Top PDF Adaptação transcultural e propriedades psicométricas da versão brasileira do Adolescent Resilience Questionnaire (ARQ)

Adaptação transcultural e propriedades psicométricas da versão brasileira do Adolescent Resilience Questionnaire (ARQ)

Adaptação transcultural e propriedades psicométricas da versão brasileira do Adolescent Resilience Questionnaire (ARQ)

Uma das principais razões da realização deste estudo foi de fornecer para a comunidade acadêmica uma nova escala de medida de avaliação de resiliência em adolescentes no Brasil. Estudos de adaptação transcultural e validação contribuem para fornecer versões multilíngues de um mesmo instrumento, permitindo assim que seus resultados sejam comparados ao redor do mundo. Dos cinco domínios da versão brasileira do ARQ, quatro deles apresentaram resultados satisfatórios. Entretanto, sete dentre os doze subdomínios foram considerados insatisfatórios. Por este motivo, após vários debates entre os pesquisadores que participaram deste estudo, optou-se por considerar a validade da versão brasileira do ARQ, para a população estudada. Contudo, os resultados apontam para que novas pesquisas possam ser realizadas a fim de testar esta versão brasileira do ARQ em indivíduos pertencentes a uma faixa etária superior à dos indivíduos desta pesquisa ou até mesmo na mesma faixa etária amostral do ARQ original e com doença crônica. Também está sendo considerada a possibilidade de redução do questionário a fim de fornecer um instrumento mais compacto para a realização de estudos epidemiológicos.
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Adaptação transcultural e análise das propriedades psicométricas da versão brasileira da escala de catastrofização da dor para idosos com dor lombar

Adaptação transcultural e análise das propriedades psicométricas da versão brasileira da escala de catastrofização da dor para idosos com dor lombar

Adaptada transculturalmente para 16 países (dentre eles, Alemanha, China, Noruega, Itália, África do Sul), a ECD apresentou, na maioria de suas versões, propriedades psicométricas adequadas para a avaliação da catastrofização da dor. Apesar do impacto para a saúde pública, a dor lombar ainda é insuficientemente entendida, especialmente entre idosos, população normalmente excluída dos estudos 14 . Ademais, os fatores biomecânicos envolvidos na dor lombar crônica são os mais estudados, apesar da sua etiologia multifatorial 11,12,13,14,15 . Segundo Linton 15 , é importante conhecer sobre a catastrofização no contexto da dor lombar em idosos para que estratégias sejam traçadas em um plano de tratamento multidisciplinar, especialmente na dor aguda, prevenindo a cronificação 16 . Para isso, faz-se necessária a tradução para o português do Brasil e adaptação da Escala de Catastrofização da Dor.
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Tradução, adaptação transcultural e propriedades psicométricas da versão brasileira do Test of Performance Strategies.

Tradução, adaptação transcultural e propriedades psicométricas da versão brasileira do Test of Performance Strategies.

traduziu o instrumento do inglês para português do Brasil posteriormente outro especialista traduziu o instrumento do português do Brasil para o inglês sem consultar a versão original. Os resultados foram duas versões do instrumento, uma em cada língua. Num segundo momento, os especia- listas se reuniram para avaliar e realizar as modifi cações na versão preliminar. A versão em inglês foi comparada com a versão original, tendo-se verifi cado uma equivalência semântica e de conteúdo. A versão da língua portuguesa foi revisada em oito itens e correções foram realizadas com relação à especifi cidade de alguns termos técnicos, de modo a ser assegurado o consenso entre especialistas e não existirem incompatibilidades com a versão original. Esta consulta também serviu para se analisar a forma e conteú- do dos itens em termos de clareza, compreensibilidade e adequação (Almeida & Freire, 2003).
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Adaptação transcultural e análise das propriedades psicométricas da versão brasileira do Perfil de Atividade Humana.

Adaptação transcultural e análise das propriedades psicométricas da versão brasileira do Perfil de Atividade Humana.

