Top PDF Acesso dos idosos aos serviços de saúde bucal no Centro de Saúde Guarani, Belo Horizonte

Acesso dos idosos aos serviços de saúde bucal no Centro de Saúde Guarani, Belo Horizonte

Acesso dos idosos aos serviços de saúde bucal no Centro de Saúde Guarani, Belo Horizonte

Apesar de muitos dos idosos saberem que poderiam ser atendidos pela Equipe de Saúde Bucal do Centro de Saúde Guarani, cerca de 70% deles nunca receberam qualquer tipo de tratamento odontológico nesta unidade e fizeram a última vista ao dentista há mais de dois anos. Estes dados isolados são discrepantes, quando comparado ao percentual de 60% alcançado pelo escore de acesso positivo aos serviços de saúde bucal. Este resultado pode ser devido às respostas positivas às demais perguntas utilizadas na composição do escore ou ainda, porque os idosos não se sintam motivados a procurar pelo atendimento odontológico, mesmo sabendo que ele existe e é acessível. É possível inferir que a maior parte dos entrevistados demanda a assistência odontológica apenas nos momentos de queixas, havendo pouca procura para revisões periódicas preventivas. Desse modo, cabe à Equipe de Saúde Bucal lançar mão de estratégias que fortaleçam o vínculo com este usuário.
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Saúde bucal de idosos residentes em instituições de longa permanência de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.

Saúde bucal de idosos residentes em instituições de longa permanência de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.

Pelo fato de as instituições para idosos serem ex- cluídas de políticas públicas, principalmente de saúde bucal, o idoso institucionalizado encon- tra-se ainda mais excluído do acesso à atenção e assistência odontológicas públicas 36 . As de- mandas presentes nessas instituições deveriam ser reconhecidas e atendidas pelo Estado brasi- leiro, garantindo o acesso pleno do idoso ao Sis- tema Único de Saúde (SUS). O Programa Saúde da Família (PSF) atuaria como elo entre o idoso e os serviços de saúde, possibilitando também a atenção domiciliar para os idosos dependen- tes 37 . Facilitar o acesso aos serviços odontológi- cos, seja nos centros de saúde ou no atendimen- to domiciliar e unidades móveis, juntamente com a conscientização da equipe de cuidadores sobre a importância da manutenção da saúde bucal contribuiria para uma melhora no quadro geral do idoso e preservação de sua autonomia. A odontologia pode influenciar o suporte social, na medida em que mantém a saúde bucal do idoso, possibilitando a este uma aparência agra- dável, melhor auto-estima, maior capacidade de fonação, contribuiria para a integração do idoso no meio social 24 . A adoção da estratégia do fator de risco comum para promoção da saúde, atu- ando no controle de fatores como dieta, fumo, uso de álcool, estresse, trauma, sedentarismo, na prevenção de diversas doenças crônicas 38 , des- locaria o foco para além dos limites da cavidade bucal, incluindo características da vida dos ido- sos e os fatores determinantes do seu processo de viver e ser saudável 39 .
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Acesso e avaliação dos serviços de saúde bucal pelos usuários do Centro de Saúde Havaí

Acesso e avaliação dos serviços de saúde bucal pelos usuários do Centro de Saúde Havaí

O Centro de Saúde Havaí localiza-se na região oeste de Belo Horizonte, limita-se com os Centros de Saúde Palmeiras, CS Amílcar Viana, CS Salgado Filho, CS Ventosa e CS Vila Leonina. Atende a uma população de 17mil habitantes (censo 2000), distribuída em três Equipes de Saúde da Família (ESF), uma Equipe de Saúde Bucal (ESB) e um cirurgião dentista de apoio. Quanto ao Índice de Vulnerabilidade Social (IVS), o Centro de Saúde apresenta treze setores censitários, sendo seis considerados de Muito Elevado Risco e oito de Médio Risco. Atende também a uma importante área de Baixo-Risco que corresponde à região do Bairro Buritis e não é coberta pelas equipes de Saúde da Família. Esta população vem demandando cada vez mais o serviço de saúde da Unidade como o atendimento odontológico, vacinas, atenção domiciliar, etc.
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Satisfação dos profissionais de saúde bucal nas unidades básicas de saúde de Belo Horizonte

