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Quando a história também é futuro: as concepções de tempo passado, de futuro e do...

Quando a história também é futuro: as concepções de tempo passado, de futuro e do...

O objeto desta dissertação é uma ideia de futuro, ou seja, como o futuro foi compreendido dentro de um dado momento histórico e de acordo com certas condições. A ideia de futuro aqui analisada centra-se em torno de Herman Kahn, físico, estrategista militar e futurista. A constituição dessa ideia de futuro, contudo, não ocorreu afastada de uma compreensão de história. Para entendermos como ocorreu esse diálogo entre passado, presente e futuro, baseamo-nos nos conceitos propostos por Koselleck de “espaço de experiência” e “horizonte de expectativa”, assim como em alguns pontos do que o autor propõe como história dos conceitos. O início da formulação da ideia de futuro aqui analisada se deu no famoso think tank estadunidense que prestava consultoria à Força Aérea dos EUA, a RAND Corporation. Nesse período, o futuro é interpretado no curto prazo e pensado, no máximo, quinze anos à frente, e a história usada é recente, remetendo às I e II Guerras. Portanto, são questões restritas à segurança nacional e à defesa dos EUA e às relações com a Ásia e a Europa. Porém, ao lançar o seu primeiro e polêmico livro, On thermonuclear war, em 1960, no qual analisava, com detalhes, as possibilidades de uma guerra nuclear e como o país poderia se reerguer após ela, Kahn saiu da RAND e fundou seu próprio think tank, o Hudson Institute, em 1961. Acompanhando uma mudança de orientação de governo dos EUA e passando por dificuldades financeiras ao longo da década de 60 e 70, o Hudson Institute e Herman Kahn ampliaram, pouco a pouco, o tempo futuro analisado, chegando, em 1976, no livro The next 200 years, a prever duzentos anos à frente. Correspondendo a isso, havia também um recuo para o passado, alcançando o ano de 8000 a.C. Nesse momento, o Hudson Institute não mais trabalhava somente com as questões estadunidenses, mas também tinha uma atuação em âmbito mundial, visando influenciar empresas multinacionais e governos de outros países. Entre os governos pretendidos, estava o brasileiro. Porém, com projetos polêmicos e dados incertos e cambiantes, Kahn e o HI sofreram uma crítica impiedosa, sarcástica e agressiva no Brasil, o que nos permite verificar as falhas do método futurológico de Kahn e a política do governo brasileiro por trás das críticas. Por fim, toda essa exposição dos estudos futuros elaborados por Kahn desde 1947 até 1979 também nos permite refletir sobre a história e suas relações com o presente e o futuro e propor que para uma formulação sobre o futuro ou sobre o passado há, embutida, outra formulação sobre o tempo oposto.
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Renovar votos com o futuro: nostalgia e escrita da história

