Top PDF Acesso ao conhecimento, mediação e multirreferencialidade

Acesso ao conhecimento, mediação e multirreferencialidade

Acesso ao conhecimento, mediação e multirreferencialidade

Este artigo objetiva analisar a situação de descompasso entre o homem do século XXI e o acesso à informação e ao conhecimento, destacando a complexidade do apreender e interpretar a realidade em um contexto de contínuas transformações científicas, tecnológicas, culturais, políticas, sociais e econômicas. Reflete sobre novas perspectivas para a organização e à difusão do conhecimento, mediação, multirreferencialidade e a necessidade de políticas públicas em prol da potencialização da alfabetização informacional e comunicacional. Parte da apresentação de resultados do Indicador de Alfabetismo Funcional (INAF / Brasil, 2001-2007), dos conceitos de analfabetismo, alfabetismo e privação cultural e a importante função da escola e da biblioteca no processo de aprendizado e leitura de mundo e no desenvolvimento de competência informacional. Aborda a mediação como acionadora no desenvolvimento de trajetórias cognitivas para buscar, selecionar e usar a informação para a construção de um novo conhecimento, rumo à inclusão social.
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Mediação do conhecimento para o acesso à informação: reflexão baseada em uma perspectiva sociológica da ciência da informação

Mediação do conhecimento para o acesso à informação: reflexão baseada em uma perspectiva sociológica da ciência da informação

A ciência da informação (CI), que conforme a visão norte-americana esteve inicialmente muito ligada à computação e à recuperação automática de informações, a partir da década de 70, passou a ter o elemento social como um traço identificador. Os interesses de pesquisa começaram a se voltar para os usuários, suas necessidades e interação com a informação (ARAÚJO, 2003). Braga (1995) lembra que uma das habilidades mais primárias do ser humano é sua capacidade de perceber estímulos externos, e, associado à capacidade de representação desses estímulos em nível interno, o indivíduo inicia a aplicação de duas das suas principais habilidades cognitivas: a da linguagem e da classificação. Ou seja, o estímulo externo ganha significado e torna- se conhecimento na esfera cognitiva do usuário. Araújo (2003), que parece compartilhar com essa visão de Braga (1995), expõe que os enfoques microssociológicos e interpretativos das ciências sociais influenciaram fortemente para um processo de reformulação na compreensão do objeto de estudo da ciência da informação como um todo. A representação do conhecimento e da informação são processos essenciais para a mediação do conhecimento na perspectiva da ciência da informação, pressuposto básico que mobiliza as reflexões apresentadas neste artigo. Representar significa, como atesta Alvarenga (2003, p. 20), o “ato de colocar algo no lugar de”. A representação em nível primário é realizada pelos autores quando escrevem seus textos e se utilizam para tal de suas observações do mundo e das linguagens pertinentes para a comunicação de conhecimento. A representação secundária, por sua vez, é realizada quando esses textos são transformados em documentos que passam a integrar sistemas informacionais, e para tal precisam ser compactados por meio de descrições de suas características e identificação de sua origem e conteúdo. Nesse caso, Alvarenga (2003, p.23) constata que “a representação seria um substituto do documento armazenado no sistema, com a finalidade de possibilitar sua recuperação”. Ambos os processos, segundo Alvarenga (2003), são
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As bibliotecas universitárias : seu papel de mediação para o acesso ao conhecimento na Era Digital

As bibliotecas universitárias : seu papel de mediação para o acesso ao conhecimento na Era Digital

Tendo como pano de fundo as Comemorações dos seus 500 anos, a Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra organizou um Congresso Internacional subordinado ao tema “A Biblioteca da Universidade: permanência e metamorfoses”, que teve lugar nos dias 16, 17 e 18 de janeiro de 2014, no auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra. O objetivo maior desta reunião científica foi o de refletir sobre o presente e o futuro das bibliotecas que servem públicos universitários. Numa outra vertente, procurou chamar-se a atenção para a importância de que a Biblioteca se reveste, tendo em vista o progresso do conhecimento técnico e científico. Por último, o Congresso pretendeu instituir-se como oportunidade de reflexão prospetiva e como lugar de encontro entre as sensibilidades de todos os que trabalham profissionalmente com livros e com outros suportes de natureza bibliográfica.
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MEDIAÇÃO DA INFORMAÇÃO NA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO

MEDIAÇÃO DA INFORMAÇÃO NA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO

O mediador tem um papel importante nesse processo de mediação da informação, ele usa seus conhecimentos para criar ferramentas facilitadoras de acesso aos acervos informacionais, destinados a públicos distintos. Morin (2000, p. 30) enfatiza a dificuldade de encontrar nas redes da web a informação desejada: “Eis o problema universal para todo cidadão: como adquirir a possibilidade de articular e organizar as informações sobre o mundo.” A ideia de que é possível encontrar tudo facilmente na web tornou as pessoas mais conhecedoras de muitas coisas, mas ao mesmo tempo limitadas quanto ao conhecimento do todo. Nesse sentido, a mediação tornou-se um facilitador para o acesso à informação.
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ACESSO À JUSTIÇA E MEDIAÇÃO: POR UMA REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA DA PRESTAÇÃO JURISDICIONAL

ACESSO À JUSTIÇA E MEDIAÇÃO: POR UMA REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA DA PRESTAÇÃO JURISDICIONAL

Para Guerra Filho (1998), o questionamento da cultura jurídica moderna, tem um caráter político ao invés de teórico, e em nome da democracia é preciso repelir posições que negam a possibilidade de praticar o estudo do Direito atendendo aos requisitos da cienticificidade, tornando esses estudos meros exercícios de retórica, de manejo das palavras, de pontos de vista argumentativos. Deve-se, sim, se desenvolver parâmetros capazes de balizar a produção de um conhecimento confiável, que auxiliem na realização dos objetivos do Direito, ou seja, viabilizar a transformação social. Métodos que incrementem a cientificidade investigando o direito comparado, a história, a sociedade, ou seja, onde surgem os problemas a serem resolvidos. Uma ciência prática, mas, ainda assim, uma ciência (GUERRA FILHO, 1998, p.62-63).
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Acesso à justiça, mediação judicial e fomento à desinvisibilização social.

Acesso à justiça, mediação judicial e fomento à desinvisibilização social.

Deste modo, a problemática da pós-colonialidade passa por uma revisão crítica de conceitos hegemonicamente definidos pela racionalidade moderna, como sejam história, cultura ou conhecimento, a partir de uma perspectiva e condição de subalternidade. Como os ensaios que integram esta edição revelam, revisitar estes conceitos integra várias exigências: a histórica, ou seja, a necessidade de repensar todos os passados e perspectivas futuras à luz de outras perspectivas, que não as do Norte global; a ontológica, que passa pela renegociação das definições do ser e dos seus sentidos; e, finalmente, a epistémica, que contesta a compreensão exclusiva e imperial do conhecimento, desafiando o privilégio epistémico do Norte global. (MENESES, 2008, p. 06).
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A mediação do conhecimento teórico-filosófico na atividade pedagógica: um estudo...

A mediação do conhecimento teórico-filosófico na atividade pedagógica: um estudo...

A principal lei da educação escolar, LDB/96, tem como destaque a preparação para o mercado de trabalho e em alguns pontos deixa a entender que ser cidadão é ser um indivíduo qualificado para o mercado de trabalho. A escolarização do sistema capitalista que exalta a cidadania e o ensino voltados para a prática social tem um sentido peculiar, o trabalho assalariado, como expressam o artigo 1º, § 2º, da mesma lei, “a educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e da prática social ” e, respectivamente, o artigo 2º coloca que “a educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. (BRASIL, 1996). De certo modo, a educação escolar tem servido muito mais como meio para obter números para as estatísticas, a partir das provas oficiais, e/ou formar mão de obra qualificada para o sistema capitalista, do que para promover a apropriação dos conhecimentos teóricos e humanizar os escolares, porquanto “[…] o acesso ao ensino não é apenas direito do cidadão, ou apenas necessário à formação para o trabalho; nem se destina a desenvolver a resistência ou adequação do indivíduo à sociedade […]” (SFORNI, 2004, p. 23).
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Bibliotecas universitárias: mediação e acesso à informação para pessoas com deficiência

