Top PDF Aderência ao tratamento dialítico e dietético em pacientes portadores de insuficiência renal crônica

Aderência ao tratamento dialítico e dietético em pacientes portadores de insuficiência renal crônica

Aderência ao tratamento dialítico e dietético em pacientes portadores de insuficiência renal crônica

Com relação ao resultado do estudo, é importante res­ saltar que, embora a influência do suporte social secundário tenha sido maior do que a influência do suporte social primá­ rio, tanto sobre os sujeitos com nível de educação baixo como sobre os sujeitos com nível de educação elevado em ambos os tempos (Tl e T2). isso pode ser explicado pelo menos em parte pelo aspecto da "aproximidade" (afetividade, familiaridade - etc.), pois por mais estreita que seja a convivência entre o paciente e o (s) membro Cs)„ da equipe de diálise, essa convivên cia não terá as mesmas características de uma relação "fami­ liar". Portanto, a influência exercida pelos sujeitos do gru po de suporte social secundário (médico, enfermeira, terapeu­ ta e demais membros da equipe de diálise) em relação a aderên cia pode ter sido maior por ser qualitativamente diferente. Permitiráimos aqui, dizer que a influência do grupo social se cundário imputada aos pacientes passa pela questão da compe­ tência, do poder, do saber que esses profissionais têm acerca da insuficiência renal crônica e por conseguinte da hemodiáli se, fazendo com que os pacientes mesmo não seguindo à risca as orientações, de algum modo o fazem. Por outro lado, a in fluência do grupo social primário passa pela questão da soli dariedade, compartilhamento, carinho etc., portanto mais pelo campo do domínio afetivo.
Mostrar mais

174 Ler mais

Manifestações bucais em pacientes portadores de insuficiência renal crônica - correlações...

Manifestações bucais em pacientes portadores de insuficiência renal crônica - correlações...

A incidência da insuficiência renal crônica (IRC) é bastante importante em nosso meio e devido ao declínio progressivo e irreversível da função renal o índice de óbitos ainda é bastante elevado (Naylor; Fredericks, 1996; Silva, 2000; Prado et al., 2001). Infelizmente nesse campo não há protocolo preventivo eficiente, sendo o diagnóstico da IRC quase invariavelmente tardio, quando o paciente já se encontra em estágios avançados de deficiência e candidato ao tratamento dialítico. Nossa casuística demonstrou com clareza que a população do GT apresenta histórico médico com grande incidência de hipertensão arterial, além de diabetes mellitus e nefropatias. Em visão algo intuitiva e certa dose de empirismo podemos supor que haveria menor incidência do problema se houvesse diagnóstico precoce das condições de base (hipertensão, diabetes, histórico familiar nefropático) e aderência dos pacientes ao tratamento e controle dessas condições. Uma maior atenção aos antecedentes familiares, tanto por parte dos pacientes (que obviamente deveriam receber informação adequada a respeito) quanto por parte dos profissionais de saúde (aqui se incluiriam os dentistas) seria possível um diagnóstico antecipado ou a adoção de medidas preventivas que talvez postergassem a instalação da IRC em faixas etárias mais jovens (nossa casuística lista 22 pacientes – 24% - abaixo dos 40 anos de idade, com número expressivo na terceira década de vida). Fizemos registro de casos onde o paciente possui irmã e progenitora sofrendo do mesmo problema; e ainda outra situação em que irmão e irmã estão incluídos neste estudo e possuíam três irmãos falecidos em decorrência do problema renal. Essas histórias são condizentes com nossos achados, onde 20,87% dos entrevistados (n=19) reportaram antecedentes familiares com história médica de doença renal, seguido pela hipertensão 14,28% (n=13), diabetes 3,29% (n=3) e doenças cardiovasculares 8,79% (n=8).
Mostrar mais

104 Ler mais

Qualidade de vida de pacientes portadores de insuficiência renal crônica em tratamento de hemodiálise: uma revisão integrativa da literatura

Qualidade de vida de pacientes portadores de insuficiência renal crônica em tratamento de hemodiálise: uma revisão integrativa da literatura

