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Alergénios dos frutos de casca rija

Alergénios dos frutos de casca rija

Os frutos de casca rija são uma parte integrante da dieta alimentar diária em muitos países. Classificados como um dos oito grupos de alimentos responsáveis por mais de 90% das reações alérgicas, os frutos de casca rija têm sido consi- derados como alimentos alergénicos importantes, não só nos países desenvolvidos, mas também nas economias emergentes. Os alergénios de frutos de casca rija pertencem a um número restrito de famílias de proteínas com funções biológicas de reserva, defesa, regulação e transporte. Em consumidores sensibilizados/alérgicos, a ingestão destes frutos pode desencadear respostas imunológicas graves e sistémicas, necessitando frequentemente de tratamento hospitalar e tendo muitas vezes consequências fatais. Atualmente, a alergia alimentar parece estar a crescer em prevalência, par"cularmente na Europa e EUA. Por não exis- "r cura para alergia aos frutos de casca rija ou a qualquer outro alimento, os indivíduos alérgicos têm de eliminar da sua dieta estes alergénios e todos os alimentos com potenci- al rea"vidade cruzada. Nesse sen"do, a gestão de alimentos alergénicos depende de vários intervenientes, tanto a nível individual como populacional, nomeadamente no controlo da rotulagem. Dada a importância do tópico das alergias aos frutos de casca rija, novos avanços analí"cos serão espera- dos num futuro próximo.
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Estudo de perigos biológicos presentes na superfície de frutos de casca rija e nas folhas de produtos frescos

Estudo de perigos biológicos presentes na superfície de frutos de casca rija e nas folhas de produtos frescos

A primeira variável apresentada é o tipo de fruto. O ananás e o abacaxi pertencem à mesma espécie: Ananas comosus L. Merrill. Existem apenas cinco variedades desta espécie distribuídas a nível mundial. Portugal é dos poucos países que diferencia o fruto em duas designações diferentes, baseado na forma de cultivo e nas suas características organolépticas. O ananás dos Açores, cientificamente conhecido como A. comosus L. Merr. var. comosus, é oriundo da América do Sul, do tempo de Cristóvão Colombo (Bartholomew et al., 2003), mas a sua produção em Portugal é praticada de forma diferente (em estufas de vidro e madeira, com solos orgânicos) o que lhe confere características únicas. A diferente prática de cultivo tornou-o uma referência mundial de qualidade e de Dominação de Origem Protegida (DOP) (CE, 1996). Sendo uma planta tropical, é sensível à geada e resiste bem ao tempo seco, preferindo regiões com temperaturas entre 21 °C a 32 °C. Pode ser cultivado em qualquer tipo de solo, desde que permeável e com pH entre 5,5 e 6,0. Os diversos tipos de solo, variação de temperaturas e modo de produção influenciam as grandes diferenças organolépticas de ambos: o ananás tem um paladar ácido, tamanho e coroas pequenas, casca laranja quando maduro; o abacaxi é superior no tamanho do fruto e coroa, os tons da casca quando maduro variam entre amarelo e castanho (Figura 11). Os frutos não crescem em contacto com o solo como a alface, a planta tem cerca de 1 metro de altura e o ananás cresce no topo (Bartholomew et al., 2003).
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Alergénios / Condicionantes ocultos

Alergénios / Condicionantes ocultos

Tal como o amendoim, a alergia aos frutos secos pode manifestar- se com reacções graves, Tabela 6 35 . O prognóstico desta alergia também é desfavorável, pois a maioria dos doentes permanece alérgicos ao longo dos anos 36 . Podem estar presentes em diver- sos alimentos de uso diário, entre eles frutos secos, óleos, man- teiga, molhos, cremes, gelados, doces, preparados de cereais, hambúrgueres, pasteis, pastas, entre outros. De referir que muitos produtos de cosmética, medicinais e de medicina complementar ou alternativa podem possuir frutos secos como ingredientes.
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Alergénios alimentares presentes nos alimentos utilizados por uma empresa de alimentação coletiva portuguesa

