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A Gruta Nova da Columbeira (Bombarral)

A Gruta Nova da Columbeira (Bombarral)

Jorge de Almeida Monteiro (descobridor das novas grutas) e Leonel Trindade. A observação ao local mostrou tratar-se de três novas grutas pelo menos: 1) A "Gruta Nova "[r]

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Presencia de Agrionemys (=Testudo) Hermanni (Gmelin, 1789) en el Paleolítico Medio de la Gruta Nova da Columbeira (Bombarral, Provincia de Estremadura, Portugal)

Presencia de Agrionemys (=Testudo) Hermanni (Gmelin, 1789) en el Paleolítico Medio de la Gruta Nova da Columbeira (Bombarral, Provincia de Estremadura, Portugal)

RESUMO: Descreve-se Agrionemys (=Testudo) hermanni (Gmelin, 1789) (Chelonia, Testudinidae) do Paleolítico Medio (entre -29.000 e -26.500 años) da Gruta Nova da Columbeira (Bombarral, P[r]

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Gruta Nova da Columbeira (Bombarral, Portugal): Site stratigraphy, age of the Mousterian sequence, and implications for the timing of Neanderthal extinction in Iberia

Gruta Nova da Columbeira (Bombarral, Portugal): Site stratigraphy, age of the Mousterian sequence, and implications for the timing of Neanderthal extinction in Iberia

Abstract - The Gruta Nova da Columbeira is recurrently mentioned in the literature concerning the Middle-to-Upper Palaeolithic transition in Iberia as documenting the persistence beyond 30 000 calendar years ago of a Neanderthal-associated Mousterian. This claim is based on conventional radiocarbon dates obtained in the 1960’s and the 1970’s. In order to assess its validity, we undertook archival research to obtain unpublished details concerning the actual composition and chemistry of the dated samples, replicated the dating of samples of the same kind (carbonaceous sediments) and collected in the same deposits from the back of the cave whence came the 1970’s results, and obtained an U-series age estimate for a bone tool from the base of the Mousterian sequence excavated at the entrance of the cave in 1962. We then cross-checked all the stratigraphic and dating information thus assembled against the original field documents. Our results show that (a) the cave entrance sequence formed between MIS-5 and early MIS-3, (b) the deposits at the back of the cave probably formed in the Tardiglacial, and (c) the presence in these deposits of significant amounts of inherited charcoal derived from the entrance area explains the “Early Upper Palaeolithic” (EUP) age determinations obtained for the 1970’s samples. The association of such determinations with the Mousterian has been based on an unwarranted assumption of lateral stratigraphic continuity. While the entrance deposits correspond to an in situ Mousterian sequence, those from the back of the cave are primarily made of clay accumulated under temporary waterlogged conditions, with the few artefacts of Middle Palaeolithic affinities recovered therein being in secondary position. The evidence from Gruta Nova can no longer be used to counter the existence of a late Aurignacian in the region. In southern and western Iberia, the Neandertal-to-modern and Middle-to-Upper Palaeolithic transitions occurred no later than about 37 000 years ago.
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Gruta Nova da Columbeira, Gruta das Salemas and Gruta da Figueira Brava : stratigraphy, and chronology of the pleistocene deposits

Gruta Nova da Columbeira, Gruta das Salemas and Gruta da Figueira Brava : stratigraphy, and chronology of the pleistocene deposits

and ye ll owish co lours are related to oxidation thal e liminated mu c h organic. malter anel lo lh e accumu lati on of iron oxide.[r]

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Las industrias líticas de la Gruta Nova de Columbeira (Bombarral, Portugal) en el contexto del musteriense final de la Península Ibérica

Las industrias líticas de la Gruta Nova de Columbeira (Bombarral, Portugal) en el contexto del musteriense final de la Península Ibérica

Fi cos sólo dan cuenta de manem parc ial, ya que , por co modidad d e represen tac ión, reúne n en una. misma categoría petrográfica ejemplares bastante[r]

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Nota acerca das indústrias mustierenses da Gruta Nova da Columbeira

Nota acerca das indústrias mustierenses da Gruta Nova da Columbeira

Para a época estes valores foram considerados « demasiado recentes » para indús- trias mustierense s, tendo-se a partir daí in s talado a dúvida de que , ou as amostras [r]

