Top PDF Anatomia Foliar e Caulinar de Picrolemma sprucei Hook (Simaroubaceae).

Anatomia Foliar e Caulinar de Picrolemma sprucei Hook (Simaroubaceae).

Anatomia Foliar e Caulinar de Picrolemma sprucei Hook (Simaroubaceae).

Francesa, resultou no isolamento dos quassinóides sergeolida, isobruceína B e 15- desacetil-sergeolida (Moretti et al., 1982; Polonsky et al., 1984). Do caule de espécimes nativos da Amazônia brasileira, isolaram-se os quassinóides neosergeolida e isobruceína B (Schpector et al., 1994; Saraiva, 2001). Algumas dessas substâncias, apresentaram atividade in vitro contra leucemia e malária (Moretti et al., 1982; Fandeur et al., 1985; Polonsky et al., 1984). No Brasil, o chá das folhas e das raízes é usado no tratamento de gastrite, como febrífugo e antelmíntico (Le Cointe, 1947), sendo empregado no Peru para as mesmas finalidades (Duke & Vasquez, 1994). No Estado do Amazonas, o uso popular da caferana é bastante difundido, especialmente na região de Manaus (Ferreira, 2000) onde é comum encontrar pedaços do caule de P. sprucei sendo comercializados no Mercado Municipal Adolpho Lisboa como antimalárico e febrífugo. Embora os dados químicos sejam relativamente conhecidos, as informações anatômicas sobre P. sprucei e de outras espécies da família Simaroubaceae estão baseadas apenas no corte dos frutos (Fernando & Quinn, 1992). Para preencher esta lacuna o presente
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Morfodiagnose da anatomia foliar e caulinar de Camellia sinensis (L.) Kuntze, Theaceae.

Morfodiagnose da anatomia foliar e caulinar de Camellia sinensis (L.) Kuntze, Theaceae.

Fragmentos de caules obtidos a 5-20 cm do ápice caulinar e folhas coletadas a partir do quarto nó foram fi xados em FAA 70 (Johansen, 1940). Após uma semana, o fi xador foi substituído por etanol a 70% (Berlyn; Miksche, 1976) e o material foi seccionado à mão livre, nos sentidos transversal e longitudinal. Os cortes foram corados com azul de astra e fucsina básica (Roeser, 1972) ou submetidos a testes microquímicos. Estes foram realizados com as soluções de lugol (Berlyn; Miksche, 1976) para amido, fl oroglucina clorídrica (Sass, 1951) para elementos lignifi cados, Sudan IV (Foster, 1949) para substâncias lipofílicas, cloreto férrico (Johansen, 1940) para compostos fenólicos, e ácido sulfúrico (Oliveira; Akisue, 1989) para cristais de oxalato de cálcio. Fotomicrografi as foram obtidas no microscópio fotônico Olympus BX40 equipado com a unidade de controle PM20.
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Anatomia foliar e caulinar de Chamaecrista trichopoda (Caesalpinioideae) e histoquímica do nectário extrafloral.

Anatomia foliar e caulinar de Chamaecrista trichopoda (Caesalpinioideae) e histoquímica do nectário extrafloral.

Após desidratação em série etílica, os fragmentos foram incluídos em metacrilato (Historesina, Leica, Heidelberg, Alemanha) e os blocos cortados em micrótomo rotativo de avanço automático (modelo RM2155, Leica Microsystems Inc., Deerfield, USA). Secções transversais (pecíolos contendo NEFs, lâmina foliar e caule) e longitudinais (caule), com 6 a 9 µm de espessura, foram coradas com Azul de Toluidina pH 4,0 (O’Brien & McCully, 1981), para caracterização estrutural. Secções dos NEFs também foram submetidas à reação com PAS - Ácido Periódico/Reagente de Schiff (McManus, 1948), para detecção de polissa- carídeos neutros. As lâminas foram montadas em Permount.
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Anatomia foliar de Melastomataceae do cerrado do Estado de São Paulo

