Top PDF Acrescentar vida aos anos e não apenas anos à vida

Acrescentar vida aos anos e não apenas anos à vida

Acrescentar vida aos anos e não apenas anos à vida

Além das necessidades ligadas a simples sobrevivência da espécie – abrigo e comida – que desde o início amedrontaram nossos ancestrais mais remotos, era necessário aprender. Foi no enfrentamento de vários desafios impostos, inicialmente, pela própria natureza, que os nascentes grupos humanos construíram estratégias de superação aprendendo, inicialmente, a partir da experiência cotidiana. Aprenderam que o que “dava certo” deveria e poderia ser repetido. A complexidade da própria vida e os acertos que levaram a um refinamento cada vez maior destes aprendizados nos levou, ao cabo de milhares de anos, ao mundo que vivemos hoje e a uma longevidade jamais imaginada para os que sobrevivem. Estes vencedores convivem, lado a lado, com aqueles que, por motivos políticos e socioeconômicos, são mantidos à margem de qualquer esperança, incluindo de viver mais!
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Os anos de formação de Antonio Candido: livros como forma de vida

Os anos de formação de Antonio Candido: livros como forma de vida

A “reflexão do tipo preconizado por Maugüe” é aquela que o autor de Formação da literatura brasileira desdobraria ao longo da vida, com diversos avanços e recuos, mas com toda persistência: uma composição de análise literária, análise social, teoria literária e reflexão sobre o Brasil, diria Roberto Schwarz. Talvez seja oportuno acrescentar que a reflexão sobre o Brasil é feita na garupa da reflexão sobre a ordem ou desordem mundial capitalista, com suas figuras recorrentes, como o fascismo e o autoritarismo, o roubo e a violência legalizados. Leiam e releiam muito atentamente os textos filosóficos, orientava Maugüe. Dessa leitura atenta deveria surgir problemas sociais amplos, que a própria leitura ajudaria a formular. Ou seja, a leitura atenta de obras literárias passa a ser entendida como uma maneira de mapear os conflitos sociais mais importantes de cada momento, que, caso não sejam “lidos”, podem passar sendo sentidos e sofridos, sem ser conscientizados.
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Qualidade de vida e Saúde bucal em crianças de 8 a 10 anos

Qualidade de vida e Saúde bucal em crianças de 8 a 10 anos

Sua identidade não será divulgada e seus dados serão tratados de maneira sigilosa, sendo utilizados apenas para fins científicos. Você também não pagará nem receberá para participar do estudo. Além disso, você poderá cancelar a participação do seu filho (a) na pesquisa a qualquer momento. No caso de dúvidas ou da necessidade de relatar algum acontecimento, você pode contatar os pesquisadores pelo número (45)99123-0579 e/ou pelo e-mail litaodolobo@gmail.com ou o Comitê de Ética pelo número (45) 3220-3092

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Bruxismo e qualidade de vida em escolares de 11 a 14 anos.

Bruxismo e qualidade de vida em escolares de 11 a 14 anos.

O relato das variáveis BS e as condições ge- rais de saúde também podem ser considerados uma limitação da pesquisa, uma vez que os res- ponsáveis legais podem não perceber os sinais e sintomas do BS por não dormirem no mesmo ambiente dos escolares e pela falta de confirma- ção da existência de problemas de saúde. O diag- nóstico do BS foi baseado apenas no autorrelato dos responsáveis legais, que apesar de ser um dos critérios propostos pela AASM, pode ser utiliza- do em associação a outros critérios diagnósticos como exame clínico, eletromiografia e polis- sonografia (considerada padrão ouro para este diagnóstico), o uso desses critérios daria maior viabilidade epidemiológica ao estudo.
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Associação Brasileira de Enfermagem: 70 anos de luta pela vida.

Associação Brasileira de Enfermagem: 70 anos de luta pela vida.

