Top PDF A queima na indústria de cerâmica vermelha em estados do nordeste brasileiro

A queima na indústria de cerâmica vermelha em estados do nordeste brasileiro

A queima na indústria de cerâmica vermelha em estados do nordeste brasileiro

A combustão vem sendo estudada desde o dia que o homem descobriu o fogo há muitos séculos atrás. Sabemos que para ocorrer à combustão é necessário que exista o combustível o comburente e uma centelha. É importantíssimo termos uma quantidade correta de combustível e de comburente que pode ser o ar, para termos uma excelente combustão. O avanço tecnológico vem dando ao homem condições de dosar a mistura ar combustível e termos o consumo de combustível correto na combustão sem termo perdas com excesso de combustível na câmara de combustão, onde podemos citar como exemplo os motores de combustão interna que queimam como combustível gasolina, álcool gás natural. O presente trabalho faz uma análise da queima, ou seja, como ocorre a combustão em algumas indústrias de cerâmica vermelha que produzem telhas, blocos cerâmicos de vedação e estrutural etc.; onde se analisou a fumaça expelida pelas chaminés dos fornos e a eficiência térmica de alguns fornos nos estados do Ceará e no Rio Grande do Norte.
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Briquetes de resíduos ligno-celulósicos como potencial energético para a queima de blocos cerâmicos : aplicação em uma indústria de cerâmica vermelha que a bastece o Distrito Federal

Briquetes de resíduos ligno-celulósicos como potencial energético para a queima de blocos cerâmicos : aplicação em uma indústria de cerâmica vermelha que a bastece o Distrito Federal

Segundo Goldemberg (2003), a queima da lenha, do bagaço da cana e outros resíduos da biomassa é utilizada em muitos países, mais particularmente nos Estados Unidos, gerando mais de 8.000 MW de eletricidade anualmente. No entanto, Mello (2001) afirma que o emprego de biomassa para geração de energia tem ocorrido apenas em locais onde existem restrições do fornecimento convencional de energia elétrica e onde há abundância de matérias- primas. Este autor admitiu que nas últimas décadas, para gerar energia em sistemas de maior potencial, a biomassa teve seu uso limitado à utilização da lenha, carvão vegetal e bagaço da cana, não existindo solução dominante para geração de eletricidade a partir da biomassa.
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A secagem na indústria de cerâmica vermelha nos estados do Rio Grande do Norte e do Ceará

A secagem na indústria de cerâmica vermelha nos estados do Rio Grande do Norte e do Ceará

Sendo uma das etapas fundamentais durante a fabricação de cerâmica vermelha, o processo de secagem nem sempre é feito de maneira adequada a ponto de evitar perdas. É comum nesta fase , quando mal feita, ocorrerem defeitos nos materiais cerâmicos que são perceptíveis somente depois da queima. Um deles, por exemplo, são as trincas que quando ocorrem, comprometem definitivamente a integridade do material (Novacer, 2012).

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A indústria da cerâmica vermelha e os índices de extremos climáticos para os estados do Rio Grande do Norte e Paraíba

A indústria da cerâmica vermelha e os índices de extremos climáticos para os estados do Rio Grande do Norte e Paraíba

Em suma, o Brasil tem se acentuado na indústria de cerâmica vermelha, tendo a região Nordeste participação representativa no cenário nacional, assim como os Estados do Rio Grande do Norte e da Paraíba no cenário regional. No entanto, neste setor, os processos fundamentais para produção estabelecem contato direto com o espaço físico em que a cerâmica está inserida, modificando assim o meio ambiente e, por consequência, seus elementos meteorológicos. Para a obtenção da matéria-prima argilosa, por exemplo, ocorre modificação e desgaste do solo. Após esse processo de extração, a etapa seguinte deveria ser a recuperação da área degradada pela atividade de extração por meio da recomposição da morfologia do terreno. Esse estágio, no entanto, tem sido outorgado para segundo plano pela maioria dos empreendedores, visto que demandaria mais tempo para a produção do material cerâmico (MELO e MOTA, 2011).
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O uso do mapeamento de processos para proposições de melhorias em uma indústria de cerâmica vermelha em Russas-CE

