Top PDF Análise da variabilidade genética de arnica (Lychnophora ericoides Less. - Asteraceae) usando marcadores RAPDs.

Análise da variabilidade genética de arnica (Lychnophora ericoides Less. - Asteraceae) usando marcadores RAPDs.

Análise da variabilidade genética de arnica (Lychnophora ericoides Less. - Asteraceae) usando marcadores RAPDs.

RESUMO – (Análise da variabilidade genética de arnica (Lychnophora ericoides Less.- Asteraceae) usando marcadores RAPDs). O objetivo deste trabalho foi analisar e quantificar a variabilidade genética entre e dentro das populações de arnica por meio de marcadores RAPD. Foram amostradas quatro populações na região geoeconômica do Distrito Federal: Parque Nacional de Brasília (2), Fazenda Água Limpa - UnB (1) e Reserva do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1). Folhas de 24 indivíduos de cada região foram coletadas, totalizando 96 indivíduos. Num total de 105 iniciadores testados foram selecionados 15, totalizando 60 bandas polimórficas. Marcadores RAPDs selecionados foram analisados com a utilização dos programas NTSYS e Amova. O dendrograma obtido pelo método UPGMA e coeficiente de dissimilaridade Dice evidenciou quatro agrupamentos consistentes, com índice de dissimilaridade variando entre 62 a 71%. O teste de Mantel aplicado estabeleceu uma correlação cofenética com valores de r = 0.82, significando que as distâncias geográficas entre as populações amostradas estão correlacionadas com a distância genética. A análise de AMOVA mostrou uma percentagem variabilidade genética entre populações de 35,7% e dentro de populações de 64,3%, evidenciando uma alta variação entre populações, sendo um importante resultado para definição de uma estratégia de conservação da espécie que se encontra em situação vulnerável à extinção.
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Uso de marcadores moleculares na análise da variabilidade genética em acerola (Malpighia emarginata D.C.).

Uso de marcadores moleculares na análise da variabilidade genética em acerola (Malpighia emarginata D.C.).

de alto custo, de modo que o uso de SSRs é ainda limitado. No entanto, SSRs têm sido mapeados e usados para análise genética em plantas como milho (Smith et al., 1997), batata (Provan et al., 1996 e Kawchuk et al., 1996) e cítrus (Kijas et al., 1997). A variabilidade genética contida em coleções de Solanum tuberosum (McGregor, 2000), Malus (Gianfranceschi et al., 1998; Hokanson et al., 2001) foi analisada, usando SSRs. Dados de microssatélites, obtidos para o gênero Musa (banana), mostram uma aplicação imediata para análise genética e sugerem que SSRs podem servir de âncora para a construção de um mapa genético básico em banana (Kaemmer et al., 1997). Marcadores SSRs podem também ser obtidos, usando oligonucleotídeos de seqüências simples repetidas como primers na amplificação de DNA por PCR ou, ainda, como sondas em experimentos de hibridação envolvendo DNA genômico, para a detecção de polimorfismo em famílias de DNA repetitivo (Weising et al., 1995). Esta abordagem foi usada para a análise genética em Helianthus (Dehmer, 1998) e Solanum tuberosum (McGregor et al., 2000).
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Variabilidade genética entre acessos de Umbu-Cajazeira mediante análise de marcadores ISSR.

Variabilidade genética entre acessos de Umbu-Cajazeira mediante análise de marcadores ISSR.

No entanto, estudos de diversidade genética em umbu-cajazeira, usando marcadores moleculares, são incipientes. A utilização de marcadores genéticos em estudos populacionais de espécies arbóreas tem demonstrado tratar-se de ferramenta com grande poder de discriminação (FREITAS et al., 2005). Neste aspecto, o marcador ISSR (Inter Simple Se- quence Repeat), que se baseia na ampliicação de regiões entre sequências microssatélites adjacentes do DNA via PCR (Polymerase Chain Reaction), além de não exigir um conhecimento prévio do genoma (GONZALÉZ et al., 2002), apresenta elevado grau de polimorismo, reprodutibilidade e baixo custo.
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Desempenho de alevinos de quatro linhagens da tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus) e análise da variabilidade genética pelos marcadores RAPD

Desempenho de alevinos de quatro linhagens da tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus) e análise da variabilidade genética pelos marcadores RAPD

