Top PDF A ginástica e as diferentes abordagens de ensino da Educação Física

A ginástica e as diferentes abordagens de ensino da Educação Física

A ginástica e as diferentes abordagens de ensino da Educação Física

Este artigo tem como objetivo analisar como se dá o trato do conteúdo ginástica nas diferentes abordagens de ensino da Educação Física. Tomou-se como referência àquelas abordagens direcionadas a partir do Referencial Curricular de Educação Física do Estado da Paraíba - RCEF-PB (2010), por entender que é um documento oficial e, que, portanto, confere os elementos necessários a fundamentação do estudo. Para isso, foi realizada uma revisão bibliográfica de abordagem qualitativa das principais obras dos autores referencia de cada abordagem de ensino da Educação Física, a saber: 1) Fundamentos de uma abordagem desenvolvimentista (Go Tani); 2) Educação de corpo inteiro (João Batista Freire); 3) Transformação didático pedagógica do esporte (Elenor Kunz); 4) Educação pelo movimento (Le Boulch); 5) Metodologia do Ensino da Educação Física (Coletivo de Autores). Identificou-se que nas abordagens Crítico-Emancipatória, Psicomotricidade, Desenvolvimentista e Construtivista-Interacionista percebe-se a ginástica como um elemento importante, porém seu conteúdo se apresenta de forma sistematizada nestas abordagens, já na abordagem Critico-Superadora a ginástica é vista como um conteúdo sistematizado. Observou-se com o estudo que algumas abordagens de ensino tratam a ginástica como um importante elemento para o processo educativo na educação básica. Nesse sentido, reiteramos a necessidade da continuidade deste estudo, visando análise das demais abordagens de ensino da Educação Física escolar.
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									EXPERIÊNCIAS COM O ENSINO MÉDIO INTEGRADO DO IFMT: A GINÁSTICA LABORAL COMO CONTEÚDO DA EDUCAÇÃO FÍSICA

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Num certo momento da discussão perguntamos se todos conheciam ou já tinham ouvido falar na ginástica laboral, foi quando para nossa surpresa, apenas dois alunos sinalizaram que sim, mas que não sabiam ao certo a sua importância, conceitos e diferentes tipos e que hoje conhecem não só os conceitos como são capazes de compreender a importância da ginástica laboral dentro de uma empresa. Conversamos sobre a relevância do conhecimento relacionado ao curso técnico que optaram (Administração) e o quanto a Educação Física contribui neste sentido, sendo ela a disciplina mais apropriada no assunto dentro do projeto pedagógico do curso. Os alunos avaliaram que aprenderam melhor o conteúdo participando desta metodologia na qual foram sujeitos ativos do processo de ensino aprendizagem comparado a uma aula expositiva, por exemplo.
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Subprojeto Pibid em educação física: experiências com o ensino da ginástica

Subprojeto Pibid em educação física: experiências com o ensino da ginástica

O presente relato trata de descrever as atividades vivenciadas pelos alunos na Escola Estadual Alfredo Parodi. Através do Pibid (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência) o grupo de acadêmicos acima nomeados optou por trabalhar com os conteúdos da ginastica. Na sequência descreveremos experiências de ensino/aprendizagem realizadas através de algumas modalidades de ginastica: ginástica geral, ginastica artística, ginastica rítmica e ginastica circense.

