Top PDF Análise do serviço de atendimento móvel de urgência (SAMU) de Belo Horizonte via simulação e otimização

Análise do serviço de atendimento móvel de urgência (SAMU) de Belo Horizonte via simulação e otimização

Análise do serviço de atendimento móvel de urgência (SAMU) de Belo Horizonte via simulação e otimização

SAMU, considerando um aumento na demanda. Constatou-se que o número atual de atendentes não é adequado quando comparado com padrões internacionais de atendimento, e foi possível verificar que as ligações que não acionam o sistema (trotes e enganos, principalmente) são as que mais contribuem para a taxa de utilização elevada dos atendentes. Considerando o cenário atual, foram simuladas alternativas buscando identificar a quantidade ideal de funcionários na central telefônica, sendo constatado que a fila de espera se aproxima bastante de zero com um número de quinze atendentes. Além desta análise, foi desenvolvido um modelo de simulação integrando as regiões de Niterói e São Gonçalo, buscando identificar a configuração mais adequada com relação à quantidade de ambulâncias em operação. Neste estudo, foram considerados apenas os incidentes encaminhados para o Hospital Universitário Antônio Pedro. Os parâmetros de entrada, como tempos entre chamadas, preparo das ambulâncias, deslocamento até local do incidente, atendimento local, remoção até o hospital, recepção e tempo de retorno à base foram retirados do banco de dados do SAMU e tratados estatisticamente de maneira a se obter uma distribuição de probabilidade representativa de suas características. O modelo integrado retornou o número ideal de ambulâncias considerando tempo de espera e tamanho da fila. O estudo não considerou aspectos como melhor localização das unidades de resgate e nem valores de custos associados a cada alternativa.
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Análise de chamadas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de uma capital brasileira

Análise de chamadas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de uma capital brasileira

Considerando a magnitude da política e sua implantação recente, cabe avaliar os resultados do trabalho do Serviço de Atendimento Móvel de Urgên- cia, com foco na análise do desfecho da solicitação de atendimento. Estes motivos constituem um indicador significativo para avaliação da política de atenção pré- -hospitalar às urgências e emergências, pois se encon- tra em implantação e expansão no país. Neste sentido, o presente estudo teve como objetivo caracterizar os motivos de chamadas do Serviço de Atendimento Mó- vel de Urgência que não geraram atendimento no es- tado de Santa Catarina.
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Análise dos atendimentos obstétricos realizados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

Análise dos atendimentos obstétricos realizados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

Objetivo: analisar a pertinência dos chamados realizados pela população obstétrica usuária do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) de Botucatu-SP. Método: estudo retrospectivo e analítico. Analisaram-se todas as fi chas de atendimento obstétrico pré-hospitalar realizado em 2012 pelo SAMU 192. Foram considerados pertinentes os chamados que resultaram em encaminhamento ao hospital de referência obstétrica ou aqueles classifi cados nas cores vermelha, laranja e amarela, segundo critérios de risco propostos pelo Ministério da Saúde. Resultados: considerando-se os dois desfechos avaliados: encaminhamento ao hospital de referência e critérios de risco do Ministério da Saúde, não foram pertinentes 6,7% e 75,6% dos chamados, respectivamente. Não houve concordância entre os desfechos, nem variação entre primíparas e multíparas quanto à pertinência do chamado. Conclusão: espera-se com este estudo ratifi car a necessidade de implementar protocolo de classifi cação de risco na área obstétrica, bem como subsidiar gestores na organização, qualifi cação e efetiva implantação da Rede Cegonha.
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Análise do discurso argumentativo na coordenação de um Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

Análise do discurso argumentativo na coordenação de um Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

A escolha do local de estudos se deveu ao fato de tratar-se de um serviço de caráter regional e de atenção a urgências, onde há necessidade de elevado grau de coordenação e intensa interação verbal entre os gestores, sobretudo porque os recursos eram partilhados entre municípios com condições muito distintas entre si, o que aumentava sua complexidade. O SAMU Metro II era considerado, à época, uma referência nacional, tendo sido classificado entre as dez experiências inovadoras durante a 1ª Mostra Nacional de Experiências Inovadoras de Gestão do SUS. A inserção no campo foi facilitada pelo fato de um dos autores ter participado da elaboração do projeto para a região.
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Serviço de atendimento móvel de urgência: o trabalho na vitrine.