Para melhor compreensão de sua origem, caracterizamos o Brasil da década de 20, dando mais enfoque ao Rio de Janeiro , então capital brasileira , cuja população era de 1 . 1 57.873 habitantes(3,78% do total , dos quais 38% eram iletrados). O sistema educacional do país procurava dar, pelo menos, instrução primária a uma parte da população, sendo que o preparo profissional ficava restrito á elite que freqüentava escolas particulares. Mas, dentro da estrutura familiar, os homens tinham prioridade em seg u ir uma carreira u niversitária, enquanto que ás m u lheres era reservada, apenas, uma "boa formação para o lar" . Apesar de esta ser uma situação aceita pela sociedade da época, o movimento feminista liderado por Bertha Lutz já demonstrava uma certa mudança do pensamento feminino e propunha uma modificação da posição da mulher dentro da sociedade. 1
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A IMPORTÂNCIA DOS SEIS PRIMEIROS ANOS DE VIDA NA FORMAÇÃO DO LEITOR

A IMPORTÂNCIA DOS SEIS PRIMEIROS ANOS DE VIDA NA FORMAÇÃO DO LEITOR

No entanto, percebe – se que não existe tradição de leitura no Brasil. Sabe-se que apenas uma minoria utiliza-se da leitura como lazer ou fonte de conhecimentos. A maioria das pessoas não tem o hábito de ler e dentre essas pessoas encontramos os educadores da primeira infância. Não adianta a professora apenas levar seus alunos à biblioteca, ou então, a sala de aula ter um cantinho com livros. Para que haja um incentivo para a leitura é preciso exemplo, é preciso a prática da leitura, e, o mais importante, é preciso que o adulto reconheça a necessidade indiscutível da leitura para sua formação pessoal.
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Anos potenciais de vida perdidos e custos hospitalares da leptospirose no Brasil.

Anos potenciais de vida perdidos e custos hospitalares da leptospirose no Brasil.

Para o custo de dias perdidos por internação, não incluindo possíveis custos dos acompanhantes dos pacientes, dividiu-se a média do salário mínimo vigente em 2007 (R$ 372,50 = US$ 197,09) pela média de dias úteis trabalhados em um mês (20,75 dias), totalizando um valor de R$ 17,95/dia (US$ 9,50). Para esse cálculo levou-se em consideração apenas a população a partir dos 18 anos e foram multiplicados R$ 17,95 para cada dia perdido. Os valores estão expressos em reais com o valor equivalente em dólares entre parênteses, com taxa de câmbio de agosto de 2007, segundo o Banco Central do Brasil (US$ 1,00 = R$ 1,89).
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Um dia na vida de 3 meninos portugueses com menos de 3 anos

Um dia na vida de 3 meninos portugueses com menos de 3 anos

Os lares das três famílias apresentaram diferenças, desde logo, em termos de ambientes e par- ques de media de que dispõem em casa e com que as pequenas crianças contactam. A família Oliveira possui apenas um aparelho de televisão – um dispositivo convencional, instalado na sala de estar. Na entrevista, a mãe referiu que queria para os filhos algo diferente da sua infân- cia: enquanto ela e a irmã tiveram televisão no quarto, não o quer no quarto dos filhos, nem na cozinha. O táblete é compartilhado pelos dois irmãos; mas nenhum dos dois pode utilizar o smartphone da mãe porque o rapaz mais velho perdeu um quando estavam num centro comer-
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A Sagrada Escritura na vida da Igreja a quarenta anos da Dei Verbum

A Sagrada Escritura na vida da Igreja a quarenta anos da Dei Verbum

Ora, a linguagem é natural ao homem. Por isso, o salmista exulta, pois «os céus c a n t a m a glória de Deus e o f i r m a m e n t o anuncia a obra das suas mãos... não são palavras nem discursos cujo sentido se não percebam» (SI 19,2.4). E verdade que é sempre alguém que põe a natureza a falar, mas ela mesma enquanto tal consegue expri- mir-se. A força criadora que a linguagem pessoal possui é inegável. Depois de olhar várias vezes o pôr-do-sol, o Principezinho de Antoine de Saint-Exupery consegue ver mais do que u m simples pôr-do-sol: «ah, principezinho, assim fui compreendendo a tua vida melancólica. Durante muito tempo, apenas a doçura dos poentes te serviria de distracção. Tomei conhecimento deste novo p o r m e n o r no quarto dia, de m a n h ã quando me disseste 'gosto muito do pôr-do- -sol. Vamos ver um pôr-do-sol» (cap. VI). Fazemos falar a natureza, transformamo-la. O sujeito é levado assim a uma dimensão de res- ponsabilidade. Subsiste nesta relação u m equilíbrio necessário entre a componente linguística universal e a minha referência original ao outro, entre o que é específico ao sujeito uno particular e o que é perceptível por todos. O outro necessita de entrar em contacto
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O cruzeiro: acontecimento e rotina como forma de vida da mulher nos anos 1950

