Top PDF Anatomia foliar como subsídio à taxonomia de espécies do Complexo Briza L. (Poaceae: Pooideae: Poeae).

Anatomia foliar como subsídio à taxonomia de espécies do Complexo Briza L. (Poaceae: Pooideae: Poeae).

Anatomia foliar como subsídio à taxonomia de espécies do Complexo Briza L. (Poaceae: Pooideae: Poeae).

RESUMO – (Anatomia foliar como subsídio à taxonomia de espécies do Complexo Briza L. (Poaceae: Pooideae: Poeae)). O objetivo deste trabalho foi verificar a importância da anatomia foliar, visando a fornecer subsídios para a taxonomia do Complexo Briza, cuja circunscrição vem sendo objeto de discussão. Porções medianas da segunda folha abaixo da inflorescência de 21 táxons do Complexo Briza e um de Erianthecium Parodi foram coletadas, fixadas e processadas de acordo com a metodologia usual em microscopia óptica. Todas as espécies estudadas apresentam padrão anatômico festucóide, característico de gramíneas C 3 . Os resultados mostram que os caracteres da face abaxial da epiderme relativos à presença/ausência de células suberosas e à forma dos corpos silicosos são úteis para compreender as relações taxonômicas no Complexo Briza, distinguindo as espécies eurasiáticas das americanas. Da mesma forma, alguns caracteres da secção transversal da lâmina foliar como forma da lâmina, quantidade de esclerênquima e estrutura do mesofilo. Por outro lado, com relação às espécies americanas do Complexo Briza, os três agrupamentos aqui obtidos não correspondem a nenhuma proposta anterior de categorias taxonômicas genéricas ou infragenéricas.
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Anatomia foliar como subsídio para a taxonomia de espécies de Forsteronia G. Mey. (Apocynaceae) dos cerrados paulistas.

Anatomia foliar como subsídio para a taxonomia de espécies de Forsteronia G. Mey. (Apocynaceae) dos cerrados paulistas.

RESUMO – (Anatomia foliar como subsídio para a taxonomia de espécies de Forsteronia G.Mey (Apocynaceae) dos cerrados paulistas). Quatro espécies de Forsteronia encontradas em regiões de cerrado tiveram sua anatomia foliar investigada com o objetivo de levantar caracteres que auxiliem a identificar indivíduos em estádio vegetativo. Indivíduos de F. australis Müll.Arg., F. glabrescens Müll.Arg., F. pubescens A.DC. e F. thyrsoidea (Vell.) Müll.Arg. foram coletados em Moji-Guaçu e Itirapina (São Paulo, Brasil). De acordo com os dados obtidos, é possível identificar indivíduos em estádio vegetativo através da estrutura foliar. Dois caracteres macromorfológicos e quatro anatômicos diferenciam F. australis de F. glabrescens: 1. contorno do pecíolo em secção transversal; 2. ocorrência de cordão de floema acima do feixe vascular no pecíolo; 3. ocorrência de hipoderme secretora no pecíolo; 4. ocorrência de indumento nas domácias; 5. ocorrência de idioblastos secretores e aspecto da sua secreção; 6. tipo dos coléteres axilares. F. pubescens distingue-se de F. thyrsoidea por oito caracteres: 1. contorno do pecíolo em secção transversal; 2. ocorrência de cordões de floema acima do feixe vascular no pecíolo; 3. formato do feixe vascular; 4. posição dos idioblastos secretores no pecíolo; 5. tipo de mesofilo; 6. ocorrência de idioblastos cristalíferos; 7. ocorrência de idioblastos secretores ao redor do feixe vascular mediano; 8. ocorrência de coléter axilar ramificado. A anatomia das domácias e os coléteres dos tipos séssil e ramificado são ineditamente descritos para órgãos vegetativos de espécies de Apocynaceae. Os caracteres levantados têm importância taxonômica e são úteis na identificação das espécies de Forsteronia, contribuindo dessa forma para uma melhor delimitação das espécies consideradas semelhantes ocorrentes nos cerrados paulistas.
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Anatomia foliar como subsídio para taxonomia de espécies de Chamaecrista seção Absus subseção Baseophyllum (Leguminosae - Caesalpinioideae)

