Top PDF Análise dos termos de referência de estudo de impacto ambiental do estado de Minas Gerais

Análise dos termos de referência de estudo de impacto ambiental do estado de Minas Gerais

Análise dos termos de referência de estudo de impacto ambiental do estado de Minas Gerais

A Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) é um instrumento utilizado no processo de Licenciamento Ambiental, no Brasil, para avaliar potenciais impactos associados a atividades e, ou empreendimentos que por sua essência causam impactos significativos. O emprego da AIA visa à implantação dos projetos, de modo sustentável. Para que a AIA ocorra de forma adequada, ela deve estar embasada em leis e resoluções seguindo princípios adequados para a tomada de decisões, sendo o escopo uma fase indispensável. A etapa do escopo no processo de AIA consiste na determinação da abrangência e da profundidade do estudo ambiental e tem por objetivo concentrar nos pontos relevantes para a tomada de decisão sobre a aprovação ou não do projeto. Este detalhamento de informações do que deve conter no Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (Rima) é colocado no termo de referência (TR), que no caso de Minas Gerais, é elaborado pelo Órgão responsável pelo processo de licenciamento. Objetivou- se com o trabalho analisar, segundo as exigências legais, o conteúdo dos TRs disponibilizados pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD) para a elaboração do EIA/Rima de atividades comumente licenciadas no Estado de Minas Gerais, precisamente, na região do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. A análise dos TRs foi realizada por meio de um conjunto de critérios elaborados com base no conteúdo mínimo e diretrizes gerais exigidos para um EIA pela Resolução CONAMA nº 1 de 1986, onde foi atribuída a pontuação 0, 1 e 2 para os critérios de não cumpriu, cumpriu parcialmente e cumpriu, respectivamente. Cada TR foi observado e qualificado de acordo com o cumprimento ou não destes critérios. Os resultados obtidos demonstram que dos cinco termos analisados, quatro não cumprem com o conteúdo mínimo exigido para a elaboração do Estudo de Impacto Ambiental (EIA). A média das notas obtidas para os cinco TR’s analisados foi de 12 pontos, valor abaixo da nota máxima atribuída para um TR completo, segundo o conteúdo mínimo exigido pela Resolução CONAMA nº1 de 1986, que seria de 16 pontos. Dessa forma, é possível afirmar que os TR’s para atividades comumente licenciadas na região do Triangulo Mineiro e Alto Paranaíba não cumprem com o objetivo de instruir na elaboração do EIA/Rima, sendo um possível fator para contribuir com um processo de Licenciamento Ambiental ineficiente.
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Fluxos da informação e do conhecimento na análise técnica de processos de avaliação de impacto ambiental : estudo comparativo de agências ambientais em Minas Gerais e Portugal.

Fluxos da informação e do conhecimento na análise técnica de processos de avaliação de impacto ambiental : estudo comparativo de agências ambientais em Minas Gerais e Portugal.

A etapa de análise técnica dos estudos ambientais, apesar de sua relevância para a eficácia do processo de avaliação de impacto ambiental (AIA), recebeu pouca atenção da academia. Poucos estudos foram além das avaliações regulatórias para entender os meandros administrativos da análise técnica em agências ambientais, apesar de inúmeras críticas serem apontadas sobre essa etapa, como a morosidade, a subjetividade e a imprevisibilidade. Esta pesquisa teve como objetivo geral entender como o aprimoramento dos fluxos da informação e do conhecimento na análise técnica pode contribuir para a melhoria da AIA em agências ambientais. Tais fluxos foram analisados sob a perspectiva dos usuários, suas necessidades informacionais, e dos tipos, fontes, canais e produtos da informação, em duas agências ambientais: a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (SEMAD), e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA). Com base em uma metodologia qualitativa de estudo de casos múltiplos, orientada pela revisão de legislações de AIA, análises de conteúdos de 12 pareceres técnicos, observações participantes e 23 entrevistas semiestruturadas nas agências ambientais, a pesquisa forneceu uma das caracterizações mais detalhadas da etapa de análise técnica até o momento. Embora seguindo arranjos institucionais e procedimentais semelhantes, as etapas de análise técnica nas duas agências ambientais possuem diferenças importantes. De modo geral, a análise técnica da APA é mais bem estruturada, participativa, detalhada e fundamentada, atendendo algumas das boas práticas citadas na literatura. Melhores fluxos da informação e do conhecimento foram evidenciados na APA e, consequentemente, menores ruídos ou barreiras da informação. Isso pode estar contribuindo para a obtenção de informações com de maior qualidade e celeridade, e para a construção de produtos da informação mais adequados, conhecimentos mais relevantes e decisões mais assertivas. As entrevistas revelaram diversas fragilidades na etapa de análise técnica e nos fluxos da informação e do conhecimento sobretudo no âmbito da SEMAD, mas também potenciais soluções para seu aprimoramento. De modo geral, conclui-se que os detalhes da análise técnica revelados nesta pesquisa podem afetar as percepções em torno da legitimidade e confiabilidade das recomendações das equipes técnicas em sistemas de AIA.
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Análise dos procedimentos de triagem e escopo no licenciamento ambiental no âmbito federal e no estado de Minas Gerais

