Top PDF Água em situação de escassez: água de chuva para quem?

Água em situação de escassez: água de chuva para quem?

Água em situação de escassez: água de chuva para quem?

De acordo com Silva, R. (2006, pag. 87), a linha crítica de pensamento sobre o semiárido começa a se desenvolver na década de 1930 e tem como principais características uma visão complexa da questão regional e das suas problemáticas, um posicionamento reflexivo e questionador em relação às práticas governamentais, uma postura crítica sobre as estruturas socioeconômicas seculares que reproduzem o subdesenvolvimento, a dominação e a situação de miséria e uma atitude propositiva de alternativas para o desenvolvimento regional. O autor analisa as obras do filósofo Djacir de Menezes, do médico e político Josué de Castro, do agrônomo José Guimarães Duque e do economista Celso Furtado. Djacir de Menezes é autor de uma vasta obra literária produzida entre as décadas de 1930-1960 que aborda a presença conflituosa dos coronéis sem patente, do fanatismo religioso, da reação violenta do cangaço e da liderança política e religiosa do Padre Cícero Romão Batista (SILVA, R., 2006a, pag. 90). Já Josué de Castro foi um estudioso do problema da fome no Brasil e no mundo. Para Josué de Castro, a explicação das causas da fome devem ser buscadas nos sistemas socioeconômicos, pois o que está na origem do problema da fome é a concentração de renda e da estrutura fundiária, a expropriação dos trabalhadores e a utilização da terra para uma agricultura de exportação, em detrimento da produção interna de alimento (SILVA, R., 2006; CASTRO, 2001). Em relação aos estudos do agrônomo José Guimarães Duque, observa-se que sua principal contribuição recai sobre seus estudos e mapeamentos edafoclimáticos que destacam a complexidade do semiárido e as formas de adaptação ao ambiente, trabalhos orientados à formulação de recomendações para o aproveitamento econômico sustentável dos recursos naturais (SILVA, R., 2006, pag. 103). Celso
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Repositório Institucional UFC: Escassez de água no Brasil: racionamento e reuso

Repositório Institucional UFC: Escassez de água no Brasil: racionamento e reuso

Atualmente, o Brasil vem passando por um período de chuvas esparsas em algumas regiões, especialmente no Nordeste essa situação se perpetua há 5 anos. Os níveis dos açudes e reservatórios estão muito abaixo de suas capacidades de abastecimento necessário a população. Se não bastasse a falta de chuvas, temos um quadro dramático de desperdícios e degradação da qualidade das águas. Concomitantemente temos uma distribuição populacional inversamente proporcional, territorialmente falando, em relação aos recursos hídricos disponíveis. Níveis compatíveis com a sustentabilidade em curto, médios e longos prazos demandam gestões mais aprimoradas por parte do poder público, elevando a importância dos estudos sobre novas alternativas de uso e descarte de águas, a fim de garantir sua qualidade e perenidade para o consumo humano. Os estudos para a reutilização de águas abordados nessa obra contem soluções básicas, de modo geral, como uso menos nobres, ou mesmo um tratamento simplificado antes da sua reutilização. Os critérios de qualidade para o reuso da água são baseados em requisitos para uso específicos em indústrias, irrigação de lavouras, a irrigação de parques e jardins, campos de futebol, reserva de proteção contra incêndios, gramados, árvores e arbustos decorativos ao longo de avenidas, ambientais e na proteção da saúde pública. O reuso de água surge como instrumento adicional para a gestão dos recursos hídricos, visando a redução da pressão sobre os mananciais de abastecimento, liberando água de melhor qualidade para fins mais nobres.
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Aproveitamento de Água de Chuva Para Fins Não Potável