Anatomia foliar de Melastomataceae do cerrado do Estado de São Paulo

Poucos são os estudos sobre a anatomia de representantes de Melastomataceae, destacando-se os trabalhos de Costa (1977), sobre o desenvolvimento caulinar e foliar de Miconia theaezans, os de Baumgratz & Ferreira (1980, 1984), sobre venação e epiderme foliar de espécies de Miconia, o de Baas (1981), que descreve uma grande variedade de cristais e tipos de estômatos, nas folhas de 25 gêneros da família, e o de Wurdack (1986), um atlas sobre os inúmeros tipos de tricomas, encontrados nos representantes neotropicais. Num estudo sobre a morfologia dos estômatos, de diversas Myrtales (incluindo algumas Melastomataceae), Ramassamy & Kannabiran (1996) reconhecem cinco grupos, com base na inserção, orientação e posição das células subsidiárias, mostrando que esse caráter pode ser usado na delimitação das espécies.
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Técnica para o estudo da anatomia da epiderme foliar de batata.

Técnica para o estudo da anatomia da epiderme foliar de batata.

subsídios para estudos de ecofisiologia, principalmente de balanço hídrico e capacidade fotossintética (GAVILANES, 1999). Estudos anatômicos assumem maior importância quando associados aos aspectos ecológicos, fisiológicos e comparativos, subsidiando trabalhos taxonômicos (METCALFE & CHALK, 1979). Pela anatomia da epiderme foliar pode-se inferir sobre a absorção de nutrientes nas faces abaxial e adaxial, levando ao aumento da eficiência da aplicação foliar de nutrientes (LEECE, 1976; KANNAN, 1980). Também é importante identificar estruturas que atuam na resistência de plantas a patógenos para subsidiar estudos de fitopatologia e melhoramento genético.
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Anatomia foliar de Eugenia florida DC. (Myrtaceae).

Anatomia foliar de Eugenia florida DC. (Myrtaceae).

RESUMO: Foi feito o estudo anatômico da folha de Eugenia lorida DC., espécie arbórea da família Myrtaceae, coletada no Campus da Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, RJ. A espécie apresenta importantes propriedades farmacológicas, incluindo-se atividade antiviral. O presente estudo teve como objetivo fornecer dados, revelados através da microscopia óptica e da microscopia eletrônica de varredura, que possam contribuir para o conhecimento da espécie e, conseqüentemente, para a segurança em sua identiicação. Anatomicamente, a folha é hipostomática, com organização dorsiventral do mesoilo. Apresenta tricomas simples apenas sobre a nervura mediana da face adaxial. As células epidérmicas apresentam contorno sinuoso em vista frontal e cutícula estriada. O parênquima paliçádico destaca-se pela grande quantidade de cristais prismáticos de oxalato de cálcio. Em posição subepidérmica ocorrem cavidades secretoras de óleos essenciais, pouco numerosas, nas duas faces da lâmina foliar. As células epidérmicas situadas sobre as estruturas secretoras constituem característica de valor diagnóstico e são reconhecíveis pela célula de topo, que é reniforme, circundada pelas adjacentes, que apresentam disposição radiada. A comparação entre folhas de sol e de sombra revela que, nas primeiras, as estruturas secretoras são completamente diferenciadas, ao contrário das folhas de sombra, além de apresentarem maior concentração de compostos ergásticos.
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Anatomia foliar aplicada à taxonomia em Rubiaceae Juss

Anatomia foliar aplicada à taxonomia em Rubiaceae Juss

Os estudos anatômicos realizados nas espécies de Rubiaceae demonstraram que a anatomia foliar fornece dados para auxiliar na taxonomia e filogenia da família, tanto em nível de tribo, gênero e espécie. A presença de papilas, tipo de tricomas, variações na morfologia do parênquima paliçádico e lacunoso, variações do padrão de venação e variações na conformação do sistema vascular do pecíolo foram características anatômicas relevantes na separação de tribos e gêneros. Já, a morfologia do tricoma, presença de hipoderme, tipo de mesofilo, presença de bainha com cloroplastos, presença de bainha envolta por células esclerificadas, presença de extensões de bainha, parênquima paliçádico na margem foliar, idioblastos cristalíferos na margem foliar, tipo de domácias, posição dos coléteres, variações do padrão de venação e variações na conformação do sistema vascular foram características anatômicas importantes na distinção das espécies e utilizadas na chave dicotômica.
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Anatomia foliar de espécies de Flacourtiaceae (Sleumer 1980)