O uso do mapeamento de processos para proposições de melhorias em uma indústria de cerâmica vermelha em Russas-CE

O município de Russas, no Baixo Jaguaribe, concentra aproximadamente 140 empresas ceramistas, sendo o principal polo produtor de telha colonial do estado, atendendo os estados do Norte e Nordeste (FREITAS, 2016). O desenvolvimento dos polos de cerâmica vermelha contribui para o comércio, somente em 2013, foi movimentado cerca de 47 milhões de reais, valor considerado para economia local, influenciando o desenvolvimento econômico local. A arrecadação tributária também é alta e proporciona as finanças públicas condições de promover o desenvolvimento da cidade. No entanto, a cidade carece de políticas e normas que gerem responsabilidades aos agentes públicos e econômicos que operam no setor (NETO, 2016).
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O circuito espacial da indústria de cerâmica vermelha no seridó potiguar

O circuito espacial da indústria de cerâmica vermelha no seridó potiguar

Esta pesquisa tem como universo empírico, o território produtor de cerâmica vermelha no Seridó potiguar. Nos últimos anos esse território passou por um processo de apropriação que tem alterado substancialmente a dinâmica social e ambiental do lugar. No Seridó, a indústria de cerâmica vermelha tem se concentrado em algumas áreas, sobretudo, nos municípios de Parelhas e Carnaúba dos Dantas. Nesta perspectiva, o objetivo desse trabalho consiste em analisar o uso do território pela indústria de cerâmica vermelha e as transformações ocorridas com a expansão no número de indústrias e no aumento da produtividade, o que requer maiores quantidades de argila e de lenha, recursos escassos no referido território. Em decorrência desse processo, a alternativa encontrada tem sido adquirir os insumos em outros municípios do Rio Grande do Norte, como também em municípios paraibanos. Para alcançar o objetivo proposto, o encaminhamento metodológico envolveu pesquisa bibliográfica e empírica, considerando a espacialização que essa atividade abrange no território seridoense. A partir das informações obtidas durante a pesquisa pode-se afirmar que os insumos para a realização da produção na indústria de cerâmica vermelha são adquiridos no seu entorno geográfico. A análise das etapas do circuito de produção (aquisição da matéria-prima, produção e comercialização) mostrou que esta atividade atua numa área contínua, tendo como principal mercado consumidor os demais estados do Nordeste e o estado do Pará. O presente estudo revelou ainda que a atividade ceramista configura-se como insustentável, haja vista a recorrência permanente à argila e à lenha, insumos escassos no território, cuja aquisição provoca uma série de problemas como o desmatamento e a erosão. Além disso, a venda dos solos férteis para as cerâmicas dificulta o seu aproveitamento pelos agricultores familiares, no desenvolvimento das atividades agropecuárias, que muitas vezes configura-se na principal atividade econômica da propriedade. A precariedade da atividade se revela nos constantes acidentes de trabalho, que na grande maioria, são negligenciados pelas autoridades locais, sem aplicação de nenhuma penalidade às empresas. Assim, a indústria de cerâmica vermelha no Seridó usa o território de forma seletiva e excludente, deixando sérias problemáticas ambientais, as quais podem comprometer a qualidade de vida das atuais e futuras gerações.
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Análise numérica e experimental de um secador contínuo tipo túnel utilizado na indústria de cerâmica vermelha

Análise numérica e experimental de um secador contínuo tipo túnel utilizado na indústria de cerâmica vermelha