Bibliotecas universitárias: mediação e acesso à informação para pessoas com deficiência

O autor defende, portanto, que a informação só pode se concretizar a partir do uso da leitura. Sem ela, as ações efetivadas nas unidades de informação visando à apropriação da informação e do conhecimento se tornam vazias e inúteis. Ele lembra ainda que essa leitura é individual, pois ocorre a partir do acervo de conhecimentos de cada pessoa e nesse processo deve considerar também aspectos importantes como o conteúdo a ser veiculado, a intencionalidade do autor e as características do documento e da informação registrada. Para ele, entretanto, a biblioteconomia acabou relegando a leitura a um plano inferior de interesse, na sua ânsia de obter status e de dizer-se “Ciência da Informação”. A leitura, portanto, foi entendida como algo prescindível dentro da Ciência da Informação (ALMEIDA JÚNIOR, 2007).
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Bibliotecas universitárias: mediação e acesso à informação para pessoas com deficiência

Bibliotecas universitárias: mediação e acesso à informação para pessoas com deficiência

O bibliotecário zelador e guardião dos livros e do conhecimento já não cabe mais nesse mundo globalizado que se interessa pala informação e não mais apenas pelo documento. Entretanto, percebe-se na fala do grupo BG que há o compromisso com a prestação dos serviços, mas sempre condicionado à preservação do acervo e dos equipamentos que constituem a biblioteca. A ênfase na questão gerencial verificada nos depoimentos do grupo BG não se configura apenas pelo compromisso que esses gestores têm com a instituição provedora, que espera que o patrimônio seja conservado, mas constitui-se também num reflexo, conforme verificado na literatura, de uma tendência preservacionista muito forte na biblioteconomia. Essa vocação para proteger, preservar e conservar permanece ainda muito impregnada na formação do bibliotecário, apesar de questionada pelos usuários e agora também pelos próprios profissionais, que buscam evoluir na sua qualificação e, de certa forma, procuram quebrar aos poucos esse paradigma.
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Acesso à justiça: o idoso no setor de conciliação e mediação judicial cível