Satisfação dos profissionais de saúde bucal nas unidades básicas de saúde de Belo Horizonte

Após intensa discussão no âmbito da gestão municipal, foram feitas definições estratégicas, descritas no documento “Recomendações para organização da atenção básica na rede municipal, 2003”. Ao pensar a saúde da família como estratégia que toma a atenção básica como eixo para organização do modelo de atenção a saúde visando o fortalecimento do SUS, ressalta-se seu objetivo central de ampliação do acesso e qualificações dos serviços. A partir disso, é possível pensar os eixos de organização do processo de trabalho das ESF e, neste sentido, vale realçar que qualquer inovação desejada na atenção necessariamente deve se atrelar a inovações também nas formas, organização e gestão do trabalho (3).
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Saúde bucal de idosos residentes em instituições de longa permanência de Belo Horizonte

Saúde bucal de idosos residentes em instituições de longa permanência de Belo Horizonte

Estamos realizando uma pesquisa que tem como objetivo conhecer a condição de saúde bucal dos idosos residentes nas instituições de longa permanência de Belo Horizonte. Inicialmente necessitamos realizar uma entrevista com o idoso. Algumas vezes poderá ser necessário consultar o cuidador ou buscar informações no prontuário. Em seguida necessitamos fazer um exame clínico na cavidade bucal do idoso para verificação do estado de seus dentes, gengivas e mucosa. Estes exames serão realizados na própria instituição pelo pesquisador. Constitui-se em um exame rápido e indolor. Quando o idoso apresentar problemas, as necessidades básicas serão atendidas pelos alunos de um projeto de extensão da FOUFMG, na própria instituição, utilizando consultórios móveis ou no centro de saúde que presta atendimento odontológico a regional onde está localizado esta instituição. Tratamento protético ou de reabilitação não serão realizados. Nos casos onde os idosos apresentarem lesões de mucosa, serão encaminhados ao Departamento de Estomatologia da FOUFMG para diagnóstico. O (A) senhor (a) tem a liberdade de se recusar a participar ou retirar seu consentimento, em qualquer fase da pesquisa, sem penalização ou prejuízo. Todos os documentos originados desta pesquisa ficarão sob responsabilidade do pesquisador, que se compromete a mantê-los sob sigilo absoluto. Qualquer dúvida quanto ao compromisso ético desta pesquisa, o (a) senhor (a) poderá consultar o COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA UFMG na Av. Alfredo Balena, 110 - 1° andar, Santa Efigênia, Belo Horizonte ou pelos telefones (031) 3226-2846 / 3239- 7130. Esperamos contar com seu apoio, desde já agradeço a sua colaboração. Coloco-me à disposição para quaisquer outros esclarecimentos.
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Estudo da aplicabilidade da estratégia de grupo operativo de idosos em um Centro de Saúde de Belo Horizonte

Estudo da aplicabilidade da estratégia de grupo operativo de idosos em um Centro de Saúde de Belo Horizonte

O desafio, no entanto, é mudar conceitos já enraizados e utilizar novos métodos, com inovação em sabedoria, a fim de alcançar de forma justa e democrática a equidade na distribuição dos serviços e facilidades para o grupo populacional que mais cresce em nosso país. Em suma, estimular o idoso a buscar o Centro de Saúde não pela doença, mas pela Promoção da Saúde, não pela dor, mas pelo amor, através do estímulo do autoconhecimento, auto cuidado, e alta valorização e às interrelações humanas. Caracterizar a Atenção Básica como um local capaz de integrar ações e intervenções educativas, preventivas e cura.
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Utilização do levantamento de necessidades para o planejamento das ações de saúde bucal na área de abrangência do Centro de Saúde São José Operário, Distrito Sanitário Leste de Belo Horizote

Utilização do levantamento de necessidades para o planejamento das ações de saúde bucal na área de abrangência do Centro de Saúde São José Operário, Distrito Sanitário Leste de Belo Horizote

