Top PDF Alfabetização de jovens e adultos no MST na perspectiva das variedades lingûísticas

Alfabetização de jovens e adultos no MST na perspectiva das variedades lingûísticas

Alfabetização de jovens e adultos no MST na perspectiva das variedades lingûísticas

94 o que... o pouco que eu sei é que... a gente tem que valorizar né? os conhecimentos que as pessoas já trazem né? a sua cultura e isso ela demonstra ao falar... né? por exemplo... eh... lá no... no ((Acampamento)) 2 de Julho... ((na alfabetização de jovens e adultos)) semana passada... quando a gente tava trabalhando... agricultura de subsistência... aí... quando eu perguntei se alguém sa/sabia o que que era isso... aí a dona Zilda respondeu assim... “que é agricultura pra nossa própria assistência”... que... isso aí que ela achava que era... que ela entendia... entendeu? então ela já sabe... o que que é... né? já entendi mas com a a/o jeito dela falar... e aí eu poderia co/falar pra ela que ela tava errada? né? ela tava certa... então assim... a gente... tem que trabalhar o erro de uma forma que... eles descubram né? por exemplo... ela falava assim eh “pra própria assistência”... mas aí ela vai enxer/ela própria pode enxergar... que a palavra certa né? eh... como se usa né? eh... é essa maneira mas eu não posso falar pra ela que ela tá errada porque ela/uma coisa que ela já... aprendeu/já carrega... com ela a vida inteira né? aí... aí que eu coloquei... até coloco pra... menina ((AAc)) que quando eh... os alunos fazerem um texto... por exemplo... se eles têm muito erro... eh de gramática... essas coisa... aí que que ela tem que fazer? não é sa/igual... eu já vi por exemplo... eh ela falando assim “ah que... comeu muita/cê comeu muita letra”... né? essas coisa assim... aí eu... (...) eu coloquei pra ela que é interessante... por exemplo... ela ver que eles erraram... aí... no outro dia... né? porque o educador tem que tá... muito atento... ela trabalhar aquilo que eles tão mais errando... pra que eles... percebam... que eles... né? que é daquela forma... né? que eles têm
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A constituição do sujeito de aprendizagem : uma perspectiva da aprendizagem situada na alfabetização de jovens e adultos no Centro de Cultura e Desenvolvimento do Paranoá - CEDEP - DF

A constituição do sujeito de aprendizagem : uma perspectiva da aprendizagem situada na alfabetização de jovens e adultos no Centro de Cultura e Desenvolvimento do Paranoá - CEDEP - DF

A presente pesquisa intitulada “A constituição do sujeito de aprendizagem: uma perspectiva da aprendizagem situada na alfabetização de jovens e adultos no Centro de Cultura e Desenvolvimento do Paranoá – CEDEP- DF”, tem como objetivo geral contribuir para a compreensão da constituição do sujeito de aprendizagem, dando importância aos aspectos dialógicos das relações estabelecidas no contexto histórico- cultural, e situado, do aprendiz adulto no CEDEP. Para tanto, fundamenta-se na perspectiva histórico - cultural de Vygotsky, tendo em vista a dimensão da experiência histórica e cultural humana, bem como seus colaboradores, Leontiev e os contemporâneos J. Lave e E. Wenger, estudiosos dessa perspectiva teórica que, a partir dela, desenvolveram a teoria da aprendizagem situada e abriram caminho para a teoria da aprendizagem expansiva de Engeström. Também, com semelhante relevância, o texto aborda as concepções de Bakhtin para a tessitura dialógica da pesquisa. Para a construção e desenvolvimento metodológico, o trabalho ancora-se na abordagem da Pesquisa Qualitativa, com base nos princípios metodológicos de pesquisadores da educação, como Demo, Gamboa, Reis e Rios, que possibilitam a utilização da metodologia da situação-problema-desafio, a qual é desenvolvida como prática cotidiana e recurso para investigar e intervir nos problemas de natureza política, econômica, cultural, trabalho, cognição-afeto dos participantes do CEDEP (lócus da investigação). Desse modo, a pesquisa delineia-se com a utilização de instrumentos, como a observação no espaço do “Centro Cultural” e da sala de aula, as entrevistas que se processaram com uma professora e quatro alunos de uma turma “mista” (iniciantes, intermediários e concluintes) de Alfabetização de Jovens e Adultos e as anotações em diário de campo, com a participação em fóruns, os quais
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Alfabetização de jovens e adultos qual autoestima?.

