Top PDF A família Aristolochiaceae Juss. no estado do Paraná, Brasil.

A família Aristolochiaceae Juss. no estado do Paraná, Brasil.

A família Aristolochiaceae Juss. no estado do Paraná, Brasil.

A família Aristolochiaceae é constituída por quatro gê- neros e aproximadamente 600 espécies presentes em regiões tropicais, subtropicais e temperadas de todo o mundo (Gonzá- lez 1990; Capellari Jr. 2001). É conhecida vulgarmente como a família da jarrinha, papo-de-peru, caçaú e cipó mil-homens (Capellari Jr. 2002). Suas espécies são empregadas com fi ns farmacológicos por populações indígenas e rurais (Schvart- zman 1975). Aristolochia L. é o gênero que reúne o maior número de espécies da família e abrange parte da vegetação tropical e subtropical, apresentando maior densidade na faixa tropical (González 1990). No estado do Paraná a família abran- ge espécies distribuídas nas diversas formações vegetacionais. Segundo Roderjan et al. (2002), o estado paranaense possui cinco grandes unidades fi togeográfi cas: Floresta Ombrófi la Densa (Floresta Atlântica), situada na porção leste do estado e defi nida praticamente em toda sua extensão pela Serra do Mar, com altitude máxima de 1.887 m; Floresta Ombrófi la Mista (Floresta com Araucária), situada na porção oeste da serra, ocupando as porções planálticas do estado, com altitude entre 800 e 1.200 m; Floresta Estacional Semidecidual (Floresta Estacional), situada nas regiões norte e oeste do estado e nos vales dos rios formadores da bacia do rio Paraná, com menos de 800 m. de altitude; Estepe Gramíneo-lenhosa (Campos Limpos), entremeados por capões e fl orestas de galerias, loca- lizados nas porções mais elevadas dos planaltos paranaenses; Savana Arborizada (campos cerrados), localizada nas regiões norte e nordeste do estado.
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Cactaceae no estado do Paraná, Brasil.

Cactaceae no estado do Paraná, Brasil.

o território do país (Zappi et al. 2010). Todas as subfamílias, exceto Maiuhenioideae, estão representadas no Brasil e a região leste apresenta grande endemismo da família (Taylor & Zappi 2004). Embora muito bem representada na nossa flora, há uma notória escassez de trabalhos sobre a família no sul do Brasil, especialmente no Paraná. Os únicos trabalhos que tiveram por objetivo o levantamento de espécies de Cactaceae neste estado são o de Angely (1965), que listou as espécies que ocorrem no estado, citando seis gêneros e 25 espécies; Oliveira Jr. (2007), que realizou um levantamento das espécies que ocorrem no Parque Estadual de Vila Velha, citando cinco gêneros e 11 espécies; a listagem da Flora do Brasil (Zappi et al. 2010), que considerou 10 gêneros e 30 espécies de Cactaceae para o estado e o “Catálogo de las plantas vasculares del Cono Sur” (Zuloaga et al. 2008), onde os autores listaram as espécies do Cone Sul incluindo o Paraná.
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O gênero Cordyline Comm. ex R.Br. (Asparagaceae Juss.) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Cordyline Comm. ex R.Br. (Asparagaceae Juss.) no Estado do Paraná, Brasil.

RESUMO - (O gênero Cordyline Comm. ex R.Br. (Asparagaceae Juss.) no Estado do Paraná, Brasil). O objetivo deste estudo foi descrever a espécie de Cordyline que ocorre no Estado do Paraná, Cordyline sellowiana Kunth, a partir de análises de exsicatas de diversos herbários do Estado. C. sellowiana é caracterizada por folhas sésseis, lineares, inflorescências terminais e flores roxas, pediceladas; ápice das sépalas acuminado e das pétalas obtuso. Coletada em 26 municípios do Estado do Paraná, ocorre nos seguintes tipos de vegetação: Estepe Ombrófila, Floresta Estacional Semidecidual Subxérica, Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista. A partir dos critérios da lista vermelha da IUCN, foi definido o estado de conservação da espécie, que se enquadra na categoria de preocupação menor (LC). Popularmente conhecida como uvarana, varana, guaraíva ou cordiline, é utilizada na alimentação animal e humana, farmacologia, recuperação ambiental e como planta ornamental. Palavras-chave: distribuição, IUCN, morfologia, taxonomia
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IMPLANTAÇÃO DOS LABORATÓRIOS BÁSICOS PADRÃO MEC/FNDE NA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ PELO PROGRAMA BRASIL PROFISSIONALIZADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