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A FAVOR DA GINÁSTICA NO COTIDIANO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO

A FAVOR DA GINÁSTICA NO COTIDIANO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO

De um projeto onde, nas aulas cotidianas de EF também se incluíam conteúdos cognitivos temati- zando: a) História e sociedade; b) Cotidianidade e qualidade de vida; c) Ginástica e esporte, foram estudadas duas turmas de primeiros anos, subdi- vididos em experimental e controle. No fi nal do estudo, o Grupo Experimental (G1) contava com dezenove participantes, sendo oito alunos e onze alunas, tendo uma média de idade de 15,4 anos. Já o Grupo Controle (G2) era composto de quinze elementos, sendo cinco alunos e dez alunas, com uma média de idade de 16,8 anos. No início e no fi nal do estudo obtiveram-se dados de: a) Estatura e peso corporal; b) Hábitos de vida: alimentação, repouso e exercitação física extra-escolar; c) Índi- ces de força repetitiva (abdominal) e fl exibilidade (tronco/quadril). Nas três aulas semanais de EF - uma isolada e mais duas seqüenciais - para os dois grupos mantiveram-se os contumazes con- teúdos, com as seguintes ocorrências: G1: Nove ocorrências de fundamentos e jogos de Futsal, sete de Ginástica, (quatro incluindo duas de circuito e duas de localizada e três de caminhadas, ao ar livre pelos espaços da escola), seis de Voleibol, cinco de Handebol, quatro de Avaliações (teóricas), duas com Recreação (jogos e brincadeiras) e uma assis- tência a fi lme (A Tormenta).
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Abordagens alternativas ao ensino dos jogos desportivos coletivos de invasão na educação física – uma abordagem no futebol

Abordagens alternativas ao ensino dos jogos desportivos coletivos de invasão na educação física – uma abordagem no futebol

A investigação sobre os resultados da aprendizagem decorrentes de diferentes abordagens pedagógicas nos jogos desportivos coletivos (JDC) é um assunto ainda em aberto. Contudo, existe hoje, uma forte evidência de que os modelos de ensino que colocam o aluno no centro do processo ensino- aprendizagem, proporcionam experiências ricas e marcantes que, seguramente, têm um impacto positivo no desenvolvimento integral do aluno (Bunker & Thorpe, 1982; Siedentop, Hastie, & van de Mars, 2004).

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Beleza e poder na Ginástica Rítmica: reflexões para a educação física

Beleza e poder na Ginástica Rítmica: reflexões para a educação física

tentativa de sobrepujar as angústias (paradoxalmente não maiores que as alegrias) diante das vivências nos mais diferentes setores da modalidade: ginasta na escola, árbitra de linha, secretária de arbitragem, árbitra regional e nacional, chefe de delegação em equipe de campeonato brasileiro, técnica esportiva, professora da rede particular de ensino, diretora técnica da Federação Norte-riograndense de Ginástica e, finalmente, pesquisadora e professora da rede estadual de ensino. Além da pretensão de verticalizar estudos propulsionados pelo trabalho final da licenciatura em Educação Física, a monografia intitulada: Ginástica Rítmica, Corpo e Estética: elementos para pensar o esporte na escola, orientada pela professora Dra Petrucia Nóbrega. Naquela oportunidade, investigamos as compreensões sobre corpo e estética na GR, bem como, suas implicações em âmbito escolar, partindo da análise de imagens e de entrevistas de ginastas escolares, refletindo acerca dessas implicações e buscando articular alternativas pedagógicas para a abordagem do corpo e da estética na GR enquanto conteúdo da Educação Física Escolar (CAVALCANTI, 2005).
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A atuação do docente de ginástica nos cursos de licenciatura em educação física

