Top PDF A importância da literatura de fantasias na formação do leitor

A importância da literatura de fantasias na formação do leitor

A importância da literatura de fantasias na formação do leitor

Com o intuito final de evidenciar a importância da literatura de fantasias para o interesse pela leitura na etapa da formação do leitor e destacar como a literatura tem ativa participação em nosso cotidiano de diversas formas. Se destaca que a literatura de fantasias é algo que engrandece, que traz satisfação, que favorece a imaginação, que faz o leitor viajar, que produz novas informações, novas imagens na mente, que tende a criar seres humanos que pensem em sempre ajudar os que precisam, que estimula a curiosidade e que incentiva, instiga e impulsiona para cada vez querer ter mais conhecimento, com novos livros e com novas histórias.
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Revolução dos beatos, de Dias Gomes: a importância da literatura dramática na formação de um público leitor

Revolução dos beatos, de Dias Gomes: a importância da literatura dramática na formação de um público leitor

60 Como o texto dramático puro se compõe, em essência, de diálogos, faltando-lhe a moldura narrativa que situe os personagens no contexto ambiental ou lhes descreva o comportamento físico, aspecto, etc., ele deve ser caracterizado como extremamente omisso, de certo modo deficiente. Por isso necessita do palco para completar-se cenicamente. É o palco que o atualiza e o concretiza, assumindo de certa forma, através dos atores e cenários, as funções que na Épica são do narrador. Essa função se manifesta no texto dramático através das rubricas, rudimento narrativo que é inteiramente absorvido pelo palco. Fortes elementos coreográficos, pantomímicos e musicais, enquanto surgem no teatro declamado constituído pelo diálogo, afiguram-se por isso em certa medida como traços épicos-líricos, já que a cena se encarrega no caso de funções narrativas ou líricas, de comentário, acentuação ou descrição que não cabem no diálogo e que no romance ou epopeia iriam ser exercidas pelo narrador. O paradoxo da literatura dramática é que ela não se contenta em ser literatura, já que, sendo “incompleta”, exige a complementação cênica. (ROSENFELD, 1985, p. 35)
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A importância da literatura em língua espanhola na formação do aluno leitor

A importância da literatura em língua espanhola na formação do aluno leitor

Na maioria das escolas é comum estabelecer um espaço para a leitura, as quais são nomeados de sala de leitura ou biblioteca escola, todavia a escola vem destacando que a prática de muitas desses ambientes estão sendo usados inadequadamente, isso acontece nas escolas da rede pública como também na privada, fazendo das bibliotecas como apenas um deposito de livros, portando há aquelas que sabem conhecer o valor, fazendo o uso dos livros que lá contem, no ambiente escolar é necessário levar em conta também o estado da infraestrutura e materiais que a escola proporciona para o trabalho com a leitura, caso a escola não possuam desses aspectos que possam ajudar o trabalho do professor com a leitura, este auxilio na formação do aluno leitor será difícil, para que o processo do professor no desenvolvimento da leitura, é preciso levar em consideração um bom estado de onde possa trabalhar com a leitura de modo que haja eficácia neste processo.
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A FICÇÃO DE JOSÉ MAVIAEL MONTEIRO E SUA IMPORTÂNCIA NA FORMAÇÃO DO LEITOR LITERÁRIO INFANTOJUVENIL

