Top PDF Alvenaria estrutural de blocos de concreto celular autoclavado e blocos de concreto - influência da junta vertical na resistência à compressão de prismas

Alvenaria estrutural de blocos de concreto celular autoclavado e blocos de concreto - influência da junta vertical na resistência à compressão de prismas

Alvenaria estrutural de blocos de concreto celular autoclavado e blocos de concreto - influência da junta vertical na resistência à compressão de prismas

Os blocos separados conforme a NBR 6136 (1980), devem ser ensaiados secos ao ambiente do laboratório. Para a regularização das faces de trabalho dos corpos de prova, devem ser utilizadas pastas ou argamassas capazes de apresentarem no momento do ensaio, resistência às compressão em corpos de prova cilíndricos de diâmetro de 50 mm e altura de 100 mm, superior à prevista para o bloco a ensaiar. Podem ser utilizadas pastas ou argamassa à base de gesso, enxofre, cimento, pozolana ou quaisquer outros materiais granulares que atendam aos requisitos de uniformidade e resistência exigidos. A pasta deve ser colocada sobre o molde de capeamento, cuja superfície não deve se afastar do plano mais que 8 x 10 -2 mm para cada 4 x 10 -2 mm, previamente untado com leve camada de óleo. Esta superfície deve ser suficientemente rígida e estar apoiada de modo a evitar deformações visíveis durante a operação de capeamento. Comprime-se a superfície a ser capeada de encontro à pasta ou argamassa, obrigando as faces laterais do bloco a ficarem perpendiculares à referida superfície, com tolerância máxima de ±5°. O capeamento deve apresentar-se plano e uniforme no momento do ensaio, não sendo permitidos remendos. A espessura média do capeamento não deve exceder 3 mm.
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INFLUÊNCIA DO CAPEAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DA RESISTÊNCIA A COMPRESSÃO DE ALVENARIA ESTRUTURAL DE BLOCOS DE CONCRETO

INFLUÊNCIA DO CAPEAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DA RESISTÊNCIA A COMPRESSÃO DE ALVENARIA ESTRUTURAL DE BLOCOS DE CONCRETO

Esse tópico é motivado pela constatação de que existem poucos parâmetros para o dimensionamento à compressão de alvenaria estrutural de blocos de concreto, considerando as várias opções de resistência e grauteamento, em especial para blocos de maior resistência (acima de 12 MPa) cujo uso tem se tornado corrente no Brasil. A partir de levantamento nacional realizado em parceria com a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), foi também possível constatar nem sempre ensaios de prismas são efetivamente realizados nos controles de obras executadas nas diferentes regiões do Brasil.
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Desenvolvimento das técnicas de produção de blocos de concreto para alvenaria estrutural na escala (1:4)

Desenvolvimento das técnicas de produção de blocos de concreto para alvenaria estrutural na escala (1:4)

As comparações acima mostram a necessidade de um maior número de ensaios para validação de uma conclusão mais precisa, para o caso da resistência à compressão. Deste modo fica clara a influência da argamassa na dispersão dos resultados, já que para alguns traços a igualdade foi verificada. Outro fato no mínimo curioso é que o Traço 4 e 5 que para a unidade apresentaram valores iguais, para os prismas esta premissa não ocorreu. Isto pode ter ocorrido porque ambos foram moldados no mesmo dia, começando pelo Traço 4, e assim com a adição de água na da fabricação dos prismas a argamassa pode ter perdido resistência, diferenciando assim este comportamento para os Traços 4 e 5.
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Estudo da resistência e da deformabilidade da alvenaria de blocos de concreto submetida...

Estudo da resistência e da deformabilidade da alvenaria de blocos de concreto submetida...

Os valores apresentados na tabela acima mostram as resistências médias à compressão dos 6 prismas de cada série de paredes (2 prismas para cada parede). As séries moldadas com blocos do tipo 1 apresentaram variações de resistência à compressão desprezíveis ao variar os tipos de argamassa utilizados. Porém, pode-se perceber que os valores de resistência à compressão obtidos durante os ensaios finais distanciaram-se muito dos valores previstos teoricamente para os prismas que utilizaram o bloco do tipo 2. Esta ocorrência pode ter como motivo o uso de blocos de resistência à compressão muito elevada se comparada à resistência à compressão da argamassa. Desta forma, o esmagamento da argamassa ocorreu muito precocemente, fato este observado durante os ensaios. Com isso, comprova-se a observação de DRYSDALE et al. (1994), a respeito do aumento da influência da resistência à compressão da argamassa na resistência à compressão da alvenaria conforme se aumenta a resistência da unidade.
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Desenvolvimento de uma nova concepção geométrica para os blocos de concretos não modulares para alvenaria estrutural.