A doença renal crônica é uma lesão que causa a perda progressiva e irreversível da função dos rins. A hemodiálise é a terapia renal substitutiva mais utilizada pelos portadores de insuficiência renal crônica. Porém, a permanência nesse tipo de tratamento tem provocado mudanças na rotina diária, alterando os aspectos de qualidade de vida desta população. Dessa forma, o presente estudo teve por objetivo analisar a produção científica na literatura nacional sobre a qualidade de vida de pacientes com insuficiência renal crônica em tratamento de hemodiálise. Para a obtenção dos resultados, optou-se pela revisão integrativa da literatura, realizada no mês de julho de 2018, a partir dos artigos científicos brasileiros, disponíveis na íntegra Biblioteca Científica Eletrônica Online e a base de dados da Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde. Como descritores utilizados para a seleção dos artigos elegeram-se a combinação dos seguintes descritores: qualidade de vida, diálise renal e enfermagem. Por meio dos critérios de inclusão/exclusão pré-estabelecidos, foram encontradas nove referências, na qual se realizou a análise e discussão dos dados. Ao final da leitura dos artigos científicos foram identificadas três categorias, as quais foram comparadas com a literatura disponível sobre o tema. A saber: Sobre os Domínios da Qualidade de Vida do Paciente em Tratamento Hemodialítico, A Importância da Família no Tratamento Hemodialítico e A Importância da Equipe de Saúde no Tratamento Hemodialítico. Por meio dos resultados apresentados, nota-se que a descoberta de uma doença renal crônica e a necessidade da realização do tratamento hemodialítico inicialmente pode ser encarada como uma dificuldade que afeta os aspectos físicos, psicológicos, sociais e ambientais dos pacientes. Nesse contexto, a família exerce um papel de destaque contribuindo para que o paciente sinta-se protegido, amado e menos inseguro. A partir do exposto, identifica-se que a equipe de enfermagem deve estar atenta às reais necessidades do paciente, auxiliando na redução da tensão e manutenção do equilíbrio emocional, facilitando a adaptação ao novo estilo de vida decorrente da doença e do tratamento. Sendo assim, o enfermeiro desempenha um papel importante no cuidado a esses pacientes, pois atua orientando esse cliente no alcance da independência e autonomia nas ações de autocuidado, valorizando assim a sua qualidade de vida.
Mostrar mais

43 Ler mais

QUALIDADE DE VIDA EM PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA QUE REALIZAM HEMODIÁLISE

QUALIDADE DE VIDA EM PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA QUE REALIZAM HEMODIÁLISE

Trata-se de um estudo transversal descritivo, onde foi analisada a qualidade de vida de 22 pacientes por- tadores de insuficiência renal crônica em tratamento de hemodiálise. A coleta de dados ocorreu entre de- zembro de 2009 e fevereiro de 2010, no setor de he- modiálise do Hospital de Caridade de Ijuí, onde sema- nalmente são atendidos 121 pacientes procedentes de municípios da região. A coleta de dados foi obtida atra- vés de preenchimento do questionário aplicado, após a autorização do Comitê de Ética em Pesquisa da UNI- JUÍ, sob o protocolo consubstanciado n.º 297/2009 e a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Escla- recido, por parte dos sujeitos. Foram excluídos do es- tudo indivíduos com dificuldade de entendimento do questionário utilizado na avaliação.
Mostrar mais

8 Ler mais

Perfil das manifestações clínicas ocorridas com pacientes portadores de insuficiência renal crônica terminal submetidos à hemodiálise

Perfil das manifestações clínicas ocorridas com pacientes portadores de insuficiência renal crônica terminal submetidos à hemodiálise

A hipotensão intradialítica tem como principal causa a hipovolemia devido a um desequilíbrio entre a quantidade de fluido removido e a capacidade de reenchimento do compartimento intravascular. Hipotensão acontece quando mecanismos compensatórios para hipovolemia são subjugados através de remoção excessiva de fluidos, uma vez que a terapia hemodialítica seja limitada apenas a algumas horas por semana, hipotensão intradialítica continuará sendo um problema pertinente. A presença de múltiplos fatores patogênicos contribui para a instabilidade hemodinâmica e explica porque terapias que modulam somente um aspecto específico do problema só são parcialmente efetivas (DONAUER, 2005). A fisiopatologia da hipotensão é multifatorial e participa dela mudanças brusca da osmolaridade do líquido extracelular, a concentração de sódio no banho de diálise, a neuropatia autonômica, a hipertrofia ventricular esquerda, a insuficiência cardíaca, a velocidade de ultra-filtração, a biocompatibilidade da membrana e o aumento da temperatura central. A hipotensão dificulta o procedimento uma vez que necessita de administração, de solução fisiológica a qual limita a perda de peso durante a sessão de hemodiálise, ou solução hipertônica de cloreto de sódio que induz o aumento do peso interdialítico. Alem do mais, a diálise sintomática gera ansiedade e falta de adesão ao tratamento (ALAPPAN, 2001; COTERA, 2002). Os cuidados com os pacientes que desenvolve hipotensão intradialitica incluem compreensão da patofisiologia, modificação na prescrição de diálise, aplicação de novas terapias farmacológicas e desenvolvimento de estratégias para prevenção (SCHREIBER, 2001).
Mostrar mais