Anatomia foliar como subsídio para taxonomia de espécies de Chamaecrista seção Absus subseção Baseophyllum (Leguminosae - Caesalpinioideae)

Chamaecrista Moench is one of the largest genera of this family. The genus Chamaecrista was named after the Greek word chamae (dwarf) and the latin word crista (a crest), the latter in allusion to Caesalpinia crista L., most probably because of the similarity of its group of stamens to a crest (Pedley 1998). Chamaecrista species are herbs or shrubs, with leaves paripinnate; opposite leaflets; strongly nerved; persistent stipules; petiole usually bearing a concave extrafloral nectaries (EFN); additional EFNs are sometimes present on petiole or leaf rachis. As the other species included in the subtribe Cassiinae, they bear floral characters interpreted as specializations to buzz pollination (absence of floral nectaries, and poricidal anthers) (Irwin and Barneby 1982; Marazzi et al. 2006).
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Anatomia foliar como subsídio à taxonomia de Hippocrateoideae (Celastraceae) no Sudeste do Brasil.

Anatomia foliar como subsídio à taxonomia de Hippocrateoideae (Celastraceae) no Sudeste do Brasil.

RESUMO – (Anatomia foliar como subsídio à taxonomia de Hippocrateoideae (Celastraceae) no Sudeste do Brasil). A anatomia foliar de treze espécies pertencentes a nove gêneros da subfamília Hippocrateoideae (Celastraceae) foi estudada visando a seleção de caracteres anatômicos para subsidiar a taxonomia dos gêneros e espécies. As espécies estudadas foram: Anthodon decussatum Ruiz & Pav., Cheiloclinium cognatum (Miers) A.C. Sm., Cheiloclinium serratum (Cambess.) A.C. Sm., Cuervea crenulata Mennega, Elachyptera micrantha (Cambess.) A.C. Sm., Hippocratea volubilis L., Peritassa flaviflora A.C. Sm., Peritassa mexiae A.C.Sm., Pristimera nervosa (Miers) A.C. Sm., Salacia crassifolia (Mart. ex Schult.) G. Don, Tontelea fluminensis (Peyr.) A.C. Sm., Tontelea leptophylla A.C. Sm. e Tontelea miersii (Peyr.) A.C. Sm. Os caracteres anatômicos selecionados como diagnósticos para a taxonomia dos diferentes gêneros e espécies são: o tipo de esclereíde presente no pecíolo ou na lâmina foliar, o tipo de estômato, a conformação do sistema vascular do pecíolo, a sinuosidade das paredes anticlinais das células epidérmicas, a presença de hipoderme, a ocorrência de laticíferos, dentre outros.
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Anatomia foliar de Chamaecrista Moench. (Leguminosae-Caesalpinioideae) como subdídio à taxonomia e à filogenia

Anatomia foliar de Chamaecrista Moench. (Leguminosae-Caesalpinioideae) como subdídio à taxonomia e à filogenia