Desenvolvimento de uma nova concepção geométrica para os blocos de concretos não modulares para alvenaria estrutural.

componentes, por meio dos ensaios laboratoriais de blocos, prismas e paredes. Como, normalmente, os ensaios em paredes têm maior complexidade e dificuldade de realização, a norma NBR 15961-2 (ABNT, 2011b) permite a utilização de prismas de dois blocos intercalados por uma junta de argamassa. Esse tipo de prisma sofre grande influência das interfaces de aplicação de carga, devido ao atrito, e não possui junta vertical de argamassa, o que torna a correlação entre a resistência da parede pelo prisma, muitas vezes, aproximada. Para o sistema aqui apresentado, o controle tecnológico do comportamento da parede deverá ser realizado por intermédio de ensaios à compressão de uma pequena parede de 60 cm x 60 cm, bem mais simples de ser empregado, com três fiadas e com a presença da junta vertical de argamassa, como mostra a Figura 25. Esse tipo de componente é mais realístico com uma parede real, ainda mais no sistema que está sendo proposto, devido à coincidência das paredes longitudinais e transversais entre os blocos.
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Evolução da resistência à compressão de prismas de blocos de concreto: análise experimental e modelagem matemática

Evolução da resistência à compressão de prismas de blocos de concreto: análise experimental e modelagem matemática

E ste trabalho apresenta um estudo experimental com o objetivo de avaliar a evoluçã o da resistê ncia à compressã o da alvenaria estrutural, ao longo das idades, atravé s do estudo da resistê ncia de primas, constituídos por dois blocos estruturais de concreto e propor um modelo matemá tico capaz de estimar a resistê ncia à compressã o dos prismas em diferentes idades. Para tanto, foram realizados ensaios de resistê ncia à compressã o e mó dulo de deformaçã o de prismas nã o grauteados e grauteados, em idades de 7, 14 e 28 dias, utilizando blocos de trê s diferentes resistê ncias, dois tipos de argamassa de assentamento industrializada e dois traços de graute, totalizando 12 diferentes tipos de prismas. A demais, nas referidas idades, a argamassa e o graute foram avaliados quanto à resistê ncia à compressã o e ao mó dulo de deformaçã o. T ambé m foi avaliada a evoluçã o da resistê ncia da argamassa de assentamento, em funçã o do mé todo de moldagem e forma dos corpos de prova. A crescenta-se que os prismas foram avaliados a respeito da interferê ncia das suas dimensões nominais e efetivas no resultado do ensaio de resistê ncia à compressã o.
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Resistência e deformabilidade de blocos vazados de concreto, prismas e paredes e...

Resistência e deformabilidade de blocos vazados de concreto, prismas e paredes e...

O objetivo deste trabalho é identificar e correlacionar as propriedades mecânicas do concreto e da argamassa de assentamento com o comportamento estrutural de blocos vazados de concreto, prismas e paredes, por meio de modelagem física e numérica. Realizou-se detalhada investigação experimental, recorrendo à premissa metodológica de se utilizar um mesmo concreto, de consistência plástica, para a moldagem de blocos vazados e corpos-de- prova cilíndricos, para assegurar propriedades idênticas dos materiais em cada série de ensaios. Analisou-se o efeito de confinamento que se apresenta nos ensaios de blocos isolados, o qual induz uma distribuição não-uniforme de deformações e acarreta aumento da sua capacidade resistente em relação à resistência à compressão do concreto. Em ensaios nos quais se reduziu o efeito de confinamento, constatou-se que os blocos apresentam menor capacidade resistente e alteração do modo de ruína, decorrente da distribuição mais uniforme das deformações, similar àquela que se observa nos blocos centrais dos prismas e paredes. Analisou-se também a influência do efeito de confinamento e do processo de cura das juntas de argamassa e se associou parâmetros indicativos do seu comportamento à capacidade resistente e ao modo de ruína de prismas e paredes. As propriedades mecânicas dos materiais, obtidas experimentalmente, foram implementadas em um modelo numérico de elementos finitos, que se mostrou capaz de representar o comportamento dos diversos elementos de alvenaria submetidos à compressão, com boa predição da resistência, deformabilidade e modo de ruína. Com base nos resultados numéricos e experimentais, estabeleceu-se um modelo de interpretação da distribuição de tensões e deformações nos blocos vazados de concreto, o que resultou na recomendação de um procedimento para determinação de sua rigidez axial. Associou-se também o efeito da resistência e da deformabilidade da argamassa no comportamento estrutural dos prismas e paredes. Correlações e formulações algébricas foram estabelecidas para análise do comportamento e previsão quantitativa da resistência e da deformabilidade de blocos, prismas e paredes.
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Influência do uso de aditivo retentor de água à base de éter de celulose nas propriedades das argamassas de assentamento em alvenaria estrutural de blocos de concreto.