A FICÇÃO DE JOSÉ MAVIAEL MONTEIRO E SUA IMPORTÂNCIA NA FORMAÇÃO DO LEITOR LITERÁRIO INFANTOJUVENIL

Nesse sentido, a importância da literatura, considerando o seu teor ficcional, estético/lúdico pressupõe certo grau de subjetividade que, por sua vez, pode dificultar o efetivo papel do texto enquanto ensino-aprendizagem mediante seus múltiplos temas. Assim sendo, o texto se estabelece pela inter-relação com o leitor e seu aspecto de fruição estética e realística. “Este se constitui, ao mesmo tempo, como uma unidade e como uma multiplicidade: a unidade do “todo organizado” e a multiplicidade das variáveis que são os diferentes reflexos das relações do leitor, ocupando os “brancos”, os vazios do texto” (FLORY, 1997, p. 33, aspas da autora). Conforme a estudiosa, O dialogismo discursivo corrobora na presença do “Outro” inserido/representado na fala do narrador e, por outro lado, as falas das personagens estabelecem a pluralidade e a relativização da obra literária e a “expectativa” do leitor. De tal modo, as obras literárias estabelecem-se, conforme entrecho: “Denominando a distância estética aquela que mede entre o horizonte de expectativa preexistente e a aparência de uma nova obra” (JAUSS, 1994, p. 31, aspas do autor). O não pragmatismo que envolve a questão literária pode, aparentemente, nos transmitir a mensagem de que o texto literário, voltado para o infantojuvenil, advém em certa frivolidade no exercício efetivo da informação que corrobora no processo de letramento, isto é, a princípio, pressupõe certas inadequações às suas realidades. E, por isso, deixa de ser um material primordial na prática de ensino-aprendizagem que, na maioria das vezes, é reduzido ao estudo das regras gramaticais, ou seja, conteúdo da língua portuguesa que, consequentemente, torna mínima a sua proposição de múltiplas temáticas. Essa hipótese redutora não contribui para a pluralidade cultural no âmbito da formação do leitor literário.
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A importância da leitura literária na formação do(a) leitor(a): um estudo introdutório

A importância da leitura literária na formação do(a) leitor(a): um estudo introdutório

Este trabalho de Conclusão de Curso versa sobre a leitura literária no contexto do ensino da Língua Portuguesa, no Ensino Fundamental II. A leitura exerce um papel fundamental na formação de leitores. Este estudo tem como objetivo estudar a importância da leitura literária nas salas de aulas e sua contribuição para a ampliação dos níveis de leitura, escrita, interpretação textual, bem como interesse para as obras literárias. Para tanto, realizamos uma pesquisa teórica, tendo como principais teóricos: Freire (1921), Todorov (1939), Zilberman (1988), Nunes (2014), Antunes (1937), entre outros. A pesquisa aponta para a importância da literatura, para a formação do leitor, os permitindo ter acesso a obras de valor literário que despertam o interesse e ampliam seus horizontes, formando-os e capacitando-os para a interpretação crítica da realizada, atuando na construção de sua cidadania ativa.
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A importância da leitura na educação do campo e a formação do leitor

A importância da leitura na educação do campo e a formação do leitor

Em muitos casos, o que leva o jovem a ler não é o fato de que ele reconhece a importância da leitura, e sim várias motivações e interesses que correspondem à sua personalidade e ao seu desenvolvimento intelectual, e ao ter esta percepção o professor tem a tarefa de treinar jovens leitores para que sejam bem sucedidos e para que possam chegar cada vez mais longe. Para Magda Soares (2007, p. 129), quando tentamos incutir no outro a paixão pela leitura, precisamos respeitar o momento em que esse outro se encontra em sua trajetória de amadurecimento literário, pois nem sempre o caminho são obras canônicas ou de alta literatura. Dito isso, podemos inferir que professor tem o papel de desempenhar um trabalho diário, de seguir apresentando ao educando obras cuja leitura faça sentido para ele, cujo significado seja capaz de permanecer pela vida inteira, obras que os façam pensar e experimentar atitudes mais positivas, transformando a leitura num processo criativo e interativo.
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Contação de história no ensino médio: leitura, oralidade e literatura na formação do sujeito leitor

Contação de história no ensino médio: leitura, oralidade e literatura na formação do sujeito leitor

Hoje, refletindo sobre minha trajetória profissional, percebo que a contação de histórias sempre foi uma atividade presente em vários momentos das aulas. Na época, de forma inconsciente, não tinha a noção da importância daquela hora da história, em que mudava o direcionamento da aula e proporcionava aprendizagens que ultrapassavam os conteúdos didáticos. Contudo, a prática de contação de histórias tornou-se mais intensa e sem tantas restrições, quando tive a oportunidade de trabalhar em outra instituição privada maior, onde a concepção de educação e leitura era mais moderna. Isso foi justamente quando passei a ministrar aulas nas classes de educação infantil.
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Práticas pedagógicas em literatura para a formação do aluno leitor