FRANCINO, Dayana Maria Teodoro, D.Sc., Universidade Federal de Viçosa, dezembro de 2010. Anatomia foliar de Chamaecrista seção Absus (DC. ex Collad.) H.S. Irwin & Barneby (Leguminosae-Caesalpinioideae) como ferramenta adicional à taxonomia e filogenia. Orientadora: Renata Maria Strozi Alves Meira. Co-orientadores: Aristéa Alves Azevedo e Lia Ascensão. Chamaecrista (Caesalpinioideae-Leguminosae) possui cerca de 330 espécies divididas em seis seções: Apoucouita, Absus, Grimaldia, Chamaecrista, Caliciopsis e Xerocalyx. A seção Absus abrange 4 subseções: Adenophyllum, Baseophyllum, Otophyllum e Absus, sendo esta a última a maior com cerca de 160 espécies organizadas em 31 séries. Estudos moleculares suportam a monofilia para Chamaecrista, mas as abordagens são inconclusivas no estabelecimento das relações infragenéricas. O presente estudo teve como objetivo caracterizar a anatomia foliar de 55 espécies de Chamaecrista e avaliar a importância dos caracteres anatômicos como subsídio para a taxonomia e à filogenia do gênero. Foram utilizadas amostras provenientes de herbários e material coletado em campo. Para caracterização estrutural as amostras foram processas conforme metodologia usual em anatomia vegetal. Métodos estatísticos multivariados como análises de componentes principais (PCA) e de agrupamento (cluster análises) foram aplicadas na interpretação dos caracteres anatômicos. Análise de máxima parcimônia com base nos caracteres anatômicos foi conduzida para 24 das 55 espécies estudadas sendo que tais espécies já haviam sido incluídas em estudos anteriores de filogenia molecular. Os clados obtidos com base nos caracteres anatômicos foram comparados aos obtidos na filogenia molecular. Caracteres xeromórficos como isobilateralidade, mesofilo compacto, presença de indumento, intensa
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Anatomia foliar com implicações taxonômicas em espécies de ipês.

Anatomia foliar com implicações taxonômicas em espécies de ipês.

Os dados obtidos neste trabalho mostraram que a anatomia da lâmina foliar e do pecíolo provê bons caracteres diagnósticos para os ipês brasileiros (Handroanthus e Tabebuia), podendo ser utilizados como subsídios a delimitações infragenéricas e genéricas. Embora poucos trabalhos tenham utilizado a anatomia como subsídio à taxonomia em Bignoniaceae, as espécies Anemopaegma arvense, Jacaranda decurrens e Zeyheria montana foram distinguidas pela presença e pelo tipo de tricomas na lâmina foliar e no pecíolo, pela espessura da cutícula foliar e pelo tipo de mesofi lo (Mauro et al. 2007). No gênero Handroanthus a anatomia das plântulas permitiu a distinção entre H. impetiginosus (= T. avellanedae) e H. chrysotrichus (= T. chrysotricha) (Souza & Oliveira 2004), e a anatomia do pericarpo forneceu caracteres diagnósticos para H. chrysotrichus e H. ochraceus (Souza et al., 2005).
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Anatomia foliar de Allagoptera Nees (Arecaceae) como subsídio à taxonomia

Anatomia foliar de Allagoptera Nees (Arecaceae) como subsídio à taxonomia

Arecaceae (= Palmae; classe Liliopsida) é uma família monofilética pertencente à ordem Arecales. O grupo é constituído por cinco subfamílias, sendo Arecoideae a maior e mais diversificada. Dentro de Arecoideae gêneros de relevância econômica se destacam, como Elaeis, Cocos, Allagoptera, Attalea e Syagrus. Contudo, as relações de parentesco entre tribos, subtribos e gêneros de Arecoideae ainda permanecem incertas. Para Allagoptera, poucos estudos foram realizados, e a inclusão de duas espécies novas no gênero (A. caudescens e A. robusta) torna necessária a realização de uma análise filogenética do grupo. Objetivou-se aqui traçar uma filogenia com base nos dados anatômicos observados para as espécies de Allagoptera (ver capítulo I), utilizando a espécie Phytelephas macrocarpa como grupo externo. A análise filogenética foi realizada no software PAST e alguns dados morfológicos das espécies, extraídos da literatura, também foram incluídos no estudo. As espécies mais basais da filogenia foram A. arenaria e A. caudescens, tendo esta última se diferenciado das demais por um grupo de nove caracteres morfoanatômicos. As relações filogenéticas entre as outras quatro espécies não puderam ser bem esclarecidas devido à baixa resolução (bootstrap) obtida, no entanto, parece claro que elas constituem um grupo mais derivado e, possivelmente, monofilético. O gênero provavelmente se diferenciou de outro gênero de Arecaceae em áreas litorâneas do Brasil, se diversificando em outras espécies à medida que começou a colonizar vegetações mais fechadas e ambientes mais distantes da costa. A elevada plasticidade fenotípica observada em espécies com ampla distribuição pelo território nacional, como A. campestris, aliada à baixa eficiência dos métodos morfoanatômicos em distinguir esta das demais espécies derivadas, levantam hipóteses sobre a existência de outras espécies ou subespécies dentro do gênero.
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Morfoanatomia foliar de Ficus subgênero Urostigma (Gasp.) Miq. e estudo etnobotânico de Ficus L. (Moraceae)

