Top PDF A qualidade da prestação de serviços frente ao código de defesa do consumidor

A qualidade da prestação de serviços frente ao código de defesa do consumidor

A qualidade da prestação de serviços frente ao código de defesa do consumidor

O presente trabalho procura analisar o instituto da qualidade dos serviços frente ao Código de Defesa do Consumidor, traçando, de uma forma geral, as principais características deste, uma vez que assume um papel de grande importância no que cerne às necessidades do mercado brasileiro, dando ênfase ao direito do consumidor, como preceito constitucional. Ao mesmo tempo, procura analisar cada requisito necessário para sua utilização, bem como as condições e procedimentos por meio de um estudo aprofundado que desperta maiores discussões na prática e na teoria, sempre adotando uma posição que se reputasse a mais próxima do convencimento da autora deste trabalho. O estudo do bem da qualidade em serviços
Mostrar mais

62 Ler mais

A responsabilidade civil do estado e a aplicação do Código de Defesa do Consumidor na prestação de serviços públicos

A responsabilidade civil do estado e a aplicação do Código de Defesa do Consumidor na prestação de serviços públicos

Assim não há que se falar, por exemplo, se a tarifa de determinado serviço público é mais cara do que a exata contraprestação do consumidor, situação que não caracteriza a abusividade desta nos termos do CDC, pois a tarifa em certos casos possui efeitos de subsídio interno ou cruzado, ou seja, visa a própria tarifa custear a expansão dos serviços em atendimento, atendendo ao princípio da modicidade das tarifas, e também financiar pelos usuários efetivos a entrada dos usuários em potencial. Também funciona em um sistema de lógica solidária para custear pelo mesmo preço, alguns serviços diferenciados, a exemplos das tarifas de ônibus com percursos diferentes. Outrossim, têm o efeito transgeracional, que visa garantir a manutenção e a expansão do serviço às próximas gerações.
Mostrar mais

32 Ler mais

Aplicação do código de defesa do consumidor  às instituições bancárias brasileiras

Aplicação do código de defesa do consumidor às instituições bancárias brasileiras

a) o CDC “não se aplica às operações de produção, poupança e investimento”, bem como “à captação de recursos pelas instituições financeiras, sob qualquer forma”; b) o CDC também “não se aplica às operações de empréstimo e outras análogas realizadas pelos bancos, pois o dinheiro e o crédito não constituem produtos adquiridos ou usados pelo destinatário final, sendo, ao contrário, instrumentos ou meios de pagamento, que circulam na sociedade e em relação aos quais não há destinatário final”; c) “Nos casos de crédito ao consumidor, nos quais a instituição financeira é interveniente ou participante, em virtude da concessão de crédito vinculado à compra de bem ou à prestação do serviço, poder-se-á entender que cabe aplicar o disposto no art. 52 da Lei, o mesmo não ocorrendo na hipótese de crédito livre ou desvinculado, e não se lhe aplicando, de modo algum, as demais disposições da lei do consumidor” 121 .
Mostrar mais

186 Ler mais

A Nova Responsabilidade Civil dos Estabelecimentos Privados de Ensino Frente ao Código de Defesa do Consumidor Brasileiro

A Nova Responsabilidade Civil dos Estabelecimentos Privados de Ensino Frente ao Código de Defesa do Consumidor Brasileiro

É com base nessa dicotomia que a doutrina divide a responsabilidade civil em contratual e extracontratual, isto é, de acordo com a qualidade da violação. Se preexiste um vínculo obrigacional, e o dever de indenizar é consequência do inadimplemento, temos a responsabilidade contratual, também chamada de ilícito contratual ou relativo; se esse dever surge em virtude de lesão a direito subjetivo, sem que entre o ofensor e a vítima preexista qualquer relação jurídica que o possibilite, temos a responsabilidade extracontratual, também chamada de ilícito aquiliano ou absoluto (CAVALIERI FILHO, 2009, p. 15). Com o mesmo pensamento, Pablo Stolze Gagliano e Rodolfo Pamplona Filho (2006, p. 17) destacam que “tradicionalmente, o nosso Direito Positivo adotou essa classificação bipartida, consagrando regras específicas para as duas espécies de responsabilidade, com características próprias [...]”. Explica Rodrigues (2003, p. 9) sobre ambas:
Mostrar mais