Análise dos procedimentos de triagem e escopo no licenciamento ambiental no âmbito federal e no estado de Minas Gerais

A Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) é uma ferramenta utilizada no auxílio à tomada de decisão sobre a aprovação de projetos e empreendimentos passíveis de causar impactos ambientais significativos. No Brasil, a AIA formalizou-se como instrumento da Política Nacional de Meio Ambiente (PNMA) e tornou-se ferramenta compulsória do processo de licenciamento ambiental. Apesar dos amplos aspectos legais relacionados ao tema, questionamentos sobre a efetividade da AIA influenciaram a realização de pesquisas que analisaram as práticas e procedimentos da AIA em muitos países. O objetivo geral do estudo é analisar os procedimentos adotados nas fases de triagem e escopo, no licenciamento ambiental federal e no estado de Minas Gerais. A escolha pelos órgãos licenciadores deveu-se, em parte, ao interesse de comparar as práticas e procedimentos adotados, haja vista as diferenças com relação ao volume e complexidade dos processos de licenciamento conduzidos por ambos os órgãos. Os dados para a pesquisa foram coletados por meio de consultas aos sites e legislação e reunião técnica com representantes dos órgãos licenciadores para complementação e validação das informações. Para concretizar o estudo, selecionaram-se critérios de análise dos procedimentos da AIA, com enfoque nas fases de triagem e escopo, e foram elaboradas matrizes de análise SWOT, com o objetivo de identificar as forças e fraquezas, oportunidades e ameaças ao sistema de AIA. Como parte dos resultados, verificaram-se diferenças entre os dois órgãos, nas práticas adotadas nas etapas de triagem e escopo, como a existência de metodologia de triagem sistematizada e Termos de Referência (TR) padrão na SEMAD-MG, enquanto o IBAMA realiza a triagem por meio de análise caso a caso e prevê a possibilidade, em alguns casos, de o empreendedor elaborar uma proposta de TR a ser validado pelo órgão. Em ambos os órgãos, verificou-se que a fase de triagem é decisiva para a definição dos estudos ambientais e que, no caso da SEMAD-MG, essa fase é determinante para a definição dos contornos da AIA e da modalidade de regularização ambiental a ser aplicada. Considerou-se que as diferenças entre os dois órgãos, identificadas nas práticas e procedimentos, podem estar relacionadas com o volume de processos conduzidos e complexidade dos empreendimentos, o que também apresenta diversidade. Concluiu-se que as fases de triagem e escopo são decisivas para a adequada condução do processo de licenciamento ambiental, pois, com base nas fases iniciais, é definida a complexidade necessária da AIA e dos estudos ambientais, responsáveis por fornecer as informações que subsidiam a avaliação do potencial de serem causados danos ambientais significativos e que auxiliam na tomada de decisão sobre a aprovação da licença ambiental.
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A EFETIVIDADE DOS SISTEMAS DE AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL NOS ESTADOS DE SÃO PAULO E MINAS GERAIS

A EFETIVIDADE DOS SISTEMAS DE AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL NOS ESTADOS DE SÃO PAULO E MINAS GERAIS

