Top PDF A fotografia como ferramenta de ensino da geografia

A fotografia como ferramenta de ensino da geografia

A fotografia como ferramenta de ensino da geografia

O presente estudo é uma breve compilação de dados sobre o Ensino da Geografia e seus recursos didáticos, não segue exatamente uma linearidade discursiva. Caracteriza- se por uma exposição de fatos e histórias que compõem uma real situação atual de necessidades metodológicas para o ensino aprendizagem da disciplina citada. Tendo como objeto sugerido a fotografia com breve análise de seus componentes e capacidade de valoração na ação de ensinar e de fazer participar o aluno. Assim, destacam-se as mudanças nas concepções de cultura como elementos que propiciam esse movimento. Aborda-se a capacidade humana de realizar inúmeras atividades e ações que possuem várias dimensões pedagógicas, ressaltando a importância da Geografia ser auxiliada pela arte de fotografar, acreditando indicar diversas maneiras pelas quais podem se desenvolver o olhar e conduzir o aluno ao desbravamento do mundo externo à sala de aula. O método da fotografia introduz ao aluno uma vivência mais próxima da realidade dos fatos históricos e teorias discutidas. Entende-se que nessa atividade vários aspectos são abordados sendo destacados um processo de percepção onde a cena é definida em função de um ponto de vista onde é observada e outro, que diz respeito a um aspecto cognitivo, pelo qual os indivíduos a partir de seus interesses e necessidades, estruturam e organizam sua interface com o real e o mundo, intensificando e ampliando toda a possibilidade de prazer pelo aprender e apreender dados importantes para vida integrantes no estudo da Geografia. Tem como objetivo ressaltar o valor do uso fotográfico como recurso no ensino da disciplina de Geografia. Utiliza como metodologia a pesquisa bibliográfica e análise da experiência vivenciada do autor.
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GOOGLE EARTH COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO ENSINO DE GEOGRAFIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PIBID/UFPI

GOOGLE EARTH COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO ENSINO DE GEOGRAFIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PIBID/UFPI

Filizola e Moura (2009) enfatizam que o Google Earth permite a visualização de fenômenos geográficos de qualquer parte do mundo, sendo que os registros tornam a visualização quase que concreta, podendo, assim, auxiliar na aprendizagem geográfica por intermédio da linguagem cartográfica. Destaca-se que a mencionada ferramenta permite o uso de coordenadas geográficas na busca de localidades e possibilita o trabalho com espacializações, uma das características do ensino de Geografia.

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A importância da análise da paisagem para o ensino de geografia: os smartphones como uma ferramenta no processo de ensino-aprendizagem.

A importância da análise da paisagem para o ensino de geografia: os smartphones como uma ferramenta no processo de ensino-aprendizagem.

A presente pesquisa tem como objetivo geral investigar como a paisagem pode ser trabalhada em sala de aula através de fotografias produzidas pelos próprios alunos com as câmeras de seus celulares smartphones. Para isto, primeiramente houve uma revisão bibliográfica referente ao estudo da paisagem no ensino de Geografia, bem como sobre a utilização de Tecnologias Móveis e Sem Fio no processo de ensino-aprendizagem. Também foram aplicados questionários a uma turma de nono ano composta por vinte e quatro alunos com idades entre quatorze e dezessete anos de uma escola estadual de ensino fundamental da rede pública estadual de ensino, localizada na cidade de Pelotas/RS. Através das respostas obtidas nos questionários, foi possível averiguar que todos os alunos da turma possuíam celular com câmera integrada e acesso a internet, tanto por Wi-Fi como por redes móveis, esse fato possibilitou o planejamento de uma atividade que utilizou esses dois recursos disponibilizados em todos os aparelhos. Como o assunto para o trimestre, conforme a grade curricular da disciplina de Geografia, era o continente europeu, os alunos foram convidados a fotografarem elementos da paisagem, na cidade de Pelotas que apresentassem algum tipo de influências europeias, devido aos processos de colonização que aconteceram no município, no passado. Com isso, buscou-se analisar as diversas paisagens retratadas pelos alunos, destacando a importância deste tipo de atividade no processo de ensino-aprendizagem da Geografia em sala de aula, mostrando que os smartphones podem ser uma ferramenta didática importante no processo de construção do conhecimento geográfico. Foi possível perceber que a análise da paisagem da própria cidade em que os alunos vivem, pode contribuir na percepção que os mesmos têm sobre o mundo, bem como na aprendizagem dos conceitos geográficos, que normalmente parecem tão distantes da realidade, mas que estão presentes em quase todas as ações do cotidiano.
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ENSINAR E APRENDER GEOGRAFIA: A FOTOGRAFIA COMO RECURSO 
    DIDTICO PEDAGGICO NO ENSINO FUNDAMENTAL