Aproveitamento de Água de Chuva Para Fins Não Potável

Com o passar dos anos, a água vem se tornando um recurso cada vez mais valioso e escasso, sendo esta situação atribuída a fatores como o aumento populacional, a má distribuição e a crescente degradação dos recursos hídricos, resultado da atuação indiscriminada do ser humano no meio ambiente, tornando a sua disponibilidade cada vez menor e elevando o seu custo. Neste contexto, o aproveitamento da água da chuva para fins não potáveis começa a ser estimulada no Brasil, como medida de preservação deste recurso, enquanto em países como o Japão e a Alemanha, essa técnica já vem sendo usada há muito tempo. A possibilidade de captação da água da chuva diminui a demanda por companhias de saneamento, resultando também, na redução de custos com a conta de água e dos riscos de enchentes em casos de fortes chuvas. A água armazenada é usada somente para fins não potáveis, como em vasos sanitários, em torneiras de jardim, para a lavagem de veículos e de roupas. Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de apresentar a importância do uso racional da água, associado à viabilidade construtiva, econômica e de consumo da instalação de sistemas de captação de água da chuva, sendo para isso, considerados quatro estudos de caso. A partir deste estudo, verificou-se que a implantação deste sistema trouxe redução nas despesas de água e esgoto, o consumo não oferece riscos ao usuário e sua instalação não necessita de mudanças construtivas significativas nas edificações, porém, em relação à economia, deve ser feita uma análise minuciosa em cada caso para o investimento trazer um retorno financeiro adequado dentro do período de vida útil do sistema.
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Aproveitamento de águas pluviais para fins não potáveis

Aproveitamento de águas pluviais para fins não potáveis

Pode-se observar que a maior quantidade de água se encontra na região Norte. Esta região tem uma quantidade populacional bem menor quando comparado à região sudeste, que é a região mais populosa do Brasil, a qual necessita de mais recursos. Um caso recente nesta região, em que foi possível vivenciar a escassez de recursos hídricos, foi a situação do sistema Cantareira no Estado de São Paulo. No ano de 2014, esse sistema foi fortemente afetado por uma estiagem histórica, o que fez com que o reservatório operasse em seu volume morto (reserva técnica), com um volume disponível de apenas 5,1% (SABESP, 2014).
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Distribuição da água de chuva em Mata Atlântica.

Distribuição da água de chuva em Mata Atlântica.

A preocupação com o uso adequado dos recursos hídricos tem aumentado nos últimos anos à medida que os problemas ocorridos em decorrência das chuvas têm provocado cada vez mais transtornos à sociedade como as inundações em períodos chuvosos bem como a escassez pela diminuição da vazão dos cursos d’água em épocas secas. Alterações que são influenciadas pela baixa taxa de infiltração dos solos devido à falta de cobertura vegetal que é de fundamental importância na taxa de infiltração diminuindo a velocidade que a água da chuva chega ao solo, aumentando o escoamento superficial e diminuição da recarga do lençol freático.
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Simulação do aproveitamento de água da chuva

Simulação do aproveitamento de água da chuva

Mas em algumas regiões do globo como a Europa, devido á abundancia de água, este bem sempre foi considerado um bem inesgotável e de baixo valor. Este facto tem sido posto em causa durante as ultimas décadas, devido a vários fatores como as alterações climáticas, a poluição crescente, o aumento populacional global e o aumento do consumo de água (devido ao desenvolvimento económico e social de muitos países). Todos estes fatores têm colocado imensa pressão nos recursos hídricos de determinadas regiões, que levam á escassez e á deterioração da qualidade da água, fazendo da água um bem cada vez mais valioso e estratégico no panorama internacional. Por isso, o acesso á agua têm gerado ultimamente diversos conflitos regionais e nacionais, prevendo-se no futuro um crescendo na disputa desse bem, levando a água a ser cada vez mais uma preocupação global.
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Avaliação multicritério para o aproveitamenro de água de chuva

Avaliação multicritério para o aproveitamenro de água de chuva

Os administradores desses sistemas têm investido grandes quantias na ampliação dos sistemas de transporte de águas pluviais com a visão de que se as águas pluviais não podem ser removidas adequadamente pelas galerias e rios, então estes deveriam ser aprofundados e alargados, ou deveriam ser construídos enormes reservatórios subterrâneos que funcionam como bacias de detenção para armazenamento temporário das águas pluviais (Sickerman, 2000) e que, de acordo com Tomaz (1998), na cidade de São Paulo são conhecidos por piscinões. Porém, é bem provável que as inundações urbanas nunca cessem e, assim, medidas mais simples e eficazes poderiam ser adotadas, como a retenção individualizada das águas pluviais, que, além de não sobrecarregarem o sistema público, podem proporcionar o uso dessa água para fins não-potáveis ou a recarga dos aqüíferos subterrâneos, que em algumas localidades se encontram em situação crítica devido à exploração desordenada das águas do subsolo por poços artesianos.
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A restauração de ecossistemas e a produção de água