A atuação do docente de ginástica nos cursos de licenciatura em educação física

As discussões sobre a formação profissional em Educação Física foram assíduas em dois momentos, a saber: a década de 80 e após o ano 2000, com a consolidação do Conselho de Educação Física e ampliação de oferta de cursos de graduação e pós-graduação na área, além de significativo aumento na produção do conhecimento. Dentre os tópicos questionados, a atuação do docente universitário passou a ser questionada, especialmente no fato do ensino transmissivo pairar sobre o trabalho daquele no ensino superior. Neste cenário, críticas e apontamentos passaram a ser apresentados no intuito de melhor balizar a atuação do docente universitário em prol de uma formação mais abrangente e contextualizada às necessidades da sociedade. Apoiados na base epistemológica da Teoria da Complexidade, na inter e na transdisciplinaridade como fundamentais para balizar a operacionalização de modalidades didáticas (estratégias metodológicas, avaliação, processo ensino-aprendizagem, dentre outros) do docente do ensino superior, o presente estudo investigou no discurso de 14 docentes que ministram disciplinas de ginástica em cursos de licenciatura em Educação Física do estado de São Paulo, se aqueles princípios estavam presentes e, caso positivo, como se apresentavam na prática educativa. Os dados revelaram indícios da preocupação dos docentes com a formação de seus alunos, entretanto, a atuação ainda está enraizada em modelos tradicionalistas, com interesse na apresentação de dados e de conceitos e, não necessariamente, na reflexão e apreensão dos conhecimentos da área. A estratégia que melhor se enquadrou aos princípios educativos da base epistêmica por nós defendida referiu-se aos seminários (sem clara alusão à discussão durante o mesmo) e as apresentações, em formatos de festivais e de coreografias, pautadas nos preceitos da ginástica geral. Observamos também superficialidade nas discussões da atuação sobre a perspectiva da inter e da transdisciplinaridade, importantes para diminuir a verticalidade e fragmentação do conhecimento, que dificulta o entendimento do fenômeno que se estuda, no caso, da ginástica. Afinal, acreditamos que as aulas de ginástica nas Universidades devem permear a valorização da iniciativa e da autonomia, da imaginação e da invenção, a ação em relação ao discurso e a apropriação do saber em relação à sua transmissão.
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A ginástica nas aulas de educação física: o “aquecimento corporal” em questão.

A ginástica nas aulas de educação física: o “aquecimento corporal” em questão.

O presente estudo está compromissado com a educação e com a organização do conhecimento em Ginástica no currículo escolar e teve como objetivo propor o aquecimento corporal como assunto a ser ensinado nas aulas de Educação Física, quando esta tratar do conteúdo Ginástica. Para consolidar as discussões, o desenvolvimento do estudo se vinculou às abordagens qualitativas e levantou conhecimento a partir da revisão literária das mais variadas fontes e documentos, analisando os discursos dos textos e dos contextos contidos nas produções teóricas da Educação Física. Concluiu-se que o tema aquecimento corporal é estudado por diferentes áreas profissionais, havendo controvérsias no que diz respeito aos seus tipos, objetivos e finalidades. Então, o processo de construção de texto empenhado em sugerir conteúdos para o ensino da Ginástica contribui para a organização e sistematização dos conhecimentos na área, como também auxilia nas reformulações no campo da intervenção pedagógica e da inovação metodológica nas aulas de Educação Física.
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Ginástica rítmica: um contributo pedagógico para as aulas de educação física

