Top PDF Alterações escapulares em praticantes de treinamento resistido.

Alterações escapulares em praticantes de treinamento resistido.

Alterações escapulares em praticantes de treinamento resistido.

Introdução: O complexo articular do ombro é descrito como o segundo local com mais queixas de dor e lesão entre praticantes de treinamento resistido. Por ser amplamente solicitado na vida cotidiana, o ombro pode se tornar um local de sobrecargas que conduzem à patologias degenerativas, às vezes com rupturas assintomáticas durante certo tempo. Desequilíbrios musculares, sequências inadequadas de ativação muscular ou posturas inadequadas além de outros fatores, podem causar alterações biomecânicas que resultam na mudança da posição da articulação do ombro durante o movimento, aumentando o risco de lesão. Objetivo: Identificar a prevalência de alterações na cinemática escapular em sujeitos praticantes de treinamento resistido, utilizando o método SDT. Metodologia: A pesquisa se caracteriza por ser um estudo de caso observacional que possuiu caráter transversal, com uma amostra de 15 sujeitos, 8 homens e 7 mulheres, com idade entre 18 e 45 anos, com pelo menos 6 meses de prática em treinamento resistido. Foram coletadas pelo pesquisador os dados relativo a composição corporal: massa corporal, estatura, IMC, e aplicado o método SDT para a avaliação da prevalência de alterações escapulares. Resultados: Foi identificada através do método SDT a presença de alterações escapulares em 12 dos 15 sujeitos avaliados, sendo 4 considerados sutil e 8 considerados óbvio, destes 7 homens e 5 mulheres. O alamento escapular se mostrou presente em 11 sujeitos e 5 deles apresentaram disritmias escapulares. Conclusão: Apesar das limitações do estudo, como o fato da amostra ter sido pequena e por se tratar de um estudo de caso, foi constatado uma alta incidência de alterações escapulares em praticantes de treinamento resistido para a população avaliada. Considero um indicativo para que novas pesquisas nessa área e para essa população sejam realizadas, a fim de identificar e esclarecer o seu impacto nos indivíduos e a sua relação com o treinamento resistido.
Mostrar mais

42 Ler mais

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE TREINAMENTO RESISTIDO

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE TREINAMENTO RESISTIDO

O treinamento resistido vem sendo bastante utilizado em idosos que procuram centros de treinamento e já se sabe que o mesmo traz uma gama de benefícios aos seus praticantes. O objetivo do presente estudo foi comparar a qualidade de vida de idosos praticantes e não praticantes do treinamento resistido, utilizando como instrumento o questionário SF-36. A amostra foi composta por 30 sujeitos com idade igual ou superior a 60 anos, de ambos os sexos, alocadas em dois grupos: G1(praticantes) e G2(não praticantes). Foram caracterizadas as médias e variáveis da qualidade de vida em oito domínios que são eles: capacidade funcional, aspectos físicos, dor, estado geral de saúde, saúde mental, vitalidade, aspectos sociais e emocionais. Como procedimento de análise de dados, utilizou-se a estatística descritiva, utilizando-se nível de significância de 5% através do Test t. Os resultados evidenciaram qualidade de vida significativamente superior para G1 (p=0,0001) bem como na maioria dos domínios avaliados, exceto na saúde mental (p=0,2366). Conclui-se que o treinamento resistido realizado com acompanhamento de um profissional e prescrito de forma correta, pode influenciar diretamente na melhoria da qualidade de vida da população da terceira idade.
Mostrar mais

19 Ler mais

Efeitos do treinamento intervalado de alta intensidade e do aeróbio contínuo na composição corporal de mulheres praticantes de treinamento resistido

Efeitos do treinamento intervalado de alta intensidade e do aeróbio contínuo na composição corporal de mulheres praticantes de treinamento resistido

Sabe-se que atualmente a maior queixa dos praticantes e não praticantes de atividade física é a falta de tempo para a realização da mesma. Diante disso, o treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) vem sendo muito prescrito pelos profissionais de Educação Física devido aos efeitos comparáveis ao aeróbio contínuo na melhora da composição corporal, mesmo com um volume menor de treino. Entretanto, a análise de muitos estudos mostra que ainda há divergências nos resultados, provavelmente devido à diferença das populações estudadas. Assim, o objetivo deste trabalho foi analisar a influência do treinamento aeróbio contínuo e HIIT na composição corporal de mulheres praticantes de treinamento resistido após seis semanas de intervenção. Foram selecionadas 12 mulheres de 20 a 35 anos, com pelo menos seis meses de prática de treinamento resistido, divididas em dois grupos, sendo que o Grupo Contínuo realizou dois dias de treinamento resistido e um dia de aeróbio contínuo (70% FCmáx), enquanto que o Grupo HIIT realizou dois dias de treinamento resistido e um dia de HIIT (Método Gibala - 1 minuto a 90% FCmáx e 1minuto de descanso ativo). Foi utilizada a bioimpedância para avaliar a composição corporal dos sujeitos pré e pós seis semanas de intervenção. Os resultados indicaram que não houve diferença significativa nas variáveis da composição corporal analisadas entre o pré e pós treinamento em ambos os grupos.
Mostrar mais

46 Ler mais

IDOSOS PRATICANTES DE TREINAMENTO RESISTIDO APRESENTAM MELHOR MOBILIDADE DO QUE IDOSOS FISICAMENTE ATIVOS NÃO PRATICANTES

IDOSOS PRATICANTES DE TREINAMENTO RESISTIDO APRESENTAM MELHOR MOBILIDADE DO QUE IDOSOS FISICAMENTE ATIVOS NÃO PRATICANTES

O GTR foi composto por idosos praticantes de TR na academia de musculação da PUCRS. O treinamento resistido era realizado 2 vezes por semana, com duração de 1 hora e 30 minutos, através de exercícios resistidos de intensidade moderada a vigorosa, a partir da escala de percepção subjetiva de esforço de Borg 22 . Os exercícios eram realizados em 3 séries de 8 a 12 repetições máximas, com intervalos de 1 minuto entre as séries, de forma alternada por segmentos musculares, adotando-se a seguinte ordem para a execução dos exercícios: remada sentada, extensão de joelhos, voador, flexão de joelhos, rosca direta com halteres, cadeira abdutora, rosca tríceps, cadeira adutora; apresentando incremento de 10% na carga total a cada 4 semanas. Antes do treinamento era realizado alongamento ativo e aquecimento de 30 minutos e posteriormente alongamento final. O GFA foi composto por dados de idosos atendidos no serviço de geriatria do HSL-PUCRS considerados fisicamente ativos, muito ativos ou irregularmente ativos pelo IPAQ. Para a formação desse grupo utilizamos a classificação do nível de atividade do consenso criado em 2002 pelo Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (CELAFISCS) e o Center for Disease Control (CDC) dos Estados Unidos, considerando os critérios de frequência e duração, classificando como indivíduos ativos aqueles que cumpriram as seguintes recomendações 23 :
Mostrar mais

11 Ler mais

Níveis de dismorfia muscular em praticantes de treinamento resistido em Fortaleza-CE

Níveis de dismorfia muscular em praticantes de treinamento resistido em Fortaleza-CE

8-Junior, I. G.; Silva, J. S. I.; Ferreira, E. F.; Camargos, G. L.; Oliveira, R. A. R. Nível de satisfação com a aparência muscular em alunos de musculação nas academias de Ubá- MG. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva. São Paulo. Vol. 12. Num. 69. 2018. p. 93-99. 9-Junior, S. J. F.; Oliveira, A. J.; Pierucci, A. P. T. Dismorfia muscular em homens não atletas praticantes de treinamento resistido&58; uma revisão sistemática. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva. São Paulo. Vol. 8. Num. 43. 2014. p. 52-57.
Mostrar mais

7 Ler mais

Analise da qualidade de vida de adultos e idosos praticantes de treinamento resistido em Inhumas - GO

Analise da qualidade de vida de adultos e idosos praticantes de treinamento resistido em Inhumas - GO

CPF ___________________________abaixo assinado, concordo em participar do estudo: ANALISE DA QUALIDADE DE VIDA DE ADULTOS E IDOSOS PRATICANTES DE TREINAMENTO RESISTIDO, como sujeito. Fui devidamente informado e esclarecido pelo pesquisador: Gabriel Assis Silva sobre a pesquisa e os procedimentos nela envolvidos, assim como os possíveis riscos e benefícios decorrentes de minha participação. Foi-me garantido que posso retirar meu consentimento a qualquer momento, sem que isto leve a qualquer penalidade ou interrupção de minhas relações com a Universidade e/ou os serviços prestados por ela.
Mostrar mais

29 Ler mais

Variabilidade da força máxima e da resistência muscular conforme as fases do ciclo menstrual em mulheres adultas praticantes de treinamento resistido

Variabilidade da força máxima e da resistência muscular conforme as fases do ciclo menstrual em mulheres adultas praticantes de treinamento resistido

Com a crescente popularização da prática de musculação entre as mulheres tornou-se essencial que os profissionais de Educação Física reconheçam a influência dos processos fisiológicos que ocorrem no corpo feminino durante a prática. Nesse sentido, o ciclo menstrual merece atenção especial, pois parece promover diversas alterações no organismo da mulher durante o exercício. Deste modo, o objetivo do presente estudo foi identificar a variabilidade da força máxima e da resistência muscular conforme as fases do ciclo menstrual em mulheres adultas praticantes de treinamento resistido. Participaram do estudo 20 mulheres, com idades de 21 a 40 anos, usuárias de métodos contraceptivos orais e praticantes de musculação há, no mínimo, seis meses. A estatura e massa corporal das participantes foram mensuradas por meio de estadiômetro e balança digital. Para avaliação da força máxima elas foram submetidas ao teste de 1RM em três exercícios: leg press 45º, supino reto com barra, e remada baixa com triângulo. Para avaliação da resistência muscular, foram feitos os testes de um minuto de abdominal e flexão de cotovelos sobre o solo até a falha. Os testes foram aplicados em três momentos: na fase lútea (três a cinco dias antes da fase folicular), na fase folicular (durante a menstruação), e por fim na fase ovulatória (três a cinco dias depois da fase folicular). Para a análise dos dados, foi utilizado o pacote estatístico do programa Stata – versão 13.0 (Stata Corporation, College Station, Estados Unidos). A estatística descritiva incluiu frequências absoluta e relativa (%), média e desvio padrão, acompanhados de seus respectivos intervalos de confiança de 95% (IC95%). Para identificar a normalidade dos dados, utilizou-se o teste de Shapiro-Wilk. No intuito de comparar a variável contínua dos resultados de força máxima e resistência muscular localizada nos três períodos do ciclo menstrual (nas variáveis com e sem distribuição normal), foram analisados os IC95%, identificando a significância pela não sobreposição dos mesmos em diferentes categorias. Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas para nenhum dos cinco exercícios, nos três períodos avaliados. No exercício leg press 45º, ocorreu um aumento considerável, mas não significativo, de carga suportada na fase ovulatória. Nos demais exercícios essas diferenças não foram observadas. Pode-se concluir que as diferentes fases do ciclo menstrual não influenciam no desempenho da força máxima e da resistência muscular localizada nos exercícios resistidos investigados.
Mostrar mais

50 Ler mais

JOSÉ DE OLIVEIRA VILAR NETO IMPACTO DA SUPLEMENTAÇÃO DE CREATINA SOBRE A FORÇA MÁXIMA, RESISTÊNCIA À FADIGA E FUNÇÃO RENAL EM PRATICANTES DE TREINAMENTO RESISTIDO

JOSÉ DE OLIVEIRA VILAR NETO IMPACTO DA SUPLEMENTAÇÃO DE CREATINA SOBRE A FORÇA MÁXIMA, RESISTÊNCIA À FADIGA E FUNÇÃO RENAL EM PRATICANTES DE TREINAMENTO RESISTIDO

Nesse sentido, Burke e colaboradores comparou o efeito da suplementação de creatina em indivíduos com dieta vegana versus indivíduos com dieta onívora. Para isso foi desenhado um estudo duplo-cego, randomizado e controlado por placebo com 42 sujeitos de ambos os sexos com idade entre 19 e 55 anos. Os sujeitos foram divididos em 4 grupos: Veganos suplementados com creatina, veganos suplementados com placebo, onívoros suplementados com creatina e onívoros suplementados com placebo. Todos os sujeitos eram fisicamente ativos, tinham experiência com treinamento resistido e não haviam feito uso de suplementos de creatina ao menos por seis meses antes do estudo. Os que se declararam como veganos deveriam fazer uso desse tipo de alimentação há pelo menos três anos antes do início do estudo. Todos os sujeitos foram avaliados quanto à performance física, composição corporal, nível de hidratação e morfologia de fibras musculares. Como esperado, no momento pré-intervenção os grupos veganos apresentaram menor concentração de creatina total quando comparados aos grupos compostos por indivíduos onívoros. Após 8 semanas de suplementação (0,25g/kg/dia – 7 dias seguidos de 0,0625g/kg/dia – 49 dias) ou placebo associada ao treinamento resistido, os grupos suplementados com creatina apresentaram níveis mais elevados de creatina total, desempenho físico, secção transversa de fibras tipo II, maior peso corporal e maior peso magro quando comparado aos grupos suplementados com placebo. Quando comparado os dois grupos suplementados com creatina (veganos e onívoros), ficou evidente que o grupo composto por indivíduos veganos apresentou elevação significativamente maior na quantidade de creatina total, massa magra e performance física quando comparado ao grupo composto por indivíduos onívoros e suplementados com creatina.
Mostrar mais

102 Ler mais

Idosos praticantes de treinamento resistido em Florianópolis

Idosos praticantes de treinamento resistido em Florianópolis

Os benefícios dos exercícios de força, segundo Fleck e Kramer (2006) trazem consigo o aumento no tamanho das fibras musculares, a diminuição do percentual de gordura, o aumento da força muscular, a melhora nos aspectos neurais, a normalização nos níveis de pressão sanguínea, a diminuição das dores, principalmente causada por problemas nos ossos e a redução nos fatores que causam quedas nos idosos. Além disso, o treinamento de foça melhora a postura, a estética corporal, a autoestima e a integração e socialização. A musculação pode trazer ganhos de massa muscular, trazendo resultados para independência e autonomia, mantendo o idoso com uma boa capacidade funcional. (MAZO et al., 2009)
Mostrar mais

34 Ler mais

HEMODINÂMICA PERIFÉRICA E CENTRAL DE PRATICANTES DE TREINAMENTO RESISTIDO OU AERÓBICO

HEMODINÂMICA PERIFÉRICA E CENTRAL DE PRATICANTES DE TREINAMENTO RESISTIDO OU AERÓBICO

Os efeitos morfológicos e funcionais induzidos pelo exercício dependem de vários fatores, dos quais destacam-se gênero, idade, assim como da modalidade de treinamento, volume e duração. Portanto, neste estudo nossa preocupação inicial foi o estabelecimento de grupos compostos de indivíduos do sexo masculino com longo período de treinamento em duas modalidades distintas de exercício. Um grupo foi composto de corredores de longa distância, com marcadores evidentes de bom condicionamento aeróbico, enquanto outro grupo mostrou marcadores evidentes de longo período de envolvimento com treinamento resistido intenso de acordo com características antropométricas bem definidas. Assim, os menores valores de FC e maiores VO2max e HDL-C encontrados no grupo CE são respostas típicas ao treinamento aeróbico de alto volume, enquanto a maior massa muscular evidenciada no grupo ERI de acordo com seu perfil antropométrico é uma resposta esperada ao treinamento resistido de alta intensidade. Além dessas claras diferenças, outras adaptações produzidas por diferentes práticas de exercícios físicos não parecem tão evidentes e demandam interpretação mais cautelosa.
Mostrar mais

66 Ler mais

Comparação de dois métodos de treinamento no treinamento resistido

Comparação de dois métodos de treinamento no treinamento resistido

Ao longo dos últimos cinquenta anos o TR ou treinamento com pesos passou por uma grande evolução. Sendo executado por um número bem reduzido de pessoas anteriormente, atualmente sua popularidade atinge a uma gama ampliada da população por apresentar diversos benefícios. Nas décadas de 30 e 40, um pequeno número de atletas como, por exemplo, os culturistas e levantadores olímpicos eram os únicos adeptos a prática do TR. Na realidade, a maioria das pessoas tinha receio quanto a prática e não confiavam na possibilidade de seus benefícios, acreditando que a mesma lhe causaria lesão nos ossos e encurtamento muscular. Nas décadas de 50 e 60, os mitos de que o TR prejudicaria tanto os ossos quanto o encurtamento nos músculos, foram perdendo credibilidade e cada vez mais atletas passaram a utilizar-se da prática, tornando-o parte do programa de condicionamento físico completo. O crescimento gradativo do número de atletas de elite a praticarem o TR deu resultado ao que se vê nos dias atuais, tornando-se impossível um atleta com padrão internacional não se utilizar de um programa de TR adequado. Já nas décadas de 70 e 80, o TR ganhou novos praticantes, não somente atletas, mas também adeptos ao fitness, tanto mulheres quanto homens, passando a incluir a prática em seus programas de condicionamento físico. Nos anos 90, pessoas de praticamente todas as idades passaram a ter contato com a prática, em decorrência dos diversos benefícios para a aptidão física e saúde, sendo adotado como atividade recreativa, tanto para idosos quanto para crianças (FLECK; JÚNIOR, 2003).
Mostrar mais

63 Ler mais

Riscos e benefícios do treinamento resistido para adolescentes

Riscos e benefícios do treinamento resistido para adolescentes

O treinamento resistido se fragmenta em vários aspectos po- sitivos para os adolescentes que estão na faixa etária entre 12 a 20 anos de idade. Nessa fase o treinamento resistido não tem como objetivo criar músculos volumosos e nem mesmo formar atletas juvenis de fi siculturismo, e sim benefi ciar através dos programas de treinamento resistido a melhora do condicionamento físico e do desempenho no desporto e, também, reduzir a probabilidade das lesões que ocorrem durante a prática do treinamento. Assim, o presente trabalho busca identifi car, através de uma revisão literária, quais são os possíveis riscos e benefícios da prática do treinamento resistido efetuado por adolescentes em academias de ginástica ana- lisando o desenvolvimento físico, mental e o impacto na qualidade de vida de seus praticantes.
Mostrar mais

7 Ler mais

Comparativo de metodologias de treinamento resistido piramidal decrescente e tradicional em homens destreinados: alterações morfofuncionais

Comparativo de metodologias de treinamento resistido piramidal decrescente e tradicional em homens destreinados: alterações morfofuncionais

A metodologia mais conhecida de Treinamento de Força entre os praticantes de musculação é o Método Tradicional (MT), de séries múltiplas. Além desse método, é comum o uso da Pirâmide Decrescente (PD), que consiste em diminuir o peso e aumentar as repetições após cada série. O objetivo do estudo foi comparar os métodos PD e MT sobre o desenvolvimento de força máxima, hipertrofia muscular e

8 Ler mais

PERDA HÍDRICA DURANTE UMA SESSÃO DE TREINAMENTO RESISTIDO

PERDA HÍDRICA DURANTE UMA SESSÃO DE TREINAMENTO RESISTIDO

estudo transversal, com 26 indivíduos de ambos os sexos praticantes de musculação de uma academia da cidade de Juiz de Fora. Aferiu-se a estatura e peso corporal antes e após uma sessão de treinamento de musculação. A análise dos dados foi realizada a partir da análise descritiva. Resultados: A média de idade, índice de massa corporal e peso foram, respectivamente, de 29,4 ± 4,4 anos, 26,5 ± 2,2kg/m², 80,3±11kg. A duração da atividade foi de 52,9 ± 8,8 minutos e de acordo com níveis indicados pela NATA, todos os voluntários demonstraram estar bem hidratados após a sessão de treinamento resistido (taxa de sudorese 8,1 ± 4,4ml/m; perda hídrica absoluta 0,4±0,3l; percentual de desidratação
Mostrar mais

6 Ler mais

Alterações das variáveis fisiológicas na prescrição de exercícios para treinamento resistido com pesos com objetivo de condicionamento físico

Alterações das variáveis fisiológicas na prescrição de exercícios para treinamento resistido com pesos com objetivo de condicionamento físico

O treinamento de força consiste em um método de treinamento que envolve a ação voluntária do músculo esquelético contra alguma forma externa de resistência, que pode ser provida pelo corpo, pesos livres ou máquinas (Winett e Carpinelli, 2001). O treinamento de força vem sendo bastante estudado por pesquisadores e apontado como um excelente treinamento no aprimoramento da qualidade de vida de seus praticantes, podendo contribuir em melhora nas mais diversas patologias ou simplesmente na melhora da qualidade de vida (Fleck e Kraemer, 2006; ACSM, 2002; Winett e Carppinelli, 2001).
Mostrar mais

10 Ler mais

Comparação da autonomia funcional de idosos praticantes e não praticantes de treinamento combinado

Comparação da autonomia funcional de idosos praticantes e não praticantes de treinamento combinado

O treinamento de força é uma modalidade de exercícios re- sistidos em que movimentos musculares são realizados contra uma força oposta [15]. O vigor máximo que um músculo ou um grupo muscular pode gerar é determinado pela força. Com o exercício crônico ocorrem diversas alterações no sistema neuromuscular. Estas alterações relacionadas a um programa de treinamento de força podem produzir ganhos entre 25% a 100% da força máxima [16]. No treinamento resistido há uma predominância dos sistemas energéticos ATP-CP e glicolítico, sendo que a atuação do sistema oxidativo se dá durante o intervalo entre as séries [15]. Com relação à hiper- trofi a proporcionada pelo treinamento resistido, este relata que ela acontece devido ao estresse mecânico causado pelo exercício intenso que ativa a expressão do RNA mensageiro (RNAm) e consequentemente a síntese protéica muscular. Este processo acarretará no surgimento de novas miofi brilas. Também parece haver um aumento do número de fi lamentos de actina-miosina, conteúdo sarcoplasmático e combinação de tecido conjuntivo.
Mostrar mais

8 Ler mais

Validação de questionário sobre conhecimento em treinamento resistido

Validação de questionário sobre conhecimento em treinamento resistido

O conhecimento dos profissionais de Educação Física (EF) que atuam nas academias na modalidade de treinamento resistido (TR) é de extrema importância, para que os objetivos dos indivíduos praticantes sejam alcançados de modo eficiente e com riscos diminuídos para lesões advinda da prática. Todavia, há uma escassez de instrumentos validados para medir conhecimento em TR. Assim, o presente estudo objetivou validar um questionário sobre conhecimento de acadêmicos do curso de EF sobre TR. A amostra foi composta por 59 estudantes do curso de EF de uma universidade situada na cidade de Pelotas/RS. Os alunos tinham idade média igual a 24,3 ± 5,7 anos, sendo a maioria (59%) do sexo masculino. O instrumento utilizado foi criado pelos autores e era composto por 30 questões de múltipla escolha. O questionário era dividido em dois domínios (15 questões cada): anatomia-cinesiologia e princípios-métodos do TR. Os resultados mostraram que os escores obtidos na primeira e segunda coleta apresentaram reprodutibilidade moderada quando analisado o escore total (r= 0,80; Lin= 0,66; p<0,001) e no domínio de princípios e métodos (r= 0,68; Lin=0,59; p<0,001), indicando uma estabilidade estatisticamente significativa entre as duas medidas. No entanto, ao analisar os resultados do domínio anatomia e cinesiologia, o valor de concordância, apesar de significativo (p<0,001), é considerado fraco (Lin=0,32). Concluiu-se que o instrumento de medida de conhecimento apresentou níveis moderados de reprodutibilidade.
Mostrar mais

9 Ler mais

Manipulação da ordem dos exercícios na prescrição do treinamento resistido

Manipulação da ordem dos exercícios na prescrição do treinamento resistido

Contudo, estudos têm demonstrado que exercícios po- sicionados ao fi nal de uma sequência de exercícios resultam em menores repetições quando comparados com os mesmos exercícios realizados no início da sessão de treinamento, inde- pendente do grupamento muscular [5-8]. Além disso, Dias et al. [9], em um primeiro estudo prospectivo de oito semanas com 48 homens destreinados (18,7 ± 1,5 anos), compararam aleatoriamente três grupos: o primeiro iniciava os exercícios para grandes grupamentos e progredia para pequenos gru- pamentos musculares; o segundo realizava a série oposta; e o terceiro serviu como grupo controle. E constataram que os exercícios posicionados no início da sessão foram os que ob- tiveram maiores níveis de força muscular, quando comparado aos exercícios posicionados ao fi nal da sessão de treinamento,
Mostrar mais

5 Ler mais

Treinamento resistido reduz riscos cardiovasculares em idosas.

