Top PDF A gestão democrática escolar como promotora da participação familiar

A gestão democrática escolar como promotora da participação familiar

A gestão democrática escolar como promotora da participação familiar

Este estudo tem como objetivo investigar a gestão democrática, como incentivadora da participação familiar na escola, sabendo o quão necessário é para o processo educativo atual. Esta pesquisa surgiu da observação no campo de estágio realizado em uma escola municipal, onde leva o nome de Centro Educacional Raul de Freitas Mousinho situada na cidade de Guarabira-PB, onde era notória a pouca participação das famílias e comunidade nas atividades escolares. Para tentar compreender a ação desse processo, se faz necessário á realização da pesquisa que parte da seguinte problematização: como podemos descentralizar a gestão educacional para promover a participação familiar? Utilizamos os seguintes estudos teóricos para subsidiar este estudo: Oliveira (2007), Luck (2010), Dalberio (2009), Oliveira (2008) e Paro (2007), para discutir os aspectos relativos á gestão escolar, a importância da participação da família na escola e a hierarquia recorrente nas instituições. Para a construção deste trabalho utilizamos a metodologia qualitativa, inicialmente caracterizada como observação participante e posteriormente um estudo de caso. Durante a coleta dos dados conseguimos perceber que é possível realizar uma gestão democrática, porém as dificuldades para que isso ocorra são gigantescas no ambiente educacional, pois tenta-se envolver a sociedade, família, alunos, gestores e o corpo docente, transformando o que deveria ser um convívio saudável, em conflitos mediantes a tantos outros problemas que essa sociedade enfrenta, sendo a falta de tempo um dos motivos para a causa desse distanciamento.
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Open Gestão escolar democrática: a participação dos conselhos escolares na rede municipal de Campina Grande (PB)

Open Gestão escolar democrática: a participação dos conselhos escolares na rede municipal de Campina Grande (PB)

Os sistemas de ensino no Brasil são formados por uma rede de autoridades, tanto quando se trata do sistema nacional quanto se a referência é a unidade escolar. Trata-se de uma hierarquia de autoridades e setores presentes em diferentes campos de ação, com funções claramente definidas. São constituídos pelas instituições de ensino fundamental e médio, das instituições de educação infantil públicas e privadas e dos órgãos municipais de educação, devem integrar-se às políticas e planos educacionais da União e dos estados. Além disso, os sistemas educacionais nos municípios exercem ação distributiva em relação às escolas, baixando normas complementares para o seu âmbito de atuação, assim como autorizando, credenciando e supervisionando suas escolas. Tem como principal objetivo coordenar a construção do Plano Municipal de Educação e orientar a construção do Projeto Político Pedagógico (PPP) de cada escola, numa perspectiva democrática, superar o modelo burocrático que situa o (a) Secretário (a) de Educação e o (a) Diretor (a) da Escola apenas como gerenciadores de rotinas e recursos, dando ênfase aos processos democráticos e participativos, situados no cotidiano escolar. Nesse sentido Bordignon e Gracindo defendem que:
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OS DESAFIOS DE UMA GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA

OS DESAFIOS DE UMA GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA

A partir das discussões feitas durante a disciplina de Organização e Gestão do Trabalho Pedagógico, assim como, a realização da roda de conversa com gestoras de quatro escolas observa- se a realidade de cada instituição de ensino e todas apresentam dificuldades e limitações com maior ou menor incidência. Nota-se que ainda há instituições em que prevalece uma gestão fundamentada na hierarquia de cargos e funções, no entanto, em outras escolas primam por buscar a participação dos membros da equipe. Haja vista, que escolas públicas ou privadas não funcionam isoladamente, pois ambas dependem do sistema de ensino, não podem ignorar o papel do Estado, das secretarias de educação, das normas do sistema. No entanto, podem construir suas formas de autonomia, podem auto organizar-se e tomar decisões que em função dos objetivos educativos traçados (LIBÂNEO, 2008).
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gestão escolar democrática: uma perspectiva cidadã