IMPLANTAÇÃO DOS LABORATÓRIOS BÁSICOS PADRÃO MEC/FNDE NA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ PELO PROGRAMA BRASIL PROFISSIONALIZADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Esta dissertação tem por objetivo investigar como se efetivou a implementação dos Laboratórios Básicos Padrão MEC/FNDE. Com a implantação do Programa Brasil Profissionalizado no Estado do Paraná, instituído pelo Decreto Nº 6.302 de 27 de dezembro de 2007, programa do Governo Federal, foram firmados convênios com a Secretaria de Estado da Educação – SEED-PR, com o intuito de modernizar as estruturas das escolas que ofertam a Educação Profissional da Rede Estadual. A partir dos estudos de demanda, exigências estabelecidas pelo programa, as escolas contempladas se propuseram a melhorar as condições de oferta da Educação Profissional e da qualidade na formação de seus alunos. Com a expansão da rede para a oferta da Educação Profissional e Tecnológica, também se fez necessária a adequação dos espaços escolares, proporcionando melhores condições de aprendizagem e a preparação dos profissionais para o desenvolvimento de suas atividades. Os autores que contribuíram para a fundamentação desta dissertação passam por especialistas na Educação Profissional e nos sistemas de avaliação. O instrumento utilizado para o desenvolvimento desta tarefa foi a avaliação executiva, processo pelo qual foi possível apresentar uma visão generalizada da implementação do programa na Rede Pública do Estado do Paraná, conforme as orientações e recomendações do Manual de Orientação e Preenchimento da Situação Escolar – MOPSE, composto por formulários que indicavam os aspectos de infraestrutura dos espaços escolhidos para a instalação dos laboratórios. O intento dessa dissertação é a preparação para o processo de uma avaliação de impacto, ou seja, a construção de um instrumento de investigação mais aprofundado desta ação, buscando conhecer o quanto a implementação dos laboratórios tem contribuído para a melhoria nas condições de oferta para a Educação Profissional.
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A família Ochnaceae DC. no estado do Paraná, Brasil.

A família Ochnaceae DC. no estado do Paraná, Brasil.

RESUMO – (A família Ochnaceae DC. no estado do Paraná, Brasil). Este trabalho consiste no levantamento das espécies de Ochnaceae DC. que ocorrem no estado do Paraná. Foram registrados dois gêneros: Ouratea Aubl. com seis espécies, O. claudei G.S. Salvador, E.P. Santos & Cervi, O. parvifl ora (DC.) Baill., O. salicifolia (A.St.-Hil. & Tul.) Engl., O. sellowii (Planch.) Engl., O. spectabilis Engl., O. vaccinioides (A.St.-Hil. & Tul.) Engl. e Sauvagesia L. com quatro espécies, S. erecta L., S. racemosa A.St.-Hil., S. capillaris (A.St.-Hil.) Sastre e S. vellozii (A.St.-Hil.) Sastre. São apresentadas chave de identifi cação, descrições, ilustrações, comentários e distribuição geográfi ca para cada espécie estudada.
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A inclusão da odontologia no Programa Saúde da Família no Estado do Paraná, Brasil.

A inclusão da odontologia no Programa Saúde da Família no Estado do Paraná, Brasil.

O objetivo deste estudo foi analisar o perfil de implan- tação da Odontologia no Programa Saúde da Família (PSF) no Estado do Paraná, Brasil, um ano após a en- trada em vigor da Portaria n. 1.444 do Ministério da Saúde (MS). Para tanto, delineou-se um estudo quali- quantitativo que envolveu os 136 municípios que ti- nham implantado Equipes de Saúde Bucal no PSF até o início de 2002. Foram encaminhados questionários previamente testados, abordando aspectos adminis- trativos e operacionais relacionados às equipes. Os re- sultados revelam que a média da população coberta por equipe corresponde ao mínimo estipulado pelo MS em 2000. Apesar disso, essas têm dificuldades em desempenhar todas as atividades pertinentes a elas. O encaminhamento dos casos de maior complexidade também foi referido como ponto crítico. A recepção fa- vorável por parte da população e a participação dos dentistas entrevistados em cursos de capacitação fo- ram pontos positivos relatados. Finalmente, verificou- se que o número de contratos temporários de dentistas não é pequeno (37,7%) e os relatos indicam que há ne- cessidade de formação de profissionais generalistas com perfil adequado para o PSF.
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Cárie dentária e condições sócio-econômicas no Estado do Paraná, Brasil, 1996.