ENSINAR E APRENDER GEOGRAFIA: A FOTOGRAFIA COMO RECURSO DIDTICO PEDAGGICO NO ENSINO FUNDAMENTAL

É importante destacar a utilização da fotografia como um dos recursos para leitura e compreensão da paisagem, bem como um instrumento significativo para o ensino aprendizagem, proporcionando ao aluno um conjunto de elementos que permitem a percepção imediata dos elementos na imagem representada. A paisagem é um elemento que compõe o espaço geográfico e nos mostra inúmeras informações em estágios diferentes sofridos ao longo do tempo, pois está constantemente se transformando em função das alterações humanas. Ao analisar uma paisagem obtemos elementos da Geografia e assim podemos desenvolver com os alunos a atividade de observar, registrar e analisar, comparando os pares fotográficos. A utilização dos pares fotográficos como recursos para leitura da paisagem, desde que compreendida, favorece o entendimento da organização sócio espacial, apreendendo as características físicas, econômicas, sociais e ambientais do espaço.
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GOOGLE EARTH COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO ENSINO DE GEOGRAFIA NO ENSINO MÉDIO

GOOGLE EARTH COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO ENSINO DE GEOGRAFIA NO ENSINO MÉDIO

O uso das novas geotecnologias vem crescendo consideravelmente na contemporaneidade. Dessa forma, a Geografia aparece com o poder de absolver essas inovações a favor do ensino, utilizando de ferramentas, como o Google Earth, nas práticas didático-pedagógicas. Visando a inserção de atividade prática tecnológica, o trabalho foi realizado através de uma oficina realizada no Liceu Piauiense, localizado no centro do município de Teresina, Piauí, com uma turma de 1º série do Ensino Médio, tendo como objetivos trabalhar a ferramenta Google Earth a partir de suas aplicações, desenvolvendo nos alunos a capacidade de compreensão da realidade espacial, bem como apresentar a história da plataforma, suas ferramentas de análise e observação e seu potencial de pesquisa no ensino. A metodologia aplicada ativa empregada se deu a partir do uso dos SIGs, com o Google Earth, tais como análise espacial, criação de mapas, criação de rotas e análise temporal de locais específicos. Logo após a aula teórica, aconteceu a aula prática, que foi realizada no Laboratório de Informática da mencionada unidade escolar. Os resultados foram positivos, tendo em vista a efetiva participação dos alunos, associado ao interesse em conhecer o espaço geográfico por meio das geotecnologias. Portanto, ficou evidente a importância da ferramenta Google Earth como auxiliador nas aulas práticas, principalmente, na Geografia.
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Blog como ferramenta didático-pedagógica no ensino de Geografia

Blog como ferramenta didático-pedagógica no ensino de Geografia

Sabemos que é um consenso a utilização das novas tecnologias de comunicação e informação nas salas de aula. Para o ensino-aprendizagem, é necessidade em nossos dias quebrar paradigmas, transpor barreiras e agregar novos valores, que até pouco tempo não faziam parte do ambiente escolar. O blog como ferramenta didático-pedagógica no ensino de geografia pode garantir aos professores uma forma de agregar às suas práticas novas possibilidades pedagógicas em seu cotidiano escolar, pois se torna hoje uma necessidade da geografia em seus mais variados aspectos, a utilização dessas novas tecnologias para a análise geográfica, e a representação/compreensão do espaço geográfico.
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UM OLHAR A PARTIR DA UTILIZAÇÃO DE DINÂMICAS COMO FERRAMENTA PARA O ENSINO DA GEOGRAFIA ESCOLAR