Como resultado da análise estatística dos dados coletados a partir da aplicação da versão adaptada do PAH em idosos, obteve-se um coefi- ciente global de consistência interna de 0,91, in- dicando estabilidade da calibração dos itens. Pa- ra os indivíduos, esse coeficiente foi de 0,98, que significa que as respostas também foram estáveis e, portanto, as medidas podem ser reproduzidas em aplicações subseqüentes do teste. O valor en- contrado para o índice de separação foi de 3,1 e informa que a amostra foi dividida em três níveis de habilidade: baixo, médio e alto. O esperado na análise de testes como o PAH é que haja um pequeno número de pessoas nas partes superior e inferior do contínuo, ou seja, poucas muito há- beis e poucas muito debilitadas. A maioria deve estar concentrada no terço médio do contínuo, caracterizando uma habilidade funcional mode- rada. Esse comportamento, conforme observado na Figura 1, foi reproduzido.
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Adaptação transcultural, propriedades psicométricas e aplicação da versão brasileira...

Adaptação transcultural, propriedades psicométricas e aplicação da versão brasileira...

O estudo 1 colocou ênfase na aplicação meticulosa de diretrizes estabelecidas para a tradução e adaptação cultural de instrumentos de QV (81-84). A aplicação cuidadosa de critérios de inclusão para a seleção dos tradutores do instrumento e membros do Comitê de Revisão garante a precisão das traduções, facilitando assim, a equivalência conceitual com a versão original do SOHO-5. Além da tradução meticulosa, foram realizadas duas fases de pré-teste que incluíram entrevistas cognitivas para mostrar se os itens eram compreensíveis, aceitáveis e verificar a sua clareza e relevância cultural. Os resultados alcançados a partir deste desenho metodológico mostram que, apesar das diferenças étnicas e culturais, o SOHO-5 atingiu a mesma equivalência semântica no idioma inglês e português do Brasil. Além disso, ambas as versões do SOHO-5 foram administradas em aproximadamente cinco minutos, o que demonstra que o instrumento é fácil de entender permitindo a sua utilização inclusive em levantamentos epidemiológicos.
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Adaptação transcultural e validação da versão brasileira da Treatment Spirituality / Religiosity Scale.

Adaptação transcultural e validação da versão brasileira da Treatment Spirituality / Religiosity Scale.

Objetivo: realizar a tradução e adaptação transcultural, bem como analisar as propriedades psicométricas do instrumento Treatment Spirituality / Religiosity Scale (TSRS) para a língua portuguesa do Brasil. Método: a amostra foi composta por 188 estudantes de Enfermagem de níveis técnico e superior. A análise da confi abilidade por teste-reteste foi realizada um mês após a primeira aplicação do instrumento. Para mensurar a validação de constructo procedeu-se a análise fatorial. Resultados: a versão brasileira da TSRS manteve-se com 10 itens, com dois fatores. A confi abilidade por teste-reteste apresentou coefi ciente Kappa variando de 0,22 a 0,47, consistência interna global alfa de Cronbach de 0,85. Conclusão: a versão brasileira do TSRS apresentou valores de validade e de consistência interna satisfatórios, mostrando-se adequada para uso no contexto nacional. Descritores: Psicometria; Estudos de Validação; Estudantes de Enfermagem; Espiritualidade; Religião e Ciência.
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Tradução e adaptação transcultural da versão brasileira do Questionário de Ansiedade Cardíaca.

Tradução e adaptação transcultural da versão brasileira do Questionário de Ansiedade Cardíaca.

A maioria das sugestões derivou do grupo com nível universitário, principalmente em relação à semelhança semântica de alguns enunciados, que pareceu um tanto repetitiva. Esta observação foi realizada com menos freqüência nos outros grupos. Entretanto, os itens apontados como semelhantes foram aqueles que pertenciam às mesmas subescalas, e logicamente era esperado que se referissem aos mesmos assuntos. Apesar dessas observações, decidimos manter a estrutura original do instrumento para manter ao máximo suas propriedades psicométricas, pois o objetivo deste estudo foi traduzi-lo e adaptá-lo culturalmente, fazendo o mínimo de alterações estruturais para preservar a validade semântica. Além disso, outra expectativa foi que esses sujeitos poderiam oferecer sugestões valiosas para melhorar o instrumento. Essas expectativas foram atingidas, e a maioria das alterações sugeridas por esses participantes foi de alguma utilidade.
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Tradução, adaptação transcultural e validação de conteúdo da versão em português do Coping Behaviours Inventory (CBI) para a população brasileira.