Alfabetização de jovens e adultos qual autoestima?.

Em última instância, traduzimos a essência de nossas relexões na refuta- ção da ideia de que é pertinente elevar a autoestima para satisfazer desejos, cuja referência seja unicamente o indivíduo. Como vínhamos pesquisando no âmbito da construção da identidade de adultos em processo de alfabetização e letramento, tínhamos clareza sobre o fato de que a baixa autoestima, comumente atribuída aos adultos não alfabetizados, não poderia ser compreendida somente na perspectiva subjetiva. O modo como os indivíduos veem a si seria resultante não apenas de suas autoavaliações, mas também de como eles são vistos e avaliados pelos outros com quem interagem, bem como é resultante de sua situação social, econômica e do contexto político (idem).
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Alfabetização de Jovens e Adultos: desvendando práticas, construindo possibilidades

Alfabetização de Jovens e Adultos: desvendando práticas, construindo possibilidades

O compromisso dessa pesquisa volta-se para a compreensão das práticas pedagógicas desenvolvidas na alfabetização de jovens e adultos, bem como se propõe a construir caminhos na busca de práticas que levem em conta as especificidades dos alunos dessa modalidade de ensino. Os aportes teóricos que nos guiaram nessa busca foram os estudos acerca de alfabetização na perspectiva do letramento, nos quais a escrita é vista como um sistema de representação, dessa forma o processo de alfabetização tem como objetivo a apropriação da escrita em toda sua complexidade e usos sociais. Para o desenvolvimento desta pesquisa o direcionamento metodológico assume as premissas da pesquisa qualitativa do tipo etnográfico a fim de possibilitar o conhecimento da realidade a partir da sua vivência cotidiana. Nesse sentido, foram observadas as atividades desenvolvidas pelos partícipes da pesquisa e também realizadas entrevistas e questionários com o objetivo de um melhor conhecimento a respeito da realidade que os cerca. Tendo em vista as características de nossa pesquisa e a construção de nossos dados através de registros oriundos de observações e também registros verbais, encontramos na teoria da análise de conteúdo, mais especificamente na análise temática a fundamentação necessária para realizarmos nossas análises. Os dados construídos e analisados nos apontam caminhos pelos quais torna-se possível realizarmos um trabalho de alfabetização que possa efetivamente contribuir na construção do conhecimento pelo aluno jovem e adulto, respeitando suas especificidades e anseios.
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Alfabetização de jovens e adultos: política pública e movimento popular.

Alfabetização de jovens e adultos: política pública e movimento popular.

A perspectiva do Projeto é da luta pelo direito à educação como parte de uma luta maior, a luta pela universalização do conjunto dos direitos econômicos, sociais, culturais e ambientais a todos – homens e mulheres, independente da idade, cor, raça –, capaz de assegurar um Brasil alfabetizado, mas também capaz de assegurar justiça, eqüidade, substantividade democrática para todos seus cidadãos e cidadãs. Pois, se é verdade que a educação sozinha não é capaz de construir cidadania, de transformar a realidade que vivemos, é também verdade que sem ela a cidadania ativa não se realiza, os seres humanos não se constituem como tal e não se percebe que o mundo é feito pelos homens e por eles pode ser transformado.
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Alfabetização e participação social de jovens e adultos no Distrito Federal

Alfabetização e participação social de jovens e adultos no Distrito Federal

A erradicação do analfabetismo implica aprendizagem e desenvolvimento cultural que ultrapassem os limites funcionais da qualificação para o trabalho, mesmo porque os dados internacionais sobre o analfabetismo também são desanimadores. Na escala mundial, o ano de 1990, segundo a UNESCO, registrou 963 milhões de analfabetos, concentrados em 10 países do Terceiro Mundo. No contexto da globalização, a educação de jovens e adultos deve ser entendida como um processo contínuo e permanente. Nessa perspectiva, a defesa pela educação de jovens e adultos não é pelo ensino em si mesmo, o desejável é que não fosse necessária, mas, devido à exclusão resultante do não-atendimento a essa clientela na idade própria, impõe-se a necessidade da escola para uma camada da população não-alfabetizada ou semi- alfabetizada.
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O ensino de português e a educação matemática no processo de alfabetização de jovens e adultos: um estudo exploratório.

O ensino de português e a educação matemática no processo de alfabetização de jovens e adultos: um estudo exploratório.

As Conferências Internacionais de Educação de Adultos (CONFITEAS), demonstra- ram maior preocupação com a EJA. Iniciadas no ano de 1949, na Dinamarca, essas conferên- cias ocorrem a cada 12 anos em países diferentes e têm fortalecido as orientações para as polí- ticas nacionais e internacionais da EJA. A CONFITEA V, que ocorreu em 1997, produziu dois importantes documentos: Declaração de Hamburgo e Agenda para o Futuro, que “exerce- ram influência intelectual e política sobre a EJA, renovando o conceito que delimita o campo e impulsionando a difusão da perspectiva da educação e aprendizagem ao longo da vida. ” (HADDAD e DI PIERRO, 2015, p.203). A última CONFITEA realizada até então, ocorreu em 2009, no Brasil, na cidade de Belém. Dentre seus objetivos, destacam-se: a necessidade de promover o reconhecimento da importância da aprendizagem ao longo de toda a vida, de que a alfabetização é a base; destacar o papel crucial da EJA para as agendas de educação e de- senvolvimento e renovar o compromisso político dos países com a EJA; e passar da retórica à ação. Nessa época, o Brasil estava sob o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Contudo, o evento não repercutiu de maneira satisfatória no país.
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Interface (Botucatu)  vol.8 número14

Interface (Botucatu) vol.8 número14

estudantes na Universidade de Lyon (França). Na segunda parte, denominada “São Tomé e Príncipe”, apresenta-se o capítulo 2 - “Praticar para aprender: caminhos de São Tomé ” - no qual, em um inédito diálogo entre os dois autores, a experiência freiriana na África é problematizada. Mesmo que brevemente são discutidas algumas críticas à perspectiva freiriana. Segue-se o capítulo 3 - “O processo ? Extraordinário, mas simplesmente houve ruptura” - em que Guimarães reencontra, em 2000, uma antiga parceira de Freire (Alda Espírito Santo) na alfabetização de jovens e adultos em São Tomé, em 1976. A segunda parte encerra-se com o capítulo 4 - “São- Tomense Leve-Leve? A mudança tem que ser geral! ”. Ali, Sérgio Guimarães reencontra, em 2000, o educador e parceiro de Freire,
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Vozes não silenciadas de alfabetizandos jovens e adultos e suas repercussões na formação docente

Vozes não silenciadas de alfabetizandos jovens e adultos e suas repercussões na formação docente

alfabetizandos destacam a necessidade do aprendizado da leitura e da escrita, atribuindo a esse aprendizado significados próprios, relacionados às suas vivências. Além disso, reconhecem a complexidade do processo de aprendizagem da língua escrita, valorizando tanto a apropriação desta, quanto das diversas experiências práticas de uso social. A percepção de jovens e adultos sobre o seu processo de alfabetização contribui para a consolidação da prática pedagógica de alfabetizar letrando, sendo a alfabetização percebida como um meio para inúmeras aquisições na vida pessoal e profissional. Os alunos da EJA, apesar de reconhecerem que seus direitos básicos à educação foram negados, assumem parte da responsabilidade do seu insucesso escolar, desconsiderando, parcialmente, as questões sociais e políticas que permeiam a problemática do analfabetismo. Apesar de a criticidade ser estimulada no ambiente escolar investigado, muitos alunos da EJA ainda carregam os estigmas sociais em suas falas e vivências, os quais lhes imputam a visão depreciativa de si mesmos, como a de pessoas que fracassaram e que sofrem as penalidades da não alfabetização na idade própria. A pesquisa demonstra que é necessário superar a visão reducionista ainda lançada sobre os alunos da EJA, numa perspectiva para além de seus fracassos escolares. Assim sendo, a voz do aluno, em um processo de formação continuada, pode trazer contribuições que ajudam a compreender suas visões e expectativas sobre a dinâmica escolar, podendo iluminar possíveis estudos e, quiçá, novas práticas pedagógicas.
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A escolarização da leitura literária na alfabetização de pessoas adultas e idosas

A escolarização da leitura literária na alfabetização de pessoas adultas e idosas

Este estudo examinou as condições que adultos e idosos encontram para ler textos literários no Ensino Fundamental, no contexto da Educação de Jovens e Adultos. Adotou-se uma perspectiva social do letramento no desenvolvimento desta pesquisa que está inserida no campo de discussão acerca da alfabetização e do letramento (SOARES, 2003) e do letramento literário (COSSON, 2009) de adultos e idosos. Trata-se de um estudo de caso desenvolvido por meio da observação participante (BECKER, 1997; TURA, 2003) em uma turma de alfabetização de uma escola da rede particular de ensino, ao longo de um semestre letivo do ano de 2013. Foram registradas por meio de gravações em vídeo e notas de campo um total de 66 aulas. Além disso, o banco de dados inclui registros em áudio de entrevistas realizadas com alunos e professores. Ao longo do processo investigativo, buscou-se uma aproximação com o ponto de vista dos participantes, com o objetivo de compreender os significados da leitura literária para o grupo. A análise das entrevistas realizadas com os participantes e do cotidiano da sala de aula indicaram que o lugar da literatura nesse segmento de ensino é bastante restrito e está subordinado ao ensino da decodificação e ao trabalho com outros conteúdos curriculares. Além disso, que o tamanho da letra, a pertinência do texto ao universo adulto, o acesso ao texto em seu suporte original e a possibilidade de conversar sobre o texto lido são aspectos a serem considerados no enfrentamento de desafios para a adequada escolarização da leitura literária no contexto do Ensino Fundamental para jovens, adultos e idosos.
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Alfabetização de jovens e adultos: desafios do século 21

Alfabetização de jovens e adultos: desafios do século 21

Aprofundando o argumento para torná-lo mais claro e, por isso mesmo, mais questionável, afirmo que a educação po- pular – e, no caso específico desta comu- nicação, a educação das massas de jovens e adultos analfabetos ou pouco escolarizados – sempre foi muito mais uma preocupação de quem a propõe do que daqueles a quem é dirigida. Sob essa perspectiva, o estudo da educação popu- lar deve começar pela identificação das orientações e dos objetivos das institui- ções e dos grupos que, no âmbito do Esta- do, das igrejas, de partidos ou de outras associações, propõem-se levar a educação às massas iletradas. Como procurarei in- dicar em seguida, essa investigação sem- pre acaba apontando para instituições ou setores da coletividade mais ou menos di- retamente identificados com um projeto de construção da sociedade no futuro. Este projeto, por sua vez, pode ser mais ou menos claro, pode definir-se pela adesão à preservação de uma ordem social já estabelecida ou pela intenção de recriá-la, pela reforma ou mesmo pela revolução. A educação popular, nestes termos, será sem- pre instrumental, responderá em todos os casos à intenção de formar agentes com- prometidos com a manutenção da ordem social vigente ou com a reconstrução des- sa ordem social no futuro. Ainda sob esse ponto de vista, parece claro que esta edu- cação popular é pensada, por quem a pro- põe, como necessária, no limite, a todos os membros da sociedade. É preciso estendê-la a todos, para que todos, soli- dariamente, atuem na construção daquele projeto de sociedade defendido pelos patronos da educação popular. Como é próprio aos tipos ideais na investigação do social, esta construção ideal de um conceito da educação popular poderá não encontrar plena correspondência no fun- cionamento real em todos os processos educativos da espécie. Parece-me, porém, que pode contribuir para uma formulação mais precisa de questões fundamentais no estudo da educação do povo.
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Todos e Todas Sem Terra Estudando CAMPANHA NACIONAL DE ALFABETIZAÇÃO NO MST

Todos e Todas Sem Terra Estudando CAMPANHA NACIONAL DE ALFABETIZAÇÃO NO MST

Os índices de analfabetismo no Brasil são ainda muito elevados e bastante preocupantes, principalmente nas regiões mais pobres do país e na área rural. No campo, de maneira geral, a taxa de analfabetismo entre os adultos (acima de 15 anos) é de 28,7%, enquanto que na zona urbana essa taxa é de 10,3%, num total de cerca de 15 milhões de brasileiros adultos que não sabem ler nem escrever. Essa situação demonstra que a garantia do ensino fundamental, obrigatório e gratuito, previsto na Constituição Federal, não vem sendo cumprida. O acesso à educação em todos os níveis é negado ao povo brasileiro: hoje apenas 50% dos jovens ingressam no ensino médio; destes, apenas 50% se formam e apenas 8% dos jovens entram no ensino superior público.
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A educação de jovens e adultos no município de Campinas-SP: análise das políticas públicas no período 2012-2015

A educação de jovens e adultos no município de Campinas-SP: análise das políticas públicas no período 2012-2015

O objetivo deste texto é compreender as políticas públicas para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) em Campinas-SP no período de 2012 a 2015. Este período abrange um conjunto de ações iniciadas pela Prefeitura de Campinas e a aprovação dos planos nacional e municipal de educação. Realizou-se uma análise documental, de cunho qualitativo, utilizando como fontes de pesquisa os documentos nacionais e municipais e as respectivas legislações que os embasam. Fez-se um paralelo entre o Novo Plano Nacional de Educação, Lei nº 13.005/2014, e o Plano Municipal de Educação de Campinas, ressaltando os aspectos voltados para a EJA.
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Construindo a alfabetização de educandos no movimento popular do Rodeador DF : a escola do coração

Construindo a alfabetização de educandos no movimento popular do Rodeador DF : a escola do coração

A minha expectativa é alta. A minha decepção é grande! Não reconheço a escola, e muito menos ela a mim, apesar de ainda existir, nela, sujeitos daquela época. Que escola é essa, Deus meu! Que caos! Chego à escola com o pensamento de que a Educação de Jovens e Adultos é Direito Humano Constitucional e, está na Constituição do Brasil no Capitulo III – Da Educação, da Cultura, e do Desporto. Seção I – Da Educação. Artigo 206, inciso VII: “- garantia de padrão de qualidade”. “Artigo 208, inciso I: ensino fundamental obrigatório e gratuito assegurada, inclusive, sua oferta gratuita para todos os que a ele não tiveram acesso na idade própria; inciso II:”- progressiva universalização do ensino médio gratuito”; inciso VI: “oferta de ensino noturno regular, adequado às condições do educando”.
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A educação libertadora de Paulo Freire e o teatro na educação em saúde: experiências em uma escola pública no Brasil Theater and the Liberating Education of Paulo Freire in health education: experiences in a Brazilian public school

A educação libertadora de Paulo Freire e o teatro na educação em saúde: experiências em uma escola pública no Brasil Theater and the Liberating Education of Paulo Freire in health education: experiences in a Brazilian public school

Resumo: Este estudo decorre de trabalho desenvolvido com uma turma de Educação de Jovens e Adultos no Sul do Brasil, fundamentado na educação libertadora, de Paulo Freire, no teatro do oprimido, de Augusto Boal e no teatro espontâneo, de Jacob Levy Moreno, e orientado pela pesquisa participante. Os resultados apontaram a necessidade de desenvolver ações de saúde articuladas com os aspectos sociais, por meio de pesquisas que contribuam para a resolução de problemas a partir da efetivação precípua de um processo dialógico com a comunidade. Da mesma forma, a utilização do teatro espontâneo foi de elevada importância para compreender o “olhar do outro” e garantir o sucesso das ações realizadas pelos profissionais da educação. Diante da associação entre baixa escolaridade, vulnerabilidade a doenças e reduzida qualidade de vida, urge a construção de práticas educativas que sensibilizem toda a população.
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Inclusão e aprendizagem do aluno com deficiência mental: expectativas dos professores

Inclusão e aprendizagem do aluno com deficiência mental: expectativas dos professores

Kariya (2005) buscou conhecer a educação inclusiva nas escolas da Rede Municipal de Itapetininga. Obteve como resultados gerais que a opinião de professores e diretores não difere significativamente. Consideram a inclusão importante e benéfica para os alunos, embora admitam que escolas especiais seriam melhores para os alunos com deficiência mental. Os sujeitos entrevistados argumentam que não basta colocar as crianças no mesmo espaço para que ocorra inclusão, mas que mesmo assim a socialização é benéfica. Dentro de uma perspectiva de educação inclusiva, os conhecimentos, habilidades e valores a serem alcançados pelos alunos com necessidades educacionais especiais incluídos nas turmas do ensino comum devem ser os mesmos propostos para os seus colegas. O que varia é o apoio que cada aluno deve receber em função de suas peculiaridades e os critérios de aquisição que for mais conveniente considerar nos processos de avaliação educacional.
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A GESTÃO DAS CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NO MUNICÍPIO DE INHAMBUPE (BA)

A GESTÃO DAS CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NO MUNICÍPIO DE INHAMBUPE (BA)

A análise dos instrumentos apresentaram fragilidades no desempenho da gestão, descritas no estudo do caso e nas entrevistas que revelam equívocos institucionais, de[r]