Anatomia foliar de espécies de Flacourtiaceae (Sleumer 1980)

Este trabalho teve como objetivos: caracterizar anatomicamente as folhas de espécies de Abatia, Banara, Carpotroche, Casearia, Prockia e Xylosma ocorrentes em fragmentos florestais da[r]

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Descrição da arquitetura foliar e análise morfométrica das folhas de Spathicarpa Hook. (Araceae)

Descrição da arquitetura foliar e análise morfométrica das folhas de Spathicarpa Hook. (Araceae)

As outras três espécies formam um complexo, compartilhando a grande maioria das características (folhas de forma variada, nunca lanceoladas, lóbulos presentes ou ausentes, padrão geral de venação camptódromo, broquidódromo a eucamptódromo; até 7(-8) pares de nervuras secundárias, mais próximas entre si na porção basal; ângulo de divergência do último par basal máximo de 120 º ; nervuras quaternárias em retículos de cinco lados). Porém, algumas tendências podem ser observadas: quanto à coloração, somente S. gardneri pode apresentar manchas argênteas na lâmina foliar, porém embora esta seja uma característica de ocorrência comum, existem folhas sem qualquer mancha e, quanto à forma, somente S. hastifolia pode apresentar folha hastada-tripartida e S. sagittifolia, comumente sagitadas.
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Anatomia foliar de Richterago Kuntze (Mutisieae, Asteraceae).

Anatomia foliar de Richterago Kuntze (Mutisieae, Asteraceae).

Autores como Solereder (1908) e Metcalfe & Chalk (1950; 1979) consideraram rara a ocorrência de hidatódios na família Asteraceae. Em levantamento sobre a distribuição e anatomia de hidatódios em Asteraceae, desenvolvido por Lersten & Curtis (1985), os autores relataram que esta estrutura ocorre em 80 gêneros pertencentes a 10 tribos, o que contribuiu de forma marcante para os estudos sobre hidatódios na família. Nesse trabalho, não foi citada a tribo Mutisieae e, de acordo com o levantamento realizado pelos autores do presente trabalho, o primeiro registro de hidatódios na tribo Mutisieae resume-se a este estudo com Richterago.
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Anatomia foliar de três espécies da família Humiriaceae (•)

Anatomia foliar de três espécies da família Humiriaceae (•)

As células epidérmic'3s sobre a nervura central, desde a região apical até a região basal, são quadradas ou retangulares, com paredes anticlinais retas e delgadas, torna[r]

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Crescimento e produção do pinhão-manso irrigado com água residuária sob condições de estresse hídrico.

Crescimento e produção do pinhão-manso irrigado com água residuária sob condições de estresse hídrico.

Taiz & Zeiger (2004) relatam que plantas submetidas a déficit hídrico desenvolvem folhas menores e mais espessas com o objetivo de minimizar a perda de água por transpiração. Para Bergamaschi et al. (2009), a baixa disponibilidade de água no solo pode provocar redução da área foliar, por secamento ou queda das folhas; trata-se de uma tentativa da planta reduzir a perda de água por transpiração, aumentando a eficiência de uso da água; todavia, isto resulta em queda da fotossíntese total que, por sua vez, reduz a taxa de crescimento e a produção da planta.

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Efeitos residuais da aplicação de biossólidos e da irrigação com água residuária no crescimento do milho.

Efeitos residuais da aplicação de biossólidos e da irrigação com água residuária no crescimento do milho.

As áreas foliares das plantas, onde o solo foi irrigado com água residuária no experimento anterior foram 80, 36, 93 e 25% superiores às áreas foliares das plantas irrigadas com água de abastecimento aos 20, 34 e 62 DAS, respectivamente (Ta- bela 6). Este resultado pode ser atribuído ao efeito residual dos nutrientes, contidos na água do esgoto domestico tratado, apli- cado no experimento, que promoveram melhoria no estado nutricional das plantas constatado, pelo maior número de fo- lhas apresentado pelas plantas avaliadas e assim, refletindo um melhor valor para a característica área foliar. Esta avalia- ção corrobora com Nascimento (2003) que, utilizando água residuária tratada e diferentes doses de biossólido (0, 75 e 150 kg) no cultivo da mamona, obteve comportamento seme- lhante. Ferreira (2003) estudando o efeito da aplicação de água residuária tratada na cultura do algodão herbáceo notou que, com água residuária, o crescimento caulinar se intensificou em relação à água de abastecimento.
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Influência da intensidade luminosa no desenvolvimento de mudas de Jatropha curcas L.

