Top PDF Amphipleuraceae e Diploneidaceae (Bacillariophyceae) da bacia do rio Iguaçu, PR, Brasil.

Amphipleuraceae e Diploneidaceae (Bacillariophyceae) da bacia do rio Iguaçu, PR, Brasil.

Amphipleuraceae e Diploneidaceae (Bacillariophyceae) da bacia do rio Iguaçu, PR, Brasil.

RESUMO – (Amphipleuraceae e Diploneidaceae (Bacillariophyceae) da bacia do rio Iguaçu, PR, Brasil). O presente trabalho é uma contribuição ao levantamento florístico das diatomáceas dos rios da área de abrangência do reservatório da Usina Hidrelétrica de Salto Caxias, localizada no Município de Capitão Leônidas Marques, sudoeste do Estado do Paraná, Brasil. Coletas foram realizadas, mensalmente, de março/1997 a fevereiro/1998, em oito estações de amostragem abrangendo o rio Iguaçu e seus afluentes: os rios Cotegipe, Jaracatiá, Chopim, Tormenta, Adelaide e Guarani. Cinco táxons pertencentes à família Amphipleuraceae e quatro pertencentes à família Diploneidaceae foram registrados, sendo que Frustulia vitrea Oestrup e Diploneis ovalis (Hilse) Cleve foram registros pioneiros para o Estado do Paraná.
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Amphipleuraceae (Bacillariophyceae) do alto da bacia do Ribeirão Cambé, Londrina, Brasil.

Amphipleuraceae (Bacillariophyceae) do alto da bacia do Ribeirão Cambé, Londrina, Brasil.

urbano da cidade de Londrina, PR (pouco mais de 500 mil habitantes), na região Sul do Brasil, com aproximadamente 1.170 ha, representando em torno de 15% da área total da bacia (igura 1). O Ribeirão Cambé é um aluente do Rio Tibagi e deságua próximo à foz deste, no Rio Paranapanema. Alguns estudos realizados na bacia indicaram, além da introdução de eluentes ricos em nutrientes tais como fosfato, nitrito e nitrato (Camargo & Martinez 2006), a necessidade de monitoramento de emissões de metais pesados (Yabe & Oliveira 1998) e a ameaça aos peixes devido a alterações histológicas e isiológicas constatadas (Winkaler et al. 2001).
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Desmidiaceae, Gonatozygaceae e Mesotaeniaceae na comunidade perifítica do reservatório de Salto do Vau (Bacia do rio Iguaçu, PR).

Desmidiaceae, Gonatozygaceae e Mesotaeniaceae na comunidade perifítica do reservatório de Salto do Vau (Bacia do rio Iguaçu, PR).

RESUMO - (Desmidiaceae, Gonatozygaceae e Mesotaeniaceae na comunidade perifítica do reservatório de Salto do Vau (Bacia do rio Iguaçu, PR). Com este trabalho, objetivou-se investigar as espécies pertencentes às famílias Desmidiaceae, Gonatozygaceae e Mesotaeniaceae na comunidade perifítica de um reservatório, localizado no Sul do Brasil. As amostras foram coletadas durante os períodos de verão e inverno em distintas regiões ao longo do eixo rio-barragem do reservatório. Os substratos, coletados sempre na região litorânea, foram pecíolos de vegetação aquática. Foram identificados 45 táxons, distribuídos nos gêneros Actinotaenium (1 espécie), Cosmarium (17), Cylindrocystis (1), Euastrum (3), Gonatozygon (1), Hyalotheca (1), Micrasterias (7), Netrium (1), Pleurotaenium (1), Spondylosium (1), Staurastrum (9) e Staurodesmus (2). Maior riqueza de espécies ocorreu na região de transição para ambos os períodos de coleta. Euastrum denticulatum Gay e Hyalotheca dissiliens (Smith) Brébisson ex Ralfs apresentaram 100% de ocorrência, enquanto Cosmarium abbreviatum Raciborski var. minus (West & West) Krieger & Gerloff e Pleurotaenium ehrenbergii (Brébisson) De Bary ocorreram em 83% das amostras.
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Thalassiosirales (Diatomeae) do rio Guaraguaçu, Bacia Litorânea, PR, Brasil.

Thalassiosirales (Diatomeae) do rio Guaraguaçu, Bacia Litorânea, PR, Brasil.

