Top PDF Alterações de glândulas salivares em pacientes com hepatite C crônica

Alterações de glândulas salivares em pacientes com hepatite C crônica

Alterações de glândulas salivares em pacientes com hepatite C crônica

HCV e HCV RNA PCR positivos) foram incluídos neste estudo transversal, sendo critérios de exclusão a co-infecção pelo HIV e/ou HBV e pacientes em tratamento para a hepatite C crônica. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFMG. HCV RNA foi investigado por meio de nested-RT-PCR em amostras de saliva de todos os pacientes e em amostras de glândulas salivares de 65 pacientes. A presença de xerostomia foi avaliada, e os fluxos salivares não estimulado (FSNE) e estimulado (FSE) foram mensurados. FSNE e FSE ≤0,1ml/min e ≤0,7ml/min respectivamente, foram considerados como hipossalivação. Sintomas e sinais clínicos de sialoadenite e a presença histológica de infiltrado inflamatório na glândula salivar de lábio inferior foram também avaliados. Exames intra-bucais foram realizados em todos os pacientes. As possíveis associações entre as diferentes variáveis, incluindo dados demográficos e história médica dos pacientes, foram investigadas pelas análises uni e multivariada, usando os programas Stata 10.0 e EPIINFO 3.4.3.
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Infiltrado inflamatório em glândulas salivares e amostras hepáticas de pacientes com hepatite C crônica:: padrão de distribuição e imunofenótipo

Infiltrado inflamatório em glândulas salivares e amostras hepáticas de pacientes com hepatite C crônica:: padrão de distribuição e imunofenótipo

responsável por cirrose e transplante hepático no mundo Ocidental. É causada pelo vírus da hepatite C, sendo a inflamação hepática uma das consequências da infecção. Dentre as alterações consideradas extra-hepáticas ligadas às glândulas salivares, a síndrome sicca afeta 4 a 57% dos pacientes. No entanto, poucos estudos buscaram esclarecer a composição do infiltrado inflamatório glandular e sua possível relação com outras características da doença. O presente estudo objetivou caracterizar a composição e a distribuição do infiltrado inflamatório presente em glândulas salivares menores de pacientes portadores de hepatite C crônica, comparando com o infiltrado presente em fígado e com dados laboratoriais dos pacientes. Foi realizada técnica de imunoistoquímica para CD3 (linfócitos T), CD20 (linfócitos B), CD8 (linfócitos T citotóxicos), CD4 (linfócitos T helper), CD57 (células natural killer), CD68 (macrófagos) e S100 (células dendríticas) em 61 amostras de glândulas salivares e 59 de fígado. Os resultados foram expressos em porcentagem de células positivas. Quanto ao padrão de distribuição, o infiltrado inflamatório foi classificado em focal ou difuso. Testes estatísticos Kruskal-Wallis, Mann-Whitney, ANOVA e “t” de Student foram empregados e valores de p<0,05 foram considerados estatisticamente significantes. O infiltrado inflamatório apresentou distribuição difusa em 57,4% das glândulas e 13,6% de fígado. Células CD3 + e
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MANIFESTAÇÕES DERMATOLÓGICAS DURANTE OTRATAMENTO DA HEPATITE C CRÔNICA COMINTERFERON ALFA PEGUILADO E RIBAVIRINA

MANIFESTAÇÕES DERMATOLÓGICAS DURANTE OTRATAMENTO DA HEPATITE C CRÔNICA COMINTERFERON ALFA PEGUILADO E RIBAVIRINA

(2004) e os aspectos da patogênese dessas doenças permanecem desconhecidos (BONKOVSKY; MEHTA, 2001). Acredita-se que a maioria das doenças esteja relacionada a fenômenos mediados pelo sistema imune, através da proliferação de linfócitos T monoclonais e policlonais desencadeada pelo HCV, com conseqüente deposição de imunocomplexos em vários órgãos, especialmente na pele e nos rins. Estudos demonstraram a presença do HCV e evidências de sua replicação nos ceratinócitos e nas glândulas sudoríparas écrinas (ORTIZ- MOVILLA et al., 2002); nas células epiteliais da mucosa oral e nas lesões do líquen plano mucocutâneo (ARRIETA et al., 2000; KUROKAWA et al., 2003; LAZARO et al., 2002); e nas glândulas salivares de pacientes com sialoadenite (ARRIETA et al., 2001). Esses estudos sugerem que a presença do vírus nos tecidos também pode ser fator importante, mas não suficiente, na patogênese das manifestações cutâneas.
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Manifestações dermatológicas durante o tratamento da hepatite C crônica com interferon alfa peguilado e ribavirina