Cárie dentária e condições sócio-econômicas no Estado do Paraná, Brasil, 1996.

Resumo O p resen te estu d o foi con d u zid o com o objetivo d e an alisar as relações en tre cárie d en - tária e fatores sócio-econ ôm icos n o Estad o d o Paran á, Brasil. Foram reu n id as in form ações sobre a p reva lên cia d e cá rie d en t á ria (CPO-D a os 12 a n os) p a ra os m u n icíp ios d o Est a d o, con form e d ad os oficiais d isp on ibiliz ad os p ela Secretaria d e Estad o d a Saú d e. Pôd e-se observar correlação sign ifican te en tre o ín d ice d e cárie d en tária n os m u n icíp ios e vários in d icad ores d e d esen volvi- m en t o socia l, a t ra v és d a a n á lise d e regressã o lin ea r sim p les. A rela çã o v isu a l en t re a s cid a d es com p iores figu ras d e CPO-D e in d icad ores sociais, foi ap resen tad a em m ap as através d o georre- feren ciam en to d e d ad os. Observou -se CPO-D m éd io m en os elevad o n os m u n icíp ios cu jos reser- vat órios d e águ a foram flu orad os. Observou -se t am bém , correlação n egat iva en t re o ín d ice d e cárie d en tária e a p rop orção d e d om icílios ligad os à red e d e abastecim en to d e águ a, n os m u n icí- p ios com águ a flu orad a. N esse sen tid o, su blin h a-se a im p ortân cia d esse ben efício, n ão só com o recu rso p ara a red u ção d os n íveis d e cáries, com o tam bém p ara aten u ar o im p acto d as d esigu al- d ad es sócio-econ ôm icas sobre a p revalên cia d e cárie d en tária.
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A família Myrtaceae na Ilha do Mel, Paranaguá, Estado do Paraná, Brasil.

A família Myrtaceae na Ilha do Mel, Paranaguá, Estado do Paraná, Brasil.

Árvores até 18 m alt. Plantas glabras ou com tricomas dibraquiados esparsos nos ramos jovens, pecíolos, pedúnculos e face abaxial das folhas; botão floral coberto por tricomas do mesmo tipo. Folhas com pecíolo 2-4,2 mm compr.; lâminas 3,4-5 × 1,8-3 cm, coriácea, discolor, obovada ou elíptico-obovada, ápice obtuso, raro agudo ou acuminado, base aguda, margem inteira, nervura central saliente na face abaxial e sulcada na face adaxial, nervuras secundárias 10-12 de cada lado, uma nervura marginal, a 0,9-1,4 mm da borda. Panículas 27-54 mm compr., terminais; bractéolas 1,6-2,5 × 1,3-1,6 mm. Flores sésseis; hipanto elevado acima do ovário, sem constrição; cálice completamente fechado no botão abrindo-se em caliptra; ovário 2-locular, liso. Frutos não vistos. Material examinado: BRASIL. P araná : Paranaguá,
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Regionalização da agricultura do Estado do Paraná, Brasil.

Regionalização da agricultura do Estado do Paraná, Brasil.

This work presents a characterization of the agriculture of Paraná State based on thirty-five variables extracted from Agricultural Census of 1995/96 and two variables from the Map of Soil Aptitude. These are related to land access, land use, utilization of chemical and mechanical technologies, use of capital assets, labor relationships and tercerization, soil fertility and mechanization suitability. The Factor analysis with thirty-seven variables enabled to describe seven main factors, which explained 66.7% of variance. The Cluster analysis of the seven factor’s values allowed to classify ten types of municipalities organized in nine regions.
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Estado nutricional de crianças e relações de trabalho da família em uma comunidade rural do Paraná, Brasil.

Estado nutricional de crianças e relações de trabalho da família em uma comunidade rural do Paraná, Brasil.