Acesso à justiça: o idoso no setor de conciliação e mediação judicial cível

A pesquisa trata sobre o acesso de idosos à Justiça, por meio do Setor de Conciliação ou de Mediação Cível do Fórum João Mendes Jr. Buscamos conhecer a visão dos idosos em relação à Justiça e ao Setor de Conciliação ou de Mediação Cível. Como objetivo específico, investigamos a incidência dos processos envolvendo idosos que são remetidos ao Setor. Na conciliação e na mediação, a solução do conflito pode ser obtida por meio de acordo, onde os envolvidos são protagonistas do mesmo. A coleta de dados foi feita pela observação direta de cinco sessões de conciliação/ mediação envolvendo idosos em ação judicial cível e de entrevistas estruturadas com os idosos, nas dependências do Setor de Conciliação ou de Mediação Cível do Fórum João Mendes Jr., 21° andar, Praça João Mendes, sem número, Centro, São Paulo. A seleção dos participantes foi feita de acordo com a pauta do Setor. A análise da pesquisa foi qualitativa. Observamos que todos os idosos entrevistados fizeram uso do direito à prioridade de tramitação processual. Em todos os casos observados os idosos eram autores de ação de cobrança. Para todos os idosos entrevistados foi difícil definir Justiça. No caso 1, a idosa definiu justiça como “uma coisa boa para um, sem prejuízo para outro”. No caso 2, a idosa associou justiça à paz. Nos casos 3 e 4, os idosos concordaram que justiça era “uma coisa boa”, sendo que Z comparou justiça e injustiça e disse “sempre procuro justiça”. O idoso entrevistado no caso 5 foi mais formal e frisou que “Justiça é um sistema que tem a intervenção do Poder Público na solução de conflitos entre as pessoas”. Todos os idosos foram atendidos no Setor de Conciliação ou de Mediação pela primeira vez. Apenas uma idosa já conhecia o Setor pela mídia, os demais tomaram conhecimento sobre o Setor pelo advogado ou pelo mandado de intimação para comparecer à sessão de conciliação/ mediação. As idosas entrevistadas nos casos 1 e 2 não se manifestaram durante a sessão, assumindo postura passiva. Talvez não tenham percebido a oportunidade de questionar e se posicionar. Os idosos entrevistados nos casos 3, 4 e 5 utilizaram seu direito a ter voz e assumiram postura bastante ativa durante a sessão. De forma geral, o serviço foi avaliado de maneira positiva pelos idosos entrevistados, seja pelo fato de terem sido bem atendidos pelo conciliador, ou pela iniciativa do Tribunal de Justiça em relação a facilitar o acesso à Justiça.
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Mediação da informação e os repositórios institucionais: otimização do acesso à informação

Mediação da informação e os repositórios institucionais: otimização do acesso à informação

Nesse contexto e quantidade de informações disponíveis, faz-se necessária a função mediadora dos bibliotecários, de acordo com Ribeiro e Vidotti (2009), pois o acúmulo de informações não estruturadas e não selecionadas de forma coerente aos seus usuários gera um caos informacional. Os repositórios institucionais podem ser ferramentas para organizar e disponibilizar a informação científica das instituições de ensino e pesquisa, garantindo, assim, o amplo o acesso à informação científica para todos. O papel do mediador, tanto na organização e recuperação da informação, quanto no treinamento para uso desses bancos de dados, exige deste profissional destreza no uso das novas tecnologias de gestão da informação, conhecimento sobre metadados, preservação digital, leis de acesso à informação, leis de direitos autorais, objetivos institucionais, necessidades e perfil dos usuários, bem com arquitetura da informação. Exige também treinamento de usuários para elaborar a política de informação, que
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Sistema de informação aberto como recurso para organização do conhecimento e de mediação da aprendizagem

Sistema de informação aberto como recurso para organização do conhecimento e de mediação da aprendizagem

saída (pelo acesso aos itens informacionais por parte dos usuários, na forma de disseminação, entrega da informação, empréstimo, etc). Os sistemas de informação aberto (SIA) gera- dos por bibliotecas/arquivos e centros de docu- mentação – são sistemas sociais que têm a função de executar processos de ges- tão/organização da informação e de sua comu- nicação/difusão para o usuário/sociedade, obje- tivando ampliar a base de conhecimento do indivíduo e, consequentemente, da sociedade. Eles tornaram-se cada vez mais presentes na realização dessas atividades, possibilitando o acesso e uso da informação. A biblioteca se constitui, como um SIA, ao buscar interagir e favorecer o desenvolvimento da autonomia dos usuários, no acesso, utilização e aplicação das informações, com foco no paradigma social da Ciência da Informação, refletindo a respeito das mudanças cognitivas e sociais dos sujeitos. A entrada diz respeito às influências que são recebidas pelo ambiente externo ao sistema, são os insumos, a matéria prima, a informação, e outros elementos. O processamento é res- ponsável por transformar os elementos proveni- entes do meio em produtos ou resultados. O sistema aberto se relaciona com o ambiente mantendo uma relação de troca. Nessa relação entre o sistema e o ambiente há troca de ener- gia: importa insumos e exporta resultados. Nota- se também que o ambiente é um sistema for- mado por outros sistemas. O ambiente é consti- tuído por elementos que não são parte do sis- tema, porém o influencia todo o tempo provo- cando modificações e necessidade de novas adaptações. As saídas são resultados (produ- tos ou serviços) do processamento realizado pelo sistema. Tanto as entradas quanto as saí- das permitem que o sistema interaja com outros sistemas que fazem parte do ambiente. (Santa- na; Varela, 2014). A retroalimentação é o re- torno daquilo que foi liberado pela saída ao am- biente, como opinião e sugestão da clientela ou usuários, lucros, entre outros, e ele pode ser positivo ou negativo, possibilitando correções, ajustes, modificação ou reforçamento do siste- ma. São saídas que retornam para o sistema para dar suporte na avaliação ou correção de entrada. (Laudon; Laudon, 1999).
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Ferramentas aplicáveis à mediação do acesso

