Top PDF Acordam os Desembargadores que compõem a Sétima Câmara Cível do Tribunal de Justiça, por unanimidade de seus votos, em negar provimento ao recurso.

Acordam os desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça, por unanimidade, em negar provimento ao apelo.

Acordam os desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça, por unanimidade, em negar provimento ao apelo.

A Jurisprudência do TJ/PB é vasta a esse respeito, in verbis : APELAÇÃO CÍVEL – AÇÃO ANULATÓRIA C/C REPETIÇÃO DE INDÉBITO E INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS – CARTÃO DE CRÉDITO CONSIGNADO EM FOLHA – SUPOSTA FRAUDE – RECONHECIMENTO DE DÍVIDA INEXISTENTE - DANOS MORAIS ARBITRADOS E REPETIÇÃO DO INDÉBITO EM DOBRO – APLICAÇÃO DO PARÁGRAFO ÚNICO DO ART. 42 DO CDC – RELAÇÃO DE CONSUMO – ALEGAÇÃO DE AQUISIÇÃO APENAS DA CARTEIRA DE CRÉDITO DO BANCO CRUZEIRO DO SUL – FATO NÃO COMPROVADO – INDENIZAÇÃO DEVIDA – MANUTENÇÃO DA SENTENÇA – DESPROVIMENTO DO RECURSO. Efetuados descontos indevidos de crédito pessoal consignado nos contracheques da autora, decorrentes de falha operacional imputável ao promovido, é devida a restituição dos valores indevidamente cobrados, com aplicação da regra do parágrafo único do art. 42 do Código de Defesa do Consumidor. A responsabilidade civil, consubstanciada no dever de indenizar o dano sofrido por outrem, advém do ato ilícito, caracterizado pela violação da ordem jurídica com ofensa ao direito alheio e lesão ao respectivo titular. Como pressupostos necessários se tem o dano, o ato ilícito e o nexo de causalidade. Uma vez configurados estes requisitos, aparece o dever de indenizar. A indenização por dano moral deve ser fixada com prudência, segundo o princípio da razoabilidade e de acordo com os critérios apontados pela doutrina e jurisprudência, a fim de que não se converta em fonte de enriquecimento. Considerando que ao quantificá-lo, o magistrado fixou-o de forma equânime, desnecessária é a intervenção da Corte revisora no sentido de reduzi-lo. (TJPB – AC 0041973-98.2013.815.2001 – Des. Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti – 07/06/2016)
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ACÓRDÃOVistos, relatados e discutidos os autos. Acordam os Desembargadores integrantes da Nona Câmara Cíveldo Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em negar provimento aorecurso.Custas na forma da lei.1

ACÓRDÃOVistos, relatados e discutidos os autos. Acordam os Desembargadores integrantes da Nona Câmara Cíveldo Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em negar provimento aorecurso.Custas na forma da lei.1

Contra esta decisão DEBIDA PARTICIPAÇÕES LTDA. interpôs o presente agravo interno. Em razões, disse que a decisão recorrida premia a inadimplência e a má-fé comercial dos devedores, repisando os fundamentos do agravo de instrumento. Ao final, requereu fosse reconsiderada a decisão recorrida. Sucessivamente, pugnou pela apreciação do recurso perante o órgão colegiado.

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PODER JUDICIÁRIO. ESTADO DO RIO DE JANEIRO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Vigésima Sétima Câmara Cível/Consumidor

PODER JUDICIÁRIO. ESTADO DO RIO DE JANEIRO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Vigésima Sétima Câmara Cível/Consumidor

A C O R D A M , os desembargadores que integram a 27ª Câmara Civil/Consumidor do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, em julgamento nesta data, por unanimidade de votos, em NEGAR PROVIMENTO ao recurso, nos termos do voto do Desembargador Relator.

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PODER JUDICIÁRIO. ESTADO DO RIO DE JANEIRO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Vigésima Sétima Câmara Cível/Consumidor EMENTA

PODER JUDICIÁRIO. ESTADO DO RIO DE JANEIRO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Vigésima Sétima Câmara Cível/Consumidor EMENTA

ACORDAM os Desembargadores que compõem a 27ª Câmara Cível do Consumidor do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, por unanimidade de votos, em conhecer dos recursos para dar provimento ao apelo da ré, na conformidade do voto do Desembargador Relator.