Ginástica rítmica: um contributo pedagógico para as aulas de educação física

A Ginástica Rítmica brasileira atualmente é destaque no cenário esportivo internacional, prova disto é que a equipe do Brasil está entre as oito melhores equipes do mundo. O objetivo do presente estudo foi verificar as variantes relevantes nas ações de três professores de Educação Física de três escolas (uma particular e duas estaduais) do Ensino Fundamental de Florianópolis, nos quadrantes administrativo, pedagógico e motivacional, na aplicação de uma proposta alternativa para a prática da Ginástica Rítmica nas aulas de Educação Física, bem como, analisar as manifestações dos alunos de 4 turmas de 4.ª série e duas de 3.ª série, neste processo de aprendizagem. Foi levado em consideração, a realidade de espaço físico e materiais disponíveis por cada escola para o desenvolvimento da disciplina, e ainda evidenciado o conhecimento específico do professor sobre a modalidade trabalhada. Através da observação de 20 hs/a e filmagem de 10hs/a elaboradas e desenvolvidas pelas professoras, fundamentadas em leituras, debates e troca de experiências entre as docentes e a pesquisadora, e da aplicação de um questionário com questões abertas, foi possível analisar os pontos norteadores para a introdução da Ginástica Rítmica no contexto escolar, evidenciando a prática de elementos corporais pré determinados (saltos, equilíbrios e pivots) e a influência da ludicidade na iniciação esportiva, resgatando mudanças de atitudes, objetivando mais uma alternativa para as ações docentes. Para os alunos foi aplicado um questionário com o objetivo de evidenciar suas opiniões sobre as estratégias utilizadas nas aplicações das aulas e um protocolo de avaliação para a execução dos elementos específicos. Estes pré e pós testes indicavam os estágio em que se enquadravam cada aluno no início e término do programa. As respostas dos alunos para o questionário, indicaram criticamente os pontos positivos e negativos de cada proposta. Sendo que os testes possibilitaram a visualização de uma melhora nas execuções bem como a incorporação dos mecanismos motores das formas básicas de cada elemento. Quanto as professoras pode-se observar que cada docente construiu suas próprias estratégias, utilizando a inserção de tais elementos em Jogos pré desportivos, instigando a competição através de brincadeiras e ainda perpassando os objetivos propostos trabalhando com a ritmicidade e manejo de aparelhos. O estudo possibilitou uma nova visão para com o esporte e prevalecendo a criatividade e empenho de cada professora nos programas desenvolvidos. Mostrou que a tomada de decisão em enfrentar desafios fundamenta as mudanças necessárias nas práticas pedagógicas docentes.
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Ginástica rítmica e educação física escolar: perspectivas críticas em discussão

Ginástica rítmica e educação física escolar: perspectivas críticas em discussão

O projeto “Ginástica Rítmica Desportiva Popular”, desenvolvido por Gaio (1996), apesar de não estar fundamentado em abordagens pe­ dagógicas críticas do ensino, revela ricas contribuições para o trabalho da GR na escola no que tange ao uso de materiais alternativos, como grandes cordas, bolas feitas de jornais e meias, o tradicional bambolê, garrafas plásticas e fita construída com papel laminado e estilete de bambu. A fundamentação do referido projeto, ao defender que a crian­ ça deve praticar esporte brincando, nos revela possibilidades represen­ tativas para o contexto educacional. Esse projeto defende o ideal de que é preciso “estimular, incentivar, criar espaços para que todos pos­ sam se beneficiar da atividade esportiva, não a partir da reprodução de valores da sociedade dominante, mas sim em função da transformação desses valores no processo educativo” (GAIO, 1996, p. 154).
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Satisfação de Profissionais de Educação Física na Regência em Aulas de Ginástica de Academia

Satisfação de Profissionais de Educação Física na Regência em Aulas de Ginástica de Academia

Assim, para Coelho Filho e Votre (2010), o professor de ginástica em academia deve ava- liar o conjunto de princípios e estratégias de organização do ambiente, e os objetivos que de- vem presidir o ensino e as estratégias adequadas para se alcançarem determinados objetivos adequados aos alunos, pois ministrar uma aula de ginástica de academia não é só executar de forma correta os exercícios para os alunos repetirem, mas também proporcionar uma ati- vidade física segura, eficiente e divertida, orientando e transmitindo conhecimento pela pro- moção da saúde (Rufino, Soares & Santos, 2000). O profissional que busca seguir essa linha de atuação tem de trabalhar com equilíbrio, entre seus conhecimentos, visando agradar um grupo heterogêneo. Para tanto, esse profissional necessita de uma motivação e satisfação pessoal, para que haja um elo com os alunos e, assim, se concretizar o bom trabalho. As mo- tivações surgem de nossas necessidades, sejam estas físicas, espirituais, artísticas ou sociais, e têm a ver com os movimentos intencionais e funcionais da personalidade (Feijó, 1998).
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Nível de aptidão física em praticantes de ginástica

