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A Função do professor na formação da aluno leitor

A Função do professor na formação da aluno leitor

Objetivando analisar o trabalho envolvendo a leitura em sala de aula e como a ação do professor é fundamental na formação do aluno leitor, realizou-se uma pesquisa e uma investigação teórica acerca da formação docente e suas nuances, onde foram analisadas as dificuldades e os problemas existentes entre o que se fala e o que se faz no tocante a efetivação dos hábitos de leitura no contexto escolar. Sendo assim essa ação problematiza os conhecimentos necessários ao educador na sua caminhada profissional sob um olha crítico e reflexivo, onde o ato de ler é fundamental para o educador que precisa formar o aluno leitor possibilitando o desenvolvimento das competências e habilidades necessárias a formação de sua identidade.
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A prática de leitura do Pensar Alto em Grupo: a formação do aluno leitor crítico e a do professor agente de letramento DOUTORADO EM LINGUÍSTICA APLICADA E ESTUDOS DA LINGUAGEM

A prática de leitura do Pensar Alto em Grupo: a formação do aluno leitor crítico e a do professor agente de letramento DOUTORADO EM LINGUÍSTICA APLICADA E ESTUDOS DA LINGUAGEM

(PAG), num espaço de ensino-aprendizagem, como uma contribuição para a formação do aluno como leitor crítico e a do professor como agente de letramento. Tem como objetivos específicos: analisar como a prática de leitura do pensar alto com um grupo de alunos, no ensino superior, pode contribuir para a formação do aluno como leitor crítico; discutir o que é ser um leitor crítico e a criticidade em leitura; explicar como a análise e reflexão sobre as ações da professora nas vivências do PAG puderam (ou não) contribuir para formação da professora como agente de letramento; identificar saberes pedagógicos que constituem a professora como agente de letramento (KLEIMAN, 2006a), no evento social de leitura do PAG. A fundamentação teórica está baseada na abordagem da leitura (FREIRE, 1983/1986), nos Novos Estudos do Letramento (NEL/NLS) (STREET, 1984/1995; KLEIMAN, 1995/2008; SOARES, 1998/2010), na metáfora conceptual (LAKOFF e JOHNSON, 1980/2002), no sujeito situado sócio-historicamente (VYGOTSKY, 1947/2002; BAKHTIN, 1929/2006) e na Teoria da Argumentação (PERELMAN, 1996/2005). É uma pesquisa-ação crítica (KINCHELOE, 1997) com metodologia qualitativa (CHIZZOTTI, 2005), de orientação interpretativista crítica (MOITA LOPES, 1994), que se insere na área da Linguística Aplicada (LA). A geração de dados se deu por meio do Pensar Alto em Grupo (ZANOTTO, 1995), do diário reflexivo (MACHADO, 1998) e da entrevista por pauta (GIL, 2009), tendo como participantes seis alunos do curso de administração do ensino superior e a professora-pesquisadora. Para análise e discussão dos dados, baseei-me nas questões norteadoras: 1. Como a prática de leitura do pensar alto com um grupo de alunos, no ensino superior, pode contribuir para a formação do aluno como leitor crítico? 1.1 O que é ser um leitor crítico? 1.2 Em que consiste a criticidade em leitura? 2. Como a análise e reflexão sobre as ações da professora nas vivências do PAG puderam (ou não) contribuir para a formação da professora como agente de letramento? 2.1. Que saberes pedagógicos constituem a professora como agente de letramento, no evento social de leitura do PAG? Os dados revelaram que a prática de leitura pesquisada favorece a interação, propiciando a construção de leituras que subsidiam posicionamentos de alunos e depende da postura do professor para desencadear as vozes e não emudecê-las. Na prática do PAG, eles exercitaram uma postura de leitores críticos, mas tal formação requer continuidade, pois é um processo contínuo o ato de aprender.
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Vivências escolares em aulas de português que não acontecem: a (não) formação do aluno leitor e produtor de textos-enunciado