Segundo Pereira (1995) o planejamento é um processo objetivo de mobilizar informações e organizar recursos. Trata-se de uma tentativa deliberada e sistematizada de utilizar os serviços e bens disponíveis, e mobilizá-los em função das necessidades mais legítimas da sociedade. Ainda de acordo com Pereira (1995) a implantação das decisões tomadas em nível de planejamento leva à execução de ações que podem ou não modificar as condições de saúde. A vigilância dos grupos em maior risco com particular atenção às suas necessidades em saúde é postulada como forma de verificar acesso aos serviços e assegurar a equidade.
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Reorganização do processo de trabalho da Equipe de Saúde Bucal / Equipe Saúde da Família no Centro de Saúde Nossa Senhora Aparecida em Belo Horizonte

Reorganização do processo de trabalho da Equipe de Saúde Bucal / Equipe Saúde da Família no Centro de Saúde Nossa Senhora Aparecida em Belo Horizonte

A implantação do Programa de Saúde da Família (PSF) e a inserção da Equipe de Saúde Bucal (ESB) em Belo Horizonte ocorreram em 2002. Após sete anos, a ESB do Centro de Saúde Nossa Senhora Aparecida (CSNSA) ainda trabalha em um modelo de atividade centrado em ações clínico-curativas e isolada das demais equipes do PSF, o que é incoerente com as diretrizes preconizadas pela Prefeitura de Belo Horizonte e Ministério da Saúde. O objetivo deste projeto de intervenção é reorganizar o processo de trabalho da ESB na Equipe de Saúde da Família (ESF) no sentido de procurar estabelecer um trabalho em equipe que inclua também o enfoque preventivo. O resultado de um questionário aplicado aos profissionais do PSF para avaliar a percepção sobre a ESB subsidiou a elaboração deste projeto de intervenção organizado em duas vertentes: 1 a ) proposta de educação permanente em saúde bucal para a ESF e 2 a ) reorganização do processo de trabalho da ESB quanto ao acesso (acolhimento, urgência), quanto ao planejamento e desenvolvimento integrado de ações educativas e preventivas na UBS e em outros espaços sociais da sua área de abrangência e quanto à gestão das informações (planilha Excel).
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Prevalência de quedas em idosos cadastrados em um Centro de Saúde de Belo Horizonte-MG.

Prevalência de quedas em idosos cadastrados em um Centro de Saúde de Belo Horizonte-MG.

A queda é utilizada como indicador de qualidade em serviços especializados no cuidado de idosos, sendo também considerado importante indicador de qualidade de vida de idosos em todos os ambientes. Realizou-se um estudo de corte transversal de 108 idosos cadastrados no Programa de Saúde da Família, em um Centro de Saúde de Belo Horizonte, Minas Gerais, com o objetivo de determinar a ocorrência de quedas nessa clientela, associando-as a algumas variáveis. Os dados foram coletados em prontuários e em visitas domiciliares por meio de entrevista estruturada, com instrumento específi co. Observou-se que 64 (59,3%) dos pacientes idosos já haviam sofrido quedas, havendo relação estatisticamente signifi cativa (p=0,01) entre capacidade cognitiva dos idosos e ocorrência das quedas. Recomenda-se o cuidado de enfermagem na identifi cação precoce dos idosos com maior chance de sofrerem quedas, especialmente daqueles que, além do risco de queda, apresentam risco aumentado de sofrer lesões graves decorrentes da mesma.
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Terapêutica medicamentosa e suas implicações para os portadores de transtornos mentais: uma via de mão dupla

Terapêutica medicamentosa e suas implicações para os portadores de transtornos mentais: uma via de mão dupla