Como o processo de fabricação dos produtos da indústria de cerâmica vermelha exige uma grande demanda energética, este trabalho visa à racionalização do consumo da energia empregada no processo de secagem, bem como o desenvolvimento de uma ferramenta computacional que auxilie na avaliação e no projeto de secadores. Com este objetivo, apresenta a elaboração de um programa de simulação computacional, em linguagem Fortran, e a utilização do mesmo nas simulações do comportamento térmico de um secador contínuo do tipo túnel. Paralelamente a esta atividade, foram realizadas medições em campo e testes de laboratório, de maneira a comparar os resultados do programa com dados experimentais. Deste modo tem-se como contribuição final a proposição de melhorias a serem implementadas no processo de secagem e nos secadores, visando um aumento da qualidade dos produtos, bem como uma redução no desperdício de energia.
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Estudo do comportamento térmico de um fornos intermitentes tipo paulistinha  utilizados na indústria de cerâmica vermelha

Estudo do comportamento térmico de um fornos intermitentes tipo paulistinha utilizados na indústria de cerâmica vermelha

A indústria de cerâmica vermelha possui grande representatividade na indústria de Santa Catarina, sendo responsável pela geração de um grande número de empregos. Entretanto, a falta de investimento tanto por parte do governo, quanto por parte dos empresários, estagnaram o desenvolvimento deste setor, que hoje se encontra cerca de 50 anos defasados em relação a países como Itália e Espanha. Devido a sua natureza, que necessita de calor para transformação do material, este setor apresenta grande dispêndio de energia térmica, proveniente da queima de materiais orgânicos. Atualmente a queima de produtos cerâmicos é realizada de forma contínua, semi-contínua ou intermitente. A eficiência obtida com os fornos intermitentes é muito baixa, consumindo em certos casos, cinco vezes mais energia do que os modernos fornos túneis. Apesar de sua baixa eficiência, os fornos intermitentes são encontrados com maior freqüência nas empresas de Santa Catarina. Porém a substituição dos fornos deverá ser feita ao longo do tempo, pelo alto custo dos fornos contínuos. Buscando melhor avaliar o comportamento dos fornos intermitentes durante o processo de queima, foram realizadas simulações numéricas utilizando um programa em linguagem Fortran (Simfint), desenvolvido durante o trabalho de conversão do forno, identificando as perdas presentes no processo. Para avaliar o comportamentos dos gases presentes no interior do forno foi utilizado o pacote computacional CFX 5, que utiliza ferramentas de CFD, fornecendo os campos de pressão e de velocidade no interior do forno. Tais dados foram comprovados experimentalmente a partir de um forno modelo já convertido ao gás natural. Ao Simfint, foram incluídas as equações referentes às perdas causadas pelas reações sofridas pelo material durante seu aquecimento e queima, assim modelando com maior fidelidade o fenômeno estudado. Com essas ferramentas, foram identificados os mecanismos de perdas de energia e possíveis melhorias do processo, apresentando uma alternativa viável para minimizar os problemas decorrentes do elevado consumo de energia.
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Levantamento das emissões atmosféricas da indústria da cerâmica vermelha no sul do estado de Santa Catarina, Brasil.

Levantamento das emissões atmosféricas da indústria da cerâmica vermelha no sul do estado de Santa Catarina, Brasil.

Na Ásia, onde 87% da produção mundial de tijolos se concentram [7] as emissões atmosféricas provenientes da produção de cerâmica vermelha são um dos fatores determinantes para a deterioração da qualidade do ar [8, 9]. Isso se deve principalmente ao tipo de combustível empregado na queima, à tecnologia dos fornos e ao não emprego de tecnologias para a o controle da poluição do ar. Alguns elementos em comum podem ser verificados entre a produção de cerâmica vermelha no sul asiático e em Santa Catarina como: produção artesanal, fornos com tecnologia defasada, problemas de gestão, informalidade e predominância de fábricas de pequeno porte. [10-14]. No sul de Santa Catarina (Fig. 1) há uma importante concentração de uma parcela do setor cerâmico, responsável pela produção de tijolos e telhas. O Ministério do Trabalho e Emprego, por meio da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), aponta 318 empresas do ramo nessa região (para o ano de 2013). A região sul desse estado é a segunda mesorregião do Brasil com maior quantidade de indústrias desse setor (perdendo apenas para a de Campinas, SP) [15]. Como comparação, na Itália são 238 fábricas do setor, 183 na Alemanha, 150 em Portugal, 136 na França e 134 no Reino Unido [5].
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Preferência do pulgãopreto por feijãodecorda coletado em estados do Nordeste brasileiro