UM OLHAR A PARTIR DA UTILIZAÇÃO DE DINÂMICAS COMO FERRAMENTA PARA O ENSINO DA GEOGRAFIA ESCOLAR

Esse artigo tem como objetivo apresentar dinâmicas de sala de aula que podem ser usadas no ensino da Geografia. O trabalho foi elaborado com base em referencial teórico sobre a temática abordada; relatos de experiências vivenciadas pela autora na Disciplina de Estágio Supervisionado de Ensino em Geografia na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campus de Aquidauana-MS; observações sistematizadas durante a supervisão de estágios nas escolas públicas estaduais da referida cidade; e, diálogos informais com professores do Ensino Fundamental e Médio vinculados a rede pública e particular de ensino. O uso de dinâmicas em sala de aula, enquanto ferramenta para auxiliar no ensino da Geografia Escolar, contribui de forma significativa para melhorar a relação ensino/aprendizagem. Todavia, o uso de dinâmicas exige que o professor seja criativo na perspectiva de buscar outras e/ou novas possibilidades de contribuir efetivamente para a construção do saber geográfico. As atividades lúdicas realizadas pelos estagiários e/ou professores são consideradas como um instrumento capaz de facilitar a relação ensino/aprendizagem dos conteúdos da Geografia. Assim, defendemos a ideia que a partir do momento em que o estudante consegue se inserir enquanto sujeito participante do processo de ensino/aprendizagem, especialmente através de atividades lúdicas, tende a ter mais interesse pela disciplina e, consequentemente mais facilidade na aquisição do conhecimento.
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O cordel enquanto ferramenta de ensino em geografia

O cordel enquanto ferramenta de ensino em geografia

O presente artigo se justifica a partir do momento que inserimos a literatura de cordel como ferramenta educacional, que pode ser desencadeada dentro do contexto didático nos mais diversos contextos. Assim, a escolha deste recurso didático para as aulas de geografia na escola Estadual Otávia Silveira, no ensino fundamental, da cidade de Mogeiro- PB partiu diante da desmotivação dos alunos do ensino fundamental com as aulas de Geografia. Para tanto, utilizamos a literatura de cordel como recurso de educação e comunicação popular, uma vez que aborda fatos do dia a dia das pessoas e, sobretudo, retrata aspectos culturais de determinada região. “O poeta-jornalista resume, sintetiza, com o mesmo objetivo: tornar acessível à compreensão da massa rude um tema difícil que, na linguagem oficial, ficaria ignorado” (BELTRÃO, 2001, p. 159).
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USO DE SOFTWARES LIVRES DE SIG COMO UMA FERRAMENTA NO ENSINO DE GEOGRAFIA: MAPEAMENTO DE ÁREAS DE RISCO

USO DE SOFTWARES LIVRES DE SIG COMO UMA FERRAMENTA NO ENSINO DE GEOGRAFIA: MAPEAMENTO DE ÁREAS DE RISCO

É necessário que professores e coordenadores das escolas acolham e tenham o interesse de usar o software livre (SL) para auxiliar os alunos em suas dificuldades e possíveis dúvidas. Usar um SL que trabalha com SIG é uma ferramenta de apoio, principalmente no ensino de geografia, através da elaboração de mapas temáticos, consultas a dados econômicos, sociais, dentre outros, contribuindo para uma alfabetização digital e cartográfica para os alunos. A inserção das geotecnologias nas escolas dá suporte para a criação de materiais didáticos que auxiliam os estudos de diferentes temáticas, como no caso dessa pesquisa que abordou o tema “Áreas de Risco” através da elaboração de um mapa temático que trata de movimento de massa (deslizamento de terra).
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Histórias em Quadrinhos como Ferramenta Metodológica Significativa no Processo de Ensino/Aprendizagem de Geografia Escolar Decolonial

Histórias em Quadrinhos como Ferramenta Metodológica Significativa no Processo de Ensino/Aprendizagem de Geografia Escolar Decolonial

Frente a isto a metodologia do trabalho consistiu em um levantamento de textos e encontros e debates no Núcleo de Estudos em Cidadania e Política no Ensino de Geografia, NECPEG, do Departamento de Geografia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Tendo como objetivo geral o entendimento da importância da perspectiva epistêmica decolonial para a geografia escolar. E como objetivos específicos: i) buscar estratégias para a diversificação de técnicas, materiais didáticos e linguagem por meio do uso das histórias em quadrinhos no ensino de geografia, e ii) analisar a literatura das histórias em quadrinhos como uma alternativa lúdica e possivelmente mais horizontal para o processo de ensino-aprendizagem de geografia escolar, iii) compreender a importância da aprendizagem significativa para o ensino de geografia.
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A ludicidade no processo de ensino e aprendizagem: o bingo geoambiental como ferramenta pedagógica na geografia