Trata-se de um estudo de caso, qualitativo, fundamentado nos pressupostos da Sociologia Compreensiva. O objetivo do estudo é o de compreender a adesão à terapia medicamentosa na perspectiva do portador de transtorno mental e do familiar/cuidador. Os cenários da pesquisa foram um Centro de Referência em Saúde Mental (CERSAM) e três Unidades Básicas de Saúde do município de Belo Horizonte, Minas Gerais. Os sujeitos da pesquisa foram treze pacientes com diagnóstico de esquizofrenia e dois familiares que convivem com esquizofrênicos. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semi- estruturadas, submetidos à análise de conteúdo e organizados em três categorias temáticas envolvendo os seguintes aspectos que influenciam na adesão ao tratamento: 1) Implicações da doença, da família e do trabalho; 2) Experiência do portador de transtorno mental quanto ao uso da medicação; 3) Trajetória de atendimento do portador de transtorno mental. A primeira apontou para certo conhecimento do paciente em relação à esquizofrenia, com restrições na aceitação, atribuindo outros sentidos à doença, como a concepção do “nervoso”. Percebeu-se o familiar/cuidador também vulnerável ao adoecimento, às vezes pela situação de estresse gerada pelo convívio diário com o paciente. O trabalho é visto como auxiliar no tratamento do esquizofrênico. A segunda abordou a não-adesão ao tratamento, considerando-se a percepção dos efeitos adversos dos medicamentos; a crença de que estão fazendo mal; a melhora dos sintomas; a automedicação; o uso de drogas psicoativas e a busca de terapias alternativas. Todos reconhecem a necessidade do tratamento medicamentoso, que surge como coadjuvante, para o portador de transtorno mental, que revela seu autodomínio como determinante do sucesso ou não de seu tratamento. A terapia medicamentosa configura-se como uma “via de mão dupla”, pois é percebida pelo paciente como uma possibilidade para sentir-se “normal” ou entrar em crise. A terceira evidenciou relatos da trajetória de internações nos hospitais psiquiátricos e, posteriormente, experiências positivas nos atendimentos dos serviços substitutivos. O acesso aos medicamentos na rede pública de saúde, no SUS-BH, também foi apontado como um fator de melhora no atendimento, tanto pelo abastecimento regular como pela atenção dispensada pelos profissionais das farmácias das Unidades de Saúde.
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Acesso e qualidade: avaliação das Equipes de Saúde Bucal participantes do PMAQ-AB 2012 em Pernambuco.

Acesso e qualidade: avaliação das Equipes de Saúde Bucal participantes do PMAQ-AB 2012 em Pernambuco.

Trata-se de um estudo descritivo e analíti- co, de corte transversal, cujos dados foram provenientes da avaliação externa (fase 3) do PMAQ-AB, que coletou informações para a análise das condições de acesso e de quali- dade das EqSB participantes do Programa. Para a realização da fase 3, foi utilizado um instrumento de avaliação elaborado pelo Ministério da Saúde para essa finalidade, contendo padrões de qualidade estabeleci- dos de acordo com as normas, protocolos, princípios e diretrizes que organizam ações e práticas, conhecimentos técnicos e cientí- ficos atuais, considerando a competência dos atores envolvidos. Tal instrumento estava or- ganizado em três módulos:
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Raça e o uso dos serviços de saúde bucal por idosos.

Raça e o uso dos serviços de saúde bucal por idosos.

a criação de pactos entre as três esferas com me- tas pré-estabelecidas respeitando a realidade local no que se refere à facilitação da terapêutica e da reabilitação, sanando a necessidade por prótese e aliviando os casos de urgência por dor de dente, a criação de alternativas que garantam a entrada, o acompanhamento e a permanência contínua des- ses grupos nos serviços odontológicos, assegurar os princípios antirracistas e não discriminatórios no processo de acolhimento pelos profissionais de saúde bucal tendo como principal eixo nortea- dor as Equipes de Saúde da Família e os Centros de Especialidades Odontológica.
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Cad. Metrop.  vol.18 número36

Cad. Metrop. vol.18 número36

A preocupação com aspectos da saúde da população relacionados aos ciclos de vida aponta o envelhecimento como importante processo na atualidade, uma vez que impõe profundas transformações no perfil sociossanitário e, consequentemente, na elaboração e difusão de políticas sociais voltadas a esse grupo. Em Questão urbana e envelhecimento populacional: breves conexões entre o direito à cidade e o idoso no mercado de trabalho , os autores, Maura Pardini Bicudo Véras e Jorge Felix, expõem os efeitos avassaladores dos avanços do capital financeiro e a efetivação de um desmonte do Estado de Bem-Estar Social. Como consequência desse processo, observa-se o crescente processo de segregação nas cidades evidenciando que os idosos mais pobres acabam por ocupar espaços precários, além de assistirem à corrosão de seus direitos previdenciários.
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Carla de Barros Reis Diego Resende Martins Lucas Gomes