Preferência do pulgãopreto por feijãodecorda coletado em estados do Nordeste brasileiro

O pulgão-preto destaca-se como uma das mais importantes pragas do feijão-de-corda, por causar danos diretos e indiretos às plantas. Uma medida de controle eficiente e de fácil emprego pelo produtor é a utilização de variedades resistentes, que têm a possibilidade de reduzir a infestação ou os danos causados por este inseto. Nesse sentido, esta pesquisa objetiva-se buscar novas fontes de resistência ao pulgão-preto e inferir que mecanismos de resistência poderiam estar envolvidos, em genótipos de feijão-de-corda preservados por agricultores, de duas regiões distintas do Estado do Ceará (região do Cariri e Vale do Curu) e em materiais coletados, dispersamente, por alguns estados do Nordeste. O experimento foi conduzido em telado na UFC-Fortaleza e no IFCE – Umirim, com delineamento em blocos ao acaso, com quatro repetições e setenta e um tratamentos, distribuídos em três ensaios, conforme a região de coleta. Para efeito de comparação, em cada ensaio, foram testados quatro genótipos padrões, com resistência conhecida. Para avaliar a resistência dos genótipos, as seguintes variáveis foram usadas: número de adultos vivos, número de ninfas vivas e Resistencia efetiva. Os resultados indicaram 10 genótipos altamente resistentes, – Rabo-de- tatu (CCE-115), Corujinha (CCE-055), Leandro-do-monte (CCE-112), Paulistinha (CCE- 068), Branco-do-marinheiro (CCE-078), Costela-de-vaca (CCE-046), Recife-marrom (CCE- 094), Rabo-de-peba (CCE-118), Moitinha (CCE-077) e Passo II (CCE-091), e que representam fonte de resistência ao pulgão-preto e podem ser utilizados para melhoramento genético do feijão-de-corda, em todo o mundo, através de retrocruzamentos. Ao final, verificou-se que , em todas as regiões estudadas, foram encontrados genótipos de feijão-de- corda resistentes ao Aphis craccivora e que, independentemente das regiões de coleta, existe diversidade genética. Os prováveis mecanismos de resistência envolvidos são antibiose e/ou antixenose para adultos e antibiose para ninfas.
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Análise dos gases poluentes liberados durante a queima de cerâmica vermelha incorporada com lodo de estação de tratamento de água.

Análise dos gases poluentes liberados durante a queima de cerâmica vermelha incorporada com lodo de estação de tratamento de água.

As massas cerâmicas incorporadas com resíduo poluente obrigatoriamente estão sujeitas à legislação ambiental. Uma grande preocupação é com relação às emissões gasosas durante a fabricação do produto cerâmico, especialmente durante a etapa de queima. As emissões gasosas podem causar impacto ambiental com o aumento significativo da poluição do ar. No presente trabalho foram analisadas as concentrações de CO 2 , CO e CH 4 . O monóxido de carbono é um gás mais leve do que o ar e altamente tóxico, que causa poluição do ar e efeitos severos a saúde humana. O dióxido de carbono constitui-se na atualidade uma grande preocupação da sociedade moderna, pois além de contribuir para a poluição do ar contribui, também, fortemente para o efeito estufa. O metano é um gás mais nocivo ao efeito estufa do que o dióxido de carbono.
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Estoque de energia da madeira de espécies florestais da Caatinga e análise técnica de sua utilização na queima de cerâmica vermelha