gestão escolar democrática: uma perspectiva cidadã

Dito isso, percebe-se que o sucesso do PDE depende da liderança, uma vez que é ela – a liderança, preferencialmente o gestor - quem irá conduzir o processo de elaboração e implantação do mesmo com compromisso e dando o suporte necessário para atingir cada etapa. O PDE pode ser definido como documento central do trabalho da escola que supõe um elevado grau de participação e consenso na sua elaboração e que os seus participantes assumam compromissos para ajudar na sua implementação. Deve ser construído em comum acordo com a comunidade escolar, para que todos possam refletir sobre as dificuldades que a escola passa e contribuir com ideias para superá-las. Essa participação na sua construção irá promover o sentimento de compromisso em todos no momento de sua implantação. Assim os professores, funcionários, pais e alunos, devem estar envolvidos no processo, participando ativamente em todas as fases do planejamento.
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GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA E DESCENTRALIZAÇÃO DE  PODER

GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA E DESCENTRALIZAÇÃO DE PODER

O presente estudo apresenta como reflexão o processo de descentralização de poder necessário para uma gestão escolar democrática, em que todos os envolvidos no processo de ensino-aprendizagem e de gestão e manutenção da escola sejam participativos e atuantes. Para tanto, analisa como um mode- lo de gestão deve ser elaborado e posto em prática para que haja a efetiva participação de todo o corpo docente, discente, dos funcionários e de toda a comunidade. Discutimos as incumbências do gestor nesse processo e as características profissionais necessárias para um gestor desenvolver um bom trabalho. Foi feita uma pesquisa bibliográfica considerando as contribuições de autores como Marques (2006), Lück (2009), entre outros, procurando de- monstrar a importância de uma gestão escolar descentralizada e democrática, como forma de garantir, como produto final, a aprendizagem dos alunos.
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A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NO PLANEJAMENTO ESCOLAR

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NO PLANEJAMENTO ESCOLAR

Revista Transformar |12(2), ago./dez. 2018. E-ISSN:2175-8255 94 educacional brasileiro vêm surgindo e levantando questionamentos como: o que seria uma educação de qualidade? A partir das possíveis respostas para esse questionamento, nota-se que as escolas devem, além de oferecer um ensino de competências essenciais para a formação do aluno, fornecer subsídios para que o discente possa desenvolver uma participação ativa, por meio de consciência crítica, na sociedade em que está inserido (CAMARA, 2017), ou seja, ensinar com vistas ao desenvolvimento da sua democracia. Sobre isso, ressalta-se ainda o que diz Paro:
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Diretores e gestão democrática: participação da comunidade na escola

Diretores e gestão democrática: participação da comunidade na escola

As análises da formação continuada desses diretores que atuavam no ensino fundamental mostraram que eram realizados cursos, palestras e eventos relacionados à GD (PPP, trabalho com a comunidade); no entanto, verificou-se que tais incursões eram realizadas de forma superficial, apenas com algumas indicações (agendamento de reuniões periódicas com os pais, organizar eventos para a família, entre outros). Os conhecimentos desta formação não desenvolviam capacidades nos diretores para conhecer suas comunidades e o entorno escolar, como sinalizado por Garcia (2016), garantindo e intensificando a participação da comunidade na gestão escolar. De fato, poucos diretores, efetivamente, conheciam e usavam essas informações para planejar com o objetivo de melhorar as oportunidades de aprendizagens dos alunos e a escola.
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Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