Serviço de atendimento móvel de urgência: o trabalho na vitrine.

No cotidiano do trabalho no SAMU, a questão da visibilidade, da diferença entre o que realmente acontece e o que é visto está presente à medida que nem sempre o que é percebido por usuários do sistema, ou até mesmo pela equipe de trabalho em relação a determinadas situações e a determinadas posturas e atitudes dos colegas, corresponde à realidade. Como se observa na fala seguinte, interferências surgem na interpretação das situações e fragilizam as relações da equipe ao trazer para a análise situacional a dúvida sobre a qualidade do trabalho realizado: [...] se tem algum problema, se tem algum erro, toma uma dimensão na im- prensa, que isso depois relete pra gente no atendimento. Às vezes, acontece algum problema: ‘ah, o SAMU não foi, não sei o que’, isso é veiculado, e quando você tá de plantão o pessoal joga na sua cara, ‘ah vocês não foram trabalhar lá’. Mas, assim, a gente trabalha o dia inteiro,
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Configuração identitária de enfermeiros de um serviço de atendimento móvel de urgência.

Configuração identitária de enfermeiros de um serviço de atendimento móvel de urgência.

O objetivo deste estudo foi analisar como tem se configurado a identidade de enfermeiros que trabalham em um Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), baseando-se no modelo de Dubar. Procedeu-se a um estudo qualitativo, cujos dados foram coletados, principalmente, por meio de entrevistas realizadas com enfermeiros e outros membros da equipe, e submetidos à análise de conteúdo. Quanto à identidade do enfermeiro, os resultados apontam para um sujeito diferenciado, experiente, solitário, mais próximo das atividades assistenciais, em busca de capacitação e reconhecimento, envolto em relações de trabalho complexas. Diante das limitações da pesquisa e de questões que surgiram no seu processo de consecução, sugestões para investigações futuras são alinhadas ao final do artigo.
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O TRABALHO COTIDIANO DE PROFISSIONAIS DE UM SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA

O TRABALHO COTIDIANO DE PROFISSIONAIS DE UM SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA

e apresentados em forma de números absolutos, percentuais e médias. Da análise, emergiu o tema “Perfil de atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência no Norte de Minas Gerais”. Os resultados dos dados obtidos por meio da entrevista e observação apontaram duas categorias: “A construção histórica do SAMU no Norte de Minas Gerais, Brasil: da concepção à regionalização” e “Um outro olhar sobre o trabalho cotidiano de profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Os resultados foram organizados em um tema e duas categorias e apresentados em três artigos. Este estudo permitiu descrever o perfil de atendimento do SAMU no Norte de Minas Gerais e compreender o trabalho cotidiano por meio de diferentes olhares daqueles que o realizam, bem como a influência do ambiente sobre os atores envolvidos, o comportamento, as relações e as maneiras de fazer o cuidado, desvelando aspectos particulares e ocultos do trabalho. O trabalho é complexo, permeado de singularidades e apresenta muitas situações imprevisíveis e inusitadas tornando a assistência e o cuidado prestados ao paciente diferenciados. A subjetividade está presente no cotidiano a todo o momento e os profissionais revelam sentimentos a respeito do trabalho e da assistência prestada ao paciente. Observou-se a multiplicidade de experiências coletivas baseadas nas relações banais do dia a dia das equipes, por meio de um esforço coletivo que integra o fazer cotidiano do SAMU. Assim, captou-se o “lado invisível” do trabalho, que articulado ao prescrito, confere novos sentidos ao trabalho. Espera-se que este estudo possa promover a reflexão dos sujeitos envolvidos nessa atividade, suscitar novos questionamentos, gerar novas discussões e pesquisas sobre o tema e colaborar com sistemas de saúde que buscam, na regionalização melhorias para os serviços ofertados a população.
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Parada cardíaca extra-hospitalar: resultados dos atendimentos realizados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte de 2006 a 2010

Parada cardíaca extra-hospitalar: resultados dos atendimentos realizados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte de 2006 a 2010