Renovar votos com o futuro: nostalgia e escrita da história

Gostaria de mover-me em outra direção em relação a esses autores, reorientando o conjunto de questões: como lidar com a nostalgia tendo a clareza de que o progresso não se sustenta como experiência de tempo única para a coletividade atualmente? Ou, ainda: como lidar com a nostalgia em um instante em que o futuro sugere ameaça e não promessa? Em tempos de presente amplo e de perda do valor pedagógico do passado, qual seria o valor da nostalgia? Opto por buscar outra forma de análise da nostalgia ao trazer a preocupação do tema para os estudos em Teoria da História e História da Historiografia, deslocando-a de análises reiteradas pela perspectiva teórica de Fredric Jameson ou pelo conjunto de preocupações de Linda Hutcheon. Esse investimento leva- me à busca por um vocabulário novo e à observação de fenômenos da cultura em voga nos últimos anos. Trato de estudar outro caminho que não seja apenas o de reconhecer a questão da preservação urbana ou da associação entre nostalgia e moda retrô. A nostalgia, tomada naquele diapasão, presta-se sem resistência à acusação de ser a busca por certa plenitude do passado, a partir do contraste com um presente vazio e da força de uma verdade dada por uma testemunha ocular. Somente assim Fredric Jameson pode argumentar que esse movimento se refere à “retirada de lentes tingidas pela nostalgia” (JAMESON 1996, p. 296). A crítica antifetichista possui a linearidade do raciocínio. Primeiro, define-se a natureza ilusória do fetiche por meio da projeção sobre outro de algo que lhe pertencia como próprio. Ao querer alcançar o que se descobre como o próprio de algo que foi deixado para trás, cabe ao crítico perceber que houve forças, externas ou internas, que identificam esse modo de dar forma ao passado como uma espécie de corrupção. Tanto a falsidade da projeção quanto a realidade da afirmação definem a corrupção assumida pelo objeto por essa forma de relacionamento com o passado. Percebe-se que estamos nos movendo no território da autenticidade, e a nostalgia se apresenta como parte destacável desse desejo; o autêntico pode ser concebido como a circunstância na qual uma coisa aparenta ser exatamente o que ela é ou sempre é o que aparenta ser, como se fosse o próprio do tempo, do lugar, da coisa, do objeto, como pondera em ensaio recente Hayden White (2014, p. 30). Por isso, a nostalgia foi concebida por alguns teóricos como a “mais autêntica relação com o passado” que podemos experimentar. 1
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Futuro e história: análise da temporalidade atual

Futuro e história: análise da temporalidade atual

A história não é um curso estabelecido que avança em direção a um futuro previsível. A consciência de que o homem sempre se encontrou preso no momento presente, como estamos hoje, desperta-nos para o fato de que o seu futuro depende em grande parte de fatores que não são controláveis. Devemos abandonar a crença de que a causalidade é linear, de que o passado pode ser conhecido objetivamente e de que o futuro pode ser previsto. O futuro para o qual caminhamos nasce do presente em que estamos e possui raízes no passado vivido, mas uma boa dose desse futuro (um dos muitos possíveis) pertencerá ao improvável, ao desconhecido e ao surpreendente. Edgar Morin inclui essa historicidade em sua formulação sistemática de um “pensamento complexo”, destacando sua capacidade de modificar o passado: “há sempre um jogo retroativo entre presente e passado no qual não apenas o passado contribui para o conhecimento do presente, o que é evidente, mas também as experiências desse presente contribuem para o conhecimento do passado e, por isso, o transformam” (MORIN 1981, p. 304). 16
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QUE FUTURO PARA O ENSINO DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO EM PORTUGAL? :: Brapci ::

QUE FUTURO PARA O ENSINO DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO EM PORTUGAL? :: Brapci ::

Resumo: Partindo de um estudo diacrónico dos espaços de formação em Ciência da Informação (CI) desde os finais do século XIX até a atualidade, analisa-se a atual situação desta área científica, num momento em que, anos depois do início do Processo de Bolonha, a Comissão de Avaliação Externa da Agência de Acreditação e Avaliação do Ensino Superior (A3ES) já avaliou muitos dos cursos de 1º, 2º e 3º ciclos. O resultado desta avaliação levou ao desaparecimento de muitas das formações existentes, questionando-se, por isso, qual o futuro do ensino da CI em Portugal. Em termos metodológicos o estudo passou por uma revisão da literatura relativa à história de formação em CI em Portugal, pela consulta da página oficial da A3ES e de páginas web das universidades para verificar a continuidade das ofertas formativas nesta área. Os resultados mostram uma diminuição significativa de cursos em todos os graus de ensino, uma centralização destas ofertas em algumas universidades portuguesas em detrimento de outras, onde desapareceu o ensino desta área científica, e a concentração geográfica nos distritos do Porto, Coimbra e Lisboa. A realidade atual permite questionar se a formação em CI ao restringir-se desta forma, não poderá colocar em risco a continuidade da própria profissão de gestor da informação, que pela sua especificidade requer formação específica para o seu desempenho.
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história e organização  :: Brapci ::

história e organização :: Brapci ::

