Top PDF Adesão à corticoterapia inalatória em crianças e adolescentes

Adesão à corticoterapia inalatória em crianças e adolescentes

Adesão à corticoterapia inalatória em crianças e adolescentes

A pesagem do é um método simples, porém de custo mais elevado, pela necessidade de aquisição de balança eletrônica. Ele requer dados exatos sobre a data da dispensação farmacêutica e o número de fornecidos ao paciente. Por exemplo: o de Clenil® de 250Vg/dose pesa 25g, sendo 10g de vasilhame e as 15 g restantes correspondendo a, 200 doses. Portanto, cada jato pesa em média 75 mg. A taxa de adesão é calculada pela média diária usada, que pode ser verificada pelas pesagens sucessivas do . Há limitações, entre elas a necessidade de pessoal familiarizado com a manipulação e uso do equipamento, no caso, a balança digital. A medicação também pode ser compartilhada com outros membros da família que tenham a doença, e pode haver um acionamento intencional do sem correspondente administração da droga. Nos estudos de Rand envolvendo crianças e adolescentes, os autores encontraram adesão de 70% pela pesagem, e de 72% pelo relato do próprio paciente, no primeiro estudo. No segundo, a adesão foi de 70% no relato do próprio paciente, de 62% na pesagem do e de 15% no dosador eletrônico (30,31) .
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Métodos empregados na verificação da adesão à corticoterapia inalatória em crianças e adolescentes: taxas encontradas e suas implicações para a prática clínica.

Métodos empregados na verificação da adesão à corticoterapia inalatória em crianças e adolescentes: taxas encontradas e suas implicações para a prática clínica.

A pesagem do spray é um método simples, porém de custo mais elevado, pela necessidade de aquisição de balança digital. Ele requer dados exatos sobre a data da dispensação farmacêutica e o número de sprays fornecidos ao paciente. Por exemplo: o spray de Clenil® de 250 µg/dose pesa 25 g, sendo 10 g de vasilhame e as 15 g restantes correspondem a 200 doses. Portanto, cada jato pesa em média 75 mg. A taxa de adesão é calculada pela média diária usada, que pode ser verificada pelas pesagens sucessivas do spray. Há limitações, entre elas a necessidade de pessoal familiarizado com a manipulação e uso do equipamento, no caso a balança digital. A medicação também pode ser compartilhada com outros membros da família que tenham a doença e pode haver um aciona- mento intencional do spray sem correspondente administração da droga. Nos estudos de Rand et al. envolvendo crianças e adolescentes, os autores encontraram adesão de 70% pela pesagem e de 72% pelo relato próprio no primeiro estudo e, no segundo, a adesão foi de 70% no relato do próprio paciente, 62% na pesagem do spray e de 15% no dosador eletrônico. (30,31)
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Crianças e adolescentes com HIV/Aids: revisão de estudos sobre revelação do diagnóstico, adesão e estigma.

Crianças e adolescentes com HIV/Aids: revisão de estudos sobre revelação do diagnóstico, adesão e estigma.

A adesão ao tratamento em HIV/Aids guarda se- melhanças com a conduta de adesão em outras doenças crô- nicas. Ademais, assim como algumas enfermidades crônicas, a Aids tem tratamento, mas não tem cura. No entanto, a ade- são de pacientes pediátricos aos anti-retrovirais é complexa pela quantidade de medicamentos prescritos, pelo sabor às vezes considerado desagradável, além do fato de ser um tra- tamento para toda a vida. Outro desafio se refere à capaci- dade de o cuidador lembrar-se corretamente das medicações a serem dadas, suas quantidades e horários (Brackis-Cott e cols., 2003; Byrne e cols., 2002). Especificamente sobre a adesão de adolescentes à terapia anti-retroviral (TARV), esta pode sofrer a influência de peculiaridades observadas nes- sa faixa etária, como negação da enfermidade, desinforma- ção, comprometimento da auto-estima, dificuldades de obter apoio social, entre outras (Brasil, 2007). Estudo de Seidl e cols. (2005) verificou a ocorrência de três categorias prin- cipais de dificuldades de adesão, segundo relatos de cuida- dores de crianças e adolescentes soropositivos: (a) horários da medicação, em especial quando o medicamento tinha que ser tomado muito cedo ou quando a criança estava fora do ambiente doméstico (por exemplo, na escola); (b) gosto de- sagradável da medicação e/ou presença de efeitos colaterais, de modo que o tratamento constituía uma condição aversiva para a criança; (c) ocorrência de comportamentos oposicio- nistas da criança/adolescente como resistência à ingestão da medicação, muitas vezes por não compreender sua necessidade.
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Adesão ao tratamento por cuidadores de crianças e adolescentes soropositivos para o HIV