As doenças cardiovasculares são a principal causa de mortalidade no Brasil. Dentre essas, destacam-se as isquêmicas do coração, que são responsáveis pela maioria dos episódios de parada cardiorrespiratória (PCR) de origem cardíaca. Cerca de 80% dessas ocorrem em ambiente pré-hospitalar. Vários fatores relacionados ao atendimento podem influenciar na sobrevivência imediata destes pacientes. O objetivo deste estudo foi analisar os resultados do atendimento a pessoas que receberam manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) em ambiente não hospitalar pelas equipes do Serviço de atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Belo Horizonte. Trata-se de um estudo descritivo, exploratório, retrospectivo que analisou o período de 01/01/2006 a 17/10/2010. Foram incluídos todos os atendimentos a pacientes adultos com PCR de origem cardíaca, atendidos por equipes do SAMU. A coleta foi baseada no estilo Utstein e os dados descritivos apresentados em mediana e intervalo interquartil (IQR). Foi feita análise de regressão logística univariada e multivariada utilizando-se o software R versão 2.15.3. Valores com p<0,05 foram considerados significativos. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFMG, CAAE nº 0711.0.203.410/11. Foram avaliados 1.740 atendimentos. O sexo masculino representou 60,1% dos casos e a mediana da idade foi 63 (51 – 75 IQR) anos. A mediana do tempo-resposta foi 9 (6 – 12 IQR) minutos. PCR testemunhadas por leigos foram 58,7%. Nestas, em 5% foram realizadas manobras de RCP. O ritmo inicial foi assistolia em 50,6% dos casos, seguido de FV/TV em 32,4% e atividade elétrica sem pulso (AESP) em 17,3%. Foi realizado Suporte Avançado de Vida (SAV) em 85,3% dos atendimentos. Houve retorno da circulação espontânea (RCE) em 21,1%. À regressão logística multivariada, foram relacionados ao (RCE): Sexo masculino 0,58 (IC 95% 0,39 a 0,87, p=0,008), PCR testemunhada por pessoas treinadas em Suporte Básico de Vida (SBV) 3,66 (IC 95% 2,05 a 6,53 p=0,000), PCR testemunhada por equipes do SAMU 2,49 (IC 95% 1,40 a 5,44 p=0,023), realização somente de SBV 0,05 (IC 95% 0,01 a 0,19 p=0,001), não receber desfibrilação 0,19 (IC 95% 0,09 a 0,40 p=0,000) e ser desfibrilado por equipamento manual 0,42 (0,19 a 0,90 p=0,026). Poucos casos de PCR testemunhada receberam RCP antes do atendimento. A PCR testemunhada por pessoas treinadas em SBV e a desfibrilação pelo DEA foram relacionadas a um melhor desfecho, enquanto que ser do sexo masculino e não receber SAV foram associadas a um pior desfecho. Medidas de educação pública para disponibilização de DEA em locais de grande circulação de pessoas, capacitação em SBV e acesso a SAV podem impactar na sobrevivência imediata de pacientes com PCR de origem cardíaca no Brasil.
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Práticas cotidianas do serviço de atendimento móvel de urgência