A ludicidade no processo de ensino e aprendizagem: o bingo geoambiental como ferramenta pedagógica na geografia

A diversidade de informações no século XXI, desafia o docente a buscar novas metodologias para tornar as aulas mais criativas e prazerosas. Entretanto, o docente enfrenta o dilema em ter em suas aulas de Geografia um público nem sempre interessado aos conteúdos apresentados e discutidos. Para Puntel (2010, p. 90), “são essas e outras preocupações que nos fazem buscar alguns experimentos, alguns sem sucesso e outros que deram certo, que objetivam melhor o ensinar o aprender”. A utilização de atividades lúdicas em sala de aula, como reforçam Silva e Silva (2013), permite que os alunos participem e descubram conhecimentos a partir de ferramentas pedagógicas que podem ser construídas e confeccionadas de forma coletiva, entre professores e alunos, o que torna a aprendizagem instigante e prazerosa. Rupel (2008; 2009), dialoga com Puntel (2010), quando afirma;
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A utilização do software Google Earth como uma ferramenta inovadora e interativa no ensino de Geografia

A utilização do software Google Earth como uma ferramenta inovadora e interativa no ensino de Geografia

The present work had as main goal use of the software Google Earth as a tool for teaching Geography. Therewith, the research aims to demonstrate, through the application of a class plan, a proposal to make the teaching more dynamic than theoretical. The lesson plan was applied to a class of the second year of high school, of Escola Estadual de ensino Fundamental e Médio Isabel Ferreira, localized in Equador/RN, successfully, it was possible to apply what we plan, therefore, we had the use of elements of playfulness, motivation, attention, and interaction, promoting a method of teaching to arouse the interest of the pupils, causing it interact rather than to convey only content. Methodologically, this research is qualitative and quantitative, because it was necessary to apply a questionnaire with the learners and analyzing the questionnaire, we noticed the predominance of traditional teaching, having negative effects on learning. In that perspective, it is essential that the educational system rethinks their pedagogical practices, providing empowerment and continued education for educators. The implementation of the Information and Communication Technologies (ICTs) is evidenced as a didactic resource that has the ability to dynamical classes, since we are living in a globalized world, these tools, such as Google Earth, it's one didactic material of great relevance, to enable better results in the teaching-learning process.
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A literatura como ferramenta para o ensino de geografia física

A literatura como ferramenta para o ensino de geografia física

Utilizando da linguagem literária para o processo de ensino e aprendizagem da temática física da Geografia, bem como identificar as metodologias e práticas utilizadas nos artigos para, assim, classificar quais conteúdos e/ou temáticas ainda possuem demandas de projetos e oficinas voltadas aos conhecimentos da área da Geografia Física, pois, segundo Portugal (2018, p. 201), “a Geografia, por estar diretamente ligada ao cotidiano, possui várias formas de apropriação, tendo características geográficas em inúmeros gêneros literários, textuais e culturais”. Dessa forma, é uma linguagem de intensos diálogos com a ciência geográfica.
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A aula de campo como ferramenta de investigação do lugar no ensino de Geografia

A aula de campo como ferramenta de investigação do lugar no ensino de Geografia

RESUMO: O lugar é uma categoria da geografia que ainda é objeto de discussão entre geógrafos e acadêmicos. O ensino dessa categoria nas escolas públicas é essencial para a valorização social do espaço de convívio dos alunos. Objetivou-se com este trabalho mostrar o uso da aula de campo na discussão de fenômenos naturais e sociais no local de convivência dos alunos do Ensino Fundamental, ao mesmo tempo em que trabalha a importância do lugar, relacionando o conteúdo teórico da sala de aula com o cotidiano prático. A metodologia utilizada foi baseada em uma pesquisa-ação, observação in loco e análise de uma atividade escolar com uma turma de nono ano do Ensino Fundamental da Escola Estadual Doutor José Tavares, localizada no bairro Baixa Grande na cidade de Arapiraca/AL. A fundamentação teórica foi realizada nas obras de Santos (2008); Medeiros (2010); Cavalcanti (2008); Oliveira e Assis (2009). Durante a aula de campo observou-se que os alunos participaram ativamente das discussões realizadas ao longo dos três pontos de parada do percurso. Além disso, eles elaboraram um mapa mental mostrando os elementos das paisagens observadas que mais chamaram a atenção. Contudo, os alunos participaram ativamente das discussões na aula de campo, pois o conhecimento que eles adquiriram na própria comunidade foi utilizado como ponto de partida dos fenômenos sociais e naturais abordados. Ao mesmo tempo, foi possível relacionar o conteúdo teórico da sala de aula com a realidade prática dos alunos.
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Utilizando o lúdico como ferramenta para uma aprendizagem significativa no ensino de geografia

