Top PDF Cana-de-açúcar in natura ou hidrolisada com óxido de cálcio para equinos adultos estabulados

Cana-de-açúcar in natura ou hidrolisada com óxido de cálcio para equinos adultos estabulados

Cana-de-açúcar in natura ou hidrolisada com óxido de cálcio para equinos adultos estabulados

frequência de desvios do comportamento nessa situação. Foram utilizados quatro tratamentos: cana-de-açúcar in natura e cana hidrolisada com 0,5% de óxido de cálcio na matéria natural e armazenada durante 24, 48 e 72 horas. Equinos machos (16), castrados, sem raça definida, com idade variando de seis a 13 anos e com peso médio de 372 a 407 kg foram mantidos em baias individuais. Os animais receberam sal, água e cana-de-açúcar como volumoso, fornecidos à vontade. Para balanceamento da relação Ca:P e PB:ED os animais foram suplementados com 1kg de farelo de trigo e 1 kg de farelo de soja. O experimento teve a duração de 30 dias e foram realizadas observações visuais do comportamento de cada animal: ócio, deitado, alimentando-se, comendo sal, ingerindo água, defecando, urinando, dormindo, andando, distúrbios de comportamento (coprofagia, mordendo a baia, aerofagia), contato com o cavalo vizinho ou outra atitude. Para mensuração do comportamento os animais foram submetidos à observação visual por 24 horas, a cada 10 minutos, durante cinco dias, com intervalos de sete dias entre cada período de 24 horas de observação. O comportamento mais observado foi o ócio. O tempo médio em que os cavalos permaneceram em alimentação foi de 8 horas e 15 minutos. Não houve diferença entre os tratamentos em nenhum dos comportamentos fisiológicos avaliados (deitar, comer sal, ingerir água, defecar, urinar, andar, coprofagia, morder a baia, aerofagia e outros) e não foi observada a ocorrência de nenhum distúrbio de comportamento durante todo o período experimental. Os resultados indicam que a estabulação por 30 dias, o manejo e o volumoso foram adequados à categoria animal. A cana-de-açúcar, utilizada como volumoso único, in natura ou hidrolisada com óxido de cálcio e armazenada por até três dias não causam distúrbios de comportamento em equinos.
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Valor nutritivo da cana-de-açúcar hidrolisada com hidróxido de sódio ou óxido de cálcio.

Valor nutritivo da cana-de-açúcar hidrolisada com hidróxido de sódio ou óxido de cálcio.

Avaliaram-se o valor nutritivo e a temperatura de estabilidade aeróbia da cana-de-açúcar hidrolisada com hidróxido de sódio (NaOH) ou óxido de cálcio (CaO). Utilizou-se um esquema fatorial 2 × 4, com dois aditivos (NaOH e CaO) e quatro doses (0; 0,75; 1,5 e 2,25%, com base na matéria natural), em delineamento inteiramente ao acaso com quatro repetições. O material foi acrescido dos aditivos e armazenado por 24 horas em baldes plásticos com capacidade de 10L. Ambos os aditivos controlaram o aumento da temperatura da cana-de-açúcar, e o NaOH mostrou-se mais eficiente. Os teores de matéria seca e matéria mineral aumentaram linearmente, enquanto os constituintes da parede celular diminuíram com o aumento das doses dos aditivos. Tanto o NaOH quanto o CaO promoveram acréscimo nos valores de digestibilidade da matéria seca da cana-de-açúcar. O NaOH e o CaO melhoram o valor nutritivo da cana-de-açúcar, e o NaOH é mais eficiente.
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Ensilagem da cana-de-açúcar in natura ou queimada e aditivada ou não com óxido de cálcio

Ensilagem da cana-de-açúcar in natura ou queimada e aditivada ou não com óxido de cálcio