Diante do exposto pelos autores pode-se, então, considerar a BPSC um lugar de memória, já que testemunhou outra era, ou seja, outra época, em que os usos e costumes eram diferentes e, estas particularidades foram preservadas nos documentos administrativos e jornais pertencentes à coleção da instituição. A BPSC foi criada a partir da necessidade de arquivar e manter guardadas as memórias do que aconteceu no passado do estado, para que não sejam esquecidas pela sociedade catarinense. E ainda, nos dias de hoje, tem o papel de salvaguardar a história do Estado de Santa Catarina dentro de seus livros, jornais, periódicos e relatórios, a fim de que, no futuro sejam instrumentos de pesquisa e celebração da memória. Para Silveira (2010), as bibliotecas são a memória do mundo, pois possibilitam a compilação e a conservação de todo conhecimento da humanidade em um único lugar (SILVEIRA, 2010).
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história e atuação :: Brapci ::

história e atuação :: Brapci ::

O presente artigo propõe uma discussão acadêmico-científica, na qual busca apresentar contribuições relevantes sobre a história e evolução dos sindicatos de bibliotecários, visando revelar a atual situação em que estes órgãos se encontram no Brasil. O movimento sindical, como instrumento de defesa dos direitos dos trabalhadores, vem evoluindo desde o Século XIX e impõe regras e limites para patrões e empregados. No Brasil, o sindicalismo surgiu inicialmente no meio rural e se fortaleceu durante o governo de Getúlio Vargas (1930-1945) e com a Consolidação das Leis do Trabalho, em maio de 1943, impulsionando a criação de sindicatos profissionais. Porém, somente na década de 1980, os sindicatos de Bibliotecários surgiram nos estados de Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro. Os demais sindicatos, nos estados de Maranhão, Santa Catarina, Pará, Amapá e Tocantins foram criados a partir dos anos 2000. Atualmente, existem três sindicatos de bibliotecários ativos, situados em São Paulo, Rio de Janeiro e no Paraná, sendo que existe um no Estado de Santa Catarina em processo de estruturação. Por meio de uma pesquisa bibliográfica e exploratória, conseguiu-se mapear e analisar a situação e a evolução dos sindicatos de bibliotecários atualmente. Percebem-se as dificuldades para estruturação e manutenção destes órgãos no país e a necessidade da participação ativa dos profissionais bibliotecários dentro dos sindicatos para o fortalecimento de sua própria profissão, visando garantir seus direitos e valorização da profissão pela sociedade.
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nossos presente e passado têm futuro? :: Brapci ::

nossos presente e passado têm futuro? :: Brapci ::

A preservação da totalidade da massa documental produzida por algumas organizações, física ou digitalmente, seria um grande peso no orçamento. Por outro lado, sua total eliminação seria um golpe na história. O arquivo criado por uma organização não conta apenas sua história, mas, aliado a um conjunto testemunhal composto por informações externas, arquivísticas ou não, constitui memória, cuja extensão pode se revelar surpreendente (BELLOTO, 2004, p. 271). Não é simples, pois, afirmar a importância histórica futura de nenhum fonds d’archives a partir, apenas, das características e/ou valores atuais de seu produtor e do produto. Lévy (1993, p. 117) pensa o mesmo, quando diz:
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O Futuro do Livro :: Brapci ::

O Futuro do Livro :: Brapci ::

importâncía da informAção como bem cultursl, econôudco e político, mo· bilizou os pai ses ~mbros para discutirem esta realídade: de um lado, uns poucos países p05suem opulentas estrutura[r]

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desafio do presente, necessidade primordial do futuro :: Brapci ::

desafio do presente, necessidade primordial do futuro :: Brapci ::