Práticas cotidianas do serviço de atendimento móvel de urgência

O SAMU é um dos componentes da atenção pré-hospitalar, o qual tem seu surgimento e crescimento, no Brasil, associado à necessidade de minimização de óbitos e sequelas em consequência de atendimentos inadequados às situações de urgência no ambiente extra- hospitalar. Esse serviço possui particularidades e minudências em seu contexto de trabalho interno e externo, ou seja, no próprio serviço em si bem como em suas relações com os demais serviços da rede de saúde, considerados aqui como serviços tradicionais. Nesse sentido, esta pesquisa qualitativa, com base no referencial teórico pós-estruturalista buscou analisar os discursos hegemônicos incorporados nas práticas cotidianas dos profissionais do SAMUde Belo Horizonte, de forma a configurar as relações de visibilidade e reconhecimento. Como recurso metodológico e analítico, empregamos a análise crítica do discurso presente nas entrevistas semiestruturadas realizadas com profissionais das diferentes categorias constantes no serviço, buscando traçar como os discursos presentes no dia a dia desse serviço acontecem. Foi possível encontrar nas Práticas Cotidianas a presença de discursos hegemônicos que legitimam as relações de dominância no serviço, bem como o papel preponderante dos atores humanos e não humanos na perpetuação dessas relações de dominância, contribuindo para a manutenção dos discursos de verdade, o controle e vigilância dos profissionais e suas atuações. Outros pontos de destaque foram as ambivalências entre os discursos de visibilidade e do reconhecimento, uma vez que nem sempre ser visível é ser reconhecido socialmente. Essa visibilidade possui intercambiações com a realização da classificação dos sujeitos e a manutenção dessa nesse contexto do serviço cotidiano o que gera pré concepções sobre os sujeitos. Ainda com relação à visibilidade é possível inferir que existe uma simetria na visibilidade e reconhecimento de alguns profissionais e a invisibilidade para outros no SAMU. Este estudo, ao mesmo tempo em que cumpriu parcialmente com o objetivo proposto, serviu como um ponto de chegada em um formato diferente de analise desse serviço e aponta para vários pontos de saída dentro de uma gama de possibilidades de desenvolvimentos de outras pesquisas sobre o SAMU, as práticas e o cotidiano de trabalho, numa vertente mais reflexiva e crítica, buscando superar apenas as descrições.
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Percepções dos Profissionais da atenção Básica Sobre o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte

Percepções dos Profissionais da atenção Básica Sobre o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte

A assistência à saúde no Brasil vem passando por mudanças e adequações para atender às necessidades de saúde da população, tendo em vista o aumento da demanda, principalmente na área de urgência e emergência. Considerando-se que o fato de cuidar da saúde de pessoas e de grupos sociais precocemente e em situações de urgência reduz a vulnerabilidade ao adoecimento, as incapacidades, o sofrimento crônico e a incidência de morte prematura, entre outros, evidenciou-se a necessidade da organização do atendimento às urgências e emergências, no país, em todos os níveis de atenção. Essa organização foi facilitada com a instituição, em 2003, da Política Nacional de Atenção às Urgências, incluindo seu componente pré-hospitalar móvel, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). O SAMU é parte da rede regionalizada e hierarquizada de atendimento às urgências e emergências que recebe solicitações de usuários e profissionais de saúde, caracterizadas como situações de urgência/emergência em diferentes pontos da cidade. Ainda é pouco estudado, se comparado a grandes hospitais de urgência, que existem há muito mais tempo. Este estudo tem como objetivo analisar as percepções dos profissionais da atenção básica sobre o trabalho realizado pelo SAMU, considerando-se a influência de suas ações sobre a dinâmica de trabalho das Unidades Básicas de Saúde (UBS). Foi realizado um Estudo de Caso qualitativo em uma UBS de Belo Horizonte. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semi- estruturadas com 22 trabalhadores de saúde e submetidos à análise de conteúdo. A análise dos dados permitiu a identificação de três categorias: 1) A Integração entre as Unidades Básicas de Saúde e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, que se subdividiu nas subcategorias 1.1) O trabalho na atenção básica e as situações de urgência e 1.2) A percepção
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Configurações das relações de poder no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte

Configurações das relações de poder no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte

O atendimento às urgências, no Brasil, constitui-se em um desafio a ser enfrentado dentro de uma proposta de efetivação do cuidado integral. Para desconcentrar a atenção efetuada exclusivamente nos prontos-socorros, foi instituída, em 2003, a Política Nacional de Atenção às Urgências. Seu componente pré-hospitalar móvel contemplava a implantação dos Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Em Belo Horizonte, a implantação do SAMU foi um marco definidor das políticas de atenção às urgências, ao qualificar a ação do sistema de saúde, antecipando-se à atenção hospitalar. Em sua estrutura, há relações próprias de uma organização de trabalho, com lutas por espaços e defesa de interesses, o que nos conduz a uma reflexão sobre como os atores sociais se inscrevem num sistema de posições e relações estabelecidas. Algumas tensões têm se mostrado presentes nas relações estabelecidas entre os próprios profissionais desse serviço, bem como em relações com profissionais de outros níveis assistenciais. Compreender essas tensões envolve questionamentos sobre como as práticas são organizadas nesse contexto. A análise das práticas auxilia a compreender como os arranjos são estabelecidos e como são admitidos e aceitos em um determinado momento. É nesse sentido que o pós-estruturalismo oferece recursos teórico-filosóficos para o desenvolvimento deste estudo, pois oferece subsídios para responder a perguntas relacionadas a como práticas são organizadas em determinado cenário. Tem em posição central a noção de que o poder não está limitado apenas a instituições formalmente estabelecidas, mas é imanente a todas as relações. O SAMU constitui-se em um cenário privilegiado de vivências de relações de poder, as quais refletem a singularidade e os conflitos inerentes ao trabalho de uma equipe de profissionais que desenvolve suas práticas a partir
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O processo comunicativo no serviço de atendimento móvel de urgência (SAMU-192).

