Top PDF A funcionalidade do texto: uma abordagem sociológica

A funcionalidade do texto: uma abordagem sociológica

A funcionalidade do texto: uma abordagem sociológica

O presente trabalho se propõe a discutir a funcionalidade do texto para o ensino e seus aspectos sociológicos, principalmente no que diz respeito, a dificuldade de compreensão do texto pelo aluno. Discute também como acontece à aprendizagem significativa por meio do estudo do texto nas áreas do conhecimento e os mecanismos comparativos que o estudante utiliza para compreender o texto. Para realização do trabalho contou-se com o estudo da problemática a partir da revisão bibliográfica e da experienciação docente no tocante a observância da dificuldade que os alunos desde o ensino fundamental ao ensino médio têm para compreenderem o que leem, através das discussões bibliográficas correlacionando-as com a prática foi possível constatar que os alunos para construir aprendizagens significativas precisam primeiramente ter uma disposição para aprender e em segundo, o texto, o conteúdo precisa ser lógico e psicologicamente significativo, ou seja, antes de se propor uma atividade de leitura análise e compreensão de texto, ou qualquer atividade que tenha por objetivo desenvolver a aprendizagem significativa em qualquer área do conhecimento, deve-se sondar os interesses e experiências dos alunos para que os conteúdos sejam psicologicamente significativos, apontando que para isso é necessário uma mediação pelo docente no sentido de motivar e despertar o interesse e habilidades de compartilhar experiências, comparações e interagir com os diferentes contextos independente da disciplina que leciona.
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Aspectos mórfico-sintáticos e a funcionalidade do artigo como construtor do texto

Aspectos mórfico-sintáticos e a funcionalidade do artigo como construtor do texto

O artigo é, dentre as categorias gramaticais, uma das mais expressivas, porém nem sempre explorado. Alguns autores tiram-no da passividade e dão-lhe um tom aguerrido e múltiplo. A presença do artigo definido traz reforço aos nomes abstratos pluralizados, acentuando-lhes a vaguidade; assim como sua omissão esvazia as arestas de nomes concretos, gerando sigmatização. O artigo cria também uma função rítmica e tem um papel intensificante em nível entoativo, uma vez que o acento tonal reforça o conteúdo substantivo. E um texto produzido por meio de uma pontuação lógica, ausente o sistema afetivo, traduz tons afetivos, tons intensivos, se manipuladas habilmente as estruturas mórfico-sintáticas. Sob a luz dos estudos de Macambira (1974), Cressot (1969), Borba (1971), Brik (1978), Paiva (1961), Pimpão (1942), propomos discutir o uso e a função do artigo sob o ponto de vista mórfico e sintático bem como sua funcionalidade dentro do texto: a superlativação, a enfatização, a entoação. Assim, a carta Ao Sr. E. Mollinet, na Correspondência de Fradique Mendes, de Eça de Queiroz (s/d), serviu de contexto para aplicação da teoria arrolada, posto que o uso eciano do artigo contextualiza situações que indicam as condições destacadas.
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A PESQUISA JURÍDICA EM UM CONTEXTO PÓS-MODERNO: UMA ABORDAGEM SOCIOLÓGICA

A PESQUISA JURÍDICA EM UM CONTEXTO PÓS-MODERNO: UMA ABORDAGEM SOCIOLÓGICA

O artigo Transgressing the Boundaries: Towards a Transformative Hermeneu- tics of Quantum Gravity (Tradução Livre: “Transgredindo as fronteiras: em di- reção a uma hermenêutica transformativa da gravitação quântica”), era, na verdade, um embuste, permeado de jargões, referências bajuladoras e citações pomposas. O autor buscou estruturar o texto de modo a integrar as referências de matemáticos e físicos pós-modernistas mais toscas possíveis. Com a efetiva publicação, Sokal prova que, nesse caso, prevaleceu a ideologia (o texto foi pu- blicado porque se tratava da era pós-modernista), pois o conteúdo, de fato, não fazia qualquer sentido.
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Isabel Dias, Violência na Família — Uma Abordagem Sociológica