Alergénios alimentares presentes nos alimentos utilizados por uma empresa de alimentação coletiva portuguesa

almoço (4, 29, 42, 45, 46) e barras de cereais (46) , nos alimentos vegetarianos (46) , particularmente no seitan (43) e outros produtos à base de soja (com maltodextrina) (4) , nos cereais (ex. massa (29, 42, 44, 45) , farinha (4, 29, 42, 43, 45) e couscous (4, 43) ), nas bebidas alcoólicas (ex. cerveja (47, 48) e vinho (46) ), nos snacks (ex. guloseimas, sucedâneos de chocolate (44) , frutos de casca rija desidratados e tostados e batatas fritas (4) ), nos temperos (ex. patés (44) , molhos (4, 29, 42, 45) e caldos líquidos e sólidos (4) ) e nos doces (44) (ex. gelados (4, 44) , açúcar em pó (4) e gelatinas (46) ). Os sulfitos, por sua vez, podem encontrar-se nas bebidas alcoólicas (ex. vinho (49, 50) e cerveja (42, 49) ), doces (ex. compotas e geleias (42) ), temperos (ex. vinagre), molhos (42) e bolachas (51) . Tal como descrito na bibliografia existente, a soja e seus derivados podem estar presentes nos alimentos ditos vegetarianos (42) (ex. iogurtes, queijos, molhos de soja, tempeh e tofu (4) ), nas bolachas (52) , nas fórmulas lácteas infantis (42) , nos cereais de pequeno-almoço (42) , nos produtos de padaria e pastelaria (ex. pão (4, 42) , biscoitos, bolos e produtos de confeitaria (42) ), nos snacks (ex. chocolates (42) , batatas fritas e pipocas (43) ), nos enlatados (ex. peixe (43, 53) , salsichas e sopas (53) ), nos doces (ex. gelados (4) ) e nos temperos, como patés (43) e óleo de soja (4) . Quanto ao peixe e seus derivados, para além de estarem presente nos peixes propriamente ditos, sejam eles magros (29) ou gordos (42) e no caviar (42) , existem nos enlatados e em produtos de padaria e pastelaria (43, 54) .
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Design de informação para a segurança alimentar : sistema pictográfico para apoio na seleção de alimentos isentos de alergénios

Design de informação para a segurança alimentar : sistema pictográfico para apoio na seleção de alimentos isentos de alergénios

Os autores do estudo recomendam, portanto, teste de provocação oral, como a forma mais fidedigna de determinar uma alergia alimentar. Este teste consiste em oferecer ao paciente uma quantidade diminuta do possível alergénio, que vai aumentando durante o período determinado de tempo, sendo seguida por umas horas de observação para deteção de reação alérgica. Estes testes devem ser conduzidos por um alergologista apenas, já que uma reação alérgica poderá ser muito perigosa e mesmo mortal. Para o estudo a equipa analisou os processos clínicos de 109 pes- soas, alérgicas a apenas um fruto de casca rija. Estas pessoas tinham sido testadas relativamente a alergias a outros furtos de casca rija através de análises ao sangue e testes à pele. Apesar dos pacientes demostrarem sensibilidade a outros frutos de casca rija oriundos de árvores, mais de 50% não demonstraram reação alérgica depois de serem submetidos a um teste de provocação oral. Os frutos de casca rija de árvores incluem nozes, amêndoas, avelãs e cajus, mas não os amendoins. O estudo apurou que nenhum dos pacientes alérgicos aos amendoins, apesar de demons- trarem alguma sensibilidade aos frutos secos de árvores, não eram clini- camente alérgicos aos mesmos.
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Alergénios do Látex / Padrões de Sensibilização

Alergénios do Látex / Padrões de Sensibilização

Neste contexto, efectuámos um estudo com um grupo de 51 doentes alérgicos ao látex, em colaboração com Monika Raulf-Heimsoth, do Instituto de Investigação de Saúde Ocupacional (RGFA) de Bochum (Alemanha). O objectivo foi a caracterização detalhada do perfil de sensibilização alergénica ao látex, pelo uso de alergénios recombinantes e naturais purificados, em doentes alérgicos ao látex pertencendo a diferentes gru- pos de risco e em doentes com síndrome látex-frutos. Confirmou-se a existência de diferenças estatisticamente significativas entre os perfis de sensibilização alergénica ao látex de doentes com espinha bífida e profissionais de saúde. Encontrámos ainda diferenças significativas entre os perfis de sensibilização alergénica ao látex nos doentes com e sem síndrome látex-frutos. A proheveína
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Estudo de reatividade cruzada entre alergénios de Salsola Kali e de Olea europe