O presente trabalho teve como objetivo, discutir a gestão escolar sob a perspectiva das dimensões de organização da gestão democrática na escola pública, por meio do Projeto Político Pedagógico e de implementação, por meio dos Conselhos escolares. Tomou-se como objeto de estudo a E.E.E.F. Francisco Costa, Duas Estradas-PB, através da qual se analisou como a gestão democrática tem contribuído com a prática pedagógica da escola, como também, relatou-se as atividades desenvolvidas pela equipe de gestores e sua relevância no processo pedagógico da escola. Utilizou-se no estudo, o método qualitativo tendo como principal instrumento para coleta de dados, o questionário aplicado a uma amostra de dez docentes. Os resultados da pesquisa foram apresentados em quadros contendo a percepção dos entrevistados sobre a gestão da E.E.E.F. Francisco Costa, sentimentos em relação à gestão participativa e democrática, de maneira que o Projeto Político Pedagógico é colocado em prática durante o ano, participação do Conselho Escolar na escola e a as relações deste com a Gestão e, práticas da Gestão na E.E.E.F. Francisco Costa no que se refere à melhoria do ensino e de aprendizagem. Com relação aos resultados, a pesquisa realizada proporcionou a todos os docentes a oportunidade de refletir sobre a importância da participação de todos envolvidos no processo educativo, como também analisar o trabalho feito pela gestão escolar numa perspectiva democrática e participativa, percebendo de que forma essa participação poderá ser otimizada.
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Gestão democrática na escola: em busca da participação e da liderança

Gestão democrática na escola: em busca da participação e da liderança

Ao contrário, afirma o referido autor que se trata de entender o papel do diretor como um líder, uma pessoa que consegue aglutinar as aspirações, os desejos, as ex- pectativas da comunidade escolar e articular a decisão e a participação de todos os segmentos da escola na gestão de um projeto comum, pois, como gestor da escola, dirigente, e líder, o diretor tem uma visão de conjunto e uma atuação que apreen- de a escola nos seus aspectos pedagógicos, culturais, administrativos, financeiros (LIBÂNEO, 2008). Partindo desses pressupostos, a escolha do dirigente da escola requer muita responsabilidade do sistema de ensino, bem como da comunidade. Porém, o que geralmente ocorre nas escolas públicas ainda é a “nomeação” arbitrá- ria de diretores para atender conveniências e interesses político-partidários, o que coloca o diretor representante dessa convivência, que inibe seu papel como coorde- nador e articulador de sua equipe docente. Portanto, a gestão democrática que deve ser implementada até 2016 é de extrema importância, mas a mesma não se reduz apenas a processos de eleição para diretor.
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Repensar a liderança numa gestão escolar promotora de sucesso educativo

Repensar a liderança numa gestão escolar promotora de sucesso educativo

Para darmos início à investigação empírica, no contexto da investigação, tivemos que acautelar algumas questões de natureza ética, como aliás se recomenda em matérias de investigação (Bogdan & Biklen, 1994). Numa primeira fase, submetemos um protocolo à direcção da escola, que depois de consensualizado e devidos acertos permitiu-se iniciar o trabalho de campo. Nesse protocolo, (anexo II) não só pedimos autorização para a realização do estudo, como também garantimos as questões éticas que envolvem a participação dos sujeitos e suas instituições. (Figueiredo, 2014, pág 61,) citando Bogdan e Biklen (1994) fala de 4 princípios a ter em conta: a “protecção a identidade dos participantes do estudo, o respeito pelos sujeitos, a negociação realista da investigação e a autenticidade na apresentação dos resultados”. Volvendo o olhar sobre o texto citado, não é difícil ver e entender que ela espelhou o que se acaba de considerar.
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Gestão escolar democrática e participação dos sujeitos: uma análise a partir dos fundamentos filosóficos de John Dewey.

Gestão escolar democrática e participação dos sujeitos: uma análise a partir dos fundamentos filosóficos de John Dewey.

Em uma sociedade capitalista, bem como na Escola, a “Democracia”, pode ocorrer de diversas formas. Nas instituições, a democracia é marcada pela participação de todos os envolvidos, porém nem sempre isso garante a efetivação da real democracia. Segundo a autora Heloísa Lück (2010), existem cinco formas de participação: a participação como presença, como expressão verbal e discussão, a participação como representação política, como tomada de decisão e como engajamento, tema em que nos deteremos mais detalhadamente no decorrer da pesquisa. Porém, neste momento, é importante salientar que a forma de participação mais encontrada nas instituições de ensino, na atualidade, é a “Participação como Tomada de Decisões”, que abre os espaços para deliberações, ou seja, os indivíduos que ali estão participando podem decidir, sem, porém, discutir quais são os problemas que devem ser colocados em pauta, pois os mesmos são sempre determinados antes de qualquer discussão, pela pessoa do Gestor. Neste caso, uma “Falsa Democracia” (Lück, 2010, p.45).
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Explorando e construindo um conceito de gestão escolar democrática.