Isabel Dias, Violência na Família — Uma Abordagem Sociológica

Um dos méritos do presente estu- do, sem dúvida um dos seus pontos fortes, é o de, pela primeira vez no nosso país, no âmbito de uma inves- tigação académica centrada na proble- mática da violência doméstica, o dis- curso veiculado pelos homens se constituir, para além do das mulheres, também como objecto de análise. Outro ponto relevante, tendo em con- sideração o manancial de informação não só teórica como empírica (que timbra o trabalho com um pendor por vezes excessivamente descritivo), é o da apresentação de uma síntese con- clusiva no fim de cada capítulo que permite identificar e manter um fio condutor através da leitura de toda a obra. A apresentação de excertos de histórias de vida dos entrevistados (testemunhos sentidos de agressões cometidas e sofridas) torna também a leitura do texto mais apelativa. De sublinhar igualmente o interesse não só dos anexos desta publicação 2 ,
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Abordagem à Escrita no Pré-Escolar: Apreensão de Aspetos Figurativos e Funcionalidade da Escrita

Abordagem à Escrita no Pré-Escolar: Apreensão de Aspetos Figurativos e Funcionalidade da Escrita

O conceito de literacia emergente não surge como um processo formal de ensino da leitura e da escrita, mas antes “enfatiza a aquisição natural de competências, capacidades, conhecimentos e atitudes, incentivando o gosto pelos livros, o interesse pela linguagem escrita e o estabelecimento de interações positivas entre crianças e adultos” (Gomes & Santos, 2005, p. 10). No entanto, Emilia Ferreiro (1985) reconhece que segundo uma visão tradicional, a aprendizagem resultava numa técnica. A criança aprendia a técnica da cópia, da descodificação, aprendia a ler um texto e a copiar formas. Porém, a criança não deve ser reduzida a um par de olhos, de ouvidos e a uma mão que pega no lápis, pois a criança tem um papel ativo e pensa. A criança pensa acerca da escrita e, por esse motivo, os componentes dessa aprendizagem precisam ser compreendidos.
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Trans géneros: uma abordagem sociológica da diversidade de género

Trans géneros: uma abordagem sociológica da diversidade de género

afirmação da transexualidade como uma categoria independente, dado o histórico da relação entre os dois fenómenos, essa ausência de desejo ou, pelo menos, de prática sexual ou, existindo, a sua colocação na “normalidade”, terá funcionado como estratégia de demarcação face à homossexualidade, bem como de reforço da integração no sistema dos dois sexos/géneros que tem como extensão uma sexualidade heterossexual. Seria já na década de 1980 que a orientação sexual fora da heterossexualidade começaria a ter alguma visibilidade, nomeadamente a “transhomossexualidade” (Clare, 1998 [1984]). Embora a orientação sexual não tenha nunca constituído formalmente um dos “critérios” para o diagnóstico, está presente desde a entrada do “transexualismo” no DSM (não sendo perfeitamente claro o seu papel). Em 1980 aparecia em forma de “subclassificação por história sexual prévia predominante” – cujos valores são: assexual, homossexual, heterossexual, ou não especificado (DSM-III, 1980) –, e permanece na versão ainda em vigor no estatuto de “especificador”, propondo o registo, já não de valores da “orientação sexual”, mas do sexo das pessoas objecto da atracção – machos, fêmeas, ambos ou nenhum (DSM-IV-TR, 2000). A pertinência da inclusão – qualquer que seja a forma e o estatuto – da orientação sexual no texto referencial para o diagnóstico de pessoas transexuais é outro dos aspectos que começa a ser questionado por alguns profissionais, nomeadamente os que incluem o grupo de trabalho para a nova versão do DSM, nem que seja pelos problemas de “fiabilidade”, reconhece-se agora, que a informação recolhida coloca: “É como se, dependendo do critério para o acesso ao tratamento numa unidade específica, os candidatos ajustem os seus dados biográficos relativos à sexualidade. Isso torna a qualidade da informação questionável, especialmente quando obtida durante o acompanhamento clínico.” (Cohen-Kettenis e Pfäfflin, 2009, s.p.).
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Autolesão na era da informação: abordagem sociológica acerca de uma subcultura juvenil contemporânea