Estudo de reatividade cruzada entre alergénios de Salsola Kali e de Olea europe

A reatividade cruzada de anticorpos IgE é conhecida por desempenhar um papel importante nas alergias a pólenes e na alergia alimentar (Cases et al., 2014). É frequente ocorrer reatividade cruzada entre alergénios de diferentes famílias de plantas, os quais são reconhecidos pelas IgE dos pacientes, apesar dos mesmo não possuírem sensibilização à espécie em questão. Um exemplo é a síndrome de para-vidoeiro, em que os pacientes com rinoconjuntivite provocada pelo pólen de bétula, que sejam asmáticos, apresentam também alergia alimentar a diversos frutos, nomeadamente a maçãs, peras, cerejas e pêssegos (Cases et al., 2014). Outros alergénios de pólen são já reconhecidos como pan-alergénios, por ser altamente frequente a sua identificação cruzada, e é o caso da proteína profilina e polcalcina, o que é devido à grande homologia estrutural destas proteínas entre famílias polínicas (Batanero, Villalba, Monsalve, & Rodriguez, 1996). A elevada conservação das sequências de aminoácidos e a ampla homologia na estrutura terciária entre profilinas das diferentes espécies é responsável pela reatividade cruzada desta família de proteínas (Landa-pineda, Guidos-fogelbach, Marchat-marchau, Arroyo- becerra, & Reyes-lópez, 2013)
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COMBUSTÍVEL SÓLIDO A PARTIR DE BIOMASSA RESIDUAL DE BORRA DE CAFÉ, CASCA DE ARROZ E CASCA DE BATATA

COMBUSTÍVEL SÓLIDO A PARTIR DE BIOMASSA RESIDUAL DE BORRA DE CAFÉ, CASCA DE ARROZ E CASCA DE BATATA

O PCI é a energia livre por unidade de massa de um combustível, depois de reduzidas as perdas com a evapo- ração da água (JARA, 1997). Por isso, é fundamental avaliar o PCI de um combustível, pois é a forma de quantificar a energia efetiva do material. O PCI dos espécimes também está descrito na Tabela 1, sendo que os valores foram na faixa de 13,99-15,67 MJ/Kg. Os valores encontrados foram superiores ao da lenha (7,12-10,47 MJ/kg), acima dos ava- liados por Vieira (2014) e aos encontrados para os brique- tes de casca de arroz desenvolvidos anteriormente em nosso grupo de pesquisa (10,27-12,07 MJ/Kg) (COSTA et al., 2017), mas inferiores aos indicados pela FAO, que prediz a faixa de 15,4-16,5 MJ/kg (ERIKSSON et al., 1990).
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Implementação e validação do método de deteção de alergénios em alimentos por PCR em tempo real no Laboratório SGS

Implementação e validação do método de deteção de alergénios em alimentos por PCR em tempo real no Laboratório SGS

Porém, apesar da sua grande utilização, este método possui fiabilidade limitada, por possuir elevada suscetibilidade à reatividade cruzada com proteínas não alvo. E também devido a ter como alvo a deteção direta de proteínas, que possuem como característica baixa resistência a variações de pH e temperatura, tornando-as altamente suscetíveis à desnaturação devido às diversas etapas de processamento que um alimento pode passar, comprometendo a sua deteção devido à alteração da estrutura proteica, que seria detetável pelo anticorpo (Costa et al., 2012; Cucu et al., 2015; Linacero et al., 2016; Soares, 2012). Uma outra limitação é a deteção de somente um alergénio por teste, ou seja, caso o alimento tenha a possibilidade de conter 4 alergénios distintos, serão necessários 4 testes, aumentando o custo e tempo de análise (Pérez, 2013; Pilolli et al., 2013).
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Aplicação de cromatografia de interacção hidrofóbica na separação dos alergénios do látex Hev b1 e Hev b3

Aplicação de cromatografia de interacção hidrofóbica na separação dos alergénios do látex Hev b1 e Hev b3