Adesão ao tratamento por cuidadores de crianças e adolescentes soropositivos para o HIV

Quanto a postergar a revelação do diagnóstico, a literatura tem apontado que o desconhecimento do diagnóstico pela criança ou adolescente pode trazer consequências negativas como déficits em autoestima e isolamento social (Instone, 2000). Os resultados indicaram que o diagnóstico de soropo- sitividade era desconhecido por 70% dos pacientes. Desses, cerca de 35% eram adolescentes entre 10 e 14 anos. Esses dados revelam as dificuldades que os cuidadores têm apre- sentado para revelar o diagnóstico de soropositividade para as crianças e adolescentes, conforme registro na literatura (Guerra & Seidl, 2009; Seidl et al., 2005), indicando a impor- tância da abordagem do tema por equipes interdisciplinares. Uma forte implicação da não revelação do diagnóstico para a adesão refere-se às barreiras para propiciar atendimento específico para a criança ou adolescente, pois, se eles des- conhecem a condição ou a enfermidade que os acomete, não poderá usufruir do atendimento e da atenção da equipe para questões como autocuidado, enfrentamento e adesão.
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Adesão às medidas de controle ambiental em lares de crianças e adolescentes asmáticos.

Adesão às medidas de controle ambiental em lares de crianças e adolescentes asmáticos.

Objetivo : Verificar a adesão às medidas de controle ambiental em lares de crianças asmáticas, através de visitas domiciliares. Métodos : Visitas domiciliares, com observação direta e preenchimento de questionário, foram feitas em 98 lares de crianças e adolescentes asmáticos de quatro a quinze anos, antes e após 90 dias de medidas de controle ambiental serem preconizadas. Foi perguntado aos pais o porquê de não se fazer o controle ambiental. Para a análise estatística foi usado o teste de McNemar. Resultados : O acréscimo na adesão aos diferentes itens pesquisados foi de 11,1%, com variação de -4,1%, para retirada de cortinas (p = 0,63) a +22,6%, para retirada de brinquedos de pelúcia (p < 0,01). A presença de fumantes passivos foi reduzida em 9,7% (p = 0,02). A população estudada tinha renda média mensal de 2,5 salários mínimos. Quando perguntado o porquê de não se adotarem as medidas recomendadas, os motivos principais alegados foram: “falta de dinheiro" (60,1%), “achou difícil de realizar" (6,1%), “não dependia só dela" (4,0%) e “falta de tempo da mãe" (4%). Conclusão : O controle ambiental nem sempre é realizado e pode ser influenciado por fatores socioeconômicos e culturais.
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Estudo da adesão de crianças e adolescentes ao tratamento conservador da doença renal crônica

Estudo da adesão de crianças e adolescentes ao tratamento conservador da doença renal crônica