Nível de aptidão física em praticantes de ginástica

É imperioso que se diga aqui a extrema importância da contribuição dos órgãos públicos para o desenvolvimento, aprimoramento e crescimento do esporte como um todo. O trabalho de base passa a ser o meio mais confiável e eficaz para o desenvolvimento das modalidades esportivas. A Universidade é uma instituição que pode e deve proporcionar estes espaços, já que sua ação se sustenta no tripé: ensino, pesquisa e extensão. Oferecendo a comunidade em geral à prática da modalidade esportiva Ginástica Artística – GA, sob uma forma lúdica, com um ginásio totalmente equipado para estas práticas, oportunizando o atendimento para indivíduos com recursos financeiros limitados e sem restrições físicas (inclusão). Também promover um aprimoramento para os discentes do Curso de Educação Física em Licenciatura e Bacharelado. Buscando através do lúdico e da inovação, fazer com que os mesmos adquiram gosto pela prática esportiva, através de didática específica exigida na modalidade de ginástica artística, oportunizando o desenvolvimento das habilidades motoras básicas de maneira mais prazerosa possível. O Objetivo foi avaliar o nível de desempenho das habilidades motoras, dos praticantes de ginástica sob uma metodologia diferenciada sem a cobrança de resultados, através de participação em eventos de Copa Escolar de Ginástica Artística, promovido pela Federação de Ginástica do Rio Grande do Sul, parceiro através de convênio com a Universidade. O público alvo foi crianças a partir de três anos de idade de ambos os sexos. Os resultados mostraram mesmo sem cobrança de execução nas praticas esportivas, através de uma metodologia lúdica, todos os participantes obtiveram melhores resultados na comparação de duas Copas
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A IMPORTÂNCIA DA GINÁSTICA NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR, NA VISÃO DOS DOCENTES

A IMPORTÂNCIA DA GINÁSTICA NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR, NA VISÃO DOS DOCENTES

O objetivo do estudo foi verificar qual a visão que os professores da Educação Física Escolar de Santa Maria e região têm sobre a importância do conteúdo de Ginástica nas aulas de Educação Física. A partir dos resultados, pode-se inferir que a Ginástica é composta por movimentos que se tornam uma série de exercícios que podem ser realizados com aparelhos de pequeno, médio e grande porte ou até mesmo sem nenhum tipo de aparelho, assim desenvolvendo e possibilitando diferentes experiências e movimentos corporais. A Ginástica é um conteúdo importante e interessante de ser trabalhado nas aulas de Educação Física, de acordo com Pereira, Andrade e Cesário (2012) esta disciplina está para além do físico tão só, do biológico. E proporciona vários benefícios para os alunos, tanto na forma física, psicológica e para a autoestima, desenvolvendo a consciência corporal e do movimento, bem como a socialização, a cooperação entre os alunos, a valorização e a conscientização dos limites de cada um. Nossos achados corroboram com Figueiredo, Felinto e Moura (2012), no que se refere a ginástica escolar como conteúdo nas aulas de Educação Física, a qual vem ao longo dos anos perdendo seu valor pedagógico, sendo substituída por outras modalidades no ambiente escolar em todo ensino básico.
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A ginástica geral como conteúdo da educação física escolar: possíveis benefícios

A ginástica geral como conteúdo da educação física escolar: possíveis benefícios

A Ginástica Geral (GG) - hoje também conhecida com a nomenclatura Ginástica para Todos, é uma atividade corporal considerada uma fusão de outras modalidades de ginástica, pois se compõe de diversos materiais para caracterizá-la como bolas, fitas, solo, plinto, trave, acrobacias, música, entre outros, uma vez que trabalhada junto a educação física escolar abrange diversos saberes, dentre os quais encontramos a ginástica, que quando desenvolvida no âmbito escolar, pode permitir a experimentação de possibilidades corporais, promovendo a autonomia motora e a formação humana quando tratada por meio de uma prática educacional que leve o aluno a uma ação crítica e significativa para seu núcleo social. Sua presença na escola pode se dar por meio de diversas manifestações gímnicas, mas neste estudo escolhemos a ginástica geral porque a vemos como uma forma especial de educar. A escolha da ginástica geral como manifestação gímnica para as experiências de ensino acontecem por acreditarmos na sua importância como conhecimento social e histórico.
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Ginástica na formação inicial em educação física: análise das produções científicas.

