Top PDF A terceirização da tecnologia da informação e o impacto na organização Y

A terceirização da tecnologia da informação e o impacto na organização Y

A terceirização da tecnologia da informação e o impacto na organização Y

“O objetivo futuro é permitir a escalabilidade: a empresa poder crescer sem se preocupar com a equipe de TI. “Conforme ela for crescendo eu vou ampliando o contrato terceirizado. É claro que tem que escolher um parceiro que nos dê a segurança e que também tenha como crescer juntamente com a organização, no mesmo ritmo de crescimento. E conforme você for crescendo serão agregados mais parceiros e pessoas, contratando mais serviços deles. O objetivo maior é você ter a escalabilidade, você poder crescer à vontade sem ter que se preocupar com a formação de pessoas de banco de dados ou um analista de suporte ou contratar, sendo serviço altamente vantajoso na situação atual. Permite que você, em sua estrutura que muda de pequeno para médio porte, precisa investir muito na sua equipe. Tendo esse contrato terceiro, consegue-se manter o serviço bom e adequado com o apoio desse seu parceiro terceirizado. ”
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O impacto do anúncio de terceirização em tecnologia de informação no valor de mercado das empresas : um estudo de eventos

O impacto do anúncio de terceirização em tecnologia de informação no valor de mercado das empresas : um estudo de eventos

Existem estudos recentes que visam analisar a relação entre terceirização e desempenho da empresa, entretanto, segundo Gilley e Rasheed (2000), apesar de vários autores já terem discutido a questão muitos deles suportam suas posições com evidências anedóticas e não científicas. No estudo desses dois autores, concluiu-se que enquanto não houve resultado direto significativo da terceirização no desempenho da empresa, tanto as estratégias das empresas como o dinamismo dos ambientes foram fatores relevantes na relação entre terceirização e desempenho. O resultado do estudo sugere que empresas que possuem uma estratégia de diferenciação através da inovação e também liderança em custos, conseguem usufruir melhores benefícios da terceirização. Além disso, também concluem que empresas que operam em ambientes relativamente estáveis aumentam seu desempenho através da terceirização.
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Um estudo sobre a gestão da terceirização de serviços de tecnologia da informação...

Um estudo sobre a gestão da terceirização de serviços de tecnologia da informação...

Incidente, Problema, Risco e Mudança – os incidentes ocorridos na prestação de serviços que devem ser monitorados e controlados constantemente; o gerenciamento dos problemas a fim de que os mesmos não ocorram e/ou minimizando o impacto daqueles que não pode ser impedidos; a identificação e gerenciamento dos riscos inerentes a cada etapa do processo de terceirização de serviços de TI que de alguma forma influenciam o atendimento dos objetivos e requisitos do cliente; e ainda, a transferência de recursos entre o tomador do serviço, ou seja, a organização contratante e o fornecedor de serviço (contratado), bem como os processos de mudança que devem ser gerenciados quando da entrega do serviço (GREAVER II, 1999; CORBETT, 2004; VAN GREMBERGEN; DE HAES; GULDENTOPS, 2004; BRAGG, 2006; HEFLEY; LOESCHE, 2006; SAAD, 2006; CARTLIDGE et al., 2007; ITGI, 2007; MANSUR, 2007; 2009; FERNANDES; ABREU, 2008).
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Os impactos da terceirização de serviços de tecnologia de informação na memória organizacional de instituições de ensino superior

Os impactos da terceirização de serviços de tecnologia de informação na memória organizacional de instituições de ensino superior