A alergia de proteínas de latex de borracha natural (NRL) é um problema que afecta especialmente pessoas que contactam frequentemente com as luvas de látex. De entre os grupos mais afectados, destacam-se os trabalhadores da área da saúde (TAS) e os doentes com espinha bífida (SBP). As luvas de látex possuem um grande número proteínas e péptidos, mas apenas alguns são alergénios que participam na alergia ao látex. Assim, proteínas com um alto grau de pureza são essenciais para desenvolver métodos de diagnóstico e estratégias de imunoterapia. Apesar das proteínas recombinantes poderem usadas nestas metodologias, nem todos os alergénios recombinantes foram ainda validados relativamente à sua aplicação clínica. Torna-se assim importante o estudo de novos métodos de purificação de alergénios a partir das suas fontes naturais. As características hidrofóbicas dos alergénios Hev b 1 e Hev b 3, alergénios “major” para os SBP, sugerem a possibilidade da sua purificação por cromatografia de interacção hidrofóbica (HIC). Assim, o objectivo principal deste trabalho aplicar a HIC na separação de estes alergénios a partir de diferentes amostras de NRL.
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Identificação e caracterização de alergénios, mediante técnicas de extração e separação proteica e western blotting

Identificação e caracterização de alergénios, mediante técnicas de extração e separação proteica e western blotting

Do Western Blotting da separação SDS PAGE de Phleum pratense foi possível identificar 6 alergénios (Fig.16 e Tabela XIV), com peso molecular compreendido entre 11,5 e 136 kDa, dos quai[r]

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Controlo de alergénios nas indústrias alimentares segundo os referênciais IFS, BRC e FSSC 22000

Controlo de alergénios nas indústrias alimentares segundo os referênciais IFS, BRC e FSSC 22000

Os alergénios alimentares, responsáveis pela reação do sistema imunológico contra um determinado alimento, são maioritariamente glicoproteínas solúveis em água e resistentes à digestão. A prevalência de alergias alimentares tem vindo a aumentar tornando-se imprescindível tomar medidas de controlo para uma correta gestão dos alergénios nas indústrias alimentares, de forma a garantir a segurança alimentar dos consumidores. O presente trabalho incide sobre o controlo de alergénios alimentares segundo os referenciais IFS food (International Featured Standards), BRC food (British Retail Consortium) e FSSC 22000 (Food Safety System Certification) e as seis metodologias ou guias de orientação estudados. Todas as metodologias levam à diminuição da contaminação cruzada, através do apoio na elaboração e necessidade de uma rotulagem preventiva ou “livre de”, para uma avaliação de risco, na construção de um plano de controlo de alergénios e na validação da limpeza de alergénios, temas fulcrais abordados nas diferentes metodologias e referenciais. As metodologias mais responsivas aos requisitos do referencial BRC foram as III (“Guidance on Allergen Management and Consumer”) e VI (“Componentes de un plan eficaz de control de alérgenos”), aos do IFS as I (“Guidance on free-from allergen claims”) e III e do FSSC 22000 a III. A metodologia com maior compatibilidade com os três referenciais foi a III, visto ser a mais responsiva, devendo ser esta a metodologia a adotar numa indústria que pretenda, não só a certificação IFS, BRC ou FSSC 22000, como também ter uma gestão de alergénios eficaz. Outros pontos também importantes na prevenção da contaminação cruzada são as boas práticas relativamente a controlo de fornecedores, a instalações e equipamentos, as etapas de receção, armazenamento, processamento, retrabalho, embalagem e rotulagem, a limpeza, distribuição e práticas de transporte e a formação dos intervenientes.
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Fatores ambientais na produção de ovos com casca vítrea, qualidade de ovos e espectroscopia de casca

Fatores ambientais na produção de ovos com casca vítrea, qualidade de ovos e espectroscopia de casca

entanto, a literatura sobre o tema em questão é escassa. Portanto, objetivou-se avaliar a influência da temperatura e umidade do ar sobre a produção de ovos de casca vítrea, a qualidade de ovos e espectroscopia da casca. Para realização do estudo, foram utilizadas 200 galinhas poedeiras da linhagem Dekalb White com 60 semanas de idade. Durante quatro meses, os ovos produzidos foram diariamente classificados em ovos de casca normal e vítrea. Quatro datalogger registraram os dados de temperatura e umidade do ar que foram, posteriormente, parametrizados aos dados de produção de ovos. Realizou-se análise de variância dos valores de temperatura, umidade do ar, percentual de ovos de casca vítrea, percentual de ovos trincados e percentual de ovos trincados vítreos e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey. Calculou-se o ITU (Índice de Temperatura e Umidade) para avaliação do conforto térmico das aves e fez-se a categorização em conforto, desconforto leve, moderado, grave e risco de vida. Testou-se a correlação entre ITU e o percentual de ovos de casca vítrea e a correlação multivariada entre temperatura associada a umidade do ar com a incidência de casca vítrea. O ITU, temperatura e umidade associdas, evidenciou, respectivamente correlação moderada e substancial sobre a incidência de ovos de casca vítrea. Para avaliação da qualidade e composição bromotológica dos ovos, foram realizadas três coletas de 20 ovos para casca normal e vítrea, divididos em cinco repetições contendo quatro ovos. Na primeira e na última coleta, outros 20 ovos de cada tipo de casca foram selecionados para teste de resistência de casca. Para qualidade interna avaliou-se: unidades Haugh, índice de gema, pH de gema e albúmen, percentagens de gema, albúmen e casca, percentuais de matéria seca, matéria mineral, proteína bruta e extrato etéreo de gema. Para qualidade de casca mensurou-se a média de poros por cm 2 , espessura da casca e percentuais de matéria mineral, cálcio e fósforo. Os
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Imunorreatividade a alergénios de pólenes de plátano e azinheira numa população de Évora com doença alérgica respiratória sazonal

Imunorreatividade a alergénios de pólenes de plátano e azinheira numa população de Évora com doença alérgica respiratória sazonal

Mais recentemente, foram desenvolvidas, por transfeção dos basófilos com cDNA para o recetor humano de IgE de elevada afinidade, linhas RLB que expressam este recetor (Vogel et al., 2005), e que permitem o estudo da sensibilização a alergénios em soros de pacientes humanos alérgicos. Existem dois clones que normalmente são utilizados, por se ter comprovado a manutenção dos mecanismos de regulação de libertação de histamina, as RBL-2H3 e RBL- h21 (Barsumian, Isersky, Petrino, & Siraganian, 1981). Estas linhas apresentam curva dose- resposta em forma de sino, característica da ativação das células mediadas pelo recetor de IgE de elevada afinidade (Wilson, Pullar, Camp, & Helm, 1993) e têm sido utilizadas na padronização dos extratos de pólen (Kaul et al., 2007).
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REFEIÇÕES ESCOLARES EB1 PALHEIRA 07/NOVEMBRO 11/NOVEMBRO Ementa Dieta Alergénios*

REFEIÇÕES ESCOLARES EB1 PALHEIRA 07/NOVEMBRO 11/NOVEMBRO Ementa Dieta Alergénios*

Nota: a ementa poderá sofrer alterações pontuais Fruta da época = maçã, pera, banana, uvas, melão. *Para quem não é alérgico ou intolerante, estas substâncias são completamente i[r]

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DESENVOLVIMENTO DE FARINHA DE CASCA DE OVO

DESENVOLVIMENTO DE FARINHA DE CASCA DE OVO

ABSTRACT – The objective of this work was to elaborate a flour obtained from the organic egg shells, looking for the supplementation factor referring to the mineral calcium, being indicated mainly for the growth and elderly phases. Additional procedures in the process of cleaning and granulometric selection were followed in order to guarantee the safety and quality of the flour developed. Considering that only 2.7g of eggshell powder provides the recommended daily amount of the mineral calcium for an adult, a salty biscuit was developed and its acceptance before the public was verified. The physical chemical evaluation of the developed eggshell flour, sensory analysis of the biscuit formulated with the inclusion of this ingredient and the market research showed great potential for market insertion, requiring small adjustments in the formulation to improve the texture attribute. PALAVRAS-CHAVE: casca de ovo, farinha, cálcio, resíduo, higienização, sustentabilidade KEYWORDS: eggshell, flour, calcium, residue, sanitation, sustainability
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Queijos de casca lavada – uma revisão