Estoque de energia da madeira de espécies florestais da Caatinga e análise técnica de sua utilização na queima de cerâmica vermelha

A localização das indústrias de cerâmica vermelha geralmente encontra-se disposta de maneira estratégica, uma vez que necessitam do fácil acesso às jazidas para extração da argila e próxima à oferta de lenha. Em geral, as empresas de cerâmica apresentam características de ser uma atividade regional, de composição familiar, de pequeno e médio porte, baixo custo de instalação e mercado instável (ASSUNÇÃO e SICSÚ, 2001). Além disso, no Rio Grande do Norte a principal fonte de energia utilizada por essas indústrias para realizar o processo de sinterização da massa cerâmica é a madeira, como também são empregados os fornos tipo caipira, caieira, abóbada, cedan etc. (SCHWOB et al., 2017).
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Análise das propriedades físicas das misturas cerâmicas utilizadas na indústria de cerâmica vermelha

Análise das propriedades físicas das misturas cerâmicas utilizadas na indústria de cerâmica vermelha

MONTEIRO (2007) esclarece que este forno opera de forma contínua sem interrupção, não há necessidade de aquecer os materiais que constituem o forno, no caso as alvenarias, pois como ele opera sem interrupção a carga térmica nunca resfria, com isso não precisa ser reaquecida. O forno é constituído por três zonas, aquecimento, queima e resfriamento. O primeiro que o material tem contato é com o aquecimento, em seguida ele vai para a queima, esta zona aproveita o ar quente oriundo do aquecimento e utiliza-o como ar de combustão, em seguida o material passa para o resfriamento, esta zona aproveita os gases da combustão provenientes da zona de queima e utiliza-o para retardar a redução de temperatura. Ainda de acordo com BAUER (1979), o ar que entra se movimenta contra o sentido do material, por isso há o resfriamento do material na saída e à medida que o ar vai avançando no sentido contrário, vai absorvendo calor, e quando chega ele está com energia térmica suficiente para auxiliar o pré-aquecimento do material que está entrando. A seção do forno é pequena para atenuar as perdas de calor e nas câmaras de fogo, em alguns casos são construídas muflas, para que a peça não entre em contato direto com as chamas, estas são produzidas a partir do óleo, porém há fornos alimentados a lenha, carvão, gás, eletricidade, etc. A desvantagem deste forno é o elevado investimento para sua instalação, e também, que só pode ser utilizado um tipo de material, pois ele é projetado com velocidade e poder de queima para um material específico, caso haja a necessidade de troca do material, o forno deverá ser projetado novamente.
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Ativo imobilizado: um estudo nos estados do nordeste brasileiro

Ativo imobilizado: um estudo nos estados do nordeste brasileiro

Esse estudo teve como objetivo geral verificar a contabilização nos Estados do Nordeste Brasileiro de seus ativos imobilizados após as disposições previstas pelas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público (NBCASP). Para tanto, foi realizada uma pesquisa exploratória, descritiva, qualitativa, a técnica de coleta de dados foi a documentação indireta através dos sites oficiais dos entes pesquisados por meio das Demonstrações Contábeis de cada Estado, no período de 2008 até 2013. Os resultados obtidos revelaram que os bens públicos são contabilizados separadamente por: móveis, imóveis, intangíveis e outros. Apenas os Estados do Maranhão, da Paraíba e do Piauí não demonstram bens intangíveis. Bahia, Pernambuco e Sergipe ainda registram outros tipos de imobilizado, sendo eles respectivamente: bens de natureza industrial, almoxarifado e concessão de empréstimos; almoxarifados e valores diferidos; almoxarifados e sistemas. Ressalta-se que nem todos os Estados possuem informações detalhadas e precisas sobre os seus bens e que ainda estão no processo de adaptação e aperfeiçoamento das novas normas contábeis. Por fim, foi possível, ainda, constatar o processo de depreciação, amortização e exaustão desses bens, não estão em conformidade em sua plenitude com a NBCASP. No intuito de ampliar o conhecimento acerca do tema proposto, sugere-se que pesquisas futuras aprofundem o tema.
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Mobilenha: aplicativo para cálculo estimativo de consumo de lenha e da produção na indústria de cerâmica vermelha