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ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os autos. Acordam os Desembargadores integrantes da Décima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em NEGAR PROVIMENTO AO APELO.

ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os autos. Acordam os Desembargadores integrantes da Décima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em NEGAR PROVIMENTO AO APELO.

Nesse sentido, precedentes desta Corte: AGRAVO DE INSTRUMENTO. CONTRATOS AGRÁRIOS. ARRENDAMENTO RURAL. DESPEJO. ANTECIPAÇÃO DE TUTELA. AUSÊNCIA DE NOTIFICAÇÃO VÁLIDA. Tratando-se de arrendamento rural, mostra-se essencial para a retomada do imóvel que tenha havido prévia notificação e que esta seja motivada na intenção de retomar o imóvel para explorá-lo indiretamente, ou para cultivo direto e pessoal, ou por intermédio de descendente. Ausente a motivação, mostra-se irregular a notificação. AGRAVO A QUE SE NEGA SEGUIMENTO. (Agravo de Instrumento Nº 70043176734, Nona Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Marilene Bonzanini Bernardi, Julgado em 06/06/2011)
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ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os autos. Acordam os Desembargadores integrantes da Décima Quinta Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em dar provimento ao apelo.

ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os autos. Acordam os Desembargadores integrantes da Décima Quinta Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em dar provimento ao apelo.

Já se decidiu: “LOCAÇÃO COMERCIAL. DESPEJO POR FALTA DE PAGAMENTO. DÉBITO DE IPTU. PRESCRIÇÃO. O não pagamento dos locativos ou dos encargos legais contratados é uma das infrações mais graves que podem ser cometidas pelo locatário, motivo suficiente para rescindir o contrato e autorizar o pedido de retomada do imóvel. Inteligência dos arts. 9, inc. III, e 23, inc. I, da Lei nº 8.245/91. Demonstrado, nos autos, o não pagamento do IPTU pelo locatário, conforme lhe obrigava o contrato, procede a ação de despejo fulcrada na infração contratual. Desimporta, para a procedência da ação, se o locador pagou o tributo junto ao município ou se a prescrição já alcançou a ação de cobrança do imposto. Recurso provido” (AC 599360575, relator Des. Claudir Fidélis Faccenda, 16ª Câmara Cível, TJRS, j.
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A C Ó R D Ã O. ACORDAM os Desembargadores da Vigésima Quinta Câmara Cível do Consumidor deste Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro por,

A C Ó R D Ã O. ACORDAM os Desembargadores da Vigésima Quinta Câmara Cível do Consumidor deste Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro por,

Nesse sentido, é o entendimento pacífico desta 25ª Câmara Cível do Consumidor: “APELAÇÃO CÍVEL. RELAÇÃO DE CONSUMO. EMPRÉSTIMOS CONSIGNADOS. SENTENÇA DE EXTINÇÃO DO FEITO, EM RAZÃO DE RECONHECIMENTO DE ILEGITIMIDADE PASSIVA DA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. REFORMA. LEGITIMIDADE PASSIVA DO BANCO RÉU E ILEGITIMIDADE DA FONTE PAGADORA, MERA INTERMEDIÁRIA, QUE SE LIMITA A OPERACIONALIZAR O ATENDIMENTO DOS PEDIDOS DE CONSIGNAÇÃO EM FOLHA DE PAGAMENTO. PLEITO DE LIMITAÇÃO DOS DESCONTOS A 30% DOS VENCIMENTOS DO DEVEDOR, QUE MERECE SER ACOLHIDO, NOS TERMOS DO ENTENDIMENTO JÁ PACIFICADO PELA SÚMULA 200 DESTE TRIBUNAL. PEDIDO DE DEVOLUÇÃO DOS VALORES JÁ DESCONTDOS A MAIOR, QUE NÃO MERECE ACOLHIDA, NOS TERMOS DA ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL JÁ SUMULADA POR ESTA CORTE NO VERBETE Nº. 205. PRECEDENTES DESTA CORTE. SENTENÇA QUE SE REFORMA, PARA JULGAR PARCIALMENTE PROCEDENTE A PRETENSÃO EXORDIAL, NO QUE TANGE À LIMITAÇÃO DOS DESCONTOS NA FOLHA DE PAGAMENTO DO AUTOR AO PERCENTUAL DE 30% DOS SEUS VENCIMENTOS. MANIFESTA PROCEDÊNCIA DA PRETENSÃO RECURSAL QUANTO A ESTE PONTO. RECONHECIMENTO DA SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA, DIANTE DO NÃO ACOLHIMENTO DO PLEITO DE DEVOLUÇÃO DOS VALORES JÁ DESCONTADOS A MAIOR. INCIDÊNCIA DO DISPOSTO NO ENUNCIADO 65 DO AVISO TJRJ Nº. 100/2011. APLICAÇÃO DO DISPOSTO NO ART. 557, §1º-A, DO CPC. RECURSO A QUE SE DÁ PARCIAL PROVIMENTO. APELAÇÃO CÍVEL Nº. 0388663-24.2012.8.19.0001 – DES. AUGUSTO ALVES MOREIRA JÚNIOR – 25ª CÂMARA CÍVEL DO CONSUMIDOR – Julg.: 28/09/2014).”
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ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os autos. Acordam os Desembargadores integrantes da Décima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em negar provimento ao agravo de instrumento.

ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os autos. Acordam os Desembargadores integrantes da Décima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em negar provimento ao agravo de instrumento.

No mesmo sentido é o entendimento desta 10ª Câmara Cível: COBRANÇA. CONTRATOS AGRÁRIOS. ARRENDAMENTO RURAL. RENOVAÇÃO AUTOMÁTICA DO CONTRATO. Esgotado o prazo do contrato de arrendamento sem que tenha ocorrido notificação pelo arrendador, antes dos seis meses do seu término, quanto à existência de propostas de terceiros ou da intenção de retomada para exploração direta, tem-se como renovado automaticamente o ajuste nas mesmas condições originais, desde que o arrendatário, nos 30 (trinta) dias seguintes, não manifeste sua desistência ou formule nova proposta.
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ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os autos. Acordam os Desembargadores integrantes da Vigésima Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em negar provimento ao apelo.

ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os autos. Acordam os Desembargadores integrantes da Vigésima Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em negar provimento ao apelo.

Em suas razões, a parte autora sustenta ter sido suprimida, de forma abusiva, a pontuação que acumulava em seu cartão de crédito. Pugna pela inversão do ônus da prova, prevista no CDC, a fim de que o demandado demonstrasse os fatos alegados na peça defensiva. Requer o provimento do apelo, com a procedência da demanda.

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ACORDAM, os Desembargadores integrantes da Segunda Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça da Bahia, à unanimidade em REJEITAR A PRELIMINAR DE

ACORDAM, os Desembargadores integrantes da Segunda Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça da Bahia, à unanimidade em REJEITAR A PRELIMINAR DE

VULNERABILIDADE NÃO VERIFICADA. REVISÃO. ANÁLISE DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO DOS AUTOS. ÓBICE DA SÚMULA N. 7/STJ. DECISÃO MANTIDA. 1. A Segunda Seção desta Corte consolidou a aplicação da teoria subjetiva (ou finalista) para a interpretação do conceito de consumidor. No entanto, em situações excepcionais, esta Corte tem mitigado os rigores da teoria finalista para autorizar a incidência do CDC nas hipóteses em que a parte (pessoa física ou jurídica), embora não seja propriamente a destinatária final do produto ou do serviço, apresenta-se em situação de vulnerabilidade ou submetida a prática abusiva. 2. No caso concreto, o Tribunal de origem, com base nos elementos de prova, concluiu pela ausência de vulnerabilidade do agravante em relação ao fornecedor. Alterar esse entendimento é inviável em recurso especial a teor do que dispõe a Súmula n. 7/STJ. 3. Agravo regimental a que se nega provimento.
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ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os autos. Acordam os Magistrados integrantes da Oitava Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em negar provimento ao apelo.

ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os autos. Acordam os Magistrados integrantes da Oitava Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em negar provimento ao apelo.

