Top PDF A gestão escolar numa perspectiva democrática

A gestão escolar numa perspectiva democrática

A gestão escolar numa perspectiva democrática

O governo brasileiro incorporou essa tese com a certeza de que o sucesso do plano decenal iria depender, sobretudo, da capacidade de gerenciar todas as esferas do poder público, e assim impulsionar as mudanças pretendidas nos diversos órgãos e instâncias administrativas. Nessa perspectiva o Ministério da Educação (MEC), considerava que seria necessário superar as práticas do clientelismo do tradicionalismo das ações administrativas, dando lugar a métodos e posturas administrativas atualizadas, buscando soluções para problemas historicamente acumulados. Dentro desse contexto o ministério pretendia apoiar o desenvolvimento de atividades, de projetos que propiciassem o desenvolvimento de habilidades, em especial aquelas que objetivassem a instrumentalização de diretores para que os mesmos pudessem gerir de modo mais autônomo.
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A GESTÃO ESCOLAR NA PERSPECTIVA DEMOCRÁTICA
Elementos Teóricos e Instrumentos Institucionais
de Gestão a Partir da Constituição Federal de 1988

A GESTÃO ESCOLAR NA PERSPECTIVA DEMOCRÁTICA Elementos Teóricos e Instrumentos Institucionais de Gestão a Partir da Constituição Federal de 1988

A Gestão Escolar Democrática não é ainda, como diriam os céticos, uma pura utopia que se encontra no universo imaginário de alguns inveterados idealistas. O presente estudo suscitou elementos subjetivos e objetivos suficientes para comprovar que a gestão escolar na perspectiva democrática já é também expressão de realidade na sociedade brasileira. Dentre os elementos de natureza subjetiva, tem destaque o próprio principio democrático, que, como visto, foi incorporado como fundamento balizador da legislação em vigor, tanto na Carta Magna quanto na LDB. Isso é, incontestavelmente, um elemento de realidade. Outros fortíssimos elementos de realidade são os conselhos paritários, institucionalizados como instâncias de poder deliberativo nos vários níveis de decisão que constituem os sistemas educacionais. Isso seguramente não foi dádiva ou concessão dos segmentos sociais conservadores, o estudo os evidencia como produtos resultantes de processos históricos conflituosos, portanto, são conquistas das organizações e agentes sociais em movimento incessante de lutas concretas pelo direito a uma vida digna com trabalho, saúde, educação, motivados, sim, pela utopia da liberdade, da igualdade e da justiça social.
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GESTÃO ESCOLAR: UMA PERSPECTIVA DEMOCRÁTICA EM UMA ESCOLA ESTADUAL LOCALIZADA NA CIDADE DE BETÂNIA DO PIAUÍ

GESTÃO ESCOLAR: UMA PERSPECTIVA DEMOCRÁTICA EM UMA ESCOLA ESTADUAL LOCALIZADA NA CIDADE DE BETÂNIA DO PIAUÍ

A Educação Brasileira atualmente passa por um período de conflitos em todos os níveis, mais especificamente na Educação Básica. Estes conflitos estão relacionados a diversas problemáticas como: desajustes sociais na família, ausência de trabalho educacional em equipe, falta de verbas em Educação, crescimento e banalização da violência, e entre tantos outros fatores, que acabam interferindo diretamente no trabalho desenvolvido na escola, está relacionado à questão da gestão escolar não ser totalmente democrática e participativa, onde a maior parte dos sujeitos da escola tenha vozes e participe de discussões e ações para minimizar tais problemas e não terem oportunidade de e espaços para participarem de formação continuada para atualizarem seus conhecimentos e aprimorarem suas técnicas de trabalho.
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Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