Morfoanatomia foliar de Ficus subgênero Urostigma (Gasp.) Miq. e estudo etnobotânico de Ficus L. (Moraceae)

RESUMO: A determinação das espécies de Ficus subgênero Urostigma é um processo que requer conhecimento empírico das espécies e, em fase vegetativa, o reconhecimento se torna mais complexo e difícil. A anatomia foliar associada à taxonomia é de grande importância na solução de problemas taxonômicos do grupo. Os objetivos deste trabalho foram caracterizar a anatomia foliar de Ficus subgênero Urostigma (Gasp.) Miq., selecionando caracteres úteis para a taxonomia do subgênero, com a elaboração de chave dicotômica para a identificação das espécies em estágio vegetativo e indicar outros caracteres para esclarecer problemas taxonômicos existentes, como eleger caracteres anatômicos diagnósticos que facilitem o reconhecimento das espécies. O estudo da anatomia foliar e as análises fenéticas realizadas neste trabalho confirmam a importância da anatomia foliar como ferramenta elucidativa na taxonomia de Ficus. A partir deste trabalho espécies do subgênero Urostigma poderão ser reconhecidas em fase vegetativa. Espécies confundidas na determinação em estágio vegetativo ou mesmo reprodutivo como evidenciado em F. glabra com F. guaranitica, F. arpazusa com F. pertusa, F. mariae com F. trigona e F. calyptroceras com F. elliotiana são claramente diferenciadas a partir dos caracteres anatômicos. F. enormis, F. luschnathiana e F. mexiae, espécies com problemas de circunscrição, são separadas por características da anatomia foliar. O número e distribuição dos cordões de floema na medula do pecíolo e da nervura principal são características anatômicas promissoras na taxonomia de Ficus subgênero Urostigma.
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Características da anatomia foliar de espécies de braquiária e sua relação com a sensibilidade a herbicidas.

Características da anatomia foliar de espécies de braquiária e sua relação com a sensibilidade a herbicidas.

Brito & Deschamps (2001), o incremento no teor de lignina pode estar associado ao espes- samento da parede celular, principalmente da parede secundária. A presença da parede secundária pode limitar a translocação de her- bicidas em plantas mais velhas, por ser menos permeável e mais espessa que a parede pri- mária, necessitando da aplicação de maiores doses de herbicidas para seu controle. Isso reforça a necessidade de o controle em pós- emergência dessas espécies ser realizado nos estádios iniciais de desenvolvimento, confor- me o trabalho de Marques et al. (2011), que estudaram o manejo das mesmas espécies ora avaliadas e nos mesmos estádios de desenvol- vimento.
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Características estomáticas de pares congenéricos de cerrado e mata de galeria crescendo numa região transicional no Brasil central.

Características estomáticas de pares congenéricos de cerrado e mata de galeria crescendo numa região transicional no Brasil central.