Vivências escolares em aulas de português que não acontecem: a (não) formação do aluno leitor e produtor de textos-enunciado

Além da pressa de escrever, há a pressa de viver. Sá (1987) afirma que os acontecimentos registrados são extremamente rápidos, por isso o cronista os relata com um ritmo ágil, com sintaxe solta que lembra a conversa entre dois amigos. Lopez (1992), inclusive, aponta como possível causa do sucesso atual do gênero crônica, o fato de o leitor gostar e até precisar de quem converse com ele, registrando os sentimentos experimentados no dia a dia, frente aos fatos que todos conhecem de algum modo ou da vida pessoal do próprio cronista. Essa seria a função do cronista, segundo o autor: escorar-se na verdade para escrever “coisas leves”, conversar com o leitor sobre algo que aconteceu e de que todos já tomaram conhecimento. A interação entre autor e leitor fica, assim, evidente e equilibra o estilo coloquial e o literário, por exigir uma linguagem “simples”: segundo Sá (1987), há uma proximidade entre as normas da escrita e da oralidade para recriar o real e elaborar um diálogo entre o cronista e o leitor. Candido (1992) também aponta para essa busca da crônica pela oralidade da escrita, em um processo de “humanização”. O cronista capta, assim, um “pequeno acontecimento do dia a dia”, que poderia ser considerado insignificante, não digno de se tornar uma “notícia”, e lhe confere um toque de lirismo reflexivo, transformando uma simples situação em uma reflexão sobre a condição humana. Sá (1987) aponta como princípio básico da crônica “registrar o circunstancial da vida”, mas em um sentido crítico.
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O TRABALHO DO TUTOR NA EAD: FUNÇÃO, ATRIBUIÇÕES E RELAÇÕES ENTRE O PROFESSOR E O ALUNO

O TRABALHO DO TUTOR NA EAD: FUNÇÃO, ATRIBUIÇÕES E RELAÇÕES ENTRE O PROFESSOR E O ALUNO

Mattar (2012) defende que o tutor desenvolve função de docência, sendo, portanto, um docente. Critica o pagamento de bolsas de estudo e de pesquisa a participantes da preparação e execução dos cursos dos programas de formação superior, inicial e continuada no âmbito da UAB, que exige experiência mínima de um ano de no magistério do ensino básico ou superior ou estar vinculado a um programa de pós-graduação. Destaca o autor que a escolha do termo é infeliz e confere à tutoria um rebaixamento da função docente, sendo a mesma encarada de maneira pejorativa. Apoiado em Silva Bonk e Dennen (2003) e Mattar (2012), destaca que o tutor desempenha, simultaneamente, papéis diferenciados, como: administrativo e organizacional, social e pedagógico e intelectual e tecnológico. Esses, lhe conferem enormes exigências e suscitam grande capacidade para exercer todas as funções e desempenhar todos os papéis que lhe são conferidos.
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A importância da literatura em língua espanhola na formação do aluno leitor

A importância da literatura em língua espanhola na formação do aluno leitor

A formação do aluno leitor traz a questão do resultado do professor, pois é ele que esta sendo o intermediário entre o livro e o aluno, até a sua prática final da leitura, um dos fatores acrescido nas escolas é a seleção realizada da literatura, iniciando com os programas na qual determinam os textos literários de acordo com os fins educacionais, como também sendo determinados por faixa etária ou serie escolar, submetendo os valores culturais apenas ao ensino médio, portando o professor esta preso a tradição e as exigências estéticas posta pelas as escolas, ignorando as diversidades de autores, obras e gêneros, assim levará a perda da historicidade da língua e da cultura, onde seria fundamentais para quebrar a resistência do aluno em sua formação, desse modo, é papel do professor proporcionar o crescimento do leitor partindo daquilo que já é conhecido para aquilo que ele desconhece, ampliando suas perspectivas na leitura.
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A FORMAÇÃO DO ALUNO LEITOR NO PROEJA: INTERFACES COM A FORMAÇÃO, EXPERIÊNCIA E PRÁTICA DOCENTE