Carla de Barros Reis Diego Resende Martins Lucas Gomes

As duas últimas décadas no Brasil são marcadas por mudanças sociais importantes caracterizadas, sobretudo, pela redução da desigualdade e da pobreza. Essa redução ocorre para o país como um todo, mas de forma diferenciada entre as regiões. No Brasil, entre 1990 e 2009, o coeficiente de Gini, que mede a desigualdade de renda, reduziu-se em quase 12%, variando de 0,61 para 0,54. Essa redução foi observada em todas as regiões, sendo maior no Sul e no Sudeste, com quedas de 15% e 11,5%, e menor no Centro Oeste (8,3%). Mudanças mais acentuadas foram observadas para as taxas de pobreza. No Brasil, em 1990, a taxa de pobreza era igual a 41,92 caindo para 11,60 em 2009. Entre as regiões, as maiores quedas foram observadas para o Sul, Centro Oeste e Sudeste, 68%, 63% e 57% respectivamente. Apesar dessas reduções, diferenças regionais marcantes ainda estão presentes. Em 2009, enquanto nas regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste a taxa de pobreza estava em torno de 12, no Nordeste e Norte esse valor era em torno de 40 e 32,54 respectivamente 1 .
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A PRODUÇÃO DA SAÚDE E A POPULAÇÃO DO CAMPO: UMA EXPERIÊNCIA NO ASSENTAMENTO DE REFORMA AGRÁRIA EM PERNAMBUCO – BRASIL

A PRODUÇÃO DA SAÚDE E A POPULAÇÃO DO CAMPO: UMA EXPERIÊNCIA NO ASSENTAMENTO DE REFORMA AGRÁRIA EM PERNAMBUCO – BRASIL

De acordo com a Constituição Federal de 1988, o Estado conjuntamente com a população, tem o dever de incentivar propostas que apontem para intensificar a produção de saúde no campo, através das melhorias das condições de vida, trabalho e prevenção de doenças. Esta concepção já vem sendo discutida desde 1950, com o surgimento das primeiras formas organizadas de trabalhadores rurais. Nas últimas décadas, os movimentos organizados ganharam força neste setor até que, em 2011, é lançada a Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo e da Floresta (PNSIPCF). Tal política busca contribuir na ampliação do conceito de saúde, na afirmação desta como um direito, dependente de determinantes sociais, econômicos e culturais, políticos e ambientais, colaborando com o cumprimento do que é estabelecido na Constituição².
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Conhecimento de saúde bucal das gestantes da área de abrangência do Centro de Saúde Goiânia Belo Horizonte - Minas Gerais

Conhecimento de saúde bucal das gestantes da área de abrangência do Centro de Saúde Goiânia Belo Horizonte - Minas Gerais

Com a evolução da odontologia, crenças e mitos como o medo das gestantes do tratamento odontológico vem sendo desfeitos. O entendimento da importância da saúde bucal pela gestante favorece sua adesão e pode ser obtido se esta for bem informada. O objetivo deste trabalho foi avaliar o nível de percepção das gestantes sobre saúde bucal para desenvolver ações de promoção de saúde eficazes. Este foi um estudo transversal realizado com a aplicação de um questionário com perguntas sobre o comportamento e conhecimento de saúde bucal de 31 gestantes da área de abrangência do Centro de Saúde Goiânia. Dentre as 31 gestantes pesquisadas: 93,5% consideram poderem tratar os dentes durante a gravidez; 35,5% receberam orientação para que procurasse um dentista na gravidez; todas relataram que gostariam de saber mais de como cuidar da boca; 80,6% acham que sua alimentação pode ter influência na saúde bucal de seu filho; 90,3% avaliaram ser importante sua saúde bucal para a saúde da boca de seu filho; 77,4% acham ser o leite materno o melhor alimento para o bebê no primeiro ano de vida. O mito quanto a poderem se submeter a tratamento odontológico mostrou-se pouco relevante para as gestantes, e estas consideram a importância de uma boa saúde bucal e têm interesse em conhecer mais dos cuidados com a boca. Assim pretende-se divulgar entre usuários e trabalhadores do Centro de Saúde o caráter prioritário do atendimento à gestante, pactuando com médicos e enfermeiras o seu encaminhamento a odontologia quando do pré-natal.
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Impacto da estratégia saúde da família com equipe de saúde bucal sobre indicadores de saúde bucal: análise em municípios do nordeste com mais de 100 mil habitantes