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As indústrias paleolíticas da Gruta da Figueira Brava (Setúbal)

As indústrias paleolíticas da Gruta da Figueira Brava (Setúbal)

face ao conjunto da Gruta Nova da Columbeira - o mais important e dos reconhecido s até ao presente no nosso território - poderá explicar-se por condicio- nantes impos[r]

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A cronologia absoluta das ocupações funerárias da Gruta da Casa da Moura (Óbidos)

A cronologia absoluta das ocupações funerárias da Gruta da Casa da Moura (Óbidos)

siderando os diversos “fósseis directores” que caracterizam este período na Estremadura, entre os quais se encontram os recipientes de bordos denteados na sua parte externa, as taças carenadas, os alfinetes de cabeça postiça em osso e ainda, de acordo os autores que se têm vindo a referir, as placas de xisto com decoração geo- métrica e o báculo dado a conhecer ainda no século XIX (CARTAILHAC, 1886, Figs. 96, 97), a par de uma notá- vel produção artefactual de pedra lascada, com destaque para as célebres alabardas de sílex polido e lascado, algumas das quais foram também dadas a conhecer por aquele arqueólogo francês (op.cit., Fig. 88 a 90). A cali- bração da data OxA-5506, sobre alfinete de cabeça postiça, pese embora o seu grande desvio-padrão, cobre essencialmente a segunda metade do IV milénio a.C. (Fig. 2) e é, portanto, perfeitamente consentânea com esta ocupação. Não deixa de ser importante assinalar, no entanto, que não houve um único resto humano datado deste período, que, a julgar precisamente pelo espólio referido, deveria ter sido de ocupação funerária. Como explicar esta aparente ausência ou, pelo menos, escassez, de deposições funerárias, contrastando com a abundân- cia do espólio exumado? Uma possibilidade seria a de admitir que as cuidadas folhas bifaciais de sílex – tal como as placas de xisto, os báculos – pudessem continuar a produzir-se no decurso do Calcolítico, designadamente nas suas fases iniciais, já na primeira metade do III milénio a.C., época compatível com a existência dos ideoartefactos de calcário mencionados. Prova desta possibilidade é a recolha, na tholos de Tituaria (Mafra), de uma folha de punhal cuidadosamente lascada em ambas as faces, após polimento (CARDOSO et al., 1996, Fig. 40, n.º 11), bem como de um fragmento de placa de xisto com decoração geométrica de triângulos (op. cit., Fig. 41, n.º 1). Ao referido punhal, outro de poderia acrescentar, com lingueta incipiente, evocando os exemplares metálicos dos quais poderia ter constituído protótipo, recolhido na tholos de Pai Mogo (Lourinhã) (GALLAY et al., 1973, Est. X). Acresce, ainda, que os alfinetes de cabeça postiça, embora característicos do Neolítico Final, tal como as produções anteriores, também continuaram a ser seguramente fabricados nas etapas iniciais do Calcolítico, como demonstra uma datação por acelerador obtida em exemplar da gruta artificial de Palmela III (CARDOSO & SOARES, 1995, Quadro II), a única que indica tal época, entre as seis efectuadas. Em conclusão: é admissível encarar a possibi- lidade de certas produções, embora características do Neolítico Final, terem sobrevivido, embora vestigialmente, na Estremadura, na primeira metade do III milénio a.C., e, por conseguinte, serem já calcolíticas.
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Entre a gruta e o arquivo:  ver e escrever a pintura de Clarice Lispector