Influência da intensidade luminosa no desenvolvimento de mudas de Jatropha curcas L.

Independentemente da disponibilidade de luz, as plantas comportaram-se de forma semelhante quanto ao teor relativo de água, altura de planta, concentração de carotenóides e área foliar específica. Folhas desenvolvidas sob diferentes níveis de luminosidade apresentam variações na espessura total (Matos et al., 2009). O curto período de exposição das mudas (50 dias) ao gradiente luminoso não foi suficiente para desencadear significativas alterações na lamina foliar e área foliar específica. Em geral, as plantas desenvolvem “folhas de sol” e “de sombra”, quando aclimatadas a diferentes níveis de luminosidade. Área foliar específica, espessura da cutícula, densidade estomática, cloroplastos com menos ou mais grana e menos ou mais tilacóides por granum, são algumas das características que variam em resposta à irradiância (Fahl et al., 1994; Brant et al., 2010).
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Anatomia foliar de Lolium multiflorum sensível e resistente ao glyphosate.

Anatomia foliar de Lolium multiflorum sensível e resistente ao glyphosate.

A epiderme é o tecido mais externo dos órgãos vegetais, e sua função primordial é revestir os demais tecidos, impedindo a ação de choques mecânicos e a invasão de agentes patogênicos, além de restringir a perda de água (Apezzato-da-Glória & Carmelo-Guerreiro, 2004); é um tecido com ampla possibilidade de variação na sua forma, em função do ambiente em que se encontra. Em secção transversal, as células apresentam-se com paredes periclinais biconvexas, proporcionando maior capacidade de aproveitamento da luz incidente na lâmina foliar (Figura 4).

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Anatomia das Plantas de ESAU - Editora Blucher

Anatomia das Plantas de ESAU - Editora Blucher

dicotomicamente, sem apêndices, a raiz, o caule e a folha poderiam ser considerados como intima- mente inter-relacionados a partir da mesma ori- gem fi logenética (Stewart e Rothwell, 1993; Taylor e Taylor, 1993; Raven, J. A. e Edwards, 2001). A origem comum desses três órgãos é ainda mais óbvia na sua ontogenia (desenvolvimento de uma entidade individual), pois estes são iniciados ao mesmo tempo no embrião, à medida que este se desenvolve, a partir de um zigoto, em um organis- mo multicelular. No ápice do ramo, a folha e o caule são formados como uma unidade. Na maturidade, também a folha e o caule, imperceptivelmente, con- tinuam um no outro, externa e internamente. Pa- ralelamente, a raiz e o caule também formam um continuum – uma estrutura contínua – e possuem muitas características em comum com respeito à forma, anatomia, função e modo de crescimento.
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CARACTERÍSTICAS BIOMÉTRICAS E ACÚMULO DE FITOMASSA DA BERINJELEIRA SOB IRRIGAÇÃO COM ÁGUA RESIDUÁRIA E DOSES DE NITROGÊNIO E FÓSFORO - DOI: 10.7127/rbai.v11n700665

CARACTERÍSTICAS BIOMÉTRICAS E ACÚMULO DE FITOMASSA DA BERINJELEIRA SOB IRRIGAÇÃO COM ÁGUA RESIDUÁRIA E DOSES DE NITROGÊNIO E FÓSFORO - DOI: 10.7127/rbai.v11n700665