Vários trabalhos com marcadores moleculares têm sido realizados para Oreochromis. Este grande interesse nos estudos sobre a tilápia se deve ao fato deste ciclídeo africano ter se espalhado no mundo todo, com cultivo em mais de 100 países atualmente, sendo o segundo peixe mais produzido em todo o mundo (CYRINO et al., 2004; ROMANA-EGUIA et al., 2004), além de facilidade de manejo. Foram realizados vários trabalhos de populações com marcadores RAPD, como na análise da estrutura e diversidade genética (BARDAKCI e SKIBINSKI, 1994; SOUZA et al., 2003; HASSANIEN et al., 2004; WALMSLEY, 2004; POVH et al., 2005), para investigar a herdabilidade (APPLEYARD e MATHER, 2000; ASTOLPH, 2003; CEPOLLARO e COLOMBO, 2003), construção de mapas genéticos (KOCHER et al., 1998) e discriminação sexual (BARDAKCI, 2000).
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Análise da variabilidade genética de Alphitobius diaperinus utilizando marcadores moleculares de DNA  - doi: 10.5102/ucs.v8i2.1141

Análise da variabilidade genética de Alphitobius diaperinus utilizando marcadores moleculares de DNA - doi: 10.5102/ucs.v8i2.1141

Alphitobius diaperinus (Panzer, 1797) é uma espécie cosmopolita originá- ria do continente africano encontrada em grande quantidade em cama de frango, causando problemas sanitários e econômicos, afetando a saúde e o crescimento das aves e atuando também como transmissor de doenças. Indivíduos adultos de A. diaperinus foram coletados aleatoriamente de camas aviárias em três pro- priedades localizadas nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, analisados molecularmente por meio da técnica de RAPD. Para isso, foi adaptada uma metodologia para extração de DNA e testados os iniciadores decaméricos OPA-03, OPA-04, OPA-10, OPA-11 e OPA-13. O protocolo de extração de DNA que foi adaptado produziu fragmentos de DNA para a análise das populações de cascudinho, originárias da região sul do Brasil por RAPD. Foi encontrada alta va- riabilidade genética entre as populações de cascudinho. Além disso, sugere-se que indivíduos de A. diaperinus ocorrendo no Paraná possam ter se deslocado para os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
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Variabilidade genética de acessos de aguapé coletados no Estado de São Paulo.

Variabilidade genética de acessos de aguapé coletados no Estado de São Paulo.

A variabilidade genética revelada pela análise de dados dos marcadores RAPD foi muito coerente com a distribuição geográfica dos reservatórios nos quais foram coletadas as plantas e considerada alta para o aguapé, uma vez que essa planta aquática é originária da América do Sul e se multiplica principalmente por reprodução vegetativa, apesar de eventual reprodução por sementes. Na Figura 3 está representado o dendrograma de distância genética construído com dados calculados com

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Análise da diversidade genética de populações de palmiteiro (Euterpe edulis MARTIUS) através de marcadores isoenzimáticos

Análise da diversidade genética de populações de palmiteiro (Euterpe edulis MARTIUS) através de marcadores isoenzimáticos

As estimativas de diversidade genética no presente estudo foram ligeiramente inferiores às encontradas por Conte et al. (2003), sugerindo ser ainda mais restrita a base genética encontrada nas populações do Rio Grande do Sul. A base genética restrita possivelmente foi devida a causas naturais e, ou, interferência antrópica. O Rio Grande do Sul correspondeu ao limite extremo de dispersão de E. edulis, na Floresta Ombrófila Densa e na Floresta Estacional. A Floresta Ombrófila Densa caracteriza-se como uma mata perenifólia, com densa vegetação e com expressiva diversi- dade faunística. A dinâmica ecológica dessa floresta mos- tra-se propícia ao estabelecimento de populações de palmiteiro com elevada variabilidade genética (Reis, 1996; Conte et al., 2003). No Rio Grande do Sul, esse fato foi verificado apenas na subpopulação de Caraá (Floresta Ombrófila Densa). Essa subpopulação apresentou a mais elevada diversidade genética entre as estudadas (Ho = 0,297), sendo, possivelmente, o centro de dispersão da es- pécie na região litorânea e estruturando subpopulações com menor diversidade genética em seu entorno.
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Variabilidade genética em acessos de caupi analisada por meio de marcadores RAPD.

Variabilidade genética em acessos de caupi analisada por meio de marcadores RAPD.