O presente trabalho teve como objetivo, discutir a gestão escolar sob a perspectiva das dimensões de organização da gestão democrática na escola pública, por meio do Projeto Político Pedagógico e de implementação, por meio dos Conselhos escolares. Tomou-se como objeto de estudo a E.E.E.F. Francisco Costa, Duas Estradas-PB, através da qual se analisou como a gestão democrática tem contribuído com a prática pedagógica da escola, como também, relatou-se as atividades desenvolvidas pela equipe de gestores e sua relevância no processo pedagógico da escola. Utilizou-se no estudo, o método qualitativo tendo como principal instrumento para coleta de dados, o questionário aplicado a uma amostra de dez docentes. Os resultados da pesquisa foram apresentados em quadros contendo a percepção dos entrevistados sobre a gestão da E.E.E.F. Francisco Costa, sentimentos em relação à gestão participativa e democrática, de maneira que o Projeto Político Pedagógico é colocado em prática durante o ano, participação do Conselho Escolar na escola e a as relações deste com a Gestão e, práticas da Gestão na E.E.E.F. Francisco Costa no que se refere à melhoria do ensino e de aprendizagem. Com relação aos resultados, a pesquisa realizada proporcionou a todos os docentes a oportunidade de refletir sobre a importância da participação de todos envolvidos no processo educativo, como também analisar o trabalho feito pela gestão escolar numa perspectiva democrática e participativa, percebendo de que forma essa participação poderá ser otimizada.
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Gestão escolar democrática, participação e autonomia: realidade ou utopia?

Gestão escolar democrática, participação e autonomia: realidade ou utopia?

É preciso tornar a escola um local interessante para uma geração impaciente, ávida por respostas e que encontra no apertar de um botão quase todas as respostas que precisa, além de, em frações de segundos, conseguir se comunicar e interagir com qualquer um ao redor do mundo. Por isso, legisladores, autores e profissionais da educação vêm lutando para transformar as unidades de ensino em um espaço democrático e autônomo, que atenda às necessidades impostas pelo mundo moderno e que consiga cumprir com sua função social de formar cidadãos críticos e atuantes. Mas, para tal, é preciso romper com as estruturas burocráticas formais e hierarquizadas existentes no contexto escolar e avançar rumo a uma perspectiva democrática, onde a participação de todos os agentes envolvidos torna-se o principal combustível viabilizador do alcance aos objetivos desejados.
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OS DESAFIOS DE UMA GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA

OS DESAFIOS DE UMA GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA

Este texto apresenta uma discussão sobre os desafios de uma gestão escolar dentro de uma perspectiva democrática e participativa. Para tanto, fundamenta-se em autores referenciais em gestão escolar, como Libâneo (2008) e Luck (2009) no intuito de estabelecer reflexões sobre organização, gestão e cultura organizacional. Analisa as condições, os meios e os recursos necessários ao bom funcionamento da escola e do trabalho em sala de aula que verberam na melhoria do processo ensino-aprendizagem dos estudantes. Este trabalho traz um relato de experiência sobre uma atividade realizada durante a disciplina de Organização e Gestão do Trabalho Pedagógico ministrada em um curso de Pedagogia de Goiás, em 2018. Constata-se que ainda há instituições em que prevalece uma gestão fundamentada na hierarquia de cargos e funções. No entanto, há escolas que primam por uma gestão participativa e democrática. Além, considera-se que é imprescindível o papel dos gestores na melhoria do processo ensino-aprendizagem dos estudantes.
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GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