A restauração de ecossistemas e a produção de água

Sofia 2016). As consequências são a diminuição da vazão ou até a interrupção do fluxo na estiagem e cheias com maior volume e mais frequentes na estação chuvosa (Grip et al. 2005), além de assoreamento e contaminação de fontes hídricas. A situação é agravada em áreas impermeabilizadas, como zonas urbanas ou rodovias, em que toda a água da chuva escoa pela superfície (Rijsdijk et al. 2007, Thomaz et al. 2013, Ramos-Scharrón & LaFevor 2016). Nesses casos, cabe ressaltar que a conservação ou restauração da vegetação apenas nas faixas ciliares não impede que a água que não infiltrou a montante escoe imediatamente para os rios. Este volume concentrado de água que escoa superficialmente, embora seja quantificado como parte da produção hídrica, permanece disponível por um período muito curto de tempo, o que o torna, na prática, indisponível (FAO 2003, Falkenmark & Rockstrom 2008, Falkenmark et al. 2014). Além disso, essa água tem, frequentemente, qualidade abaixo dos padrões estabelecidos para consumo humano. O excesso de água decorrente do escoamento superficial em picos de chuva pode se tornar um problema maior do que a escassez (Hamilton 2008), mesmo em regiões com baixa pluviosidade. Os serviços esperados dos ecossistemas protegidos ou restaurados são, portanto, dependentes da água que infiltra e abastece os corpos d’água e as reservas subterrâneas (Postel 1998, Jackson et al. 2001, FAO 2003, Falkenmark & Rockstrom 2008).
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REUSO PREDIAL DE ÁGUAS DE CHUVA APLICADOS EM UM EDIFÍCIO RESIDENCIAL NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO

REUSO PREDIAL DE ÁGUAS DE CHUVA APLICADOS EM UM EDIFÍCIO RESIDENCIAL NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO

O local de estudo será baseado em informações de posição do edifício extraídas do Google Maps. O consumo de água, primeiramente, estará relacionado ao boleto mensal de cobrança da concessionária local, ao consumo per capita, ao questionário realizado no edifício, fundamentado na literatura existente. Os dados pluviométricos locais para os cálculos serão extraídos da norma ABNT 10844, das séries históricas do Instituto Pereira Passos (IPP) e dos trabalhos de demais autores. O coeficiente de escoamento superficial utilizado será o mais apropriado para o terreno em estudo, conforme é indicado pelos diversos autores. Os cálculos de dimensionamento do reservatório seguem a metodologia aplicada na ABNT 15527. O dimensionamento de bombas apropriadas para o transporte da água será realizado em função da altura de coluna de água e da vazão determinadas nos cálculos, e a partir daí, consultar a tabela de seleção de bombas do fabricante escolhido. O tratamento proposto será baseado nos padrões de potabilidade determinados pelo Ministério da Saúde, através da portaria n° 2.914 de 2011. O layout do sistema visa indicar o projeto mais adequado para a situação em estudo de acordo com a área disponível para a instalação, minimizando as interferências necessárias de obras.
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Open volumétrica de reservatórios de acumulação de água de chuva