Por sua vez, os processos analisados para o estado de SP foram conduzidos de acor- do com a Resolução SMA nº 54/2004 (atualmente substituída pela Resolução SMA nº 49/2014). O processo iniciava-se com a protocolização do Plano de Trabalho (PT) para análise e emissão do TR, o que era, então, comunicado ao Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) para este se manifestasse quanto à avocação do processo de definição do TR para si. Caso o processo fosse avocado pelo Conselho, algum procedimento de con- sulta pública poderia ser acionado para permitir o envolvimento da sociedade na definição do TR. Após o recebimento do EIA/Rima, elaborado conforme as orientações estabele- cidas, iniciava-se a fase de análise técnica. Ainda que não exista uma norma específica, o órgão ambiental tem convocado sistematicamente a realização de audiências públicas para a discussão dos resultados do EIA e recolhimento da manifestação da sociedade, a fim de instruir o processo de análise técnica. Caso fosse verificado que as informações apresentadas nos estudos não fossem suficientes para a análise da viabilidade ambiental do empreendimento, ou eventualmente em função de alguma questão identificada ao longo do processo, caberia ao órgão ambiental solicitar informações complementares. O parecer resultante da análise técnica do estudo e de suas complementações, com a funda- mentação realizada pelo órgão ambiental a respeito da viabilidade ambiental do projeto, era, então, encaminhado ao Consema para decisão final. Na hipótese de aprovação, o órgão ambiental emite a LP e estabelecia as exigências a serem cumpridas para as demais fases do licenciamento (LI e LO).
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Espécies ameaçadas da flora no processo decisório da avaliação de impacto ambiental em Minas Gerais.

Espécies ameaçadas da flora no processo decisório da avaliação de impacto ambiental em Minas Gerais.

Após as análises, confirmou-se que os estratos herbáceo, arbustivo e epifítico foram subvalorizados frente ao estrato arbóreo, o que pode ser comprovado pela quantidade de árvores ameaçadas identificadas, mesmo com a maioria de espécies nas listas de espécies ameaçadas pertencendo a outros hábitos que não o arbóreo. Nos pareceres únicos, diversas vezes houve menção somente de árvores, ainda que houvesse fitofisionomias com outros estratos predominantes. Sem dúvida, isso é um reflexo do escopo e de Termos de Referência vagos, uma questão que poderia ser sanada pela análise técnica do parecerista, mas se mantém, exceto nos processos em que houve sugestão para indeferimento. Recomenda-se, portanto, que os termos de referência possam ser revistos à luz dos achados científicos, valorizando toda a biodiversidade de plantas e não somente as espécies arbóreas. Há uma tendência de atualização neste critério vinda do órgão ambiental federal, que não pode normatizar procedimentos estatais, mas solicita estudos com determinadas características para seus processos de anuência para supressão de vegetação nos estágios sucessionais médio e avançado dentro do bioma Mata Atlântica, conforme preconiza a Lei Federal nº 11.428, de 22 de dezembro de 2006. A mesma tendência pode ser verificada nos novos termos de referência observados nos critérios locacionais da atual legislação estadual.
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Análise do monitoramento pós estudo de impacto ambiental no Estado de São Paulo.

Análise do monitoramento pós estudo de impacto ambiental no Estado de São Paulo.

Este trabalho teve como objetivo realizar um estudo da situação do processo de Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) no estado de São Paulo, enfatizando a fase de monitoramento pós-Estudo de Impacto Ambiental (EIA), que é essencial para a eficiência e eficácia da AIA. Pretendeu-se avaliar com que freqüência o monitoramento é realizado, quais os métodos utilizados para sua realização, qual sua eficiência, seus pontos falhos e quais as dificuldades de operacionalização deste sistema. Para tanto, foi realizada uma revisão bibliográfica sobre práticas nacionais e internacionais de AIA, com consultas às bibliotecas da Secretaria de Meio Ambiente (SMA), Companhia Estadual de Tecnologia de Saneamento Ambiental (CETESB), Departamento de Avaliação de Impacto Ambiental (DAIA) e da USP e pesquisas em banco de dados. Foram feitas entrevistas com diretores técnicos do DAIA/SMA e também foi elaborado um questionário, que aborda alguns pontos de práticas de AIA no Estado de São Paulo. Este questionário foi enviado para profissionais da área. Como resultado, foi constatado que, apesar de muito importante no contexto da AIA, o monitoramento pós-EIA não é praticado na maioria dos casos. Muitas são as falhas apontadas no processo, que acabam culminando na não aplicação do monitoramento pós-EIA. A falta de comprometimento com a qualidade ambiental e a sustentabilidade, a falta de estrutura dos órgãos ambientais, a burocratização e conseqüente lentidão do processo, a baixa participação da sociedade, a dificuldade em se conseguir material sobre o assunto, entre outros, são alguns dos fatores mencionados. Se os procedimentos não forem aperfeiçoados, de modo a garantir o cumprimento dos termos e compromissos definidos, bem como o aprendizado com os erros e acertos de cada caso, um poderoso instrumento de política ambiental poderá ficar desacreditado e converter-se em apenas mais um dos já numerosos entraves burocráticos que dificultam o acesso aos recursos naturais do país, mas não são eficazes para assegurar que seu aproveitamento se dê em benefício da sociedade.
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Análise do Estado da Arte do Fechamento de Mina em Minas Gerais