Análise estatística – Na análise dos parâmetros anatômicos e fisiológicos foi utilizada a análise estatística ANOVA fatorial para testar os efeitos dos gêneros e do grupo funcional (espécie de cerrado × espécie de mata), sendo o gênero tratado como fator aleatório e o grupo funcional como fator fixo. Este tipo de análise foi utilizado com sucesso em outros trabalhos de pares congenéricos (Hoffmann & Franco 2003; Hoffmann et al. 2005), pois analisa os dados através de uma perspectiva filogenética, separando os efeitos da variação entre grupo funcional da variação entre o gênero. Um efeito apenas do grupo funcional é indicativo de que os fatores atuantes nas diferenças são majoritariamente ambientais, enquanto um efeito apenas de gênero indicaria uma maior relação filogenética. A interação entre grupo funcional e gênero indica um efeito dos dois fatores e esta comparação é realizada par a par como se fosse um teste t pareado (Hoffmann et al. 2004). As correlações entre densidade estomática e comprimento da célula guarda foram realizadas através do coeficiente de correlação de Spearman (Zar 1999), utilizando-se as médias dos valores dos indivíduos. As relações entre área do poro estomático e densidade estomática e área do poro e condutância estomática foram realizadas no programa SigmaPlot 10 através de uma regressão linear simples (Zar 1999), utilizando a média dos valores para cada espécie. Nesta análise as espécies Vochysia tucanorum e Guapira noxia foram omitidas da análise. Para todas as análises foi adotado nível de significância a 5%.
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Distribuição de espécies com folhas homobáricas e heterobáricas no Cerrado e na Floresta Estacional Semidecídua

Distribuição de espécies com folhas homobáricas e heterobáricas no Cerrado e na Floresta Estacional Semidecídua

A predominância de espécies com folhas homobáricas ou heterobáricas parece estar relacionada ao ambiente onde as plantas ocorrem e à sua distribuição nos diferentes estratos vegetacionais (Kenzo et al., 2007). Estudos sugerem que espécies com folhas heterobáricas ocorrem preferencialmente em florestas decíduas caracterizadas por estação seca e/ou fria definida (Terashima, 1992), enquanto espécies com folhas homobáricas são dominantes em florestas sempre-verdes de regiões quentes e úmidas (Boeger et al., 2004; Kenzo et al., 2007). Entretanto, até mesmo num mesmo bioma, fatores microambientais como intensidade luminosa, temperatura e umidade parecem influenciar significativamente na distribuição espacial de espécies com diferentes tipos foliares. Nesse sentido, Kenzo et al. (2007) mostraram que, numa floresta tropical da Malásia, a maioria das espécies do sub-bosque apresenta folhas homobáricas, enquanto que as espécies de dossel, emergentes ou em clareiras possuem folhas heterobáricas. Ainda, a ocorrência de EBF em folhas heterobáricas de espécies arbóreas e arbustivas também parece ser mais freqüente que em espécies herbáceas em ambientes xeromórficos (Liakoura et al., 2009).
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Anatomia foliar comparada de espécies neotropicais de Stylogyne (Myrsinoideae – Primulaceae)

Anatomia foliar comparada de espécies neotropicais de Stylogyne (Myrsinoideae – Primulaceae)

studies were conducted in order to clarify the limits among species within a genus. By the analysis of features such as venation, trichomes and stomata types, aspects of epidermis and cuticle, and the organization of vascular tissues in the petiole, Otegui (1998) was able to characterized related species of Myrsine L. The anatomical aspects of leaves, specifically epidermis and hydathodes, were also useful to delimit a new species from its related taxa (Carrijo et al. 2011). The wood anatomy also proved to be informative for Myrsinoideae systematics by the studies of Lens et al. (2005), in which wood anatomy was used to distinguished families.
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Morfoanatomia foliar de espécies de Croton sect. Luntia (Euphorbiaceae) como contribuição para a taxonomia do gênero

Morfoanatomia foliar de espécies de Croton sect. Luntia (Euphorbiaceae) como contribuição para a taxonomia do gênero