A FORMAÇÃO DO ALUNO LEITOR NO PROEJA: INTERFACES COM A FORMAÇÃO, EXPERIÊNCIA E PRÁTICA DOCENTE

Este artigo busca discutir os desafios à formação do aluno leitor no Programa de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA), considerando as interfaces entre a formação docente, a experiência do professor nessa modalidade de ensino e as suas práticas pedagógicas. Para tanto, realizamos uma pesquisa ex-post-facto, por ser considerada a mais apropriada na procura da compreensão de ações ocorridas em determinado tempo e espaço e onde somente compete a sua descrição. Utilizamos Freire (2005), Nóvoa (2016), Kleiman (2011) e Therrien (2002), entre outros, como embasamento teórico. Considerando a coexistência de diálogos e a trama social constituída de forma espontânea, utilizamos a entrevista e o questionário, cujas interpretações estiveram pautadas na Análise de Conteúdo (AC) apoiando-se em Bardin (2009). Assim, investigamos as práticas docentes ocorridas no PROEJA de um Curso Técnico em Comércio, no Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG), de uma cidade do interior deste estado, contando com a participação de seis professores, seguindo os seguintes critérios: ter trabalhado na turma do PROEJA e ter conhecimento das propostas para trabalho com esta modalidade de ensino. Deste trabalho, emergiram como categorias de análise: (1) a experiência e a formação para a docência na EJA; (2) a contribuição do curso de formação para a construção do professor leitor e (3) a Prática Pedagógica para leitura no PROEJA. Esta pesquisa sugere um olhar diferenciado para os anseios, as necessidades, os interesses, as motivações, as condições de vida e outras particularidades dos discentes jovens e adultos que buscam formação em um curso técnico do PROEJA.
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Relatório de Estágio Profissional "(In)formação do Professor para a formação do Aluno"

Relatório de Estágio Profissional "(In)formação do Professor para a formação do Aluno"

O Feedback “…traduz uma informação de retorno em função de um comportamento observado. Esta informação representa um complemento de outros “feedbacks” directamente ligados à própria tarefa e respectiva actividade muscular. São as condições de prática (extrínsecas e intrínsecas) que proporcionam informações suplementares de avaliação, sejam elas fornecidas concomitantemente ou espaçadas no tempo, antes entre ou após a execução(s)” (Sarmento et al., 1993, p. 2). O facto de lecionar, fazer observações das aulas dos meus colegas, do PC, e através das opiniões deles, consegui tirar proveito e mudar a minha postura emitindo mais feedback‟s no sentido positivo, de forma a captar melhor a atenção dos alunos e conseguia fazer com que realizassem até chegar ao objetivo pretendido. “Então encontramos variados tipos de feedback, tais como os que traduzem elogio (salienta as aspetos corretos e desenvolve a motivação da aprendizagem), apreciação (positiva ou negativa), negação ou desaprovação (realça os erros demonstrados e podem criar situações emocionais pouco próprias à aprendizagem)” (Sarmento et al., 1993, p. 2). Como referi anteriormente, nem todos os alunos são iguais e o feedback pode ser interpretado e pedido de várias formas pelos alunos. Por exemplo, na modalidade de ginástica, existiam alunos que gostavam que examinasse a sua prestação e questionavam-me posteriormente se era assim que eu, enquanto professor pretendia o exercício. Por outro lado havia alunos que apenas realizavam o exercício e não questionavam. Aqui eu emitia-lhes Feedback para que eles corrigissem certas falhas que existissem ou para incentivá-los a repetir visto estar correta a sua performance.
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A função do professor frente ao aluno com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH)