O processo comunicativo no serviço de atendimento móvel de urgência (SAMU-192).

Em um primeiro momento foi realizada a va- lidação do instrumento de coleta de dados com três auxiliares de enfermagem que trabalham no SAMU- 192 no período diurno, sendo que tais profissionais não contemplaram a amostra. As entrevistas fo- ram gravadas após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa (protocolo 1028/ 2009) e da assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, sendo garantido o anonimato a todos os entrevis- tados. As falas foram codificadas com a sigla “AE” seguida do número da entrevista (AE 1 até AE 27). Dentre as várias técnicas propostas para a análise dos dados, optou-se pela utilização da aná- lise temática de conteúdo que contempla diferen- tes fases: 1) pré-análise; 2) exploração do material; e 3) tratamento dos resultados, inferência e inter- pretação (8) .
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Práticas de poder no serviço de atendimento móvel de urgência de Belo Horizonte .

Práticas de poder no serviço de atendimento móvel de urgência de Belo Horizonte .

O trabalho do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) envolve a participação de diversos profissionais que atendem a demandas de diferentes níveis de complexidade, em um amplo território geográfico, com um planejamento de trabalho diferente dos serviços com estruturas exclusivamente fixas. O objetivo deste estudo foi analisar a configuração de práticas de poder no cotidiano do trabalho dos profissionais do SAMU. Trata-se de um estudo de caso qualitativo, cujo cenário foi o SAMU de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. A amostra foi composta por 31 trabalhadores, e os dados coletados por entrevista semiestruturada e submetidos à análise de discurso. No contexto das lutas e práticas de poder, destacam-se ‘o poder da vaga-zero’ e os ‘corpos uniformes e imagens de poder no SAMU’. Percebe-se que, no SAMU, o poder está presente como prática social, com sua centralidade se deslocando de acordo com as situações vivenciadas e os interesses em questão.
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Incorporação do Desfibrilador Externo Automático no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte, resultados preliminares.

Incorporação do Desfibrilador Externo Automático no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte, resultados preliminares.

O DEA é um equipamento de uso fácil e seguro (FIGURA 2). Assim que ligado, o aparelho fornece como primeira instrução a solicitação de ajuda, passo muito importante, principalmente se estiver sendo operado por leigos. Posteriormente, a seqüência de orientações segue com a instrução de adaptação dos eletrodos de desfibrilação no tórax do paciente. Após conexão dos eletrodos são fornecidas instruções específicas para que o DEA possa iniciar a análise do ritmo cardíaco do paciente com indicação ou não de aplicação de choque. Caso o choque seja indicado, o aparelho ativa o botão de choque e instrui o operador a pressionar esse botão, aplicando assim uma descarga elétrica e atuando na possível reversão da FV. Quando o choque não é recomendado, o aparelho instrui o operador a administrar as manobras de RCP (compressões torácicas sincronizadas com ventilações). Após 2 minutos de RCP, conforme recomendações da AHA (2005), o aparelho analisa novamente o ritmo cardíaco.
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Particularidades do trabalho do enfermeiro no serviço de atendimento móvel de urgência de Belo Horizonte .

Particularidades do trabalho do enfermeiro no serviço de atendimento móvel de urgência de Belo Horizonte .