A Tecnologia de Informação (TI) tem assumido cada vez mais relevância na gestão de organizações de diversos portes e setores da economia. Uma das funções importantes da TI é a gestão do conhecimento, que está intimamente ligada à Memória das Organizações (MO). Usufruir dos serviços de TI por meio de recursos próprios, ou terceirizá-los é uma decisão de cada organização (PEREZ, 2006). Com esta pesquisa buscou-se analisar os possíveis impactos da Terceirização de Serviços de Tecnologia de Informação na Memória Organizacional de Instituições de Ensino Superior (IES). Para o alcance dessas informações, utilizou-se da pesquisa qualitativa de natureza exploratória, por intermédio de entrevistas realizadas com roteiro estruturado e previamente elaborado, com seis gestores de IES da área de tecnologia de informação e de áreas administrativas, que utilizam a TI, bem como, aqueles que tenham interagido com terceirização de serviços de TI. Inicialmente, realizou-se a revisão bibliografia já produzida envolvendo esses dois assuntos. Para análise dos dados coletados utilizou-se análise de conteúdo das entrevistas realizadas, mediante a pré-análise, codificação e sumarização dos conceitos e, finalmente, o desenvolvimento das categorias, conforme indicado por Bardin (2009). Como resultado pôde-se verificar que a terceirização de serviços de TI pode causar impactos ora positivos, ora negativos para a MO das IES, além de impactos na organização como um todo. Foi possível compreender o papel da TI e seu impacto na geração e retenção do conhecimento e da Memória das IES. Também ficou evidente a necessidade da gestão efetiva da terceirização de serviços TI, dadas as singularidades do ramo educacional, bem como a notória necessidade de geração, repasse e perpetuação da MO nas IES.
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Aprendizagem e competências em tecnologia da informação : análise de suas relações em organização bancária

Aprendizagem e competências em tecnologia da informação : análise de suas relações em organização bancária

Um aspecto que interfere no funcionamento do processo de codificação de conhecimentos é a maturação dos procedimentos da indústria financeira brasileira, que vêm sofrendo intensas transformações nas últimas décadas. A definição de metodologias de classificação do desempenho dos bancos em várias áreas, tais como risco, eficiência operacional e posição no mercado de clientes (ratings), e de limites de compartilhamento do risco, por exemplo, evoluiu com a própria indústria, principalmente sobre a pressão dos acordos de Basiléia 17 . Outra questão é a forma como a codificação de conhecimentos, representada por mapas de processos, pode afetar a socialização desses conhecimentos sobre gestão de processos, incluindo o universo de parceiros, fornecedores e clientes. Considerando a tendência de terceirização da gestão do caixa entre clientes corporativos, seria interessante analisar se isso terá algum impacto posterior na eficiência operacional, em primeiro lugar, da indústria financeira e, em segundo lugar, nos demais setores da economia.
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Análise da reengenharia e terceirização dos processos ligados à tecnologia da informação: o caso Fiat Programa IT Excellence

Análise da reengenharia e terceirização dos processos ligados à tecnologia da informação: o caso Fiat Programa IT Excellence

As empresas devem conhecer as duas características básicas da tecnologia: volatilidade e impacto organizacional (Torquato e Silva, 2000). Para Davenport (1998), os avanços na TI criaram muitas possibilidades para que cada empresa transforme tecnologia em benefícios diretos. Castells (1999) inclui, entre as TI’s, o conjunto convergente de tecnologias em microeletrônica, computação (hardware e software) e telecomunicações. Davenport, Marchand e Dickson (2004), declaram que a obcecada procura das empresas por tecnologia pode estar gerando uma tendência à negligência da informação produzida. Abreu e Rezende (2001) mencionam que as empresas que conseguirem integrar estratégia e tecnologia estarão no caminho certo. Na visão de Albertin (2001), administradores têm procurado mais conhecimento do valor estratégico de TI e dos aspectos dos projetos dessa tecnologia. Para Rossetti (1997), a “revolução tecnológica modifica as relações da sociedade com quase tudo que a cerca. As empresas são obrigadas a entender as perspectivas criadas pela nova tecnologia, para explorá-la em benefício de sua maior competitividade”. Segundo Laurindo e Shimizu (1999), a eficácia, no tangente a sistemas de informação, consiste em desenvolver sistemas que melhor atendam as carências e necessidades dos usuários e dos negócios da empresa. Portanto, serão eficazes os sistemas que estivem alinhados com a estratégia da organização, que contribuam para o aperfeiçoamento e qualidade das atividades/funções dos usuários e/ou que tragam ganhos em competitividade e produtividade para a empresa.
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IMPACTO DOS INVESTIMENTOS EM TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO NO DESEMPENHO FINANCEIRO DAS INDÚSTRIAS BRASILEIRAS.