Autolesão na era da informação: abordagem sociológica acerca de uma subcultura juvenil contemporânea

79 A este respeito, é oportuno fazer um apontamento. A ansiedade gerada por este processo de estar em campo, dado o volume de situações que decorrem no espaço, frequentemente pôde ser reduzida com a produção de vídeos e de imagens deles resultantes (congelamento da tela e prints, onde partes do vídeo que se julgua relevante são fotografadas), pois deste modo se pode retornar às situações, deter-se em alguns detalhes, refletir sobre eles, mesmo após o evento ter ocorrido, algo como se voltasse a um texto para fazer consultas, diminuindo as prováveis perdas. A partir da polissemia existente nas imagens, é que o pesquisador também pode extrair interpretações, inferências através de outros dados (imagens e textos), e selecionar aspectos que parecem ser importantes. Muitas imagens que não estão dispostas no texto, mas que fazem parte do material de análise. Sobre a diferença entre linguagem e imagem, cabe aqui uma nota explicativa básica: “a imagem é sempre polissêmica ou ambígua. É por isso que a maioria das imagens está acompanhada de algum tipo de texto: o texto tira a ambiguidade da imagem – uma relação que Barthes denomina de ancoragem, em contraste com a relação mais recíproca de revezamento, onde ambos, imagens e texto, contribuem para o sentido completo. As imagens diferem da linguagem de outra maneira importante para o semiólogo: tanto na linguagem escrita, como na falada, os signos aparecem sequencialmente. Nas imagens, contudo, os signos estão presentes simultaneamente. Suas relações sintagmáticas são espaciais e não temporais” (PENN, 2002, p. 322).
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ABORDAGEM SOCIOLÓGICA DA JUSTIÇA RESTAURATIVA  Christiane de Holanda Camilo

ABORDAGEM SOCIOLÓGICA DA JUSTIÇA RESTAURATIVA Christiane de Holanda Camilo

No texto Destrinchado por um artigo clássico sobre gênero. Gênero: Uma categoria útil de análise histórica (Joan Scott) os autores Pablo Henrique Silva dos Santos e Paula Pinhal de Carlos se debruçaram sobre o clássico texto de Joan Scott, identificando a importância da autora sobre os estudos sobre gênero e sua influencia nos estudos brasileiros sobre a temática. Com um recorte dentro das discussões sobre gênero, a categoria trans foi tratada em dois artigos. No primeiro, intitulado O (re)conhecimento trans, os autores Renato Duro Dias e Amanda Netto Brum analisam o reconhecimento e a experiência da (des)construção dos discursos naturalizantes das identidades de gênero e sexual trans com base em estudos culturais. Já Paulo Adroir Magalhães Martins e Ana Paula Cacenote, no artigo intitulado A necessidade de uma integridade legislativa para o devido reconhecimento das identidades transexuais no atual panorama jurídico-social em razão da crise do sistema jurisdicional, ao utilizarem o método sócio-analítico e a abordagem dedutiva, discutem a necessidade de uma integridade legislativa no ordenamento jurídico brasileiro para a criação de uma lei que busque assegurar o devido reconhecimento às identidades transexuais.
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O estereótipo da rebeldia na adolescência: uma abordagem sociológica