O estudo da flora diatomológica de ambientes lóticos continentais do Estado do Paraná iniciou-se com os trabalhos de Moreira Filho et al. (1973) e Contin (1990) no rio Iguaçu. Lozovei & Shirata (1990) encontraram 152 espécies de diatomáceas em amostras do rio Passaúna. Posteriormente, foram realizados os trabalhos de Ludwig & Flôres (1995; 1997) em rios da área de abrangência da usina hidrelétrica de Segredo e os de Brassac et al. (1999) e Brassac & Ludwig (2005; 2006) em rios a serem represados para a construção da usina hidrelétrica de Salto Caxias. A diversidade do fitoplâncton do rio Tibagi, próximo ao município de Londrina, foi analisada por Bittencourt-Oliveira (2002) e Leandrini et al. (2002) estudaram as espécies perifíticas de Navicula em dois sistemas lóticos do município de Maringá. Poucos
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AS NECESSIDADES E PROBLEMAS DE SAÚDE LOCAIS DE EDSON PASSOS, MESQUITA - NOVA IGUAÇU, RIO DE JANEIRO

AS NECESSIDADES E PROBLEMAS DE SAÚDE LOCAIS DE EDSON PASSOS, MESQUITA - NOVA IGUAÇU, RIO DE JANEIRO

RESUMO: Estudo exploratório descritivo realizado na comunidade de Edson Passos com o objetivo de identificar as necessidades e os problemas de saúde locais. Realizando pesquisa de campo com o auxílio de um questionário constando perguntas relacionadas a temáticas: Conceito de Saúde; Qualidade de Vida; Acesso e Condições dos Serviços de Saúde Local. Os resultados apontaram que a maior necessidade da população está relacionada a temática Acesso e Condições dos Serviços de Saúde Local. O estudo mostrou que a melhoria dos serviços locais de saúde, na maioria das vezes, ligadas à melhor administração e às melhorias do sistema público de saúde do Brasil.
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A IMPLEMENTAÇAO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE GESTORES ESCOLARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA REGIONAL METROPOLITANA II

A IMPLEMENTAÇAO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE GESTORES ESCOLARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA REGIONAL METROPOLITANA II

integrar os novos servidores públicos efetivos da Secretaria de Estado de Educação – SEEDUC/RJ às atividades pertinentes ao concurso que fizeram, fornecendo orientações iniciais a serem utilizadas no trabalho que será desenvolvido (RIO DE JANEIRO, 2011a). Foi criado , desde então, o “Acolhimento” aos novos servidores. Trata-se de um encontro de 8h que tem como objetivos: informar os novos servidores sobre o Planejamento Estratégico da SEEDUC/RJ; promover interação e a troca de experiência entre os servidores públicos; dar orientações iniciais sobre as áreas em que estarão trabalhando e, além disso, enfatizar elementos da nova cultura organizacional que se pretende transformar. Nenhum servidor deve iniciar suas atividades laborais sem participar do Programa de Acolhimento, que é elaborado de acordo com o público alvo e, portanto, tem conteúdos e carga horária variáveis, podendo chegar a 40 h. Esta formação tem como objetivo instrumentalizar os novos servidores, ou os recém aprovados nos processos de seleção, com ferramentas iniciais para o trabalho. No caso do PSI, o curso de formação é obrigatório e é parte integrante do processo.
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Perfi l longitudinal e a aplicação do índice de gradiente (RDE) no rio dos Patos, bacia hidrográfi ca do rio Ivaí, PR

Perfi l longitudinal e a aplicação do índice de gradiente (RDE) no rio dos Patos, bacia hidrográfi ca do rio Ivaí, PR

O perfi l longitudinal de um rio pode ser infl uen- ciado por diversos fatores, dentre eles: confl uência de tributários, variações na resistência à erosão do substra- to rochoso, erosão remontante por mudança brusca em nível de base à jusante, ou ainda por deformações neo- tectônicas locais ou na bacia de drenagem (Acklas Jr. et al. 2003). Para compreender a forma do perfi l longitu- dinal é necessário que seja feito um estudo detalhado, levando em conta a geologia, a evolução morfogenéti- ca, bem como o estudo das mudanças na morfologia, sinuosidade e estrutura de fl uxo no canal fl uvial (De- moulin 1998).
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Eixo de inscrição: Movimentos Sociais no Campo e Luta pela Terra