Chamou a atenção o fato de as desnutrições aguda e a crônica guardarem relação inversa com o número de filhos. A prevalência de desnutrição aguda foi significativamente maior entre famílias com menor número de filhos vivos, enquanto para a desnutrição crônica esta associação foi em direção oposta. Uma possível explicação para este achado seria a incorpo- ração de vários membros da família no mercado de trabalho, situação freqüente na população estudada. Uma prole maior poderia tamponar o efeito agudo da falta de alimentos, sem, contu- do, se refletir em melhores condições de vida. Nesta linha de análise, outros estudos têm evidenciado diferentes determinantes para as desnutrições aguda e crônica, sugerindo que a desnutrição aguda estaria associada a situações de maior estresse social, enquanto a desnutrição crônica refletiria mais as condições gerais de vida da população (Monteiro et al., 1992). O número de filhos vivos pode refletir também um efeito de sobrevivência, com maiores proles apresentando mais desnutrição aguda e, conse- qüentemente, maior mortalidade. Assim, anali- sando-se a coorte de maior prole transversal- mente, o número de casos de desnutrição aguda
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Malária no Estado do Paraná, Brasil.

Malária no Estado do Paraná, Brasil.

Resumo Visando a obtenção de informações sobre os casos de malária registrados no Estado do Paraná, analisaram-se os relatórios de atendimento de casos suspeitos de malária elaborados pela Fundação Nacional de Saúde, regional do Paraná, no período de janeiro de 1994 a dezembro de 1999. Das 31.975 amostras de sangue examinadas, 7,4% mostraram-se positivas, sendo 86,4% para Plasmodium vivax; 12,7% para P. falciparum; 0,04% para P. malariae e 0,9% para P. vivax e P. falciparum. Com relação à classificação epidemiológica, 84,5% representaram casos importados e 15,5% casos autóctones. Os municípios com maior número de casos autóctones foram Foz do Iguaçu, Santa Terezinha do Itaipu e Santa Helena, região de influência do lago de Itaipu, onde devem-se, portanto, concentrar os esforços de vigilância.
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Educ. rev.  número especial .2

Educ. rev. número especial .2

Este artigo apresenta uma leitura inicial sobre como estão distribuídos os estudantes beneiciários do Programa Bolsa Família no estado do Paraná a partir dos dados do Banco do Sistema Presença de 2014, cotejados com o Censo Escolar do mesmo ano. Para a construção de um mapeamento sobre as condições de oferta escolar, considerou-se as condições que têm sido asseguradas aos estudantes, tomando-se, em especial, informações quanto às condições de trabalho docente (contrato de trabalho e formação docente) e às condições de infraestrutura da escola (biblioteca, internet, banda larga, laboratório de informática e quadra de esporte). O objetivo é problematizar as condições de equidade na produção da política educacional, partindo-se do pressuposto de que o enfrentamento das desigualdades educacionais no Brasil implica reconhecimento de que a população pobre está na escola
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A influência de um sangradouro na distribuição espaço-temporal do isópode Tholozodium rhombofrontalis (Isopoda, Sphaeromatidae)

A influência de um sangradouro na distribuição espaço-temporal do isópode Tholozodium rhombofrontalis (Isopoda, Sphaeromatidae)

A presença de Tholozodium rhombofrontalis no Brasil foi relatada pela primeira vez para a Ilha do Mel, Paraná, em um riacho de água salobra e entre restos de vegetais (Loyola e Silva, 1960). O primeiro registro em praias arenosas expostas foi o de Souza & Gianuca (1995) no litoral do estado do Paraná. Ao longo da costa sul e sudeste do Brasil, regiões que não apresentam uma estação seca definida e que sofrem influência de eventos climáticos aperiódicos, outras ocorrências desta espécie foram relatadas tanto em ambientes de água doce, como em praias estuarinas e também em praias arenosas oceânicas (Pires, 1982; Varoli, 1990; Würdig & Dornelles da Silva, 1990; Borzone et al., 1996; Borzone & Souza, 1997; Flynn et al., 1998; Borzone et al., 2003; Cochôa et al., 2006; Vieira et al., 2012; Felix et al., 2015; Gandara-Martins et al., 2015). Nenhum destes relatos inclui uma descrição da estrutura populacional de Tholozodium rhombofrontalis, sendo incerto se a ocorrência em tão variados ambientes corresponde apenas a registros pontuais e de poucos exemplares ou a populações bem estabelecidas.
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7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil   Mário Maestri   2004