Primeiro, porque sabendo que a menina não era sua filha biológica e não comprovada qualquer coação a que tenha sido submetido, é claro que o apelante reconheceu a paternidad[r]

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ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os autos. Acordam os Desembargadores integrantes da Sétima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado,

ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os autos. Acordam os Desembargadores integrantes da Sétima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado,

Se o infrator descumpriu as medidas de liberdade assistida e prestação de serviços à comunidade, que foram concedidas como remissão pelo juízo a quo, não se tra[r]

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ACORDAM os Membros da Terceira Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, DAR provimento PARCIAL ao recurso

ACORDAM os Membros da Terceira Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, DAR provimento PARCIAL ao recurso

Por outro lado, valho-me da redação do artigo 22, § 1º, que define os juros mínimos fixados no diploma legal em referência como receita financeira ficta, com efeitos na apuração do IRPJ, em razão da determinação de sua adição à base de cálculo do tributo em lume, nos termos do § 3º do precitado artigo. Contudo, pela especialidade da lei em exame, a única que trata do tema, percebo que não se aplica a regra geral do artigo 3º, I, da Lei nº 9.718, de 1998, ao deparar-me com o silêncio eloqüente da Lei nº 9.430, de 1996, no que toca ao PIS e à COFINS. Não tenho dúvidas de que o legislador só quis a incidência da CSSL e do IRPJ sobre a diferença entre os juros, instituídos mediante ficção legislativa, e os juros efetivos, firmados entre as partes, motivo pelo qual, nesta parte, provejo o recurso, excluindo as exigências do PIS e da COFINS.
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ACORDAM os Desembargadores da Segunda Câmara Cível do

ACORDAM os Desembargadores da Segunda Câmara Cível do

CONHECER O APELO E NEGAR-LHE PROVIMENTO, na forma do voto do Desembargador Relator. RELATÓRIO JOÃO JOSÉ DE AZEVEDO ajuizou ação indenizatória por danos morais em face de PAULO ROBERTO OLIVEIRA FREITAS, objetivando a condenação do réu ao pagamento de verba compensatória, no valor de R$ 15.000,00. O autor, em resumo, alega que uma de suas irmãs, a Sra. Maria Natalina de Azevedo, falecida em 2002, tinha a propriedade de um túmulo de nº 1.629, situado na quadra nº 4, lote 86, do Cemitério Público de São Fidélis; sustenta que diante do estado de abandono do jazigo, procurou a sua irmã Claudia Beatriz de Azevedo, a ela informando o seu desejo de vender a propriedade, tendo a sua irmã concordado; salienta que se dirigiu à Prefeitura de São Fidelis, onde obteve uma certidão atestando que o jazigo era de sua propriedade; sustenta que diante de tal documento realizou à venda ao Sr. João Rangel Campos, no dia 30.11.2012; alega que após a venda, o réu passou a atarracar os ânimos do autor, e que por várias vezes procurou o comprador, tecendo declarações injuriosas contra o autor, chamando-o de enrolado, ladrão, caloteiro, vagabundo, trambiqueiro; sustenta que chegou a comunicar tal fato à autoridade policial, tendo registrado boletim de ocorrência; alega que o réu registrou a ocorrência em sede policial, tendo dado início injustamente a um processo criminal contra o autor; e, por fim, requer a procedência do pedido.
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Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em dar

Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em dar

APELAÇÃO CÍVEL. NEGÓCIOS JURÍDICOS BANCÁRIOS. AÇÃO INDENIZATÓRIA POR DANOS EXTRAPATRIMONIAIS. I. Os fatos narrados nos autos, e as provas produzidas em juízo, corroboram os danos morais sofridos pela parte autora (in re ipsa), os quais ultrapassam o mero aborrecimento, mormente ante o fato de que a autora esperou por mais de 02 (duas) horas para ser atendida pela instituição financeira demandada, lhe sendo tolhida, ainda, a utilização de cadeira e banheiro.