Ginástica na formação inicial em educação física: análise das produções científicas.

A pesquisa é importante para a formação do indivíduo, em termos de produção de conhecimentos. Além de ser utilizada pelo próprio autor, ela serve também à sociedade em geral. Tal ato investigativo não acontece somente na formação inicial, pois os cursos de formação de técnicos também se preocupam com a qualidade de ensino e de intervenção dos futuros profissionais (NUNOMURA, 2001). Os estudos investigados indicam que a continuação desta ação, seja nos cursos lato-sensu ou seja nos stricto-sensu, permanece importante por sua evidente e qualificada produção intelectual. Os indivíduos têm assim a oportunidade de estreitar a relação com as dimensões conceitual, procedimental e atitudinal, tornando-se capazes de contextualizar os conteúdos de forma reflexiva para si e/ou para outros (RINALDI, 2005; BELÃO; MACHADO; MORI, 2009).
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A ginástica em questão: fatores que corroboram para sua extinção da prática do profissional de Educação Física

A ginástica em questão: fatores que corroboram para sua extinção da prática do profissional de Educação Física

O intento deste trabalho é chamar atenção à formação profissional em Educação Física no que tange ao conteúdo ginástico e refletir sobre os saberes que estes têm acumulado durante a sua formação acadêmica. Em razão disso, em 2012 analisamos a experiência no ensino da ginástica nos espaços escolares, ocupados pelos acadêmicos do curso de Licenciatura em Educação Física na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e nas Faculdades de Educação Física de Moçambique, onde participaram 160 acadêmicos da UFSC e 218 acadêmicos das Faculdades de Moçambique, a saber: (a) 110 acadêmicos da Faculdade de Beira, (b) 66 da Faculdade de Maputo e (c) 42 da Faculdade de Quelimane. Como instrumento para coleta dos dados empregamos um questionário padronizado e, para sua análise, percorremos três etapas: segmentação, identificação das unidades de significado e agrupamento em subcategorias; construção de núcleos temáticos emergentes; interpretação dos dados à luz da fundamentação teórica. Constatamos que os acadêmicos de todas as Universidades envolvidas vivenciaram somente as ginásticas de condicionamento físico e de competição, mostrando que ainda vige a tendência de esportivização. À vista disso, concluímos que além dos currículos estarem fracionando o conhecimento das disciplinas ginásticas, a associação entre o esporte e mídia inviabiliza que os acadêmicos vislumbrem as possibilidades de trabalho com a ginástica na escola.
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Ressignificação da Ginástica na escola: proposta da Ginástica Para Todos na Educação Física anos iniciais

Ressignificação da Ginástica na escola: proposta da Ginástica Para Todos na Educação Física anos iniciais

Hoje, compreendendo todo esse percurso, mudaríamos algumas estratégias utilizadas com a intenção de aperfeiçoar o ensino da GPT na escola. Acreditamos que a reflexão sobre a ação é o que mais contribuiu para a transformação docente. Finalizamos, reconhecendo a importância dos resultados obtidos, ainda que tenhamos a perspectiva de vislumbrar outras pesquisas que permeiem a ação docente e suas práticas dentro dessa temática. Reconhecemos que os dados apresentados e discutidos são relevantes e poderão ser compartilhados como uma forma de contribuição para que outras pesquisas venham emergir da problemática aqui apresentada. Identificamos na Ginástica Para Todos potencial para desenvolvimento da motricidade e formação humana através de um ambiente dinâmico, diverso, integrativo, criativo, coletivo e propositivo da Educação Física Escolar. Não foi uma tarefa fácil e muito menos simples, mas, sem dúvida nenhuma, muito gratificante.
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TRATAMENTO E ABORDAGENS DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO TÉCNICO EM PERIÓDICOS NACIONAIS: O ESTADO DA ARTE