IMPACTO DOS INVESTIMENTOS EM TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO NO DESEMPENHO FINANCEIRO DAS INDÚSTRIAS BRASILEIRAS.

O efeito defasado (tardio), ou lag effect tem sido identificado por muitos estudos realizados na área de SI/TI, como assimetria entre investimento e retorno. O efeito tardio de determinados investimentos de TI no desempenho e em outros benefícios que lhe são conferidos ocorrem, em geral, devido à complexidade e à extensão da iniciativa de TI, tornando a avaliação desta com o desempenho da organização bem mais complicada e exigindo análises que considerem um espaço de tempo mais longo (HU; PLANT, 2001; DEVARAJ; KOHLI, 2003; LEE; KIM, 2006; SEDDON; CALVERT; YANG, 2010; MITHAS; TAFTI; BARDHAN; GOH, 2012).
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Impacto da geração Y nos processos de gestão de pessoas e na cultura organizacional: um estudo de caso em empresa de Tecnologia da Informação

Impacto da geração Y nos processos de gestão de pessoas e na cultura organizacional: um estudo de caso em empresa de Tecnologia da Informação

Atualmente, no mercado de trabalho, existe um misto de profissionais de gerações diferentes, o que atribui ao cenário empresarial mais uma variável a ser gerenciada. São elas: a geração “Baby Boomers”, nascidos entre 1940 e 1960, “Geração X”, nascidos entre 1960 e 1980, que, de modo geral, lideram e atuam profissionalmente em seu ápice e a “Geração Y”, nascidos entre 1980 e 1999, que começam a adentrar no mercado. A geração Y possui características bem diferentes das anteriores: buscam reconhecimento quase que imediato, visando crescimento rápido na empresa onde atuam; querem retorno constante sobre o seu desenvolvimento na empresa e flexibilidade nos horários de trabalhos, além de soluções imediatas. Essas, entre outras características tem causado certa apreensão nas organizações, devido ao fato de os departamentos de recursos humanos muitas vezes ainda não estarem preparados para gerir profissionais com esses aspectos.
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A influência do processo de terceirização de tecnologia da informação na utilização dos modelos de contratação de serviços: um estudo de casos múltiplos

A influência do processo de terceirização de tecnologia da informação na utilização dos modelos de contratação de serviços: um estudo de casos múltiplos

negociação, prestação de um serviço único e diferenciado, qualidade no serviço prestado, etc.), e este, por sua vez, também sofre pressões, sejam através de outros fornecedores, ou agentes que estejam interagindo em sua indústria (podendo ser a própria empresa contratante, nesse caso, atuando como compradora). Para que essas pressões sejam minimizadas, se faz necessário desenvolver estratégias que possam definir novos caminhos para que a organização seja mais eficaz e competitiva, de forma que ela responda com maior rapidez à essas pressões. Esse tipo de modelo (conhecido como modelo industrial) apresenta uma visão onde essas pressões são responsáveis pela modelagem do ambiente competitivo, e as organizações inseridas nesse ambiente precisam se adaptar à essas mudanças para que possam continuar competindo (HITT; IRELAND, HORSKSSON 2008). No entanto, a influência e o comportamento desses fornecedores de serviços poderão ser decisivos para que a empresa opte ou não por terceirizar um ou vários processos dentro de sua estrutura. Isso está relacionado ao modo de como a empresa desenvolve e utiliza seus recursos internos, bem como da dependência de alguns recursos que por ventura sejam difíceis ou inviáveis de se desenvolver internamente.
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Fatores críticos de sucesso para terceirização de tecnologia da informação no setor público brasileiro

Fatores críticos de sucesso para terceirização de tecnologia da informação no setor público brasileiro