Utilizando o lúdico como ferramenta para uma aprendizagem significativa no ensino de geografia

Destaca-se que ambas as etapas de desenvolvimento da pesquisa tiveram o mesmo tempo de duração cada. Foram quatro aulas de cinquenta minutos cada, nas duas modalidades tanto nas aulas iniciais, em que foi utilizado o modelo tradicional de ensino, com o uso do quadro branco, apenas o professor explicava o conteúdo sem levar em conta o conhecimento prévio dos alunos, nesse momento o conhecimento do professor era o que prevalecia em sala de aula, foi aplicado exercício de fixação, e em seguida uma prova com cinco questões aberta sobre o conteúdo que é inerente aos estados do Nordeste. Logo em seguida, foi aplicada a metodologia proposta. Ressalta-se que a prova que foi aplicada antes do recurso didático foi a mesma aplicada após o uso do jogo “Amarelinha Geográfica”, sendo alterada apenas as ordens das questões para não ficar tão obvio e evitar a memorização tendo em vista que as repostas serão as mesmas.
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Geografia e educação: a música como metodologia no ensino da Geografia

Geografia e educação: a música como metodologia no ensino da Geografia

componentes curriculares, principalmente da Geografia para culminar na aprendizagem integral e significativa. Este trabalho tem caráter qualitativo, sendo realizado a partir de revisão bibliográfica, visita técnica exploratória no espaço vivido durante o Estágio Supervisionado IV e relato de experiências. Portanto, a utilização da música como ferramenta de trabalho proporciona ao professor sistematizar sua prática educacional aplicando metodologia que contemple essas orientações, compondo seus planejamentos e planos de aulas seja, na forma de “música para cantar”, “música para tocar”, “música para dançar” ou “música para encenar” dependendo do conteúdo trabalhado e do grau de entendimento dos alunos, além da apresentação de músicas como sugestão para aplicação em sala de aula, para que a resposta dos discentes seja a compreensão da realidade, do seu papel social e político na sociedade para o exercício da cidadania.
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A fotografia aplicada à geografia escolar: uma proposta pedagógica de Delgado de Carvalho

A fotografia aplicada à geografia escolar: uma proposta pedagógica de Delgado de Carvalho

A análise da Methodologia do ensino geographico (1925) nos ajuda na compreensão do método. Numa rápida introdução, Delgado de Carvalho apresenta teoricamente a proposta. Defende a antropogeographia de Ratzel como processo irreversível de humanização dos conhecimentos geográficos: “uma das novas tendências de geographia é de se tornar cada vez mais humanas nas suas investigações” (DELGADO DE CARVALHO, 1925, p.10). Em seguida, situa sua proposta para geografia escolar no amplo debate presente sobre a construção de nossa nacionalidade: “a geographia pátria precisa, por conseguinte, servir de base e de ponto de partida ao estudo da physiographia e da geologia do globo. Devemos passar mais rapidamente sobre os assumptos que não tem applicações no Brasil” (DELGADO DE CARVALHO, 1925, p.7). O autor compartilha da preocupação de outros autores em nacionalizar os conteúdos de forma a divulgar o aspectos desconhecidos do nosso país e, assim acelerar o processo de construção da nação, ainda incompleto na década de 1920.
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GEOGRAFIA, FOTOGRAFIA E A CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS SOBRE O ESPAÇO URBANO:EXPERIÊNCIAS DESENVOLVIDAS NA DISCIPLINA DE FOTOGEOGRAFIA NOS CURSOS DE GEOGRAFIA DA UFPEL

GEOGRAFIA, FOTOGRAFIA E A CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS SOBRE O ESPAÇO URBANO:EXPERIÊNCIAS DESENVOLVIDAS NA DISCIPLINA DE FOTOGEOGRAFIA NOS CURSOS DE GEOGRAFIA DA UFPEL