A função do professor frente ao aluno com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH)

docente e a participação da família. Cabe aos envolvidos com os portadores de TDAH oferecer-lhes possibilidades de um bom convívio social, valorizar as atitudes boas, elogiando, parabenizando; nunca expressar raiva, usando palavras agressivas; ser direto e breve nas falas e explicações; olhar nos olhos; ouvir cuidadosamente e, se necessário, discordar calmamente. Em especial, às escolas pertencem o trabalho de inclusão dos “hiperativos” e a conscientização da comunidade escolar como um todo. A escola também deve contar com o apoio de profissionais especializados como psicólogos, psicopedagogos, fonoaudiólogos para o atendimento de crianças com dificuldades de aprendizagem e/ou transtornos. Esses profissionais darão suporte necessário aos professores e pedagogos - além disso, é preciso que se garanta o acesso a capacitações e formação especializada a todos. O tratamento médico contínuo, o uso de medicamentos (sempre prescritos por especialistas) e as terapias são, também, imprescindíveis para que o trabalho com o TDAH seja significativo e obtenha êxito.
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Educação profissional e interação verbal: a função do verbo modal "poder" no diálogo professor-aluno.

Educação profissional e interação verbal: a função do verbo modal "poder" no diálogo professor-aluno.

Resumo: “Será mais difícil trabalhar com alunos adultos do que com alunos jovens?”. Essa foi a questão levantada e discutida pelos professores de um centro de formação profissional ferroviário que se preparava para receber alunos adultos em suas salas de aula pela primeira vez. O consenso entre os professores era o de que a interação com adultos seria mais difícil e complexa. Este artigo apresenta parte dos resultados de uma pesquisa realizada para verificar até que ponto os professores tinham razão. Quatro aulas de um mesmo professor, duas com alunos jovens e duas com alunos adultos, foram gravadas e transcritas. Com base nos conceitos bakhtinianos de palavra e de relação eu-outro, aliados a algumas noções de modalidade, foi analisada a função do verbo modal “poder” nas diferentes interações. As conclusões a que se chegou permitem questionar o consenso dos professores, provocando a continuidade da discussão entre eles.
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A FORMAÇÃO DO ALUNO E A VISÃO DO PROFESSOR DO ENSINO MÉDIO EM RELAÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA

A FORMAÇÃO DO ALUNO E A VISÃO DO PROFESSOR DO ENSINO MÉDIO EM RELAÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA

linguagem financeira auxilie seu dia-a-dia chamado: “ JURO QUE PENSO...”.Iniciei com textos que definem o que são os juros, onde são empregados, como calculá- los, quanto se paga de juros, os tipos de juros. Resolveram alguns exercícios aplicando juros simples e composto. Construíram tabela e gráficos, fizeram comparação dos dois tipos e perceberam que o juro simples é uma progressão aritmética e o juro composto uma progressão geométrica, portanto uma função exponencial. Apliquei uma atividade: Comprar à vista, a prazo ou aplicar na poupança. Qual a melhor decisão? Você tem um salário de R$ 500,00 e tem uma meta: comprar uma geladeira em até 12 meses, porém deve prestar atenção em algumas situações para fazer a melhor opção e não ficar com saldo negativo no final do período ou até conseguir comprar a geladeira e ainda sobrar dinheiro, sabendo que tem uma despesa fixa de R$350,00 e a taxa de juros 4,4 %(loja) ou aplicar na poupança 0,8%, utilizaram panfletos de lojas para comparar os juros nas compras a prazo e perceberam que existe muita propaganda enganosa e consultaram o código do consumidor para saber os seus direitos CONAR-ART. 66. Concluíram que temos que ser um consumidor atento e reclamar quando for enganado no DECON E
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Open Leitura e oralidade: prática dialógica de um professor leitor na formação de leitores literários

Open Leitura e oralidade: prática dialógica de um professor leitor na formação de leitores literários

Por isso, Chiappini (2001, p. 189-190) argumenta que pensar a literatura nos cursos superiores significa refletir sobre a função ou o papel das artes dentro e fora da universidade. Para ela, se no passado havia pouco incentivo à valorização da arte literária, o que dizer da universidade hoje, “fragmentada e tecnocrata, projetada segundo uma lógica da eficácia e da produtividade?” Nessa universidade, sem função ideológica patente, atuante na sociedade, a educação e a pesquisa são os bens culturais destinados à produção de um “lucro social” (e acadêmico) e a literatura passou a ser um produto para “adorno”, “supérfluo e um tanto demodé”. Nesse ambiente burocratizado, paralisado por uma visão consumista do saber, a autora acredita que uma alternativa à mudança, à invenção, seria a criação de “um espaço privilegiado das relações livres, dinâmicas e abertas das pessoas com elas mesmas e com os objetos de seu trabalho”, de forma que os professores e os alunos pudessem buscar cada vez mais a valorização da sua integridade. Esse espaço aberto, de valorização da integridade e da diversidade humana, é, essencialmente, nossa concepção de um espaço de leitura dialógica que valorize a interação solidária, baseada na experiência literária, e que deveria estar presente nas escolas democráticas, como garantia do direito, comum a todos seres humanos, de ter acesso a esse patrimônio cultural, produzido por toda a humanidade, chamado literatura. Esse espaço físico e literário deve existir, mas os alunos não devem ser obrigados a frequentá-lo. Deve estar pronto para fornecer a melhor hospitalidade, com seus facilitadores leitores, acolhendo os que chegam para melhor indicar-lhes os caminhos literários que tenham interesse em percorrer (SANTIAGO; BRITO, 2009).
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Formação ética para a cidadania: reorganizando contingências na interação professor-aluno.

Formação ética para a cidadania: reorganizando contingências na interação professor-aluno.

Admitindo a impossibilidade de uma ciência neutra, o compromisso social desta pode ser diferente em cada cultura, em função dos valores eleitos num determinado momento histórico. Nesse sentido, não são ignoradas as di- iculdades a serem encontradas no estabelecimento de uma visão consensual acerca da formação de sujeitos éticos/ morais. Os princípios éticos/morais só adquirem signiicado prático quando o caráter abstrato e geral que possuem é confrontado com o conteúdo concreto da realidade vivida (Oliveira, 2001). Desse modo, para designar os valores a serem agregados aos comportamentos pró-sociais ou pró- -éticos, o cientista deve participar da discussão juntamente com a parcela populacional envolvida na questão.
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A biblioteca escolar na formação do aluno-leitor

A biblioteca escolar na formação do aluno-leitor

A biblioteca, ao contrário do que vemos nas escolas, não tem como principal função armazenar livros, mas sim, contribuir ativamente na formação de leitores, pois é um lugar fundamental no processo educativo. Para isso, precisa estimular de forma atrativa, a procura por informações, para auxiliar em atividades de qualquer disciplina, ampliar os conhecimentos dos alunos, além de oferecer um ambiente agradável para aqueles que buscam apenas fugir da movimentação das escolas, ou simplesmente folhear algum livro, pois o aluno deve sentir prazer em estar no meio aos livros, olhando as capas, os títulos, as gravuras, pois cada livro,independente do seu gênero ou autor, tem a sua importância. É necessário desenvolver meios de estimular a busca pela leitura espontânea, prazerosa, e com isso, os resultados irão refletir no trabalho diário nas escolas.
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O professor leitor e a formação de novos leitores

O professor leitor e a formação de novos leitores

O ato de ler é iniciado na escola, a qual tem a função de desenvolver o estímulo à leitura, a busca pelo saber, oferecendo meios que venham a seduzir o aluno para um despertar do desejo de conhecer, que por sua vez, lhe proporcionará novos métodos no desenvolvimento intelectual e racional no cenário em que está inserido. De acordo com esse contexto, a escola tem por responsabilidade, propiciar aos alunos condições para que estes tenham acesso ao conhecimento. Nesse ciclo de criação e recriação do conhecimento, próprio da vida escolar, a leitura, sem dúvida alguma, tem um lugar de grande destaque.
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A influência da leitura literária na formação do aluno leitor

A influência da leitura literária na formação do aluno leitor

Este trabalho abordou como temática, a leitura literária como influenciadora na formação do aluno leitor, é necessário e preciso pensar no ensino da leitura, pois a leitura permite reconhecer o mundo, em perceber-se nele, ela é capaz de transformar, aguçar a criatividade, exercer o poder da reflexão enquanto um cidadão, este poderia ser o início para uma educação que valorize a leitura, mas a leitura emancipadora e não apenas um apanhado de livros qualquer, uma leitura por leitura, mas sim a permissão de se protagonizar como leitor. Pois, o atual discente lê, mas não com competência, devido ao mar de tecnologias ofertadas no mercado, com a globalização da informação, da comunicação, tem-se uma leitura superficial e de modismo, neste novo contexto tem-se alunos que leem mais, porém a criticidade de leitura é nula, alunos argumentadores no universo escolar é insignificante. A literatura tem apontado o professor enquanto propulsor da leitura literária, em diversas vezes é leitor do livro didático, do material que leva para a sala de aula, devido ao excesso de trabalho em sala de aula, o que o impede de ter tempo para pesquisa, fator esse, que favorece a pouca leitura, que o impede de levar os livros para sala de aula, esse que é valoroso na formação de leitores competentes, pois sempre se terá mais informações na leitura de um romance na íntegra do que em parte dele, ressalta-se que a literatura é capaz de propiciar mais do que a leitura superficial de palavras expostas no papel ou na tela de um celular, computador, ela pode proporcionar a leitura crítica, haja vista que a leitura tem seu papel social na formação do ser como aluno crítico, o que sabe mais do que apenas decodificar as palavras.
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O LEITOR NA ESCOLA: CONFLUÊNCIA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR E DAS RESPRESENTAÇÕES SOCIAIS

O LEITOR NA ESCOLA: CONFLUÊNCIA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR E DAS RESPRESENTAÇÕES SOCIAIS

A importÀncia, entao, da interacao professor-aluno, das impresso es e trocas de experie ncia em relacao ` leitura e ` formacao do leitor inserem-se naquilo que diz VYGOTSKI (1988), quando afirma que "todas as funco es psicolintelectuais superiores aparecem duas vezes no decurso do desenvolvimento da crianca: a primeira vez, nas atividades coletivas, nas atividades sociais, ou seja como funco es interpsıquicas; a segunda, nas atividades individuais, como propriedades internas do pensamento da crianca, ou seja como funco es intrapsıquicas." (p. 114) Dessa forma, o autor defende que o processo de desenvolvimento segue o da aprendizagem, processo em que h´ uma interdepende ncia dinÀmica e complexa e criando o desenvolvimento potencial. Sem duvida, sao as relaco es do indivıduo com seu meio, ao interagir atraví s da linguagem, que os constituem como sujeitos.
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A constituição do professor leitor: histórias de leitura na formação  inicial de professores de língua portuguesa

A constituição do professor leitor: histórias de leitura na formação inicial de professores de língua portuguesa

Isso me fez refletir sobre o meu primeiro contato que tive com a leitura, no ensino fundamental, quando uma professora de português me deu meu primeiro livro, Sonho de uma noite de verão, de Wilian Shakespeare. A partir dali, eu desenvolvi um prazer pela leitura que foi crescendo ao longo do ensino médio. Carrego até hoje. [...] Tornar-me uma leitora foi um ponto alto na minha vida, modificou muitas coisas, diria que a leitura me salvou de certo modo, sem ela eu não estaria aqui. Pretendo usar o exemplo da minha professora, levar pra minha sala de aula, porque da mesma forma que ganhar um livro me tocou, pode tocar algum aluno meu. Claro que o maior incentivo deve começar pela família, mas caso isso não aconteça nós devemos incentivá-los, fazer o nosso papel de professor (PFI 14).
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A importância da leitura nas séries iniciais do ensino fundamenta : sobre o papel do professor na formação do leitor