Ferramentas aplicáveis à mediação do acesso

e que poderão ser adotadas por bibliotecas universitárias. A metodologia utilizada foi a pesquisa exploratória e, como método, a análise de conteúdo, com abordagem quantitativa e qualitativa, incluindo a coleta de dados específicos referentes à disponibilização de ferramentas para mediação do uso de fontes de informação em websites de bibliotecas universitárias. A amostra pesquisada foi composta por 24 bibliotecas selecionadas de melhores universidades internacionais e nacionais (Webometrics Ranking of World’s Universities, World University Rankings 2011-2012, Índice Geral de Cursos). Como resultado, identificou-se um panorama geral de como as bibliotecas universitárias estão realizando o processo de mediação das fontes de informação, especialmente em relação às bases de dados bibliográficas, considerando as ferramentas que representam uma inovação incremental na forma de como elas podem desempenhar seus papeis de mediadoras, incentivando o desenvolvimento da competência em informação de seus usuários e instrumentalizando o processo de geração do conhecimento, e, com isso, contribuir para que eles façam o melhor uso possível das tecnologias e fontes de informação em suas atividades acadêmicas e profissionais.
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A Importância da Mediação Pedagógica na Educação a Distância para a Construção do Conhecimento

A Importância da Mediação Pedagógica na Educação a Distância para a Construção do Conhecimento

Este artigo tem o direcionamento para a modalidade - Educação a Distância (EAD), pautada na importância de se intensificar a proximidade do Professor Tutor versus Aluno (cliente) para a Construção do Conhecimento por meio da Mediação Pedagógica (tutoria), ou seja, refletir sobre as práticas de ensino existentes, os aspectos que permeiam as ações no processo da mesma, buscando ampliar a discussão sobre os mecanismos que utiliza-se para melhorar, aperfeiçoar e aprimorar o aprendizado, e o desempenho do aluno na busca da construção do conhecimento via EAD, visto que é uma discussão ascendente que tem permeado as Instituições de Ensino Superior (IES) a buscar soluções pautadas, com ferramentas eficazes para conseguir atingir uma camada social que nunca teve a oportunidade de realizar o sonho de ter um curso superior, ou porque trabalha e não tem disponibilidade de tempo, ou por falta de condição financeira.
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Jogos digitais e a mediação do conhecimento na perspectiva da psicologia históri...

Jogos digitais e a mediação do conhecimento na perspectiva da psicologia históri...

Jean Piaget pode ser considerado um representante dessa concepção, na medida em que considerava que o indicador do nível do pensamento infantil não é o que a criança sabe ou o que ela é capaz de apreender, mas a maneira como essa criança pensa em um campo onde ela não tem nenhum conhecimento. Vigotski esclarece que é por essa razão que Piaget, em suas pesquisas, evita fazer perguntas à criança sobre temas a respeito dos quais ela já possa ter adquirido algum conhecimento. Na visão do pesquisador suíço, se fizéssemos esse tipo de pergunta à criança, estaríamos obtendo não resultados do pensamento, mas resultados do conhecimento. Piaget evidentemente não desconsidera a transmissão dos conteúdos da cultura (aprendizagem/ conhecimento), mas elege como seu objeto de análise o desenvolvimento espontâneo do pensamento da criança, ou seja, as tendências do pensamento da criança em sua forma pura, independente dos conhecimentos a ela transmitidos.
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COMPLEXIDADE E MULTIRREFERENCIALIDADE: BASES EPISTEMOLÓGICAS PARA A COMPREENSÃO DO PAPEL DE NARCÓTICOS ANÔNIMOS