A Geografia foi, por muito tempo, conhecida como a ciência de descrição e di- ferenciação dos lugares e das paisagens, e, desde esse período, as imagens já eram utilizadas como ferramenta para ilustrar estas diferenças. Nas grandes expedições dos séculos 15 e 16, muitas missões de exploração tinham, entre os seus membros, geógra- fos (talvez nesta época ainda não designados formalmente como Geógrafos), a quem era confiada a tarefa de mapeamento e descrição das terras recém-descobertas. Junto a estes profissionais, estava um desenhista/pintor, responsável por capturar imagens dessas novas terras para apresentá-las nos reinos para aqueles que custeavam estas expedições. O próprio surgimento do termo paisagem remonta ao século 15, estando associado às representações artísticas de partes da natureza, como um lance de vista a partir de uma janela, onde o “cenário” é o mais importante, e onde a representação das pessoas têm um papel secundário (CLAVAL, 2012, p. 245).
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Fotografia: campo expandido para o ensino de arte

Fotografia: campo expandido para o ensino de arte

Pode-se rastrear a tensão destas visões sob vários âmbitos. Por exemplo, algumas das exposições fotográfi cas feitas pelo Olhar Coletivo se confi guraram sob uma lógica emprestada dos vernissages parisienses pré-modernistas, mas o discurso se alinhava com a prática fotojornalista/ documental, mais justifi cável enquanto socialmente comprometida, principalmente por ter um discurso com lugar certo na discussão social. O projeto segue, de carona, a visão de quem o viabiliza. “ Minha formação é de fotojornalismo... chegar... não mexe em nada... de repente eu comecei a tentar entender melhor a ferramenta da fotogra• a como arte em si como forma de expressão, e sobre tudo o que tá querendo ser dito ali... o cara estar tentando dizer alguma coisa [paradigma comunicacional de decodificação tal como colocado pelos semioticistas]... ele produz algo que não necessariamente consigo compreender e isto sempre me incomodou... cheguei na galeria uma vez e vi um toco de madeira... desculpa mas... porque isto tem um valor? Porque isto tem de ser valorizado?” (JQ) A expressão estético por si só se torna indigesta.
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PARA SE DEFENDER DO ENSINO DE GEOGRAFIA

PARA SE DEFENDER DO ENSINO DE GEOGRAFIA

constelação discursiva maior, cujo nome convencionamos chamar de Modernidade. Isso significa aceitar que nem pensamos e nem escrevemos em páginas vazias, que aceitariam de bom grado e livremente tudo que quiséssemos anotar; somos pré-formatados e subjetivados pelo saber epistemológico de uma dada época, de maneira que a linguagem não é simplesmente uma ferramenta a nós disponibilizada, mas uma prática régia da qual não raramente somos seus instrumentos de operacionalização, transmissão e validação. Voltando à Modernidade – e conjecturando de que jeito ela manufatura os enunciados geoescolares –, nós a entendemos aqui segundo os pareceres de uma história linear e evolutiva, desencadeada por meio de sucessivos eventos e tramas num tempo continuum, cujo objetivo central seria atingir satisfatoriamente a trindade laica Razão- Ciência-Progresso (MORIN, 1986). Com efeito, o projeto Moderno deseja emancipar os indivíduos, expandir as descobertas científicas, inovar/renovar as artes, a tecnologia e as ciências e, precipuamente, democratizar o acesso de tudo isso ao maior número de pessoas (CANCLINI, 2013). Essa mística pressupõe uma vontade de ruptura, no sentido de diferenciar o tradicional do novo e dar maior valoração ao segundo; trata-se de uma pressão sobre os indivíduos para que eles abandonem seu passado e voltem- se velozmente para um futuro idealizado, o pináculo de uma sociedade desenvolvida social e tecnologicamente. Conforme nos esclarece Latour (1994), reside no espírito Moderno uma flecha temporal irreversível, cuja direção escolhida se daria da saída de uma idade das trevas à verdade científica do melhor dos mundos; nesse rumo, aqueles que não acompanham um comportamento em que “[...] o avanço e a mudança são sempre elementos necessários” (GOMES, 1996, p. 49) passam a ser reconhecidos como irracionais e conservadores.
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