Práticas pedagógicas em literatura para a formação do aluno leitor

A iniciação do aluno na literatura deve ser defi nida de forma que este possa sentir-se envolvido no texto literário, com o mundo real em que esteja inserido. Para Todorov (2009), o texto literário deve ocupar o centro e não a periferia do processo educacional. Apesar de hoje já ter se tornado evidente a importância da leitura na escola, ainda é bem comum observarmos crianças que frequentam escolas de ensino regular da rede pública afi rmarem não gostar de ler, isso se torna mais refl exivo quando se trata do ensino da literatura, o que nos leva a refl etirmos sobre qual caminho deve ser percorrido para que essa realidade mude de contexto. Assim, ainda Todorov (2009, p. 26-27), enfoca que o ensino da literatura aborda que:
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Escola e formação de leitor: o lugar da literatura infantil

Escola e formação de leitor: o lugar da literatura infantil

A linguagem focalizada sob a perspectiva dos gêneros textuais se apresenta como matéria suscetível a classificação. Dessa forma textos e discursos podem ser identificados de acordo com os usos e as funções que eles ganham nas situações comunicativas. Praticamente todos os gêneros literários podem ser utilizados para incentivar e aprimorar o processo de alfabetização da criança sabe que não há varinhas de cordão em que a função de resolver todos os problemas de leitura da escola brasileira. A literatura infantil que hoje se publica para criança tem fontes variadas da tradição literárias, que se atualizam criativamente a cada geração de leitores daí a importância de identifica-las. Os nomes das obras literárias são algumas das formas de classificar as histórias.
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A importância da literatura na formação da criança

A importância da literatura na formação da criança

Resumo: O presente trabalho visa analisar a importância do ensino de literatura na Educação Infantil e no Ensino Fundamental a partir de uma reflexão acerca das propostas estabelecidas pelo MEC e dos estudos de pensadores da educação. É a partir das primeiras idades que se pode formar o hábito de leitura e de apreciação de histórias diversas. Portanto, o trabalho do professor é essencial nessa etapa de ensino. Ele deve agir como leitor, ouvinte, inspirador e participante, estando aberto ao diálogo e à diversidade de alunos e de experiências trazidas pelos mesmos. A literatura, em sua diversidade, tem o papel essencial de ampliar os mundos da criança oportunizando novas aprendizagens através da imaginação, da ação, do diálogo, do conhecimento e da arte. Além disso, é preciso questionar o papel das novas tecnologias com relação à literatura, sobretudo, quando se sabe que a leitura literária demanda tempo, fato que se opõe à velocidade típica exigida pelos meios eletrônicos. Negar o mundo da literatura é negar a própria existência do ser. Eis, portanto, o papel relevante do envolvimento de todos em prol do incentivo à literatura e à leitura.
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Ensino de literatura e a formação do leitor literário na escola: dos primeiros passos à vida

Ensino de literatura e a formação do leitor literário na escola: dos primeiros passos à vida

literário, no espaço institucional escolar. Essa formação no nosso contexto de ex-colônia significa passos necessários ainda à descolonização. Sabemos que a presença da Literatura no espaço do Ensino Fundamental não está garantida pela instituição de uma disciplina específica, ficando, assim, sob a responsabilidade dos professores a decisão de incluí-la, ou não, no reportório de leitura dos alunos. O texto literário, por ser de natureza aberta, é um dos modos mais eficazes de confrontar o aluno com as múltiplas possibilidades de manipulação da linguagem. A escola historicamente foi usada como canal para manter muitos dos princípios da colonização ativos e em ação na nossa sociedade, contribuindo para a manutenção da estratificação social e a elitização do aprendizado das habilidades de leitura e escrita. Frente a essa realidade procuramos expor a importância da mediação do professor no processo de leitura do texto literário como uma via privilegiada para a descolonização. Desse modo, a alfabetização precisa ir além da decodificação proficiente dos signos linguísticos e promover o entendimento de que a simbolização feita pela linguagem é um processo manipulável. Nesse sentido, o texto literário é o meio mais produtivo e um excelente caminho para mostrar isso aos estudantes, pela sua natureza artística e lúdica.
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A importância da literatura infantil na formação de alunos leitores