Open volumétrica de reservatórios de acumulação de água de chuva

Para a cidade de Manaus podemos verificar que existe pouca variância, considerado nesta situação assim como em todas as outras deste trabalho um nível de significância de 5%, para os reservatórios com capacidade de acumulação de 20 e 30m³ em todas as áreas e padrões. Ou seja, para estas situações pode-se adotar um mesmo valor de confiabilidade, feitas as devidas considerações de precipitação. Comparando-se estes reservatórios dentro de diferentes padrões de consumo e áreas de captação, podemos observar a ausência de semelhança apenas nos reservatórios de padrão popular. O que implica afirmar que para reservatórios com mais de 20m³ independe se o padrão de consumo é médio ou alto, assim como independe a área de captação.
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AVALIAÇÃO DA INFLUÊNCIA DO DESCARTE DA PRIMEIRA ÁGUA DE CHUVA, DO TRATAMENTO POR FILTRO LENTO E DA ALTURA DA CAMADA FILTRANTE NA QUALIDADE DA ÁGUA DE CHUVA

AVALIAÇÃO DA INFLUÊNCIA DO DESCARTE DA PRIMEIRA ÁGUA DE CHUVA, DO TRATAMENTO POR FILTRO LENTO E DA ALTURA DA CAMADA FILTRANTE NA QUALIDADE DA ÁGUA DE CHUVA

O crescimento populacional, a urbanização e a industrialização, além da falta de consciência ambiental fazem com que a água se torne um bem escasso (JAQUES, 2005). “A escassez não é privilégio apenas de regiões áridas; muitas outras regiões cujos recursos hídricos são abundantes e passíveis de escassez podem sofrer por demandas excessivamente elevadas e de conflitos entre usos e restrições de consumo.” (CIPRIANO, 2004, p.14).

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Produção e qualidade de melão amarelo influenciado por coberturas do solo e lâminas de irrigação no período chuvoso.

Produção e qualidade de melão amarelo influenciado por coberturas do solo e lâminas de irrigação no período chuvoso.

Houve interação entre os fatores coberturas de solo e lâminas de irrigação para a produtividade de frutos totais. Desdobrando-se essa interação, observou-se um comportamento decrescente da produtividade total com o aumento das lâminas de irrigação dentro do solo descoberto. Situação inversa ocorreu com esta característica com os plásticos prateado e marrom, ocorrendo um aumento da produtividade total à medida que se aumentaram as lâminas de irrigação (Tabela 2). A redução da produtividade com o aumento das lâminas de irrigação para o solo descoberto se deve, provavelmente, ao excesso de água, quando associada a maior lâmina com a água da chuva, o que não aconteceu na presença das coberturas plásticas, pois não ocorreu infiltração direta da água da chuva próxima às plantas.
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TRINCHEIRA DE INFILTRAÇÃO EM SÉRIE COM RESERVATÓRIO DE ÁGUA DE CHUVA

TRINCHEIRA DE INFILTRAÇÃO EM SÉRIE COM RESERVATÓRIO DE ÁGUA DE CHUVA

Assim, surge um novo desafio para o planejamento dos sistemas de drenagem, pois se buscam medidas que integrem as funções essenciais associadas aos meios de reaproveitamento dos recursos naturais. Dessa forma, tratam-se dos conceitos de drenagem referentes à reutilização da água, visto que sua escassez tem gerado preocupação à população. Tucci (2007) afirma que se nada for feito visando à conservação e uso racional da água, possivelmente dois terços da população mundial poderá ser afetada, de alguma forma, pela falta de água.
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Água e energia: conexões para uma nova sustentabilidade

Água e energia: conexões para uma nova sustentabilidade

Neste contexto, as AC e o consequente aquecimento global estão a afectar a disponibilidade e os padrões de utilização de água e energia (IPCC, 2007). Várias regiões do Globo estão a ser afectadas pela desertificação e por cheias, o que tem obrigado as populações a abandonarem os seus lares, devido à falta de condições de sobrevivência. Esta situação decorre do facto de as AC afectarem directamente o ciclo hidrológico e, consequentemente, a quantidade e qualidade dos recursos hídricos (WWAP, 2009: p. 68). Porém, uma outra questão que se coloca será a possibilidade das AC virem a alterar a magnitude e a duração de eventos de precipitação, o que provavelmente colocará problemas de natureza mais persistente, no abastecimento de água (WWAP, 2009).
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A escassez e o valor da água (origens subterrâneas) : pistas para reflexão