RAPD (DNA polimórfico amplificado ao acaso) é uma técnica molecular rápida, barata e informativa (Williams et al., 1990), pois dispensa o conhecimento prévio da seqüência de DNA alvo e amplifica as se- qüências de DNA a partir de um par de iniciadores de seqüência arbitrária. Apesar disso, poucos trabalhos fo- ram realizados com caupi empregando-se marcadores RAPD; entre eles, foi determinada a capacidade discriminatória de cultivares de V. angularis e Phaseolus vulgaris (Kaga et al., 1993), realizada a comparação por análise genômica de espécies de Vigna (Menancio-Hautea et al., 1993), a identificação da evi- dência de evolução ortóloga com soja (Maugham et al., 1996), a construção de um mapa genético de ligação (Kaga et al., 1996; Menéndez et al., 1997; Ubi et al., 2000) e determinada a diversidade entre os acessos de caupi de diferentes regiões (Mignouma et al., 1998).
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Variabilidade genética estimada entre diplóides de banana por meio de marcadores microssatélites.

Variabilidade genética estimada entre diplóides de banana por meio de marcadores microssatélites.

Na análise de reamostragens, 106 alelos foram sufi cientes para uma estimativa precisa da divergência genética entre os 38 diplóides de bananeira. A correlação entre a matriz com todos os 113 alelos e a matriz com 106 alelos foi de 0,98, com soma dos quadrados dos desvios (SQ d ) de 0,27 e valor de estresse (E) de 0,0475. De acordo com Kruskal (1964), um valor de E≤0,05 é indicativo de uma excelente precisão nas estimativas. Na literatura são encontrados trabalhos em que o número de marcadores SSR, assim como o número de alelos utilizados para genotipar diferentes genótipos de bananeira foram inferiores aos utilizados neste trabalho. Ning et al. (2007) consideraram sufi cientes 10 SSR para genotipar 50 acessos de bananeira de diferentes origens, tendo encontrado 92 alelos; Creste et al. (2004) utilizaram 9 SSR para genotipar 49 diplóides, a partir de 115 alelos, e Creste et al. (2003) genotiparam 35 cultivares de bananeira com 11 SSR e 67 alelos.
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Variabilidade genética de populações naturais de caroá por meio de marcadores RAPD.

Variabilidade genética de populações naturais de caroá por meio de marcadores RAPD.

O  DNA  genômico  dos  180  genótipos  foi  extraído  de  folhas  jovens,  pelo  método  CTAB  (“cetyltrimethyl ammonium  bromide”)  (Doyle  &  Doyle,  1990).  A  avaliação  da  quantidade  e  qualidade  do  DNA  foi  realizada  mediante  análise  comparativa das amostras em géis de agarose 0,8%,  corados com brometo de etídio, que foram diluídas em TE (10 mM Tris‑HCL e 1 mM EDTA pH 8) e  padronizadas em 10 ng µL -1 .

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Variabilidade genética em populações naturais de Bromus auleticus Trin. ex Nees (Poaceae) com base em isoenzimas e marcadores RAPD.

Variabilidade genética em populações naturais de Bromus auleticus Trin. ex Nees (Poaceae) com base em isoenzimas e marcadores RAPD.

A caracterização de germoplasma e a estimativa da variabilidade genética são essenciais em qualquer proje- to que envolva recursos genéticos. A morfologia tem sido muito utilizada, mas os marcadores bioquímicos e especialmente os moleculares fornecem uma aborda- gem mais próxima do genoma. As isoenzimas, que refletem os produtos gênicos diretos, são meios eficien- tes para se estimar a variabilidade (Soltis & Soltis, 1989) e têm sido amplamente utilizadas em estudos taxonômicos, genéticos e evolutivos. A natureza co-dominante das bandas e seus custos relativamente baixos da técnica tornam a análise de isoenzimas uma técnica atraente e útil na pesquisa. Além disso, são especialmente úteis para a comparação de diversos táxons, acessos ou indivíduos (Klaas, 1998). Os marcadores moleculares de DNA são recursos muito eficientes para a determinação da variabilidade genética, por analisarem diretamente o material genético. Atualmente, quase todos os trabalhos de caracterização de germoplasma incluem um ou mais tipos de marcadores moleculares e, entre os marcadores de DNA baseados em PCR (Polimerase Chain Reaction), os RAPD (Random Amplified Polymorphic DNA) têm sido os mais utilizados.
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Variabilidade genética de Phakopsora pachyrhizi avaliada por meio de marcadores microssatélites.