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL ACÓRDÃO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL ACÓRDÃO

O viés constitucional ora invocado é objeto da ação direta de inconstitucionalidade nº 4.275 que tramita no Supremo Tribunal Federal visando a que seja proferida decisão de interpretação conforme a Constituição do art. 58 da Lei nº 6.015/73 (Lei de Registro Público), na redação que lhe foi conferida pela Lei nº 9.708/98, para assim reconhecer-se o direito dos transexuais à substituição de prenome e sexo no registro civil, independentemente da cirurgia de transgenitalização. Esta ação sustenta a tese da existência do direito fundamental à identidade de gênero, inferido dos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana (art. 1º, inciso III), da igualdade (art. 5º, caput), da vedação de discriminações odiosas (art. 3º, inciso IV), da liberdade (art. 5º caput), e da privacidade (art. 5º, X).
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TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL ACÓRDÃO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL ACÓRDÃO

CONDÔMINO COM COMPORTAMENTO CONSIDERADO ANTI-SOCIAL - PRETENSÃO DE SUA EXCLUSÃO DA COMUNIDADE CONDOMINIAL – SANÇÃO NÃO PREVISTA EM LEI - APLICAÇÃO DE MULTA PELO PRÓPRIO COND[r]

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ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os autos. Acordam os Desembargadores integrantes da Quinta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em dar parcial provimento ao agravo.

ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os autos. Acordam os Desembargadores integrantes da Quinta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em dar parcial provimento ao agravo.

AUDIÊNCIA DE JUSTIFICAÇÃO. A prática de fato considerado criminoso, no curso da execução, não significa seja necessária audiência de justificação, pois tal previsão existe apenas para os casos de falta grave no curso da execução de pena privativa de liberdade - art. 118, LEP. SUSPENSÃO DO LIVRAMENTO CONDICIONAL. Nos termos do artigo 145, da Lei de Execução Penal, a suspensão do livramento condicional é autorizada diante da simples prática de novo crime, inexistindo ofensa ao princípio da presunção de inocência. E a suspensão deve vigorar, independente da existência de prisão preventiva no novo processo, até a sentença, quando deverá ocorrer nova deliberação a respeito do livramento. AGRAVO DO MINISTÉRIO PÚBLICO PROVIDO, EM PARTE. POR MAIORIA. (Agravo Nº 70058164104, Quinta Câmara Criminal, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Ivan Leomar Bruxel, Julgado em 26/02/2014) [Grifei]
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TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL DECISÃO DO RELATOR

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL DECISÃO DO RELATOR

RELATÓRIO Volta-se o presente agravo de instrumento contra decisão da 1ª Vara Cível da Regional da Ilha do Governador, que nos autos da ação de reparação de danos, em fase de execução de sentença, determinou o cumprimento do mandado de penhora perante a FETRANSPOR, dos créditos da executada oriundos do Riocard, com o bloqueio e transferência do valor da execução ao Juízo singular, no total de R$197,428,91. (fls. 335/336)

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A Segunda Câmara de Direito Civil decidiu, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator. Custas legais.

A Segunda Câmara de Direito Civil decidiu, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator. Custas legais.

AUTOMOBILÍSTICO. CERCEAMENTO DE DEFESA INOCORRENTE. PRESCRIÇÃO. SUSPENSÃO DO PRAZO PELA NOTIFICAÇÃO DA SEGURADORA. PERDA DO DIREITO DE AÇÃO INOCORRENTE. COMUNICAÇÃO TARDIA DO AJUIZAMENTO DE AÇÃO CONTRA O SEGURADO. AUSÊNCIA DE MÁ-FÉ DO COMUNICANTE OU DE PREJUÍZO À SEGURADORA. (...) Nos casos de seguro por responsabilidade civil, o prazo prescricional de um ano inicia-se na data em que o segurado está definitivamente obrigado a compor o dano, é suspenso pela comunicação do fato à seguradora e volta a correr com a negativa de pagamento. A comunicação tardia à seguradora de ação indenizatória movida contra o segurado, para que se traduza na perda do direito à indenização, deve vir acompanhada de prova do dolo ou da má-fé do comunicante em omitir a ocorrência do infortúnio, bem como do prejuízo sofrido pela seguradora. "O dever de indenizar resultante do contrato de seguro é a regra, sendo que as exceções a esse dever devem ser cabalmente demonstradas" (Des. Sérgio Roberto Baasch Luz). Por isso é que a falta de conduta agravante do risco do contrato, imputada ao segurado, impede a declaração de perda do direito à indenização. (Apelação Cível nº 2006.015496-1, de Itajaí, rel. Des. Luiz Carlos Freyesleben).
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