Entre a gruta e o arquivo: ver e escrever a pintura de Clarice Lispector

mesmo nomadismo do corpo diante de uma memória que é apenas rastro. Como na gruta, uma tremenda escuridão obsidia o arquivo, esse lugar de preservação da história, da cultura, cujas projeções de luz apenas dão passagem àquele que entra. Mantendo-o, entretanto, numa distância mortal, porque se trata, na gruta como no arquivo, de estar diante da morte, à sua espreita. Da gruta e do arquivo não emanam luzes, banhados que estão pela escuridão do tempo, do passado. E se lhes jogamos um feixe de luz, é preciso cuidado pois aquilo que vemos pode nos assustar, cau- sar assombro. Mas especialmente é preciso precaução para não idealizar as formas, as imagens que surgem em seus reflexos e assim as confundir com nossas próprias sombras, numa paixão platônica ou numa visada narcísica, tornando as imagens ide- ais, idealizadas. A gruta, como o arquivo, é repleta de fantasmas, esquecimentos, mal-entendidos, é mesmo “um inferno”, como escreve Clarice. Esse é seu pathos, sua paixão, seu mal, como escreve Derrida (2001). Mas ela é também esse “útero do mundo”. Por isso da gruta se fazem imagens, se narram histórias, se procuram nela as origens, o conforto da verdade, nela nos emaranhamos em ficções infinitas. Prazer e dor estão sempre à espreita. O arquivo e a gruta possuem em comum essa sensação de fascínio e ao mesmo tempo de assombro: tentativa insaciável de preservação da vida que nos lembra da presença iminente da morte.
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O crânio humano acheulense do Plistocénico Médio da Gruta da Aroeira

O crânio humano acheulense do Plistocénico Médio da Gruta da Aroeira

DAURA, Joan; SANZ, Montserrat; ARSUAGA, Juan‑Luis; HOFFMANN, Dirk. L.; QUAM, Rolf M.; ORTEGA, María Cruz; SANTOS, Elena; GÓMEZ, Sandra; RUBIO, Angel; VILLAESCUSA, Lucía; SOUTO, Pedro; MAURICIO, João; RODRIGUES, Filipa; FERREIRA, Artur; GODINHO, Paulo; TRINKAUS, Erik; ZILHÃO, João (2017a) – The Mid‑ dle Pleistocene Human Cranium from Gruta da Aroeira Acheulian site (Almonda Karst System,Torres Novas, Por‑ tugal). American Journal of Physical Anthropology. 162, pp. 157‑158.

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A gruta da Casa da Moura (Cesareda, Óbidos) e sua ocupação pós-paleolítica

A gruta da Casa da Moura (Cesareda, Óbidos) e sua ocupação pós-paleolítica

A escavação de 1865 – entre as primeiras, senão a primeira escavação em uma gruta com ocupação pré- -histórica na Península Ibérica – deu origem a uma notável monografia arqueológica , publicada em 1867 (DELGADO, 1867, cujo título desde logo evidencia a principal preocupação do seu Autor, aliás em sintonia com uma das questões filosóficas e científicas mais candentes da sua época: a demonstração da antiguidade da espécie humana, por critérios científicos. O título, “Da existencia do Homem no nosso solo em tempos mui remotos provada pelo estudo das cavernas. Primeiro opusculo – Noticia ácerca das grutas da Cesareda”, é bem expressivo da influência da obra de Charles Lyell, cuja primeira edição inglesa, de 1863, foi logo no ano seguinte traduzida para francês, “The geological evidences of the antiquity of Man”. Nela, o Autor explicita o cuidado em decapar as camadas arqueológicas, preocupação que, na época, poucos arqueólogos europeus possuíam, designadamente os de formação geológica, como Nery Delgado: “Levantado o entulho, uma camada após outra, fácil nos foi recolher todos estes objectos, sabendo-se sempre a altura a que tinham sido achados n´um ou n´outro ponto da gruta” (DELGADO, 1867, p. 46). Caso a publicação de Nery Delgado tivesse atingido um público mais alargado, talvez que o morfotipo humano de Cro-Magnon fosse conhecido, actualmente, por nome português, dada a descoberta de um crânio, poder efectivamente provir do depósito inferior (o Autor dá-o como recolhido “na parte mais profunda do entulho remexido”, op. cit., Fig. I). Infelizmente, esta peça extraviou-se, sendo, pois, impossível avaliar a sua idade absoluta. Mas o impacto desta publicação foi, apesar de tudo, significativo. Ela mereceu a W. Boyd Dawkins, na sua célebre obra “Cave Hunting, researches on the evidence of caves respecting the early inhabitants of Europe” (DAWKINS, 1874) uma desenvolvida referência de duas páginas e meia (pp. 145-147). Importa referir algumas passagens em pormenor, dado o seu evidente interesse, não apenas histórico. A propósito do crânio supra referido, o Autor apresenta os seguintes comentários:
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Projecto de investigação e valorização da gruta Salustreira Grande (Loulé)