TRATAMENTO E ABORDAGENS DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO TÉCNICO EM PERIÓDICOS NACIONAIS: O ESTADO DA ARTE

Em 1942, a Educação Física se torna obrigatória em cursos profissionalizantes das áreas industrial e comercial e, em 1946, no ensino regular agrícola 14,15,16 . O esporte se institui como discurso de educação política e intervenção pedagógica. Com a utilização do esporte como ferramenta educativa, a disciplina demonstra caráter pedagogicista no período de 1945 a 1964. Em seu estudo Silva e Fraga 13 mostram a entrada da disciplina de Educação Física no ensino profissionalizante, associada ao contexto histórico da época. A promulgação da LDB 5692/71 reafirmou a obrigatoriedade da Educação Física em todas as escolas, independente do nível de ensino. Os primeiros registros do ensino de Educação Física na escola profissionalizante de Porto Alegre foram identificados pelos autores a partir de 1970. Segundo estes pesquisadores, os documentos apresentavam como “matérias lecionadas”: exame biométrico, teste de Cooper, diferentes tipos de ginástica (estética, calistênica e moderna), voleibol e atividades em sala de aula para os dias de chuva.
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A PRODUÇÃO ACADÊMICA EM GINÁSTICA NA PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA DAS UNIVERSIDADES ESTADUAIS DE SÃO PAULO

A PRODUÇÃO ACADÊMICA EM GINÁSTICA NA PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA DAS UNIVERSIDADES ESTADUAIS DE SÃO PAULO

atenção à Ginástica competitiva (ginástica artística e ginástica rítmica fundamentalmente), com 56% das produções, possivelmente reflexo de um ensino de graduação, bem como da força midiática que essas modalidades possuem. Por outro lado, 20% de trabalhos sobre a Ginástica em geral (sem segmentação em modalidades) e 15% na Ginástica demonstrativa (ginástica para todos), mostram pesquisas que se preocuparam em investigar aproximações com a formação profissional, diferentes metodologias e estratégias de ensino, aspectos fundamentais para o trato desse tema no âmbito escolar. Em relação à produção científica em Ginástica de condicionamento físico e de conscientização corporal, os dados mostram que se tratam de temas de menor expressão nessas universidades.
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DANÇA E GINÁSTICA NAS ABORDAGENS METODOLÓGICAS DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

DANÇA E GINÁSTICA NAS ABORDAGENS METODOLÓGICAS DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

Pensando na dança e na ginástica como conhecimento da educação física encontra-se Freire. Para ele, a falta de conhecimento acerca da dança, por parte dos professores, determina a sua não-presença nas aulas de educação física de forma sistematizada. Sugere no livro Educação como prática corporal (2003) a apli- cação desse conhecimento, desde a primeira série do ensino fundamental e não somente de forma esporádica, como visualiza na atual educação física escolar. So- bre a ginástica, o autor esclarece que ela está presente nas aulas de educação física escolar, sendo tratada de forma equivocada, pois “a idéia de ginástica que fica ainda é aquela da ginástica antiga ou das ginásticas esportivas”. Quanto à sistematização da dança e da ginástica, o professor sugere que sejam observados os princípios de trabalho do Grupo de Ginástica Geral da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), pois leva os alunos a interagir com os temas, objetos e músicas, cons- truindo coreografias a partir de suas experiências pessoais. Na obra sugerida, reco- menda que os saberes da educação física, inclusive dança e ginástica, sejam organi- zados em temas e subtemas, sendo os primeiros determinados a partir das teorias do desenvolvimento, considerando a realidade dos alunos, a cultura lúdica e os exercícios corporais.
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