 ABNT NBR ISO/IEC 38500:2009 (N1). A norma da ABNT que trata de governança coorporativa, NBR ISO/IEC 38500:2009, estabelece que as aquisições de TI sejam feitas por razões válidas, com base em análise apropriada e contínua, com tomada de decisão clara e transparente. Deve existir um equilíbrio apropriado entre benefícios, oportunidades, custos e riscos de curto e longo prazo (ISO, 2009).  Processo de contratação de serviços de TI para organizações públicas (N2). O PCSTI tem como objetivo compatibilizar o processo de aquisição de software e serviços correlatos com a legislação pública brasileira, sendo aplicável a qualquer organização pública nas esferas federal, estadual e municipal brasileira (CRUZ; ANDRADE; FIGUEIREDO, 2009).
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E-COMMERCE, TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO, O IMPACTO NAS  ORGANIZAÇÕES.

E-COMMERCE, TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO, O IMPACTO NAS ORGANIZAÇÕES.

Pode-se dizer que a gestão do conhecimento capacita com mais segurança e eficiência as tomadas de decisões, na qual as estratégias e os processos provêm de conhecimentos adquiridos de experiências, análises, pesquisas, colaboração, exercício da criatividade/inovação para as mudanças de paradigmas tendo como foco o mercado, concorrência, mas acima de tudo o cliente, sabendo o processo de negócio, a tecnologia utilizada e outros fatores psicológicos que podem e ser utilizados para ascensão da organização.
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Terceirização de Tecnologia da Informação como um problema de risco moral

Terceirização de Tecnologia da Informação como um problema de risco moral

A Terceirização da Tecnologia da Informação (TI) é destacada na literatura como um tema complexo e controverso. Por um lado, as firmas visualizam na terceirização a oportunidade de reduzir custos, aumentar eficiência, focar nas suas atividades centrais e usufruir da expertise especializada de terceiros. Por outro, pelo simples fato de delegar suas atividades de TI à outra organização, a empresa contratante passa a vivenciar uma situação de risco pela possibilidade dessas atividades não serem desempenhadas com o ímpeto esperado. Conhecido como Risco Moral, esse problema surge a partir do conflito de interesses entre as partes envolvidas e da assimetria de informação intrínseca ao problema. Como forma de analisar matematicamente essa questão, este trabalho apresenta um modelo Principal-Agente aplicado ao contexto de terceirização de serviços de desenvolvimento de software. São propostos dois contratos com formas diferentes de pagamento e avaliadas as implicações decorrentes das estratégias adotadas pelos jogadores em cada situação. Como resultado, o trabalho constata que: (1) em um contrato de pagamento fixo a firma contratante é incapaz de influenciar as ações a serem escolhidas pela firma contratada; (2) a solução de equilíbrio encontrada na situação de Risco Moral apresenta ineficiência se comparada à solução sem Risco Moral; (3) uma relação ganha-ganha poderia ser obtida a partir de uma negociação entre jogadores cooperativos; e, finalmente, (4) apresenta-se no trabalho a equação referente ao valor do pagamento ótimo a ser proposto pela firma contratante à firma contratada, considerando um contrato de pagamento proporcional à qualidade.
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O compartilhamento do conhecimento, a capacidade absortiva e a inovação nos relacionamentos interorganizacionais do tipo de terceirização de tecnologia da informação

O compartilhamento do conhecimento, a capacidade absortiva e a inovação nos relacionamentos interorganizacionais do tipo de terceirização de tecnologia da informação

