Top PDF O aleitamento materno de recém-nascidos prematuros após a alta hospitalar

O aleitamento materno de recém-nascidos prematuros após a alta hospitalar

O aleitamento materno de recém-nascidos prematuros após a alta hospitalar

Além de atuar como enfermeira nas Unidades Neonatais de Terapia Intensiva, na Unidade de Cuidados Intermediários e no Programa de Internação Domiciliar Neonatal (PID-Neo), acompanho os recém-nascidos prematuros após a alta hospitalar no ambulatório de seguimento. Observo que, apesar de se tratar de um Hospital Amigo da Criança, de haver um grande investimento na promoção do aleitamento materno, das palestras e orientações individuais sobre amamentação para as mães, da presença de profissionais capacitados e de uma taxa de aleitamento materno exclusivo de 70% em recém-nascidos prematuros à alta hospitalar, quando essas mães retornam ao Hospital com seus filhos para acompanhamento, muitas delas não estão amamentando exclusivamente (HOSPITAL SOFIA FELDMAN, 2009). Isso me leva a pensar que essas mulheres vivenciam dificuldades em manter o aleitamento materno após a alta hospitalar, resultando na introdução de outros tipos de leite na alimentação de seus filhos e no desmame precoce.
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Aleitamento materno de prematuros em hospital amigo da criança: da alta hospitalar ao domicílio

Aleitamento materno de prematuros em hospital amigo da criança: da alta hospitalar ao domicílio

Objetivo: verificar a prevalência do aleitamento materno de recém-nascidos prematuros em unidades neonatais. Métodos: estudo exploratório, transversal, realizado em um Hospital Amigo da Criança com 21 prematuros e suas mães. Foi realizada uma entrevista e levantamento de prontuário utilizando-se um formulário para coleta de dados e estes foram analisados com uso de estatística descritiva. Resultados: o início da alimentação láctea foi em média com 61,7 horas e o início da amamentação foi em média com 17,2 dias de vida. Na alta hospitalar, 47,6% dos prematuros estavam em aleitamento materno; 47,6% em aleitamento materno exclusivo e 4,8% em aleitamento artificial. No domicílio, após sete a quinze dias da alta hospitalar não houve alterações nos padrões de alimentação. Conclusão: é necessário o fortalecimento de ações para promoção, proteção e apoio que incentivam a prática da amamentação.
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Avaliação das características orofaciais e da amamentação de recém-nascidos prematuros antes da alta hospitalar.

Avaliação das características orofaciais e da amamentação de recém-nascidos prematuros antes da alta hospitalar.

Objetivo: avaliar as características orofaciais e a amamentação de recém-nascidos prematuros antes da alta hospitalar e veriicar possíveis relações entre o sistema sensório motor orofacial e a amamentação. Métodos: trata-se de um estudo transversal, quantitativo e descritivo. A coleta de dados foi realizada no período de junho a outubro de 2014. Realizou-se em três etapas a pesquisa: busca de dados no prontuário, aplicação do protocolo de prontidão do prematuro para início da ali- mentação oral e aplicação do protocolo de avaliação da mamada em recém nascidos prematuros. Obteve-se uma amostra de conveniência em uma unidade de terapia intensiva de um hospital escola de Porto Alegre. Foram considerados critérios de inclusão: prematuridade; ter recebido atendimento fonoaudiológico, estar de alta hospitalar; indicação para aleitamento materno exclusivo; assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido pelo responsável. Resultados: a amostra contou com 26 sujeitos, posteriormente 6 indivíduos foram excluídos. A maioria das características do sistema sensório motor orofacial dos prematuros estava adequada e a maior parte das categorias avaliadas na amamentação estava próxima ao escore máximo. Identiicou-se que os prematuros com estado de consciência alerta apresentaram melhor posição mãe/recém-nascido durante o aleitamento materno (p= 0,043). Observou-se que quanto maior a idade gestacional corrigida melhor o escore inal do prematuro na avaliação do sistema sensório motor orofacial (r s = 0,512; p= 0,021). Conclusões: elu-
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Aleitamento materno em prematuros: manejo clínico hospitalar.