Projecto de investigação e valorização da gruta Salustreira Grande (Loulé)

A escolha do tema da presente dissertação foi algo atribulada, pois tinha no meu imaginário continuar a desenvolver o trabalho da tese de final de licenciatura, “Estudo das grutas do Algarve” efectuando sondagens em algumas grutas do Algarve que são deveras promissoras em artefactos arqueológicos. Infelizmente a lei não permite que licenciados tenham autorização para efectuar trabalhos de escavação. Tal situação foi posteriormente ultrapassada com a criação de uma equipa jovem e multidisciplinar constituída por um consórcio de arqueólogos da Universidade do Algarve, que tinha como objectivo realizar a escavação da gruta do Algarão da Goldra, mas num revés através de uma situação caricata devido à emissão por parte da DGPC do decreto nº 1 a 27 de Abril de 2015 onde refere que os trabalhos do PIPA (Plano de Investigação Plurianual) só seriam aceites até 31 de Maio. Assim por limitações temporais a ideia da tese sobre o tema escavação da necrópole neolítica do Algarão da Goldra cai por terra. Não podendo o início do desenvolvimento do trabalho esperar, pois a faltar pouco mais de um ano e três meses para entregar a dissertação para ser defendida em acto público.
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CARSTE EM ROCHAS QUARTZÍTICAS DA GRUTA DO SALITRE, DIAMANTINA - MG

CARSTE EM ROCHAS QUARTZÍTICAS DA GRUTA DO SALITRE, DIAMANTINA - MG

Diversas microfeições espeleológicas ao longo do piso e do teto demonstram que a gênese da Gruta do Salitre é resultado do processo de dissolução da rocha quartzítica. No piso, há a presença de blocos abatidos, sedimentos clásticos e microfeições espeleológicas, que estão concentradas em áreas restritas e com acesso mais difícil, uma vez que isso inibe a intervenção antrópica.

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A Gruta dos Palhares: um espaço, diferentes significados – SacramentoMG (1990)

A Gruta dos Palhares: um espaço, diferentes significados – SacramentoMG (1990)

A pesquisa feita para a conclusão do curso de graduação em História pode acrescentar, muito talvez, mais do que toda formação durante o curso, pois pode-se colocar em prática parte do que foi estudado no seu decorrer, uma vez que colocou-se em evidência no presente trabalho inquietações quanto ao Parque Municipal Gruta dos Palhares, analisando os sujeitos que puderam esclarecer como ele se criou e se tornou tradicional. Trabalhando com as fontes orais, pode-se perceber melhor como os sujeitos assimilam suas opiniões e o modo como se apropriam do que lhes é imposto, em especial no que se refere ao parque.
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Materiais cerâmicos da Idade do Bronze da gruta da Ponte da Lage (Oeiras)

Materiais cerâmicos da Idade do Bronze da gruta da Ponte da Lage (Oeiras)

Na continuação da revisão dos materiais arqueológicos da gruta da Ponte da Lage (Fig. 1 a 3), de que já foi publicado estudo do espólio paleolítico (CARDOSO, 1995 a), apresentam·se os materiais cerâmicos da Idade do Bronze exumados por Carlos Ribeiro, na intervenção de 1879 (conforme consta da etiqueta a aposta em uma das peças líticas) e por O. da Veiga Ferreira e colaboradores, nas escavações realizadas em 1958 (VAULTIER et ai., 1959).

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Finalmente,o renascer da Gruta da Feiticeira !! Er Grah e o megalitismo da Bretanha

Finalmente,o renascer da Gruta da Feiticeira !! Er Grah e o megalitismo da Bretanha

A escolha exacta da área de implantação da câmara funerária pode ser explicada pela presença da referida fossa dos bovídeos e pela geometria entre os vários monumentos megalíticos de L[r]

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A gruta do Lugar do Canto (Alcanede) e sua importância no faseamento do Neolítico no território português

A gruta do Lugar do Canto (Alcanede) e sua importância no faseamento do Neolítico no território português