10 Ler mais

A responsabilidade civil do fabricante no código de defesa so consumidor

A responsabilidade civil do fabricante no código de defesa so consumidor

Coosumidoc que em cada caso se 1fI1ha p::r:feitamente delimitado o perfil que distingue a segurança da qualidade do produto (Direito do Coosumidocn° 5, p. No que tan[r]

77 Ler mais

A INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

A INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

Revista do CEJUR/TJSC: Prestação Jurisdicional, v. IV, n. 01, p.135-150, dez. 2016 147 Assim sendo, somente quando há espera por tempo excessivo resta caracterizada a falha na prestação do serviço a dar ensejo a reparação por danos morais. Nestes casos, o dano é considerado, não sendo necessária prova do in re ipsa prejuízo, uma vez que é decorrente do próprio fato. Tal modalidade de dano encontra certa divergência na jurisprudência, vide que muitos juízes não concedem a indenização por dano moral na simples ocorrência de uma das situações elencadas pelos tribunais superiores, mas também analisam a existência de um efetivo prejuízo ao consumidor para que seja caracterizado o dano moral.
Mostrar mais

16 Ler mais

O CONTRATO DE FRANQUIA E A APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

O CONTRATO DE FRANQUIA E A APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

Não há como se esquecer, todavia, que para o consumidor o franqueado nada mais é do que uma extensão do franqueador. Não é com aquele que o consumidor procurou contratar, não foram seus serviços que procurou adquirir, mas sim os serviços oferecidos por este através de sua cadeia de franquias. Muitas vezes o consumidor sequer sabe que está a tratar com uma franquia ou uma filial – e é essa a grande vantagem desse tipo de negócio: fazer parecer, aos olhos dos consumidores, que se trata de uma única empresa, desempenhando sempre aquela conhecida atividade com aquela qualidade também já conhecida.
Mostrar mais

18 Ler mais

O Código de Defesa do Consumidor e o vício no produto e no serviço: Direitos Básicos

O Código de Defesa do Consumidor e o vício no produto e no serviço: Direitos Básicos

O referido artigo trata dos vícios de qualidade, ou seja, aqueles que tornam os produtos inadequados ao consumo ou que lhes diminuem o valor. Especificamente em relação à substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso, produto da “mesma espécie” seria aquele que reúne características idênticas ao produto viciado, ou seja, da mesma marca, modelo, potência, cor, configuração, entre outros aspectos. Ao comentar o dispositivo, Luiz Antônio Rizzato Nunes (2009) afirma que o mais adequado seria um produto da mesma espécie, marca ou modelo, tendo em vista que esta é a intenção da norma, entretanto não sendo possível a troca por produto idêntico, o CDC permite, conforme estabelece o parágrafo 4º do mesmo artigo, que seja efetuada a substituição por produto diverso, desde que haja complementação ou restituição de eventual diferença de preço.
Mostrar mais

23 Ler mais

Aplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor aos serviços públicos remunerados mediante tarifa ou preço público Florianópolis 2012

Aplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor aos serviços públicos remunerados mediante tarifa ou preço público Florianópolis 2012

Os primeiros (serviços gerais) são prestados de acordo com as conveniências e possibilidades administrativas e, desse modo, não têm os indivíduos direito subjetivo próprio para sua obtenção, muito embora possam suas associações mostrar à Administração a necessidade de serem atendidos. Os serviços singulares, ao revés, criam direito subjetivo quando o indivíduo se mostra em condições técnicas de recebê-los. Se o serviço é prestado a outro que esteja na mesma situação jurídica, pode o interessado pleitear que a prestação também o alcance. A não ser assim, vulnerável estaria o princípio da impessoalidade (art. 37, CF) 47 . Ocorrendo a vulneração, poderá o prejudicado recorrer à via judicial para reconhecimento de seu direito. 48
Mostrar mais