Influência do uso de aditivo retentor de água à base de éter de celulose nas propriedades das argamassas de assentamento em alvenaria estrutural de blocos de concreto.

Tanto os prismas de 3 blocos (ensaio à compressão) como os miniprismas (ensaio à flexão) foram curados ao ar, em laboratório, por um período de 28 dias, quando então foram submetidos ao carregamento. Vale destacar que os blocos de topo e base dos prismas de 3 blocos foram previamente capeados com pasta de cimento para minimizar eventuais efeitos de concentração de carga. Os miniprismas foram capeados com pasta de gesso dois dias antes do ensaio para melhorar o contato com as bases de apoio. Antes da aplicação de carga nos prismas de alvenaria foram feitos ensaios de cravação pneumática de pinos para a estimativa da resistência à compressão das juntas de alvenaria (Figura 4a). Após a leitura das profundidades de cravação obtidas nas juntas superiores e inferiores foram instalados dispositivos de fixação para relógios comparadores analógicos com precisão de milésimo de milímetro (Figura 4b) para a determinação do módulo de deformação dos prismas.
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ANÁLISE DA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO DE PRISMAS DE BLOCO ESTRUTURAL DE CONCRETO PRODUZIDOS NA CIDADE DE SINOP-MT

ANÁLISE DA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO DE PRISMAS DE BLOCO ESTRUTURAL DE CONCRETO PRODUZIDOS NA CIDADE DE SINOP-MT

Neste contexto podemos observar a importância da fabricação dos blocos seguindo normativas e, além disso, por esse método ser uma técnica construtiva racional, faz- se necessário um conhecimento do comportamento de todos os componentes. Ramalho e Corrêa (apud VIAPIANA, 2009, p. 18) afirma que os blocos são os principais componentes da alvenaria estrutural, e classifica-os como: vazados ou maciços, podendo ser produzidos com: argila, concreto ou silicato de cálcio. O autor faz referencias à argamassa no sentido de ter como função a união dos blocos e também de absorver e distribuir as tensões e deformações respectivamente. Já o graute, que é um concreto com alta fluidez, tem função de preencher os vazios dos blocos e proporcionar aderência da armadura com blocos.
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Estudo comparativo da resistência à compressão de prismas de blocos de EPS – ICF com blocos de concreto Comparative study of resistance to compression EPS – ICF blocks prisms with concrete blocks

Estudo comparativo da resistência à compressão de prismas de blocos de EPS – ICF com blocos de concreto Comparative study of resistance to compression EPS – ICF blocks prisms with concrete blocks

Como qualquer outro método construtivo, na alvenaria estrutural também apresenta suas vantagens e desvantagens. No sistema com construção de blocos de EPS – ICF não é diferente. Segundo Tavarez (2011) alvenarias autoportantes possuem vanagens construtivas como a exclusão de formas para vigas e pilares, redução de mão de obra, facilidade construtiva, otimas caracteristicas de isolamento e por se tratar de uma construção racionalizada proporciona maior rapidez na execução da obra. A Tabela 4 exibe alguns tópicos do sistema construtivo.
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Desempenho estrutural de paredes de alvenaria de blocos de concreto de agregados...

Desempenho estrutural de paredes de alvenaria de blocos de concreto de agregados...