105 Ler mais

PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA EM HEMODIÁLISE: TRATAMENTO E DIAGNÓSTICO

PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA EM HEMODIÁLISE: TRATAMENTO E DIAGNÓSTICO

A partir do levantamento de artigos científicos para esta pesquisa, observa-se que para o diagnóstico laboratorial da insuficiência renal crônica tem como marcador bioquímico principal a taxa de filtração glomerular (TFG), assim como a hemodiálise (HD) é o principal tratamento não medicamentoso para os portadores da doença renal crônica de acordo com os autores citados na pesquisa e o tratamento medicamentoso mais utilizado é a eritropoietina, pois os rins não produz na quantidade adequada esse importante hormônio, que é responsável por manter os níveis de hemoglobina no sangue em quantidades adequadas, tendo como consequência a anemia, foi encontrado também a estatina, o andrógeno e a vitamina B12, que juntos ajudam no metabolismo das reações enzimáticas, na diminuição do colesterol e no sistema nervoso central SNC).
Mostrar mais

11 Ler mais

Avaliação da qualidade de vida de pacientes com insuficiência renal crônica em tratamento...

Avaliação da qualidade de vida de pacientes com insuficiência renal crônica em tratamento...

O desenvolvimento tecnológico ocorrido nas últimas décadas tem contribuído significativamente para o avanço na área da saúde. Na Nefrologia, estes avanços foram muito marcantes nos últimos 30 anos, melhorando a sobrevida e a qualidade de vida do paciente portador de insuficiência renal aguda e crônica (1). Na terapia renal substitutiva, destaca- se neste processo a utilização de sistema de purificação de água mais eficiente como osmose reversa, a produção de equipamentos mais seguros e o desenvolvimento de materiais biocompatíveis (membranas dialisadoras e circuitos extra-corpóreos). O aprimoramento das técnicas para acesso vascular e peritoneal e a criação de sistemas fechados para diálise peritoneal representaram avanços para as duas modalidades de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal. Atualmente, além de ter acesso ao tratamento dialítico de melhor qualidade, os pacientes portadores de insuficiência renal crônica também têm acesso a um arsenal medicamentoso mais específico para as complicações da doença renal crônica (1, 2). O resultado final destes avanços é uma melhor condição do paciente nos três tipos de tratamento disponíveis para a insuficiência renal crônica: a hemodiálise (HD), a diálise peritoneal (DP) e o transplante renal (Tx).
Mostrar mais

106 Ler mais

Depressão em idosos portadores de insuficiência renal crônica em tratamento hemodialítico

Depressão em idosos portadores de insuficiência renal crônica em tratamento hemodialítico

Objetivos: Caracterizar idosos com insuficiência renal crônica submetidos à hemodiálise em um hospital escola e identificar níveis de depressão na população estudada. Métodos: Trata-se de uma pesquisa descritiva - exploratória, de natureza quantitativa utilizando a Geriatric Depression Scale (GDS) e questionário de caracterização populacional, sendo entrevistados 61 pacientes. Na análise dos dados foi utilizado método quantitativo progressivo (porcentagem) e correlação de Spearmann. Resultados: A média de idade foi de 69,97±7,51 anos, 57% eram do sexo masculino, 79% de cor branca, 72% eram casados, sendo 26% analfabetos. A média de respostas depressivas foi 10,43±4,37, o que sugere humor normal-levemente deprimido na população em geral. Conclusão: Houve correlação estatisticamente significativa entre renda mensal familiar e escolaridade (valor p=0, 004) e escore GDS e analfabetismo (p=0,028), mostrando que os analfabetos apresentaram mais respostas depressivas, sugerindo menor capacidade de adaptabilidade/resiliência desses indivíduos à doença e suas implicações.
Mostrar mais

4 Ler mais

Acesso venoso trans-hepático percutâneo para hemodiálise: uma alternativa para pacientes portadores de insuficiência renal crônica.