Conforme análise de variância para variáveis de crescimento da berinjeleira, a altura de planta (AP) foi influenciada de forma significativa pelas doses de N (p < 0,05). As doses de P influenciaram significativamente o número de folhas (NF) (p < 0,05). Por outro lado, não foi constatada influência da interação entre os fatores estudados (N x P). Quanto ao teste de comparação entre médias, observou-se que os diferentes tipos de água usada na irrigação das plantas (AR e AA) não influenciaram significativamente nenhuma das variáveis estudadas (Tabela 3). A ausência de efeito significativo sobre o diâmetro caulinar (DC) e a área foliar (AF), indica que a menor dose de N (0,22 g N dm -3 ) foi suficiente para garantir o crescimento em diâmetro do caule e maior expansão foliar das plantas.
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Enraizamento de miniestaca caulinar e foliar na propagação vegetativa de cedro-rosa (Cedrela fissilis Vell.).

Enraizamento de miniestaca caulinar e foliar na propagação vegetativa de cedro-rosa (Cedrela fissilis Vell.).

Na comparação da sobrevivência das mudas aos 60 dias (Figura 2C) com a sobrevivência das mudas aos 90 dias de idade (Figura 2D), ressalta-se a total morta- lidade ocorrida com a estaca foliar. Observou-se neste tipo de estaca que não houve nenhuma resposta ao desenvolvimento e crescimento da parte aérea, indicando a incompetência dos tecidos vegetais em desenvolver novos meristemas caulinares (Figura 3B), o que concorda com Hartmann et al. (1997), que afirmam ser esta uma das limitações do uso da estaca foliar para algumas espé- cies florestais.

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Interferência de plantas daninhas sobre o crescimento inicial de Coffea arabica.

Interferência de plantas daninhas sobre o crescimento inicial de Coffea arabica.

esquema fatorial (4 x 4); o primeiro fator foi composto por espécies de plantas daninhas (Digitaria horizontalis, Brachiaria decumbens, Brachiaria plantaginea e Mucuna aterrima), e o segundo, por densidades dessas espécies (zero, dois, quatro e seis plantas por vaso), com quatro repetições. O plantio das espécies daninhas foi realizado 60 dias após o transplantio do café (0 DAT). Nesta data e no dia do encerramento do experimento, aos 90 DAT, determinaram-se a altura, a área foliar e o diâmetro do caule da planta de café, para cálculo do incremento dessas variáveis. Aos 90 DAT, determinou-se a matéria seca da parte aérea e radicular do café e das plantas daninhas e a densidade radicular do café. Utilizando esses resultados, estimou-se a razão de massa foliar, razão de massa caulinar, razão de massa radicular, razão de área foliar e a razão sistema radicular/parte aérea das plantas de café. A espécie M. aterrima foi a que mais reduziu a taxa de crescimento, a área foliar, a matéria seca do caule e das folhas e o diâmetro do caule do café. Entre as gramíneas, B. plantaginea foi a que mais reduziu a taxa de crescimento, área foliar, diâmetro do caule e densidade radicular do café. Ocorreu relação negativa entre a densidade de plantas daninhas e as variáveis de crescimento e com a razão de massa radicular e razão sistema radicular/parte aérea.
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ANÁLISE DE CRESCIMENTO, INCIDÊNCIA DE Rhizoctonia sp. E EFEITO ANTIXENOSE PARA A FORMIGA-CORTADEIRA Atta sexdens rubropilosa F. EM CLONES DE Eucalyptus grandis x Eucalyptus urophylla TRATADOS COM GIBERELINA1.

ANÁLISE DE CRESCIMENTO, INCIDÊNCIA DE Rhizoctonia sp. E EFEITO ANTIXENOSE PARA A FORMIGA-CORTADEIRA Atta sexdens rubropilosa F. EM CLONES DE Eucalyptus grandis x Eucalyptus urophylla TRATADOS COM GIBERELINA1.

repetições. As mudas foram irrigadas diariamente com volume de água correspondente à evapotranspiração diária. O volume de água fornecido à planta foi estimado seguindo recomendações de Allen et al. (2006). Aos 40 dias após a imposição dos tratamentos, as seguintes análises foram realizadas: biomassa total, número de folhas, razões de massa foliar (RMF), caulinar (RMC) e radicular (RMR), diâmetro do caule, altura de planta, reação à Rhizoctonia e teste de preferência por formiga- cortadeira A. sexdens rubropilosa.

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