Este estudo teve como objetivo analisar a adesão de crianças e adolescentes ao tratamento conservador da doença renal crônica em um ambulatório de nefrologia pediátrica de um hospital universitário em Belo Horizonte, Minas Gerais, nos anos de 2008/2009. Participaram do estudo 75 informantes sendo 27 pacientes e 48 cuidadores. A coleta de dados foi feita por meio de entrevistas e análise dos prontuários dos pacientes. As entrevistas buscaram dados demográficos e socioeconômicos, a avaliação do conhecimento sobre a doença e o tratamento, da satisfação com o atendimento dado pelos profissionais e da adesão a terapêutica medicamentosa e a dieta por meio auto-relato. O prontuário foi utilizado para o levantamento de parâmetros laboratoriais, para a caracterização clínica dos doentes e para avaliação de adesão por meio de parâmetros laboratoriais e clinico dos doentes e por meio dos registros feitos pelos profissionais de saúde. Foram calculadas as freqüências absolutas e relativas das variáveis demográficas, socioeconômicas e clínicas. As variáveis contínuas foram descritas em termos de médias e distribuição percentual. Para cada método utilizado na avaliação de adesão, realizou-se o cálculo da prevalência de aderidos e não aderidos. A análise univariada foi realizada para avaliar as possíveis associações entre as variáveis independentes com cada método utilizado para avaliação da adesão ao tratamento. A força de associação foi medida pela Razão de Prevalência (RP) e calculada utilizando-se a técnica de regressão de Poisson com variâncias robustas, tanto nos modelos univariados quanto nos multivariados. O nível de significância estatística estabelecido foi de 5% (p < 0,05). Os resultados mostraram prevalência de não adesão à terapêutica medicamentosa avaliada por meio do auto-relato foi de 70,8%, sendo associada ao paciente apresentar o fósforo
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Adesão a um programa de atenção à saúde bucal para crianças e adolescentes infectados pelo HIV e atitude dos responsáveis.

Adesão a um programa de atenção à saúde bucal para crianças e adolescentes infectados pelo HIV e atitude dos responsáveis.

Resumo O estudo avaliou a adesão a um Progra- ma de Atenção à Saúde Bucal (PASB) por crianças e adolescentes infectados pelo HIV, bem como a atitude de seus responsáveis quanto a cuidados em relação à saúde bucal. Foram entrevistados 58 res- ponsáveis que acompanhavam crianças e adoles- centes HIV+ nas consultas médicas de rotina no ambulatório de aids, os quais foram indagados so- bre os dados pessoais, adesão ao PASB ou a outros serviços odontológicos e atitudes quanto aos cui- dados bucais. Aproximadamente 70% dos respon- sáveis disseram que a criança participava do PASB; entretanto, 20% delas não retornavam às consul- tas de prevenção quando solicitadas, e este retorno era m enor quando os responsáveis não eram os próprios pais (p=0,036). A adesão desta população ao tratamento odontológico fora do PASB foi pe- quena, visto que 48% dos responsáveis relataram que a criança não concluiu o tratamento quando este não foi realizado no PASB. A atitude dos res- ponsáveis em relação aos cuidados bucais das crian- ças HIV+ também não foi considerada satisfató- ria. Desta forma, ressalta-se a importância da in- serção do odontopediatra em equipes multidisci- plinares que atendem crianças e adolescentes HIV+, bem como da divulgação deste serviço para os fa- miliares e para todas as equipes médicas envolvi- das com estes pacientes.
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Adesão ao tratamento por cuidadores de crianças e adolescentes soropositivos para o HIV.

Adesão ao tratamento por cuidadores de crianças e adolescentes soropositivos para o HIV.

Os resultados revelaram que as crianças e os adolescentes contavam, em grande parte, com cuidadores que não eram seus pais biológicos. Veriica-se na literatura que muitas famílias, cujas crianças ou adolescentes são soropositivos para o HIV, podem passar por processos de reorganização do núcleo familiar, quando um dos pais biológicos (ou os dois) vem a falecer em decorrência das complicações advindas da aids (Seidl et al., 2005; Wiener et al., 2001). O impacto trazido por esse tipo de reorganização familiar foi um dado relevante para o nível de adesão ao tratamento dos cuidado- res. De acordo com os resultados, o número maior de pessoas que morava na residência esteve associado a diiculdades de adesão. É possível que o convívio com muitas pessoas em uma mesma residência, provavelmente em condição de pobreza, tenha gerado situações concorrentes à adesão e acarretado contextos adversos que diicultavam o uso dos medicamentos.
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Adesão ao tratamento com medicações inalatórias em crianças e adolescentes portadores de fibrose cística

Adesão ao tratamento com medicações inalatórias em crianças e adolescentes portadores de fibrose cística