A importância da literatura infantil na formação de alunos leitores

A contação de histórias auxilia na formação humana e, portanto, tem que ser valorizada e desenvolvida na sala de aula a fim de desenvolver a imaginação, a memória, a atenção, a linguagem, o gosto pela leitura e outras habilidades. Propicia também a criança inúmeras possibilidades de se desenvolver, promovendo a interação e a oportunidade que muitas crianças têm de ter contatos com livros. E quanto mais cedo a criança tiver contato com os livros e perceber o prazer que a leitura produz, maior será a probabilidade de ela tornar – se um adulto leitor. A leitura de histórias é um momento em que as crianças podem conhecer a forma de viver, pensar, agir e o universo de valores, costumes e comportamentos de outras culturas.
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Ler histórias na educação infantil: a literatura na formação do leitor

Ler histórias na educação infantil: a literatura na formação do leitor

Além disso, jamais o (a) professor (a) deverá ir para a sala de aula sem conhecer, isto é, sem ter lido a história que irá ler ou contar para as crianças. Daí ser importante que o(a) professor(a) esteja familiarizado (a) com a história, para que não se cometam “erros” significativos durante a leitura, tais como o de gaguejar ao se deparar com palavras que não fazem parte do seu vocabulário, errar as pontuações, fragmentando o parágrafo, errar o nome do personagem ou mesmo perder o fôlego dando, prematuramente, um ponto final, quando a história ainda teria continuidade. Mas não é só na gramática que os erros podem acontecer. Esses “deslizes” podem se relacionar à própria compreensão/interpretação por parte do(a) professor(a) e é por isso mesmo que Abramovich (1989) ressalta a importância do(a) professor(a) conhecer a história a ser lida, para que não haja surpresas desagradáveis também com relação ao conteúdo, evitando a transmissão de suas opiniões pessoais diante das relações entre personagens, as quais podem passar ao ouvinte sentimentos como irritação, preconceito, fragilidade, entre outros.
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A importância dos contos de fadas para a formação de um leitor crítico

A importância dos contos de fadas para a formação de um leitor crítico

Os contos de fadas são enriquecedores, não só como uma forma de literatura, mas como obras de arte integralmente compreensíveis para a criança, como nenhuma outra forma de arte é. Como sucede com toda grande arte, o significado mais profundo do conto de fadas será diferente para cada pessoas, e diferente para a mesma pessoa em vários momentos de sua vida. A criança extrairá significados diferentes do mesmo conto de fadas, dependendo de seus interesses e necessidades do momento. Tendo oportunidades, voltará ao mesmo conto quando estiver pronta a ampliar os velhos significados ou substituí-los por novos (BETTELHEIM, 2005, p. 21- 22).
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As estratégias de leitura e a literatura infantil: possibilidades na formação do leitor autônomo

As estratégias de leitura e a literatura infantil: possibilidades na formação do leitor autônomo

A inferência ocorre frequentemente em nosso cotidiano e é fundamental para nos ajudar a ler nas entrelinhas, pois precisamos compreender aquilo que não foi escrito explicitamente. Os leitores inferem ativando seus conhecimentos prévios e os relacionando com pistas deixadas no texto. Nesse processo, é de fundamental importância que o professor ajude a criança a aprender a relacionar o que sabe com o que está lendo, “com a intenção de que os alunos infiram, os professores devem ensiná-los a como agir durante a leitura. Devem mostrar a eles as dicas que cada texto possui e ensiná-los a como combiná-las com seu conhecimento prévio para fazer inferências adequadas” (GIROTTO; SOUZA 2010, p. 76).
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A arte de usar as palavras: a literatura infantil e juvenil na formação social do leitor