Queijos de casca lavada – uma revisão

Os queijos de massa lavada apresentam um formato geralmente cilíndrico, com altura reduzida que favorece uma alta relação área superficial/ volume importante para esse tipo de maturação, que ocorre da casca para o interior do queijo (FOX, 2000). Quanto menor o queijo, maior será a relação área superficial/volume e maiores serão os efeitos das alterações bioquímicas produzidas por microrganismos presentes na superfície do queijo (BRENNAN et al., 2004). Os microrganismos que se desenvolvem na superfície do queijo sintetizam enzimas proteolíticas e lipolíticas mais ativas do que as das bactérias presentes no interior do queijo, provenientes do fermento ou mesmo contaminantes. Os produtos alcalinos formados se difundem para o interior do queijo, reduzindo a acidez da massa e criando condições favoráveis ao desenvolvimento de outros microrganismos na superfície, como resultado de um processo vital dos mesmos. Além disso, são ativados processos enzimáticos dentro do queijo com a elevação do pH (REPS, 1993)
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Características de frutos do meloeiro variando número e posição de frutos na planta.

Características de frutos do meloeiro variando número e posição de frutos na planta.

CF/DF). Neste trabalho, o IFF não foi alterado em função do número e da po- sição de fixação do fruto na planta, pois, tanto o CF quanto o DF alteraram de for- ma proporcional, atribuindo este fato, à característica do híbrido que apresentar formato esférico. Em melão, o IFF é im- portante na classificação e padroniza- ção, podendo determinar a aceitação e valorização do produto para determina- dos mercados. Também define a emba- lagem e o arranjo dos frutos no seu inte- rior; nesse aspecto, frutos com IFF pró- ximo de um são preferidos, pois acima (alongados) e abaixo (achatados) deste valor comprometem a sua acomodação nas embalagens (Purquerio & Cecílio Filho, 2005). De acordo com os mesmo autores, não houve diferenças signifi- cativas no IFF do meloeiro em função do aumento do número de frutos por planta de dois para quatro.
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Nível de proteção térmica da casca de quatro espécies lenhosas e a relação da arquitetura da casca com a transferência de calor.

Nível de proteção térmica da casca de quatro espécies lenhosas e a relação da arquitetura da casca com a transferência de calor.

Para a realização deste experimento foram escolhidas ao acaso cinco árvores de cada uma das seguintes espécies: Vochysia thyrsoidea, Sclerolobium paniculatum, Pterodon pubescens e Eucalyptus grandis; sendo que, nestas, o diâmetro a altura do peito (DAP) foi acima de 15 cm, em área de vegetação do tipo cerrado sensu stricto e em área de plantação de Eucalyptus grandis na FAL. Com auxílio de ferramentas de corte, foram retiradas até três amostras (Figura 1) da casca de cada árvore a 40, 80 e 130 cm de altura, na forma de painéis de 9,5 x 11 cm. Para proteger a planta contra pragas e doenças, foi aplicada a calda bordalesa nas áreas que ficaram expostas na árvore, devido à retirada das amostras. Imediatamente após a coleta, as amostras foram identificadas, colocadas em sacos plásticos
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Casca de café ou casca de soja em substituição ao milho em dietas à base de cana-de-açúcar para vacas leiteiras

Casca de café ou casca de soja em substituição ao milho em dietas à base de cana-de-açúcar para vacas leiteiras

Alguns pesquisadores têm observado reduções no consumo de MS quando a polpa e a casca de café são incluídas na dieta de ruminantes (Cabezas et al., 1976; Vargas et al., 1982; Barcelos et al., 1994; Barcelos et al., 1995; Rocha et al., 2004a) e que estas alterações estariam associadas à presença de compostos fenólicos e cafeína (Ramirez-Martine, 1988). Braham et al. (1973) propuseram que a cafeína seja uma das possíveis causas da diminuição do consumo de alimentos, sugerindo ser a responsável pelo aumento das concentrações de ácidos graxos livres no plasma, resultando em depressão do apetite e, conseqüentemente, menor ingestão de alimentos. Todavia, em vários estudos realizados no Brasil com bovinos de corte (Barcelos et al., 1997a; Barcelos et al., 1997b; Ribeiro Filho, 1998; Vilela, 1999) e com vacas em lactação (Barcelos et al., 1995; Souza, 2003b), não foram registradas reduções no consumo de MS.
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