Ao final deste trabalho e apesar de suas limitações, verificamos que estamos diante de um desafio. A freqüência de retirada de medicamentos na farmácia é aproximadamente metade da indicada pela prescrição médica. Não sabemos quais são os determinantes deste comportamento, mas através do nosso estudo foi possível verificar que a adesão é mais comprometida nos pacientes mais graves, mais velhos, com esquemas mais complexos e trabalhosos, justamente o grupo mais preocupante do ponto de vista médico. Não sabemos se a falha na adesão propicia a exacerbação dos sintomas, se a exacerbação dos sintomas estimula a adesão, ou se os períodos de melhora autorizam as férias auto-prescritas, como mostrado por outros autores. Não conhecemos ainda o esquema terapêutico que seja mais confortável para o paciente e que possa estimular a adesão, mas nossos resultados apontam problemas em relação à Colimicina que precisam ser elucidados. Seria a forma de apresentação? Os efeitos indesejáveis? Ou o fato de ser de uso contínuo, sem pausas para “respirar”? Seria possível ajustar um esquema que, por exemplo, deixasse os adolescentes livres nos finais de semana? Estas são perguntas levantadas a partir dos nossos resultados e que merecem reflexão e estudo. Esforços de todos os envolvidos na problemática da adesão (gestores, profissionais de saúde, inclusive das farmácias, pacientes e suas famílias) devem ser empenhados para que o tratamento se ajuste às necessidades mais amplas dos pacientes e não o inverso.
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Supressão viral e adesão entre crianças e adolescentes vivendo com HIV na terapia antirretroviral: resultados de um estudo multicêntrico .

Supressão viral e adesão entre crianças e adolescentes vivendo com HIV na terapia antirretroviral: resultados de um estudo multicêntrico .

Métodos: Trata-se de estudo transversal multicêntrico. Os prontuários ambulatoriais foram revistos e aplicadas escala de adesão, avaliac ¸ão de qualidade de vida (WHOQOL-BREF), ansie- dade, depressão e uso indevido de álcool/substâncias entre cuidadores. Os desfechos incluíram autorrelato 100% de adesão nos últimos três dias e carga viral do HIV (CV) < 50 cópias/mL. Resultados: 260 indivíduos foram incluídos, 79% crianc ¸as e 21% adolescentes; 93% das crianc ¸as e 77% dos adolescentes relataram 100% de adesão; 57% das crianc ¸as e 49% dos adolescentes tinham CV < 50 cópias /mL. Na análise univariada, diagnóstico do HIV por triagem devido à infecc ¸ão materna, cuidador com pontuac ¸ão menor para ansiedade e maior nos domínios físico e psicológico do WHOQOL-BREF se mostraram independentemente associados a 100% de adesão. Intervalos mais curtos entre visitas de farmácia foram associados com CV < 50 cópias /mL (p ≤ 0,01). Regressão multivariada mostrou que os cuidadores sem abuso de álcool/outras drogas (OR = 0,49; IC95% 0,27-0,89) e o intervalo médio entre visitas de farmácia < 33 dias (OR = 0,97; IC95% 0,95-0,98) foram associados com CV < 50 cópias/mL; cuidador com menores escores para ansiedade (OR = 2,57; IC95% 1,27-5,19) e diagnóstico de crianc ¸as por triagem devido à infecc ¸ão materna (OR = 2,25; IC95% 1,12-4,50) foram associados com 100% de adesão.
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Fatores associados à adesão ao tratamento de crianças e adolescentes com doenças reumáticas crônicas.

Fatores associados à adesão ao tratamento de crianças e adolescentes com doenças reumáticas crônicas.

Dentre as limitações do estudo, apontamos que o pe- queno número de pacientes incluídos pode ter prejudicado seu poder discriminatório, especialmente na associação da adesão com dados como atividade de doença e nível escolar do cuidador. O fato de não haver um número significativo de pacientes com maior poder aquisitivo também pode ter prejudicado a avaliação entre as taxas de adesão e fatores socioeconômicos. Do mesmo modo, a inclusão de pacientes com doenças reumáticas distintas, que requerem planos terapêuticos e abordagens diferentes, pode ter prejudicado a avaliação da relação entre as taxas de adesão e fatores clínicos. Adicionalmente, foi utilizado apenas um método (entrevista) para avaliação das taxas de adesão.
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Adesão ao Padrão Alimentar Mediterrânico de Crianças e Adolescentes com Diabetes Mellitus Tipo 1

Adesão ao Padrão Alimentar Mediterrânico de Crianças e Adolescentes com Diabetes Mellitus Tipo 1

No presente estudo conclui-se que uma maior adesão ao PAM está associada a uma menor idade, assim como a menos anos de evolução da diabetes. Este resultado pode ser explicado pela preocupação de um maior rigor no controlo da diabetes (e por isso na adoção de uma alimentação saudável) nos primeiros anos após o diagnóstico, e pelo maior acompanhamento dos cuidadores e educadores em idades mais precoces. Este resultado está de acordo com conclusões de estudos anteriores (16) . No entanto, estes mesmos resultados revelam um

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Psicol. USP  vol.23 número3

Psicol. USP vol.23 número3

Em relação à enurese, e mais especiicamente ao tratamento com alarme, é sabido que muitas famílias não apresentam os requisitos ne- cessários para realizar essa modalidade terapêutica de forma eicaz, re- duzindo assim os seus índices de sucesso. Quando realizado de forma adequada, o tratamento com alarme apresenta maiores índices de cura do que qualquer outro, devendo ser a indicação de primeira linha para crianças e adolescentes que urinam na cama. No entanto, a adesão ao tra- tamento ainda é um obstáculo que impede o alarme de alcançar mais do que os 65% das crianças que realizam o procedimento com sucesso. Até o momento, as estratégias de prevenção da desistência do tratamento da enurese mantêm-se no campo teórico, não tendo sido aplicadas neste estudo e aparecendo com pouca frequência na literatura. As informações sobre possíveis preditores da desistência já dão subsídio para a elabora- ção de estratégias a evitar que os pacientes abandonem os tratamentos, de forma que futuros estudos do tratamento da enurese devem veriicar a sua efetividade. Além disso, é importante entender melhor porque as crianças desistem mais do tratamento. A hipótese de que os adolescen- tes enfrentam maior impacto e, portanto, desistem menos, ainda precisa ser conirmada com dados empíricos relacionando grau de impacto e in- tolerância paterna com os níveis de adesão ao tratamento.
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Adesão ao Padrão Alimentar Mediterrânico em adolescentes no Algarve

Adesão ao Padrão Alimentar Mediterrânico em adolescentes no Algarve

A prática regular de atividade física está positivamente associada a uma melhor capacidade cardiorrespiratória e a maior força muscular, em crianças e adolescentes. Por outro lado, também contribui para manter um balanço energético adequado, fator importante no controlo do peso e na prevenção do excesso de peso e obesidade (Kosti, R. I., Demosthenes, B. & Panagiotakos, B., 2006; World Health Organization, 2010). A prática de atividade física é uma componente importante para a manutenção de um bom estado de saúde, em todas as idades, mas nas crianças e nos adolescentes o seu papel é ainda mais relevante, na medida em que está associada a efeitos positivos na autoestima, na formação óssea, e na prevenção de diabetes tipo 2, hipertensão e doenças cérebro e cardiovasculares na vida adulta, até porque, quando esta prática se inicia cedo na vida tende a ser continuada na vida adulta (Krebs, N. F. et al., 2007; World Health Organization, 2010).
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A aliança terapêutica e a adesão de adolescentes à psicoterapia

A aliança terapêutica e a adesão de adolescentes à psicoterapia

O WAI-CA, Working Alliance Inventory for Children and Adolescents (Figueiredo et al., sd) é designado para avaliar a aliança terapêutica em crianças e adolescentes nas seguintes dimensões: tarefas, objetivos e relação. Este instrumento é um questionário de autorrelato, adaptado do Working Alliance Inventory (WAI; Horvath & Greenberg,1989) que consiste de um total de 36 itens em uma escala de Likert de 5 pontos, dividida em três subescalas com 12 itens, cada uma correspondendo às dimensões citadas (Figueiredo et al, sd). Com o objetivo de desenvolver e validar o Working Alliance Inventory for Children and Adolescents - WAI-CA – foi realizado um estudo que incluiu uma amostra de 109 crianças/ adolescentes com idade entre 7 e 17 anos, pacientes em uma Unidade de Psicologia Clínica (Portugal). Neste estudo foram feitas algumas adaptações no vocabulário e as sentenças foram simplificadas. Os resultados deste estudo destacam a confiabilidade e a validade do WAI-CA versão em português, adaptada para crianças e adolescentes com idade entre 7 e 17 anos (Figueiredo et al., sd).
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Corticoterapia e Uveítes.

Corticoterapia e Uveítes.

Os corticóides constituem terapêutica de escolha em diver- sas formas de inflamação ocular, porém a sua utilização não é isenta de riscos. Os pacientes em uso de corticoterapia devem ser cuidadosamente acompanhados e monitorados, devido à alta freqüência de efeitos colaterais sérios. Apesar disso, os benefícios alcançados durante a maioria dos tratamentos são muitos e estimulam sua utilização de forma cuidadosa.

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO

Ao autorizar a participação do seu filho/a neste estudo você está permitindo que ele/a participe das atividades mobilizadoras, sobre as três categorias (trabalho, criança e trabalho infantil), como também autoriza que ele/a participe das conversas dialogadas com a pesquisadora dialogar. Será apresentado às crianças um conjunto de atividades por etapa com perguntas abertas referentes ao trabalho infantil. Além destas questões será solicitado que as crianças assistam a um documentário sobre o trabalho infantil e doméstico e respondam do que trata o filme e se elas trabalham. Na conversa dialogada a pesquisadora Ana Paula usará recursos digitais; como câmera digital para fotografar as crianças nas atividades. O tempo de duração da pesquisa será o tempo de duas horas aula, que é de 50m cada aula, em dias alternados a partir de abril de 2012.
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Estresse parental em mães de crianças e adolescentes com paralisia cerebral.

Estresse parental em mães de crianças e adolescentes com paralisia cerebral.

A interação entre o grau de comprometimento motor e faixa etária dos ilhos com o estresse materno ainda é pouco conhecida e isso se deve, principalmente, à carência de estudos longitudinais que tenham maior tempo de seguimento e incluam adolescentes e adultos. Pesquisas com esse desenho metodológico e estudos de abordagem qualitativa poderiam facilitar a compreensão do impacto da deiciência na família, ao longo dos anos. E o mais importante: possibilitar o reconhecimento dos recursos usados pelas famílias que se adaptaram bem.

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 são Final da tese

são Final da tese

A diabetes é uma doença que, em 2030, poderá afectar 366 milhões de pessoas (Campos, 2006). Como doença crónica, a diabetes poderá ter consequências importantes ao nível da saúde geral do doente, da sua qualidade de vida e da qualidade de vida da sua família (Falcão, et al., 2008). As doenças crónicas como a diabetes exigem aos doentes e familiares novas aprendizagens, novas estilos de vida e novas formas de lidar com os problemas (Neto, 2004). Quando é diagnosticada a diabetes numa criança ou adolescente, este é sempre um factor de stress no seio familiar (Góes, Vieira & Junior, 2007). A família passa a ser fundamental no percurso da doença da criança ou adolescente, e a forma como a criança ou adolescente se adapta à doença é influenciada pelos padrões familiares (Viana, Barbosa & Guimarães, 2007). Neste sentido, considera-se de extrema importância aprofundar os conhecimentos relativos aos familiares que lidam directamente com as crianças, nomeadamente com os seus pais.
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As contribuições da comunicação comunitária para processos de mobilização social : o caso da rede de atendimento à criança e ao adolescente da Lomba do Pinheiro

As contribuições da comunicação comunitária para processos de mobilização social : o caso da rede de atendimento à criança e ao adolescente da Lomba do Pinheiro

O problema é que depende do compromisso político que se tem, seja qual for o governo, é isso que faz a rede ter ou não uma boa relação com o poder público, pois muitas vezes fica só no discurso, como eu acredito que é o que está acontecendo hoje na rede lomba. A representante do governo que às vezes participa, participa a partir da orientação que ela recebeu politicamente de onde ela trabalha. Ela vai lá, em algumas reuniões, mas ela não consegue fazer quase nada na prática, não consegue articular. Fica uma coisa bem de „fachada‟ mesmo ao meu ver. [...] acredito que esse caso específico não seja só aqui na rede da lomba, são em todas as redes, na maioria das políticas, desde a da Assistência, Educação, o Orçamento Participativo mesmo. [...] Hoje, a gente sente que não existe essa vontade política, esse interesse, em realmente efetivar algumas coisas que são essenciais para as crianças e os adolescentes (assistente social).
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