Mobilenha: aplicativo para cálculo estimativo de consumo de lenha e da produção na indústria de cerâmica vermelha

Dessa forma, a obtenção de um valor mais aproximado do volume real de madeira utilizada na queima da argila é de extrema importância para auxiliar no processo de tomada de decisão e garantir o manejo florestal sustentável (BINOTI et al., 2014). A partir disso o objetivo deste trabalho é, com base em dados disponíveis na literatura referente a espécies florestais da caatinga, o desenvolvimento de uma aplicação para dispositivos móveis que estime um valor mais aproximado da quantidade da lenha que será produzida e o valor em R$ aproximado do volume de madeira, disponibilizando para a indústria da cerâmica vermelha no RN acesso a estimativas mais reais do volume de lenha a ser utilizado como matéria-prima, disponibilizando um recurso para, por exemplo, o gerente operacional realizar os cálculos rapidamente.
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Caracterização de resíduos de estação de tratamento de água e estudo  de reaproveitamento na indústria de cerâmica vermelha

Caracterização de resíduos de estação de tratamento de água e estudo de reaproveitamento na indústria de cerâmica vermelha

O resíduo foi submetido aos seguintes ensaios: análise química, através dos resultados da fluorescência de raios - X e difração de raios X(DRX). Para realização destes experimentos foram confeccionados corpos de prova sinterizados em várias temperaturas, que foram caracterizados através dos ensaios cerâmicos de retração linear de queima, absorção de água, perda ao fogo, microscopia ótica, microdureza vickers e resistência à compressão. Os resultados obtidos pelas análises e ensaios indicam o grande potencial para reaproveitamento na indústria de tijolos cerâmicos, pois os corpos de prova apresentaram propriedades compatíveis, inclusive com valores de resistência à compressão superiores aos de blocos cerâmicos. Os melhores resultados foram obtidos nas sinterizações a 1.000ºC, com tratamento térmico anterior, em que se eliminou o material orgânico contido no lodo, demonstrando a necessidade de utilizar processos que retirem este constituinte do resíduo para otimizar suas propriedades.
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Análise regional do emprego nos estados do nordeste brasileiro  19952003

Análise regional do emprego nos estados do nordeste brasileiro 19952003

O estudo do comportamento setorial da mão-de-obra ocupada nos Estados do Nordeste procurou apontar aqueles que se mostraram mais dinâmicos, bem como aqueles menos dinâmicos, que necessitam de políticas públicas afim de poderem contribuir para o aumento da geração de empregos, tanto direta quanto indiretamente. Segundo Lima (1995), a economia nordestina exibe atualmente algumas áreas dinâmicas com potencialidade de diversificação que cabem ser reforçadas e exploradas. Por outro lado, a recuperação do crescimento econômico irá afetar também as áreas menos dinâmicas, criando condições para a expansão do mercado regional e de novos investimentos. Paralelamente aos pólos maiores, têm surgido na Região algumas áreas dinâmicas de menor dimensão, que estão localizadas em cidades de médio porte e que também precisam ser estimuladas, visto que apresentam significativo potencial de absorção de força de trabalho em pequenas empresas em áreas urbanas. Nesse caso também se inserem algumas áreas em que se têm desenvolvido atividades agropecuárias com base técnica evoluída, mas ainda localizadas, como é o caso do Agreste, cuja consolidação e expansão poderá contribuir com a criação de novos postos de trabalho.
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Preferência do pulgãopreto por feijãodecorda coletado em estados do Nordeste brasileiro