Manifestações dermatológicas durante o tratamento da hepatite C crônica com interferon alfa peguilado e ribavirina

Reações inflamatórias cutâneas de padrão inespecífico e localizadas predominantemente em áreas expostas foram estudadas em 20 pacientes tratados com IFN alfa mais ribavirina (DEREURE et al., 2002). Dois pacientes desse estudo utilizaram o Peg-IFN. A maioria das reações ocorreu entre dois e quatro meses de tratamento, e em 50% dos casos foi necessária a interrupção do mesmo por causa do quadro cutâneo. Somente pacientes com alterações cutâneas foram avaliados e, portanto, não foi possível estimar a incidência real dessas manifestações. Segundo os autores, os efeitos imunomodulatórios do IFN poderiam ser responsáveis por um comportamento anormal dos linfócitos T, que estariam estimulados e poderiam desencadear reações anormais frente a estímulos menores, como pequenos traumas, irritações cutâneas e foto-exposição de curta duração.
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ESTRATÉGIAS TERAPÊUTICAS DISPONÍVEIS PARA XEROSTOMIA E HIPOSSALIVAÇÃO EM PACIENTES IRRADIADOS DE CABEÇA E PESCOÇO: MANUAL PARA PROFISSIONAIS DA SAÚDE

ESTRATÉGIAS TERAPÊUTICAS DISPONÍVEIS PARA XEROSTOMIA E HIPOSSALIVAÇÃO EM PACIENTES IRRADIADOS DE CABEÇA E PESCOÇO: MANUAL PARA PROFISSIONAIS DA SAÚDE

O uso contínuo de alguns medicamentos, doenças autoimunes e o tratamento radioterápico na região de cabeça e pescoço são algumas das causas de alterações no fluxo salivar. Alterações na quantidade e qualidade da saliva facilitam o aparecimento de lesões de cárie, disfagia, disgeusia, doença periodontal e infecções oportunistas. As glândulas salivares maiores e menores podem ser diretamente afetadas pela radioterapia, gerando alterações agudas ou tardias, como a xerostomia e hipossalivação, comprometendo a sobrevida e qualidade de vida dos pacientes. O cirurgião-dentista é o profissional responsável pela prevenção e tratamento dessas alterações salivares através de diversos tipos de terapia. Esse trabalho tem por objetivo a confecção de um manual para esse profissional da saúde com conteúdo informativo sobre as alterações salivares e opções de estratégias terapêuticas disponíveis no Brasil.
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Avaliação da concordância da sialometria e cintilografia de glândulas salivares em pacientes com boca seca.

Avaliação da concordância da sialometria e cintilografia de glândulas salivares em pacientes com boca seca.

O fato de o índice Kappa, que avalia concordância entre os resultados dos exames ter se mostrado igual a zero ou bastante baixo, indica que não podemos optar por apenas um dos exames. Talvez esta concordância ausente ou baixa se deva ao fato de que a sialometria avalia ap- enas a função glandular, enquanto que a cintiolografia avalia também a captação do radioisótopo pela glândula, que pode ser influenciada por alterações circulatórias. De qualquer maneira, ambos os exames poder estar sujeitos a variações decorrentes de flutuações na quantidade de saliva produzida.
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Microquimerismo em glândulas salivares labiais de pacientes submetidas a transplante de células tronco hematopoiéticas

Microquimerismo em glândulas salivares labiais de pacientes submetidas a transplante de células tronco hematopoiéticas

Estudos feitos em pacientes com esclerodermia têm mostrado uma significante maior prevalência de microquimerismo em pacientes com esclerodermia (entre 46- 61,5%) que em controles saudáveis (entre 4-5%) (NELSON et al., 1998; ICHICAWA et al., 2001). A presença de microquimerismo também tem sido demonstrada em outras condições auto-imunes, como as miopatias juvenis idiopáticas inflamatórias (REED et al., 2000), síndrome de Sjögren (KUROKI et al., 2002) e lupus eritematoso sistêmico (MOSCA et al., 2003). Juntamente com os achados de células fetais no sangue periférico materno, a presença destas células em vários tecidos maternos tem sido demonstrada. Devido às alterações imunológicas que caracterizam as doenças auto- imunes poderem se diferenciar grandemente, a possibilidade de que as células quiméricas interfiram na história natural das doenças auto-imunes por diferentes mecanismos foi sugerida (MOSCA et al., 2003).
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Importância da resitência insulínica na hepatite C crônica.

Importância da resitência insulínica na hepatite C crônica.

RESUMO – Objetivo – Revisar a importância da resistência insulínica no desenvolvimento da hepatite C crônica e sua interferência na resposta ao tratamento antiviral de pacientes infectados pelo vírus da hepatite C. Fonte de dados - Revisão bibliográfica de trabalhos publicados pelo MEDLINE e dados dos próprios autores. Síntese de dados - Nos últimos anos, grande número de publicações tem demonstrado importante associação entre resistência insulínica e hepatite C crônica. Aumento na prevalência de diabetes mellitus tipo 2, desenvolvimento de esteatose hepática (principalmente nos pacientes com infecção pelo genótipo não-3), progressão mais rápida da doença e redução na taxa de resposta virológica sustentada ao tratamento com interferon peguilado e ribavirina, têm sido todos associados à presença de resistência insulínica nos pacientes infectados pelo vírus da hepatite C. A produção aumentada de fator de necrose tumoral pelo core do vírus da hepatite C é o principal mecanismo responsável pelo aparecimento da resistência insulínica. O fator de necrose tumoral afetaria a fosforilação do substrato do receptor de insulina diminuindo a captação de glicose e acarretando hiperinsulinemia compensatória. Aumento da siderose hepática e alterações dos níveis circulantes das adipocitocinas podem ter efeito adicional sobre a sensibilidade à insulina na hepatite C crônica. Conclusões - O diagnóstico e o tratamento da resistência insulínica nesses pacientes podem não só evitar o aparecimento das complicações, mas também prevenir a progressão da doença e, possivelmente, aumentar a taxa de resposta virológica sustentada ao tratamento com interferon peguilado e ribavirina. DESCRITORES - Hepatite C crônica. Fígado gorduroso. Cirrose hepática. Resistência à insulina. Diabetes mellitus tipo 2. Interferons.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS AMANDA ALVES FECURY

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS AMANDA ALVES FECURY

Através da análise de biópsias hepáticas, estudos demonstram que os achados mais frequentes em pacientes infectados pelo HCV são: hepatite crônica (70%), esteatose (7%) e há pacientes que ainda não apresentam lesões detectáveis (23%). A cirrose representa um estágio de evolução da fibrose hepática e é acompanhada de perda progressiva das funções hepáticas e de uma hipertensão portal, sendo que a presença do infiltrado de linfócitos no espaço porta apresenta-se como a característica histológica mais frequente, seguida de alterações nos ductos biliares, nos pacientes portadores de hepatite C crônica. A esteatose e corpos acidofílicos (marcador de apoptose para hepatites virais) foram encontrados em biópsias com estágios primários de alterações (CURCIARELLO et al., 1997; HALFON et al., 2006).
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Open Alterações bucais e parâmetros salivares em pacientes portadores de doença renal crônica em hemodiálise

Open Alterações bucais e parâmetros salivares em pacientes portadores de doença renal crônica em hemodiálise

A condição de saúde bucal sofre grande influência do estado geral do indivíduo, muitas vezes refletindo condições imunológicas, metabólicas, estado psicossomático, dentre outras. As repercussões bucais de enfermidades sistêmicas são frequentes e podem se manifestar na mucosa bucal, nas glândulas salivares e constituintes orgânicos e inorgânicos da saliva, nos dentes e no periodonto (KLASSEN; KRASKO, 2002). Dentre outras doenças sistêmicas, a doença renal crônica (DRC) merece destaque devido ao grande e crescente número de indivíduos acometidos, a importância das morbidades associadas e pela escassez de estudos de interesse estomatológico nesta área. O paciente renal crônico pode apresentar alteração quantitativa e qualitativa da saliva, estomatite urêmica, mucosa bucal pálida, maior frequência de doença periodontal, halitose urêmica, disgeusias, hipoplasia do esmalte dental, alteração de pH salivar (CERVERÓ et al., 2008).
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Estado nutricional e ingestão de macronutrientes de pacientes com hepatite crônica pelos vírus B ou C

Estado nutricional e ingestão de macronutrientes de pacientes com hepatite crônica pelos vírus B ou C

A fisiopatologia dos distúrbios metabólicos causados pela obesidade em pacientes com hepatite C crônica tem sido amplamente estudada. Sabe-se que tanto a obesidade quanto o próprio vírus C levam à RI, o que parece estar associado ao aumento do fator de necrose tumoral alfa (TNF- α) 26,27 . Esta citocina promove bloqueio da transativação dos receptores de insulina GLUT 4 nas células, por meio de maior expressão do substrato supressor de citocinas (SOCS-3) e alteração dos receptores de substratos 1 e 2 da insulina. Como consequência, há supressão da captação de glicose e, compensatoriamente, há liberação de maiores quantidades de insulina pelas células β pancreáticas, criando o estado de hiperinsulinemia 24 . Entre as alterações relacionadas com este estado estão o excesso de deposição da gordura corporal visceral centrípeta (abdominal), aumento dos níveis séricos de triglicerídeos, diminuição do colesterol HDL, aumento da pressão arterial e DM2 26 .
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Estudo comparativo das alterações das glândulas salivares menores em doentes com...

Estudo comparativo das alterações das glândulas salivares menores em doentes com...

De todas estas, as causas mais comuns são: doenças auto-imunes, destacando-se a Síndrome de Sjögren e outras colagenopatias (entre elas o lúpus eritematoso), o uso de medicamentos que diminuem o fluxo de saliva e a irradiação das glândulas salivares (VALDEZ, 1991; FIELD et al, 1997; FOX, 1997; NARHI et al, 1999). Existem, ainda, inúmeras outras alterações relacionadas a este sintoma, incluindo doenças psiquiátricas (principalmente, depressão), alcoolismo, anorexia nervosa, bulimia, diabete melito, hepatite C, sarcoidose, infecção pelo vírus HIV, cirrose cística, cirrose biliar primária, amiloidose, hemocromatose e agenesia da glândula salivar (SREEBNY et al, 1989b, 1992; ETTINGER, 1996; FIELD et al, 1997; PAJUKOSKI et al, 2001; PORTER et al, 2004).  
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Teste respiratório da 13C-metacetina na doença hepática crônica pelo vírus C.

Teste respiratório da 13C-metacetina na doença hepática crônica pelo vírus C.

No presente trabalho pôde-se observar que nos casos de hepatite C, os diferentes parâmetros do TRM apresentaram correlação significante com o grau de desarranjo estrutural do fígado, mas não com a atividade necroinflamatória da doença. Além disso, apenas os pacientes com cirrose hepática apresentaram valores do teste significativamente diferentes dos observados para o grupo controle e foram capazes de os distinguir dos portadores de hepatite crônica com fibrose menos intensa. Esses dados sugerem que as alterações do teste da metacetina acompanham a progressão da fibrose hepática, particularmente na doença avançada, mesmo na situação de função hepatocelular mantida, sugerindo que o TRM não traduza apenas medida de massa funcional hepática, mas que ele seja útil também como marcador não-invasivo do grau de fibrose hepática na hepatite crônica C, mesmo antes de deterioração da função hepatocelular.
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Alterações do metabolismo de glicogênio das glândulas salivares de ratos diabéticos...

Alterações do metabolismo de glicogênio das glândulas salivares de ratos diabéticos...

A hiperglicemia crônica causa patologias microvasculares na retina, no glomérulo renal e nos nervos periféricos que caracterizam o diabetes e o torna a doença líder em causar cegueira, doenças renais em estágios terminais e uma variedade de neuropatias debilitantes. E ainda está associada com o aceleramento da doença macrovascular ateroesclerótica afetando artérias que suprem o coração, cérebro e extremidades inferiores. Existem quatro hipóteses de como a hiperglicemia possa causar essas complicações ilustradas na figura 2.2. e citadas a seguir: o aumento do fluxo da via de formação do poliol; aumento da produção de produtos finais de glicosilação avançada (advanced glycation ends products – AGE); ativação de isoformas de proteína quinase C e aumento do fluxo da via de hexosaminas (ROLO; PALMEIRA, 2006).
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Marcadores inflamatórios solúveis como preditores de alteraçõeshistologicas hepáticas e resposta terapêutica na infecção crônica pelovírus da hepatite C

Marcadores inflamatórios solúveis como preditores de alteraçõeshistologicas hepáticas e resposta terapêutica na infecção crônica pelovírus da hepatite C

A progressão da doença hepática e a resposta terapêutica de pacientes cronicamente infectados pelo vírus da hepatite C (HCV) parecem ter relação com a resposta imune do hospedeiro. A ativação do sistema imune envolve a liberação de citocinas e de seus receptores, que podem ser dosados em amostras plasmáticas. O objetivo deste estudo foi analisar a associação entre níveis plasmáticos de quimiocinas e de receptores solúveis do fator de necrose tumoral com alterações histológicas hepáticas de pacientes portadores crônicos do HCV e com resposta ao tratamento combinado, utilizando interferon alfa e ribavirina. Dos 220 pacientes avaliados em serviço público de referência em hepatites virais de Belo Horizonte, MG, no período de junho de 2005 a dezembro de 2007, foram elegíveis 73 portadores crônicos do HCV, virgens de tratamento e com fragmento de biópsia hepática disponível para revisão. Dados sociodemográficos, clínicos e laboratoriais foram coletados e realizou se dosagem plasmática dos seguintes marcadores inflamatórios solúveis: CCL2, CCL3, CCL11, CCL24, CXCL9, CXCL10, sTêFR1 e sTêFR2. Os fragmentos de biópsia hepática foram revisados e classificados de acordo como o sistema de escore METAVIR, com posterior estratificação dos graus de atividade necro inflamatória e os de fibrose da seguinte forma: A ≤ 1 (atividade ausente/leve) e A≥2 (atividade moderada/intensa); F≤1 (fibrose ausente/leve) e F≥2 (fibrose moderada/intensa). Observou se que os níveis plasmáticos de CXCL9, sTêFR1 e sTêFR2 associaram se de maneira significativa à fibrose hepática (p=0,014; p=0,012; p=0,009, respectivamente), sendo que os pacientes com fibrose hepática moderada/intensa apresentaram medianas mais elevadas dos níveis plasmáticos desses marcadores se comparadas às encontradas em pacientes com fibrose ausente/leve. Os níveis de sTêFR2 associaram se de maneira significativa também à atividade necro inflamatória hepática, com mediana mais elevada sendo encontrada em pacientes com atividade
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Níveis de  na saliva de crianças e adolescentes portadores de hepatite autoimune

Níveis de na saliva de crianças e adolescentes portadores de hepatite autoimune

A hepatite autoimune (HAI) é uma doença inflamatória crônica do fígado, de etiologia desconhecida, que acomete preferencialmente mulheres, com destruição progressiva do parênquima hepático e que, sem tratamento imunossupressor, evolui frequentemente para cirrose. Consiste em uma doença rara na infância, com menos de 10% dos pacientes com doença hepática crônica, porém de alta mortalidade. Caracteriza-se pela presença de hipergamaglobulinemia, autoanticorpos não órgãos - específicos e infiltrado inflamatório portal linfoplasmocitário. O uso da saliva como um método de diagnóstico avançou exponencialmente nos últimos anos. Desequilíbrios na quantidade e qualidade da saliva podem tanto gerar afecções bucais quanto ser indicativo de alguma alteração sistêmica importante. Este trabalho objetivou estudar parâmetros de imunoglobulinas salivares e saliva total humana em pacientes portadores de hepatite autoimune. A amostra consistiu em doze indivíduos com HAI (grupo experimental) e doze indivíduos sadios (grupo controle), tendo sido avaliado o fluxo salivar, pH, níveis de imunoglobulinas e perfil proteico. Saliva total não estimulada foi coletada e centrifugada; o sobrenadante foi retido, liofilizado, armazenado a - 80°C e analisado para contagem de proteínas totais, eletroforese unidimensional e ELISA. Foi possível detectar diferenças estatisticamente significativas entre os grupos (p ≤ 0,05) para os parâmetros salivares analisados. Quando comparados com o grupo controle, portadores de hepatite autoimune apresentaram aumento no número de imunoglobulinas IgG e bandas proteicas com expressão diferenciada. Os resultados deste estudo sugerem haver padrões diferenciados na composição salivar entre os grupos avaliados.
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Associação entre o líquen plano bucal e a hepatite crônica pelo vírus C