A presente dissertação trata da “Gestão Escolar na Escola Pública: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática”, na perspectiva de apreender a concepção de gestão escolar que norteia as práticas gestoras em uma escola da rede pública estadual em São Luís-Maranhão. A metodologia orienta-se no materialismo histórico-dialético e utiliza pesquisa bibliográfica, documental e de campo, subsidiada por levantamento dos dados empíricos através da realização de entrevistas semiestruturadas aplicadas a uma amostra constituída por 35 sujeitos, cujas informações possibilitaram ampliar o conhecimento sobre a realidade social vivenciada pela escola pública e suas relações com o contexto social e educacional, materializado pelo reconhecimento dos discursos contraditórios dos sujeitos na efetivação das políticas de gestão escolar. Dentre os autores que referenciaram o presente estudo, destacam-se: Marx (1979), Gramsci (1999), Piotte (1975), Kosik (1976), Gruppi (1978), Oliveira (2010), Cabral Neto (2007), (2009), (2011), Libâneo (2012), Ferreira (2006), Savianni (2001), (2007), Dourado (2001), (2006), Frigoto (1999), (2003), entre outros. O texto dissertativo está estruturado em capítulos, sendo o primeiro reservado à demarcação inicial do objeto, aos objetivos e às questões norteadoras, ao percurso metodológico e à organização do texto. No segundo, analisam-se as transformações decorrentes do progresso técnico científico e seus impactos na configuração das políticas educacionais e na gestão da educação. No terceiro, reflete-se sobre as concepções de administração e gestão escolar no âmbito do sistema educacional brasileiro. No quarto capítulo, abordam-se as políticas de gestão da educação no estado do Maranhão e realiza-se a caracterização das práticas gestoras em uma escola da rede pública estadual. A realidade observada revelou que as políticas educacionais de gestão escolar representam mais possibilidades de manutenção de controle do sistema educacional, dos resultados, da flexibilização, das metas e dos indicadores, do que a efetivação da autonomia, participação, do interesse coletivo e da democratização oriundos de uma perspectiva democrática. Concluiu-se que a realidade pesquisada caminha mais alinhada ao controle das concepções gerencialistas do que das orientações democrático-participativas.
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Avaliação institucional e suas implicações na problemática da gestão escolar democrática

Avaliação institucional e suas implicações na problemática da gestão escolar democrática

A guisa de conclusões preliminares, podemos apontar, com base na literatura estudada, que a adoção da avaliação institucional ocupa um importante espaço na revisão das ações pedagógicas das escolas públicas, corroborando a construção de práticas de gestão escolar mais calcada numa perspectiva democrática. Tal avaliação voltada para a melhoria educacional, nos parece que, embora esta cumpra com seu papel diagnóstico, ainda faltam muitos elementos (conhecimento da proposta pelos sujeitos envolvidos, divulgação dos resultados, estratégias de resolução dos problemas identificados, acompanhamento da execução e dos encaminhamentos) para que a avaliação venha a engendrar soluções para os problemas diagnosticados.
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A participação da família nas escolas do campo: uma perspectiva de gestão democrática

A participação da família nas escolas do campo: uma perspectiva de gestão democrática

Concluímos o seguinte: a escola, os pais e os filhos precisam dialogar no mesmo horizonte em prol do desenvolvimento da aprendizagem e consequentemente da sociedade, de modo a transformar socialmente os valores e as normas que são necessárias ao bem viver de todos. Sabendo que a família tem um papel decisivo no processo de socialização e desenvolvimento cognitivo, social e psicossocial é importante entender que a família é o primeiro e principal contexto de socialização dos seres humanos, é um entorno constante na vida das pessoas; mesmo que ao longo do ciclo vital se cruze com outros contextos como a escola e o trabalho. Segundo afirmações de Evangelista; Gomes, (2003, p.203). Em se tratando do contexto escolar é tido como o segundo lar. O pertencimento que confere as crianças o sentimento de segundo lar, e por ser assim o amadurecimento vai sendo permeado no decorrer do processo das aprendizagens. Diante deste contexto fica evidente a necessidade de permear o que Tedesco (2002, p. 36), chama atenção para o apoio incondicional da família neste processo de aprendizagem, desse modo:
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Avaliação e planejamento em educação (escolar) no contexto do projeto político pedagógico : a perspectiva da gestão democrática e a escola eficaz