Acesso venoso trans-hepático percutâneo para hemodiálise: uma alternativa para pacientes portadores de insuficiência renal crônica.

, Seattle, EUA) de 45cm em três outros (Tabela 1). Ocorreram três complicações precoces (antes dos primeiros 30 dias do implante) e duas complicações tardias (Tabela 2). Um cateter teve que ser trocado devido à trombose do lúmen 106 dias após o seu implante (caso 2). Neste estudo, a taxa de trombose de cateter foi de 0,05 por 100 cateteres-dias. Um cateter teve que ser retirado devido à infecção do túnel subcutâneo 26 dias após o seu implante e foi reimplantado na mesma VHD, por meio de nova punção, 42 dias depois (caso 6). Essa paciente apresentou abscesso no túnel sub- cutâneo do cateter, leucopenia e cultura positiva da ponta do cateter para Staphylococcus coagulase negativa, porém com hemocultura negativa. Foi submetida ao tratamento
Mostrar mais

6 Ler mais

Depressão em idosos portadores de insuficiência renal crônica em tratamento hemodialítico.

Depressão em idosos portadores de insuficiência renal crônica em tratamento hemodialítico.

Objetivos: Caracterizar idosos com insuficiência renal crônica submetidos à hemodiálise em um hospital escola e identificar níveis de depressão na população estudada. Métodos: Trata-se de uma pesquisa descritiva - exploratória, de natureza quantitativa utilizando a Geriatric Depression Scale (GDS) e questionário de caracterização populacional, sendo entrevistados 61 pacientes. Na análise dos dados foi utilizado método quantitativo progressivo (porcentagem) e correlação de Spearmann. Resultados: A média de idade foi de 69,97±7,51 anos, 57% eram do sexo masculino, 79% de cor branca, 72% eram casados, sendo 26% analfabetos. A média de respostas depressivas foi 10,43±4,37, o que sugere humor normal-levemente deprimido na população em geral. Conclusão: Houve correlação estatisticamente significativa entre renda mensal familiar e escolaridade (valor p=0, 004) e escore GDS e analfabetismo (p=0,028), mostrando que os analfabetos apresentaram mais respostas depressivas, sugerindo menor capacidade de adaptabilidade/resiliência desses indivíduos à doença e suas implicações.
Mostrar mais

4 Ler mais

Influência da anemia decorrente de doença renal crônica e do seu tratamento em portadores  de insuficiência cardíaca crônica, uma revisão bibliográfica sistematizada

Influência da anemia decorrente de doença renal crônica e do seu tratamento em portadores de insuficiência cardíaca crônica, uma revisão bibliográfica sistematizada

Estudos favoráveis ao uso de EPO no tratamento de pacientes portadores de ICC e anemia decorrente de DRC utilizam-se do conhecimento, já bem estabelicido, de que este hormônio estimula o desenvolvimento da série vermelha e, por consequência, eleva o aporte de oxigênio ao miocitos, bem como, dos efeitos antiapoptóticos e angiogênico induzidos por este hormônio. Contudo, ainda não se podem definir os mecanismos pelos quais a administração de EPO induz as melhoras apontadas por tais estudos. Provavelmente, as melhorias apontadas nos artigos analisados não sejam exclusivamente por um aumento do aporte de oxigênio por consequência de maiores níveis de Hb alcançadas após a administração da EPO, mas as ações pleiotróficas benéficas descritas anteriormente. Tais efeitos também devem ser creditados ao fato de que um suprimento extra de EPO pode superar a resistência hormonal estabelecida e assim promover um aporte adequado de oxigênio, redução do ambiente pró- inflamatório e modulação do remodelamento cardíaco.O estudo de Valderabano F etl al. 66 , a exemplo de outros, apontam para o uso de EPO prévio visto que foi relatado que a administração deste hormônio antes mesmo dos pacientes iniciarem a diálise induziu a redução de eventos anginosos/infarto quando comparado ao grupo controle. Dessa forma, são necessários mais estudos com o intuito de elucidar as controvérsisas acerca do benefício terapêutico no uso prévio da EPO ao procedimento de diálise.
Mostrar mais