96 Ler mais

As cláusulas abusivas nos contratos de adesão ante o Código de Defesa do Consumidor

As cláusulas abusivas nos contratos de adesão ante o Código de Defesa do Consumidor

O Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90) regulamenta, nos arts. 30 a 35, a proposta nos contratos que envolvem relação de consumo. Preceituam eles que dever ser séria, clara e precisa, além de definitiva, como também o exige o Código Civil. Entretanto, no primeiro, a oferta é mais ampla, pois normalmente dirige-se a pessoas indeterminadas. No tocante aos efeitos, também diferem: no regime do Código Civil, a recusa indevida de dar cumprimento à proposta resolve-se em perdas e danos; no Código de Defesa do Consumidor, dá ensejo à execução específica (arts. 35, I, e 84, § 1º), consistindo opção exclusiva do consumidor a resolução em perdas e danos. Além de poder preferir a execução específica (CDC, art. 35, I), o consumidor pode optar por, em seu lugar, “aceitar outro produto ou prestação de serviço equivalente” (II) ou, ainda, por “rescindir o contrato, com direito à restituição de quantia eventualmente antecipada, monetariamente atualizada, e a perdas e danos” (III). O art. 34, por sua vez, estabelece solidariedade entre o fornecedor e seus prepostos ou representantes autônomos. 40
Mostrar mais

72 Ler mais

RECLAMAÇÕES E CONHECIMENTO DO CONSUMIDOR VIRTUAL À LUZ DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO

RECLAMAÇÕES E CONHECIMENTO DO CONSUMIDOR VIRTUAL À LUZ DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO

2.2 INSATISFAÇÃO E RECLAMAÇÕES Inicialmente, o conceito de satisfação foi tratado exclusivamente como um tipo de atitu- de (DAY, 1984). Depois, passou a ser reconhe- cida pela comparação entre o nível de desem- penho percebido pelo consumidor e a qualidade ou outros efeitos utilizados como parâmetros (OLIVER; WESTBROOK, 1991). Engel, Bla- ckwell e Miniard (1993) corroboraram afirman- do que a satisfação é uma avaliação feita após o consumo de um produto ou serviço, que supera ou, pelo menos, alcança as expectativas do con- sumidor. Para Smith e Bolton (2002), esta ava- liação é cognitiva, porém detém traços afetivos e emocionais. Hor-Meyll et al. (2012) conclui dizendo que as expectativas do consumidor so- bre o desempenho do produto ou serviço antes de sua aquisição são um dos elementos essen- ciais para o julgamento da satisfação.
Mostrar mais

15 Ler mais

O DISCURSO PRINCIPIOLÓGICO DO CÓDIGO BRASILEIRO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

O DISCURSO PRINCIPIOLÓGICO DO CÓDIGO BRASILEIRO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

A concentração do capital em grandes permitiu uma produção em mas- sa, que não poderia jamais ser dirigida a pessoas individualizadas. Era preci- so, através de mecanismos de publicidade e marketing, induzir o consumidor a necessidades artificiais. Para cercear o acesso às informações de produtos e serviços - qualidade, quantidade, especificidade e preço - foi criado o contrato de adesão, com evidente prejuízo aos vulneráveis consumidores. Essa situação de flagrante desequilíbrio entre os agentes econômicos do mercado de consumo tornou imperiosa a pronta ingerência estatal, mormente pela via legislativa, de sorte a relativizar os princípios da autonomia da vontade, da obrigatoriedade do contrato e da igualdade formal.
Mostrar mais

14 Ler mais

A IMPORTÂNCIA CONSTITUCIONAL DO DIREITO DO CONSUMIDOR E A SUA RELAÇÃO COM A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS

A IMPORTÂNCIA CONSTITUCIONAL DO DIREITO DO CONSUMIDOR E A SUA RELAÇÃO COM A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS

Diante desse quadro, como estabelecer a diferença entre o usuário e o consumidor do serviço público? A resposta se inicia com o esclarecimento das espécies de remuneração des- sas atividades. Os serviços públicos podem ser remunerados por taxa ou tarifa, os remunera- dos por taxas encerram, na verdade, uma relação tributária, em que o contribuinte é submetido ao poder de império do Estado, que terá o condão de determinar a conduta do particular. Já os serviços remunerados por tarifas se referem a relações de consumo, baseados na liberdade e na vontade de contratar. A legislação aplicada neste caso será sempre o Código de Defesa do Consumidor .
Mostrar mais

16 Ler mais

Código de Defesa Consumidor

Código de Defesa Consumidor

VIII - colocar, no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes ou, se normas específicas não existirem, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ou outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro); IX - recusar a venda de bens ou a prestação de serviços, diretamente a quem se disponha a adquiri-los mediante pronto pagamento, ressalvados os casos de intermediação regulados em leis especiais; (Redação dada pela Lei nº 8.884, de 11.6.1994)
Mostrar mais

30 Ler mais

ÔNUS DA PROVA NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR MESTRADO EM DIREITO

ÔNUS DA PROVA NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR MESTRADO EM DIREITO

CONTRADITÓRIO E À AMPLA DEFESA. MATÉRIA INFRACONSTITUCIONAL. COMPETÊNCIA DO RELATOR. ART. 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. ACÓRDÃO RECORRIDO DISPONIBILIZADO EM 17.6.2010. O art. 557, caput, do Código de Processo Civil, prevê: “O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior.” O acórdão recorrido não divergiu da jurisprudência firmada no âmbito desta Corte, no sentido de que a afronta aos princípios do devido processo legal, da ampla defesa e do contraditório, dos limites da coisa julgada e da prestação jurisdicional, quando depende, para ser reconhecida como tal, da análise de normas infraconstitucionais, configura apenas ofensa indireta ou reflexa à Constituição da República. As razões do agravo regimental não são aptas a infirmar os fundamentos que lastrearam a decisão agravada, mormente no que se refere ao âmbito infraconstitucional do debate e análise da moldura fática constante no acórdão de origem, a inviabilizar o trânsito do recurso extraordinário. Agravo regimental conhecido e não provido. (STF ARE nº 732.478/MT, Primeira turma, Rel. Min. Rosa Weber, DJe 09/04/2014).
Mostrar mais

146 Ler mais

A Evolução da Regulamentação do Recall Previsto no Código de Defesa do Consumidor

A Evolução da Regulamentação do Recall Previsto no Código de Defesa do Consumidor

necessidades dos consumidores, o respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria da sua qualidade de vida, bem como a transparência e harmonia das relações de consumo, atendidos os seguintes princípios: (Redação dada pela Lei nº 9.008, de 21.3.1995): I - reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo; II - ação governamental no sentido de proteger efetivamente o consumidor: a) por iniciativa direta; b) por incentivos à criação e desenvolvimento de associações representativas; c) pela presença do Estado no mercado de consumo; d) pela garantia dos produtos e serviços com padrões adequados de qualidade, segurança, durabilidade e desempenho. III - harmonização dos interesses dos participantes das relações de consumo e compatibilização da proteção do consumidor com a necessidade de desenvolvimento econômico e tecnológico, de modo a viabilizar os princípios nos quais se funda a ordem econômica (art. 170, da Constituição Federal), sempre com base na boa-fé e equilíbrio nas relações entre consumidores e fornecedores; IV - educação e informação de fornecedores e consumidores, quanto aos seus direitos e deveres, com vistas à melhoria do mercado de consumo; V - incentivo à criação pelos fornecedores de meios eficientes de controle de qualidade e segurança de produtos e serviços, assim como de mecanismos alternativos de solução de conflitos de consumo; VI - coibição e repressão eficientes de todos os abusos praticados no mercado de consumo, inclusive a concorrência desleal e utilização indevida de inventos e criações industriais das marcas e nomes comerciais e signos distintivos, que possam causar prejuízos aos consumidores; VII - racionalização e melhoria dos serviços públicos; VIII - estudo constante das modificações do mercado de consumo.
Mostrar mais