Explorando e construindo um conceito de gestão escolar democrática.

indivíduo, ela hoje é a expressão dos grupos. Se a democracia moderna nasceu representativa, na qual o representante não é uma pessoa submissa a um mandato vinculado, mas se torna, uma vez eleito, representante de toda a sociedade, atualmente nada mais ausente do que esta ideia de representante de toda a coletividade, pois os representantes são cada vez mais vinculados aos pequenos grupos e estamentos que os elegeram. Se a democracia surgiu com a promessa de derrotar o poder oligárquico, desde há muito é possível verificar, no melhor estilo schumpeteriano, que a democracia não é a ausência de elites, mas a presença das elites em disputa pelo poder, pela legitimidade do voto. Se a democracia prometia ampliar a participação do cidadão na vida pública, aqui entendida como as ações do governo, atualmente talvez se tratasse da democracia se preocupar menos com a quantidade de situações em que a população vota e mais com os locais nos quais isso é possível, ou seja, a democracia não ocupou outros espaços da vida social que não o poder público. A democracia também prometia acabar com o poder invisível e instituir um regime de publicização das ações governamentais, com o intuito de controlá-las. Ao que parece, atualmente, o que se tem é o oposto: em vez de a população controlar o governo, na democracia moderna é o governo quem tem o poder de controlar o povo. E, por fim, a democracia nasceu articulada àquela questão já colocada da educação política, da educação para a cidadania, na medida em que prometia que quanto mais participativa a população pudesse ser, mais ainda ela participaria da vida política e mais se educaria sobre os seus direitos e interesses. Mas, “olhemos ao redor: nas democracias mais consolidadas assistimos ao fenômeno da apatia política, que freqüentemente chega a envolver cerca da metade dos que têm o direito ao voto” (BOBBIO, 2000, p. 45). Esses problemas no não- cumprimento das promessas da democracia (BOBBIO, 2000, p. 34-45) decorrem, ainda segundo o mesmo autor, de alguns obstáculos.
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A família como instrumento colaborador da gestão escolar democrática

A família como instrumento colaborador da gestão escolar democrática

Este artigo tem como objetivo discutir a família como um instrumento colaborativo de gestão escolar democrática-participativa. É configurado como um estudo bibliográfico qualitativo. Nesse sentido, apresentamos as seguintes bases teóricas: Luck (2008), Libâneo (2008; 2012) para discutir a gestão democrática participativa, a Lei das Diretrizes e a Base No. 9.9394 / 96 para destacar a base jurídica em torno da gestão democrática e Padilha ( 2008) para explicar a importância da participação da família nos processos educacionais. Buscamos através deste trabalho reflexões sobre a participação da família presente na gestão participativa da escola, levando em conta a necessidade de expandir as concepções de gestão educacional, superando, o paradigma da gestão escolar visto apenas como uma mera ação administrativa.
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Relações interpessoais: desafio para uma gestão escolar democrática

Relações interpessoais: desafio para uma gestão escolar democrática

Quando o assunto é Administração Escolar devemos classificar como uma tarefa difícil, e ainda mais quando falamos sobre traumas antigos de concepções autoritárias convivendo com uma sociedade fragilizada que vive diariamente com poder da prática de controle nas mãos de alguns diretores gestores escolares sendo isso como prática constante. Na Escola Municipal Deputado Petrônio Figueiredo, a gestora da escola propõe uma gestão democrática valorizando a participação de todos nas tomadas de decisões. Nesse sentido, a transparência é um fator decisivo para que ocorra o pluralismo e se chegue sempre ao denominador comum de forma eficaz no âmbito escolar. Haja vista que, a viabilidade uma gestão democracia propícia uma harmoniosa relação entre docentes, discentes, funcionários e pais, pois todas as decisões são voltadas para o melhoramento e a qualidade do ensino/aprendizagem.
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As concepções de gestão e a vivência da prática escolar democrática