Análise do Estado da Arte do Fechamento de Mina em Minas Gerais

Os desafios enfrentados pela mineração atualmente são muitos. Com destaque para a contínua pesquisa por novas reservas, limitações adicionais ao acesso e dificuldades de obtenção ao direito de lavra e normas ambientais cada vez mais restritivas e, potencialmente, os custos associados a estas. Adicionalmente, o sucesso de um fechamento de mina tem se tornado uma preocupação e uma meta dentro das empresas, bem como uma medida de desempenho entre os envolvidos no processo. A indústria mineral no Brasil é muito diversa em termos de tipo de minério e do tamanho das minas e do porte das companhias que estão em atividade no setor. O Estado de Minas Gerais é o mais importante para a mineração, pois acolhe 50,6% das minas grandes e 46,5% das médias. Muitas minas em Minas Gerais estão no primeiro estágio de fechamento. Embora não haja, no Brasil, uma legislação pertinente, empresas de mineração têm adotado as melhores práticas ambientais e enfrentado o desafio de fechar uma mina de forma adequada de acordo com a atual legislação ou abandonando o local da mina. Apesar de não existir uma legislação para o fechamento de mina no Brasil, as indústrias brasileiras, atualmente, estão desenvolvendo técnicas para minimizar os impactos ambientais. Os estudos de caso no Estado de Minas Gerais, a maioria localizado no Quadrilátero Ferrífero, fornecem um excelente testemunho das técnicas de reabilitação implementadas pelas empresas de mineração. Esta dissertação apresenta uma análise do estado da arte do fechamento de mina em Minas Gerais tomando como exemplo, a mina de Águas Claras (a primeira grande mina de minério de ferro a ser propriamente fechada na América do Sul) visto que seu plano de fechamento de mina tem se tornado uma referência no Brasil, bem como outras minas, incluindo uma de urânio, três de ouro e quatro de minério de ferro. Destaca as razões para o fechamento, os maiores riscos envolvidos em cada uma e as técnicas de reabilitação adotadas além do uso futuro proposto para o local da mina. O outro objetivo deste estudo foi de propor técnicas para mensurar a qualidade e o nível da recuperação ambiental realizado pela mineração através do monitoramento da área. Adicionalmente, utilização de indicadores biológicos, bioindicadores, na fase do fechamento foi recomendada por se tratar de uma ferramenta importante para medir a qualidade biológica do ambiente na área pós-mineração.
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Análise econômica da terminação de bovinos de corte em confinamentos no estado de Minas Gerais: estudo de caso.

Análise econômica da terminação de bovinos de corte em confinamentos no estado de Minas Gerais: estudo de caso.