RESUMO: Foi realizado um estudo de caso descritivo e qualitativo com o objetivo conhecer a percepção de enfermeiros sobre seu trabalho no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte. Os sujeitos foram 12 enfermeiros e os dados foram coletados por meio de entrevistas e submetidos à análise de conteúdo. Os resultados apontaram como aspectos positivos do trabalho, o dinamismo e a resolutividade do serviço, sua visibilidade na rede de atenção, a execução de atividades primordialmente assistenciais e a satisfação no trabalho. Os pontos negativos envolvem o pouco conhecimento da população sobre a organização e funcionamento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, exposição a fatores de riscos físicos ambientais e violência no momento do atendimento e problemas na recepção dos pacientes pelas unidades ixas de saúde. Percebe-se que os aspectos positivos são relacionados ao conteúdo do trabalho e sua inalidade, e os negativos, às condições de trabalho.
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Temas educativos para escolares sob a perspectiva dos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

Temas educativos para escolares sob a perspectiva dos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

Objetivo: Sistematizar, junto aos proissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de um município catarinense, os princi- pais temas para a elaboração de um instrumento educativo sobre atenção às urgências, dedicado à população em idade escolar. Método: Estudo qualitativo, realizado por meio de encontros no formato de grupo focal, com 19 proissionais que desenvolvem suas atividades no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência municipal. Os dados foram categorizados e analisados com a técnica de análise temática. Resultados: Os conteúdos debatidos nos encontros foram agrupados em quatro categorias temáticas: O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e a escola: educação e promoção da saúde para as crianças; Como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência funciona: o que é importante saber?; Tem algo errado, e agora? e; Estamos quase concluindo, dê sua opinião. Conclusão: Os temas especíicos resultantes dos encontros contribuíram para a produção de um instrumento educacional sobre as atividades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, que poderá ser utilizado pelo Programa Saúde na Escola para promover educação em saúde na área de atenção às urgências junto à população em idade escolar.
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PSYCHIATRIC NATURE CARE PROVIDED BY THE URGENT MOBILE PRE- HOSPITAL SERVICE

PSYCHIATRIC NATURE CARE PROVIDED BY THE URGENT MOBILE PRE- HOSPITAL SERVICE

O presente estudo confirma tais afirmativas, uma vez que 96,8% dos atendimentos a usuários com agravos psiquiátricos foram realizados pelas Unidades de Suporte Básico. Este resultado repre- senta uma tendência já esperada, uma vez que essas ambulâncias são as primeiras opções frente aos casos e situações de menor gravidade e, consequentemente, estão implantadas em maior número no serviço.

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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Maria Célia do Nascimento Oliveira de Souza

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Maria Célia do Nascimento Oliveira de Souza

Quanto aos dados referentes à dimensão da síndrome de Burnout, da primeira categoria de análise, a exaustão emocional, emergiram as subcategorias associadas a esforço no trabalho e condições física e mental. O esforço ressalta a sobrecarga física demandada pela constante movimentação para manutenção dos pacientes e dos atendimentos às intercorrências. O esforço mental está relacionado às reformulações de planejamento do trabalho, como realizar inúmeras improvisações para suprir o material faltante e discernir sobre qual a melhor condução de tratamento diante do estado clínico do paciente. O esforço emocional envolve relações socioprofissionais. Observou-se também dificuldade em relação a lidar com a morte, e essa dificuldade aumenta à proporção que a idade do paciente diminui ou quando são casos que evoluem rapidamente para o óbito. Nessa categoria, 60% dos entrevistados se dizem esgotados e 40% relatam que, apesar da instabilidade do plantão, atualmente se encontram adaptados à rotina de trabalho. Dos entrevistados, 90% já pensaram em desistir da profissão, e 20% têm como projeto sair da assistência hospitalar. Os demais alegam que se mantêm na profissão porque gostam do que fazem, porque têm estabilidade no emprego ou porque precisam dele para manter o padrão de vida. Reforça aqui que 90% desses profissionais possuem outros vínculos empregatícios, sendo, portando, a acumulação dos rendimentos desses empregos que os permitem uma vida financeira saudável.
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EFICÁCIA ESCOLAR E LIDERANÇA PEDAGÓGICA DOS DIRETORES ESCOLARES DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BELO HORIZONTE NO CONTEXTO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