7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil Mário Maestri 2004

A produção colonial-camponesa relativamente rústica vivia da força-de-trabalho familiar e tinha parte de sua produção expropriada pelo Estado, pela produção artesanal e industrial regional e, sobretudo, pelo capital mercantil. Enquanto houve terra disponível, jovens camponeses casados e liberados da tutela familiar abriam novas glebas na região ou, na falta delas, nas colônias novas. No Sul, após ocupar a encosta inferior e superior do planalto, a economia colonial-camponesa expandiu-se para o Planalto Central, para o Alto Uruguai, para as Missões, para o Oeste de Santa Catarina, para o Oeste do Paraná etc., ultrapassando, nesse processo, as próprias fronteiras nacionais. 92
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Phytogeography of Aldama (Asteraceae, Heliantheae) in South America

Phytogeography of Aldama (Asteraceae, Heliantheae) in South America

Aldama brittonii e A. truxillensis ocorrem nas Províncias do Deserto, de Punas e de Yungas, da Sub-região Brasileira. A. incana é encontrada desde a Província do Páramo, no Equador, até o Peru (Província do Deserto). A. tucumanensis tem a maior concentração populacional na Província Puna, mas alcança as Províncias do Chaco e Pampeana. A. mollis concentra-se principalmente nas Províncias de Puna e do Monte, mas é encontrada pontualmente nas Províncias Chaquenha e Pampeana. A. helianthoides parece ter sua área-core na Província de Puna, mais específicamente nas Punas bolivianas, e se estender ao longo da Província da Prepuna para o Norte, até chegar à Província do Páramo, no Equador, e para o Sul, até o Noroeste da Argentina. A. australis ocorre de forma contínua ou quase contínua, desde a Província de Yungas, no Domínio Sul-Brasileiro (Morrone 2014b), até a Província Chaquenha. Finalmente, V. macrorhiza é encontrada nas Províncias de Puna (Argentina e Bolívia) e da Floresta do Paraná (Paraguai e sudoeste do estado do Paraná, no Brasil) e estende-se à Província do Cerrado, chegando às regiões central e sudeste do estado de São Paulo e alcançando as regiões nordeste e central do estado de Minas Gerais, além de possuir dois registros de mais de 50 anos atrás no Mato Grosso do Sul. Atualmente, no Brasil V. macrorhiza parece estar restrita a áreas de preservação, onde floresce na primavera ou raramente no inverno e frutifica no verão.
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A tribo Hippomaneae A. Juss. ex Spach. (Euphorbiaceae Juss.) no Estado de Pernambuco, Brasil.

A tribo Hippomaneae A. Juss. ex Spach. (Euphorbiaceae Juss.) no Estado de Pernambuco, Brasil.

Árvores, arbustos ou ervas, monóicas, raro dióicas. Ramos latescentes, tricomas simples ou ausente (dendrítico em Mabea). Folhas alternas, raramente opostas, simples, nervação broquidódroma ou camptódroma, geralmente com glândulas na lâmina foliar ou no pecíolo; estípulas conspícuas, reduzidas ou ausentes. Infl orescência terminal ou axilar, racemiforme ou espiciforme, às vezes paniculada, geralmente bissexual, fl ores estaminadas em numerosas címulas distribuídas na porção distal, poucas fl ores pistila- das na proximal; brácteas geralmente biglandulares. Flores estaminadas geralmente monoclamídeas; sépalas livres ou unidas, imbricadas ou valvares, às vezes vestigiais ou ausentes; estames 1-70, livres ou conados na base; anteras extrorsas, deiscência longitudinal. Flores pistiladas mono- clamídeas ou aclamídeas; sépalas 3-6, imbricadas, algumas vezes muito reduzidas; ovário 3(2) carpelar e 3(2) locular, 1-ovulado, raro 4-10 carpelar; estiletes livres ou conados. Fruto cápsula ou drupa; sementes com ou sem carúncula. Chave para identifi cação dos gêneros de Hippomaneae no Estado de Pernambuco
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PROCESSO DE COMPRAS EM UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA FEDERAL NO ESTADO DE MINAS GERAIS À LUZ DOS PRINCÍPIOS DO ACCOUNTABILITY