Os rejeitos de construção e demolição representam, atualmente, grande volume de material desperdiçado no canteiro de obra e fábricas de pré-moldados de concreto. A necessidade da reciclagem para o desenvolvimento auto-sustentável, de materiais produzidos a partir dos rejeitos de construção, é de grande importância sob o impacto ambiental, além de proporcionar economia aos construtores e produtores de artefatos de cimento. Ensaios de concretos e argamassas, utilizando agregado reciclado, resultam bom desempenho mecânico e são relativamente mais leves quando comparados aos respectivos materiais utilizando agregados naturais. A fabricação de blocos de concreto com função estrutural, produzido com agregados reciclados de fração entre 2,4mm e 9,5mm, combinada à fração miúda de agregados naturais, possibilitam a execução de edifícios de pequena altura. A utilização da fração miúda reciclada, na preparação de argamassas de assentamento e revestimento, apresenta comportamento eficiente ao conjunto alvenaria-argamassa. A caracterização dos agregados, o estudo de traço, a análise do desempenho físico e mecânico dos blocos, prismas e paredes de alvenaria estrutural, bem como correlações de eficiência e análise da influência da argamassa de assentamento e de revestimento em relação à resistência de aderência à tração, é uma necessidade para o conhecimento e utilização deste material.
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Influência do graute e da taxa de armadura no comportamento à compressão da alvenaria de blocos de concreto.

Influência do graute e da taxa de armadura no comportamento à compressão da alvenaria de blocos de concreto.

Este trabalho apresenta uma investigação experimental do comportamento estrutural, resistência à compressão axial e deformabilidade, da alve- naria de bloco de concreto em função da variação da resistência dos blocos e graute e da taxa de armadura. Os prismas de três iadas de altura, construídos com blocos de 8,5 e 15,0 MPa, foram ensaiados ocos e preenchidos com grautes de 17,0 e 30,0 MPa. Além destes, também foram ensaiados prismas e paredes armadas com taxas de 0,15%, 0,40% e 1,0%. Com os resultados foi possível mensurar a variação da resistência e os diagramas tensão-deformação da alvenaria com a inserção destes componentes (graute e armadura), fornecendo parâmetros para melhor avaliação de seu desempenho para projeto. Entre as conclusões, pode-se airmar que o aumento da resistência à compressão das alvenarias não é proporcional ao aumento de área pelo grauteamento e que é baixa a eiciência da presença de armaduras para aumento da resistência a compressão. São disponibilizados os diagramas tensão-deformação para as várias combinações de materiais.
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AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ESTRUTURAL DE PAINÉIS DE ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO REFORÇADOS COM PRFC

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ESTRUTURAL DE PAINÉIS DE ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO REFORÇADOS COM PRFC

O objetivo deste trabalho foi analisar o desempenho estrutural de painéis de alvenaria de blocos de concreto reforçados com polímero reforçado com fibras de carbono (PRFC). A justificativa dessa análise embasa-se no fato que o método construtivo em alvenaria estrutural não permite alterações em sua concepção arquitetônica, uma vez que os próprios elementos de vedação são elementos estruturais, necessitando então de estudos que indiquem a viabilidade técnica do reforço das paredes com PRFC para solução desse problema. Para isso, além da resistência, tal análise se concentrou em avaliar a variação da rigidez de painéis não reforçados e posteriormente reforçados, submetidos a um carregamento de compressão uniformemente distribuído equivalente a 60 % da carga prevista de ruptura e posteriormente à ruptura. Dentre diversas combinações de parâmetros interferentes no resultado, optou-se em focar a análise das interações entre a quantidade de faixas de PRFC e as posições de aplicação. Além da análise numérica e experimental dos painéis não reforçados, também foram ensaiados blocos e prismas reforçados com PRFC que serviram de parâmetro para melhor entendimento do sistema de reforço em alvenaria. Por fim, verificou-se a eficiência do uso de PRFC no reforço da alvenaria estrutural, conhecendo a influência do número de faixas de reforço e sua posição ideal de aplicação.
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Uso de agregados reciclados de concreto em blocos de alvenaria estrutural