A arte de usar as palavras: a literatura infantil e juvenil na formação social do leitor

Este trabalho apresenta e analisa os resultados da Pesquisa A Arte de Usar as Palavras: Literatura Infanto e Juvenil na Formação Social do leitor, que teve como objetivo avaliar a influência dos gêneros textuais literários na formação do leitor a partir do viés social. A pesquisa foi realizada em uma turma de 7º ano, da Escola Estadual José Joaquim, localizada no município de Coronel Ezequiel no estado do Rio Grande do Norte. Busca refletir sobre a formação do leitor literário no ambiente escolar e sobre a importância da literatura na formação do indivíduo, partindo-se do pressuposto de que a literatura, por meio da leitura dos textos literários (COSSON, 2007) possibilita ao sujeito a construção da sua identidade e o humaniza. Destaca também o valor da participação de pais, professores e escola no processo de letramento literário. O presente trabalho tem como base alguns estudiosos que discutem questões relacionadas à importância da formação do leitor e do letramento literário, entre eles: Cosson (2007), Zilberman e Lajolo (1998), Custódio (2007) e sobre o prazer em ler, destaca-se como um dos suportes Roland Barthes (2013). No momento da leitura dos textos em sala de aula, foi verificada a viabilidade da estratégia utilizada pelo professor para que a identificação dos alunos com os textos fosse construída de forma relevante, bem como quais os efeitos que a leitura oral expressiva do professor mediador auxilia na motivação e aprendizado dos alunos, como também, quais conhecimentos prévios os discentes têm da leitura literária. Dessa forma, busca permitir aos alunos a constituição da sua identidade leitora e o desenvolvimento de sua competência comunicativa, possibilitando-os agir e pensar de forma autônoma. Espera-se que os resultados decorrentes desta pesquisa possam contribuir para a produção bibliográfica na área da temática ora trabalhada.
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As contribuições do computador para a formação do leitor literário: uma chave para o ensino de literatura na escola

As contribuições do computador para a formação do leitor literário: uma chave para o ensino de literatura na escola

[...] a literatura que aparece nos livros apresenta uma particularidade resultante do formato desse objeto: acolhendo a matéria da imaginação, estruturada em termos de narração da ação própria e alheia, ou desnudamento da interioridade do eu, ela suscita a participação, bem como a identificação com seres fictícios. A linearidade com que as palavras se apresentam é enganadora, porque, entre umas e outras, escondem-se lacunas, como se os espaços vazios não fossem visíveis a olho nu. O tecido literário é fino e delicado, mas não maciço: contém orifícios, mimetizando a porosidade constitutiva do papel, e por essa superfície propensa à absorção do outro penetra o leitor. Livro e literatura constituem, por força da índole da escrita e da materialidade do papel, as duas faces de uma única moeda. A sobrevida do livro é a da literatura, no modo conforme se apresenta em nossos dias. Porque suscita a interferência do leitor, este também não a abandona. [...] talvez ainda tenhamos de aguardar mais tempo; enquanto isso, contentemo-nos em experimentar os espaços infindáveis oferecidos pelo texto escrito, em papel sensível, o que acolhe nossas disposições e fantasias.
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A importância da leitura deleite na formação do leitor: uma experiência com alunos do 1º ano do Ensino Fundamental

A importância da leitura deleite na formação do leitor: uma experiência com alunos do 1º ano do Ensino Fundamental

É a literatura, como linguagem e como instituição, que se confiam os diferentes imaginários, as diferentes sensibilidades, valores e comportamentos através dos quais uma sociedade expressa e discute, simbolicamente, seus impasses, seus desejos, suas utopias. Por isso a literatura é importante no currículo escolar: o cidadão, para exercer, plenamente sua cidadania, precisa apossar- se da linguagem literária, alfabetizar-se nela, tornar-se seu usuário competente, mesmo que nunca vá escrever um livro: mas porque precisa ler muitos. (LAJOLO 2008, p.106)
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A literatura infantil e sua contribuição para a formação do leitor