56 Ler mais

ATIVIDADE FÍSICAEM PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA SUBMETIDOS À DIÁLISE

ATIVIDADE FÍSICAEM PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA SUBMETIDOS À DIÁLISE

Koçak e Can (2003) realizaram um estudo para determinar o efeito da reabilitação nas atividades diárias, na qualidade de vida e no nível de fadiga em pacientes em tratamento com hemodiálise. Participaram do estudo 15 pacientes, com idade média de 39 anos submetidos à diálise por um período variável de um ano e seis meses a 11 anos. O tratamento de diálise tinha duração de quatro horas diárias, três vezes por semana. Os participantes do estudo foram avaliados quanto as suas atividades de vida diária e sociais, qualidade de vida e aos níveis de fadiga antes e após a reabilitação. O programa de reabilitação fisioterapêutica consistiu em: exercício aeróbico em bicicleta ergométrica associado a exercícios respiratórios, exercícios de alongamento e fortalecimento. Tais exercícios foram realizados três vezes por semana (nos dias sem diálise), por um período de oito semanas. Como resultado, Koçak e Can (2003) puderam concluir que o programa de reabilitação fisioterapêutica aplicado nos portadores de IRC em hemodiálise promoveu uma melhoria na qualidade de vida, nas atividades de vida diária e sociais e reduziu o nível de fadiga. No entanto, os autores ainda ressaltaram a necessidade de desenvolvimento de um maior número de estudos, com maiores amostras, utilizando diferentes parâmetros e tipos de programas de reabilitação.
Mostrar mais

8 Ler mais

Adequação dialítica em cães portadores de insuficiência renal crônica

Adequação dialítica em cães portadores de insuficiência renal crônica

O objetivo deste trabalho foi estabelecer a melhor adequação dialítica para caninos portadores de insuficiência renal crônica, avaliando o tempo da sessão de diálise, o período interdialítico e os dialisadores de baixo fluxo (de baixa e alta performance). Foram formados quatro grupos experimentais de seis animais cada sendo: Grupo I: animais submetidos a duas sessões de hemodiálise, com três horas de duração cada, intervalo interdialítico de 48 horas e hemodialisador de baixa performance. Grupo II: animais sumetidos a duas sessões de hemodiálise, com três horas de duração cada, intervalo interdialítico de 48 e hemodialisador de alta performance. Grupo III: animais sumetidos a duas sessões de hemodiálise, com três horas de duração cada, intervalo interdialítico de 72 horas e hemodialisador de baixa performance. Grupo IV: animais sumetidos a duas sessões de hemodiálise, com três horas de duração cada, intervalo interdialítico de 72 horas e hemodialisador de alta performance. O acesso foi feito por meio da veia jugular externa, onde foi implantado cateter temporário mono-lúmen do tipo "agulha por fora", calibre 14G, de poliuretano e comprimento de 30,4 cm. Para retorno sangüíneo foi implantado na veia cefálica cateter vascular temporário do tipo "agulha por dentro", calibre de 20G, de vialon e comprimento de 3,0 cm. Para realização da diálise também foram utilizadas uma máquina de proporção individual modelo 2008 C, uma estação de tratamento de água modelo WTU 100 com sistema de osmose reversa e hemodialisadores de fibras ocas do tipo sintético de polissulfona. A anticoagulação foi feita com heparina sódica na dose de 100 UI/kg para priming, repetida na dose de 25UI/Kg a 30 minutos, sendo a última aplicação feita uma hora antes do término da sessão de hemodiálise. O fluxo sangüíneo médio foi de 120 ml/minuto. Na avaliação hematológica observou-se aumento nos valores de hemoglobina, volume globular, CHCM, leucócitos, neutrófilos segmentados e proteínas plasmáticas. Na bioquímica sérica observou-se diminuição nos valores das concentrações de uréia, creatinina, potássio, fósforo e aumento nos valores de albumina e proteínas totais, pós- diálise. Na avaliação urinária não foram observadas alterações decorrentes do procedimento dialítico. Os dialisadores de alta performance apresentaram depuração cerca de 20% mais eficaz que os de baixa performance, para cada sessão de diálise. O tempo de três horas de sessão de diálise foi capaz de depurar, em média, 50% de uréia e 45% de creatinina. Não houve diferença significativa entre os intervalos interdialíticos de 48 e 72 horas.
Mostrar mais