O cruzeiro: acontecimento e rotina como forma de vida da mulher nos anos 1950

Para analisar o acontecimento, que é a própria figura do inesperado, de- finido sinteticamente no dito popular “Quando a coisa acontece, já é tarde demais!”, Zilberberg (2006: 142) se apoia na semiótica tensiva. Segundo ele, no capítulo “Centralidade do acontecimento”, do livro Éléments de grammai- re tensive (2006), a descrição da grandeza do acontecimento só é possível a partir de sua imersão no espaço tensivo, nas suas dimensões da intensidade e da extensidade, vale dizer, do estado de alma e do estado de coisa. No âm- bito da intensidade, segundo o autor, o andamento e a tonicidade agem de comum acordo, transtornando o sujeito, o que significa que o duplo acrés- cimo de andamento e de tonicidade, que sobrevém de improviso, se traduz de imediato para o sujeito por sua desorientação modal e, em seguida, por um déficit daquilo que ele denomina sua atitude. A tonicidade não afeta apenas uma “parte” do sujeito, mas sua integralidade. Para essa semiose ful- gurante, o acontecimento, quando digno desse nome, absorve todo o agir e deixa ao sujeito estupefato apenas o sofrer. Do ponto de vista morfológico, do lado do afeto não ocorre a escansão prevista do restabelecimento e do recrudescimento, a qual permite ao sujeito “antecipar”, se preparar e receber o ápice do recrudescimento, pois que precisamente o restabelecimento está virtualizado e o sujeito se sente “penetrado pelo inesperado”. Nesse sentido, o acontecimento pode ser considerado a medida e a derrota do sujeito. Se- gundo ele, se nos voltarmos ao mesmo tempo para a extensidade, as coisas
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Desenvolvimento do Self Dialógico nos Primeiros Anos de Vida: Teoria e Pesquisas.

Desenvolvimento do Self Dialógico nos Primeiros Anos de Vida: Teoria e Pesquisas.

A Teoria do Self Dialógico (TSD) proposta por Hermans e colegas surge da síntese das ideias de George Mead, William James e Mikhail Bakhtin. Na literatura, existem diversas deinições sobre o Self (Andacht & Michel, 2005; Bennett & Sani, 2004; Komatsu, 2012), mas, no presente texto, nos centramos na proposta de Hermans (2001). Com base nesse autor, deinimos o Self como uma multiplicidade dinâmica de posições de Eu, relativamente autônomas, as quais têm a possibilidade de se mobilizarem de uma posição espacial para outra, de acordo com as mudanças no tempo e no contexto de inserção do sujeito. O Self é plural, polifônico e dialógico, e as posições de Eu emergem como consequência de uma tensão dinâmica gerada por relações sociais signiicativas (Hermans, 2001). Sendo assim, o Self não é apenas um “Eu”, mas múltiplos “Eus” que coexistem em um sistema de caráter dialógico. Essas posições, em contínuo diálogo, podem ser inferidas a partir das múltiplas vozes presentes nas narrativas do sujeito.
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Anos de ouro da vida activa - 35 aos 45 anos : vidas quebradas, sonhos adiados