Os nectários extraflorais são comuns não só em Croton, mas em toda a família Euphorbiaceae (Elias 1983). A literatura tradicional, desde o início do século XX, já registrava variações na posição dos nectários na folha (Solereder 1908). Estas estruturas foram relatadas sobre as nervuras; nos ângulos das nervuras de primeira ordem ou de segunda ordem; na superfície da lâmina, sem contato direto com as nervuras; na margem foliar, sobretudo onde há dentes e sinuosidades; na raque; e nas regiões proximal ou distal do pecíolo. Com exceção da raque, todas as demais posições foram observadas no conjunto de espécies analisadas no presente trabalho. A variação morfológica e na posição ocupada pelos NEFs tem possibilitado a utilização destas estruturas em abordagens taxonômicas, quer como um carater diagnóstico ou como um carater unificador (Solereder 1908, Metcalfe e Chalk 1957, Wilkinson 1979). No caso de Croton, os NEFs acropeciolares/basilaminares e laminares são conspícuos e, por serem facilmente visualizados foram relatados nas descrições originais das espécies. Por outro lado, a carência de descrições das glândulas marginais em muitas espécies parece estar relacionada com o tamanho reduzido destas estruturas.
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Efeito do trinexapac-ethyl na anatomia foliar de quatro espécies de grama.

Efeito do trinexapac-ethyl na anatomia foliar de quatro espécies de grama.

RESUMO - Os reguladores de crescimento podem retardar o desenvolvimento vegetativo das plantas de gramas e, assim, reduzir a frequência de cortes; contudo, existem poucas informações referentes aos efeitos desses produtos sobre as estruturas da anatomia foliar. Dessa forma, o presente trabalho teve por objetivo avaliar os efeitos da aplicação sequencial de duas doses de trinexapac-ethyl sobre a anatomia foliar das espécies de gramas São Carlos (Axonopus compressus), Batatais (Paspalum notatum), Santo Agostinho (Stenotaphrum secundatum) e Esmeralda (Zoysia japonica). Os tratamentos utilizados foram constituídos de duas aplicações sequenciais de trinexapac-ethyl nas doses de 56,5+56,5 e 113,0+113,0 g ha -1 , além de uma
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Anatomia foliar comparativa de nove espécies do gênero Piper (Piperaceae).

Anatomia foliar comparativa de nove espécies do gênero Piper (Piperaceae).

epicuticulares, porém bastante diversificados quanto à forma e ao tamanho (Fig. 6a-h). O tamanho dos tricomas tectores pode variar entre curto e longo (Fig. 6a-h). O ápice varia de agudo a arredondado e a base pode ter ornamentações epicuticulares (Fig. 6b-c, f-g). Metcalfe & Chalk (1965) mencionam que os tricomas raramente formam uma densa cobertura, são geralmente unisseriados e compostos por pequeno número de células. Neste estudo foram encontrados tricomas unisseriados com grande número de células para a maioria das espécies estudadas (Figura 6a-h). Foram constatados que os tricomas são menores em P. umbellatum (Fig. 6h), quando comparado com as demais espécies (Fig. 6a-g). Piper cernuum, P. hispidinervum e P. lindbergii apresentam como característica relevante a presença de ornamentações epicuticulares bem marcadas na base do tricoma tector (Fig. 6b, f-g), porém, em P. dilatatum as ornamentações são levemente marcadas (Fig. 6c). Nota-se que em P. hispidinervum as ornamentações epicuticulares se estendem da base até a região mediana do tricoma (Fig. 6f). Além disso, os tricomas glandulares de P. hispidinervum têm pedicelo curto (Fig. 5f), característica também observada em P. hispidum (Albiero et al. 2006). Foram constatados que em P. lindbergii as ornamentações epicuticulares são mais finas e estão apenas na região basal do tricoma (Fig. 6g). Em P. gaudichaudianum os tricomas tectores são longos e o ápice é agudo (Fig. 6d). Entretanto, o tricoma glandular nessa espécie tem a porção apical secretora, unicelular e ovóide (Fig. 5h). Tal descrição suporta os resultados observados por Albiero et al. (2005b). Em P. solmsianum não foram observados tricomas.
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Anatomia da lâmina foliar de onze espécies lenhosas dominantes nas savanas de Roraima.

Anatomia da lâmina foliar de onze espécies lenhosas dominantes nas savanas de Roraima.