Aleitamento materno em prematuros: manejo clínico hospitalar.

São poucos os trabalhos realizados nos Estados Unidos que estudam amostras representativas da população de RNPT admitida em unidades neonatais. A maioria deles seleciona a amostra a partir da opção materna de amamen- tar. Isso é decorrente das baixas taxas de amamentação observadas nos hospitais norte-americanos: 52,2% em 1990 e 59,7% em 1995 128 , longe do objetivo do Departa- mento de Saúde do Estados Unidos de atingir 75% de AM no puerpério imediato 129 . Em New Haven, Connecticut, entre 72 mães de RNPT com peso de nascimento menor ou igual a 2.000 g que desejavam amamentar, descreveu-se 75% de sucesso na manutenção da lactação, em um ambiente hospitalar que provia assistência para a lactação mas cujas rotinas não foram descritas 130 . Em São Francisco, Califór- nia, trabalhando-se com 42 mães de prematuros de peso menor que 1.250 g que planejavam amamentar, registrou- se que apenas 44% mantinham a produção de leite e pretendiam continuar aleitando após a liberação para o domicílio 37 . Furman et al. 48 , trabalhando com toda a popu- lação de prematuros admitidos num setor de terapia inten- siva neonatal, em Cleveland, Ohio, onde havia incentivo ao AM e as mães eram encorajadas a iniciar a ordenha mamária precocemente, relataram que entre 82 mães de RNMBP, 49% mantiveram a lactação até o momento da alta e 21% fizeram a transição para a alimentação ao peito. Também nos Estados Unidos, Hill et al. 121 , examinando o tipo de alimentação de 110 RN com peso de nascimento entre 1.500 e 2.500 g, dos quais 90 eram prematuros, revelaram que 54% dos RNBP recebiam exclusivamente leite materno no dia da alta hospitalar. Em outra unidade de terapia intensiva neonatal americana, que dispõe de um serviço de apoio à lactação bem estruturado, caracterizado por estimular a expressão de LH para ser administrado via sonda gástrica, bem como assessorar as mães durante as mamadas e fazer acompanhamento pós-alta, foi observado que, entre 132 RN doentes, em que 56,8% eram RNPT, 71,2% estavam sendo amamentados por ocasião da alta 131 .
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Rev. paul. pediatr.  vol.34 número2

Rev. paul. pediatr. vol.34 número2

incluindo prematuros. Em Vic¸osa esse foi um programa bem- -sucedido e integrado com ac¸ões desenvolvidas no hospital de referência para gestante de risco, com estrutura para atendimento ao prematuro e suporte nutricional com banco de leite. Após alta hospitalar, o prematuro tem garantido o atendimento e acompanhamento no CVV. O trabalho de Freitas et al. mostra os dados de uma coorte retrospectiva de 103 prematuros acompanhados de 2010-2015 nesse muni- cípio. As taxas de aleitamento materno foram superiores às de recém-nascidos a termo no Brasil. Em prematuros com idade inferior a 37 semanas, a durac¸ão mediana do aleita- mento materno foi de 5 meses, o risco foi 2,6 maior de se interromper a amamentac¸ão de crianc¸as abaixo de 32 sema- nas. Em prematuros com leite humano complementado na primeira consulta após alta, o risco foi três vezes maior de interrupc¸ão do aleitamento, comparado com aleitamento materno exclusivo nessa ocasião. Esses bons indicadores de aleitamento materno são reflexos de uma integrac¸ão da atenc¸ão terciária com atenc¸ão primária no município. 12
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Seguimento ambulatorial de um grupo de prematuros e a prevalência do aleitamento na alta hospitalar e ao sexto mês de vida: contribuições da fonoaudiologia.

Seguimento ambulatorial de um grupo de prematuros e a prevalência do aleitamento na alta hospitalar e ao sexto mês de vida: contribuições da fonoaudiologia.

Deste segmento populacional, foram selecionados pron- tuários de prematuros nascidos no período de janeiro de 2006 a dezembro de 2007, respeitando-se os seguintes critérios de inclusão: recém nascidos com idade gestacional inferior a 37 semanas, determinada pelo método Capurro Somático e registrada pelo médico ao nascimento; ausência de doenças congênitas cardíacas ou pulmonares severas e síndromes ge- néticas associadas à prematuridade; índice de APGAR maior que três ou cinco no 1° e 5° minuto, respectivamente. No que se refere às condições maternas, foram considerados os aspectos: ausência de doenças ou procedimentos terapêuticos que contra-indicassem ou pudessem interferir no aleitamento materno; aceitação e desejo em amamentar.
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Uso do copo e da mamadeira e o aleitamento materno em recém-nascidos prematuros e a termo: uma revisão sistemática.

Uso do copo e da mamadeira e o aleitamento materno em recém-nascidos prematuros e a termo: uma revisão sistemática.

O objetivo do presente estudo foi realizar uma revisão sistemática de artigos do tipo ensaio clínico, que avaliaram a prevalência e/ou duração do aleita- mento materno na alta hospitalar e/ou durante o primeiro ano de vida, de recém-nascidos a termo ou prematuros que receberam suplementação por copo ou mamadeira durante a estadia hospitalar.

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Caracterização da técnica de transição da alimentação por sonda enteral para seio materno em recém-nascidos prematuros.

Caracterização da técnica de transição da alimentação por sonda enteral para seio materno em recém-nascidos prematuros.

O método de transição da alimentação enteral (sonda) direto para o seio materno não provoca modiicações nos padrões isiológicos e inatos de alimentação, nem em seu desenvolvimento, que podem ocorrer quando são utilizadas outras formas de oferta de dieta por VO. Vale ressaltar também que bebês submetidos a esta técnica recebem alta hospitalar mamando exclusivamente em SM, sem terem recebido dieta por qualquer outra forma que não pela sonda (SNG ou SOG). Com isso espera-se que o aleitamento materno exclusivo se estenda após a alta hospitalar e haja melhora no padrão de saúde geral do bebê (29) .
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Associação entre o tipo de aleitamento na alta hospitalar do recém-nascido e aos seis meses de vida

Associação entre o tipo de aleitamento na alta hospitalar do recém-nascido e aos seis meses de vida

Trata-se de um estudo epidemiológico de delineamento transversal, cuja coleta de dados foi baseada em informações consultadas dos prontuários clínicos das integrantes do programa. O AME aos 180 dias de vida foi considerado a variável de desfecho do estudo, e a variável independente principal foi o AME na alta hospitalar. As seguintes variáveis independentes também foram analisadas: idade materna, idade paterna, renda familiar, presença do companheiro, permanência em alojamento conjunto, aleitamento materno exclusivo no momento da alta hospitalar e uso de chupeta ao longo dos seis primeiros meses de vida. Ademais, as mães foram classificadas em primíparas ou multíparas, o tempo de início da amamentação no hospital foi dicotomizado em ≤ 1 e > 1 hora após o parto, e o tempo de internação, em ≤ 1 e > 1 dia.
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Efeitos da sucção não-nutritiva sobre o aleitamento materno em recém-nascidos pré-termo

Efeitos da sucção não-nutritiva sobre o aleitamento materno em recém-nascidos pré-termo

A filmagem da amamentação foi realizada nos dias que precediam a alta hospitalar. Esta filmagem foi feita por uma das coletadoras de dados do estudo. Após ser gravada em DVD, foi entregue para umas das profissionais de enfermagem para avaliação do aleitamento materno e preenchimento do protocolo de amamentação. Nesse DVD não constava o nome e nem o grupo a que o bebê pertencia, somente o número de entrada do estudo do RN, para fidedignidade da pesquisa. Também, na folha do protocolo, constava somente o número do RN (a numeração era feita conforme a entrada do estudo). Após o preenchimento do protocolo por uma das profissionais de enfermagem, foi feito o escore de cada aspecto avaliado.
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Impacto de uma intervenção pró-aleitamento nas taxas de amamentação de recém-nascidos de muito baixo peso.

Impacto de uma intervenção pró-aleitamento nas taxas de amamentação de recém-nascidos de muito baixo peso.

durante o período de internação do recém-nascido pré- termo. Atitudes simples, como a presença, apoio e ofereci- mento de orientações freqüentes, repercutiram de forma muito evidente nas taxas de aleitamento materno por oca- sião da alta. O aleitamento materno não exclusivo, de alta inci- dência neste trabalho, pode representar uma falha na efetividade do estabelecimento da produção láctea e/ou da formação do vínculo materno-filial. Assim sendo, o próximo desafio será melhorar a eficácia do modelo, com os esforços voltados para o aleitamento materno efetivo e exclusivo na alta hospitalar.
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A musicoterapia pode aumentar os índices de aleitamento materno entre mães de recém-nascidos prematuros: um ensaio clínico randomizado controlado.

A musicoterapia pode aumentar os índices de aleitamento materno entre mães de recém-nascidos prematuros: um ensaio clínico randomizado controlado.

Entre março de 2004 e junho de 2007, foram selecio- nadas 190 mães consideradas elegíveis. Dessas, 89 foram excluídas: 26 porque os recém-nascidos preencheram algum dos critérios de exclusão, 18 porque seus filhos faleceram antes de serem considerados clinicamente estáveis pela equipe médica, 11 porque não concordaram em participar, e 34 porque não puderam ser contatadas durante a inter- nação do bebê, a maioria por ter recebido alta hospitalar precoce. Assim, foram randomizadas 101 mães, 51 para o GM e 50 para o GC. Após o início da coleta de dados, ocorreram sete perdas (três no GM por não terem atin- gido o número mínimo estabelecido de sessões; e quatro no GC, três porque os recém-nascidos faleceram durante o período do estudo, e um porque a mãe se recusou a continuar participando do estudo). Ao final, restaram 94 mães, 48 no GM e 46 no GC (Figura 1).
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Análise de produções com ênfase no aleitamento materno em unidade de terapia intensiva neonatal

Análise de produções com ênfase no aleitamento materno em unidade de terapia intensiva neonatal

O estudo proporcionou o conhecimento de carências a respeito da promoção do AM dentro da UTIN e reflexões sobre as dificuldades desta prática e politicas de saúde deste campo. As ações voltadas para sua promoção vão desde o acolhimento à família, orientações quanto os benefícios do AM, importância do BLH e o direcionamento para tal setor, apoio e ensino da técnica de ordenha manual, apoio quanto à pega correta ao seio materno, auxílio em momentos de tensão e orientações no momento da alta hospitalar para manutenção da lactação e encaminhamento para as consultas em unidades básicas de saúde.
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Alimentação do recém-nascido pré-termo: métodos alternativos de transição da gavagem para o peito materno.

Alimentação do recém-nascido pré-termo: métodos alternativos de transição da gavagem para o peito materno.