Tradução, adaptação transcultural e validação de conteúdo da versão em português do Coping Behaviours Inventory (CBI) para a população brasileira.

A validação de conteúdo complementou e pro- porcionou maior consistência a esse processo 6 . No entanto, seria considerável realizar uma ava- liação das propriedades psicométricas do CBI- versão brasileira e estudo de análise fatorial da escala, bem como a validade de constructo e a análise da consistência interna, sendo estas as limitações do estudo. Por outro lado, a proposta

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Validação transcultural do teste de orientação da vida (TOV-R).

Validação transcultural do teste de orientação da vida (TOV-R).

Adaptação transcultural do Teste de Percepção da Vida: A validação transcultural do TOV-R para o contexto brasilei- ro foi realizada segundo as recomendações de Vallerand (1989). Assim, a versão brasileira inicial do TOV-R foi elaborada a partir de uma tradução reversa (backtranslation) realizada por duas pessoas bilíngües. Em primeiro lugar, uma psicólo- ga bilíngüe de nacionalidade brasileira traduziu o TOV-R do original em francês para o português. Em seguida, uma se- gunda pessoa bilíngüe de nacionalidade francesa, fez a retrotradução, vertendo para o francês. As duas formas em francês, a original e a retrotraduzida, foram então comparadas por um grupo composto pelos dois tradutores e por uma ou- tra psicóloga brasileira. Estas três pessoas discutiram a res- peito das inconsistências encontradas e chegaram a um con- senso para a correção e redação das questões em português. Esta versão inicial do consenso foi então aplicada em uma amostra de 20 estudantes universitários para se verificar a compreensão dos termos utilizados. A cada aplicação em pequenos grupos de 4 a 6 sujeitos, seguia-se uma discussão com os sujeitos a respeito de possíveis incompreensões dos itens do TPV, em função das formulações das frases. As críti- cas e sugestões de cada sujeito eram então anotadas e discu- tidas pelo grupo de especialistas, resultando em modifica- ções do teste. As reformulações foram incorporadas e o teste foi reaplicado a outro pequeno grupo de sujeitos, até que não se encontrou mais problemas de compreensão na sua aplica- ção, tornando-se portanto mais claro e fácil de ser compreen- dido pela população-alvo. A versão final do TOV-R para o contexto brasileiro (ver Apêndice) foi então aplicada nas amos- tras de estudantes universitários, descritas acima, com o ob- jetivo de analisar suas propriedades psicométricas.
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Adaptação transcultural da versão brasileira do interRAI-Home Care: avaliação multidimensional...

Adaptação transcultural da versão brasileira do interRAI-Home Care: avaliação multidimensional...

Portanto, é fundamental ressaltar a importância do treinamento dos avaliadores para o preenchimento dos itens em razão do grau de detalhamento dos mesmos. Como exemplo, na seção F (Bem-estar psicossocial) há duas questões sobre violência, que segundo o manual do interRAI-HC podem ser direcionadas como pergunta para o paciente e/ou cuidador. Nesse exemplo, nota-se que a pergunta direta pode ser muito invasiva e o ideal seria orientar o avaliador para inicialmente apenas observar se existem sinais sugestivos de violência. Assim, verifica-se a relevância de discutir item por item durante o treinamento para evitar desconfortos indesejáveis com os pacientes e rompimento de vínculos, garantindo o respeito com os mesmos. Alguns autores sugerem a capacitação dos profissionais com base na gravação em vídeo das AVDs 103 como recurso fidedigno das aferições. Durante a capacitação dos avaliadores, houve a discussão de casos clínicos fictícios como disparadores de hipóteses e respostas, metodologia também sugerida no manual do interRAI-HC. No processo de validação do interRAI-Acute Care na Bélgica 104 , os pesquisadores incluíram a avaliação de idosos que não fizeram parte da amostra final na última etapa da capacitação. Na realidade do serviço onde a presente pesquisa foi desenvolvida, os profissionais possuem maior proximidade com o assunto, mas talvez seja uma metodologia a ser considerada para as futuras análises das propriedades psicométricas do interRAI-HC, motivo pelo qual 18 avaliações foram realizadas em duplas.
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Propriedades psicométricas iniciais do Acceptance and Action Questionnaire - II - versão brasileira.

Propriedades psicométricas iniciais do Acceptance and Action Questionnaire - II - versão brasileira.