RESUMO – Objetivou-se avaliar estratégias de manejo (queima ou não) e utilização de aditivo (óxido de cálcio) sobre a composição química da cana-de- açúcar no momento da ensilagem, as perdas ocorridas durante a fermentação, às características químicas e fermentativas na abertura dos silos e sobre a estabilidade aeróbia das silagens. A variedade utilizada foi a IAC 86-2480. A queima do canavial foi realizada no final da tarde do dia anterior ao primeiro dia de corte. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado em esquema fatorial 2 x 3 sendo um fator o aditivo (sem e com 1 % de óxido de cálcio) e o outro o manejo pré-colheita (in natura e queimada e colhida com 1 ou 10 dias após a queima) com quatro repetições por tratamento. Os tratamentos avaliados foram: silagens de cana-de-açúcar in natura tratada ou não com 1% de óxido de cálcio, silagens de cana-de-açúcar queimada e colhida com 1 dia após a queima tratada ou não com 1% de óxido de cálcio, e silagens de cana-de-açúcar queimada e colhida com 10 dias após a queima tratada ou não com 1% de óxido de cálcio. Na forragem fresca foram avaliados os seguintes parâmetros: matéria seca (MS), matéria mineral (MM) fibra em detergente neutro e ácido (FDN e FDA), proteína bruta (PB) e lignina (LIG). Decorridos 60 dias de fermentação, os silos experimentais foram abertos e os parâmetros avaliados foram os seguintes: recuperação de matéria seca (RMS), MS, MM, perdas por gás (PG), produção de efluente (EFLU), FDN, FDA, PB e LIG. Na avaliação da estabilidade aeróbia foram avaliados o somatório do acúmulo de temperatura diária em 5 e 9 dias de exposição aeróbia, tempo para as silagens atingirem a temperatura máxima. O processo de queima reduziu os teores de MS em média 34 g/kg, FDN 137 g/kg, FDA 71 g/kg e LIG 9 g/kg. A adição do óxido de cálcio elevou os teores de MM da cana-de-açúcar em média 30 g/kg. As silagens de cana- de-açúcar in natura apresentaram os maiores teores de MS (275 g/kg) e FDN (694 g/kg) e as menores EFLU (6 kg/t) e PG (124 g/kg) resultando em maiores RMS (822 g/kg). O tratamento com óxido de cálcio nas silagens de cana-de-açúcar, independente do manejo, aumentou os teores de MS em média 39 g/kg e RMS 151 g/kg e reduziu as PG em média 84 g/kg e teores de FDN 147 g/kg. Não houve efeito de manejo (P=0,114) e uso de aditivo (P=0,588) na quebra da estabilidade aeróbia das silagens (23 horas). O óxido de cálcio reduziu o acúmulo da temperatura diária com 5 e 9 dias, a temperatura máxima e o tempo para atingir a temperatura máxima da silagem de cana-de-açúcar in natura. Silagens de cana-de-açúcar queimada são mais propensas às perdas que silagens de cana-de-açúcar in natura. As silagens confeccionadas com cana-de-açúcar queimada e colhida com 1 ou 10 dias são semelhantes. O óxido de cálcio é eficiente em controlar perdas fermentativas e alterações de silagens de cana-de-açúcar in natura e queimada.
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Óxido de cálcio e Lactobacillus buchneri NCIMB 40788 na ensilagem de cana-de-açúcar in natura ou queimada.

Óxido de cálcio e Lactobacillus buchneri NCIMB 40788 na ensilagem de cana-de-açúcar in natura ou queimada.

significativo das doses, porém sem efeito do tempo de armazenamento. Afirma-se, desta forma, que os agentes alcalinos têm rápida atuação sobre a forragem, pois muitos efeitos do óxido de cálcio ocorreram antes da ensilagem. Jobim et al. (2007), em revisão sobre metodologias de avaliação de forragens conservadas, alertaram para a importância de se avaliar a forragem antes da ensilagem e compará-la às silagens produzidas para observação das alterações ocorridas durante o processo de armazenamento. Em relação aos teores de MS, nas silagens com adição de óxido de cálcio, não houve diferença significativa da queima (P>0,05), ao passo que, nas silagens sem esse aditivo, a cana-de-açúcar queimada propiciou silagens com menor teor de MS (Tabela 2). Nas silagens de cana-de- açúcar in natura adicionadas de L. buchneri (LB), os teores de MS foram inferiores aos daquelas tratadas com óxido de cálcio (P<0,05), enquanto, nas silagens controles, os valores foram intermediários e não diferiram (P>0,05) dos obtidos com a adição de L. buchneri e óxido de cálcio. Nas silagens de cana-de-açúcar queimada, apenas a adição de óxido de cálcio promoveu diferenças (P<0,05). A adição de L. buchneri não interferiu no teor de MS (P>0,05).
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Terminação de cordeiros com cana-de-açúcar in natura ou hidrolisada com óxido de cálcio em ambientes aeróbico e anaeróbico

Terminação de cordeiros com cana-de-açúcar in natura ou hidrolisada com óxido de cálcio em ambientes aeróbico e anaeróbico

RESUMO – Foram utilizados 24 cordeiros Ile de France, dos 15 aos 32 kg de peso corporal. Os tratamentos foram constituídos por IN: cana-de-açúcar in natura + concentrado, AER: cana-de-açúcar hidrolisada com 0,6% de óxido de cálcio (CaO) em ambiente aeróbico + concentrado e ANA: cana-de-açúcar hidrolisada com 0,6% de CaO em ambiente anaeróbico + concentrado. Antes do abate, os cordeiros foram pesados e tomaram-se suas medidas morfológicas. Após o abate, foram avaliados quanto aos pesos, rendimentos e não- componentes da carcaça, além de suas medidas morfológicas e perda por resfriamento. As carcaças foram seccionadas em pescoço, paleta, costelas, lombo e perna. As pernas e os lombos foram dissecados, e da perna, determinou-se o índice de musculosidade. Foi utilizado o delineamento inteiramente casualizado com três tratamentos e oito repetições e as médias comparadas pelo teste de Tukey ao nível de significância de 5%. Houve maior comprimento da perna in vivo (32,21 cm), menor altura do posterior (55,23 cm) e perdas na dissecação do lombo (1,83%) para cordeiros alimentados com cana-de-açúcar hidrolisada em ambiente aeróbico. Menor teor de gordura intermuscular no músculo longissimus lumborum (4,77%) e peso corporal vazio (24,84 kg) para cordeiros alimentados com cana-de- açúcar in natura. O fornecimento da cana-de-açúcar in natura na alimentação de cordeiros se torna viável por dispensar o processo de preparo da solução da calda e do revolvimento para homogeneização dos amontoados, além de não haver necessidade da compra do agente alcalinizante.
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Cana-de-açúcar in natura ou ensilada com óxido de cálcio e uréia em dietas de ovinos

Cana-de-açúcar in natura ou ensilada com óxido de cálcio e uréia em dietas de ovinos

Contudo, a utilização clássica da cana-de-açúcar, na forma “in natura”, possui restrição, quando a mesma é usada em larga escala devido à necessidade de corte diário. Além disso, quando a cana é utilizada como forragem durante todo o ano, há perda do valor nutritivo durante o verão devido ao baixo teor de sacarose e dificuldades de colheita em dias chuvosos. Assim, é interessante que a cana-de-açúcar seja cortada durante a estação seca e preservada para o uso durante toda a estação chuvosa. Segundo Siqueira (2005), canaviais submetidos a incêndio ou geada precisam ser utilizados rapidamente a fim de evitar a conversão da sacarose a gás carbônico, água e etanol, podendo-se então optar pelo processo de ensilagem.
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Consumo e desempenho de ovinos alimentados com silagens de cana-de-açúcar tratadas com óxido de cálcio e cloreto de sódio.

Consumo e desempenho de ovinos alimentados com silagens de cana-de-açúcar tratadas com óxido de cálcio e cloreto de sódio.

Todavia, no processo de ensilagem da cana-de- açúcar, recomenda-se utilizar algum aditivo químico ou bacteriano que favoreça a fermentação, com o objetivo de reduzir as perdas totais e melhorar o valor nutritivo da silagem obtida (Torres et al., 2003; Balieiro Neto et al., 2007) e, assim, alcançar resultados bastante variáveis (Freitas et al., 2006). Entre os aditivos mais utilizados para esse fim, encontra-se a cal virgem (óxido de cálcio - CaO), a qual pode reduzir os constituintes da parede celular por hidrólise alcalina e contribuir para a preservação de nutrientes solúveis por inibir o desenvolvimento de leveduras que atuam sobre a massa ensilada, amenizando a perda de nutrientes durante a ensilagem e após a abertura do silo (Balieiro Neto et al., 2007; Amaral et al., 2009). Balieiro Neto et al. (2009) observaram que ovinos alimentados com cana-de-açúcar in natura e silagem de cana-de-açúcar acrescida de cal virgem apresentaram consumo de matéria seca semelhante, sendo esses resultados superiores ao observado com utilização de aditivo microbiano (Lactobacillus buchneri). Outro aditivo com grande potencial para utilização no processo de ensilagem é o cloreto de sódio (NaCl), pois ele atua sobre a atividade de microrganismos do alimento, o que causa alterações de pH e redução da atividade da água, possibilitando a manipulação do processo fermentativo e o aumento na estabilidade da silagem após abertura dos silos (Rezende et al., 2011). A ação osmótica que o sal exerce pode resultar em redução dos valores de pH, assim como no decréscimo da atividade de água do meio (Woolford, 1978), além do que muitas bactérias ácido-lácticas sobrevivem em determinadas concentrações de sal (Gava, 1984), as quais são desejáveis para a produção do ácido láctico.
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Desempenho, produção de metano entérico e avaliação de locais para estimação da digestibilidade ruminal de bovinos alimentados com dietas à base de cana-de-açúcar e silagem de milho

Desempenho, produção de metano entérico e avaliação de locais para estimação da digestibilidade ruminal de bovinos alimentados com dietas à base de cana-de-açúcar e silagem de milho

Houve efeito (P< 0,05) dos tratamentos sobre o consumo de MO, sendo que dietas com silagem de cana-de-açúcar proporcionaram menores (P<0,05) consumos de MO em relação às demais dietas. O menor consumo de MO em dietas de silagens de cana-de-açúcar pode ser justificado pelo menor consumo de MS. Além disto, observa-se que as silagens de cana-de-açúcar tratadas com óxido de cálcio apresentam maiores teores de cinzas devido ao tratamento com o óxido de cálcio e consequentemente menores teores de matéria orgânica (Tabela 1). Ao avaliarem o efeito do tratamento alcalino da cana-de-açúcar com cal virgem ou cal hidratada sobre a composição química destes volumosos, Motta et al. (2010) observaram que os teores de cinzas diferiram entre as formas de processamento da cana-de-açúcar de modo que, a cana-de-açúcar in natura apresentou o menor valor (2,04%) para essa variável. A cana-de-açúcar hidrolisada com 0,5% de cal virgem ou cal hidratada apresentou, respectivamente, médias de 4,09 e 3,32%.
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Cana-de-açúcar in natura ou ensilada com e sem aditivos químicos: estabilidade aeróbia dos volumosos e das rações.

Cana-de-açúcar in natura ou ensilada com e sem aditivos químicos: estabilidade aeróbia dos volumosos e das rações.

Nesse contexto, torna-se necessária a busca por aditivos que favoreçam a estabilidade aeróbia de silagens de cana- de-açúcar, pois, segundo Pedroso et al. (2005), essas forragens, quando originárias de adequado padrão fermentativo, são caracterizadas por elevada concentração de carboidratos solúveis residuais e por elevada população de leveduras ácido-tolerantes, portanto são susceptíveis à deterioração durante o período após a abertura dos silos. Diversos autores têm estudado o efeito de aditivos na estabilidade aeróbia dessas silagens (Balieiro Neto et al., 2007; Siqueira et al., 2007). Balieiro Neto et al. (2005) avaliaram silagens de cana-de-açúcar tratadas com óxido de cálcio e verificaram manutenção da temperatura e do pH, bem como aumento da recuperação de matéria seca durante o período de exposição aeróbia das silagens. Balieiro Neto et al. (2007) concluíram que o tratamento de silagens de cana-de-açúcar com óxido de cálcio promoveu, durante a estabilidade aeróbia, manutenção da composição química e maior valor nutritivo em comparação à silagem sem aditivo.
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Estabilidade aeróbia, pH e dinâmica de desenvolvimento de microrganismos da cana-de-açúcar in natura hidrolisada com cal virgem

Estabilidade aeróbia, pH e dinâmica de desenvolvimento de microrganismos da cana-de-açúcar in natura hidrolisada com cal virgem

Conforme os resultados apresentados, a cana hidrolisada com cal virgem atingiu o padrão de neutralidade nas doses 0,5; 1,0; 1,5 nos tempos 24, 48 e 72 horas, respectivamente, sendo que, na dose 2,0, a neutralidade foi alcançada com a dose 1,5% (Tabela 2). Essa observação é interessante e pode ser utilizada como critério de decisão para o fornecimento da cana-de-açúcar hidrolisada in natura para os animais, visto que o fornecimento de alimento com pH alcalino pode causar redução na ingestão de matéria seca. Moraes et al. (2008) afirmaram que o pH demasiadamente alcalino da cana-de-açúcar tratada com 1,0% de óxido de cálcio e armazenada por 24 horas pode ter prejudicado a aceitabilidade e limitado o consumo do volumoso tratado, o que ocasionou menor desempenho dos animais que consumiram a cana-de-açúcar tratada com esse agente alcalinizante.
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Cana-de-açúcar hidrolisada para vacas em lactação

Cana-de-açúcar hidrolisada para vacas em lactação

A uréia é um componente comum no sangue e nos outros fluidos do corpo onde sua formação tem origem no fígado pela conversão da amônia. A amônia é tóxica e se não existisse essa conversão da amônia para ureia, no fígado, o organismo se tornaria doente a cada ingestão de alimento protéico (MORRISON & MACKIE, 1996). As concentrações de ureia no sangue variam e são influenciadas pelo aporte de proteína e de energia e pela excreção urinária. Quanto às concentrações de ureia e nitrogênio ureico no soro sanguíneo (NUS) observou-se que os animais alimentados com 50% cana-de-açúcar hidrolisada + 50% silagem de milho apresentaram maior nível de ureia no sangue (P<0,01) e consequentemente maior nitrogênio ureico, reflexo do CPB e CNDT (Tabela 5). O único nível de ureia no sangue que ficou fora dos valores referência (10 a 29 mg/dL) citados por Rebhun (2000) foi das vacas alimentadas com 100% cana-de-açúcar hidrolisada. Os níveis de nitrogênio ureico das vacas alimentadas com as diferentes proporções de cana- de-açúcar hidrolisada nas dietas divergem de Carvalho et al. (2011) que avaliando dietas para novilha contendo cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio, obtiveram valores de NUS variando de 14,7 a 16,5 mg/dL. Sendo ainda que Valadares et al. (1997) afirmaram que valores de 14,0 a 16 mg/dL de N-ureico plasmático representariam limites a partir dos quais estariam ocorrendo perdas de proteína dietética.
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Fracionamento de carboidratos e degradabilidade ruminal da cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio.

Fracionamento de carboidratos e degradabilidade ruminal da cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio.

Quanto aos carboidratos não fibrosos (fração A+B1), a cana-de-açúcar com 0; 0,75 e 1,5% de CaO apresentou menor valor em relação à cana- de-açúcar in natura (Tab. 2). Já a cana-de-açúcar com os níveis de CaO de 2,25; 3,0; 3,75 e 4,5% apresentou valores mais altos de A+B1 em relação à cana-de-açúcar in natura. A possível presença de fermentação na cana-de-açúcar tratada com essas porcentagens de CaO pode ter contribuído para a redução do teor da fração A+B1, pois observou-se aquecimento no material no final das 24 horas (Tab. 1), momento este em que as amostras foram coletadas para armazenamento. O aquecimento proveniente da fermentação pode ter provocado queima de carboidratos solúveis (açúcares) da cana-de- açúcar e, consequentemente, redução da fração A+B1. Visto que os carboidratos não fibrosos apresentam rápida degradação ruminal, a diminuição destes na cana-de-açúcar pode ocasionar menor disponibilidade de energia para o desenvolvimento dos microrganismos ruminais.
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Valor nutritivo da cana-de-açúcar adicionada com óxido de cálcio para novilhas Holandês x Zebu.

Valor nutritivo da cana-de-açúcar adicionada com óxido de cálcio para novilhas Holandês x Zebu.

Os animais foram distribuídos em seis blocos uniformes quanto ao peso vivo, de acordo com o grau de sangue, que variou de 1/4 a 7/8 de grau de sangue da raça Holandesa, os quais representaram os três tratamentos experimentais, utilizando-se seis animais para cada tratamento (T). Estes foram: T1  cana-de-açúcar in natura + 1% da mistura de ureia-sulfato de amônio (9:1) adicionada imediatamente antes do fornecimento da forragem; T2  cana-de-açúcar + 1% mistura de ureia  sulfato de amônio (9:1) adicionada imediatamente antes do fornecimento da forragem + 1,0% de inclusão de óxido de cálcio, adicionado 24h antes do fornecimento da forragem; T3  cana-de-açúcar + 1% mistura de ureia  sulfato de amônio (9:1) + 1,0% de inclusão de óxido de cálcio, sendo a adição do óxido de cálcio e da mistura de ureia e sulfato de amônio feita 24 horas antes do fornecimento da forragem aos animais. A composição bromatológica das dietas utilizadas no experimento estão representadas na Tab. 1. A composição da mistura mineral e a composição da cal utilizadas no experimento, encontram-se na Tab. 2. Tanto a mistura de ureia-sulfato de amônio quanto o CaO foram adicionados em porcentagem da matéria natural (%MN).
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Parâmetros nutricionais de novilhas de corte alimentadas com cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio e diferentes níveis de concentrado.

Parâmetros nutricionais de novilhas de corte alimentadas com cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio e diferentes níveis de concentrado.

RESUMO - Avaliaram-se o consumo, as digestibilidades total e ruminal, a eficiência de síntese microbiana, o balanço de nitrogênio (BN) e os parâmetros ruminais de novilhas de corte em confinamento alimentadas com dietas à base de cana- de-açúcar tratada ou não com óxido de cálcio (CaO – 1%) e diferentes níveis concentrado (NC), em confinamento. Utilizaram-se seis animais (170 kg PC) distribuídos em quadrado latino 6 × 6 incompleto, em esquema fatorial 2 × 3 (cana- de-açúcar in natura tratada ou não com 1,0% CaO e três NC - 0,0; 0,5 e 1,0% PC). Não houve interação volumoso × CL para o consumo e a digestibilidade total dos nutrientes. Com exceção dos consumos de MS e FDN (em % PC) e das digestibilidades totais de EE e FDN, a cana-de-açúcar tratada com CaO prejudicou o consumo e a digestibilidade dos demais nutrientes. O consumo de FDN não foi influenciado pelo NC, mas o consumo dos demais nutrientes apresentou comportamento linear positivo de acordo com o NC. A digestibilidade total dos nutrientes aumentou linearmente com o NC. As digestibilidades ruminais dos nutrientes não foram afetadas pelo consumo de cana-de-açúcar tratada com CaO. O aumento do NC teve efeito linear positivo sobre as digestibilidades ruminais de MS, MO, PB, FDN. Não houve efeito do tratamento da cana-de-açúcar com CaO sobre o nitrogênio microbiano e a MS microbiana, que aumentaram de acordo com o NC da dieta. As menores retenções de nitrogênio foram observadas nos animais alimentados com cana-de-açúcar tratada com CaO. A cana-de-açúcar tratada com 1% CaO, fornecida após 24 horas de armazenamento, prejudica o consumo da maioria dos nutrientes. O balanço de nitrogênio e o nível de concentrado até 1,0% PC melhoram a ingestão de MS, a digestibilidade da maioria dos nutrientes e o balanço de nutrientes.
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Degradabilidade in situ da cana-de-açúcar tratada ou não com óxido de cálcio, em novilhas leiteiras Holandês x Gir.

Degradabilidade in situ da cana-de-açúcar tratada ou não com óxido de cálcio, em novilhas leiteiras Holandês x Gir.

Avaliou-se a degradabilidade in situ da cana-de-açúcar in natura ou tratada por 24h com óxido de cálcio em diferentes porcentagens de inclusão na matéria natural da dieta, 0,0; 0,5; 1,0 e 2,0%, no rúmen de cinco novilhas Holandês x Gir. Os parâmetros de degradação ruminal da matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), fibra em detergente neutro (FDN) e fibra em detergente ácido (FDA) foram estimados ajustando modelo não linear aos dados de degradabilidade, sendo os parâmetros obtidos utilizados em análises de regressão linear e quadrática realizadas em função da inclusão do óxido de cálcio nas dietas. As degradabilidades potencial e efetiva e as taxas de degradação da MS e da MO aumentaram linearmente com o aumento de inclusão de CaO. O aumento da porcentagem de inclusão de CaO em dietas à base de cana-de-açúcar aumentou linearmente a degradabilidade in situ da MS e da MO e não alterou a degradabilidade in situ das frações fibrosas.
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Cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio fornecida com diferentes níveis de concentrado para novilhas de corte em confinamento.

Cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio fornecida com diferentes níveis de concentrado para novilhas de corte em confinamento.

RESUMO - Objetivou-se avaliar o desempenho, a digestibilidade aparente total; a eficiência síntese microbiana e o balanço de nitrogênio (BN) de novilhas de corte em confinamento alimentadas com dietas à base de cana-de-açúcar tratada ou não com óxido de cálcio (CaO, 1%) e diversos níveis de concentrado (NC). Utilizaram-se 24 animais, com 177,0 kg PC médio inicial e 8-12 meses de idade, distribuídos em delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 2 × 3, cana-de-açúcar in natura e cana-de-açúcar tratada ou não com 1,0% CaO e três NC (0,0; 0,5 e 1,0% PC). Não houve interação volumoso × nível de NC para o consumo dos nutrientes. Com exceção da FDN, a dieta à base de cana-de-açúcar tratada com CaO prejudicou o consumo dos nutrientes (em kg/dia e em % PC). Apenas o consumo de FDN não foi afetado pelo nível de NC. O consumo dos demais nutrientes apresentou comportamento linear positivo com o aumento do NC. Não foram observados efeitos do tratamento da cana-de-açúcar com CaO e da interação volumoso × NC sobre a digestibilidade dos nutrientes, que, com exceção da FDN, aumentou de acordo com o NC das dietas. O fluxo de N microbiano e os teores de N uréico no soro foram menores nos animais que consumiram cana-de-açúcar tratada com CaO. A eficiência de síntese microbiana, cujo valor médio foi de 12,10 gPBmic/kg NDT, não foi influenciada pela cana-de-açúcar tratada com CaO nem pelo NC. A cana-de-açúcar tratada com CaO reduziu o ganho médio diário, que aumentou conforme o NC. A cana-de-açúcar tratada com 1% CaO e fornecida após 24 horas de armazenamento prejudica o consumo da maioria dos nutrientes, o que piora o desempenho animal, enquanto o oferecimento de concentrado no nível de até 1,0% PC melhora o desempenho animal.
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Consumo, digestibilidade aparente e dias de coleta total na estimativa da digestibilidade em caprinos alimentados com dietas contendo cana-deaçúcar tratada com óxido de cálcio.

Consumo, digestibilidade aparente e dias de coleta total na estimativa da digestibilidade em caprinos alimentados com dietas contendo cana-deaçúcar tratada com óxido de cálcio.

Os maiores consumos de nutrientes observados podem ser atribuídos à ação positiva do óxido de cálcio sobre os componentes fibrosos da cana-de-açúcar (Tabela 2), o qual pode ter influenciado positivamente os resultados obtidos. Nesse sentido, pressupõe-se que uma possível elevação da taxa de passagem dos alimentos tenha influenciado o consumo de nutrientes, principalmente os de MS e FDN, cujos aumentos foram de 9,2; 18,4 e 27,5% e de 5,3; 10,7 e 16,8%, respectivamente, nas dietas contendo cana-de- açúcar tratada com óxido de cálcio nas doses de 0,75; 1,5 e 2,25% da matéria natural, em relação à dieta com cana-de- açúcar in natura. Estudos avaliando a viabilidade de volumosos tratados com produtos alcalinos na alimentação de caprinos em crescimento são escassos. Contudo, em estudos com ovinos e bovinos, tem-se observado variação nas respostas obtidas para o consumo de nutrientes quando utilizada cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio (Pontes, 2007; Moraes et al., 2008).
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Cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio em dietas para ovinos, caprinos, novilhas e vacas em lactação

Cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio em dietas para ovinos, caprinos, novilhas e vacas em lactação