Avaliação e planejamento em educação (escolar) no contexto do projeto político pedagógico : a perspectiva da gestão democrática e a escola eficaz

estudados, nem emprega instrumental estatístico na análise de dados, envolve a obtenção de dados descritivos sobre as pessoas, lugares e processos interativos pelo contato direto do pesquisador com a situação estudada, procurando compreender os fenômenos segundo a perspectiva dos sujeitos, ou seja, dos participantes da situação em estudo. Os estudos de pesquisa qualitativa diferem entre si quanto ao método, a forma e os objetivos. AVES(1988) ressalta a diversidade existente entre os trabalhos qualitativos e enumeram um conjunto de características essenciais capazes de identificar uma pesquisa desse tipo. Ressaltamos segundo a observância no contexto em questão analisado, que se faz pertinente observar alguns critérios quanto a análise dos dados na Escola Classe 215 de Santa Maria: 1- O ambiente natural como fonte direta de dados e o pesquisador como instrumento fundamental. 2-O caráter descritivo da hipótese em questão. 3-O significado que as pessoas dão as coisas e a sua vida como preocupação do investigador. 4-Enfoque indutivo. Pois, vemos que desenvolvimento de um estudo de pesquisa qualitativo supõe um corte temporal-espacial de determinado fenômeno por parte do pesquisador. Esse corte define o campo e a dimensão em que o trabalho desenvolver-se-á, isto é, território a ser mapeado. O trabalho de descrição tem caráter fundamental em um estudo qualitativo, pois é por meio dele que os dados são coletados.
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A GESTÃO DA POLÍTICA EDUCACIONAL NO COTIDIANO DA ESCOLA:
perspectiva democrática da atuação do conselho escolar no município de São Luís-MA

A GESTÃO DA POLÍTICA EDUCACIONAL NO COTIDIANO DA ESCOLA: perspectiva democrática da atuação do conselho escolar no município de São Luís-MA

, funcionários e professores. Buscou-se compreender as orientações e os desdobramentos da política central da SEMED na gestão da escola e suas implicações em relação ao Conselho Escolar principalmente após a implantação do Programa São Luís, Te Quero Lendo e Escrevendo, momento em que ocorre uma “reconfiguração” dessa instância de poder. Ficou evidenciado que a gestão democrática e o conselho escolar ocupam lugar de destaque nas atuais políticas educacionais, se encontram presentes na várias proposições apresentadas pelo estado brasileiro como elementos centrais de concretização dos objetivos da reforma da educação. Identificou-se o caráter gerencial da concepção de gestão democrática, oriundo da concepção empresarial, embora assumindo contraditoriamente uma perspectiva de democratização, expressam o padrão prescritivo e normativo dos discursos oficiais cuja finalidade é a descentralização de responsabilidades e concentração de poder. Contudo, vislumbra-se que, embora a reforma esteja forjada numa concepção mercadológica de educação, na qual as relações de poder estão fortalecidas, nela também podem ser encontrados elementos que possibilitam uma outra perspectiva de gestão da escola que seja verdadeiramente democrática, e que desencadeie processos de participação passo reconhecimento necessário para construção de uma nova qualidade social na perspectiva da gestão da política educacional no município de São Luís.
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Planos de gestão escolar em Santa Catarina: a gestão democrática em questão