116 Ler mais

do Estado pelos serviços públicos de saúde em face do código de defesa do consumidor

do Estado pelos serviços públicos de saúde em face do código de defesa do consumidor

1. que o ato lesivo seja praticado por agente de pessoa jurídica de direito público (que são as mencionadas no art. 41 do Código Civil) ou pessoa jurídica de direito privado prestadora de serviço público [...]; 2. que as entidades de direito privado prestem serviço público, o que exclui as entidades da administração indireta que executem atividade econômica de natureza privada; as que prestam serviço público respondem objetivamente, nos termos do dispositivo constitucional, quando causem dano decorrente da prestação de serviço público [...]; 3. que seja causado dano a terceiros, em decorrência da prestação de serviço público [...]; 4. que o dano seja causado por agente das aludidas pessoas jurídicas, o que abrange todas as categorias, de agentes políticos, administrativos ou particulares em colaboração com a Administração, sem interessar o título sob o qual prestam o serviço; 5. que o agente, ao causar o dano, aja nessa qualidade; não basta ter a qualidade de agente público, pois, ainda que o seja, não acarretará a responsabilidade estatal se, ao causar o dano, não estiver agindo no exercício de suas funções. (DI PIETRO, 2014, p. 722-723)
Mostrar mais

48 Ler mais

A Boa-Fé no Código Civil e no Código de Defesa do Consumidor

A Boa-Fé no Código Civil e no Código de Defesa do Consumidor

Pela proteção do dever de informação, há uma imposição moral e jurídica a obrigação de comunicar a outra parte todas as características e circunstâncias do negócio, o que consiste em imperativo de lealdade entre os contratantes. É dever que abrange tanto os contratos civis, como os de consumo, durante toda a negociação, em especial na fase pré-contratual, momento em que as informações são fundamentais para a decisão do contratante. Mas este dever permanece ainda durante a execução do pactuado e até mesmo após o cumprimento da prestação. 8 Nalin (2000) contesta este entendimento alegando que o Standard, baseado no bom pai de família é de origem européia, não se adequando à realidade
Mostrar mais

8 Ler mais

Aplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor aos contratos de locação de imóveis urbanos

Aplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor aos contratos de locação de imóveis urbanos

Para tanto, é necessário, de início, que o locatário enquadre-se na definição consumidor padrão do CDC, que é, conforme o artigo 2° desta Lei, “toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final”. Deste modo, percebe-se que: 1) tanto os locatários que sejam pessoas naturais, quanto os que sejam pessoas jurídicas podem alcançar o status de consumidores; e 2) no entanto, a subsunção destes sujeitos na definição de consumidor não esta vinculada estritamente à aquisição de uma prestação ou de um bem consumo, pois até mesmo aquele que meramente utiliza um produto ou serviço, desde como destinatário final, é reconhecido como consumidor no âmbito do CDC (MIRAGEM, 2013, p.136)
Mostrar mais

88 Ler mais

A Eficácia do Código de Defesa do Consumidor em Face do Tratamento Diferenciado aos Consumidores na Fase Pós-Venda, por Parte dos Serviços de Atendimento ao Consumidor.

A Eficácia do Código de Defesa do Consumidor em Face do Tratamento Diferenciado aos Consumidores na Fase Pós-Venda, por Parte dos Serviços de Atendimento ao Consumidor.

Art. 18 Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consu- mo a que se destinam ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade, com as indicações constantes do recipiente, da embalagem, rotulagem ou mensagem publicitá- ria, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, podendo o consumidor exigir a substituição das partes viciadas. (grifo nosso) Art. 20 O fornecedor de serviços responde pelos vícios de qualida- de que os tornem impróprios ao consumo ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade com as indica- ções constantes da oferta ou mensagem publicitária [...]. (BRASIL, 1990, art. 18 e 20, grifo nosso)
Mostrar mais

18 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados