Top PDF Alelopatia de extratos aquosos de canela-sassafrás (Ocotea odorifera (Vell.) Rohwer).

Alelopatia de extratos aquosos de canela-sassafrás (Ocotea odorifera (Vell.) Rohwer).

Alelopatia de extratos aquosos de canela-sassafrás (Ocotea odorifera (Vell.) Rohwer).

RESUMO – (Alelopatia de extratos aquosos de canela-sassafrás (Ocotea odorifera (Vell.) Rohwer)). Estudos de alelopatia investigam os efeitos positivos e negativos que metabólitos secundários de plantas, microrganismos ou fungos exercem sobre o desenvolvimento de indivíduos vizinhos. Nesse trabalho foram investigados os efeitos de extratos aquosos de folhas, cascas de tronco e cascas de raízes de canela-sassafrás (Ocotea odorifera (Vell.) Rowher) sobre a germinabilidade das sementes, desenvolvimento do sistema radicular e da parte aérea, teor de clorofila da parte aérea e respiração das células radiculares de plântulas de sorgo (Sorghum bicolor L. Moench cv. Embrapa BR 303). Os extratos foram preparados adicionando o material vegetal seco e moído oriundo de cada órgão à água destilada e deionizada na proporção 1:10 (p/v). Após agitação constante por 24 h, as soluções foram decantadas e filtradas através de papel de filtro sob vácuo, constituindo os extratos testados. Os extratos aquosos de cascas de tronco e de raízes causaram inibição do desenvolvimento do sistema radicular das plântulas de sorgo e a sua parte aérea teve o crescimento estimulado pelo extrato de cascas de raízes. Os extratos de folhas e de cascas de tronco induziram aumento da biomassa fresca do sistema radicular e diminuição significativa do teor de clorofila. Todos os extratos causaram efeitos negativos sobre a respiração radicular das plântulas de sorgo. Concluiu-se que metabólitos secundários da canela-sassafrás causaram alterações metabólicas e morfológicas nas plantas de sorgo e que, portanto, a presença de canela-sassafrás no ambiente pode desencadear efeitos similares sobre outras espécies vegetais na sua vizinhança.
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Alelopatia intra-específica de extratos aquosos de folhas e raízes de alfafa na germinação e no crescimento inicial de plântulas de dois materiais de alfafa: crioulo e melhorado.

Alelopatia intra-específica de extratos aquosos de folhas e raízes de alfafa na germinação e no crescimento inicial de plântulas de dois materiais de alfafa: crioulo e melhorado.

A alfafa é uma das culturas conhecidas que apresentam um tipo específico de alelopatia denominado autotoxicidade. Dessa forma, o objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da concentração de extratos aquosos de partes (folhas e raízes) da planta de alfafa (material Crioulo) na germinação e no crescimento inicial de plântulas de dois materiais de alfafa (Crioulo e P5454). Placas de Petri contendo 50 sementes de cada variedade foram umedecidas com 10ml dos extratos em duas concentrações: 50% e 100% (extrato puro). Água deionizada foi usada como controle. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com cinco repetições para cada variedade. Após seis dias da germinação, procedeu-se à contagem do número de sementes germinadas, bem como à medição do comprimento do hipocótilo e da radícula de cada plântula. Os extratos aquosos das folhas inibiram a germinação e o comprimento da radícula e do hipocótilo das duas variedades. No entanto, para o material Crioulo, a inibição na germinação e no desenvolvimento inicial só ocorreu com o uso do extrato puro das folhas, enquanto que na P5454 o extrato diluído a 50% já reduziu tanto a germinação quanto o comprimento das plântulas. Os extratos aquosos das raízes não causaram inibição na germinação nem no comprimento das plântulas. Os resultados sugerem variações intra-específicas na tolerância aos compostos aleloquímicos e uma produção preferencial dos mesmos na parte aérea da planta de alfafa, material Crioulo.
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Variação sazonal na alelopatia de extratos aquosos de Coleus barbatus (A.) Benth. sobre a germinação e o desenvolvimento de Lactuca sativa L..

Variação sazonal na alelopatia de extratos aquosos de Coleus barbatus (A.) Benth. sobre a germinação e o desenvolvimento de Lactuca sativa L..

FERREIRA, A. G.; ÁQUILA, M.E.A. Alelopatia: uma área emergente da ecofisiologia. Revista Brasileira de Fisiologia Vegetal, v.12, edição esp., p.175-204, 2000. GOETZE, M.; THOMÉ, G.C.H. Efeito alelopático de extratos de Nicotiana tabacum e Eucalytus grandis sobre a germinação de três espécies de hortaliças. Revista Brasileira de Agrociência, v.10, n.1, p.43-50, 2004. GORLA, C.M.; PEREZ, S.C.G.A. influencia de extratos aquosos de folhas de Miconia albincans Triana, Lantana camara L., Leucaena leucocephala (Lam) de Wit e Drimys winteri Forst, na germinação e crescimento inicial de sementes de tomate e pepino. Revista Brasileira de Sementes, v.19, n.2, p.206-65, 1997.
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Alelopatia de extratos aquosos de Eucalyptus globulus Labill. na germinação e no crescimento de três espécies de hortaliças

Alelopatia de extratos aquosos de Eucalyptus globulus Labill. na germinação e no crescimento de três espécies de hortaliças

Deve ser considerado para os testes com eucalipto que em condições de solo o efeito dos agentes aleloquímicos pode ser diferente do observado in vitro. Os processos utilizados para demonstrar que determinados extratos têm efeitos alelopáticos não provam mais do que a existência de aleloquímicos no material vegetal, não podendo inferir que em condi- ções a campo elas se manifestem.

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Alelopatia de extratos aquosos de Euphorbia heterophylla L. na germinação de sementes e no crescimento de quatro hortaliças

Alelopatia de extratos aquosos de Euphorbia heterophylla L. na germinação de sementes e no crescimento de quatro hortaliças

Os extratos aquosos também apresentaram comportamento inibitório no crescimento da raiz e da parte aérea, reduzindo o crescimento destas partes vegetais com o aumento das concentrações dos extratos aquosos utilizadas, quando comparado ao tratamento controle, exceto na concentração de 10% que não diferiu do tratamento controle para a espécie alface e para a parte aérea de tomate e de rabanete (Tabela 2). Para alface, E. heterophylla reduziu o crescimento da raiz a partir da concentração de 30% do extrato aquoso e, da parte aérea a partir da concentração de 50% do extrato aquoso, quando compa- rado ao tratamento controle. Já para o tomate e para o rabanete, o crescimento da raiz foi reduzido a partir da concentração de 10% e da parte aérea a partir da concentração de 30% do extrato aquoso, quando comparado ao tratamento controle e, para o repolho, esta redução se iniciou a partir da concentração de 10% tanto para a parte aérea como para a raiz (Tabela 2). Independente das espécies testadas, nas mais altas concentrações utilizadas (90 e 100%) verifica- ram-se as maiores reduções no crescimento da parte aérea e da raiz, com crescimento nulo, exceto para o rabanete em que, a partir da concentração de 50% do extrato aquoso, foi observado crescimento nulo. Apesar disso, para alface, tomate e repolho foi observado que, a partir da concentração de 50% do extrato aquoso, o crescimento das plântulas foi fortemente reduzido. Reduções estas de mais de dez vezes, quando comparado ao tratamento controle (Tabela 2). Resultados semelhantes são abordados por Vestena et al., (2001), que com- provam inibição do crescimento do sistema radicular dessas espécies testadas quando expostas a diferentes concentrações de extratos aquosos de Mimosa bimucronata, em decorrência da presença dos dois compostos metabólitos já mencionados (mimosina e DHP). É possível que toxalbumina, um alcalóide, por ser um componente majoritário da E. heterophylla, seja o responsável pelos efeitos fitotóxicos nas sementes e no crescimento inicial das plântulas das espé- cies testadas, haja vista a intensa redução no crescimento das plântulas. Estes resultados são respaldados por ALSAADAWI; SAKERI; AL-DULAIMY (1990), que relataram, em observações a campo, que E. heterophylla interferiu fortemente sobre Cynodon dactylon, sendo que o solo coletado na área de crescimento de E. heterophylla apresentou compostos inibitórios que favoreceram a inibição na germinação e desenvolvimento de C. dactylon.
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Alelopatia de extratos de diferentes órgãos de mulungu na germinação de alface.

Alelopatia de extratos de diferentes órgãos de mulungu na germinação de alface.

A avaliação de pH e potencial osmó- tico mostrou que os extratos de mulungu se enquadram na faixa considerada ideal para germinação e pode-se considerar que a acidez do extrato e a concentração de solutos não interferiu nos resultados (Tabela 1). Sabe-se que em condições normais o pH deve estar compreendido entre quatro e sete e o potencial osmó- tico (MPa), abaixo de -0,2 (Gatti et al., 2004). Os extratos aquosos podem apre- sentar determinados solutos que podem alterar a propriedade da água, resultando numa pressão osmótica diferente de zero na solução (Villela et al., 1991). Assim, o controle de pH e da concentração dos extratos é fundamental na realização de ensaios alelopáticos, pois podem haver neles substâncias como açúcares, aminoácidos, entre outros, que podem
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Efeitos alelopáticos de extratos aquosos de Crinum americanum L..

Efeitos alelopáticos de extratos aquosos de Crinum americanum L..

RESUMO – (Efeitos alelopáticos de extratos aquosos de Crinum americanum L.). Investigamos a ação de extratos aquosos de Crinum americanum L. sobre a germinação e crescimento inicial de Lactuca sativa L., Sesamum indicum L. e Raphanus sativus L. e das espécies invasoras: Echinochloa crusgalli (L.) P. Beauv., Ipomoea grandifolia (Dammer) O’Donell e Bidens pilosa L. Preparamos os extratos aquosos a partir de exemplares de um estuário cego em Caraguatatuba, São Paulo. Montamos controles osmóticos com PEG 6000. Analisamos os dados de germinação com Kruskal-Wallis e pós-teste de Dunn, e os dados de crescimento inicial com ANOVA e pós-teste de Tukey. Para todas as espécies testadas obtivemos diminuição na porcentagem e no crescimento inicial e aumento do tempo médio da germinação. O controle osmótico indicou pouca influência da osmolaridade na germinação. Concluímos que C. americanum possui potencial alelopático sobre as espécies testadas. Palavras-chaves - alelopatia, macrófitas, plantas daninhas, Rio Massaguaçu
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Alelopatia em extratos de frutos de juazeiro (Ziziphus joazeiro Mart. - Rhamnaceae).

Alelopatia em extratos de frutos de juazeiro (Ziziphus joazeiro Mart. - Rhamnaceae).

Periotto et al. (2004) observaram que sementes e plân- tulas de alface e de rabanete foram afetadas pelos extratos de Andira humilis, e não houve regeneração dos tecidos afetados. Do mesmo modo, Medeiros & Lucchesi (1993) demonstraram que extratos aquosos de ervilhaca (Vicia sativa L.) exerceram forte infl uência negativa sobre a germi- nação de sementes de alface, sendo que, nas concentrações mais elevadas, houve oxidação dos tecidos das sementes, que sofreram rápida decomposição e, por fi m, morreram. Outro aspecto a ser mencionado, é que o efeito alelopático foi mais evidente sobre a velocidade de germinação e sobre o comprimento das plântulas, do que na percentagem fi nal de sementes germinadas, como ocorreu no presente traba- lho. Ferreira & Aquila (2000) apontam que a germinação é menos sensível aos aleloquímicos do que o crescimento da plântula, pois as substâncias alelopáticas podem induzir o aparecimento de plântulas anormais, sendo a necrose da radícula um dos sintomas mais comuns.
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Potencial antimicrobiano de extratos e óleos essenciais de vegetais não tradicionais sobre patógenos de origem alimentar

Potencial antimicrobiano de extratos e óleos essenciais de vegetais não tradicionais sobre patógenos de origem alimentar

Neste estudo, não foi possível obter os extratos com todos os solventes e métodos usados. Além do baixo rendimento de extração para alguns substratos havia também a presença de ceras e parafinas, as quais se apresentavam de difícil solubilização no momento de incorporação ao ágar, mesmo quando acrescentado o agente surfactante – Tween 20. Por esta razão foram avaliados apenas aqueles que apresentaram extração e solubilização adequadas para as análises. De acordo com Delaquis et al (2002), o método de extração interfere no resultado dos testes de ação inibitória devido à baixa solubilidade do óleo e sua considerável volatilidade, podendo haver perda das frações mais leves, as quais podem ser primordiais para a inibição dos micro-organismos.
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Efeito de extratos de adubos verdes sobre Lactuca sativa e Digitaria horizontalis.

Efeito de extratos de adubos verdes sobre Lactuca sativa e Digitaria horizontalis.

A alelopatia de algumas espécies utilizadas como adu- bos verdes tem sido reconhecida como um importante me- canismo ecológico que influencia na dominância vegetal, na sucessão e na formação de comunidades vegetais, bem como na produtividade e no manejo de culturas agrícolas (Khafmh et al., 2005; Goldfarb et al., 2009). Os com- postos alelopáticos oriundos do metabolismo secundário da planta são encontradas distribuídos em concentrações variadas nas diferentes partes da planta e durante seu ciclo de vida. As principais formas de liberação destes compostos para o ambiente são a volatilização pelas folhas, decompo- sição de resíduos vegetais, exsudação pelas raízes e lixiviação por meio de chuva, neblina e orvalho (Souza, 1988; Ma- cías et al., 2007).
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Abordagem etológica na busca de drogas vegetais com potencial ação antioxidante, antibacteriana, antimutagênica e antigenotóxica

Abordagem etológica na busca de drogas vegetais com potencial ação antioxidante, antibacteriana, antimutagênica e antigenotóxica

Na literatura, há vários relatos usando abordagem etológica como fonte para estudo de novas drogas vegetais. Propriedades terapêuticas como antibióticos, antiinflamatórios, antipiréticos e imunoestimulantes já foram descritas para espécies consumidas por primatas (Huffman et al., 1998, Cousins & Huffman, 2002, Krief, 2003). Em estudos com babuínos, Lozano (1998) e Engel (2002) verificaram o consumo esporádico e em baixas quantidades diárias de folhas de determinadas plantas, que são bem relatadas na literatura por suas propriedades estimulantes, apesar da alta disponibilidade para consumo das espécies vegetais analisadas. Carrai et al. (2003), observaram que fêmeas de lêmures (Propithecus verreauxi) que apresentaram ingestão de plantas ricas em taninos durante o período de lactação, tiveram aumento no peso corpóreo e estimulação da secreção do leite, fato que está de acordo com algumas propriedades biológicas desses polifenóis. Krief et al. (2004) observaram o uso de folhas da espécie Trichilia rubescens por chimpanzés em uma região endêmica de malária, e verificaram em bioensaios que o extrato metanólico desta espécie possui expressiva ação antimalárica. Além disso, foram isolados dois novos compostos limonóides que também apresentaram atividade antimalárica. Krief et al. (2006) investigaram a atividade biológica de 24 espécies vegetais consumidas por chimpanzés, sendo observadas atividades antibacteriana, antimalárica e antileishimania, além de significante citotoxicidade para células tumorais humanas. Lacroix et al. (2009) observarm que extratos em acetato de etila da espécie Markhamia lutea, consumida por chimpanzés, apresentaram alta atividade anti-leishimania e anti-tripanossoma, além de baixa citotoxicidade contra células MRC5 e KB. Além disso, o emprego da estratégia zoofarmacognóstica para a seleção de plantas proporcionou a descoberta de novos compostos bioativos como os glicosídeos esteroidais em Vernonia amygdalina e limonóides em Trichilia rubescens dentre outros que podem atuar como protótipos para novos fármacos (Jisaka et al., 1993, Krief et al., 2004).
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Ação repelente, inseticida e fagoinibidora de extratos de pimenta dedo-de-moça sobre o gorgulho do milho.

Ação repelente, inseticida e fagoinibidora de extratos de pimenta dedo-de-moça sobre o gorgulho do milho.

Nesse atinente, o controle desse inseto, considerado praga, ou sua repelência, é ainda uma preocupação, pois em sua maioria, e cada vez mais, esses procedimentos são realizados utilizando produtos fitossanitários sintéticos, aplicados direta- mente nos produtos consumidos in natura, como nos frutos, ou destinados ao consumo humano e animal, além de estarem relacionados a uma gama de impactos ambientais. Dados os problemas que esses produtos causam para o ambiente, bem como para a saúde humana, investigações e estratégias recentes para o controle de pragas estão sendo pesquisadas, em espe- cial com o uso de extratos de plantas, um dos métodos mais sustentáveis e adequados aos objetivos de minimização de impactos (Salvadores et al., 2007; Parugrug; Roxas, 2008; Castillo-Sánchez et al., 2010; Lima-Mendonça et al., 2013; Fernandes; Favero, 2014). Ademais, há evidências de resis- tência à utilização de inseticidas sintéticos no controle dessa praga (Santos et al., 2009).
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Potencial alelopático de extratos aquosos de duas espécies de Gleicheniaceae sobre espécies infestantes de culturas e da bioindicadora Lactuca sativa L

Potencial alelopático de extratos aquosos de duas espécies de Gleicheniaceae sobre espécies infestantes de culturas e da bioindicadora Lactuca sativa L

Echinochloa crus-galli, popularmente chamado de capim-arroz, é considerada uma das espécies infestantes mais problemáticas da cultura do arroz irrigado. Apresenta ampla distribuição nas lavouras, crescimento competitivo e similaridades morfológicas com as plantas do arroz, o que dificulta a aplicação de métodos alternativos de controle (ANDRES et al., 2007). Altas infestações de capim-arroz podem causar reduções de até 90% no rendimento de grãos da cultura do arroz (ASPIAZÚ et al., 2008). A resistência de E. crus-galli é descrita para o composto quinclorac, muito utilizado para o controle da espécie. A resistência foi comprovada e passou a ser documentada de 1999 em diante (ANDRES et al., 2007) em regiões orizícolas. Os mesmos autores atribuem às plântulas desta espécie maior sensibilidade de partes aéreas, através das quais se dá o controle químico, em detrimento das raízes. Nesta perspectiva, os extratos FF e FE foram muito bem sucedidos, pois afetaram as raízes em todas as concentrações dos tratamentos. Além da espécie infestante E. crus-galli, E. heterophylla também apresenta biótipos resistentes à tratamentos químicos documentados na região Sul do país (GELMINI et al., 2001; ANDRES et al., 2007). (CHRISTOFFOLETI et al., 2007)
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Efeitos de produtos alternativos no controle de doenças na videira

Efeitos de produtos alternativos no controle de doenças na videira

Discos de cultura de E. ampelina que estava preservada de acordo com item 2.3, foi repicada para BDA e incubada a 25C. Meio de cultura BDA fundente acrescido do óleo de nim e dos óleos essenciais de canela, cânfora, melaleuca, tomilho nas concentrações 0,3; 0,5; 1,0; 5,0 e 10,0% em relação ao volume (v, v) foi vertido em placas de Petri e, após a sua solidificação, discos de meio de cultura de 7 mm de diâmetro contendo cultura fúngica de sete dias foram transferidos para o centro de cada placa. As placas foram vedadas com plástico filme e mantidas em BOD a 25C. Os diâmetros das colônias foram medidos periodicamente e as médias dos tratamentos foram comparadas à média da testemunha, calculando-se o Percentual de Inibição do Crescimento Micelial (PIC), conforme a fórmula:
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Controle alternativo de oídio em abobrinha de moita com solução de vinagre.

Controle alternativo de oídio em abobrinha de moita com solução de vinagre.

Resultados de Ishida et al. (2001) corroboram com os resultados deste trabalho, verificando eficiência no controle do oídio da abobrinha quando pulverizado com fenarimol, ao passo que produtos alternativos como extratos aquosos de vermicomposto e de composto orgânico não proporcionaram bom controle. Faria et al. (2011) ao testarem diferentes produtos alternativos para o controle do oídio na cultura de pepino, verificaram melhor controle da doença ao utilizar óleo de neem, o qual foi superior ao fungicida químico sistêmico azoxystrobin.

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Potencial anti-helmíntico de Caryocar brasiliense cambess (Caryocaraceae) no controle de nematódeos gastrintestinais de ruminantes

Potencial anti-helmíntico de Caryocar brasiliense cambess (Caryocaraceae) no controle de nematódeos gastrintestinais de ruminantes

Um dos grandes obstáculos para a criação de ruminantes são as helmintoses gastrintestinais, que causam grandes perdas na produtividade. Ainda, a resistência aos fármacos convencionais dificulta o combate desses nematódeos. A busca por novas formas de controle se tornou uma necessidade, sendo que a fitoterapia se destacou como uma das alternativas. O pequizeiro, nativo do Cerrado, possui ampla utilização na medicina popular e a ação anti-helmíntica foi relatada para ovinos. Assim, objetivou-se avaliar o potencial anti-helmíntico do pequizeiro no controle das helmintoses gastrintestinais em ruminantes sob diferentes formas de preparo, bem como a sua toxicidade. Realizaram-se testes de inibição de desenvolvimento larval (IDL) e da inibição da eclodibilidade (IE), para a determinação da eficácia de pós brutos e de extratos aquosos das cascas do fruto e das folhas. Avaliou- se, ainda, a toxicidade aguda dos extratos aquosos das cascas do fruto e das folhas, por via intraperitoneal, em camundongos fêmeas e machos. O extrato aquoso da casca do fruto apresentou eficácias superiores a 90% na IE de nematódeos de bovinos, em todas as concentrações testadas, sendo mais efetivo que o extrato aquoso das folhas, cuja maior eficácia foi de 89,15%. O extrato das folhas também apresentou eficácia moderada na IE de Haemonchus contortus de ovinos (89,31%). Na IDL, apresentou eficácia superior a 95% para as duas maiores concentrações. Os pós brutos da casca do fruto e das folhas apresentaram-se altamente efetivos na IDL de H. contortus de ovinos. Os extratos aquosos das cascas do fruto e das folhas apresentaram-se muito tóxicos, por via intraperitoneal, em camundongos de ambos os sexos. Conclui-se que C. brasiliense apresenta grande potencial no controle da verminose em ruminantes, sendo necessários novos testes de toxicidade, por outras vias e em espécies animais de interesse, além de testes in vivo com diferentes formas de preparo, para serem indicados como alternativa no tratamento das helmintoses gastrintestinais.
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Potencial alelopático de Cyperus rotundus L. sobre espécies cultivadas.

Potencial alelopático de Cyperus rotundus L. sobre espécies cultivadas.

Independente das espécies testadas observou-se que a estrutura vegetal que mais sofreu o efeito do extrato de folhas secas de tiririca foi o sistema radicular, pois é a parte vegetal que primeiro mantém contato com o extrato aquoso. Reduções estas que também foram intensificadas com o aumento das concentrações dos extratos utilizados. Adicionalmente, em relação à influência alelopática no crescimento das plântulas das espécies testadas foram registradas anormalidades, principalmente no sistema radicular, onde as raízes primárias se apresentaram atrofiadas, defeituosas e, em alguns casos, praticamente ausentes. Anormalidades em plântulas de alface e de rabanete também foram observadas por Medeiros & Luchesi (1993) com o uso de extratos aquosos de ervilhaca (Vicia sativa L.) e por Áquila (2000), com extratos de erva- mate (Ilex paraguariensis A. St.-Hil.) e Gatti et al. (2004) com extratos de folhas de Aristolochia esperanzae. A presença de anormalidades em raízes parece ser um bom parâmetro para registro de anormalidade de plântula, pois este órgão é mais sensível à ação alelopática que a parte aérea (PIRES & OLIVEIRA, 2001).
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Extratos de alho e alecrim na indução de faseolina em feijoeiro e fungitoxicidade sobre Colletotrichum lindemuthianum.

Extratos de alho e alecrim na indução de faseolina em feijoeiro e fungitoxicidade sobre Colletotrichum lindemuthianum.

Efeito dos extratos sobre o crescimento micelial de Colletotrichum lindemuthianum: parte dos filtrados foi esterilizada em filtro de celulose (0,22µm) e bomba de vácuo, e adicionada ao meio de cultura batata-dextr ose-ágar (BDA) autoclavado n as concentrações de 0,0; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5 e 3,0%. Outra parte foi adicionada ao meio de cultura BDA nas mesmas concentrações citadas an ter iormente, autoclavado a 120ºC, durante 30 min, para avaliar o efeito da autoclavagem sobre a ação dos extratos. Um disco de meio de cultura de 12mm de diâmetro, contendo micélio e esporos de C. lindemuthianum, foi repicado para placas de Petri contendo meio BDA com as respectivas concentrações dos extratos. As placas foram incubadas a 25ºC e fotoperíodo de 12h. As avaliações foram realizadas medindo-se o diâmetro das colônias (média de duas medidas diametralmente opostas) a cada 48h, durante 18 dias, com paquímetro digital. Para o cálculo da porcentagem de inibição do crescimento micelial, foi utilizada a fórmula proposta por MENTEN et al. (1976).
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Extratos aquosos de plantas e o comportamento do ácaro verde da mandioca.

Extratos aquosos de plantas e o comportamento do ácaro verde da mandioca.

Avaliação dos extratos. Imediatamente após o processo anteriormente citado, larvas recém - eclodidas de M. tanajoa foram individualizadas em discos tratados e testemunha, e mantidas nestas condições até o final do estágio imaturo. A cada dois dias fez-se a substituição dos discos, por outros tratados com as mesmas concentrações, procedendo-se às avaliações em intervalos de 12 horas. Ao atingirem a fase adulta, as fêmeas foram individualizadas em discos não tratados e acasaladas com machos da criação estoque. O efeito dos extratos foi avaliado através da observação da mortalidade e duração das fases imaturas, fecundidade e fertilidade de fêmeas. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado com cinco tratamentos e quatro repetições, sendo o tratamento composto por 10 indivíduos em cada repetição. Os resultados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey (P ≤ 0,05).
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Efeito de extratos aquosos vegetais sobre a lagarta-do-cartucho.

Efeito de extratos aquosos vegetais sobre a lagarta-do-cartucho.

busta (18,6 ± 4,89) e folhas de C. baccatum (19,6 ± 2,11), possivelmente devido à deterrência alimentar causada pelos extratos. Com relação à mortalidade de S. frugiperda, to- dos os extratos diferiram estatisticamente da testemunha, mas nenhum interferiu na duração da fase larval (Tabela 1). Santiago et al. (2008) encontraram resultados semelhantes utilizando extratos de Ruta graveolens, Momordica charantia e Lippia sidoides. Martinez; Emden (2001) relataram que a inibição de crescimento é devido à reduzida ingestão de ali- mentos e da pouca habilidade da conversão de nutrientes em crescimento. Com relação à duração do período pupal, no tratamento com folha de E. robusta as pupas apresentaram menor período pupal, mesmo não diferindo dos tratamentos com folhas e frutos de C. baccatum (3,9 ± 1,58; 6,0 ± 0,57; e 6,3 ± 0,67, respectivamente). Não houve diferença na razão sexual dos insetos (Tabela 1).
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