Planos de gestão escolar em Santa Catarina: a gestão democrática em questão

Destacamos o papel do CDE tanto no processo de coordenação do novo modelo de escolha do gestor no âmbito das escolas quanto nos casos em que não houve plano apresentado ou escolhido na escola, na indicação do gestor que assumiria a função como pro tempore. Conforme Drabach e Souza (2014, p. 233), os Conselhos Escolares “[...] têm como principal função possibilitar a participação da comunidade na gestão da escola. É o espaço no qual os pais podem ser ouvidos e podem participar das decisões que são tomadas”. Sabemos da importância da entidade no âmbito da escola, e da luta para que esse seja realmente um espaço de participação e deliberação, sendo sua existência um dos indicativos da gestão democrática da escola. Todavia, a legislação que institui os PGEs em Santa Catarina obrigou as unidades escolares a constituírem os CDEs, que não estavam ainda em funcionamento, evidenciando que durante todo o processo está presente a responsabilização desse órgão na condução da escolha do gestor, no acompanhamento da execução do plano e na avaliação dos Planos de Gestão Escolar e da gestão escolar. Dessa forma, o CDE tem seu papel ressignificado e passa a exercer uma função fiscalizadora, conforme aponta Drabach (2013). Essa responsabilização está posta nas bases legais que instituíram os PGEs, com destaque para a portaria n. 05/2014 publicada pela SED/SC. No artigo 2º, é evidenciada a responsabilidade do CDE na condução do processo de escolha e, na sua ausência, ela será suprida pela Associação de Pais e Professores (APP): “Art. 2º A Comissão Escolar de Gestão
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Liderança democrática e gestão escolar: prática ou utopia?

Liderança democrática e gestão escolar: prática ou utopia?

A terceira dimensão que é a participação na decisão surge como uma dimensão central da gestão democrática das escolas, não apenas pela participação ativa que é inerente aos processos de organização e mobilização democráticas, mas porque a participação verdadeira exige muito mais do que o acesso à informação e ao direito de ser informado, “[...] só o poder de decidir confere pleno sentido às práticas de governo democrático das escolas [...], LIMA (214, p.1072). Neste momento “o fazer de conta” (grifo nosso) dos rituais democráticos, se desfazem e a participação se efetiva para valer. Vimos nesta sinopse algumas alusões que confirmam ser possível acontecer práticas democráticas na gestão escolar. Acreditamos ser uma busca constante em educadores/gestores que primam pela participação de todos no processo de gestão e acreditam que a democracia pode estar presente de maneira prática e eficiente e não apenas como slogan constante de leis e textos. Na sequência deste trabalho passamos a relatar o entendimento conceitual e exemplos de práticas vivenciados pelas pessoas que entrevistamos.
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A família como instrumento colaborador da gestão escolar democrática

A família como instrumento colaborador da gestão escolar democrática

Na concepção técnico-cientifica, prevalece uma visão burocrática e tecnicista de escola. A direção é centralizada em uma pessoa, as decisões vêm de cima para baixo e basta cumprir um plano previamente elaborado, sem a participação de professores, especialistas, alunos e funcionários. A organização escolar é tomada como uma realidade objetiva, neutra, técnica, que funciona racionalmente e, por isso, pode ser planejada, organizada e controlada, a fim de alcançar maiores índices de eficácia e eficiência. As escolas que operam com esse modelo dão muito peso á estrutura organizacional: organograma de cargos e funções, hierarquia de funções, normas e regulamentos, centralização das decisões, baixo grau de participação das pessoas, planos de ação feitos de cima para baixo. Este é
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Gestão escolar em instituições de ensino médio: entre a gestão democrática e a gerencial.

Gestão escolar em instituições de ensino médio: entre a gestão democrática e a gerencial.

A prevalência da indicação legal, pela equipe gestora, em relação às outras opções referentes aos aspectos pedagógicos para a elaboração do na escola, pode ser uma das evidências da f[r]

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O PLANEJAMENTO ESCOLAR E A GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