Portanto, “a terceirização de TI tem apresentado um crescimento contínuo desde a sua adoção de destaque pela Kodak há 20 anos” (QI; CHAU, 2012, p. 859). Percebe-se, uma forte tendência de terceirização de TI, pois está sendo desenvolvida em todo o mundo com uma velocidade notável e em várias formas (QI; CHAU, 2012). Associado a isso, a literatura vêm destacando a importância da relação entre o fornecedor e o cliente como um indicador para os resultados bem sucedidos (VIVEK; SUSHILL, 2014). Neste sentido, vários processos e/ou atributos do relacionamento de terceirização como compatibilidade cultural, confiança, comunicação, podem ser descritas em um contrato, mas em última análise, a relação deve ser desenvolvida e alimentada pelos indivíduos que executam as atividades de terceirização. Sendo assim, será fundamental que o cliente e os fornecedores compreendam os atributos e processos necessários para suportar um relacionamento bem sucedido (VIVEK; SUSHILL, 2014). Logo, o novo desafio reside principalmente na forma de transferência do conhecimento entre o fornecedor e o cliente. O ambiente para comunicação em determinadas áreas de uma empresa pode ser drasticamente alterado em consequência de uma decisão de terceirização. Conhecimentos, que anteriormente poderiam ser transferidos entre pessoas da mesma organização, agora têm que ser transferidos através de duas ou mais organizações diferentes. Consequentemente, os canais para a transferência de conhecimento serão mais formais e impessoais na terceirização (GOTTSCHALK, 2006).
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Controles de governança de tecnologia da informação para a terceirização de processos de negócio: uma proposta a partir do COBIT.

Controles de governança de tecnologia da informação para a terceirização de processos de negócio: uma proposta a partir do COBIT.

Um recurso que tem se mostrado efetivo no controle de diversas atividades de TI é o COBIT (Control Objectives for Information and related Technology). Criado e mantido pelo ISACA (Information Systems Audit and Control Association), objetiva auxiliar os gerentes de TI no controle e no cumprimento dos objetivos de TI, mantendo estes sempre alinhados com os objetivos da organização. No contexto exposto nesta pesquisa, o de processos de negócios terceirizados, o COBIT pode auxiliar na gestão do processo de terceirização, mais especificamente na geração de controles para a gestão dessa terceirização. No entanto, como ele não é voltado diretamente para a terceirização, faz-se necessária uma análise de quais de seus processos estão mais aderentes a esta atividade. Outro importante aspecto é a baixa quantidade de publicações científicas no país sobre o COBIT, contrária à utilização dele nas organizações. Rodrigues, Maccari e Simões (2009), em pesquisa realizada com os gestores de TI das 100 maiores empresas do Brasil, mostram que a utilização do COBIT é significativa no cenário nacional.
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SELEÇÃO E AVALIAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇOS DE TERCEIRIZAÇÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS EMPRESAS DO SETOR FARMACÊUTICO

SELEÇÃO E AVALIAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇOS DE TERCEIRIZAÇÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS EMPRESAS DO SETOR FARMACÊUTICO

Organização e preparo: todas as empresas pesquisadas, independentemente do nível de dependência de TI, demonstraram certo grau de organização e preparo, quando avaliam os fornecedores de serviços de TI, durante o processo de seleção. Este fato demonstra uma preocupação relacionada tanto aos serviços de TI que estão sendo passados para terceiros, quanto à avaliação dos potenciais candidatos a prestarem serviços para a empresa. Além de ser um procedimento utilizado por todas as empresas, a importância do seu uso foi considerada alta. Klien e Ludin (2000) e Hoyt (2000b) incentivam as empresas a se organizarem para a avaliação de seus fornecedores. Ver tabelas 12 e 13.
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A organização de negócios por contrato de terceirização: uma aplicação à industria de tecnologia de informação no Brasil

A organização de negócios por contrato de terceirização: uma aplicação à industria de tecnologia de informação no Brasil

Embora sendo a intensidade dos custos de transação elevada, não se pode dizer que esta intensidade se deve ao oportunismo na relação do proprietário e o vendor, conclui-se que o grau de [r]

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Modelos de gestão da terceirização de tecnologia da informação: um estudo explor...

Modelos de gestão da terceirização de tecnologia da informação: um estudo explor...