EFICÁCIA ESCOLAR E LIDERANÇA PEDAGÓGICA DOS DIRETORES ESCOLARES DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BELO HORIZONTE NO CONTEXTO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A análise dos pontos críticos das escolas da Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte apontou uma importante correlação com os fatores de Eficácia Escolar observados no estudo de Brookover et al (1979). Dentre os oito fatores intraescolares identificados no estudo, a alocação de tempo para promover processos de efetiva interação de ensino-aprendizagem entre professores e alunos foi considerado um fator de eficácia. Os dados das escolas municipais confirmaram esta correlação, pois 18% das escolas apresentaram como ponto crítico a falta de tempo, em sua organização pedagógica, para que os professores acompanhassem os alunos nas áreas em que eles apresentam maior dificuldade. Este dado aponta para um estudo mais aprofundado sobre a organização dos tempos e espaços nas escolas municipais uma vez que a indicação de falta de tempo contrasta, por exemplo, com o investimento feito pela SMED nos últimos quatro anos de disponibilizar, em média, dois professores para trabalhar no Projeto de Intervenção Pedagógica (PIP), também conhecido como Reforço Escolar. O PIP tem como objetivo trabalhar com alunos que apresentaram defasagem em Língua Portuguesa e Matemática, com todos os professores trabalhando com uma metodologia própria no contraturno dos estudantes. Em 22% das escolas, foi informado que a equipe não dispõe de tempo para trocar informações sobre os estudantes, o que reforça o entendimento de que o fator tempo está diretamente associado à gestão pedagógica das escolas.
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ANÁLISE DE SÓLIDOS E COMPÓSITOS 3D GERAIS VIA ALGORITMO DE SUBESTRUTURAÇÃO GENÉRICA DO MÉTODO DOS ELEMENTOS DE CONTORNO Carlos Roberto da Silva Júnior

ANÁLISE DE SÓLIDOS E COMPÓSITOS 3D GERAIS VIA ALGORITMO DE SUBESTRUTURAÇÃO GENÉRICA DO MÉTODO DOS ELEMENTOS DE CONTORNO Carlos Roberto da Silva Júnior

Os resultados obtidos mostram a eficácia e eficiência da técnica empregada para o cálculo de tensões no contorno de sólidos 3D genéricos. O uso dessa técnica evitou, para a determinação de tensões no contorno, o cálculo de integrais singulares de ordem O(r -2 ) e O(r -3 ) presentes na representação integral de contorno, as quais são difíceis de serem calculadas com boa precisão. Em conjunto com a técnica subregião-por-subregião (SBS), desenvolvida em trabalhos anteriores (Araújo, Alberto e Dors, 2003; Araújo, Dors, Martins e Mansur, 2004; Araújo, Silva e Telles, 2006; Araújo e Gray, 2008; Araújo, d'Azevedo e Gray, 2010 e 2011), essa técnica pode ser de grande utilidade em análises de sólidos 3D genéricos em especial os de parede fina, e em análises microestruturais de materiais tais como compósitos reforçados com nanotubos de carbono ou materiais policristalinos. Observam-se diferenças claras, em certos nós do modelo, entre os resultados obtidos via MEF e MEC, o que se justifica pelas diferenças matemáticas entre as formulações do MEC e do MEF. As formulações do MEC são semi-analíticas e por isso fornecem resultados mais precisos, em geral, além de serem mais eficientes em regiões onde ocorrem concentrações de tensões. Ressalte-se ainda que a geração da malha de elementos para o MEC é mais simples de ser realizada, além de gerar um sistema de equações algébricas com um número muito menor de graus de liberdade, quando comparado ao necessário em uma análise via MEF. Esse fato aumenta a eficiência do processo de resolução do problema e reduz muito o esforço computacional durante as análises, admitindo que o algoritmo de integração aplicado no cálculo dos coeficientes do sistema de equações seja eficiente. Nos modelos considerados, vê-se que o número de graus de liberdade dos modelos de elementos finitos é consideravelmente maior em todas as comparações realizadas.
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