Eixo de inscrição: Movimentos Sociais no Campo e Luta pela Terra

A Via Campesina é um movimento internacional que articula 150 organizações e em 70 países e se considera como um movimento autônomo, pluralista e multicultural, sem nenhuma filiação política, econômica ou de qualquer outro tipo e com relação horizontal. Esse movimento vem se constituindo como um dos principais movimentos camponeses na atualidade, e com suas ações e campanhas vem destacando-se no cenário mundial através de manifestações confrontando as organizações multilaterais, como a Organização das Nações Unidas (ONU), e da ocupação de fazendas ligadas às empresas multinacionais, como a Monsanto, a Syngenta Seeds, Votorantim e entre outras. No Brasil, com o histórico de conflitos e da luta pela terra, materializado sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), pretendemos analisar a atuação da Via Campesina. Partiremos das ações territoriais – ocupação e manifestação - da Via Campesina no Brasil de 2000 a 2010 em base do Banco de Dados da Luta pela Terra (DATALUTA) para compreender a luta pela/na terra e da resistência camponesa desse movimento frente aos avanços da modernização da agricultura. Focaremos uma analise sobre as ações realizadas pelo calendário de lutas criado pelo movimento, a fim de, identificar o motivo dessas datas e se são realizadas no cenário brasileiro e com qual intensidade acontecem.
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MARISA DE SANTANA DA COSTA MONITORAMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO DA REDE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO PELO COMITÊ GESTÃO INTEGRADA DA ESCOLA – A DINÂMICA DE TRABALHO E SEUS DESAFIOS

MARISA DE SANTANA DA COSTA MONITORAMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO DA REDE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO PELO COMITÊ GESTÃO INTEGRADA DA ESCOLA – A DINÂMICA DE TRABALHO E SEUS DESAFIOS

No ano de 2011, a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC/RJ) adotou a Gestão Integrada da Escola como sistema de gestão, com foco em resultados, a ser utilizado por todas as escolas da rede estadual. Para tanto, foram recrutados os Agentes de Acompanhamento da Gestão Escolar (AAGE), como profissionais responsáveis por monitorar a GIDE, em uma tentativa de fazer com que o sistema de gestão chegasse a todas as unidades escolares. Os AAGEs são profissionais que atuam diretamente nas Unidades Escolares, apoiando o trabalho dos gestores, orientando-os na coleta e na análise de dados, na avaliação das variáveis que causam impacto nos resultados da escola, e ainda, na elaboração do plano de ação das escolas e no acompanhamento da implantação das ações do plano de ação. Para monitorar a rotina dos AAGEs e a implantação da GIDE na rede estadual pela administração da SEEDUC/RJ, foi instituído o Comitê GIDE, que é o objeto de estudo da presente pesquisa. O Comitê GIDE é formado por técnicos que têm base na sede da SEEDUC, com rotinas específicas para garantir os resultados da finalidade de seu trabalho, a implantação da GIDE nas escolas através dos AAGEs. A pesquisa foi realizada procedendo-se ao estudo da rotina de trabalho dos técnicos, que apontou os principais desafios do Comitê GIDE.
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7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil   Mário Maestri   2004

7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil Mário Maestri 2004

praticamente desconheceu o arado. Seu principal instrumento foi o enxadão pesado e resistente. Nas plantagens, a policultura era prática marginal, limitada à roça de subsistência. Apesar dos esforços empreendidos por importantes segmentos historiográficos, a vasta documentação conhecida comprova que, no contexto da produção escravista mercantil do Brasil, os produtores diretos escravizados não estabeleceram vínculos significativos de posse efetiva com a terra trabalhada. A produção autônoma de meios de subsistência, pelos próprios trabalhadores escravizados, nos domingos, em nesgas de terras, foi fenômeno extraordinário e assistemático no escravismo brasileiro.
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ZONEAMENTO GEOGRÁFICO DOS GEOCOMPLEXOS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TIBAGI/PR

ZONEAMENTO GEOGRÁFICO DOS GEOCOMPLEXOS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TIBAGI/PR

O zoneamento revela que a maior parte da bacia pode ser utilizada para atividades agrícolas sem grandes restrições de uso ou com restrições específi cas. Nota-se também o grande percentual de áreas inaptas ao uso agropecuário, próximo a 25%. Considerando que 20% da bacia deverão ser destinadas a criação de reservas legais, é necessário a realização de estudos para viabilizar a criação destas áreas nas zonas que são inaptas à agricultura, protegendo assim estes locais sem grandes prejuízos à produção agrícola da bacia.