Anos de ouro da vida activa - 35 aos 45 anos : vidas quebradas, sonhos adiados

Assim, a teoria de mercados de trabalho de transição, desenvolvida por uma equipa de investigadores do Centro das Ciências de Berlim, sob direcção de Günther Schmid (in Köhler, 2007: 322), pretende integrar uma perspectiva indivídual e institucional, tendo como ponto de partida a tese da individualização defendida por autores como Ulrich Beck e Anthony Giddens (in Köhler, 2007: 322) que defendem que o fenómeno da individualização voltou a ocupar a centralidade com a saída da sociedade indústrial, sendo que a sociedade moderna nasceu com o indivíduo e morre com ele (Köhler, 2007: 271), e de uma sociedade de riscos e incertezas, tendo em conta que os mercados de trabalho deixam de ser caminhos predeterminados, tal qual uma porta que se abre, para desempenhar uma carreira profissional devidamente ordenada, mas que necessita de uns ajustes, dada as frequentes turbulências que afectam os mercados externos (tecnologias, reestruturações empresariais, ciclos demográficos) e internos (trocas familiares, reorientações individuais, doenças) por parte dos empregados. As frequentes saídas e reentradas de empregados, fazem parte do mercado de trabalho moderno. Tendo em conta o carácter institucional do mercado de trabalho, os ajustes do mercado não deverão ser feitos, não podem e não devem, à custa apenas e só da flexibilidade salarial, dado que o salário é o principal, e primeiro, meio de acesso a toda uma série de mecanismos de integração social e participação na cidadania. Em épocas anteriores, a economia doméstica, que englobava o trabalho na cidade e a ajuda no campo, servia de pilar de sustentação institucional para as transições entre os empregos industriais (actividades úteis e reconhecidas em substituição do desemprego passivo), só que, hoje em dia, estes processos transitórios já não funcionam, pelo que requerem um novo marco institucional a fim de evitar os altos custos do desemprego estrutural e de exclusão de quem cai no desemprego (Köhler, 2007).
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QUALIDADE DE VIDA APÓS SETE ANOS DO EVENTO CORONARIANO AGUDO

QUALIDADE DE VIDA APÓS SETE ANOS DO EVENTO CORONARIANO AGUDO

Em seguida foi aplicado o questionário de qua- lidade de vida, EuroQol 5D, que avalia o estado de saúde (14) de acordo com a percepção subjetiva do indivíduo. Este instrumento torna-se ideal para uso em pesquisas postais e entrevistas telefônicas, por precisar apenas de alguns minutos para sua apli- cação. (20-22) Este sistema compreende os seguintes domínios: mobilidade, auto-cuidado, atividades habituais, dor/desconforto e ansiedade/depres- são (18,22) para cada domínio existem três níveis de resposta: sem problemas, problemas moderados e problemas extremos. (18) A partir destes, obtém-se um número com cinco algarismos que define um estado de saúde, dentre os 243 possíveis estados de saúde.
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A vida privada de Helena de Tróia nos loucos anos 20 em Hollywood

A vida privada de Helena de Tróia nos loucos anos 20 em Hollywood

Comecemos por alguns guerreiros gregos famosos, cujas atividades são associadas a postos da vida militar ho- dierna. Temos, por exemplo, três deles acompanhando Me- nelau em uma cerimônia de praxe em que ele cumprimenta cada um dos cidadãos – atividade que o deixa bastante ente- diado. Nessa ordem, são mostrados: o “General Achilles of the Army: Mario Carillo”; o “Admiral Ulysses of the Navy: Bert Sprotte”, e o “Brigadier-General Ajax of the marines: Tom O´Brien”. A tarefa mensal que o rei tem de cumprir (“to give his right hand to the country”) tem ressonâncias cô- micas, porque pode ser vista como uma crítica (americana) a monarquias, como a inglesa, que tem a tradição do “to kiss hands”. Após passar o dia nesse cansativo protocolo, o rei quer apenas descansar e sair para pescar no dia seguinte com seu amigo Eteoneu. Em meio aos cumprimentos, Menelau ouve de um dos cidadãos a reclamação de que os negócios vão mal pelo fato de Helena comprar todas as suas roupas dos costureiros troianos – e ser seguida por outras mulheres da cidade –, o que estava levando os comerciantes espar- tanos à falência. A reclamação do comerciante leva os três guerreiros a se aproximarem imediatamente de Menelau e dizerem – lemos na cartela: “a perfect excuse for war against Troy”. Como Menelau não quer fazer guerra, dá um sinal para um dos homens atrás de si. Temos, então, um close no rosto do porteiro do palácio, acompanhado da cartela: “Ete- oneu (George Fawcett), um solteirão convicto (a confirmed bachelor) desde o dia do casamento do rei”. Menelau pede a ele para dizer a Helena que ela deve parar de comprar roupas troianas. A cena seguinte é a de Eteoneu pedindo à criada de Helena, Adraste (Alice White), para informá-la que daquele dia em diante a rainha deve usar apenas roupas espartanas 15 .
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Open O vi com AIDS depois dos 50 anos e sua relação com a qualidade de vida