O PLANEJAMENTO ESCOLAR E A GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Thamyris Mariana Camarote Mandú Universidade Federal da Paraíba thamyrismandu@yahoo.com Resumo: O presente trabalho discute sobre o planejamento escolar e tem como objetivo geral compreender como se dá esse processo através da gestão escolar para uma efetiva organização do trabalho pedagógico na Educação de Jovens e Adultos. Consideramos que o planejamento constitui ferramenta transformadora frente às demandas da educação, pautada nos fazeres pedagógicos e nas próprias ações administrativas que dizem respeito à instituição. Para embasar teoricamente a pesquisa, apoiamo-nos nas concepções de Gandin (1997, 2001), Padilha (2001), Luck (2000, 2009), Bordignon (2011), Bordignon e Gracindo (2004), Nery (2007), entre outros. A pesquisa caracteriza-se por ser qualitativa e de campo, realizada em uma escola municipal de Ensino Fundamental de João Pessoa-PB. A coleta de dados foi realizada através da entrevista semiestruturada feita com a gestora e 4 professores e a análise documental do projeto político- pedagógico da instituição. Foi possível concluir que o PPP da escola representa o planejamento escolar e traz concepções teóricas e práticas que traçam perspectivas de mudanças positivas que corroboram para a ressignificação da EJA. Também foi possível observar que os discursos dos professores e da gestora estão em consonância na perspectiva de assumir o compromisso de construção das ações de caráter reflexivo que atenda as particularidades da EJA, isto é, um planejamento que tenha a ver com um pensar organizado, estratégico e democrático que leve em consideração o dinamismo e a interação do contexto entre a sociedade atual e a escola, a fim de alcançar objetivos expressivos para o envolvimento de todos no processo de aprendizagem.
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A GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA BASEADA NA OBRA DE PAULO FREIRE

A GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA BASEADA NA OBRA DE PAULO FREIRE

RESUMO: O presente trabalho utiliza como método a pesquisa e o embasamento teórico a respeito do tema, “A Gestão Escolar Democrática baseada na obra de Paulo Freire” traz o enfoque conceitual sobre a formação da gestão democrática na educação brasileira sob a luz da análise de Paulo Freire e suas contribuições sobre a matéria supracitada. Em segundo plano, o conceito teórico da gestão escolar democrática é apresentado, desde a atmosfera legislativa – partindo do princípio de que a Constituição brasileira de 1988 elege-a como um de seus fundamentos básicos para a educação nacional – a prática – que é a união da procura popular pela democracia com a busca educacional de junção dos meios sociais aos quais a escola e seus integrantes estão inseridos. Os resultados práticos relativos ao tema mostram uma educação brasileira que engatinha nos calcanhares da democracia e que ainda em seu desenvolvimento apresenta falhas, embora a pesquisa e a disseminação de seus métodos e implicações positivas quanto aos gestores e suas escolas estejam em alto nível de crescimento, atraindo cada vez mais adeptos para sua prática.
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PROCESSO HISTÓRICO E POLÍTICO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA ESCOLAR NO BRASIL

PROCESSO HISTÓRICO E POLÍTICO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA ESCOLAR NO BRASIL

Para o recebimento dos recursos, a escola teve que se constituir em uma administração colegiada. Deste modo, a gestão democrática no Brasil, como um princípio legal, significa dizer que denota um modelo onde a participação da comunidade nas decisões da escola é fulcral. Assim, a sua organização deveria passar por grandes mudanças: a introdução de pais, alunos, e profissionais da escola nas decisões escolares e em alguns casos, empresas e autarquias. Também figura do diretor tem que ser transportada para um gestor participativo que escute a todos e se faça ouvir democraticamente. A escola passa a ganhar certa autonomia para tomar decisões quanto os aspectos pedagógico, administrativo e financeiro, desempenhando o controle social.
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REDES SOCIAIS COMO FERRAMENTA A FAVOR DE UMA GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA

REDES SOCIAIS COMO FERRAMENTA A FAVOR DE UMA GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA

Em relação ao conhecimento escolar nas redes, durante a aplicação dos questionários foi esclarecido que considerassem tudo o que encontram nas redes e podem associar à escola. A maioria dos alunos citou que já encontra conhe- cimento escolar nas redes sociais, pois alguns professores fazem parte de seus contatos e publicam esse tipo de conteúdo, além de utilizarem o bate-papo para tirar dúvidas referentes às aulas. Os questionários também mostraram que os alunos possuem diversos colegas de aula nas redes sociais, podendo conversar sobre as atividades do dia bem como usar espaços, como o perfil da escola no Facebook, para debater assuntos que dizem respeito a ela e comentar as fotos dos eventos realizados no ambiente escolar.
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