As contas em Dentalium sp., que estão presentes nesta gruta num número de 79 peças, apresentam uma par- ticular morfologia tubular, obtida através do seccionamento da concha deste molusco (Fig. 18). Embora este tipo de adorno seja relativamente raro em termos de número de sítios onde foi já registada a sua presença, a sua utilização parece todavia não corresponder a uma cronologia específica dentro do Neolítico. Com efeito, na região estremenha, contas tubulares de Dentalium sp. aparecem associadas aos contextos do Neolítico Antigo regional das grutas do Almonda (ZILHÃO et al., 1991) e da Senhora da Luz (CARDOSO et al., 1996), encontrando-se também registadas no sítio algarvio de ar livre do Padrão (Vila do Bispo), também datado deste período (GOMES, 2007; CARVALHO, 2008). No entanto, estas peças estão também documentadas em contextos neolíticos mais tardios, como no locus designado por Entrada Superior 2, também no sistema cársico do Almonda (ZILHÃO et al., 1991), que corresponde ao paralelo geográfica e cronologicamente mais próximo do Lugar do Canto.
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António dos Santos Rocha (30 de Abril de 1853; 28 de Março de 1910) e a exploração arqueológica das Grutas da Columbeira (Bombarral)

António dos Santos Rocha (30 de Abril de 1853; 28 de Março de 1910) e a exploração arqueológica das Grutas da Columbeira (Bombarral)

O estado de evidente mistura dos materiais atribuiu-o Santos Rocha em parte, à acção das explorações efectuadas em 1880, antecedendo a realização em Lisboa da IX Sessão do Congresso Internacional de Antropologia e de Arqueologia Pré-Históricas, dado que alguns habitantes ainda guardavam memória da presença daqueles primeiros exploradores, por conta do Governo. Consultado Nery Delgado, confirmou-se efectivamente a existência de espólios em Lisboa com a referência às grutas da Columbeira, ainda hoje conservados no actualmente designado Museu Geológico, explicando-se a iniciativa com o desejo de Carlos Ribeiro mostrar aos congressistas o maior número possível de materiais, aquando da sua visita ao Museu.
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Considerações sobre o espólio neolítico da Gruta dos Carrascos, Monsanto, Alcanena

Considerações sobre o espólio neolítico da Gruta dos Carrascos, Monsanto, Alcanena

Bai xo. Vi la Moreira e Alcanena.. visto ele ter recolhido mater iais. tais como ossos. retirados pelo então administrador do concelho. Almeida Carvalhais salienta a dific[r]

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Tafonomia e morfologia de cingulados quaternários da Gruta da Lapinha, Iramaia-BA

Tafonomia e morfologia de cingulados quaternários da Gruta da Lapinha, Iramaia-BA

A Gruta da Lapinha, localizada no Município baiano de Iramaia, é uma das maiores cavernas calcárias do estado. No ano de 2012, espeleólogos do Grupo Pierre Martin de Espeleologia (GPME) descobriram um esqueleto completo do Holmesina major. Em 2014, numa expedição conjunta de pesquisadores da UFSCar e GPME, mais três espécimes foram encontrados e remanescentes de gliptodonte. Numa análise tafonômica, concluiu-se que, devido à integralidade dos ossos, aos padrões de sedimentação e à ausência de marcas, estes animais entraram vivos na caverna provavelmente em busca de recurso e posteriormente morreram no local, entretanto, a deposição dos restos do gliptodontídeo ocorreu assincronamente à dos pampaterídeos. Apesar disso, todos os fósseis coletados eram de cingulados. Cingulata é a ordem de xenartros que possui maior número de espécies e maior distribuição geográfica na atualidade, entretanto, é resumida apenas à família Dasypodidae. No Pleistoceno, havia mais de uma família, dentre elas, Pampatheriidae. Dessa família, a espécie H. major distribuía-se do nordeste ao sul do Brasil nas regiões leste. Muito do que se sabe da distribuição geográfica desses animais é por seus osteodermos que são encontrados, porém, apenas poucos espécimes com o esqueleto quase completo haviam sido encontrados. Este trabalho faz uma revisão de literatura sobre as relações filogenéticas e a paleoecologia de pampaterídeos; descreve dois novos espécimes de H. major bem preservados encontrados na Bahia, detalhando novas estruturas para a família Pampatheriidae, como pélvis e vértebras xenártricas; compara os espécimes, analisando as variações inter- e intraespecíficas e conclui que H. major trata-se de um clado distinto de H. paulacoutoi.
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