pelo fato de o confinamento 1 incluir máquinas, equipamen- tos, caminhão e fábrica de ração, enquanto o confinamento 2 não os inclui, já que compra toda sua alimentação de tercei- ros e aluga tratores para o serviço, o que pode ser um alter- nativa para os confinamentos, uma vez que houve menor representatividade da depreciação no confinamento que alu- gou as máquinas e adquiriu de terceiros a alimentação. A depreciação poderia ser menor, no confinamento 1, caso o pecuarista realizasse outro ciclo, ou seja, confinasse mais animais no decorrer do ano, para otimizar o uso das máqui- nas, ferramentas, implementos, veículos e benfeitorias. Lopes & Magalhães (2005b) verificaram que a depreciação foi res- ponsável por 0,56% do custo operacional total; Moreira et al. (2009), 1,05%; Lopes & Sampaio (1999), 3,84%; 1,92 e 1,12%, em confinamentos de 100, 500 e 1.000 cabeças, res- pectivamente; e Lopes & Magalhães (2005a), 1,74%. Embo- ra não se tenha dados de referência na literatura sobre qual o valor ideal para esse indicador, pode-se observar, neste tra- balho, que os valores encontrados pelo confinamento 1 in- dicam que a eficiência de utilização de máquinas, equipa- mentos e benfeitorias foi semelhante ao valor encontrado por Lopes & Magalhães (2005a); superiores aos encontra- dos por Moreira et al. (2009) e Lopes & Magalhães (2005b); e inferiores aos encontrados por Lopes & Sampaio (1999), em confinamentos de 100 e próximo ao de 500 cabeças. No entanto, o confinamento 2 mostrou menor eficiência, na uti- lização de seus bens, apenas em relação ao valor encontrado por Lopes e Magalhães (2005b).
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Análise espaço-temporal da evapotranspiração de referência para Minas Gerais.

Análise espaço-temporal da evapotranspiração de referência para Minas Gerais.

para o estudo foram aquelas que apresentaram séries históricas mínimas de 5 anos para todos os dados necessários para a estimativa da evapotranspiração de referência (ET 0 ) pelo método de Penman-Monteith-FAO descrito por Allen et al. (1998) e Pereira et al. (1997). Para as estações que apresentaram falhas ao longo de suas séries históricas, foi feito o preenchimento das mesmas pelo método da regressão linear simples. Foram utilizadas no trabalho 42 estações climatológicas, das quais, apenas 30 estão localizadas dentro do Estado de Minas Gerais. Para que pudesse ser feita a espacialização das informações, por meio do SIG utilizado no trabalho, foram usados dados de estações climatológicas que se encontram distribuídas nas regiões ou estados circunvizinhos a Minas Gerais. Entre eles estão: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia, totalizando 12 estações fora do limite estadual de Minas Gerais.
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Análise do sistema de licenciamento ambiental do município de Viçosa, Minas Gerais

Análise do sistema de licenciamento ambiental do município de Viçosa, Minas Gerais

Assim, conhecendo a possibilidade dos municípios brasileiros se inserirem efetivamente na gestão ambiental, Carvalho et al. (2005), identificaram que naqueles de maior população, está existindo uma preocupação proporcional por parte das administrações locais e dos movimentos sociais para se instituir na área ambiental um formato participativo de gestão, que permita conhecer as pressões e as demandas por políticas públicas. O estudo concluiu que, em termos absolutos, os instrumentos municipais de gestão ambiental e particularmente os Conselhos de Meio Ambiente, estão concentrados nas Regiões Sudeste e Sul do Brasil. Uma das explicações para tal fato advém da maior concentração de municípios nesta parte do país.
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Caracterização ambiental e análise da estrutura da paisagem da área de proteção ambiental de Coqueiral, Minas Gerais

Caracterização ambiental e análise da estrutura da paisagem da área de proteção ambiental de Coqueiral, Minas Gerais

Por meio da avaliação dos índices de paisagem foi possível observar que a paisagem é dominada por atividades agropastoris (pastagem, cafeicultura, outras culturas e reflorestamento), com área de 4273,13 ha (CA), ocupando 62,49% (PLAND) da área total, como mostrado na Tabela 11. Isso também pode ser comprovado quando analisado o índice de porcentagem da paisagem ocupada pelo maior fragmento (LPI), que mostra que a classe pastagem ocupa 17,99%, enquanto a classe floresta estacional semidecidual é representada por apenas 2,45%. Outra classe que ocupa uma quantidade semelhante à de mata é a classe corpo d’água com 2,95% da paisagem. Isso ocorre porque a represa de Furnas ocupa grande parte dessa classe. Resultados semelhantes foram encontrados por Tonial (2003), com 47,19% para área de pastagem e Valente (2001), que quantificou entre 2% e 4% de vegetação nativa na área de estudo, em uma região do estado de São Paulo. As outras classes de uso não apresentaram resultados significativos. Dessa forma, esses resultados corroboram para aferir que a paisagem da APA é dominada por atividades agrícolas.
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APLICAÇÃO DA TÓPICA JURÍDICA NO DIREITO AMBIENTAL: ANÁLISE DE UM CASO CONCRETO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