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CARACTERIZAÇÃO EXPLORATÓRIA-ESPACIAL DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO JOÃO LEITE/GOIÁS

CARACTERIZAÇÃO EXPLORATÓRIA-ESPACIAL DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO JOÃO LEITE/GOIÁS

O sedimento tem sido utilizado como importante indicador da saúde dos ecossistemas aquáticos. Práticas de caracterização de bacias hidrográficas, incluindo sua ocupação, drenagem, tipo de solo, clima, uso do solo têm sido importantes para determinar a composição dos sedimentos. O objetivo deste trabalho foi realizar uma análise exploratório-espacial da bacia hidrográfica do Ribeirão João Leite, considerando suas características e as relações entre o tipo de solo, fontes poluidoras e a composição dos sedimentos. Verificou-se que essa bacia apresenta sérios problemas de degradação ambiental decorrentes, principalmente, do processo de antropização e da falta de manejo e conservação dos solos, o que pode acarretar modificação na composição química dos sedimentos e consequente alteração na qualidade da água.
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Táxons de Melosira (Diatomeae) para o rio Iguaçu, sul do Brasil

Táxons de Melosira (Diatomeae) para o rio Iguaçu, sul do Brasil

Abstract: The study of the genus Melosira in plankton samples from the lower Iguaçu River revealed the presence of four taxa: Melosira undulata (Ehrenberg) Kützing var. undulata, M. undulata var. normanni Arnott, M. varians C. Agardh and M. muscigena Iwahashi. We present illustrations of the frustules using light microscopy (LM), descriptions, and comments about the morphology of the four taxa. The analysis of Melosira muscigena under scanning electron microscopy revealed unprecedented details of the ultrastructure, such as the shape and distribution of the rimoportulae at the valve mantle. This is the first record of Melosira undulata var. undulata and the second of M. muscigena in Brazil. Keywords: diatoms, southern Brazil, taxonomy, ultrastructure.
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João Márcio Mendes Pereira Doutorando em História pela Universidade Federal Fluminense Contato eletrônico: joao_marcio1917yahoo.com.br Resumo: O texto analisa a luta política em torno da implementação dos programas orientados

João Márcio Mendes Pereira Doutorando em História pela Universidade Federal Fluminense Contato eletrônico: joao_marcio1917yahoo.com.br Resumo: O texto analisa a luta política em torno da implementação dos programas orientados

O presente artigo analisa a luta política em torno da implementação dos programas orientados pelo modelo de reforma agrária de mercado (MRAM) no Brasil. O MRAM foi concebido e exportado pelo Banco Mundial (BM) como uma alternativa à reforma agrária baseada na desapropriação de propriedades improdutivas que não cumprem a sua função social. Trata-se, por isso, de uma construção negativa, fundada na crítica e na desqualificação de outro tipo de ação fundiária (PEREIRA, 2004). Pode-se definir o MRAM como uma política estatal que combina transação patrimonial privada e política distributiva (BORRAS, 2001). Transação patrimonial por tratar-se de um financiamento concedido para a compra e venda voluntária entre agentes privados ⎯ ou seja, uma típica operação mercantil ⎯, e pelo fato de que os proprietários são pagos em dinheiro e a preço de mercado, enquanto os compradores assumem integralmente os custos da aquisição da terra e os custos de transação. Política distributiva porque há transferência de recursos a fundo perdido, em proporção variável conforme o caso, para investimentos em infra- estrutura e produção. Em outras palavras, trata-se de uma relação de compra e venda de terras entre agentes privados financiada pelo Estado, que fornece um subsídio maior ou menor conforme o caso. Politicamente, tal modelo se insere no rol de ações do BM voltadas tanto para compensar seletivamente os efeitos socialmente regressivos provocados pelas políticas de ajuste estrutural, como para liberalizar e dinamizar os mercados fundiários. Foi direcionado para países marcados por grave problema agrário e tensões sociais no campo (por exemplo, África do Sul, Guatemala, Colômbia e Filipinas).
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Revitalização de rios urbanos: estudo de caso bacia do rio Belém, Curitiba-PR / Revitalization of urban rivers: case study of the belém river Belém, Curitiba-PR

Revitalização de rios urbanos: estudo de caso bacia do rio Belém, Curitiba-PR / Revitalization of urban rivers: case study of the belém river Belém, Curitiba-PR

The growing and uncontrolled expansion of large cities has been causing ever more serious social and environmental harm. As an example, the depredation of urban rivers is cited, which requires an immediate reaction from society, seeking to reverse this environmental situation that is so degrading in urban environments. For reasons that are unacceptable today, urban rivers were, due to the lack of basic sanitation infrastructure, used as channels for the conduction of sewage in cities. Sanitary conditions are compromised and the rivers are hidden due to their poor health conditions and to attest to their real state of abandonment. Flooding in urban environments alone is already a calamity that, associated with water pollution and contamination, is continually a concern with the risk to public health. The purpose of this article is to draw the attention of society to the urgency of reversing this situation, highlighting the case study of the Belém River in Curitiba-Pr. The continued excuses for the lack of financial resources can no longer be accepted in the name of the environmental health of cities.
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VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