Embora distantes e isoladas geograficamente, essas áreas têm elevada similaridade florística com os cerrados do Brasil Central, porém com menor nível de endemismo e de diversidade de espécies (Eiten 1972; Barbosa et al. 2007). Seis espécies são predominantes no estrato lenhoso nos lavrados de Roraima (Barbosa e Fearnside 2004; Barbosa et al. 2007), Curatella americana (Dilleniaceae), Bowdichia virgilioides (Fabaceae), Byrsonima crassifolia, By. coccolobifolia, By. verbascifolia (Malpighiaceae) e Himatanthus articulatus (Apocynaceae). Entre estas, By. coccolobifolia, By. crassifolia e Cu. americana, típicas de ambientes secos e sujeitos à passagem do fogo (Foldats e Rutkis 1975; Barbosa e Fearnside 2004), são consideradas espécies-chave, pois juntas representam cerca de 60-70% do total de indivíduos que compõem a vegetação arbórea, e são responsáveis por mais de 80% da biomassa arbórea acima do solo (Barbosa et al. 2007). Schaefer e Dalrymple (1996) associam a presença dominante de Byrsonima spp. e Cu. americana à geologia do solo, que apresenta características semiáridas, provavelmente devido a eventos climáticos (longos períodos secos) ocorridos na região durante o Quaternário e que, independente da elevada precipitação atual, vestígios da história geológica associados com a forte sazonalidade das chuvas, estariam favorecendo a persistência de uma vegetação xerófila na região.
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ANÁLISE FILOGENÉTICA DE Leptodeira FITZINGER, 1843 E TAXONOMIA DAS ESPÉCIES DO CLADO DO SUL DO COMPLEXO

ANÁLISE FILOGENÉTICA DE Leptodeira FITZINGER, 1843 E TAXONOMIA DAS ESPÉCIES DO CLADO DO SUL DO COMPLEXO

Leptodeira, com nove espécies, é um gênero amplamente distribuído ocorrendo desde áreas abertas até ambientes florestados da região Neotropical. Atualmente, são reconhecidos quatro grupos de espécies (annulata, septentrionalis, nigrofasciata e punctata), bom base em caracteres morfológicos externos. No entanto, estudos recentes com dados moleculares não reconhecem esses grupos de espécies, destacando o parafiletismo de L. annulata e L. septentrionalis, apresentando algumas subespécies posicionadas como grupos-irmãos e outras próximas de L. bakeri e L. maculata, formado, assim o complexo L. annulata/septentrionalis. Neste complexo foram recuperados dois clados, sendo um com táxons presentes no norte da América do Norte e norte da América Central e outro clado com táxons presentes do sul da América Central e toda América do Sul. Este estudo teve como objetivo testar o monofiletismo de Leptodeira e do clado Sul do complexo L. annulata/septentrionalis, bem como testar o monofiletismo dos grupos morfológicos tradicionalmente reconhecidos, incluindo as três populações do Brasil, historicamente consideradas distintas das demais populações de L. annulata. Utilizamos sequências de três genes mitocondriais (COXI, cytb e ND4) e dois nucleares (DNAH3 e NT3) de 118 espécimes e 215 sequências disponíveis no GenBank. No total foram utilizadas sequências de 337 amostras das nove espécies e de onze das 15 subespécies atualmente válidas. Nossos resultados recuperaram o monofiletismo de Imatodini e de Leptodeira, sendo I. inornatus como grupo-irmão de todos os demais Imantodini. Em nossas análises (Máxima Verossimilhança e Inferência Bayesiana) o monofiletismo do clado do Sul do complexo L. annulata/septentrionalis foi recuperado, destacando os seguintes resultados: reconhecimento de L. s. polysticta como espécie-irmã de todas as demais do complexo; três clados em L. s. ornata foram recuperados sendo um clado para os vales interandinos da Colômbia, um clado para o litoral pacífico da Colômbia e Equador como irmão de L. s. larcorum e outro clado da América Central como irmão de todas as L. annulata da região cisandina; parafiletismo de L. a. annulata em relação as populações a oeste da Amazônia, no Equador; e L. a. pulchriceps como espécie-irmã do clado formado por L. a. annulata e do clado das áreas abertas do Brasil. Deste modo, a atual taxonomia de Leptodeira, deve ser totalmente revisada, porque além de não refletir as relações filogenéticas entre os táxons, também subestima a real diversidade do gênero.
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Open Contribuição à taxonomia e ao controle de qualidade do gênero brunfelsia l. (solanaceae):  das epidermes, farmacobotânica foliar das espécies medicinais e revisão da etnomedicina