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BARREIRAS DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NA PARTICIPAÇÃO DOS PROCESSOS LICITATÓRIOS: um estudo das licitações na Universidade Federal de Viçosa-MG

BARREIRAS DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NA PARTICIPAÇÃO DOS PROCESSOS LICITATÓRIOS: um estudo das licitações na Universidade Federal de Viçosa-MG

Este estudo objetivou descrever e analisar as principais barreiras enfrentadas pelas Micro e Pequenas Empresas (MPE) para participarem de licitações, na modalidade pregão eletrônico, [r]

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A alfabetização e o letramento de jovens, adultos e idosos sob a ótica da sociolinguística educacional

A alfabetização e o letramento de jovens, adultos e idosos sob a ótica da sociolinguística educacional

A pesquisa relada nesta tese teve por como objetivo analisar como os conhecimentos de fundamentos da Sociolinguística Educacional, por parte de uma professora alfabetizadora, contribuem para o desenvolvimento de estratégias facilitadoras da aprendizagem da leitura e da escrita escolar de jovens, adultos e idosos. Um jovem, um adulto ou um idoso, ao entrar para a escola a fim de se alfabetizar, já traz consigo uma longa experiência linguística e dá mostras de sua capacidade de entender e utilizar a língua nas diversas circunstâncias da vida em que precisa usar a linguagem. Porém, ainda não sabe escrever nem ler. No tocante a essa realidade, caberia à escola utilizar-se de tais conhecimentos linguísticos como fundamento para o ensino da língua materna. A Sociolinguística Educacional tem-se ocupado em contribuir para a elaboração de novas formas de organização do trabalho pedagógico docente que deem conta de desenvolver as habilidades cognitivas dos alunos necessárias à ampliação de sua competência comunicativa oral e escrita, tornando-os mais proficientes em sua língua materna e habilitando-os a exercerem conscientemente e criticamente a cidadania. O locus da pesquisa é uma sala de aula de alfabetização de jovens, adultos e idosos, do projeto Alfabetização Solidária da Universidade Católica de Brasília, localizada na cidade de Ceilândia-DF. A pesquisa permite afirmar que a leitura dos alunos é afetada pela sua oralidade, pois tão logo acabam de decodificar as palavras, eles as “traduzem” para sua variedade de fala, por meio de uma típica estratégia de mudança de código. No entanto, pode-se observar que essa mudança de código linguístico não prejudica a compreensão do sentido da palavra, pelo contrário, parece favorecê-la. Em relação à organização do trabalho pedagógico e ao ensino da língua materna, conclui-se que os estudos de base sociolinguística contribuíram significativamente. Quanto à interface entre os saberes da oralidade e o ensino da leitura e da escrita, pode-se afirmar que quando a professora aprendeu a fazer a distinção entre os problemas na aprendizagem da leitura e escrita que decorrem da interferência das regras fonológicas variáveis e a falta de familiaridade das convenções ortográficas, pode elaborar intervenções didáticas favoráveis a tal ensino. Quanto à competência com que os jovens, adultos e idosos se desenvolvem nas práticas de letramento, conclui-se que as aprendizagens conquistadas pelos alunos lhes atribuíram habilidade para se saírem bem nas práticas que solicitavam conhecimentos compatíveis com a escolarização de alfabetização na Educação de jovens Adultos; EJA.
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Perfil do atendimento em alfabetização de jovens e adultos no estado de São Paulo

Perfil do atendimento em alfabetização de jovens e adultos no estado de São Paulo

• O estado vinha cumprindo uma função distributiva dos serviços de ensino supletivo, mantendo classes (ainda que pouco numerosas) em quase todos os municípios e constituindo-se quase que no único mantenedor desses serviços nos municípios de pequeno porte (de até 50 mil habitantes). É provável que os pequenos municípios do estado, com escassos recursos orçamentários, não venham priorizando a educação básica de jovens e adultos, mesmo porque a demanda social por educação infantil historicamente tem se manifestado com maior vigor. É provável também que, sem dispor de estruturas próprias de atendimento educacional mesmo para outras faixas etárias (pré-escola e ensino fundamental regu- lar), os pequenos municípios não estejam capacitados física, técnica e materialmente para implantar serviços de educação de jovens e adultos no seu atual estágio de desenvolvimento administrativo. É necessário recordar que, embora concentrem apenas 20,4% da população estadual, os municípios de pequeno porte totalizam 83,2% das municipalidades paulistas.
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