Basicamente, a coleção de referência clássica para bibliotecas públicas deve ser composta por fontes tradicionais de informação do tipo: livros, dicionários, enciclopédias, anuários, bem[r]

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resgatando o passado para pensar o futuro :: Brapci ::

resgatando o passado para pensar o futuro :: Brapci ::

Têm-se como objetivos específicos: (a) revelar a idade média das revistas, bem como identificar a mais antiga e a mais nova, visando estabelecer uma linha de tempo da editoração[r]

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Tecnologia bancária no Brasil: uma história de conquistas, uma visão de futuro

Tecnologia bancária no Brasil: uma história de conquistas, uma visão de futuro

Com a implantação do sistema de movimentação de contas, a prioridade passou para os sistemas de Controle e Gestão. O dr. Olavo queria calcular o resultado do banco, quebrando por região, agências, produtos e clientes. Ele participou pessoalmente das reuniões para deinição do sistema. Foram 60 dias seguidos com reuniões nos inais de tarde. A consequência foi a implantação dos primeiros “data bases”, com destaque para a primeira base de dados que consolidava as posições dos clientes, que chamávamos de “Customer Informa- tion File”. Foi o período em que mais aprendi sobre o Banco Itaú. Nesse ponto vou contar mais uma história: um dos relatórios emitidos pelo sistema era o de clientes com contribuição positiva e negativa, relatório esse que era enviado às agências para subsidiar o trabalho dos gerentes. Um dia o dr. Moraes Abreu [José Carlos], que assumira a presidência do Banco quando o dr. Olavo foi para a Prefeitura de São Paulo, recebe uma visita de inspetores do BC, que, após elo- giarem os relatórios, dizendo que ainda não tinham visto nada igual, disseram que iam incluí-los no roteiro das inspeções e questionaram por que o banco mantinha aqueles clientes com contribuição negativa tão bem identiicados nos relatórios. Foram umas boas discussões para convencê-los de que os relatórios eram uma ferramenta de trabalho para evitar essas ocorrências.
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O segundo ecrã e a informação: história, definição e pistas para um futuro

O segundo ecrã e a informação: história, definição e pistas para um futuro

Enquadrada por uma expansão do mercado tecnológico vocacionado para a disponibili- zação de informação em cenário de mobilidade, surgiu, em anos recentes, a chamada tecnologia de Segundo Ecrã (Second Screen). A sua crescente popularidade, seguida de um aumento expo- nencial do investimento por parte de grandes operadores televisivos, conduziu a uma diversifica- ção dos seus serviços. Uma análise da oferta existente mostra-nos que a sua potencialidade está a ser associada, principalmente, a produtos de entretenimento e comércio eletrónico. Mas para onde caminha o futuro desta tecnologia? Neste artigo, refazem-se os caminhos deste fenómeno do Segundo Ecrã por meio de uma breve perspetiva histórica; a seguir, propõe-se uma tentativa de definição e construção de modelo teórico do seu funcionamento e, por último, aponta-se um possível ponto de convergência estrutural com o jornalismo — uma interseção ainda não explo- rada e com grande potencial de apropriação.
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A indexação automática de textos: o presente já entrou no futuro :: Brapci ::

A indexação automática de textos: o presente já entrou no futuro :: Brapci ::

No conceito de indexação cabe também incluir o processo de escolha dos campos acessáveis no processo de busca, para compara- ção dos termos que neles figuram com aqueles utilizados na fo[r]

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"A História é o passado, o presente e o futuro" - a perceção de alunos e professores sobre o ensino da História