O estereótipo da rebeldia na adolescência: uma abordagem sociológica

De acordo com Ferreira, os psicólogos de mais diferentes influências, que englobam Stanley Hall, Sigmund Freud e até mesmo antropólogos, como Ruth Benedict, concordam com a divisão da adolescência em três estágios: pré-adolescência ou adolescência menor, adolescência média e a adolescência maior ou juventude 3 . A pré-adolescência é caracterizada por um aumento de energia e pelo crescimento rápido e desproporcional. Nessa fase, as mudanças corporais são mais gritantes, o que provoca crises de ansiedade e identidade. Com o crescimento acelerado e desproporcional, o surgimento de espinhas, a mudança da voz e o crescimento de pêlos, o referencial anterior de auto-imagem da infância é perdido, mas sem que se estabeleça um novo referencial, já que o pré-adolescente não sabe no que está se transformando. A convivência com outros pré-adolescentes que, embora da mesma idade, apresentam níveis de desenvolvimento corporal diferente, acentua as expectativas e ansiedades em relação ao próprio desenvolvimento, devido a constantes comparações e, muitas vezes, à percepção de uma aparente injustiça da natureza, onde alguém da mesma idade já exibe um corpo mais desenvolvido e atraente. Outra característica que Ferreira destaca nos pré-adolescentes, é a carência de metas definidas 4 , onde o indivíduo ainda não sabe o que fazer no futuro, o que aumenta sua insegurança e nervosismo em relação aos problemas do presente, uma vez que não consegue reconhecer objetividade ou funcionalidade nas exigências que se apresentam para ele. Esta é a fase de acentuada incoerência, conseqüente, em parte, dessa falta de metas e, por outro lado, do rompimento brusco com a infância, a chamada “descontinuidade”, observada por Ruth Benedict 5 .
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ABORDAGEM NEUROLINGUÍSTICA DO TEXTO NARRATIVO: UM ENFOQUE TEÓRICO.

ABORDAGEM NEUROLINGUÍSTICA DO TEXTO NARRATIVO: UM ENFOQUE TEÓRICO.

A forma como os hemisférios cerebrais processam esses níveis de representação, bem como as principais áreas cerebrais envolvidas em tal processo, foram os tópicos abordados nos questionamentos subsequentes. A Neurolinguística, por sua vez, traz importantes evidências – a partir de uma interface entre a Linguística e as Neurociências – e nos ajuda a entender como é possível se estabelecer a relação entre cérebro e linguagem, no sentido de esclarecer como o cérebro realiza o processamento dos três níveis textuais elencados (microestrutura, macroestrutura e modelo situacional). A partir dos resultados dos estudos empíricos aqui abordados, embora alguns deles apresentem certas divergências, considerando sua maioria é possível verificar que áreas do HD parecem estar mais envolvidas com a macroestrutura e com o modelo situacional do que áreas do HE; enquanto que áreas do HE parecem ser mais recrutadas nas tarefas que envolvem a microestrutura textual. Desse modo, parece haver uma complementaridade hemisférica, uma vez que os hemisférios cerebrais trabalham em consonância para uma representação efetiva do texto – no caso de nossa análise, o narrativo.
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Agressão sexual a pessoas com afetação grave da funcionalidade - Uma abordagem forenses

Agressão sexual a pessoas com afetação grave da funcionalidade - Uma abordagem forenses

A avaliação por psicologia forense, fundamental na valoração do relato da vítima [11], foi solicitada em 77.4% dos casos, sendo que, em grande parte dos relatórios médico-l[r]

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Contribuição para a funcionalidade e a segurança em ressonância magnética: uma abordagem para a qualidade da imagem

Contribuição para a funcionalidade e a segurança em ressonância magnética: uma abordagem para a qualidade da imagem

RESUMO: A imagem por ressonância magnética (IRM) apresenta no Brasil um crescente potencial de aplicações ainda não totalmente explorado. Por causa disto, torna-se necessário assegurar as condições da funcionalidade com o enfoque na qualidade da imagem, técnica e clínica, e da segurança ao paciente e funcionários envolvidos nos serviços de IRM. Este trabalho tem como objetivo, proporcionar um aporte para a Engenharia Clínica (EC) na gestão de tecnologia médico-hospitalar (GTMH), através da elaboração de uma proposta de metodologia que permita verificar as condições da qualidade da imagem e da segurança nos serviços de IRM e, de referencial teórico em futuras elaborações de procedimentos de ensaios. Primeiramente, discutem-se as características necessárias para a qualidade da imagem e, depois, abordam-se os aspectos de segurança, analisando-se a literatura técnica e a norma internacional IEC 60601-2- 33:2002 (Particular requirements for the safety of magnetic resonance equipment for
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A MORALIDADE DO CONFLITO NA TEORIA SOCIAL: ELEMENTOS PARA UMA ABORDAGEM NORMATIVA NA INVESTIGAÇÃO SOCIOLÓGICA.

A MORALIDADE DO CONFLITO NA TEORIA SOCIAL: ELEMENTOS PARA UMA ABORDAGEM NORMATIVA NA INVESTIGAÇÃO SOCIOLÓGICA.

A tese de que a oposição muda o indivíduo positivamente tem uma interpretação na proposição segundo a qual, no conflito, dispositivos morais funcionam como índices do esforço dos atores sociais para rotinizar a paz, a concórdia e a ordem social; ou romper a paz opressora, irromper disputas para transformação da rotina (MISSE; WERNECK, 2012, p. 16). Nessa perspectiva, haveria uma dimensão negociada da vida social, em cujo interior conflitos “promovem o surgimento de formas altamen- te sofisticadas de aplacar o incômodo produzido pelas diferenças de posições ocupa- das pelos atores sociais” (MISSE; WERNECK, 2012, p. 17). Werneck denomina essa visão de uma abordagem pragmatista da moral para a sociologia do conflito. Trata-se de um modelo “baseado na ideia de que as ordens modernas se estabeleceram em torno de uma disposição para o acordo centrada em um imperativo de justificação baseado em princípios superiores de bem comum”, com a suposição básica de que os atores são “dotados de uma ‘capacidade crítica’ e podem usá-la conforme as situações lhes apresentem contrariedade”, mediante críticas que precisam ser justificadas de acordo com “gramáticas morais” para a prática de “ações competentes” (WERNECK (b), 2012, p. 346).
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FORMAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NA ABORDAGEM INTEGRAL DO CUIDADO EM SAÚDE COM BASE NA FUNCIONALIDADE HUMANA

FORMAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NA ABORDAGEM INTEGRAL DO CUIDADO EM SAÚDE COM BASE NA FUNCIONALIDADE HUMANA

linguagem padronizada acerca da funcionalidade e incapacidade, diferenciando os atributos da pessoa e a complexidade das condições que resultam da interação da pessoa e o meio ambiente. Desta forma, evidencia a mudança de paradigma na abordagem baseada na doença para a abordagem que prioriza a funcionalidade como componente da saúde e considera o ambiente como facilitador ou como barreira para o desempenho de tarefas. A estrutura multidimensional estabelecida na ICF, em que os fatores ambientais, sociais e pessoais não são menos importantes que a presença de doença na determinação da função, da atividade e da participação, reorienta a perspectiva da pessoa, levando-se em consideração com especial atenção. 12 O
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Motivações e repercussões da formação em agricultura biológica em contexto urbano: uma abordagem sociológica

Motivações e repercussões da formação em agricultura biológica em contexto urbano: uma abordagem sociológica

Este artigo avalia, de um ponto de vista sociológico, as motivações e as repercussões formativas da frequência de formações em agricultura biológica a partir de uma abordagem extensiva baseada num inquérito on-line. Os resultados revelam uma alteração para comportamentos alimentares saudáveis, nomeadamente marcados pelo consumo de alimentos biológicos. Associam-se igualmente efeitos positivos para a saúde revelados pelo aumento da atividade física e bem-estar, bem como redução do stress e cansaço. Parece haver uma tendência para os formandos melhoraram a sua qualidade de vida, ao mesmo tempo que assumiram uma maior consciência ambiental. Porém, a frequência do curso não foi uma oportunidade para mudar sua atividade profissional.
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O Ensino Superior Artístico e o Valor da Escola numa perspectiva cultural: uma abordagem sociológica

O Ensino Superior Artístico e o Valor da Escola numa perspectiva cultural: uma abordagem sociológica

Noutros casos, há instituições que apesar de não serem reconhecidas como superiores, ou seja, que não estão enquadradas no sistema de ensino superior pelo seu carácter excepcional e e[r]

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Financiamento, crescimento econômico e funcionalidade do sistema financeiro: uma abordagem pós-keynesiana.

Financiamento, crescimento econômico e funcionalidade do sistema financeiro: uma abordagem pós-keynesiana.