As concepções de gestão e a vivência da prática escolar democrática

A minuta de lei proposta pelos gestores municipais registra a nova postura, quando garante a função “deliberativa do conselho de escola” e ressalta que esse colegiado terá a “função de orientar, decidir e atuar, articuladamente com o núcleo de direção, no processo de gestão pedagógica, administrativa e inanceira da escola.” Outro avanço explicitado no texto legal diz respeito à paridade na composição do conselho de escola, com a garantia de “50% de representantes da comunidade” e a possibilidade de que esse colegiado seja “presidido por um de seus membros, eleito pelos pares”, na direção inversa da defendida pelos gestores no início das discussões, quando indicavam como única possibilidade a normatização, para que a função fosse compulsoriamente exercida pelo diretor da escola. Neste momento, ao trabalhar com o diálogo e a problematização com as comunidades das cinco escolas, vivenciamos o desequilíbrio inerente às conquistas do grupo de gestores e consubstanciadas na minuta de lei, explícito nas falas dos diferentes integrantes ao entrarem em contato com o documento. Entre os desequilíbrios, apontamos, por exemplo, o receio dos professores com a efetivação da participação dos pais na tomada de decisão.
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A gestão democrática sob a ótica do dirigente escolar

A gestão democrática sob a ótica do dirigente escolar

Isso foi determinante para o processo de ensino aprendizagem na formulação de um diagnóstico das dificuldades apresentadas pelos(as) alunos(as). Os estudos da sociologia muito têm contribuído para a compreensão da influência do universo familiar sobre a trajetória escolar do(a) aluno(a). Nas análises feitas das entrevistas e dos documentos, identificaram-se, nos três primeiros anos da escola, ações e projetos pedagógicos no atendimento das dificuldades de aprendizagem, como Tapete de retalhos, para ajudar nos problemas de déficit de atenção, Para casa na escola, para as crianças que não têm acompanhamento em casa. Um outro enfrentamento dessa direção, extraído da entrevista, são os problemas com o uso de drogas e consumo exacerbado de álcool pelos familiares das crianças, gerando, em alguns casos, a violência doméstica. Esse estado de vulnerabilidade levou a escola a assumir um papel acima dos seus objetivos, tomando para si responsabilidades do Estado, como por exemplo, a criação do Tempo integral, destinado a crianças sob risco social. Posteriormente, esse projeto passou a ser desenvolvido junto com a Secretaria Municipal de Educação. Esse quadro construído pela escola, sobre a comunidade, contribui sobremaneira para realização de um trabalho de qualidade não só nos limites intra-institucionais, mas também na possibilidade de ressignificar a realidade que lhes apresenta. Uma gestão só poderá desempenhar um projeto democrático se estiver junto com os interessados, para atender aos interesses das camadas trabalhadoras e se assumir a tarefa de tomar consciência das condições concretas, ou das contradições concretas. (Paro, 2002)
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Escola democrática: a participação dos alunos na gestão financeira da escola

Escola democrática: a participação dos alunos na gestão financeira da escola

Observou-se que a visão técnico-burocrática ainda predomina na gestão de instituições públicas de ensino, ainda que experiências apontem para a busca de democratização da gestão escolar. Também se verificou que existe um discurso de participação da comunidade escolar na gestão da escola, mas se prevê esse envolvimento apenas nas etapas de execução, ficando os momentos de planejamento e deliberação reservados àqueles que são considerados como os detentores do conhecimento técnico. No entanto, para que a participação se dê de forma democrática, devem ser criados tempos, espaços e mecanismos de participação ativa da comunidade escolar, e que sua vontade seja atendida. Considerando que a maioria nas escolas são os alunos, e partindo-se do entendimento de que a gestão democrática da escola não se faz sem a presença e efetiva participação deles, é de se perguntar por que essa maioria não é sequer ouvida nas tomadas de decisões quanto a assuntos que diretamente lhe dizem respeito.
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Gestão escolar: a importância da gestão participativa democrática