Preferência do pulgãopreto por feijãodecorda coletado em estados do Nordeste brasileiro

O pulgão-preto destaca-se como uma das mais importantes pragas do feijão-de-corda, por causar danos diretos e indiretos às plantas. Uma medida de controle eficiente e de fácil emprego pelo produtor é a utilização de variedades resistentes, que têm a possibilidade de reduzir a infestação ou os danos causados por este inseto. Nesse sentido, esta pesquisa objetiva-se buscar novas fontes de resistência ao pulgão-preto e inferir que mecanismos de resistência poderiam estar envolvidos, em genótipos de feijão-de-corda preservados por agricultores, de duas regiões distintas do Estado do Ceará (região do Cariri e Vale do Curu) e em materiais coletados, dispersamente, por alguns estados do Nordeste. O experimento foi conduzido em telado na UFC-Fortaleza e no IFCE – Umirim, com delineamento em blocos ao acaso, com quatro repetições e setenta e um tratamentos, distribuídos em três ensaios, conforme a região de coleta. Para efeito de comparação, em cada ensaio, foram testados quatro genótipos padrões, com resistência conhecida. Para avaliar a resistência dos genótipos, as seguintes variáveis foram usadas: número de adultos vivos, número de ninfas vivas e Resistencia efetiva. Os resultados indicaram 10 genótipos altamente resistentes, – Rabo-de- tatu (CCE-115), Corujinha (CCE-055), Leandro-do-monte (CCE-112), Paulistinha (CCE- 068), Branco-do-marinheiro (CCE-078), Costela-de-vaca (CCE-046), Recife-marrom (CCE- 094), Rabo-de-peba (CCE-118), Moitinha (CCE-077) e Passo II (CCE-091), e que representam fonte de resistência ao pulgão-preto e podem ser utilizados para melhoramento genético do feijão-de-corda, em todo o mundo, através de retrocruzamentos. Ao final, verificou-se que, em todas as regiões estudadas, foram encontrados genótipos de feijão-de- corda resistentes ao Aphis craccivora e que, independentemente das regiões de coleta, existe diversidade genética. Os prováveis mecanismos de resistência envolvidos são antibiose e/ou antixenose para adultos e antibiose para ninfas.
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INCORPORAÇÃO DE RESÍDUO DE QUARTZITOS EM CERÂMICA VERMELHA

INCORPORAÇÃO DE RESÍDUO DE QUARTZITOS EM CERÂMICA VERMELHA

HOLOS, Ano 28, Vol 6 176 A figura 7 apresenta as superfícies de fratura das cerâmicas, via difração de elétrons retro espalhados. Observam-se superfícies de fratura irregulares com elevada porosidade de textura bastante rugosa, evidenciando fratura do tipo intergranular. Tais irregularidades podem estar relacionadas com a baixa temperatura de sinterização, devido ao fornecimento de energia insuficiente para formação de fase líquida na cerâmica.

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Estudo de argilas usadas em cerâmica vermelha.

Estudo de argilas usadas em cerâmica vermelha.

O conhecimento de suas matérias-primas contribui diretamente para a melhora das propriedades do produto final e possibilita ao fabricante flexibilidade, redução de custos de produção e aumento no valor agregado de seu produto. Assim, o conhecimento das características das argilas não tem valor apenas acadêmico, mas também grande interesse comercial [12]. Essa preocupação com a adequada caracterização de argilas para aplicação em cerâmica vermelha e seu reflexo na produtividade e qualidade dos produtos finais se manifesta em todo o mundo [13-17], a cada dia de forma mais intensa. Assim, esse trabalho tem por objetivo a caracterização física e mineralógica de argilas utilizadas industrialmente para a produção de blocos cerâmicos, visando avaliar sua adequação a esse processo cerâmico.
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