A abordagem da regulação, por sua vez, é desenvolvida por Guttentag e Lindsay (1968), Fama (1980), Mankiw (1986) e Merton (1995), dentre outros. Ela destaca a importância das regulações in- cidentes sobre a criação de moeda e os processos de poupança e de financiamento em uma economia capitalista. A regulação afeta a solvência e liquidez da instituição financeira, já que os bancos, em particular, por sua atividade típica de transformadores de maturida- des se defrontam com o risco de insolvência e iliquidez. Neste sen- tido, Diamond e Rajan (2000) mostram que o capital próprio de um banco afeta sua capacidade de financiamento bem como sua capaci- dade de receber (os pagamentos) de seus tomadores, ou o desejo de liquidá-los. Segurança e robustez do sistema financeiro com um todo justificam a regulação da indústria financeira. Contudo, a regulação de intermediários financeiros, especialmente dos bancos, é custosa, devido aos custos diretos de administração e de emprego de super- visores, além de custos indiretos gerados pela supervisão prudencial, mas pode gerar rendas para os intermediários regulados no caso de aumentar as barreiras de entrada e saída do mercado. Em suma, considera-se que o marco regulatório é fundamental na atividade de intermediação financeira e estabilidade do sistema financeiro. Por fim, a abordagem de gerenciamento de risco (Allen e Santomero, 1997, 1999; Scholtens e Wensveen, 2000; 2003), a função principal dos intermediários financeiros é o gerenciamento de risco em suas diferentes formas - maturidade, inadimplência, mercado (taxa de juros e preços dos ativos), etc. A absorção de risco é uma função central dos bancos e das companhias de seguro, permitindo reduzir as incompatibilidades entre poupadores (em média mais avessos ao risco) e investidores (menos avessos ao risco). O pressuposto básico
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Imagem Pública, Marketing e Comunicação Institucional: Uma Abordagem Sociológica de Três Conceitos Empresariais

Imagem Pública, Marketing e Comunicação Institucional: Uma Abordagem Sociológica de Três Conceitos Empresariais

Os conceitos de legitimidade e confiança permitem contextualizar sociologicamente a importância crescente que este tipo de comunica- ção possui nas sociedades contemporâneas. A consciencialização dos consumidores, a pressão da sensibilidade ecológica e humanista e a ressonância mediática da reivindicação pelo alargamento do campo dos direitos de cidadania da sociedade civil, interrogam e confrontam – pelo menos nas sociedades democráticas e economicamente desen- volvidas – as instituições, incluindo as empresas, com os seus própri- os fundamentos de responsabilidade e legitimidade. A questão da legi- timidade releva da ordem do político e a análise sociológica tem-na tradicionalmente colocado no âmbito do Estado. Mas, como demons- tram Lash e Urry, no capitalismo desorganizado, o mercado e as hierar- quias, como formas de governação económica, ‘venceram’ as formas de governação estatal, corporativa e associativa mais próprias do capi- talismo organizado (Lash e Urry 1994: 27). O que significa que, com esse declínio do Estado e com a globalização, as hierarquias das empre- sas, principalmente as das empresas transnacionais, assumem novos papéis do foro político (p. 22-3) e, por isso, passam agora a encontrar-se sujeitas também a princípios de justificação não meramente económicos, reconhecidos subjectivamente pelos indivíduos e os grupos sociais.
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TEXTO E LEITURA: UMA ABORDAGEM HISTÓRICO-CULTURAL PARA A FORMAÇÃO DO LEITOR

TEXTO E LEITURA: UMA ABORDAGEM HISTÓRICO-CULTURAL PARA A FORMAÇÃO DO LEITOR

De acordo com o Documento Paulista o centro da aula de LP será sempre o texto (objeto de ensino). Assim, o professor deverá propiciar momentos de interação entre os alunos e os diversos gêneros textuais que circulam na sociedade. Em outros termos, o docente não poderá mais utilizar-se de frases, trechos de textos descontextualizados e desvinculados de seu portador (fonte) de origem. A definição de texto, apresentada pelo Currículo tem base nas teorias de enfoque semiótico:

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Os intelectuais "contemporâneos" e o debate atual sobre  o êxodo rural no Brasil:  uma abordagem sociológica

Os intelectuais "contemporâneos" e o debate atual sobre o êxodo rural no Brasil: uma abordagem sociológica

A intenção de apresentar o diálogo da Sociologia do Conhecimento de Karl Mannheim (1986), neste trabalho, é produzir através de algumas coordenadas do autor a re[r]

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