Associação entre o líquen plano bucal e a hepatite crônica pelo vírus C

Há relatos de que pacientes portadores de hepatite C submetidos ao tratamento com Interferon (INF) α podem desenvolver o LP bucal (AGNER et al., 1992; PINTO et al., 2003), apresentar exacerbação de lesões pré-existentes (PROTZER et al., 1993; NAGAO et al., 1996), ou até curá-las (DOUTRE et al., 1992; LAPIDOTH et al., 1996). Acredita-se que o LP, nesse grupo de pacientes, seja induzido pela expressão de antígenos de superfície nos ceratinócitos (SCHLESINGER et al., 1997), por reação de hipersensibilidade, representando, segundo esses autores, uma reação liquenóide (VARELLA et al., 2000) ou por fatores inerentes ao hospedeiro e não ao vírus (NAGAO et al., 1997). Os efeitos do tratamento com INF nas lesões de LP em pacientes com hepatite C crônica são ainda imprecisos (LAPIDOTH et al., 1996), podendo desaparecer com a interrupção do tratamento (LUNEL; CACOUB, 2000). A despeito disso, o uso do INF, nesses pacientes, continua sendo indicado (BOCCIA et al., 1993; PROTZER et al., 1993), com monitoramento contínuo desses pacientes (PROTZER et al., 1993; FRIDER et al., 1995).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Uberlândia 2007

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Uberlândia 2007

Por outro lado, na idade pediátrica, a prevalência do AP no grupo dos tumores benignos chega a valores de 100% (Krolls et al., 1972; Bianchi & Cudmore, 1978; Shikani & Jones, 1988; Ribeiro et al., 2002; Yu et al., 2002; Ethunandan et al., 2003; Ellies et al., 2006). Todavia, possuem uma distribuição topográfica semelhante àquela observada para os pacientem em idade adulta. Em uma série de 86 casos em crianças, Seifert et al. (1986) identificaram 52 lesões (65,0%) como AP. Destas, 38 (73,0%) acometeram a glândula parótida. As glândulas menores foram acometidas em 11 casos (21,0%), e três (6,0%) acometeram a glândula submandibular. Estes dados reproduzem o que usualmente tem sido relatado para estas lesões ao longo do tempo (Krolls et al., 1972; Castro et al., 1972; Chong et al., 1975; Malone et al., 1984; Seifert et al., 1986; Yu et al., 2002; Guzzo et al., 2006).
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Prescrição para Estudo Laboratorial da infecção pelo Vírus da Hepatite C – Normas de Orientação Clínica

Prescrição para Estudo Laboratorial da infecção pelo Vírus da Hepatite C – Normas de Orientação Clínica

Existe evidência de que na pessoa com um resultado reativo de pesquisa de anticorpos antivírus da hepatite C é realizada consulta de especialidade hospitalar, um teste molecular de ácido nucleico para a deteção de ácido ribonucleico (ARN) de VHC, para estabelecer ou excluir o diagnóstico de infeção crónica por VHC

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Tratamento da Hepatite C Crónica no Adulto – Normas de Orientação Clínica

Tratamento da Hepatite C Crónica no Adulto – Normas de Orientação Clínica

Na pessoa com estádio de fibrose não avançada (F0-F2) e com RVS (resposta virológica sustentada) um ano após o término do tratamento e que têm outras causas potenciais para doença hepática, designadamente, entre outros, consumo excessivo de álcool, diabetes, síndrome metabólica, doença hepática esteatósica ou sobrecarga de ferro, é efetuada avaliação de progressão de fibrose hepática com periodicidade definida de acordo com a situação clínica e contexto individual Na pessoa com manutenção de comportamento de risco para a infeção por VHC é prescrita determinação do ARN-VHC (ácido ribonucleico do vírus da hepatite C), no mínimo, anualmente
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