Psychological lexibility (PF) model has extensive evidence in several countries but its research in Brazil is limited due to lack of suitable instruments. This study gathers psychometric evidence from an FP instrument, Acceptance and Action Questionnaire- -II, adapted for Brazil. After translated and adapted, 1,352 college students illed it, and same subsamples also illed scales on resilience, general health, depression and anxiety. Results indicated unidimensional structure and satisfactory reliability. FP in males was superior to females and increased with aging. There was also a positive correlation with resiliency and overall health, and a negative one with depression and anxiety. Psychometric properties were satisfactory, but ought to be evaluated in diverse samples. The instrument seems suitable for use both in studying behavior change and mechanisms of therapeutic change. Keywords: validation; AAQ-II; psychological lexibility; action and commitment therapy; psychotherapy.
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Tradução, adaptação transcultural e propriedades psicométricas do KIDSCREEN-52 para a população brasileira.

Tradução, adaptação transcultural e propriedades psicométricas do KIDSCREEN-52 para a população brasileira.

Um grupo bilíngue formado por três pesquisadores da área da Psicologia da saúde e Saúde Pública comparou os textos traduzi- dos, uniformizando o uso de expressões divergentes, e produziu uma versão única de ambos os questionários, a qual sintetizou as duas anteriores. Em seguida, ocorreu a retrotradução dos questionários por dois outros tradutores, independentemente. Os tradutores escolhidos para essa etapa tinham como idioma nativo o inglês, domínio do português e atuação como docentes universitários em instituição brasileira. Solicitou-se aos traduto- res que registrassem expressões que pudessem gerar dúvidas no processo de retrotradução. O grupo bilíngue comparou ambos os textos retrotraduzidos, produzindo versão única.
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Adaptação transcultural e análise de propriedades de medida do Exercises Preference Questionnaire (STROKET)-BrasilL

Adaptação transcultural e análise de propriedades de medida do Exercises Preference Questionnaire (STROKET)-BrasilL

A análise fatorial confirmatória, mostrou que, dos 22 itens da segunda seção, dois apresentaram comunalidade <0.5 30 . Inicialmente, a variância explicada foi de 60,6%. Portanto, a análise de comunalidade dos itens indicou a exclusão do item 9 “Gosto de fazer o mesmo tipo de exercício cada vez que pratico atividade física” (0,48) e do item 19 “Gosto de ter instruções por escrito dos meus exercícios “(0,47). Extraindo o item 19 que apresentou comunalidade menor, a variância explicada foi de 61,8%, porém o item 9 ainda apresentava comunalidade <0,5. Extraindo-se o item 9, a variância explicada passou para 63,3%. Cada item extraído da matriz principal trouxe pequena alteração na variância total explicada da versão adaptada. Este resultado pode refletir o baixo nível de escolaridade dos participantes do presente estudo (ensino fundamental incompleto, 58,4%), característico da maioria da população brasileira de idosos, também reportado por outros estudos de adaptação transcultural 32,33 . Algumas considerações possíveis podem justificar ou pontuar a presença dos itens que apresentavam baixa comunalidade. Esses itens podem ter sido influenciados por situações de vida e diferenças culturais e sociais, conhecimento de atitudes em relação a crenças sobre saúde e atividade física; necessidades e capacidades percebidas; expectativas em relação aos resultados, personalidade, sentimentos, hábitos de vida, e fatores contextuais 10,8,12 . Portanto, optou-se pela não sugestão extração desses itens com baixa comunalidade. Deve- se, contudo, analisar com cautela as respostas destes itens, quando utilizados na prática clínica.
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Tradução, adaptação cultural e análise das propriedades psicométricas do activities of daily living questionnaire - ADLQ - para avaliação funcional de pacientes com a doença de alzheimer

Tradução, adaptação cultural e análise das propriedades psicométricas do activities of daily living questionnaire - ADLQ - para avaliação funcional de pacientes com a doença de alzheimer