APLICAÇÃO DA TÓPICA JURÍDICA NO DIREITO AMBIENTAL: ANÁLISE DE UM CASO CONCRETO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Dessa forma, poder-se-ia concluir que o desenvolvimento de uma atividade considerada de utilidade pública estaria fadada ao insucesso ante a existência dos dez Faveiros de Wilson? O desenvolvimento sustentável, aduzido nos termos sugeridos no citado relatório Our Common Future (Nosso Futuro Comum) e a partir do qual se extrai a necessidade de compatibilização do exercício regular de uma atividade econômica com a proteção dos recursos naturais, ambos com guarida constitucional, seria inaplicável à situação-problema?

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Contribuição da certificação florestal ao atendimento da legislação ambiental e social no estado de Minas Gerais.

Contribuição da certificação florestal ao atendimento da legislação ambiental e social no estado de Minas Gerais.

Segundo o estudo de Jacovine et al. (2008), as áreas de preservação correspondiam, em média, a 43,75% do total das áreas das propriedades rurais avaliadas na bacia do rio Pomba, MG, confirmando a premissa de que no Estado, em razão da sua topografia e abundância de cursos d’água, grande parte das propriedades tem restrições quanto à sua utilização. Porém, nos casos estudados neste trabalho, tratando-se de grandes organizações florestais, o não cumprimento das leis ambientais pode ter vindo do próprio histórico do setor florestal em Minas Gerais, estabelecido inicialmente com os incentivos fiscais, em que era permitido e autorizado o maior aproveitamento do uso do solo, incluindo as áreas de preservação permanente em situações em que o código florestal proibia e também não se exigia o Estudo de Impacto Ambiental (EIA RIMA), outra ferramenta de importante auxílio na legislação ambiental. Outra questão foi a falta de fiscalização efetiva, após a publicação do Código Florestal, e que a lei existe no papel, mas de fato não é cobrada ou fiscalizada.
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O INSTRUMENTO DE COMPENSAÇÃO AMBIENTAL NO BRASIL E NO ESTADO DE MINAS GERAIS.

O INSTRUMENTO DE COMPENSAÇÃO AMBIENTAL NO BRASIL E NO ESTADO DE MINAS GERAIS.

Com nova redação, o art. 31 do Decreto no 4.340/2002, agora como Decreto 6.848/09, determina que para o cálculo do grau de impacto ambiental será levado em consideração o Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), no que se cita aos impactos negativos para o meio ambiente. Para o cálculo, o impacto causado será levado em consideração apenas uma vez e deverá conter os indicadores do impacto gerado pelo empreendimento e das características do ambiente a ser impactado, não sendo incluídos no cálculo os investimentos referentes aos planos, projetos e programas exigidos no procedimento de licenciamento ambiental para mitigação de impactos. A compensação ambiental poderá incidir sobre cada trecho em que a licença for emitida. Este tipo de modelagem é muito útil porque emite uma certa quantificação de processos e resultados que de outra forma ficariam muito subjetivos e indeterminados.
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Análise das Práticas de Gestão Ambiental de Empresas Sediadas no Estado de Minas Gerais – Brasil na Ótica da Ecoeficiência

Análise das Práticas de Gestão Ambiental de Empresas Sediadas no Estado de Minas Gerais – Brasil na Ótica da Ecoeficiência

Utilizando uma definição do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD) que diz que a ecoeficiência é obtida pela entrega de bens e serviços com preços competitivos que satisfazem as necessidades humanas e trazem qualidade de vida, progressivamente reduzindo impactos ambientais, este texto analisa o que as empresas têm feito para alcançar essa condição, com o seguinte questionamento: as empresas mineiras de médio e grande porte estão adotando práticas de gestão ambiental que estimulem resultados ecoeficientes? O estudo é classificado como descritivo e bibliográfico, e por meio de um questionário foram levantadas informações sobre práticas de gestão ambiental de uma amostra de 32 empresas brasileiras sediadas no município de Belo Horizonte-MG. De acordo com o preconizado na literatura sobre práticas que convergem à ecoeficiência, bem como um nível médio de atividade ambiental em 50%, constatou-se que as empresas que fizeram parte da amostra estão utilizando uma série de elementos que, em médio prazo devem levá-las a uma situação na qual ações responsáveis sob a ótica socioambiental se traduzirão também em resultados financeiros efetivos. Adicionalmente, a preocupação das empresas em ter um plano de gerenciamento de resíduos (72%) já é um indicativo de que estão convergindo para a ecoeficiência empresarial, já que conseguem acrescentar mais valor consumindo menos recursos ou gerando menos resíduos. São limitações deste estudo o número e a restrição geográfica da amostra.
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Regularização ambiental de minerações em Minas Gerais