66 Ler mais

Caracterização e estado nutricional de portadores de insuficiência renal crônica em tratamento hemodialítico no Distrito Federal

Caracterização e estado nutricional de portadores de insuficiência renal crônica em tratamento hemodialítico no Distrito Federal

Este artigo descreve o perfil nutricional de portadores de doença renal crônica (DRC) em hemodiálise (HD). MÉTODOS: Foram coletados dados demográficos, sociais, econômicos e epidemiológicos, por meio de questionário, em adultos ≥ 18 anos, com mais de 90 dias de HD. Foram mensurados peso, altura, circunferências do braço (CB), cintura (CC) e prega cutânea tricipital (PCT). Foram utilizados parâmetros do Comitê da International Society of Renal Nutrition and Metabolism. A análise estatística utilizou os testes de Kolmogorov- Smirnov e Shapiro-Wilk (distribuição normal), T de Student ou Mann-Whitney para dados paramétricos e não paramétricos, respectivamente, e Qui-quadrado ou Fisher, para as variáveis categóricas. RESULTADOS: Foram avaliados 96 pacientes de 5 Centros de HD no Distrito Federal, sendo 57% do sexo masculino e média de idade de 54 anos. Observou- se que 54% eram pardos, 21% brancos. As causas da DRC foram atribuídas à Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) (44%), seguida de Diabetes Mellitus (DM) (27%). Apenas 14% dos pacientes apresentavam HAS e DM. A albumina sérica foi de 3,8 mg/dl (±0,4), superior nos homens. Entre as mulheres, 43% apresentaram IMC menor que 23 kg/m²; 50% apresentaram uma diminuição da CMB superior a 10%. Para a albumina, 32 pacientes apresentaram um valor inferior a 3,8 mg/dL. Quando os parâmetros foram considerados em conjunto, 14 pacientes apresentaram desnutrição proteico-energética. Encontrou-se relação positiva entre albumina e CB, CMB, AMB e AMBSO. CONCLUSÃO: A correlação positiva e significativa entre albumina, CB, CMB, AMB e AMBSO reforçam a importância da análise do perfil nutricional de pacientes nefropatas para a prevenção da desnutrição.
Mostrar mais

74 Ler mais

Avaliação da qualidade de vida de portadores de insuficiência renal crônica em diálise renal

Avaliação da qualidade de vida de portadores de insuficiência renal crônica em diálise renal

Para os entrevistados, ter uma patologia crônica e estar em tratamento hemodialítico continuamente, além das complicações físicas e psicológicas decorrentes desta condição, acarreta enorme mudança no viver. Os pacientes afirmaram que dispendem muito de seu tempo com a doença renal, pelas várias sessões que realizam durante a semana e os cuidados domiciliares necessários. Além do sentimento de decepção em lidar com a doença, sentem-se como um peso para seus familiares.

7 Ler mais

PERFIL AUDIOLÓGICO DE PACIENTES ADULTOS PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL EM TRATAMENTO COM HEMODIÁLISE

PERFIL AUDIOLÓGICO DE PACIENTES ADULTOS PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL EM TRATAMENTO COM HEMODIÁLISE

Atualmente a Insuficiência Renal Crônica (IRC) decorre principalmente de diabete mélito e da doença renal hipertensiva, que levam a destruição progressiva e irreversível da massa de néfrons. As glomerulonefrites, que no passado eram as principais causadoras de IRC, hoje ocupam apenas um lugar secundário devido aos tratamentos precoces que são realizados. Muitos pacientes portadores de IRC acabam por apresentarem um pobre controle com tratamento conservador, necessitando da realização de hemodiálise (HD) (BAZZI cols. apud PETTEN cols, 2006)
Mostrar mais