PROCESSO DE COMPRAS EM UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA FEDERAL NO ESTADO DE MINAS GERAIS À LUZ DOS PRINCÍPIOS DO ACCOUNTABILITY

Este estudo tem como objetivo geral descrever e analisar como o Departamento de Compras de uma universidade pública federal do Estado de Minas Gerais vem utilizando os mecanismos de accountability em processo de compras. O referencial teórico, para execução da pesquisa, foi elaborado com base nos seguintes temas: evolução da administração pública no Brasil, accountability, modelos analíticos de accountability e gestão de compras públicas. Foi feita uma pesquisa descritiva com abordagem qualitativa, tendo como unidade de análise os mecanismos de accountability, a unidade de observação a Diretoria de Material da universidade e os sujeitos da pesquisa os 10 funcionários definidos para participarem da entrevista. As perguntas da entrevista têm como referência os princípios do modelo adaptado de Menezes (2017): transparência, controle interno e responsabilização e gestão gerencial. Para estudo dos dados, optou-se pela análise de conteúdo. Após analisar as respostas das entrevistas, evidenciou- se que os mecanismos de accountability estão sendo alcançados de forma parcial nos processos de compra da universidade estudada.
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ANTONIO IDILVAN DE LIMA ALENCAR A POLÍTICA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DO ESTADO DO CEARÁ NA PERSPECTIVA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL

ANTONIO IDILVAN DE LIMA ALENCAR A POLÍTICA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DO ESTADO DO CEARÁ NA PERSPECTIVA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL

Os estudos de Garcia (2000) apontam que, nesse período da República, despontou, na sociedade, o desejo de que se estabelecesse no Brasil uma preparação para o trabalho através do ensino – desejo justificado pela necessidade de melhoria da formação da mão de obra, advindo do aumento significativo das indústrias no país. A autora destaca que, no governo de Nilo Peçanha, a Educação Profissional deu um grande salto, pois em todas as capitais do Brasil foram criadas escolas profissionalizantes. Entretanto, em 1910, as dezenove escolas estavam precarizadas tanto na estrutura quanto na formação dos profissionais, como destaca Fonseca (1961): “A eficiência não poderia deixar de ser senão pequena, mas a causa principal do baixo rendimento era a falta completa de professores e mestres especializados” (FONSECA, 1961, p. 168).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA ALGIZA LOPES E SILVA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA ALGIZA LOPES E SILVA

O presente questionário destina-se à realização de um estudo intitulado “A Avaliação no estado do Amazonas: o papel do gestor nas apropriações pedagógicas pelos professores dos Anos Iniciais no processo de avaliação interna da CDE 7 ”. Procure ser o mais exato possível em suas respostas. Cabe ressaltar que todos os dados obtidos e utilizados apenas para fins desta pesquisa, sendo resguardado o anonimato. Você encontrará a seguir afirmações sobre a gestão pedagógica na sua escola. Por gentileza, considerando os dois últimos anos letivos, marque apenas uma alternativa indicando seu grau de concordância em relação às afirmativas abaixo.
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Sinopse de Malpighiaceae no Estado do Espírito Santo, Brasil: Stigmaphyllon A. Juss.

Sinopse de Malpighiaceae no Estado do Espírito Santo, Brasil: Stigmaphyllon A. Juss.

Stigmaphyllon A. Juss. é um dos maiores gêneros de Malpighiaceae compreendendo ca. 120 espécies pantropicais (Anderson 2011). Grande parte de suas espécies são trepadeiras lenhosas com longos pecíolos biglandulosos no ápice, folhas elípticas a cordadas, umbelas de flores amarelas dispostas em dicásios, estiletes com apêndices laterais no ápice (estigma foliáceo), e frutos esquizocárpicos separando-se em três mericarpos alados com uma ala dorsal desenvolvida (Anderson 1997). O gênero é dividido em dois subgêneros (subg. Ryssopterys C.E.Anderson e Stigmaphyllon) tradicionalmente tratados como gêneros distintos (Anderson 1997, Niedenzu 1928), cuja combinação foi somente corroborada por estudos filogenéticos recentes (Davis & Anderson 2010).
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