This research looked for evaluate the limits of the Academic Reinforcement Program implementation, created by State Secretariat of Education of Rio de Janeiro State, in 2012 June, in Metropolitan Regional VII schools. The work aims to identify and analyze the existence of problems in program implementation, besides verify the causes of non-joining or partial joining of schools that not developed it. This project aims to reduce the taxes of failure in Mathematics and English Language in high school, and assists in elevating results in large-scale reviews as SAERJ, SAERJINHO, SAEB and PROVA BRASIL. For data collection, a questionnaire was applied to teachers and managers in two schools of studied Regional, one that joined the project and other that don’t developed any action of Scholar Reinforce. In analysis was investigated the external and internal school factors that hindered the schools joining. From these factors, presents an Educational Action Plan (PAE), proposing divulgation strategies of project, besides reinforce the idea of effective parental involvement of scholar life of students. It suggests the improvement of the project methodology and raise questions about structure of schools involved in the process.
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Conflitos em bacias hidrográficas compartilhadas: o caso da bacia do rio Piranhas-Açu/PB-RN.

Conflitos em bacias hidrográficas compartilhadas: o caso da bacia do rio Piranhas-Açu/PB-RN.

A Bacia Hidrográica do rio Piranhas-Açu, localizada no semiárido nordestino, é formada por um rio de domínio da União e vários aluentes de domínio dos Estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte (Figura 1). A gestão nessa bacia deve ser compartilhada entre a União (ANA) e os Estados da Paraíba (SEMARHCT – Secretaria de Estado de Recursos Hídricos, do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia e AESA – Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba) e Rio Grande do Norte (SEMARH – Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos e IGARN – Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte). Esta bacia é considerada estratégica de acordo com a Resolução do Conse- lho Nacional de Recursos Hídricos CNRH no 109/2010, que deine as Unidades de Gestão de Recursos Hídricos de Bacia Hidrográica de rios de domínio da União. Para as bacias estra- tégicas são previstas a elaboração de estudos para a deinição de unidades territoriais e a instalação de modelos institucionais e respectivos instrumentos de gestão. Neste sentido, destaca-se o papel da União na articulação com os Estados para promover a gestão dos recursos hídricos intensiicando a formulação e implementação de políticas, programas e projetos relativos ao gerenciamento e uso sustentável da água.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE BIOTECNOLOGIA PÓS-GRADUAÇÃO EM GENÉTICA E BIOQUÍMICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE BIOTECNOLOGIA PÓS-GRADUAÇÃO EM GENÉTICA E BIOQUÍMICA

Apenas o ponto L1 apresentou algumas diluições não significativas, colocando esse ponto como um dos menos poluídos de toda a avaliação, ficando o ponto LA1 em segundo lugar. Já o ponto L3, que se trata do local de confluência do Córrego Liso com o Rio Uberabinha, mais uma vez apresentou os maiores valores, podendo aferir que nesse ponto há fortes indicativos de poluição. O Córrego Liso como um todo, mas em especial no L3, está localizado em uma área de grande despejo de esgotos devido a presença de diferentes atividades industriais. Dessa forma, é de grande relevância o monitoramento de sua qualidade ambiental já que influenciará diretamente na qualidade da água do Rio Uberabinha, o principal curso de água que abastece a cidade de Uberlândia.
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Uso da terra e balanço de água em unidades hidrológicas edafoclimáticas distintas no Rio Grande do Sul

Uso da terra e balanço de água em unidades hidrológicas edafoclimáticas distintas no Rio Grande do Sul

A Bacia Hidrográfica do Baixo Jacuí situa-se na porção centro-leste do Estado do Rio Grande do Sul, entre as coordenadas geográficas 29° 13’ a 30°47' de latitude Sul e 51°16' a 53°35' de longitude Oeste (Figura 2). Abrange as Províncias Geomorfológicas Planalto Meridional, Depressão Central, Escudo Uruguaio-Sul-Rio-grandense e Planície Costeira (Interior). Possui área de 17.345,15 km², abrangendo municípios como Charqueadas, Eldorado do Sul, Guaíba, Minas do Leão, Rio Pardo, Cachoeira do Sul, Caçapava do Sul, Agudo, Santa Cruz do Sul e Triunfo, com população estimada em 385.496 habitantes. Os principais cursos de água são os arroios Irapuã, Capané, Botucacaí, Capivari, do Conde, dos Ratos, dos Cachorros, Ibacurú e o Rio Jacuí. Os principais usos da água se destinam a irrigação, uso industrial e abastecimento humano. (FEPAM, 2016).
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