Regularização ambiental de minerações em Minas Gerais

Já os aventureiros apresentam menor faturamento, descumprem as condicionantes do licenciamento (isso, quando possuem licença) e as normas ambientais e trabalhistas (exceto as ab- solutamente necessárias), operam com certo risco, não preservam remanescen- tes de vegetação nativa nem revegetam áreas degradadas de forma signifi cativa, desenvolvem poucas ações de educação ambiental junto aos funcionários e às comunidades de entorno, não pagam multas ou protelam o seu pagamento e acabam tendo de assinar Termos de Ajustamento de Conduta (TACs), que, em geral, tampouco são cumpridos. Mesmo que o órgão ambiental atue com fi rmeza, não há garantia de sua adequação. A maioria das minerações de minerais não metálicos visitadas enquadra-se nesse perfi l.
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Reconstrução de séries e análise geoestatística da precipitação no Estado de Minas Gerais

Reconstrução de séries e análise geoestatística da precipitação no Estado de Minas Gerais

A determinação da homogeneidade deve ser feita pela comparação da série temporal de interesse com aquelas estações de referência próximas e altamente correlacionadas. Além disso, implicitamente supõe-se que toda mudança ou flutuação regional do clima experimentada na estação de interesse será verificada também na estação de referência (EASTERLING et al., 1995). Para formar uma série temporal de referência, o critério de homogeneização ou a metodologia de ajuste a ser adotada devem ser incorporados a toda rede de estações, uma vez que a homogeneidade dos dados das estações que contribuem para a série de referência geralmente não pode ser avaliada previamente (PETERSON et al., 1998).
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Análise longitudinal dos preços do carvão vegetal, no Estado de Minas Gerais.

Análise longitudinal dos preços do carvão vegetal, no Estado de Minas Gerais.

Os preços médios foram convertidos em dólar comercial americano, oficial do Banco Central do Brasil (PTAX 800), a preço de venda (BRASIL, 2004). O dólar é utilizado como parâmetro para o comércio exterior e o mercado financeiro. Na análise de séries temporais, muitos estudos brasileiros não utilizam o índice de correção monetária americana, o que pode influenciar os preços reais dos produtos. No presente estudo, considerou-se o deflator americano através do Consumer Price Index (CPI), ano-base 1982-1984 = 100, publicado pelo Bureau of Labor Statistics (2004).

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Língua Estrangeira: Inglês ou Espanhol. 10.3 O Cartão de Respostas a ser utilizado nas Provas Gerais somente poderá ser preenchido com caneta esferográfica azul ou preta, tendo em vista o sistema informatizado de leitura aplicado na apuração dos pontos obtidos nas provas. Serão anuladas as questões que apresentarem mais de uma alternativa assinalada ou eventuais rasuras, sendo de exclusiva responsabilidade do candidato o preenchimento do cartão.

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS

A Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), recredenciada pelo Decreto n.º 599, de 13 de setembro de 2012, faz saber aos interessados que estarão abertas inscrições para o Vestibular UEMG/2016, no período de 21 de setembro a 8 de novembro de 2015, segundo as especificações do calendário constante no presente Edital, observando-se as disposições da Lei Estadual n.º 15.259, de 27/4/2004, que institui o sistema de reserva de vagas para grupos específicos, bem como suas normas. O Vestibular UEMG/2016 visa ao preenchimento de vagas nos cursos presenciais de graduação a serem ministrados no campus de Belo Horizonte, em Poços de Caldas (curso de Pedagogia fora de sede) e também nas unidades de Barbacena, Campanha, Carangola, Cláudio, Diamantina, Divinópolis, Divinópolis/Abaeté, Frutal, Ibirité, Ituiutaba, João Monlevade, Leopoldina , Passos e Ubá. 1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
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