A importância da leitura nas séries iniciais do ensino fundamenta : sobre o papel do professor na formação do leitor

No processo de construção do conhecimento, as crianças utilizam as mais diferentes linguagens e exercem a capacidade que possuem de terem ideias e hipóteses originais sobre aquilo que buscam desenvolver. Nessa perspectiva as crianças constroem o conhecimento a partir das interações que estabelecem com as outras pessoas e com o meio em que vivem. O professor cuida para que tudo saia perfeitamente bem, em prol do benefício próprio de cada criança, buscando subsídios que favoreçam ao aluno para que tenham bons resultados o professor deve também, desenvolver o plano educacional com os conteúdos voltados para a aprendizagem com a preocupação de promover a leitura prazerosa na sala de aula buscando envolver os alunos leitores e não leitores nas apresentações através da encenação, partindo da abordagem do assunto que o texto traz. Com isso as crianças vão conhecendo visualmente os conteúdos que o livro traz e desenvolvendo a leitura que o indivíduo se identifica com o mundo letrado e procura desenvolver o seu potencial.
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A literatura na contemporaneidade: a sociedade, o aluno e a formação do professor

A literatura na contemporaneidade: a sociedade, o aluno e a formação do professor

Resumo: Recorte da dissertação apresentada ao Mestrado Profissional em Letras – PROFLETRAS/UENP, intitulada A representação feminina na obra A mocinha do Mercado Central, de Stella Maris Rezende (2011): uma proposta para a educação literária, este artigo apresenta, inicialmente, alguns documentos oficiais – Lei 11.340/06, Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de nove anos (BRASIL, 2010), Base Nacional Comum Curricular (BRASIL, 2017) e Referencial Curricular do Paraná (PARANÁ, 2018) –, que orientam para a articulação dos conteúdos curriculares com questões atuais presentes na sociedade, como as que remetem à expressão das minoria. Em seguida, considerando a importância do professor na mediação da obra literária, discute-se sobre a relevância da formação inicial e continuada do docente de literatura para a efetivação de práticas de leitura literária em sala de aula, que oportunizem ao jovem leitor vivenciar e compreender o texto literário como potencial educativo, de conhecimento do mundo e do ser e fonte de humanização.
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Da fôrma-leitor para a função-leitor: a autoria na produção poética dos sujeitos-alunos

Da fôrma-leitor para a função-leitor: a autoria na produção poética dos sujeitos-alunos

No final da poesia, o sujeito espera pela avaliação do professor, o que mostra essa visão da escola em que o sujeito-professor é aquele que avalia, dá a nota, isto é, há uma memória discursiva que historiciza o ambiente escolar como um espaço autoritário, que se produz para ganhar. Consideramos essa poesia como autoral, pois o sujeito ao inscrever a sua dificuldade criadora acaba produzindo a sua poeticidade, a sua angústia e seu desafio frente a uma escrita que, a nosso ver, toca na poesia de Fernando Pessoa em “Autopsicografia” quando diz que “O poeta é um fingidor” que finge a “dor que deveres sente”, dialogando com a obra de Manoel de Barros quando diz que poesia é feito para “sentir” e não “explicar”. É o “tempo que passa”, mas com a insistência é possível fazer a “poesia existir”, por isso, lidar com uma metodologia discursiva em sala de aula, é entender de que para o sujeito-aluno atingir a autoria é preciso tempo, construção de arquivo, ter o que dizer.
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