de produção. A avaliação, neste caso, se torna de suma importância para a compreensão do fenômeno estudado, pois ela faz parte do processo de planejamento da política social, ensejando uma retroalimentação que permite escolher entre diversos projetos de acordo com sua eficácia e eficiência. Sendo assim, precisa- se ter em vista o modo como a formação profissional interfere na vida desse futuro trabalhador, qual o seu alcance na inclusão social e a existência de impactos na sociedade resultantes da aplicação desse modelo educacional adotado pelo - CVTEC de Aracati. Foram aplicados, para tanto, instrumentos de natureza tanto quantitativa quanto qualitativa, mediante a triangulação de métodos, com os egressos, funcionários e professores da instituição, bem como empresas locais ligadas aos setores dos cursos ofertados, de forma a interpretar e atribuir significados aos fenômenos observados.
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DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO TÉCNICO, INTEGRADO E SUPERIOR

DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO TÉCNICO, INTEGRADO E SUPERIOR

Amaral (2014) ressalta a necessidade de os servidores públicos terem maior comprometimento com o desenvolvimento sustentável, pois as ações educativas decorrentes de programas e projetos governamentais não terão resultados positivos se, dentro de seus locais de trabalho, são meros espectadores. É nesse sentido que o governo criou a A3P - Agenda Ambiental da Administração Pública (A3P), no intuito de incentivar as instituições públicas a adotar uma postura de responsabilidade socioambiental e responder às expectativas sociais, sendo esse Projeto uma alternativa para a instituição de ensino analisada.
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Open A educação ambiental na formação do técnico agrícola

Open A educação ambiental na formação do técnico agrícola

Diante das grandes transformações e problemas socioambientais resultantes dos sistemas de produção da Agricultura Moderna (poluição dos solos, das águas, erosão, destruição da camada de ozônio, destruição da fauna e da flora), da globalização e das transformações político financeira, que trouxeram em seu bojo a idéia de aumento da produção e do lucro sem se importar com a degradação da natureza, tornou-se necessário uma maior reflexão sobre a formação do Técnico agrícola com enfoque nas questões ambientais. Este estudo foi realizado com o objetivo de analisar a presença da Educação Ambiental e o desenvolvimento de uma consciência ambiental no ensino e formação dos técnicos agrícolas no curso de agropecuária do Colégio Agrícola “Vidal de Negreiros”. Assim, através da aplicação de questionários a professores e alunos do 2° ano do CAVN buscou-se identificar se a Educação Ambiental vem sendo desenvolvida de forma satisfatória pelos professores, se esta é suficiente para que os alunos desenvolvam uma consciência ambiental contribuindo para a proteção e uso sustentável dos recursos naturais. Assim a análise dos dados demonstrou que a educação ambiental vem sendo desenvolvida de forma insatisfatória no CAVN, inviabilizando o desenvolvimento de uma consciência ambiental nos alunos e professores. Neste contexto, parte-se de que para a formação do técnico agrícola consciente e apto para atuar na realidade sócio ambiental se faz necessário uma capacitação continuada dos professores, a abordagem interdisciplinar da temática ambiental e que a instituição favoreça o trabalho de questões ambientais, promovendo ações de integração, divulgação e discussão das atividades desenvolvidas.
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Antropologia e educação: interdisciplinaridade e aspectos do ensino, leitura e trabalho de campo

Antropologia e educação: interdisciplinaridade e aspectos do ensino, leitura e trabalho de campo

Seria como buscar um pouco mais de “experiência próxima” (GEERTZ, 2000, p. 87). Muitas foram as pesquisas institucionais de caráter interdisciplinar realizadas por Tania Dauster e seus orientandos, dissertações de mestrado e teses de doutorado escritas, apresentações de trabalhos em congressos, livros e capítulos de livros escritos como autora e em coautoria, e textos publicados em periódicos de ambos os campos e também de outros, em toda sua carreira. Sua atuação junto àquele Programa vem acumulando grande acervo de produções e conhecimentos que, no todo, representam valiosa contribuição ao campo da antropologia e educação. Além disso, uma quantidade considerável de ex-orientandos, hoje professores de instituições públicas de ensino superior, muitos atuando nessa mesma área, revela, assim como consolida, um trabalho dedicado à legitimação do campo. Vejamos, a seguir, quais leituras e o lugar ocupado por elas na nossa experiência autobiográfica de ensino e aprendizado da antropologia.
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PERCEPÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL E DO ENSINO FUNDAMENTAL SOBRE SUA PRÁTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PERCEPÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL E DO ENSINO FUNDAMENTAL SOBRE SUA PRÁTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Entretanto, a maioria das práticas pedagógicas em educação ambiental realizadas não coaduna com outros professores, são realizados de modo isolado, quando muito, são atividades multidisciplinares voltadas à feira de cultura e algumas palestras, por exemplo, assim não promovendo a integração interdisciplinar de modo planejado e contínuo. Contudo, os relatos de um modo geral mostram indícios da interdisciplinaridade por meio da construção de diálogos fundados na diferença, que possibilite a extração de novos indicadores ambientais locais e globais, proporcionando a construção e realização de projetos que viabilizem o saber e deste contribuindo para a melhoria da qualidade de vida de toda a comunidade escolar (CASCINO, 2003; FAZENDA, 2005).
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Educação Ambiental e a Permacultura na escola<br>Environmental education and permaculture at school

Educação Ambiental e a Permacultura na escola<br>Environmental education and permaculture at school

RESUMO: Este trabalho apresenta uma proposta de ação em Educação Ambiental em uma Escola de Ensino Fundamental, realizado no ano de 2014. Através da construção de uma horta permacultural que envolveu comunidade escolar - professores, alunos, funcionários e pais, buscou- se tornar essa ação de Educação Ambiental permanente na Escola, visando à transformação social e ambiental. Os aprendizes de maneira ativa e permanente construíram conhecimentos e disseminaram informações e práticas educativas sobre o meio ambiente fazendo uso de pequenos espaços onde ocorreram grandes aprendizagens sobre temas relacionados a dimensão ambiental como alimentação saudável, uso correto da água e outros, com a intenção de estender todo esse conhecimento e práticas para todos os lares através dos multiplicadores, mediante reflexão, diálogo, e participação e exercício da cidadania na construção de sociedades sustentáveis.
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