Open O vi com AIDS depois dos 50 anos e sua relação com a qualidade de vida

), demonstrando uma QV relativamente boa. Já os participantes da população geral apresentaram índice geral de QV de 59,3 (DP=17,1), maior que o nível dos participantes HIV+. Na avaliação por fatores, os resultados indicaram baixos níveis de QV nas facetas “Morte e Morrer” e “Intimidade” para os participantes HIV+ e baixo nível de QV dos participantes da população geral apenas no Fator “Morte e Morrer”. No tocante as variáveis bio-demográficas, foram identificadas diferenças, estatisticamente significativas (p<0,05) entre os grupos critérios dos participantes HIV+ em relação aos fatores: “Autonomia”, “Atividades passadas, presentes e futuras”, “Morte e Morrer” e “Intimidade”. Ademais, para os participantes HIV+, os resultados indicaram que quanto maior era nível de religiosidade melhor era a Qualidade de Vida deles. A partir da análise dos discursos dos participantes, emergiram duas classes temáticas, 13 categorias, e 21 sub-categorias, à saber: Classe Temática I – Cotidiano com AIDS (categorias: Contágio, Diagnóstico, Percepção da AIDS, Relacionamento Afetivo-Sexual, Enfrentamento, AIDS na Velhice, Suporte, Preconceito, Trabalho e Perspectivas) e Classe Temática II – Atendimento à AIDS na velhice (categorias: atendimento, tratamento e Prevenção). Conclusão: Embora a terapêutica atual tenha prolongado a vida das pessoas HIV+ e melhorado a vivência da sexualidade nessa fase da vida, observa-se, para esses participantes, que a AIDS continua sendo associada à morte e a todo o sofrimento que lhe é pertinente, bem como impondo limitações para a vivência de relacionamentos íntimos, o que pode afetar a QV dessa população.
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Os anos de formação: a Música na vida familiar em diálogo com a escola e a sociedade

Os anos de formação: a Música na vida familiar em diálogo com a escola e a sociedade

A Revolução Francesa de 1789 e a mecanização crescente e acelerada da Europa ocidental no século XIX geraram uma nova estrutura social e um novo modo de ver o mundo que se estendeu a todas as áreas do conhecimento humano. O universo e também o próprio homem passaram a ser vistos como máquinas. Como consequência dessa visão, a prática dos músicos também foi afetada. O exercício da criatividade e o conhecimento e manipulação dos vários elementos da linguagem musical, que faziam parte da formação de qualquer músico instrumentista no século XVIII, tornaram-se desnecessários para o ofício do instrumentista dos novos tempos, notadamente aquele que tocaria em uma orquestra e que seria um “especialista”, responsável apenas por um aspecto da produção.
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O impacto das condições bucais na qualidade de vida de pessoas com cinquenta ou mais anos de vida.

O impacto das condições bucais na qualidade de vida de pessoas com cinquenta ou mais anos de vida.