COMPLEXIDADE E MULTIRREFERENCIALIDADE: BASES EPISTEMOLÓGICAS PARA A COMPREENSÃO DO PAPEL DE NARCÓTICOS ANÔNIMOS

Em um grupo de NA, como fruto de relações sis- têmicas, o conhecimento é compartilhado, principal- mente nas reuniões, permitindo a difusão de saberes por meio das trocas de experiências. Todo este pro- cesso ocorre mediado pela linguagem por meio das falas e dos gestos, bem como dos silêncios, em um ambiente que propicia a emergência do grupo tera- peuta, composto de relações intrincadas entre diver- sos elementos constitutivos: os membros de NA, o co- nhecimento circulante, a forma ritualística com que ocorrem as reuniões, os acordos tácitos firmados.

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Conhecimento assimilado e percepção da mediação pedagógica em ambientes de apren...

Conhecimento assimilado e percepção da mediação pedagógica em ambientes de apren...

Shea, Pickett e Pelz (2003) clarificam cada uma destas, agora quatro perspectivas, ao relatarem que são espaços relacionais, mas que são sedimentadas por conceitos emergentes dos Sete Princípios Básicos para a Boa Prática no Ensino Superior. Relatam que o foco no aluno é espaço no qual deve estar o conhecimento efetivo do público-alvo, de suas forças e fraquezas, para que o ambiente seja criado de modo tal, que cada aluno possa ter os insights necessários para a construção do conhecimento. Isto, segundo os referidos autores, é possível por meio da oferta de estratégias que sejam adequadas aos interesses, paixões e motivações dos alunos. O foco no conhecimento, por sua vez, é o espaço relacional no qual a clareza dos resultados da
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Mediação e justiça restaurativa: esquema para uma lógica do conhecimento e da experimentação.

Mediação e justiça restaurativa: esquema para uma lógica do conhecimento e da experimentação.

Ora, é necessário perceber em quê, como e porquê a mediação e os esquemas de justiça restaurativa constituem uma evolução face aos pro- cedimentos da justiça convencional. A resposta a estas questões passa, essencialmente, por duas exigências: desde logo, como atrás referimos, pela definição de objectivos claros e operacionalizáveis, isto é, susceptíveis de serem medidos, e pela concepção e desenvolvimento de um dispositivo metodológico e instrumental que permita a avaliação sistemática destes programas, das suas práticas e resultados, contemplando as dimensões estrutural e processual. Precisamos de saber mais sobre os resultados des- tes programas a curto, médio e longo prazo, contemplando os diferentes níveis implicados, desde o individual ao macrossocial. Mas isso não sig- nifica que tenhamos a ilusão de poder avaliar (como algumas vozes cép- ticas e críticas destes movimentos exigem) o impacto destes programas na reincidência, como se apenas desse modo se pudesse provar a sua uti-
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Mediação do professor na aquisição e produção colaborativa do conhecimento na Web

Mediação do professor na aquisição e produção colaborativa do conhecimento na Web

Características específicas, correlatas à área de tecnologia educacional, de processos cognitivos articulados com processos sociais são retratados neste trabalho. Contudo, a parte concernente ao suporte tecnológico é deixada como trabalho futuro. Concentramo-nos aqui em aspectos sociais e cognitivos vinculados às mediações tecnológicas na aprendizagem colaborativa, porém não abarcamos a construção de artefatos digitais, no sentido de que sua representação visual e/ou textual seja capaz, por si só, de facilitar a síntese conjunta e o compartilhamento do conhecimento.
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