24 Ler mais

Qualidade de vida em indivíduos com doença renal crônica em tratamento dialítico

Qualidade de vida em indivíduos com doença renal crônica em tratamento dialítico

negativas nos aspectos físicos e biopsicossociais da qualidade de vida de seus portadores. E o tratamento dialítico intensifica esse impacto. Objetivos: Mensurar a qualidade de vida de indivíduos com DRC; comparar se há diferença estatística dos escores de qualidade de vida (QV), entre pacientes com DRC em relação a um grupo normativo e identificar quais os determinantes sociais, demográficos e clínicos estão associados a melhor QV entre esses grupos. Método: Estudo transversal, de caráter analítico e descritivo, de abordagem quantitativa e que foi aprovado pelo Comitê de Ética local. Realizado em uma instituição pública e uma clínica privada de hemodiálise, em um município do interior de Minas Gerais. Houve duas categorias de participantes, um grupo de estudo (pacientes com DRC, em hemodiálise) e um grupo normativo (população geral). Foram aplicados os questionários de caracterização sócio-demográfica e clínica, e o WHOQOL-Bref. Utilizamos testes estatísticos conforme as variáveis de interesse. Adotamos índice de significância de 0,05. Resultados: No grupo de estudo, houve predominância de homens (59%), nível educacional de ensino médio incompleto (68%) e 55% referiram não ter companheiro conjugal. A maioria (53%) era de instituição privada e 57% referiram ter apresentado algum tipo de complicação. As variáveis idade, estado civil e escolaridade foram diferentes entre os grupos (p<0,05). Os resultados do Whoqol-Bref mostraram que apenas os domínios físico e psicológico foram diferentes entre os grupos (p<0,05). Na comparação entre os dois grupos, das variáveis que mais interferiram com a QV foram: fumar (domínio “percepção de qualidade de vida”) (Bi = -0,4061; p = 0,032); fazer hemodiálise (domínio “satisfação com a saúde”) (Bi = - 0,3029; p = 0,034); fazer hemodiálise (Bi= -14,07 e p = <0,001) (“domínio físico
Mostrar mais

57 Ler mais

Carência de vitamina A em pacientes com insuficiência renal crônica em tratamento de hemodiálise

Carência de vitamina A em pacientes com insuficiência renal crônica em tratamento de hemodiálise

Selecionaram-se 89 pacientes, do sexo masculino ou feminino, de 21 a 60 anos de idade, com insuficiência renal crônica submetidos a tratamento hemodialítico na PRONTORIM, unidade de hemodiálise do Hospital Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro, que realizam a sessão de hemodiálise no 1 o turno (06 às 10 horas da manhã). Excluíram-se os portadores de insuficiência hepática (hepatite) e soro positivo para HIV.

61 Ler mais

TERAPIA NUTRICIONAL EM PACIENTES PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA EM HEMODIÁLISE

TERAPIA NUTRICIONAL EM PACIENTES PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA EM HEMODIÁLISE

Na hemodiálise (HD) a terapia nutricional tem como objetivos atuar na prevenção e tratamento da toxicidade urêmica e outros distúrbios ligados à nu- trição, alcançar e preservar um bom e satisfatório estado nutricional. Há necessidade de mudanças significativas nos hábitos alimentares e no padrão comportamental, revelando-se a dieta um grande desafio para o paciente e sua família. Deve-se reti- rar do plano alimentar apenas alimentos que pos- sam ter resposta significativa, em virtude do possí- vel risco nutricional apresentado por esses pacien- tes. Em relação a alimentos restritos (ex.: chocola- te), se indispensável, recomenda-se o consumo, em média, 4 a 6 horas antes da sessão de hemodiálise (Martins; Riella, 2001).
Mostrar mais

6 Ler mais

Qualidade de vida de pacientes portadores de insuficiência renal crônica em tratamento de hemodiálise.

Qualidade de vida de pacientes portadores de insuficiência renal crônica em tratamento de hemodiálise.

Objective: To analyze the quality of life of patients with chronic renal insufficiency undergoing dialysis treatment. Methods: a quantitative research carried out in a dialysis service clinic in Campinas, São Paulo State, through the analysis of patients’ general identification data and application of the WHOQOL-brief questionnaire, divided in four domains: physical, psychological, social, and environment. Twenty subjects were randomly chosen and analyzed. Results: Male (75%) and female (25%) patients, most patients in the age group 40 - 60 years, undergoing dialysis treatment, with lower index for 20 to 40 year-olds. The analysis of the domains showed that the patients dealt better with the psychological aspects when compared to the other analyzes aspects (physical, psychological, and environment). Conclusion: The best results, concerning psychological and social domains, regard the belief in the cure for the chronic renal insufficiency through a renal transplant, providing patients with confidence in the dialysis process.
Mostrar mais

4 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados