Top PDF Alterações ungueais nos pacientes portadores de insuficiência renal crônica em hemodiálise.

Alterações ungueais nos pacientes portadores de insuficiência renal crônica em hemodiálise.

Alterações ungueais nos pacientes portadores de insuficiência renal crônica em hemodiálise.

Realizado um estudo caso-controle, pareado por gênero e idade, onde 2 grupos foram estudados, com relação às alterações ungueais, existentes entre Agosto de 2005 e Julho de 2007. Foi utilizado um tamanho de amostra para um nível de significância de 5% e um poder de 80% por grupo estudado. Esse cálculo foi realizado, baseando-se na escassez de dados da literatura médica sobre a frequência das onicopatias nos pacientes com IRC que estejam sendo submetidos à HD.

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TERAPIA NUTRICIONAL EM PACIENTES PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA EM HEMODIÁLISE

TERAPIA NUTRICIONAL EM PACIENTES PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA EM HEMODIÁLISE

A Insuficiência Renal Crônica (IRC) é uma síndrome clínica de- corrente da perda lenta, progressiva e irreversível da função renal, incapacitando a regularização da homeostasia interna do organismo. Há várias opções de tratamento, dentre eles os processos dialíticos, a hemodiálise, tema do presente estudo; a Diálise Peritoneal Intermi- tente (DPI), a Diálise Peritoneal Ambulatorial Contínua (CAPD) e a Diálise Peritoneal Automática (DPA), cujo objetivo é manter a home- ostase do organismo e proporcionar melhor qualidade de vida ao indivíduo. O portador de IRC que realiza o tratamento dialítico é um indivíduo que para se manter vivo depende de hemodiálise, processo no qual um rim artificial (hemodialisador) é usado para depurar o sangue. O procedimento é capaz de remover o excesso de líquidos e metabólitos, mas não de substituir as funções endócrinas dos rins. Além disso, a terapia nutricional do portador de IRC é de extrema importância no controle dos níveis séricos de ureia, creatinina, potás- sio, sódio e na prevenção e tratamento de edemas, fundamentais para a recuperação e/ou manutenção do estado nutricional. Os cuidados dietéticos incluem inúmeras restrições alimentares, como proteína, potássio, fósforo e sódio. A ingestão de água deve ser rigorosamente controlada para manter o balanço hídrico e evitar o edema. Os proce- dimentos dialíticos determinam condições que exigem orientações dietéticas específicas para manter ou melhorar a condição nutricional dos pacientes. A sessão de hemodiálise é uma possibilidade para a equipe de saúde interagir com o paciente renal crônico e auxiliá-lo no suprimento de suas necessidades. O sucesso da terapia dialítica é essencialmente dependente da nutrição adequada, pois os resultados positivos na prática diária do tratamento contribuem ao usuário uma melhor qualidade de vida, nos limites que a doença impõe. Pa la vr as- chav e:
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Qualidade de vida de pacientes portadores de insuficiência renal crônica em tratamento de hemodiálise.

Qualidade de vida de pacientes portadores de insuficiência renal crônica em tratamento de hemodiálise.

Objetivo: Analisar a qualidade de vida de pacientes com insuficiência renal crônica, em tratamento de hemodiálise. Métodos: Trata-se de pesquisa quantitativa, realizada em uma clínica de diálise em Campinas, SP, através dos dados de identificação gerais dos sujeitos e aplicação do questionário WHOQOL-breve dividido em quatro domínios: físico, psicológico, social e meio ambiente. Foram analisados 20 sujeitos escolhidos aleatoriamente. Resultados: 75% homens e 25% mulheres, com predominância de pacientes na faixa etária de 40 - 60 anos, passando por hemodiálise, e índice menor entre os 20 e 40 anos. Observou-se, pela análise geral das médias dos domínios, que os pacientes lidavam melhor com os aspectos psicológicos, quando comparados aos demais âmbitos pesquisados. Conclusão: Os melhores resultados obtidos pertencem aos domínios psicológico e social, relacionados à crença na cura para a insuficiência renal crônica através de um transplante renal, proporcionando aos pacientes confiança no processo dialítico.
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Perfil das manifestações clínicas ocorridas com pacientes portadores de insuficiência renal crônica terminal submetidos à hemodiálise

Perfil das manifestações clínicas ocorridas com pacientes portadores de insuficiência renal crônica terminal submetidos à hemodiálise

e os que, após serem submetidos a transplante renal, dependem, para sua sobrevivência, de medicamentos de alto custo que freqüentemente não se encontram disponíveis na rede assistencial pública. De acordo com Casumano (2000), embora a etiologia da anemia que afeta os renais crônicos seja multicausal, o déficit de eritropoetina renal é a causa primária desta manifestação clínica tão freqüente neste pacientes, a reposição sistemática da eritropoetina recombinamte humana com a adequada suplementação de ferro reduz a necessidade de transfusão sanguínea, diminuindo a morbi-mortalidade e melhorando a qualidade de vida. Segundo Carvalho (2004), a retenção de fósforo em pacientes com IRC e diálise é o principal fator no desenvolvimento de calcificação vascular. O fósforo nestes indivíduos deve ser mantido abaixo de 5,5mg/dl, o cálcio abaixo de 9,5 mg/dl e o produto cálcio- fósforo abaixo de 55mg/dl, (NKF/DOQI, 2002). No presente estudo percebe-se que 48% dos pacientes tinham o fósforo acima do valor recomendado, 45% tinham o cálcio acima dos índices preconizados e 43% tinham o produto cálcio-fosforo também acima dos índices recomendados. Dentre as conseqüências da hiperfosfatemia citam-se o hiperparatireoidismo secundário, calcificações metastáticas, a osteíte fibrosa cística e a sua contribuição para a progressão da insuficiência renal. Além do mais estudos epidemiológicos mostram que alterações no produto cálcio-fósforo e o hiperparatireoidismo secundário estão associados a aumento da mortalidade cardiovascular e total entre os pacientes com IRC. Prevenção de retenção de fosfato com meios dietéticos e farmacológicos pode prevenir calcificação vascular (GANESH, 2001; CHERTOW, 2003; SEGAWA, 2005).
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Acesso venoso trans-hepático percutâneo para hemodiálise: uma alternativa para pacientes portadores de insuficiência renal crônica.

Acesso venoso trans-hepático percutâneo para hemodiálise: uma alternativa para pacientes portadores de insuficiência renal crônica.

de pacientes que necessitam de terapêutica hemodialítica, a demanda também será crescente por acessos venosos al- ternativos. As veias hepáticas mais utilizadas são a VHD e a veia hepática média. Dá-se preferência para a VHD por ser a mais periférica (mais próxima ao local de acesso da punção percutânea), ter trajeto maior e possuir uma porção superior mais horizontalizada na direção da VCI. Acredita- se que o posicionamento do cateter nessa posição diminua a possibilidade de deslocamento e migração 1 . Neste estudo,

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PERFIL AUDIOLÓGICO DE PACIENTES ADULTOS PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL EM TRATAMENTO COM HEMODIÁLISE

PERFIL AUDIOLÓGICO DE PACIENTES ADULTOS PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL EM TRATAMENTO COM HEMODIÁLISE

RESUMO: A influência da hemodiálise na perda auditiva ainda não é clara, as alterações metabólicas parecem estar associadas. Muitos estudos têm sido realizados no que diz respeito à suscetibilidade das células ciliadas a diversos distúrbios metabólicos, no entanto, a associação entre perda auditiva e insuficiência renal crônica permanece incerta. O objetivo desse estudo foi levantar o perfil audiológico de pacientes portadores de Insuficiência Renal Crônica submetido à hemodiálise, associados ou não a drogas ototóxicas. Participaram desse estudo 35 pacientes no total. Os pacientes foram submetidos aos seguintes exames. Audiometria tonal e Imitanciometria. Neste estudo, a incidência de perda auditiva em pacientes que realizam hemodiálise foi de 71%. Foi encontrada alteração auditiva neurossensorial de grau leve em 19 (27%) das orelhas com alteração e 6 (8.5%) com alteração auditiva neurossensorial de grau moderado. Destas alterações 5 (14%) dos pacientes apresentaram perda unilateral e 10 (29%) perda bilateral. Na pesquisa do Reflexo Acústico Estapediano 10 (29%) pacientes apresentaram ausência na via aferente ipsi e contralateral bilateralmente, 2 (6%) não apresentaram Reflexo Acústico Estapediano na via aferente ipsi e contralateral, exceto em 4KHZ contralateral bilateralmente.
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Manifestações bucais em pacientes portadores de insuficiência renal crônica - correlações...

Manifestações bucais em pacientes portadores de insuficiência renal crônica - correlações...

As Instituições participantes dispõem de equipes terapêuticas bastante completas compondo-se de psicoterapeutas, assistentes sociais, boa infraestrutura de enfermagem, além dos médicos especializados nessa área. Esses fatos devem sempre ser considerados ao analisar resultados de trabalhos clínicos desse tipo. O efeito da hemodiálise contínua sobre a saúde bucal, estado nutricional e bem estar social destes pacientes pode ser determinado por variáveis clínicas, mas estes não refletem a percepção de saúde da pessoa versus a doença (Kutner et al., 2010; Grasselli et al., 2012; Mazairac et al., 2012; Zabel et al., 2012; Chiang et al., 2013; Palmer et al., 2013; Sezer et al., 2013). Percepções dos pacientes sobre as consequências sociais e comportamentais de suas condições orais e seu tratamento desempenham um papel importante na forma como dispensam cuidados à saúde bucal. No Brasil devido ao tamanho de sua área demográfica e suas diferenças regionais fica claro que dependendo do local onde encontram-se os pacientes e de suas condições socioeconômicas a situação pode complicar-se muito mediante o diagnóstico e a espera por tratamento proposto até que se consiga um transplante.
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Avaliação da qualidade de vida de pacientes com insuficiência renal crônica em tratamento...

Avaliação da qualidade de vida de pacientes com insuficiência renal crônica em tratamento...

O desenvolvimento tecnológico ocorrido nas últimas décadas tem contribuído significativamente para o avanço na área da saúde. Na Nefrologia, estes avanços foram muito marcantes nos últimos 30 anos, melhorando a sobrevida e a qualidade de vida do paciente portador de insuficiência renal aguda e crônica (1). Na terapia renal substitutiva, destaca- se neste processo a utilização de sistema de purificação de água mais eficiente como osmose reversa, a produção de equipamentos mais seguros e o desenvolvimento de materiais biocompatíveis (membranas dialisadoras e circuitos extra-corpóreos). O aprimoramento das técnicas para acesso vascular e peritoneal e a criação de sistemas fechados para diálise peritoneal representaram avanços para as duas modalidades de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal. Atualmente, além de ter acesso ao tratamento dialítico de melhor qualidade, os pacientes portadores de insuficiência renal crônica também têm acesso a um arsenal medicamentoso mais específico para as complicações da doença renal crônica (1, 2). O resultado final destes avanços é uma melhor condição do paciente nos três tipos de tratamento disponíveis para a insuficiência renal crônica: a hemodiálise (HD), a diálise peritoneal (DP) e o transplante renal (Tx).
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TRANSPORTE DE HORMÔNIOS TIREOIDEANOS EM HEMÁCIAS DE PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA EM HEMODIÁLISE

TRANSPORTE DE HORMÔNIOS TIREOIDEANOS EM HEMÁCIAS DE PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA EM HEMODIÁLISE

A incidência e a prevalência da IRC estão aumentando mundialmente. Há cerca de 1 milhão e 200 mil pessoas sob tratamento dialítico. Somente nos Estados Unidos no ano de 2000 havia 372.000 pacientes renais crônicos requerendo terapia dialítica, e há uma expectativa para elevar-se para 650.000 no ano de 2010. A tendência na Europa e Japão tem prognóstico de curso similar (8, 9). No Brasil, são aproximadamente 54.500 pacientes dos quais 48.874 em hemodiálise e 5.649 em diálise peritonial. O número de pacientes em programa dialítico cresce no Brasil a média de 10% às custas de uma incidência de mais de 100 casos novos por milhão de habitante/ano. Na maioria dos países, o tratamento dialítico é feito por meio do sistema público de saúde. No Brasil, apenas 6% são financiados por seguros ou planos de saúde privados, e 94% são financiados pelo SUS, por meio de tabelas de remuneração de procedimentos (10). No Distrito Federal há sete hospitais públicos e sete centros de diálise para atender aos pacientes portadores de IRC. Em maio de 2003, estavam cadastrados 670 pacientes no Programa de Hemodiálise da Secretaria de Saúde. Destes, 559 (84,4%) são atendidos nos centros conveniados ao SUS, e os demais (16,5%) nos hospitais públicos (11).
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PREVALÊNCIA E FATORES DE RISCO PARA A HEPATITE VIRAL B EM PACIENTES SUBMETIDOS A HEMODIÁLISE NA CIDADE DE BELÉMPA – BRASIL

PREVALÊNCIA E FATORES DE RISCO PARA A HEPATITE VIRAL B EM PACIENTES SUBMETIDOS A HEMODIÁLISE NA CIDADE DE BELÉMPA – BRASIL

A exposição parenteral é a mais importante rota para a transmissão viral, pacientes portadores de insuficiência renal crônica, submetidos à hemodiálise, são considerados como população de alto risco para aquisição do VHB. Em alguns países, esta infecção tem sido controlada em centros de diálise pela aderência a práticas de controle de infecção específicas para hemodiálises, vacinação contra o VHB e redução da necessidade de hemotransfusão nas unidades de hemodiálise após o emprego terapêutico de eritropoetina (SOUSA JUNIOR, 2004; FERREIRA, 2006). Além disso, a segregação de pacientes HBsAg positivos pode desempenhar um importante papel no controle da infecção (AJLOUNI, 2008).
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QUALIDADE DE VIDA EM PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA QUE REALIZAM HEMODIÁLISE

QUALIDADE DE VIDA EM PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA QUE REALIZAM HEMODIÁLISE

A presença de uma doença crônica está associ- ada à piora da qualidade de vida de uma população (VALDERRÁBANO, JOFRE, LÓPEZ-GÓMEZ, 2001; MORENO, LÓPEZ GOMEZ, SANZ-GUA- JARDO, JOFRE, VALDERRÁBANO, 1996). Al- guns autores demonstraram redução da qualidade de vida de pacientes com insuficiência renal, quan- do comparados à população geral (MEYER, ES- PINDLE, DEGIACOMO, CONSTANCE, KUR- TIN, DAVIES, 1994; MINGARD, et al, 1999). Os resultados desse estudo evidenciaram comprometi- mento nas diferentes dimensões analisadas pelo questionário SF-36, sendo que os menores valores médios foram observados nas dimensões aspectos físicos e saúde mental, reforçando a necessidade deste tipo de indivíduos participarem de programa de reabilitação física e psicológica, aliada ao trata- mento farmacológico convencional.
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Adequação dialítica e estado nutricional de indivíduos em hemodiálise / Dialitical adequacy and nutritional status of hemodialysis individuals

Adequação dialítica e estado nutricional de indivíduos em hemodiálise / Dialitical adequacy and nutritional status of hemodialysis individuals

Introdução: Pacientes portadores de doença renal crônica em hemodiálise apresentam risco elevado para desenvolver distúrbios nutricionais, havendo uma forte relação entre estado nutricional, qualidade de vida e mortalidade com adequação dialítica. Objetivo: Avaliar o estado nutricional e adequação dialítica entre indivíduos portadores de doença renal crônica em hemodiálise. Métodos: estudo transversal realizado com 110 pacientes em hemodiálise na cidade de Recife - PE, em 2016. O estado nutricional foi avaliado pelo Índice de Massa Corporal (IMC), adequação da circunferência do braço (CB), circunferência da cintura (CC). A adequação dialítica foi avaliada pelos métodos da Cinética da Uréia (Kt/V) e Percentual de Remoção da Ureia (PRU). Resultados: A desnutrição esteve prevalente em 17,3% e 53,7% pelo IMC e CB, respectivamente, com piores indicadores no sexo masculino. O excesso de peso apresentou taxas de 33,7% e 9% pelo IMC e CB 64,5% da amostra apresentou algum risco de desenvolver doenças metabólicas. A eficiência de diálise demonstrou que, aproximadamente, metade da população recebe tratamento insuficiente: 48,6% pelo Kt/V e 55% pelo PRU, com melhores valores no sexo feminino. Conclusões: Observou-se altas taxas de desnutrição e de insuficiência dialítica, variando de acordo com o método utilizado.
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Open Alterações bucais e parâmetros salivares em pacientes portadores de doença renal crônica em hemodiálise

Open Alterações bucais e parâmetros salivares em pacientes portadores de doença renal crônica em hemodiálise

Atassi (2002) em estudo transversal com 90 pacientes em diálise realizado para avaliar o cuidado às práticas de higiene bucal e as razões para a procura de tratamento odontológico entre esses pacientes, avaliou o índice de placa e o índice gengival. Os participantes foram divididos em três grupos com base no tempo que estiveram em diálise renal. O primeiro grupo eram os pacientes com menos de um ano de diálise, o segundo grupo um até três anos de diálise e o terceiro grupo em diálise há mais de três anos. O resultado mostrou diferença significativa em ambos os índices entre o primeiro e o segundo grupo e entre o primeiro e o terceiro grupo, nenhuma diferença significativa foi encontrada entre os segundo e terceiro grupos. As práticas de cuidados orais eram negligenciadas e inadequadas entre esses indivíduos, devido a maior preocupação com a doença renal crônica. O estresse provocado pelas restrições alimentares e de ingestão de água pode estar relacionada com a condição sistêmica de extrema ansiedade e depressão encontrada nestes pacientes.
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Religiosidade e qualidade de vida de pacientes com insuficiência renal crônica em hemodiálise.

Religiosidade e qualidade de vida de pacientes com insuficiência renal crônica em hemodiálise.

IRC de um hospital da região oeste do esta- do de Santa Catarina que o domínio relações sociais apresentou as maiores médias. Os do- mínios físicos e psicológicos apresentaram os menores percentuais de médias. No domínio físico, o comprometimento se justiica pela cronicidade da doença, que resulta em di- versos comprometimentos osteomioarticu- lares. No domínio psicológico, observou-se uma percepção negativa para QV, manifesta- da por meio das alterações comportamentais. Os pacientes declararam a existência de sen- timentos negativos, alterações de sono e con- centração, insatisfação consigo mesmo (au- toconceito), com a aparência (autoimagem) e com a situação de portador de patologia crônica. Também os aspectos desesperança, ansiedade, depressão e autoconceito resulta- ram em níveis negativos no sentido de piorar seu quadro emocional, naquele estudo.
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Influência do tratamento periodontal sobre os níveis da proteína c-reativa ultrassensível em pacientes com insuficiência renal crônica em fase de prétransplante

Influência do tratamento periodontal sobre os níveis da proteína c-reativa ultrassensível em pacientes com insuficiência renal crônica em fase de prétransplante

Dentre as alterações bucais relatadas pelos participantes da pesquisa na entrevista realizada no início do trabalho, destacaram-se as alterações do paladar, referentes a 53,5% da amostra, e a halitose, relatada por 48,3% dos indivíduos avaliados. Estes resultados estão em consonância com os achados de Bots et al. (2006), nos quais 31,7% dos dialíticos revelaram que sentiam alteração do paladar, e de Dirschnabel et al. (2011), que constataram a presença de gosto metálico em 28,2% da amostra. Estes autores afirmaram que as alterações do paladar podem ser causadas pelo uso de diversos tipos de medicamentos, pelas mudanças no fluxo e composição salivar e pelos próprios distúrbios metabólicos causados pela doença renal. A xerostomia também pode ser a causa da halitose observada frequentemente nestes pacientes. Outras causas seriam a higiene oral deficiente e a presença de microrganismos bucais que metabolizam a uréia presente na saliva, liberando amônia (SOUZA et al., 2008). Dados obtidos na literatura demonstram alta prevalência da halitose, correspondendo a 57,2% dos pacientes em hemodiálise no estudo de Gurkan et al. (2007), 60,7% dos doentes avaliados por Souza et al. (2008) e 31% da amostra no estudo de Malekmakan et al. (2011).
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Efetividade de um programa educacional voltado para a prática de atividade física em pacientes com insuficiência renal crônica em hemodiálise MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO NAS PROFISSÕES DA SAÚDE

Efetividade de um programa educacional voltado para a prática de atividade física em pacientes com insuficiência renal crônica em hemodiálise MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO NAS PROFISSÕES DA SAÚDE

Em todos os métodos dialíticos o paciente apresenta importantes alterações na sua vida social. Nos pacientes em hemodiálise isto é ainda mais significativo porque este método, normalmente realizado em ambiente próprio em unidades de hemodiálise, exige frequentes afastamentos do ambiente familiar e da rotina de vida, uma vez que cada sessão de hemodiálise dura quatro horas e deve ser feita três vezes por semana. Além disso, ainda se estabelece uma relação de dependência a uma máquina, a uma equipe especializada e à obrigatoriedade de aceitar e assumir um esquema terapêutico rigoroso para manutenção de sua vida. 20 A própria aderência ao tratamento e suas variáveis, como tomada de medicamentos e autocuidado dos pacientes hemodialisados parece ser bastante frágil. Em trabalho publicado em 2001, Kutner demonstrou que mais que 50% dos pacientes em hemodiálise não foram aderentes ao tratamento de alguma maneira, em período de observação de 1 mês. 21
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Alterações fisiológicas, , neuroendócrinas e suas correlações com as variações da pressão arterial, durante a hemodiálise, em pacientes com insuficiência renal crônica

Alterações fisiológicas, , neuroendócrinas e suas correlações com as variações da pressão arterial, durante a hemodiálise, em pacientes com insuficiência renal crônica

Logo depois, procedia-se à punção da fístula artério-venosa, com duas agulhas número 16, marca BD. Nesse momento, uma farmacêutica do laboratório central do HUWC-UFC, retirava 10 ml de sangue total, para as dosagens de endotelina-1, nitritos e nitratos e peptídio natriurético (BNP). Concomitantemente, eram recolhidos, em outro tubo, 10 ml de sangue total para dosagens de adrenalina, noradrenalina, dopamina. Em outro tubo, eram colhidos 10 ml de sangue total para as dosagens de hematócrito (Ht), hemoglobina, (Hb), uréia (Ur), creatinina (Cr), albumina (Alb), reserva alcalina (RA), Na + , K + , Cl - , Mg + , Ca ++ , calcio iônico (Cai). Os tubos eram, então, colocados em um isopor com gelo e transportados para o Laboratório Central do HUWC, para serem centrifugados durante 15 minutos a 3000 rpm a 4-5ºC (centrífuga refrigerada). De um dos tubos de 10 ml separava-se o soro para os exames hematológicos e bioquímicos, realizados no mesmo laboratório. Das duas amostras de 10 ml restantes, uma servia para a preparação de alíquotas de 500 microlitros de plasma, para as dosagens de endotelina1, nitritos e nitratos, BNP; e a outra, para a preparação de alíquotas de 500 microlitros destinadas às dosagens de adrenalina, noradrenalina e dopamina. Os tubos de Eppendorf eram identificados com as iniciais do paciente, data da coleta, momento da coleta, (tubos pré e pós hemodiálise de cada alíquota). Logo a seguir, eram armazenadas em freezer a -70°C.
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ANÁLISE DA FLEXIBILIDADE EM PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA QUE NÃO REALIZAM HEMODIÁLISE

ANÁLISE DA FLEXIBILIDADE EM PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA QUE NÃO REALIZAM HEMODIÁLISE

A diminuição da elasticidade e da estrutura dos tecidos conjuntivos são alterações fisiológicas de- correntes do envelhecimento, sendo assim a flexibi- lidade diminui com a idade (ACHOUR Jr., 2004). Os indivíduos de nosso estudo apresentaram flexi- bilidade fraca, segundo a classificação de Pollock (1986). Este resultado, provavelmente está relacio- nado ao comprometimento osteomuscular que os indivíduos com insuficiência renal crônica apresen- tam (DAUGIRDAS e ING, 1996).

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Relação da temperatura da solução de diálise e a hipotensão arterial sintomática observada durante sessões de hemodiálise em pacientes com insuficiência renal crônica.

Relação da temperatura da solução de diálise e a hipotensão arterial sintomática observada durante sessões de hemodiálise em pacientes com insuficiência renal crônica.

A insuficiência renal crônica (IRC) resulta de uma progressiva perda de néfrons, que são as unidades funcionais dos rins; durante esse processo os néfrons remanescentes sofrem alterações para adaptação nas suas funções secretoras, reabsortivas e metabólicas, com a finalidade de manter um relativo equilíbrio no meio interno do organismo. Apesar dessa tentativa, ocorre o que se chama de azotemia, que são alterações bioquímicas nos níveis sangüíneos de uréia, creatinina e outras substâncias nitrogenadas que normalmente são excretadas através da urina e estão retidas na insuficiência renal. O termo uremia descreve as alterações clínicas resultantes dessa doença (1).
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Alterações ecocardiográficas em pacientes com insuficiência renal crônica em programa de hemodiálise.

Alterações ecocardiográficas em pacientes com insuficiência renal crônica em programa de hemodiálise.

ter etiologia comum, e a insuficiência cardíaca pode levar à uremia pré-renal; por sua vez, a diminuição da função renal pode gerar anemia, o que leva a maiores danos cardíacos. A correção do hematócrito com o emprego da eritropoietina gerou benefícios clínicos (melhora da classe funcional e redução da necessidade de diuréticos) e morfofisiológicos (melhora no remodelamento e na função ventricular esquerda) 9 .

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