Top PDF A PRÉ-HISTÓRIA DO CONCEITO DE INCONSCIENTE

A PRÉ-HISTÓRIA DO CONCEITO DE INCONSCIENTE

A PRÉ-HISTÓRIA DO CONCEITO DE INCONSCIENTE

ram o trauma, tiveram a representação de que 'o braço estava sendo esmagado'. O texto deveria concluir que há neuroses representativas e não neuroses traumáti- cas. O m[r]

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O inconsciente sócio-histórico: aproximações de um conceito.

O inconsciente sócio-histórico: aproximações de um conceito.

Um dos eixos centrais da Psicologia Sócio-histórica é o conceito de consciência. Entretanto, o psiquismo não pode ser igualado à consciência. Partindo dos pressupostos de Vigotsky, bem como de colaboradores e estudiosos de sua obra, analisamos como o inconsciente aparece dentro dessa vertente teórica e encontramos uma construção fundamentalmente diferente daquela usualmente presente na Psicologia. Percebemos o Inconsciente como uma construção cultural, resultado da organização da sociedade e, simultaneamente, social e individual. Ele só pode ser tomado como em constante relação com a consciência e caracteriza-se pela ausência de sentido e signiicado. É potencialmente consciente, o que se dá por meio da catarse; e assim como a consciência ele se manifesta nas ações dos indivíduos, caracterizando um comportamento desorientado, fragmentado, desconexo e de alguma forma limitante.
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A gênese do conceito freudiano de inconsciente.

A gênese do conceito freudiano de inconsciente.

Se queremos de fato estimar o papel da concepção de Freud sobre a relação mente-cérebro na gênese do conceito psicana- lítico de inconsciente, devemos relacionar essa concepção com sua teoria da consciência. Se a consciência inclui a percepção GHSURFHVVRVSVtTXLFRVTXHFRUUHVSRQGHPDSURFHVVRVQHXUR¿- VLROyJLFRVHQWmRHVVHVSURFHVVRVQHXUR¿VLROyJLFRVGHYHPSRGHU dar conta da complexidade dos processos psíquicos percebidos pela consciência. Isso quer dizer que categorias psicológicas de- ULYDGDVGDFRQVFLrQFLDGHVLPHVPR GHVHMRDIHWRSHQVDPHQWR etc.) devem ser, numa certa medida, aceitas e não consideradas FRPRSXUDPHQWHLOXVyULDVHTXHVHGHYHVXSRUTXHRVSURFHV- VRVQHXUR¿VLROyJLFRVTXHVmRVHXIXQGDPHQWRGHYDPSRVVXLU PHFDQLVPRVGHXPDFRPSOH[LGDGHVX¿FLHQWHSDUDMXVWL¿FiODV mesmo se essa complexidade ultrapassa largamente o que é FRQKHFLGRSHODQHXUR¿VLRORJLDGHVHXWHPSR 3ULPHLURSDVVR inferencial descrito acima).
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Implicações do Conceito de Inconsciente para a Pedagogia

Implicações do Conceito de Inconsciente para a Pedagogia

O argumento de Clot é que Vygotski, para abordar a consciência, parte do conceito de inconsciente, por isso resiste a uma psicologia ortopédica e elabora a condição de a psicologia cognitiva tornar-se social, sendo que tor- nar-se mais e mais social, que não significa deixar de ser cognitiva, significa tornar-se mais subjetiva. Realça que, para Vygotski, a introdução do incons- ciente em psicologia representou uma virada e, ao desenvolver esse argumen- to, retoma o termo inconsciente com a seguinte expressão: “esta idéia de energia potencial” (CLOT, 2006, p. 21). A partir daí ele propõe uma releitura do que seja a zona de desenvolvimento proximal, conceituação vygotskiana que, se- gundo ele, acabou sendo tomada numa “engenharia didática [, numa] prescri- ção comportamental [, e não numa] possibilidade de inventar situações, nas quais o sujeito pode criar suas atividades psicológicas” (CLOT, 2006, p. 22). Sustenta-se, com essa argumentação, a passagem necessária de Piaget a Vygotski, ou seja, a “prioridade da aprendizagem e do ensino sobre o de- senvolvimento” (CLOT, 2006, p. 22). Sustenta-se também que a psicologia mentalista e individual é posta em questão a partir da formulação de uma “externalização do desenvolvimento no social” (CLOT, 2006, p. 23), o que tem a ver com o papel atribuído por Vygotski à linguagem. Clot considera, inclusive, que, com Vygotski, a lingugem encontra na psicologia o lugar que merece, pois passa não mais a exprimir pensamento, e sim a realizá-lo. A partir daí ele chega à distinção entre apropriação e internalização, defen- dendo a idéia de que, em Vygotsky, temos “um verdadeiro processo de apro- priação da palavra, [ou seja, um processo de] reconversão dos artefatos em instrumentos”, um processo de recriação (CLOT, 2006, p. 24). Segundo ele seria um processo, ao mesmo tempo, de objetivação do pensamento e de subjetivação da palavra.
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As elaborações freudianas em torno da histeria: elementos para a constituição do conceito de inconsciente