Uso de agregados reciclados de concreto em blocos de alvenaria estrutural

A pesquisa teve como objetivo principal avaliar a incorporação de agregados reciclados de concreto em blocos estruturais de concreto para três classes de resistência (4,5 MPa, 8,0 MPa e 12,0 MPa). O estudo foi desenvolvido basicamente em quatro etapas. A primeira etapa consistiu na análise das propriedades físicas de agregados miúdos e graúdos reciclados de concreto originários de uma fábrica de pré-moldados. Na segunda etapa, foram analisadas as propriedades físicas e mecânicas de corpos-de-prova cilíndricos produzidos com concreto de consistência seca utilizando-se dois tipos de agregados reciclados previamente avaliados. O objetivo foi definir um intervalo de correlação entre a resistência à compressão de corpos-de-prova e blocos, verificar preliminarmente a influência dos agregados reciclados sobre as propriedades físicas e mecânicas e determinar os traços para a próxima etapa. Para a terceira etapa, foi avaliada a viabilidade técnica da produção de blocos com agregados reciclados através da análise de propriedades físicas e mecânicas, sendo também avaliada a viabilidade econômica pela proposição de algumas alternativas para reciclagem. De maneira geral, independentemente do grupo de resistência avaliado, todas as unidades com agregados graúdos reciclados cumpriram os requisitos estabelecidos; já para o estudo econômico, todas as hipóteses atestaram a viabilidade da produção de unidades com agregados reciclados com custos de produção e comercialização inferiores aos das unidades comumente produzidas. Finalmente, a quarta etapa, consistiu na avaliação da retração por secagem em miniparedes, resistência à compressão e módulo de deformação de elementos (prismas e miniparedes) produzidos com as unidades da etapa anterior. Em função dos resultados obtidos, pode-se afirmar que apenas a propriedade de retração por secagem foi afetada pelas unidades com agregados reciclados; nesse caso, a redução da distância entre juntas de controle foi considerada uma medida suficiente para minimizar os efeitos da retração por secagem.
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Comparação dos sistemas de alvenaria de vedação: bloco de concreto celular autoclavado x bloco cerâmico

Comparação dos sistemas de alvenaria de vedação: bloco de concreto celular autoclavado x bloco cerâmico

Este trabalho busca comparar os sistemas de alvenaria de vedação feitos com bloco de concreto celular autoclavado, BCCA, com os feitos de bloco cerâmico sob a perspectiva dos aspectos mecânicos. Avaliou se, por meio de ensaios laboratoriais, a resistência à compressão simples dos blocos, dos prismas e das paredes. Neste estudo foram avaliados dois tipos de argamassa: argamassa industrializada e argamassa dosada em obra com o traço 1:3:8 (cimento:cal:areia). A determinação do comportamento mecânico foi feita por meio dos seguintes ensaios: resistência à compressão dos blocos; resistência à compressão dos prismas; resistência à compressão das paredes; resistência à tração na flexão da argamassa; resistência à compressão axial da argamassa e impacto de corpo duro. Foram utilizados para os ensaios: blocos CCA de dimensões de 12,5 cm x 30 cm x 60 cm (espessura x altura x comprimento), blocos cerâmicos de dimensões de 14 cm x 19 cm x 29 cm (espessura x altura x comprimento), argamassa industrial e argamassa dosada em obra com o traço 1:3:8 (cimento, cal e areia). O sistema BCCA apresentou resistência à compressão superior ao sistema de bloco cerâmico. A utilização de argamassa industrial nos sistemas estudados mostrou maior eficiência e comportamento mais uniforme em relação à resistência à compressão. O sistema BCCA com a utilização de argamassa industrial apresentou desempenho melhor que os demais sistemas em relação aos aspectos analisados. O sistema BCCA apresentou conformidade com as exigências normativas sob os aspectos analisados. O sistema de bloco cerâmico não apresentou conformidade com as exigências normativas sob os aspectos analisados.
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BLOCOS CERÂMICOS PARA ALVENARIA DE VEDAÇÃO BLOCOS CERÂMICOS PARA ALVENARIA ESTRUTURAL

BLOCOS CERÂMICOS PARA ALVENARIA DE VEDAÇÃO BLOCOS CERÂMICOS PARA ALVENARIA ESTRUTURAL

 Armazenar preferencialmente próximo ao local de transporte vertical ou de uso.  Armazenar separado por tipo de bloco (largura, comprimento e espessura).  Sempre que possível, deixar à vista a face com a indicação EST (estrutural).  No caso de armazenamento em lajes, verificar sua capacidade de carga para

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Resistência e deformabilidade de blocos vazados de concreto e suas correlações com...

Resistência e deformabilidade de blocos vazados de concreto e suas correlações com...