As novas estratégias terapêuticas que têm surgido para o tratamento da demência e em especial da DA, além de retardar a progressão e melhorar a qualidade de vida dos pacientes, têm estimulado a busca de instrumentos de avaliação que permitam identificar com maior precisão os casos de dependência cognitiva e funcional. No entanto, a maioria das escalas disponíveis para a avaliação das demências apresenta sérias limitações devido a pouca sensibilidade e especificidade, a sua complexidade e prolongado tempo de administração, fazendo-as inadequadas para pacientes com cognição deteriorada 7,30 . No presente estudo, o objetivo de realizar a tradução para língua portuguesa e adaptação transcultural do ADLQ 26 para a realidade brasileira foi alcançado. Cada questão apresentava cinco alternativas, não houve nenhuma dificuldade de compreensão para respondê-las de acordo com o quadro clínico do paciente avaliado. A maioria dos instrumentos utilizados na avaliação é baseada em questionários. No entanto, não há como aplicar um instrumento estrangeiro de avaliação sem realizar a sua validação para o país em que se deseja aplicá-lo, quando se objetiva usá-lo em uma população de cultura e idioma diferentes do país onde o instrumento foi gerado 44 .
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS - GRADUAÇÃO EM TERAPIA OCUPACIONAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS - GRADUAÇÃO EM TERAPIA OCUPACIONAL

Introdução: O Wheelchair Skills Test Questionnaire é uma ferramenta que avalia a mobilidade funcional em diferentes ambientes e que pode contribuir para melhorar as habilidades de pessoas em cadeira de rodas repercutindo na confiança, segurança e independência. No Brasil, existe uma lacuna de ferramentas de avaliação, que articulem o uso da tecnologia assistiva e a mobilidade funcional no nível das capacidades necessárias no cotidiano de pessoas que usam cadeira de rodas e de cuidadores. Objetivo: realizar a adaptação transcultural do instrumento Wheelchair Skills Test Questionnaire (WST-Q), versão 4.3 para usuários de cadeiras de rodas manuais e cuidadores, na língua portuguesa (Brasil). Metodologia: O procedimento metodológico envolveu as etapas de: 1) tradução; 2) retrotradução; 3) Análise por um comitê de especialistas; 4) pré-teste conforme diretrizes internacionais. Resultados: A versão resultante deste processo passou por um pré-teste com a população alvo, 15 usuários de cadeira de rodas e 15 cuidadores. No total 8 de 30 participantes apresentaram sugestões para facilitar a compreensão do público alvo. O instrumento se mostrou de fácil compreensão. Conclusão: Os participantes avaliaram o WST- Q 4.3 como útil à realidade brasileira. Recomenda-se avaliação das propriedades de medidas dessa versão numa amostra representativa.
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Propriedades psicométricas da versão brasileira da escala triangular do amor de sternberg.

Propriedades psicométricas da versão brasileira da escala triangular do amor de sternberg.

Outras aplicações da escala, em diversas partes do mun- do, também encontraram os mesmos problemas aponta- dos por Sternberg (1997). A análise fatorial de Hendrick e Hendrick (1989) com a versão original (apesar de ele ter utilizado uma escala Likert de 5 pontos) também se mos- trou problemática, com vários itens saturando em mais de um fator. Chojnacki e Walsh (1990) encontraram uma ele- vada concordância na reaplicação da ETAS após duas se- manas, mas citaram a correlação entre os fatores como o ponto fraco da escala. Yela (1996), com uma amostra de 412 sujeitos, não encontrou total apoio empírico à estru- tura fatorial da ETAS. Assim, uma solução apontada na literatura é a redução de itens. Com uma escala semelhan- te à proposta por Sternberg, porém com somente 20 itens, Lemieux e Hale (2000) obtiveram um instrumento que praticamente eliminou a sobreposição de itens em fatores não pretendidos. Assim, os autores sugerem que a ETAS deve ser um instrumento mais curto e mais preciso.
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ABSTRACT BACKGROUND AND OBJECTIVES : The Chronic Pain

ABSTRACT BACKGROUND AND OBJECTIVES : The Chronic Pain

MÉTODOS: De acordo com as diretrizes internacionais para a adaptação transcultural de instrumentos de medida, o estudo foi desenvolvido nas etapas: planejamento, tradução, síntese, análise por comitê de especialistas, retrotradução, avaliação pelo autor original, discussão com leigos, pré-teste e avaliação final. RESULTADOS: Foi realizado o pré-teste da versão consensual aprovada pelo comitê em 59 pessoas, obtendo-se ao final o Chro- nic Pain Coping Inventory - Versão Brasileira adaptado conforme as nuances da cultura no Brasil. Análise preliminar da fidedig- nidade mostraram valores adequados para a subescala de prote- ção, pedido por ajuda, busca por suporte social, autoafirmações de enfrentamento e exercícios/alongamento. Seu uso na prática clínica e de pesquisa aponta futuro promissor para o avanço no manejo multidisciplinar da dor no Brasil.
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Propriedades psicométricas da versão brasileira do questionário Quality of recovery...