Treinamento resistido reduz riscos cardiovasculares em idosas.

Introdução: O envelhecimento humano aliado ao estilo de vida sedentário é marcado por alterações metabólicas com modificação na composição corporal, que repercutem diretamente na proteína C-reativa (PCR), sendo este um importante marcador de risco de doenças cardiovasculares (DCV). O treinamento resis- tido (TR) é um método muito utilizado na prevenção de doenças associadas ao envelhecimento. Objetivo: Avaliar os efeitos de oito semanas de TR sobre a composição corporal, força muscular e PCR em um grupo de idosas. Método: Foi realizado um estudo experimental com 10 idosas (63 ± 2 anos de idade). Para o ensaio de PCR, análises bioquímicas de hemograma e lipidograma completos foram coletadas amostras de sangue venoso periférico antes do exercício e 24 horas depois. Para medidas antropométricas calcularam-se índice de massa corporal (IMC), relação cintura/quadril (RCQ) e composição corporal. O TR foi realizado por Série Com- binada – Bi-Set. Para a análise estatística, primeiramente foi realizado o teste de normalidade de Shapiro-Wilk (p > 0,05) para testes paramétricos. As variáveis do grupo foram apresentadas como média e desvio padrão. Para variáveis de PCR, antropométricas, composição corporal e perfil lipídico foram realizados o teste t de Student, tanto anterior quanto posteriormente às oito semanas de treinamento. Para as amostras da evolução das cargas e médias do consumo alimentar foi realizado o teste One Way ANOVA e, quando necessário, o teste post hoc de Tukey. O nível de significância adotado foi de p ≤ 0,05. Resultados: Houve redução estatisticamente significativa (p = 0,02) para as concentrações séricas de PCR, o que significa uma redução de 70,96%, além de diminuir a massa gorda e aumentar a massa magra e a carga de treino após oito semanas. Conclusão: Oito semanas de TR reduziram as concentrações séricas de proteína C-reativa, assim como diminuíram a massa gorda e aumentaram o volume muscular, demonstrando ser uma estratégia eficiente para a diminuição dos fatores de riscos de doenças cardiovasculares.
Mostrar mais

5 Ler mais

Efeitos do treinamento resistido na lipoproteína de baixa densidade.

Efeitos do treinamento resistido na lipoproteína de baixa densidade.

Foi realizada uma busca no banco de dados da Biblioteca Nacio- nal de Medicina dos EUA (U.S. National Library of Medicine, incluindo a base de dados Medline e jornais científicos de biomedicina), em todas as línguas, utilizando as seguintes palavras-chave: ‘resistance exercíse’, ‘resistance training’, ‘weight training’, ‘weight lifting’, ‘power training’, ‘power lifting’, ‘bodybuilder’ associadas a ‘low density lipoprotein’. O período pesquisado foi de 1950 até maio de 2009. Com as palavras- chave ‘resistance exercíse’ e ‘low density lipoprotein’ foram encontra- dos 245 artigos; ‘resistance training’ e ‘low density lipoprotein’, 165 artigos; ‘weight training’ e ‘low density lipoprotein’, 404 artigos; ‘wei- ght lifting’ e ‘low density lipoprotein’, 46 artigos; ‘power training’ e ‘low density lipoprotein’, 36 artigos; ‘power lifting’ e ‘low density lipoprotein’, cinco artigos; e, finalmente, ‘bodybuilder’ e ‘low density lipoprotein’, apenas um artigo. Nessa revisão, após análise de todos esses artigos, foram incluídos 89 artigos originais, de revisão e metanálise de estu- dos randomizados e não randomizados envolvendo exercício resistido combinado com exercício aeróbio e apenas exercício resistido, sendo todos diretamente relacionados com os níveis de LDL-C, tornando essa revisão abrangente e concisa. Não houve critério de exclusão por idade, sexo ou etnia.
Mostrar mais

7 Ler mais

Show all 6899 documents...

temas relacionados