RESUMO: O experimento foi conduzido para avaliar o consumo, a digestibilidade aparente dos nutrientes e o efeito de dias de coleta total (dois e quatro dias) na estimativa da digestibilidade aparente em ovinos alimentados com dietas contendo cana-de-açúcar tratada com óxido de cálcio (CaO). Objetivou-se também comparar os consumos de matéria seca (MS) e de nutrientes digestíveis totais (NDT) observados com os estimados com base no NRC (2006). Foram utilizados oito ovinos da raça Santa Inês, machos, castrados, com peso corporal médio de 16,6 kg, distribuídos em dois quadrados latinos 4 x 4, com quatro períodos experimentais de 14 dias. Os animais foram mantidos em baias individuais de 1,2 m 2 , e as avaliações do consumo e da digestibilidade foram realizadas nos quatro dias finais de cada período. As dietas foram formuladas para serem isoprotéicas, contendo 14% de proteína bruta (PB) e apresentaram 70% de cana-de-açúcar tratada com 0; 0,75; 1,5 ou 2,25% de CaO (com base na matéria natural) corrigida com 1% de uréia e 30% de concentrado. A cana-de-açúcar com a adição das doses de CaO foi desintegrada, tratada e fornecida após 24 horas de armazenamento. A cana-de-açúcar com CaO promoveu maior consumo de MS, MO, PB, FDN, FDN, FDNcp, CT, CNFcp e NDT (kg/dia) em relação à cana in natura, sendo o mesmo comportamento observado para o consumo expresso em %PV. A digestibilidade da MS e CNFcp da cana-de-açúcar com CaO foi inferior ao da cana-de-açúcar in natura. Houve aumento linear do consumo de MS com a adição de CaO à cana-de-açúcar. Por outro lado a digestibilidade da MS e FDN, e o teor NDT reduziram-se linearmente. Observou-se subestimação dos consumos de MS e NDT estimados pelo NRC (2006). O tratamento químico da cana-açúcar com CaO aumenta o consumo mas não melhora a digestibilidade dos nutrientes. Dois dias de coleta total de fezes são suficientes para estimar a digestibilidade aparente total em ovinos.
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Cana-de-açúcar hidrolisada com duas formas de aplicação e tamanhos de partículas

Cana-de-açúcar hidrolisada com duas formas de aplicação e tamanhos de partículas

Vários fatores podem afetar a hidrólise da cana-de-açúcar com a cal virgem ou hidratada, tais como: a concentração de óxido de cálcio ou óxido de magnésio, quantidade de cal aplicada, tempo de ação da cal sobre o alimento, homogeneização da cal com água e da água com a cana, idade de corte, variedade da cana e tamanho de partícula. Macedo (2007) ao trabalhar com a cana hidrolisada com cal virgem e diferentes dosagens, não observou influência significativa dos diferentes tamanhos de partículas (0,5 e 1 cm) na matéria seca, proteína bruta e matéria mineral nem interação das diferentes dosagens estudadas. Entretanto ao avaliar o pH das amostras, observou que as partículas com tamanho de 0,5 estavam mais alcalinas após 1,5 horas de tratamento com a cal, evidenciando que partículas menores facilitam o aumento do pH do material, por proporcionarem maior área de contato entre a superfície do volumoso e a cal.
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Desempenho de novilhos recebendo dietas à base de cana-de-açúcar in natura ou hidrolisada

Desempenho de novilhos recebendo dietas à base de cana-de-açúcar in natura ou hidrolisada

RESUMO - O objetivo neste ensaio foi avaliar o consumo, a digestibilidade e o desempenho de bovinos recebendo dietas à base de cana-de-açúcar in natura ou hidrolisada com duas concentrações de hidróxido de cálcio (cal microprocessado). Foram utilizados 18 novilhos Nelore com aproximadamente 390 kg de peso vivo, distribuídos em delineamento de blocos casualizados segundo o peso corporal. Os animais receberam dietas completas compostas de 70% de volumoso (cana-de-açúcar in natura, cana-de-açúcar tratada com hidróxido de cálcio 0,5% ou 0,9%) e 30% de concentrado. As dietas foram formuladas para atender às exigências de mantença e promover ganhos de 750 g/animal/dia. O desempenho dos animais foi avaliado com base no ganho de peso, que foi maior nos animais alimentados com cana in natura (1,32 kg/dia) ou tratada com 0,5% de hidróxido de cálcio (1,23 kg/dia) em comparação àqueles alimentados com a cana tratada com 0,9% de hidróxido de cálcio (1,08 kg/dia). A cana- de-açúcar in natura apresentou melhor digestibilidade da matéria seca (69,1% vs. 62% para a cana tratada). Embora a adição de 0,5% de hidróxido de cálcio tenha proporcionado menor digestibilidade, este tratamento não prejudicou o desempenho dos animais, que apresentaram ganho de peso semelhante ao obtido com a cana in natura.
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