Propriedades psicométricas da versão brasileira do questionário Quality of recovery...

Postoperative recovery is a complex event that comprehends the resumption of daily activities and improvement of the physical, emotional and psychological states of the patients, which were altered as consequences of the surgical treatment. However, the determination of the moment in which the surgical recovery has occurred requires rigorous medical supervision of the patients. The Quality of recovery -40item (QoR-40) questionnaire enables an evaluation of the postoperative recovery in physical, emotional, social and psychological dimensions. Therefore, it can be an important tool for such supervision. The Qor-40 has 40 items with Likert scale answers and its total score varies from 40 to 200, in which the results are increased in accordance with the quality of postoperative recovery. It’s a methodological study that aims to validate the Brazilian version of the QoR-40 questionnaire to be used with patients who have undergone radical prostatectomy. The questionnaire was answered by a sampling of 200 radical prostatectomized patients in four distinct moments: pre- and postoperative, first and second follow-up appointments. A semantic analysis of the questionnaire’s items was performed, in a sampling independent of the validation sampling, to investigate the comprehension and relevance of each item. For the convergent construct validity, an investigation was performed, concerning the Pearson correlation between the QoR-40 measure and the measures of the constructs related to the domains of the quality of life questionnaire (SF-36v2 ® ) as well as the measure of the visual analogue scale for postoperative recovery (VAS postoperative recovery). The discriminant validity was investigated by means of known groups, through the Mann-Whitney test, considering the QoR-40 measure in the groups of patients with a nursing diagnosis of Retarded postoperative recovery, with urinary incontinence and erectile dysfunction. The reliability was investigated
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Propriedades psicométricas da versão brasileira do Exercise Motivations Inventory (EMI-2).

Propriedades psicométricas da versão brasileira do Exercise Motivations Inventory (EMI-2).

Dos instrumentos publicados e utilizados para a monitoração dos aspectos motivacionais relacionados à prática de exercício físico, o mais conhecido e apontado como referência na literatura especializada é o Exercise Motivations Inventory (EMI). No entanto, em sua primeira versão, apesar de indícios promissores de validação, o inventário denotava algumas deficiências teóricas e metodológicas que foram eliminadas na versão subsequente. Por exemplo, em sua versão original o EMI somente poderia ser aplicado em indivíduos que já praticavam regularmente exercício físico, seus itens não atendiam indivíduos sedentários, ou que estavam em processo de transição, ou em estágios iniciais da prática de exercício físico. Ainda, a motivação para a prática de exercício físico com intenção de melhorar a saúde fazia referência tão-somente aos aspectos clínicos e não contemplava a possibilidade de que os motivos de saúde também poderiam orientar indivíduos sadios (MARKLAND, HARDY, 1993).
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Adaptação transcultural e propriedades de medida do Life-H 3.1-Brasil para avaliação da participação social em hemiparéticos

Adaptação transcultural e propriedades de medida do Life-H 3.1-Brasil para avaliação da participação social em hemiparéticos

Ressalta-se que a CIF é o referencial teórico adotado pelo programa, sua utilização possibilita uma abordagem diferenciada do indivíduo, tornando-o sujeito de sua vida e responsável pela recuperação da sua participação social. A CIF não se limita às questões físicas, mas estende seu olhar ao contexto em que o indivíduo está inserido. O LIFE-H 3.1-Brasil possibilita avaliar a participação social de forma condizente com o modelo de CIF, favorecendo uma prática ampliada. O desenvolvimento de novos instrumentos específicos para cada cultura é dispendioso, demorado e dificulta a comparação entre diferentes países ou culturas. Neste contexto, é evidente a necessidade de instrumentos de avaliação da participação social com rigor metodológico e viabilidade clínica. Assim, a adaptação e validação transcultural do LIFE-H 3.1 foi oportuna e justificável.
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