Ensaiaram-se blocos vazados de concreto com dimensões nominais de 200 x 200 x 390 mm, com relação entre a área líquida e área bruta igual a 0,54. Os corpos-de- prova foram extraídos da unidade e ensaiados obtendo-se a resistência do concreto (material constituinte do bloco) e suas propriedades mecânicas. Ensaiaram-se 10 CPs com relação altura/comprimento variando entre 1:1 e 2:1, permanecendo a espessura (e sua geometria) com a mesma inclinação encontrada nos blocos. A resistência à compressão média foi de 18,4 MPa. A Figura 2.4 apresenta as curvas tensão- deformação obtidas a partir do ensaio de três corpos-de-prova, com instrumentação colocada na face interna e externa. Os autores evidenciam a mudança de comportamento das curvas quando as deformações são medidas na parte externa ou interna (que possui inclinação em torno de 2%). As curvas apresentam um trecho linear seguido de um trecho com não-linearidade até se atingir a tensão máxima. Os trechos lineares mais extensos são os das curvas nas quais a medição foi realizada na parte externa.
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Avaliação experimental do fenômeno de retração em alvenaria de blocos de concreto.

Avaliação experimental do fenômeno de retração em alvenaria de blocos de concreto.

Sobre as medidas laterais, os resultados dos ensaios mostram que não houve diferença entre a realização do ensaio com blocos ou prismas, como pode ser visto na Tabela 17. Já as medições de topo, realizadas apenas em prismas, os resultados não são válidos devido à falhas no procedimento de se fazer as medidas, especialmente da obtenção da primeira medida com a peça saturada. O corpo-de-prova foi retirado da água e utilizou-se um pano seco para tirar o excesso de água de toda a peça. Esse procedimento mostrou-se inadequado, pois ao retirar o excesso de água, o corpo-de- prova já começava a retrair consideravelmente. Nas fases seguintes adotou-se como padrão retirar a peça da água, secar apenas as pastilhas de topo e inserir o corpo-de- prova “pingando” no aparelho comparador o mais breve possível.
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PROPEC-Programa de Pós Graduação em Engenharia Cívil :: Otimização de Seções Poligonais de Concreto Armado Sujeitas à Flexão Composta

PROPEC-Programa de Pós Graduação em Engenharia Cívil :: Otimização de Seções Poligonais de Concreto Armado Sujeitas à Flexão Composta

Inicialmente o programa defini uma seção inicial inserindo o máximo de barras possíveis em uma camada na linha que define o cobrimento da seção, esse cobrimento é definido pelo usuário e deve respeitar prescrições de norma conforme o item 2.3.1 desse trabalho. A quantidade de barras que é disposta em cada aresta de uma seção poligonal qualquer é definida admitindo um espaçamento uniforme entre as barras e que o mesmo seja maior ou igual ao espaçamento definido pelo usuário que deve também respeitar as prescrições de norma NBR6118 (2014). O diâmetro da barra é definido pelo usuário e deve ser um dos diâmetros comerciais dado na Tabela 3.2 no item 3.6 desse trabalho. A verificação da necessidade de utilizar outras camadas de barras na parte mais interior da seção foi feita através da rotina desenvolvida nesse trabalho que calcula a deformada da seção para um determinado esforço solicitante de flexão combinado com carga axial. Com as informações da seção transversal, dos materiais concreto e aço ela devolve a deformação axial da seção e as suas rotações em x e y, de tal forma que os esforços resistentes sejam iguais aos esforços solicitantes. Essa rotina foi baseada no processo incremental iterativo do método de Newton-Rapson para resolver o problema não linear analisado por ela. No item 4.5 descreve melhor como obter o ponto de partida.
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Avaliação da evolução da resistência à compressão de alvenaria estrutural com blocos cerâmicos em idades iniciais

Avaliação da evolução da resistência à compressão de alvenaria estrutural com blocos cerâmicos em idades iniciais

Damasceno e Neto (2008), em uma análise experimental de prismas constituídos por blocos cerâmicos, tendo como objetivo principal avaliar os parâmetros que influenciam a resistência à compressão desses prismas, verificaram que o aumento da quantidade de fiadas resultou em uma diminuição da eficiência. Isto se deve ao fato de que os prismas de três blocos são menos influenciados pelo efeito de confinamento gerado pelos pratos da prensa. Dessa forma, consideraram que o ensaio com prismas de três blocos é mais representativo do comportamento das paredes de alvenaria estrutural (DAMASCENO; NETO, 2008).
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