As elaborações freudianas em torno da histeria: elementos para a constituição do conceito de inconsciente

Pode-se constatar que o conceito de inconsciente, enquanto parte ou aspecto do psíquico, não era completamente estranho na cultura européia do século XIX. Em outras palavras, Freud não foi, de modo algum, o inventor ou descobridor direto do conceito de inconsciente. Ao contrário, a atmosfera intelectual da época, que imediatamente precedeu o surgimento da Psicanálise, permitia uma leitura das inúmeras atividades que ocorriam sem a consciência do sujeito, pelo menos em um sentido direto. Isto é possível exemplificar com a conhecida metáfora que compara a mente a um iceberg: a consciência consistiria na parte que fica acima da superfície, e um componente inconsciente, na parte submersa, constituída por conteúdos escondidos, porém, atuantes na vida consciente. No entanto, não havia uma abordagem coerente para explicar a estrutura, o papel funcional ou a operação do inconsciente ou, mesmo, a modalidade de sua relação com a consciência no esquema geral da vida psíquica de uma pessoa. Não havia consenso na comunidade intelectual com respeito à natureza do inconsciente nem ao seu lugar em relação à consciência. Freud formulou uma estrutura teórica pertinente a essa situação, por meio da qual, pela primeira vez, tornou-se possível a construção de hipóteses para responder a cada uma dessas questões. Este é o sentido que permite afirmar que Freud foi o pioneiro da sistematização do conceito de inconsciente.
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Marx e os escafandristas. A pré-história do conceito de subsunção do trabalho ao capital — Outubro Revista

Marx e os escafandristas. A pré-história do conceito de subsunção do trabalho ao capital — Outubro Revista

Este não é o ponto de chegada de Marx, mas seu ponto de partida, reformulando (ou revolucionando) esta concepção quando desenvolve a noção de mais-valia e, portanto, compreendendo que [r]

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Pré-história de um conceito: o mito de Europa

Pré-história de um conceito: o mito de Europa

Novamente, são as terras figuradas na forma de mulheres em disputa e as séries de raptos de figuras femininas que aparecem para delinear uma ordem e uma continuidade na construção da ide[r]

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Performance, corpo e inconsciente

Performance, corpo e inconsciente

Stevens fez uso do seu conceito de “doença criativa” relacionado com o seu relato de Jung. Existe um Institut Henri Ellenberger em Paris, que assim foi nomeado em sua honra. Ellenberger tem sido caracterizado como um dos investigadores independentes e interdisciplinares mais influentes no estudo do pensamento psiquiátrico. A sua carreira única e independente implicou uma moderação e revisão da importância das teorias freudianas, tornando-o, às vezes, uma figura isolada, especialmente com o regresso de uma psiquiatria mais ligada à biologia no final do século XX. A sua própria crença na importância central na realidade do inconsciente nunca se alterou mas, no entanto, mesmo com o desaparecimento do seu sonho de uma síntese que “faria justiça às exigências rigorosas da psicologia experimental e às realidades psíquicas vivenciadas pelos exploradores do inconsciente”. Ellenberger tem também sido criticado por modelar a sua imagem das origens da psiquiatria no confronto do Iluminismo com o estudo da Demonologia e no triunfo da razão iluminada sobre a cegueira da fé.
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O inconsciente se lê e se escreve como um poema: condições poéticas do inconsciente psíquico.