Variabilidade genética de Phakopsora pachyrhizi avaliada por meio de marcadores microssatélites.

Resumo – O objetivo deste trabalho foi avaliar a variabilidade genética da ferrugem-asiática-da-soja no Brasil, com uso de marcadores microssatélites. Populações de esporos de Phakopsora pachyrhizi coletadas nas regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste do país foram submetidas à análise de variabilidade genética, avaliada por meio de marcadores microssatélites especíicos para o fungo. Foram coletadas, também, populações de fungo em diversas variedades de soja em uma mesma localidade, incluindo populações com lesão “reddish-brown” (RB). Entre essas populações, não houve variabilidade. Tecidos com lesões RB não apresentaram esporos do fungo e não ampliicaram com os marcadores especíicos para P. pachyrhizi. A variabilidade genética entre as populações coletadas nas três regiões variou de 0 a 0,36. Observou-se tendência de agrupamento das populações da região Sul e Centro Oeste do Brasil em grupos diferentes. A existência de variabilidade genética em populações de P. pachyrhizi é um indicativo de que a resistência genética vertical, conferida por genes únicos, é uma estratégia de risco para os programas de melhoramento genético que visam a resistência à ferrugem-asiática-da-soja no Brasil.
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VARIABILIDADE GENÉTICA DE LINHAGENS E CULTIVARES DE MELÃO UTILIZANDO MARCADORES MOLECULARES

VARIABILIDADE GENÉTICA DE LINHAGENS E CULTIVARES DE MELÃO UTILIZANDO MARCADORES MOLECULARES

O agronegócio do melão no Brasil teve um crescimento de mais de 800% nas últimas décadas, gerando muitos empregos, sobretudo na região Nordeste, que concentra mais de 95,8% da produção nacional, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico da região. Os estudos de variabilidade genética auxiliam programas de melhoramento possibilitando a obtenção de populações com heterose e híbridos superiores. Marcadores moleculares SSR (Simple Sequence Repeats) e ISSR (Inter Simple Sequence Repeats) têm sido utilizados como uma eficiente ferramenta para análises de variabilidade genética. Dessa forma, os objetivos desse trabalho foram avaliar a variabilidade genética de linhagens de melão do tipo Pele de Sapo, Amarelo e Cantaloupe, por meio do uso de marcadores moleculares SSR e ISSR, e avaliar a base genética de cultivares de melão pertencentes aos grupos Inodorus e Cantaloupesis, utilizando marcadores moleculares SSR. O estudo da divergência genética das linhagens pertencentes aos três tipos varietais revelou ampla variabilidade genética. Os marcadores SSR amplificaram um total de 45, 78 e 103 alelos para os genótipos Pele de Sapo, Amarelo e Cantaloupe respectivamente. Os marcadores ISSR complementaram a análise dos genótipos Pele de Sapo apresentando um total de 74 bandas polimórficas. Ambos marcadores foram eficientes na análise da variabilidade genética possibilitando sugestões dos melhores cruzamentos para obtenção de híbridos superiores e com maior heterose. Para o estudo das cultivares, foram selecionados 44 primers SSR que amplificaram um total de 204 alelos. O dendrograma gerado para as 73 cultivares agrupou os genótipos em 2 principais grupos, não havendo associação com a classificação dos genótipos no agrupamento. Contudo, o número de marcadores SSR foi o suficiente para predizer ampla variabilidade genética entre as cultivares estudadas já que nenhuma dessas mostrou similaridade genética igual a 1. Foi identificado um conjunto de 17 primers que foram úteis na distinção das 73 cultivares com índice de 99,99% de exclusão de parentais. Esses primers podem ser utilizados em pesquisas posteriores com as cultivares analisadas nesse estudo, bem como, em situações de proteção de cultivares para o agronegócio do melão no Brasil, sendo importante ferramenta na distinção efetiva e rápida dos genótipos, podendo também ser utilizados em situações de disputas comerciais.
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Variabilidade genética de Melípona quadrifasciata (Hymenoptera: Apidae) no Estado de Minas Gerais com marcadores ISSR