"A História é o passado, o presente e o futuro" - a perceção de alunos e professores sobre o ensino da História

pelos professores na aula. Segue-se a mesma tipologia no conjunto de questões seguintes, mas desta vez sobre a preferência dos alunos relativamente às atividades letivas, aqui também se pretende averiguar o que os alunos mais gostam de fazer nas aulas de História e se tal vai ser corroborado pelo que os professores mais vezes fazem nas suas aulas. Nestes dois últimos conjuntos de questões, os alunos eram convidados a enunciar outros recursos e atividades que não estejam presentes no questionário: “enquanto todos os esforços devem ser empregues para assegurar que a lista de respostas é exaustiva, é prática comum, para questões que apresentam várias respostas, incluir uma categoria final que permita ao respondente indicar que nenhuma das categorias elencadas foi apropriada” (Matthew & Sutton, 2004, p.164). Segue-se uma tabela de afirmações relativamente à temática “O bom professor de História é aquele que…”, na qual se pretende que os alunos indiquem o seu grau de concordância através de uma escala de Likert, desta vez ímpar, que vai de 1- Discordo fortemente a 5- Concordo fortemente. Por último, as duas questões de resposta aberta. A primeira com o objetivo de os alunos refletirem e falarem sobre o que é para eles a História (Para ti, o que é a História?); na segunda, é pedido aos alunos para referirem as caraterísticas que mais apreciam num professor de História, de maneira a tentar compreender o que é mais importante para eles, se os aspetos propriamente específicos da disciplina, se os aspetos mais genéricos e globais a todos os professores, ou ainda se são os aspetos de caráter e de forma de estar. Relativamente a este questionário, resta apenas remeter para o Anexo 1, onde se encontra a sua versão integral. No que diz respeito ao questionário aos professores, elaborado e aplicado através do Google Forms, este é composto por 6 secções 1 . A primeira secção diz respeito aos necessários dados identificativos (género, em resposta fechada; idade, em resposta aberta) e aos dados profissionais (anos de serviço e anos de escolaridade lecionados, ambas de resposta aberta, de forma a facilitar a resposta dos inquiridos). A segunda secção é uma tabela de afirmações relacionadas com as Finalidades da História, a qual se pretende que os professores indiquem a importância que atribuem às ‘finalidades’ apresentadas. Estas são respondidas em escalas de Likert, neste caso, em número par (de 1-Nada Importante
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perfil, história e congência :: Brapci ::

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no século XX, de suas funções primordiais: universidade - ensino, unversidade - pesquisa, universidade - divulgação e a universidade - serviços; da discussão sobre a importância da auton[r]

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reflexões sobre o futuro da biblioteca :: Brapci ::

reflexões sobre o futuro da biblioteca :: Brapci ::

Nessa associação entre infor- mática e as telecomunicações, característica da nova sociedade, o Brasil me surpre- ende .:" ; "O maior risco que ameaça os países do terceiro mundo[r]

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história, evolução e perspectivas :: Brapci ::

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Resumo: Objetivo desse relato é resgatar e registrar a história de criação da Rede Pergamum, bem como seu crescimento. No entanto para falar da Rede, se faz necessário nos reportar ao Sistema Pergamum, já que foi por meio dele que a Rede foi formada e é a base de seu desenvolvimento. A Rede Pergamum foi criada em 1999, inicialmente contava com 13 instituições de ensino superior, tendo como finalidade principal compartilhar serviços e recursos. O número de instituições foi aumentando e diversificando-se. No ano de 2000 eram 36, 2001 (47), 2002 (58), 2003 (97), 2004-2005 (106), 2006 (159), 2007 (180) e em 2008 (216) instituições de ensino superior particulares, públicas, tribunais de justiça, escolas de ensino fundamental e médio, empresas, ONGs, conselhos regionais, entre outros. São 216 instituições usuárias e parceiras que apostam e acreditam no trabalho desenvolvido pela PUCPR, consolidando cada vez mais a Rede Pergamum no cenário nacional, ampliando serviços e produtos de informação com qualidade.
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união de muito futuro :: Brapci ::

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IV) Bases de dados brasileiras e estrangeiras - Quais os entraves para a cria- ção de bases de dados brasileiras? O que se pode fazer para reduzir a rnultiplici- dade de protocolos de ac[r]

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