A escassez e o valor da água (origens subterrâneas) : pistas para reflexão

É neste âmbito que entram os custos de carácter ambiental relacionados com as águas subterrâneas. Um dos princípios mais importantes da Contabilidade é o Princípio da Continuidade, isto é, pressupõe-se que a actividade da empresa, se irá manter para além do tempo que estamos a analisar. Nesse contexto uma empresa que possua terrenos sob os quais sabemos existir massas de água subterrâneas consideráveis, deve registar na sua contabilidade eventuais custos de carácter ambiental que existam, que fundamentadamente se saiba que vão existir e ainda os investimentos que tenham sido necessários fazer para recuperar o bom estado ecológico e químico das massas de água afectadas eventualmente por várias circunstâncias extraordinárias.
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Captação e armazenamento de água de chuva para consumo humano no semiárido baiano no âmbito do P1MC: uma análise da viabilidade do uso da tecnologia no município de Abaré-BA/  Rain water collection and storage for human consumption in the bahian semi-arid

Captação e armazenamento de água de chuva para consumo humano no semiárido baiano no âmbito do P1MC: uma análise da viabilidade do uso da tecnologia no município de Abaré-BA/ Rain water collection and storage for human consumption in the bahian semi-arid area within the P1MC: an analysis of the feasibility of the use of technology in the municipality of Abaré-BA

E9 – “Pra resolver é como eu disse, só se for esse caso aí porque não tem como encanar a água para todas as comunidades. Teve muita gente que mora aqui por perto que falou que é se tivesse água encanada, mas não tem. Se você for fazer um planejamento, uma avaliação pra você tirar água do rio São Francisco pra levar até Lagoa José Alves que é o município mais distante que tem da Icozeira pra lá, é longe da Icozeira pra lá, como é que vai chegar essa água até lá Lagoa José Alves, por encanação? Se tem as pessoas que ainda tiram a água, desvia a água no meio, né? Quebra os canos ou fura os canos. A única solução que é é poços, poços artesianos e adutora. Pra poder... E barragens, barragens grandes. Pra poder ter água pra todo mundo. Pra todo mundo ficar satisfeito com a água. Pra mim só existe três soluções: que é isso. Agora que os poços sejam de água doce e que a barragem seja grande e a adutora seja uma adutora que tenha realmente capacidade de fazer um abastecimento”.
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JAGUARARI UAUÁ CHORROCHÓ OROCÓ CABROBÓ Riacho Seco

JAGUARARI UAUÁ CHORROCHÓ OROCÓ CABROBÓ Riacho Seco

Quando o ponto de partida para o trabalho na escola é a realidade da natureza e a identidade do povo do Semi-árido, muda totalmente o ensino, a criança fica atenta e interessada porque ela vê a realidade dela representada dentro da sala de aula. Mas a Convivência com o Semi-árido não é apenas a criação de bode, a captação da água da chuva ou a tecnologia apropriada para o plantio da roça ou, nem apenas a questão daquela escola que fica lá isolada no pé da serra, no mato, na Caatinga, mas é uma questão de toda a sociedade. É uma questão do Brasil e do Semi-árido como um todo; nós temos que ter um ensino que se aproprie e se preencha dos conhecimentos desta questão da Convivência. Também, temos a necessidade de ver impresso nos livros didáticos o real conhecimento sobre a região semi-árida e, por que não dizer, aprender a aprender de forma mais acertada a Convivência com o Semi-árido.
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GESTÃO ÁGUAS PLUVIAIS URBANAS: POTENCIALIDADES DA ADOÇÃO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS PARA O FIRST FLUSH

GESTÃO ÁGUAS PLUVIAIS URBANAS: POTENCIALIDADES DA ADOÇÃO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS PARA O FIRST FLUSH