O inconsciente se lê e se escreve como um poema: condições poéticas do inconsciente psíquico.

implanta num corpo já existente) suas concepções mais originais. De fato, a concepção freudiana da arte e da poesia vem da mesma poética e da mesma estética que a dos românticos. Retomo aqui uma tese de J. Rancière, sustentada numa obra intitulada “O inconsciente estético”. O que descobre Rancière é que a estética não é uma disciplina particular, como se tende a crer quando se afirma que Baumgarten cria a estética como disciplina, mas ela é muito mais um campo de percepção, é um espaço de percepção possível onde a arte pode se perceber e se conceber. Esse campo é a condição a priori para a apreensão da arte como arte. Ora, tal campo distingue-se de outro campo, de outros campos possíveis. As descobertas freudianas, na medida em que se apóiam sobre a arte e sobre a poesia, participam desta concepção. Como se pôde chegar a suturar a noção de inconsciente à de poesia? Muito bem, formularei a hipótese seguinte, inspirada nas teses de J. Rancière que acabo de evocar: se o Inconsciente tem uma relação privilegiada com a poesia, é que a descoberta do conceito do Inconsciente fez-se e foi explorada num mesmo campo teórico unificado, um campo onde a poesia era concebida segundo termos e axiomas semelhantes. E direi que uma boa parte dos problemas e dos sucessos da psicanálise, como psicanálise "extraclínica" (extramuros), provêm dessa pertença. Eu diria igualmente que a concepção inconsciente por nós comumente usada não é possível senão a partir dos termos de uma poética, da poética cujos traços estão firmemente delineados na obra de Giambattista Vico (1668-1744), que vou explicar em seguida.
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Conceito mente e corpo através da História.

Conceito mente e corpo através da História.

Seguindo-se a evolução da área da psicossomática, observa-se o mais significativo desenvolvimento em 1952, com a publicação de Franz Alexander, propondo que fatores psicológicos causavam ou predispunham a vários estados patológicos. O psicanalista Alexander (1989) fez a distinção entre a conversão clássica e o que ele chamou de neurose orgânica, que seria um distúrbio da função orgânica, controlado fisiologicamente pelo sistema nervoso autônomo. Ele pensava que Groddeck e outros pesquisadores haviam atribuído valor excessivo ao aspecto psicológico e ignorado os mecanismos fisiológicos autônomos que controlam as expressões de emoção do corpo que responde a um estímulo estressor. O Grupo de Chicago, liderado por Alexander, centrava-se na gênese inconsciente das enfermidades, abrangendo a investigação de doenças como úlcera péptica, colite ulcerativa, neurodermatite, artrite reumatóide, hipertensão arterial e tireotoxicose. Isso resultou na formulação da hipótese da especificidade psicossomática, segundo a qual haveria o pareamento de conflitos específicos, no sentido psicanalítico do termo, com algumas modificações fisiológicas (Haynal, 1998). Ao revisarmos a história da psicossomática é necessário ressaltar a importância de Sifneos (Sifneos 1996), que observou uma marcada dificuldade de alguns pacientes psicossomáticos ao descrever seus sentimentos, e em 1972 cunhou o termo alexitimia para descrever esta característica. A etimologia desta palavra mostra que é composta pelos étimos “a” (privação), “lex“ (leitura) e ”timos“ (emoções). Épinay (1998) salienta a contribuição dos psicanalistas da Escola Psicossomática de Paris Marty, M’Uzan e David, os quais fortaleceram a postura da introdução do conceito de “pensee operatore”, que equivale ao de alexitimia. Zimermann (1996) cita que, segundo estes autores, a doença resulta de uma falha na organização do indivíduo, de um ataque desorganizador interno ou externo e de um poder variável de reorganização. Ramos (1994) coloca que a psicanálise francesa classifica os pacientes portadores de distúrbios
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A arquitetura e o inconsciente.

A arquitetura e o inconsciente.

O psicanalista inglês D.W. Winnicott argumentou que cada mãe supre seu filho com um determinado ambiente. No começo é um “ambiente acolhedor”, uma vez que se é literalmente contido e toda a circulação é feita via o self da mãe e seus objetos substitutos (um andador, um carrinho de brinquedo, um berço etc). Estes sustentam nossas primitivas necessidades de continência, pois passamos nossos primeiros nove meses no útero materno. Em seu ensaio “Berlin Walls”, Winnicott discute amplamente o conceito de provisão ambiental e seu efeito sobre o desenvolvimento das pessoas. “Os processos maturacionais herdados no indivíduo são potenciais, e necessitam, para a sua realização, de um ambiente facilitador de um certo tipo e grau.” Boston, Los Angeles e Jersey City são ambientes facilitadores, pois direcionam seus habitantes por caminhos diferentes. Uma das tarefas maternas, argumentou Winnicott, seria apresentar objetos para seu filho. Isto seria algo como uma arte. Se a mãe impõe um novo objeto sobre a criança, esta inevitavelmente se afasta. No entanto, se ela tolera que a criança passe por “um período de hesitação”, durante o qual se afasta presumivelmente desinteressada, a criança logo retorna com interesse e desejo maiores em direção ao novo objeto. Da mesma forma, as cidades estão continuamente presenteando seus habitantes com novos objetos e novo espaço de planificação. As propostas circulam na imprensa, constituindo, desta forma, um importante elemento psíquico na relação da população com o novo. Vários projetos para a celebração do Milênio na Grã-Bretanha, por exemplo, circularam alguns anos atrás, evocando quase que uma oposição universal. Em parte porque qualquer suposto gasto público, com coisas que pareciam uma aventura frívola, era objetável. Em parte, porque o local era desagradável – um espaço portuário muito feio e desolado, numa zona industrial. Seria como colocar em primeiro plano Jersey City em vez de Londres, para os londrinos. Necessitava-se de tempo para que a idéia pudesse se tornar palatável (uma metáfora de paladar). É bastante interessante ver que o gigantesco objeto que os ingleses selecionariam, representava um corpo de mulher tendo seu filho ao lado. Para visitar esse objeto por dentro, tanto os próprios ingleses, como os visitantes estrangeiros fizeram filas. Visitam o próprio país, ao escalar uma mulher. É diferente, por exemplo, da Statue of Liberty – onde se sobe até o topo – objeto fálico por excelência – a English Woman tem as mãos estendidas para trás, e a entrada é por cima do quadril. Do lado interno do corpo, nos órgãos internos, entre outras coisas, haverá exposições.
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A realização imaginária do desejo inconsciente num grupo terapêutico de crianças em idade pré-escolar.

A realização imaginária do desejo inconsciente num grupo terapêutico de crianças em idade pré-escolar.

A leitura criteriosa dos textos freudianos Projeto para uma psicologia científica (FREUD, 1895/1987) e Interpretação dos sonhos (FREUD, 1900/1987) leva-nos a constatar a importância capital que o conceito de desejo inconsciente alcança no pensa- mento de Freud, tanto durante o desenvolvimento de sua primeira teoria do aparelho psíquico, como no restante de sua obra (GAY, 1999; VALLS, 1995). Ele acreditava que todas as ações do ser humano seriam, de alguma maneira, influenciadas pelos desejos inconscientes. Para ele, uma das saídas encontradas pelo psiquismo para atingir tal objetivo seria a produção de alucinações visando reencontrar uma vivência de satisfação experimentada pelo sujeito durante os primeiros anos de vida.
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Estudo do conceito pré-numérico : classificação múltipla em contexto de pré-escolar

Estudo do conceito pré-numérico : classificação múltipla em contexto de pré-escolar

Neste grupo existem duas crianças que apresentam NEE (Necessidades Educativas Especiais), uma delas apresenta alguns fenómenos de substituição inconsciente e omissão de fonemas. Verificam-se dificuldades na articulação de palavras simples, mesmo por repetição. Encontra-se ao nível da holófrase, isto é, utiliza uma palavra para significar uma frase, para comunicar aponta, usa gestos e vocaliza. Tem como diagnóstico terapêutico uma perturbação fonético-fonológica associada a um atraso da linguagem. Como refere-se Bautista (1993), “trata-se de crianças cujo processo de aquisição e desenvolvimento da linguagem não se realiza segundo as etapas consideradas “normais” que é costume estabelecer para determinar os marcos do desenvolvimento linguístico infantil” (p. 91).
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O inconsciente além da Psicanálise

O inconsciente além da Psicanálise

Resumo: Buscamos demonstrar neste arƟ go a existência de uma vasta história do incons- ciente que não inclui as produções psicanalíƟ cas. Apontamos algumas das formas como ele foi tratado na fi losofi a, na obra dos fi lósofos Leibniz, Kant, Hegel, Herbart, Schelling, Hegel e Schopenhauer; na Psicologia Experimental, a parƟ r dos trabalhos de Fechner, Wundt e Pavlov; e também em autores posteriores ao início da psicanálise, mas que não usam os pressupostos dela, tais como Vigotski, BakhƟ n, e na Psicologia CogniƟ va. Com isso, esperamos ter contribuído para a desmisƟ fi cação de que um conceito pertence ex- clusivamente a uma teoria e que a história do inconsciente é muito anterior e mais vasta do que a história da Psicanálise, e igualar os dois é o mesmo que ignorar uma série de contribuições e avanços de outras áreas do conhecimento.
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Arqueologia, Pré-história, Psicanálise

Arqueologia, Pré-história, Psicanálise

Quando, ao fim de um processo mais ou menos longo, o paciente se aper- cebe de que não há nada de íntimo, ou de essencial em si, de nenhum segredo ou verdade intrínseca para perceber, de que é um ser desdobrado, cindido, castrado (simbolicamente), de que nunca irá poder (nem tal teria sentido, seria a morte) unir as duas realidades que o constituem, a consciente e a inconsciente, de que o que procurava já é, uma pura narrativa sem archè nem sentido último, então esse é o momento em que a análise, bem sucedida, termina. Processo indivi- dual, singular, aventura arriscada a dois, mas cuja “saída” se encontra do lado do sujeito, do “paciente”, tal processo é o contrário da decifração de sintomas pelo médico e da receita de medicamentos para controlo do “doente” – muito embo- ra, admita-se, este tipo de ação se torne necessário, claro, em situações urgentes de psicoses graves que dificilmente a psicanálise resolverá, porque nesse caso o paciente não dispõe da estrutura psíquica indispensável à entrada num processo de transferência bem sucedido; mas essa questão ultrapassa-me totalmente, e não me interessa tanto, na medida em que o que me importa na psicanálise são as suas evidentes repercussões filosóficas. Embora esteja consciente de que a dialéctica análise-teoria em psicanálise é comparável à dialéctica arqueológica de prática de campo/interpretação.
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Transtorno disfórico pré-menstrual revisão: conceito, história, epidemiologia e etiologia.

Transtorno disfórico pré-menstrual revisão: conceito, história, epidemiologia e etiologia.

Grande número de estudos tem sido dedicado à relação entre neurotransmissores e hormônios gonadais femininos na explicação do aparecimento e do padrão de sintomas da disforia pré-menstrual. A serotonina tem sido o alvo predileto dos estudos em função da semelhança dos sintomas do TDPM com os quadros depressivos. Entretanto, as evidencias apontam para mecanismos múltiplos envolvidos nesse transtorno, e diversos sintomas assemelham-se não apenas a quadros depressivos, mas também a quadros compulsivos e mesmo psicóticos. O envolvimento de outros neuro- transmissores e seus receptores, como a dopamina, é objeto de pesquisas recentes, visto que sintomas como alterações do humor, déficit de atenção, incoordenação motora, desânimo, descontrole do peso corporal, do tamanho e do número de refeições são mediados pela sinalização dopaminérgica em modelo animal, corres- pondendo a queixas importantes das mulheres com TDPM (Vallone, 2002).
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Origem e história do conceito de escolas eficazes

Origem e história do conceito de escolas eficazes

Desta forma, a eficácia não seria definida apenas pelo efeito produzido pela escola, face à imprecisão do efeito da escola para todos os alunos. Assim, surgiu uma terceira geração de estudos so- bre isso, representada pelos estudos de Sammons et al (1995 apud BROOKE; SOARES, 2008), conceituando: “Eficácia não é um termo neutro. Definir a eficácia de uma determinada escola sempre re- quer escolhas entre diferentes valores e que o critério de eficácia seja assunto de debate político” (FIRESTONE, 1991 apud SAM- MONS, 1995, p. 342), ampliando assim o conceito de eficácia e, com a anuência desses estudos, definiu onze características presentes nas escolas eficazes.
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O desenvolvimento do conceito de probabilidade em pré-adolescentes e adolescentes

O desenvolvimento do conceito de probabilidade em pré-adolescentes e adolescentes

IVETTE NOGUEIRA (ISOP /FGV) e MARIA LUCIA REMBO~-JSKI (UFRGS) que contribuiram com especial estimulo e valiosas idéias du- rante toda a fase de realizacão deste tr[r]

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O conceito stalinista de História no interior do marxismo

O conceito stalinista de História no interior do marxismo

O projeto visa à digitalização, catalogação e disponibilização online das monografias dos discentes do Curso de História da UFU que fazem parte do acervo do Centro de Documentação e Pesquisa em História do Instituto de História da Universidade Federal de Uberlândia (CDHIS/INHIS/UFU).

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Saúde coletiva: história de uma idéia e de um conceito.

Saúde coletiva: história de uma idéia e de um conceito.

No ideário nacional, e até com certa precedência em relação às discussões internacionais, pois já em 1970 estabelecia intensa discussão sobre os caminhos da Medicina Preventiva, existi[r]

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