Variabilidade genética de Melípona quadrifasciata (Hymenoptera: Apidae) no Estado de Minas Gerais com marcadores ISSR

fornece quatro modelos diferentes para as análises da diversidade genética e a escolha do modelo é baseada no deviance information criterion (DIC) (Spiegelhalter et al., 2002). Modelos que apresentam menores DIC são preferidos, e diferenças maiores que seis unidades no DIC dos diferentes modelos são requeridas para indicar que há um favorecimento de um modelo sobre o outro (Holsinger e Lewis, 2005). Entretanto, o modelo utilizado no presente trabalho foi o “f free model” por ser o mais recomendado para análise com marcadores dominantes (Holsinger e Lewis, 2005). Nesse modelo, a medida θ Β é análoga ao Фst da AMOVA, o qual indica o nível de estruturação dos grupos analisados. A medida θ Β é mais eficiente para a diferenciação entre grupos quando não se sabe se entre esses está ocorrendo troca gênica (Holsinger e Lewis, 2005). Essa medida incorpora toda a incerteza de f (coeficiente de endogamia) a priori e parece não afetar grandemente o f posteriori quando há um número grande de locos polimórficos (Holsinger e Lewis, 2003).
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Variabilidade genética do cavalo Pantaneiro utilizando marcadores RAPD- PCR

Variabilidade genética do cavalo Pantaneiro utilizando marcadores RAPD- PCR

RESUMO - Amostras de sangue foram coletadas de cavalos Pantaneiros de cinco regiões dos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. As raças Mangalarga Marchador, Árabe e Puro-Sangue Inglês (PSI) usando marcadores moleculares RAPD- PCR (Random Amplified Polymorphic DNA – Polymerase Chain Reaction) foram incluídas no intuito de se calcular as distâncias genéticas e comparar a variabilidade genética entre e dentro de cada uma das raças. Dos 146 primers escrutinados, 13 foram escolhidos para amplificação com cada um dos indivíduos das oito populações, gerando um total de 44 bandas polimórficas. Os resultados encontrados na Análise de Variância Molecular (AMOVA) indicam que grande parte da variabilidade genética detectada se deve a diferenças entre indivíduos dentro de populações (75,47%). Na análise da estimativa dos percentuais de variabilidade genética entre pares de populações, foram observados maiores valores para os pares formados entre as cinco populações de cavalo Pantaneiro e a raça Árabe, enquanto os menores percentuais ocorreram entre Pantaneiro e Mangalarga Marchador. Maior índice de diversidade gênica foi observado na raça Pantaneiro (0,3396). No dendrograma gerado pelo método UPGMA, a partir da matriz de similaridade obtida pelo coeficiente de Jaccard, houve distinção entre as raças naturalizadas (Pantaneiro e Mangalarga Marchador) e as exóticas (Árabe e PSI). Os resultados encontrados sugerem que o Pantaneiro apresenta maior variabilidade genética que os de outras raças e está estreitamente relacionado ao Mangalarga Marchador.
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Variabilidade genética entre acessos de açaizeiro utilizando marcadores microssatélites.

Variabilidade genética entre acessos de açaizeiro utilizando marcadores microssatélites.

diversidade, há vários marcadores moleculares disponíveis, sendo os que usam a técnica PCR (Polymerase Chain Reaction), como os microssatélites ou SSR (Single Sequence Repeat), os mais utilizados pelo seu elevado conteúdo informativo, sua robustez analítica e transferibilidade, sendo altamente indicados para uso em espécies florestais por serem altamente heterozigotas (Grattapaglia, 2007). Esses marcadores são relativamente novos, baseados em sequências curtas, contêm de 1 a 6 pares de bases repetidas lado a lado no genoma, são codominantes, múltialélicos, com análise de polimorfismos relativamente simples, necessitam de pequenas quantidades de DNA nas reações, além de serem plenamente transferíveis entre indivíduos dentro de uma espécie, entre espécies taxonômicas e até mesmo de gêneros distintos e compartilhados entre diferentes laboratórios (Gaiotto et al., 2001; Grattapaglia, 2007).
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Variabilidade genética em búfalos estimada por marcadores RAPD.

Variabilidade genética em búfalos estimada por marcadores RAPD.

A sobrevivência de uma espécie depende de sua va- riabilidade genética, e a quantificação dessa variabilida- de pode ser um parâmetro predominante na caracteri- zação de raças de animais. A análise do DNA possibili- ta detectar a existência de marcadores genéticos polimórficos, que podem ser usados em estudos evolutivos, mapeamento genético, identificação de pa- ternidade, taxonomia molecular, introgressão de genes, diagnóstico genético precoce e seleção assistida por marcadores (Nicholas, 1999). Por meio das técnicas moleculares, foi possível avançar no conhecimento das características de um indivíduo, quanto ao genótipo, a partir de amostras de sangue, pêlos e tecidos. A técnica de RAPD (Random Amplified Polymorphic DNA) foi desenvolvida por Williams et al. (1990), e pode ser utili- zada para quantificar a variabilidade genética entre e dentro de diferentes grupamentos genéticos, em espé- cies distintas.
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Variabilidade genética e fluxo gênico em populações híbridas e silvestres de pupunha acessada com marcadores RAPD.

Variabilidade genética e fluxo gênico em populações híbridas e silvestres de pupunha acessada com marcadores RAPD.

A estrutura geral do dendrograma das populações híbridas (Figura 1) foi similar ao do dendrograma das raças de Silva (2004), mostrando uma clara separação entre as populações cultivadas e as silvestres, o que sugere que as populações sil- vestres analisadas não participaram na domesticação da pupunha. Rodrigues et al. (2004) encontraram relações mais próximas com as populações silvestres, sugerindo que as populações silvestres do Acre e do baixo Rio Ucayali (Peru) poderiam estar envolvidas na origem das pupunhas cultivadas. Uma análise com marcadores mais precisos permitirá identii- car as populações silvestres que participaram da domesticação da pupunha. Mesmo sendo próximas ilogeneticamente (FERREIRA, 1999), a separação entre B. gasipaes e B. riparia pode ser explicada pela ampliicação de loci diferentes em espécies diferentes, observada em iniciadores de RAPDs
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Variabilidade genética de etnovariedades de mandioca, avaliada por marcadores de DNA.

Variabilidade genética de etnovariedades de mandioca, avaliada por marcadores de DNA.

Destas, 38 variedades eram mandiocas bravas e 17 de mesa (aipins ou macaxeiras). Foram utilizados três tipos de marcador de DNA: RAPD, AFLP e microssatélites. A análise dos resultados consistiu na descrição do padrão de bandas, cálculo de índices de similaridade (Nei & Li; 1979) e análise de coordenadas principais (PCoA), para cada tipo de marcador. Para os locos de microssatélites foram calculados também: heterozigozidade, índices de diversidade (DI, de Weir) e coeficientes de diferenciação genética (G ST ). A variabilidade genética mostrou-se mais concentrada dentro de regiões do que entre regiões (G ST = 0,07). A heterozigozidade média foi de 56%. Os índices médios de similaridade entre variedades variaram em função do tipo de marcador: S = 0,89 para RAPD, S = 0, 85 para AFLP e S = 0,59 para microssatélites. Análises de coordenadas principais mostraram agrupamentos separando as variedades de mesa das bravas.
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Marcadores RAPD na Análise da Diversidade Genética de Isolados de Acremonium strictum

Marcadores RAPD na Análise da Diversidade Genética de Isolados de Acremonium strictum

não sofre influência dos fatores que afetam a expressão gênica. Sendo assim, tem sido considerada uma das mais viáveis para uso rotineiro, devido à sua rapidez e simplicidade na detecção de variabilidade genética, especialmente em organismos haplóides, como é o caso dos fungos (Coddington & Gould, 1992). Como exemplos da utilização desta técnica na caracterização de espécies fúngicas, podem ser citados os trabalhos de Guthrie et al. (1992), Schafer & Wostemeyer (1992), Grajal-Martin et al. (1993), Schilling et al. (1994) e Salgado et al. (1997), entre outros. Levantamentos da diversidade genética utilizando RAPD como marcador foram conduzidos com sucesso por Alzate-Marin et al. (1997), Santos et al. (1997), Faleiro et al. (1998) e Weir et al. (1998). A diagnose precisa de patógenos morfologicamente semelhantes, como Acremonium strictum W. Gams e Fusarium verticillioides (Sacc.) Nirenberg, em lotes de sementes de milho (Zea mays L.) é uma necessidade e representa uma proteção indispensável para o sistema de produção de sementes. Dessa forma, os objetivos deste trabalho foram caracterizar e dimensionar a diversidade genética de isolados de A. strictum por meio de marcadores RAPD, correlacionar tal aspecto com a origem geográfica dos mesmos, e ainda, diferenciá-los de um isolado de F. verticillioides por meio da técnica citada.
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