Dada a uma maior demanda por sistemas computacionais e a falta de pessoal especializado em programação, surgiu, nos anos 70, a terceirização de programadores. Essa solução foi rapidamente adotada pelos gerentes de TI e persistiu até a chegada dos minicomputadores e computadores pessoais, a partir dos anos 80. No campo organizacional, as tendências de verticalização, integração e controle de todo o ciclo de produção deram à TI um novo e importante papel como supridora das novas necessidades de sistemas que surgiam. Em sua maioria, a solução era uma infra-estrutura própria e personalizada de acordo com as necessidades da organização (GROVER et al., 1996, p. 90; LEE et al., 2002, p. 198, 2003, p. 84).
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Rotinas defensivas no ambiente de terceirização em tecnologia da informação: um estudo de caso

Rotinas defensivas no ambiente de terceirização em tecnologia da informação: um estudo de caso

Para FLORES (1997), a linguagem ocupa o papel principal na comunicação ao permitir duas práticas que articulam o futuro: a noção de construção da realidade e a noção da forma pela qual a história se manifesta, deixando de ser uma ferramenta meramente descritiva. A primeira noção se relaciona com os atos de fala, que têm origem nos estudos de J. L. Austin e J. R. Searle. A segunda noção está associada aos atos de escuta – próxima do escutar como revelação da história – que tem ligação com a hermenêutica (sentido das palavras) de Heidegger. Os atos de fala e escuta são peças chaves para entender o ser humano no meio em que vive e, principalmente, no ambiente de trabalho. Quando se descobre a maneira como as pessoas falam e escutam no trabalho, é possível constituir a conduta organizacional e, conseqüentemente, compreender a atividade da organização.
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O impacto da tecnologia de informação na estratégia dos bancos.

O impacto da tecnologia de informação na estratégia dos bancos.

O estudo pode ser aprofundado, em futuras pesqui- sas, em várias direções. Uma delas, obviamente, é a extensão da comparação entre instituições bancárias de diferentes países, como a realizada por Lunardi (2001), que investigou a percepção dos executivos de bancos de diversos países latino-americanos. De outra parte, será interessante analisar se a percepção dos executi- vos quanto aos impactos da TI nas variáveis estratégi- cas difere segundo o porte da organização. Para isso, será necessário ampliar a amostra. Outra variável não investigada na pesquisa, merecedora de atenção, é a experiência no uso e aplicação da TI. Executivos de bancos inovadores no uso da TI perceberiam diferen- temente seus impactos nas variáveis estratégicas orga- nizacionais do que executivos de bancos seguidores (com estratégia seguidora) no uso da TI? Por outro lado, também parece ser interessante ampliar o estudo, re- plicando-o em diferentes tipos de organizações. Neste caso, haverá necessidade de adaptação do instrumento para os setores investigados. 
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Simulação computacional para avaliação do impacto  ambiental gerado pela tecnologia de informação

Simulação computacional para avaliação do impacto ambiental gerado pela tecnologia de informação

Resumo: Em um processo irreversível, pessoas e empresas utilizam as Tecnologias de Informação (TI) em diferentes atividades no dia a dia. Essa demanda leva a indústria de tecnologia a uma busca incessante pela inovação e o resultado é um ciclo de melhorias, novidades e o consequente aumento do descarte desses componentes no meio ambiente bem como o aumento do consumo de energia e a emissão de CO² na atmosfera. Nesse contexto, a TI Verde surge como uma alternativa para mini- mizar os efeitos nocivos ao meio ambiente provocados pela fabricação, uso intensivo e descarte da TI. Uma das barreiras que levam as empresas a adiarem a adoção de práticas da TI Verde é o custo envolvido na implantação e a não garantia do retorno esperado. Assim, fazendo uso da própria TI, através da metodologia de Dinâmica de Sistemas e do software Vensim (VENTANA SYSTEMS, 2015), este trabalho buscou simular a redução do impacto ambiental que a implantação de práticas da TI Verde, tais como a virtualização de servidores e o desligamento dos equipamentos quando não estão em uso, podem trazer, ao longo de dez anos, em uma Unidade de TI de uma universidade. Os resultados demonstram que, com a adoção de práticas simples, é possível atingir uma redução de até 62% no consumo de energia e emissão de CO².
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