e randomizado, com objetivo de determinar o efeito de bicos artificiais (mamadeira e chupeta) e do copinho no aleitamento materno em recém-nascidos pré-termo, verificando o tipo de alimentação no momento da alta (aleitamento exclusivo, aleitamento parcial ou sem aleitamento), a prevalência de aleita- mento materno no peito aos três e seis meses após a alta e o tempo de permanência no hospital. Foram recrutados 303 pré-termos, de dois hospitais terciários na Austrália, com idade gestacional ao nascimento entre 23-33 semanas. Esses bebês foram randomizados em um dos quatro grupos seguintes: copinho/chupeta (n=69), copinho/sem chupeta (n=82), mamadeira/chupeta (n=82) e mamadeira/sem chupeta (n=70). O copinho e a mamadeira foram utilizados quando a mãe não estava presente para amamentar o seu bebê ou quando era necessário oferecer um complemento por via oral. Os bebês dos grupos da chupeta iniciaram o seu uso quando entravam na pesquisa, durante a alimentação por gavagem ou enquanto descansavam. Os resultados demonstraram não haver uma diferença estatistica- mente significante em relação ao aleitamento materno entre os grupos da chupeta e sem chupeta, no momento da alta (p=0,5), aos três meses (p=0,98) e aos seis meses (p=0,51) após a alta. Quando os grupos do copinho e da mamadeira foram comparados, houve uma diferença estatística signifi- cante no momento da alta hospitalar (p=0,03), sendo o copinho mais positivo em relação ao aleitamento materno. Entretanto, não houve diferenças signifi- cantes após a alta hospitalar. O uso da chupeta não influenciou o tempo de permanência no hospital, mas o do copinho sim. Os bebês do grupo do copinho permaneceram mais tempo no hospital (p=0,01). Os autores concluíram que a chupeta não interfere no aleitamento materno em recém-nascidos pré-termo, e que o uso do copinho aumenta, de forma significativa, as chances de o bebê estar mamando volume (p=0,001) e demoraram mais tempo
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Recém-nascidos prematuros assistidos pelo Método Canguru: avaliação de uma coorte do nascimento aos seis meses.

Recém-nascidos prematuros assistidos pelo Método Canguru: avaliação de uma coorte do nascimento aos seis meses.

Resultados: A amostra constituiu-se de 137 recém-nascidos prematuros, sendo 62,8% do sexo feminino, com peso médio ao nascer de 1365 ±283g, idade gestacional média de 32±3 semanas e 26,2% eram adequados para a idade gestacional. Foram admitidos na Enfermaria Canguru com mediana de 13 dias de vida, pesando 1430 ±167g, sendo que, nesse momento, 57,7% foram classificados como pequeno, para a idade gestacional corrigida. Tiveram alta hospitalar com 36,8 ±21,8 dias de vida, pesando 1780±165g e 67,9% eram pequenos para a idade gestacional corrigida. Aos seis meses de idade cronológica (n=76), tinham peso médio de 5954 ±971g, estando 68,4% com peso corrigido para a idade gestacional entre os percentis 15 e 85 da curva da Organização Mundial da Saúde (OMS). A frequência de aleitamento materno exclusivo na alta foi de 56,2% e, aos seis meses de idade cronológica, de 14,4%.
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Rev. LatinoAm. Enfermagem  vol.8 número5

Rev. LatinoAm. Enfermagem vol.8 número5

Vislumbrando a possibilidade de construir com a mãe, conhecimentos acerca dos cuidados com recém- nascido e o aleitamento materno, num esforço para o preparo mais adequado da alta hospitalar, elaboramos um jogo educativo para instrumentalizar nossa prática educativa em alojamento conjunto neonatal, o qual denominamos “Ensinando puérperas sobre o

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Aleitamento materno exclusivo na alta de recém-nascidos internados em berçário de alto risco e os fatores associados a essa prática.

Aleitamento materno exclusivo na alta de recém-nascidos internados em berçário de alto risco e os fatores associados a essa prática.

Pesquisas apontam aspectos benéficos da amamenta- ção, como a associação positiva entre a freqüência de amamentação nas primeiras 4 semanas de vida e o desen- volvimento mental de crianças com baixo peso e peso normal 2 . É também apontado um melhor prognóstico do desenvolvimento neurológico de prematuros amamentados quando comparados com aqueles alimentados com fórmula láctea 3 . Recém-nascidos de baixo peso e livres de outras patologias sintomáticas que receberam leite materno tive- ram menor tempo de internação e menor perda de peso do que aqueles que foram alimentados por fórmula láctea 4 . Da mesma forma, tem-se observado diminuição do risco de doenças agudas e crônicas 5-7 e aumento da sobrevida de crianças nascidas com muito baixo peso em aleitamento materno 8 .
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Bilirrubina transcutânea em recém-nascidos pré-termo tardio, termo precoce e a termo em aleitamento materno exclusivo na primeira semana de vida