Impacto da estratégia saúde da família com equipe de saúde bucal sobre indicadores de saúde bucal: análise em municípios do nordeste com mais de 100 mil habitantes

atribuo a ele e a relação que estabeleci com outros trabalhadores da saúde, momentos importantes de aprendizado. Tive a oportunidade, nos anos 90, de participar de uma dessas capacitações para dentista da rede de serviços em que os participantes deveriam propor alguma intervenção sobre os problemas que foram abordados. Fiz uma proposta de capacitação para o pessoal auxiliar por reconhecer, por experiência própria, que o trabalho em equipe é resolutivo e qualifica o trabalho de toda a equipe de saúde bucal. Para minha surpresa, a proposta foi aceita e não só capacitamos o pessoal auxiliar como conseguimos que eles fossem regularmente formados pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais por meio de um convênio. Foram formados em torno de 400 profissionais entre técnicos e auxiliares entre 1989 e 1992, quando o convênio foi extinto. Tornei-me professora na mesma escola que me formei, leciono, entre outras disciplinas, conteúdos do campo da Saúde Coletiva. A partir dessas experiências, fui selecionada para fazer a capacitação pedagógica do Ministério da Saúde para formar dentistas para atuar no SUS e, desde então, o universo do serviço público tem sido meu campo de trabalho e atualmente de pesquisa. Por esse trabalho de capacitação de recursos humanos, conheci muitos profissionais em muitos estados do País e acabei sendo convidada para participar da linha de pesquisa da Saúde Coletiva do Departamento de Odontologia da UFRN, surgindo, então, a oportunidade de ingressar no programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde.
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As dimensões do acesso aos serviços de saúde bucal na mídia impressa.

As dimensões do acesso aos serviços de saúde bucal na mídia impressa.

No imaginário odontológico da população, a ex- tração dental é um mediador para a retirada da dor, resolvendo o problema a um custo operacional muito baixo. Historicamente, esse tipo de procedimento é, geralmente, buscado pelo cidadão no serviço público como válvula de escape para o caso de dor (Emmerich, 2000). Ainda segundo o autor, cuidar da saúde bucal é uma atividade necessária a todos os indivíduos, in- dependente de sua faixa etária, classe social ou nível de escolaridade. Contudo, uma parcela signiicativa da população brasileira, principalmente de nível so- cioeconômico mais baixo, enfrenta diiculdades de acesso a serviços especializados de odontologia, quer seja pela carência de informação sobre educação em saúde, quer pela falta de oferta ou barreiras de acesso aos serviços públicos de saúde bucal.
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ACCESS TO HEALTH SERVICES OF BASIC CARE: ELDERS' PERCEPTION

ACCESS TO HEALTH SERVICES OF BASIC CARE: ELDERS' PERCEPTION

A experiência dos usuários com os diferentes serviços depende de muitas variáveis, tais como as informações que agregam e estão disponíveis a ele, percepção sobre as facilidades e dificuldades para a obtenção de cuidados, compreensão sobre necessidades de saúde que vão se construindo no processo saúde-doença de usuários e trabalhadores de saúde e, por fim, as formas como irão se estabelecer o vínculo, o acolhimento e de como se farão as rupturas com os processos de desigualdade e exclusão a que muitos usuários têm sido submetidos nos serviços públicos e, nesse caso, no SUS 13 .
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Rev. Assoc. Med. Bras.  vol.55 número4

Rev. Assoc. Med. Bras. vol.55 número4

Com o rápido processo de transição demográica e do envelhe- cimento populacional em nosso país, o aumento da prevalência das doenças crônico-degenerativas torna de extrema importância questões como polifarmácia, iatrogenia, interações medicamen- tosas e ocorrência de eventos adversos (EAs) a que estão expostos os idosos. A frequência do uso de medicamentos nesta faixa etária é elevada, com valores entre 60% a 90%, dos quais um terço utiliza cinco ou mais medicações simultaneamente. Por um lado, há consumo excessivo de produtos de automedicação, medica- mentos supérluos ou mal indicados, e por outro lado, a subu- tilização ou o uso inadequado de produtos eicazes e essenciais para o controle das doenças. Entre os diversos fatores preditivos da polifarmácia em idosos brasileiros já estudados estão a idade avançada, o sexo feminino, os piores índices de autoavaliação da saúde e a depressão 1- 4 .
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