Resumo Avaliou-se a influência de variáveis so- ciodemográficas e as condições bucais na quali- dade de vida de 224 indivíduos, com 50 anos ou mais de Bauru (SP). Os dados foram coletados de acordo com o Oral Health Surveys-Basic Me- thods: índices de cárie, periodontal comunitário, perda de inserção periodontal e uso/necessidade de próteses odontológicas. A percepção do indiví- duo sobre suas condições bucais, foi medida pelo Oral Health Impact Profile, com sete domínios: limitação funcional, dor, desconforto psicológico, incapacidades física, psicológica e social e desvan- tagem. 60% dos indivíduos eram aposentados; 42% sem atividade social; 65,5% com renda mensal de um a três salários mínimos; 53% usavam prótese total superior e, destes, 33% ambas; 1,94 dentes cariados e 5,4 restaurados; OHIP-os impactos so- ciais foram menos intensos que os físicos/ psicoló- gicos; a idade foi significante em todos os domí- nios; apenas a condição periodontal foi im por- tante para a qualidade de vida. As variáveis socio- dem ográficas e as condições bucais tiveram pe- quena variação no OHIP; os impactos sociais fo- ram menos intensos que os físicos/psicológicos na qualidade de vida; a m aioria dos entrevistados acusou pelo menos um impacto da saúde bucal na qualidade de vida; os escores do OHIP diminuí- ram nos grupos de maior idade.
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Introdução de alimentos industrializados nos primeiros anos de vida

Introdução de alimentos industrializados nos primeiros anos de vida

A partir da afirmativa de que agravos sofridos em fases iniciais da vida podem influenciar o fenótipo do indivíduo e afetá-lo de maneira persistente ao longo de toda a sua existência, surgiu o conceito da origem desenvolvimentista da saúde e da doença (DOHaD). O conceito de DOHaD surgiu originalmente da hipótese desenvolvida por Barker e denominada origem fetal da doença do adulto, como uma área de pesquisa dedicada a esclarecer as relações entre eventos ocorridos em fases precoces do desenvolvimento e determinados padrões de doenças ao longo da vida. Contudo, resultados de vários estudos evidenciaram que o risco para o desenvolvimento de doenças crônicas na fase adulta da vida advinha não apenas de eventos precoces da vida fetal, porém também de todo o período de desenvolvimento ao longo da infância e adolescência (Barker et al., 2002; Silveira et al., 2007; Moreira et al., 2010; Koletzko et al., 2012).
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Fórum em defesa da vida: 20 anos de resistência pela vida dos/as jovens que vivem nas periferias da Zona Sul de São Paulo

Fórum em defesa da vida: 20 anos de resistência pela vida dos/as jovens que vivem nas periferias da Zona Sul de São Paulo

O Fórum Social Sul pode ser visto como um espaço de articulação da sociedade civil organizada na e para a região não apenas do Jardim Ângela, mas incluindo aqui Capão Redondo e Campo Limpo, assim como Cidade Adhemar, Grajaú, Taboão da Serra, Embu, etc. Na nossa avaliação, esse Fórum tem sido muito positivo para o fortalecimento dos vários grupos, coletivos e fóruns locais 7 . Ele ainda está ativo. Continua a acontecer a cada dois anos.

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Mulheres em destaque nos anos 40: o acontecimento como forma de vida na revista O Cruzeiro

Mulheres em destaque nos anos 40: o acontecimento como forma de vida na revista O Cruzeiro

Mas para viver essa vida de rainha, tanto do carnaval como do rádio, ela teve de construir um contraprograma. O antissujeito família, secundado pela sociedade da época, insistia que ela deveria ser dona de casa. A propensão para a música modifica o sujeito Linda, que se torna um sujeito de estado que suporta um abalo e tem voz passiva frente a esse valor intrínseco. O sujeito Linda fica estupefato, siderado frente ao poder que a música exerce sobre ele. Elaborando uma operação concessiva “embora x, y”, “embora a família queira que ela seja dona de casa, ela que ser cantora”, ela, já um sujeito agente, contrapõe-se à operação implicativa que lhe era destinada “se x, então y”, “se todas as mulheres devem ser donas de casa, então você deve ser dona de casa”. O sujeito Linda, insurgindo-se contra o valor de universalidade, toda mulher deve ser dona de casa, realiza um contraprograma, apenas potencializado para a mulher, que a torna um ser exclusivo e merece destaque nas páginas de O Cruzeiro:
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