A literatura infantil e sua contribuição para a formação do leitor

A literatura infantil sempre foi uma temática na qual tinha interesse em estudar, já que vivenciava essa prática na minha sala de aula. Embora via a maioria de minhas colegas usarem como pretexto para estudar as áreas do conhecimento, como é o caso de português, história, geografia, matemática, ciências. Daí a necessidade de refletir criticamente a prática pedagógica da literatura infantil. Por isso este trabalho tem como objetivo geral investigar a prática da leitura literária/ literatura infantil com professores da educação infantil na cidade de Campina Grande a partir do contexto de sala de aula. E como objetivos específicos evidenciar a contribuição da literatura infantil para a formação do leitor voltada à formação e ao desenvolvimento da criança, os benefícios da leitura e seus aspectos metodológicos e emocionais. A leitura pelo simples prazer de ler possui um caráter construtor de conhecimentos e ampliador de horizontes no mundo letrado, compreende–se que a infância é o período onde a criança absorve mais informações e as guarda na mente, desse modo à leitura pode ser inserida no cotidiano da criança desde os seus primeiros anos de vida, sendo assim no decorrer de sua história a leitura estará presente ajudando na formação do cidadão critico e reflexivo. Na definição do percurso metodológico, optamos por uma pesquisa qualitativa do tipo etnográfico, envolvendo três professoras de escolas de Educação Infantil distintas, a partir de entrevista estruturada. Apoiamo-nos em autores, como Àries (1981); Coelho (1984); Soares (1999); Vargas (1993); e Lima (1996), entre outros. Conclui-se nesse trabalho que, a leitura está inserida no ambiente escolar, embora de forma didática e com uma proposta escolarizada em certos momentos, sufocando a leitura por prazer e distração. Em suma esse artigo vem esclarecer a importância que tem a leitura na formação de cidadãos críticos e reflexivos, envolvendo o indivíduo na magia e encantamento da leitura, escola e família precisam estar em sintonia para promover momentos de leitura para o ser em formação intelectual.
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Do mundo da literatura à formação do leitor: a contribuição da leitura de contos para se discutir o bullying na sala de aula

Do mundo da literatura à formação do leitor: a contribuição da leitura de contos para se discutir o bullying na sala de aula

(1996); Yunes (1995, 2003; 2010); Zilberman (1989; 2003; 2015); Olweus (2006); Avilés (2002, 2005, 2006; 2011); Salmivalli (1999); Jares (2002, 2004, 2007, 2008); Debarbieux (2002), dentre outros. Os resultados da análise revelam que a mediação pedagógica, construída com base em questionamentos, foi de suma importância para que os sujeitos passassem a agir ativamente nas sessões de leitura e construíssem relações entre a violência na ficção e os casos de bullying vivenciados no ambiente escolar. Igualmente, ficou evidente a identificação dos sujeitos com as personagens e com as situações ficcionais narradas, o que propiciou o desabrochar de sentimentos, como a empatia, ao encararem a violência sofrida pelas personagens. E foi justamente essa empatia que os conduziu, por vezes, a um julgamento para além da ficção, fazendo-os examinar os posicionamentos dos próprios colegas, o que revela a potencialidade do texto literário em suscitar a reflexão fora de suas páginas. Esse encontro, mediado, do leitor com o texto promoveu, assim, uma reflexão sobre o mundo circundante, levando os sujeitos a construírem relações com a realidade. Também se constatou que conhecimentos sobre o bullying foram construídos e evidenciados, desde as características que lhe são inerentes até as formas de combatê-lo na vida real. A interface literatura-bullying mostrou-se nas respostas dos sujeitos, que expuseram as relações construídas entre a violência narrada nas histórias e o bullying. Constatou-se, por fim, que a literatura – por sua natureza humanizadora, formadora e emancipadora – contribui para que, por meio da discussão, se possa refletir e desenvolver novos olhares sobre a violência entre pares.
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