O escoamento superficial de águas pluviais urbanas transporta materiais e resíduos para os corpos d’água, comprometendo a qualidade de suas águas pela recepção dos volumes de água no first flush, que possuem as maiores concentrações de poluentes. Assim, a retenção e o tratamento das águas pluviais são de extrema importância, proporcionando o lançamento dessas águas no corpo hídrico receptor com menor carga poluidora e melhor qualidade. A presente pesquisa teve como o objetivo identificar e analisar sistemas de tratamento de águas residuárias que possam ser adotados no tratamento de águas do first flush, visando contribuir com a gestão de águas pluviais urbanas e a manutenção da qualidade ambiental de córregos urbanos. A pesquisa empregou as seguintes etapas metodológicas: levantamento bibliográfico, caracterizando as águas pluviais urbanas e identificando as principais técnicas existentes de tratamento e disposição de águas residuárias; avaliação das técnicas e métodos identificados, estabelecendo-se critérios, marcos legais e padrões; e análise comparativa dos métodos e técnicas de reservação, atamento e disposição de águas pluviais urbanas por meio do método SWOT. Foram realizadas análises de eficiência para o tratamento com base na literatura e a partir da aplicação da análise SWOT sobre as técnicas identificadas com melhor eficiência no tratamento do first flush, foi possível estabelecer seus pontos fortes, fracos, ameaças e oportunidades. Sendo assim, sugere-se a aplicação da combinação de Wetland e Semente de Moringa para o tratamento do first flush, tendo em vista a possível eficiência de tratamento dos parâmetros observados. Destaca-se sobretudo, a importância da implantação de sistemas que visem o manejo adequado das águas pluviais potencialmente poluidoras, para melhorar a qualidade de vida da população e reduzir os impactos ambientais gerados na bacia hidrográfica.
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Blocos de terra comprimida com incorporação de outros materiais

Blocos de terra comprimida com incorporação de outros materiais

Este é um estudo essencialmente de carácter experimental e o principal objetivo é desenvolver novas soluções de blocos de terra com incorporação de outros materiais. Deste modo, pretende-se obter blocos com um nível estético melhorado, sobretudo em termos de cor e de superfície. Assim, poderá ser suprimida a necessidade de se utilizarem rebocos ou pinturas como revestimento. A obtenção de um bloco de terra mais atrativo em termos estéticos e com maior possibilidade de aplicações poderá de certa maneira contribuir para reduzir o preconceito associado a este material. Para a manufatura destes blocos foram testados materiais granulados (com uma granulometria próxima do solo) ou em pó para poderem ser prensados em simultâneo com o solo. Posteriormente, foram produzidos vários blocos e provetes iniciais a fim de verificar a sua exequibilidade e selecionar as misturas com melhores resultados. Foram realizados ensaios à flexão, à compressão, erosão dos blocos com um simulador de chuva, absorção de água por capilaridade e, por último, absorção de água por imersão de quatro diferentes misturas: Solo de Referência (Solo estabilizado com 10 % de cal hidratada); Solo de Referência + Vidro Triturado; Solo de Referência + Vidro Triturado + Cimento Branco; Solo de Referência + Lamas de Ferro.
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FILTRO DE AREIA PARA ÁGUA DA CHUVA COM FLUXO REVERSO

FILTRO DE AREIA PARA ÁGUA DA CHUVA COM FLUXO REVERSO

do tratamento, uma vez que pode ser relacionada à concentração de sólidos em suspensão (JORDÃO & PESSÔA, 1995). Nota-se que a maior redução entre os parâmetros foi o dos sólidos totais que chegou a 85,96%. O teste de sólidos totais foi concebido para se interpretar, quantitativamente, a presença total de matéria que não seja água, seja na forma de substâncias dissolvidas, em forma coloidal ou em suspensão. Seu teor é obtido pela pesagem do resíduo da evaporação de uma amostra correspondendo a sua fase seca (BRAILE, 1979). Segundo Galvis et al (1997), a filtração em areia é uma tecnologia de tratamento de água eficiente, que pode produzir efluentes com baixa turbidez, cor e baixa quantidade de impurezas suspensas e/ou dissolvidas. Nota-se ainda que a condutividade elétrica apresentou uma redução de 55,86%, isto pode ser atribuído a redução dos sólidos presentes na amostra, pois a condutividade elétrica é a capacidade de uma solução conduzir corrente elétrica por meio de íons.
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