Bilirrubina transcutânea em recém-nascidos pré-termo tardio, termo precoce e a termo em aleitamento materno exclusivo na primeira semana de vida

A busca por uma estratégia de avaliação do risco do recém-nascido evoluir para hiperbilirrubinemia significante que seja segura para prevenir o kernicterus tem sido intensa e exaustiva, porém não existe um consenso sobre qual a melhor estratégia e a mais segura. Entretanto os pesquisadores são unânimes em relação a: avaliar os fatores de risco, a presença de icterícia clínica e a medida da bilirrubina transcutânea ou sérica antes da alta; não dar alta para o recém-nascido antes de 48 horas; prover o seguimento estruturado ambulatorial ou domiciliar da criança após a alta; incentivar o aleitamento materno e conscientizar os pais sobre a importância de reconhecer e acompanhar a evolução da hiperbilirrubinemia, ou seja, seguir as recomendações da Academia Americana de Pediatria (2004). As estratégias podem ser diferentes a depender das características da população e cada serviço deveria criar a sua melhor estratégia e ter o seu nomograma de bilirrubinemia dividido em horas específicas.
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Prematuros e prematuros tardios: suas diferenças e o aleitamento materno.

Prematuros e prematuros tardios: suas diferenças e o aleitamento materno.

Objetivo: veriicar se há diferenças entre recém nascidos prematuros e prematuros tardios no que se refere ao tempo de aleitamento materno e aleitamento materno exclusivo causas e consequências do desmame precoce. Ademais, foi observado o uso de oxigenoterapia e sonda para alimentação, número de sessões de fonoterapia e o tempo de internação. Métodos: pesquisa de campo, de cará- ter exploratório e longitudinal. Participaram do estudo 82 mães de prematuros. Os dados categóri- cos foram resumidos através de frequência absoluta e relativa ao total de pacientes em cada grupo estudado. Dados numéricos foram resumidos em média, mediana, desvio padrão, valor mínimo e valor máximo. Os dados quantitativos foram comparados com o teste não paramétrico de Mann- Whitney e as variáveis qualitativas foram comparadas com o teste de igualdade de duas proporções. Resultados: houve signiicância estatística entre recém-nascidos prematuros e recém-nascidos pre- maturos tardios para as variáveis Apgar, tempo de internação, tempo de uso da sonda, número de sessões de fonoterapia, tempo de oxigenoterapia e tipo de ventilação mecânica. Conclusão: a pre- sente pesquisa mostrou que os prematuros tardios apresentaram menor tempo de uso de sonda e oxigenoterapia, menor número de sessões de fonoterapia e menor tempo de internação hospitalar, fazendo-se imprescindível um olhar diferenciado entre os dois grupos de prematuros.
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Impacto do método canguru nas taxas de aleitamento materno exclusivo em recém-nascidos de baixo peso.

Impacto do método canguru nas taxas de aleitamento materno exclusivo em recém-nascidos de baixo peso.

A coleta de dados sobre antecedentes gestacionais e situação socioeconômica da família foi realizada median- te utilização de questionário semiestruturado aplicado às mães. As informações sobre alimentação e peso dos bebês durante a internação foram coletadas dos prontuários, e os dados após alta, nas avaliações ambulatoriais na idade de 40 semanas de idade gestacional, 3 e 6 meses de idade cronológica. Durante a internação e após a alta, todas as mães receberam suporte da equipe do BLH, prática já ado- tada no hospital. Foram considerados em AME os bebês que receberam somente leite materno, segundo a definição da Organização Mundial da Saúde (OMS) 12 . A definição de AME
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