Gestão escolar: a importância da gestão participativa democrática

A gestão escolar, que outrora atendia as exigências da escola autoritária, passa a atender os preceitos da escola democrática, preconizando a participação como busca pela qualidade da educação, tornando-se foco de atenção da comunidade educacional, enquanto enfoque novo e desafiador, superando as limitações administrativas presentes nas instituições de ensino. Hoje em dia a gestão escolar é aceita pelos gestores e acontece de maneira a promover a melhoria dos processos escolares, bem como promovendo condições propicias ao desenvolvimento do ambiente de aprendizagem aos atores sociais envolvidos. A presente pesquisa tem por objetivo buscar por meio de pesquisas com embasamento teórico e vivências de campo, entender mais qual a importância da gestão escolar de qualidade nas instituições de ensino. Para tanto, foi realizada uma pesquisa bibliográfica, com embasamento cientifico buscando fundamentação teórica para a concretização do objetivo a ser alcançado ISABEL ALARCÃO (2001); LUCK (2006); Dados do IBGE (2009); BRASIL (1996); SIMOM SCHWARZMAN (2009) dentre outras. A partir destas leituras foi possível detectar que é papel dos gestores das instituições de ensino trabalhar por uma gestão de qualidade para o melhor funcionamento da escola, desenvolvimento e aprendizagem dos alunos que a compõe. Sendo assim, os gestores escolares devem ter o espírito inovador, buscar sempre agir por meio de uma gestão mais democrática, a fim de que a escola seja um ambiente agradável, onde todos que as fazem sintam-se a vontade para desempenhar um bom trabalho a fim de melhorar cada vez mais o desenvolvimento da escola.
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Gestão democrática na educação básica: políticas e formas de participação

Gestão democrática na educação básica: políticas e formas de participação

Outra questão recorrente diz respeito ao direito à educação escolar e à atuação do Estado em garanti-lo a todos os cidadãos. Em nossa realidade, o direito à educa- ção tem se vinculado a uma legislação que determina a obrigatoriedade dos pais em garantir matrícula e frequência e do Estado em garantir a oferta em determinada eta- pa da formação básica. Mas gestão e obrigatoriedade se entrecruzam? Há vincula- ções entre gestão e garantia do direito à educação escolar? Compreendendo que há uma relação muito estreita entre os dois, nos propomos a discutir os desafios à ges- tão democrática, a partir das demandas apresentadas pela Emenda Constitucional (EC) nº 59/2009, que trata da ampliação da obrigatoriedade da escolarização, partin- do da indagação: como a gestão democrática contribui para a universalização da edu- cação básica obrigatória, no âmbito do espaço escolar e dos desdobramentos da EC nº 59/2009? Para tal análise, tomamos como referência os marcos legais que norteiam essa regulamentação.
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A participação da família nas escolas do campo: uma perspectiva de gestão democrática

A participação da família nas escolas do campo: uma perspectiva de gestão democrática

Diante desta relação família-escola há o desafio que é: ensinar sem a parceria dos pais, pois as mães cobram comportamentos dos filhos que devem ser de sua responsabilidade e não da escola, o que ocasiona a necessidade dos educadores se desdobarem para favorecer a aprendizagem também de valores e morais. sendo assim é válido o que afirma Maldonado (1997, p. 11), ao ressignificar que “por falta de um contato mais próximo e afetuoso, surgem as condutas caóticas e desordenadas, que se reflete em casa e quase sempre, também na escola em termos de indisciplina e de baixo rendimento escolar”. Portanto, o comportamento das crianças pode ser a reprodução do contexto da família, o que favorece para a desordem na sala de aula.
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