Open Contribuição à taxonomia e ao controle de qualidade do gênero brunfelsia l. (solanaceae): das epidermes, farmacobotânica foliar das espécies medicinais e revisão da etnomedicina

Brunfelsia L., pertencente à família Solanaceae, possui cerca de 50 espécies com distribuição Neotropical. O gênero é reconhecido por possuir espécies utilizadas na etnomedicina, com importantes componentes bioativos e atividades biológicas comprovadas. Nesse trabalho, realizou-se um estudo da micromorfologia e anatomia das epidermes foliares de 25 espécies de Brunfelsia, como também um estudo da anatomia foliar de seis espécies usadas como medicinais, complementados por uma revisão da etnomedicina do gênero. O estudo foi realizado com o objetivo de contribuir para a caracterização e delimitação interespecífica, além de apoiar o controle de qualidade das espécies de usos medicinais, e efetuar uma revisão das espécies e seus usos etnomedicinais, que possam apoiar estudos de produtos naturais como fonte de compostos biologicamente ativos. As análises anatômicas seguiram as técnicas usuais de anatomia para observações em microscopia óptica (MO) e eletrônica de varredura (MEV). As medidas dos estômatos foram tomadas com auxilio do programa ANATI QUANTI 2.0, e analisadas com o Test-T. Observou-se que as espécies estudadas apresentam um padrão de distribuição de estômatos do tipo hipoestomático. Estômatos anisocíticos, anomocíticos e paracíticos ocorrem simultaneamente em 14 espécies; estômatos anisocíticos e anomicíticos foram comuns a sete espécies; e em B. guianensis, B. mire e B. rupestris ocorrem estômatos dos tipos paracítico e anomocítico. O comprimento dos estômatos variou entre 32,09±0,66 µm em B. plicata e 51,02 ±4,89 µm em B. rupestris. Epidermes com paredes anticlinais sinuosas em ambas as faces foram predominantes, com exceção de B. densifolia e B. lactea que apresentaram um tipo reto a curvo no epifilo, e curvo no hipofilo, B. obovata, com paredes anticlinais curvas no epifilo e sinuosas no hipofilo, e B. rupestris que apresentou paredes
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Aplicações taxonômicas da anatomia foliar das espécies brasileiras de Hypolytrum Rich. (Cyperaceae).

Aplicações taxonômicas da anatomia foliar das espécies brasileiras de Hypolytrum Rich. (Cyperaceae).

ABSTRACT – (Taxonomic applications of leaf anatomy of the Brazilian species of Hypolytrum Rich. (Cyperaceae)). Hypolytrum Rich. (subfamily Mapanioideae) has a pantropical distribution being represented in the Neotropics by 16-21 species, most of them growing in several Brazilian ecosystems. Informations from foliar anatomy was analysed for 10 species of the genus. The most useful characters detected in Hypolytrum species studied here are: the shape of the leaves in cross section, the occurrence of granules (probably formed by silica) on the epidermal cells; features of the cuticle, the hypoderm and the aerenchymatous parenchyma; the number of layers and origin (hypodermal and epidermal) of bulliform cells; the presence of papillae on the abaxial face of the epidermis; and occurence of radiate parenchyma on the smaller bundles. Studies of foliar anatomy showed to be useful in generic and specific delimitation but do not support the taxonomic sections established.
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