Top PDF Aplicação de ácido giberélico (GA3) e anatomia da epiderme foliar visando à detecção de variantes somaclonais de bananeira Musa sp. Colla cv. Prata-anã (Musaceae).

Produção, florescimento e frutificação de tangerineira 'Poncã' submetida à aplicação de ácido giberélico.

Produção, florescimento e frutificação de tangerineira 'Poncã' submetida à aplicação de ácido giberélico.

O florescimento e a produção de tangerinas são influenciados pela safra anterior. Assim, a inibição do florescimento excessivo pode evitar uma frutificação elevada e a exaustão das reservas da planta, contribuindo para uma produção mais uniforme ao longo dos anos. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da aplicação de giberelina na redução do florescimento em tangerinas ‘Poncã’ e na produção de frutos em duas safras consecutivas. Os resultados demonstram que a aplicação de ácido giberélico reduziu a emissão de flores e aumentou a porcentagem de pegamento de frutos em relação ao ano de florescimento excessivo. A aplicação de giberelinas cerca de 90-150 dias antes do pleno florescimento pode contribuir para redução do efeito da alternância de produção.
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ARQUITETURA DE CACHO E OCORRÊNCIA DE PODRIDÃO DE BOTRYTIS CINEREA NA VIDEIRA ‘CHARDONNAY’ SUBMETIDA À APLICAÇÃO DE ÁCIDO GIBERÉLICO

ARQUITETURA DE CACHO E OCORRÊNCIA DE PODRIDÃO DE BOTRYTIS CINEREA NA VIDEIRA ‘CHARDONNAY’ SUBMETIDA À APLICAÇÃO DE ÁCIDO GIBERÉLICO

Outros trabalhos indicam uma redução do número de cachos quando o ácido giberélico foi aplicado no ano anterior no estádio fenológico plena florada (Dokoozlian; Peacok, 2006). Estudando a variedade Sauvignon Blanc, Molitor et al. (2012), observou redução do número de inflorescências no ano seguinte a aplicação do ácido giberélico. Efeitos negativos sobre o rendimento na estação subsequente das aplicações de ácido giberélico na plena florada foram descritas por Weyand; Schultz (2005). No entanto, Spies; Hill (2008) assumiu que uma aplicação de ácido giberélico no estádio fenológico inflorescência separada apresentaria menor risco de efeitos negativos na estação subsequente. Possivelmente não houve efeito negativo sob a fertilidade de gemas pela pulverização ter sido realizada direcionada aos cachos sem entrar em contato, ou o mínimo possível, com as brotações cujas gemas encontram- se na fase de indução floral.
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Efeito da pré-embebição e aplicação de ácido giberélico na germinação de sementes de macela.

Efeito da pré-embebição e aplicação de ácido giberélico na germinação de sementes de macela.

A giberelina, importante regulador endógeno de crescimento, produz diversos efeitos sobre o crescimento e desenvolvimento, destacando-se indução da germinação em sementes, promoção do alongamento do hipocótilo e caule e regulação do desenvolvimento do pólen e indução floral (Peng e Harberd, 2000; Richards et al., 2001). Respostas variadas à aplicação de ácido giberélico (GA 3 ) na germinação de sementes foram verificadas por Perez-Garcia e Durán (1990) em Onopordum nervosum Boiss. (Asteraceae), Aoyama et al. (1996) em lavanda (Lavandula angustifilia Miller), Macchia et al. (2001) em Echinacea angustifolia DC (Asteraceae), e Ehlert (2000) em alfavaca cravo (Ocimum gratissimum L).
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Efeito da aplicação de ácido giberélico no crescimento da palmeira-ráfia.

Efeito da aplicação de ácido giberélico no crescimento da palmeira-ráfia.

ALJUBURI et al., 2001) e cultivo in vitro (SAMYN, 1993). Este trabalho teve por objetivo verificar o efeito da aplicação do ácido giberélico, em diferentes concentrações, no crescimento da palmeira-ráfia e, com isso, acelerar o processo de produção de hastes comerciais, agregando maior valor econômico às mudas.

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Aplicação précolheita de ácido giberélico no metabolismo antioxidante em pedúnculos de clones de cajueiroanão

Aplicação précolheita de ácido giberélico no metabolismo antioxidante em pedúnculos de clones de cajueiroanão

Os compostos fenólicos são biossintetizados por diferentes rotas, nos vegetais, a rota do ácido chiquímico participa da maioria de seus fenólicos, convertendo precursores de carboidratos derivados da glicólise e da rota da pentose-fosfato. Os polifenóis em plantas são derivados principalmente da fenilalanina amônia liase (do inglês PAL, EC 4.3.15) uma enzima-chave que desempenha função crucial de ligação entre o metabolismo primário e secundário dos vegetais. Esta enzima cataliza a produção de ácido trans -cinâmico um precursor dos fenilpropanóides a partir da desaminação da L-fenilalanina (FIGURA 5). A sua atividade é influenciada por condições de estresses bióticos ou abióticos nos tecidos vegetais (LIU; JIANG, 2006GOU; WANG, 2010; CUNHA, 2015; TAIZ; ZEIGER, 2013).
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Retenção de frutos de laranjeiras de umbigo ‘Monte Parnaso’ em função da aplicação de 2,4-d, ácido giberélico e da anelagem de ramos.

Retenção de frutos de laranjeiras de umbigo ‘Monte Parnaso’ em função da aplicação de 2,4-d, ácido giberélico e da anelagem de ramos.

floração, concordando com re- sultados descritos por EL- OTMANI (1992), RAGONE (1992) e PRIMO-MILLO (1993), pois a aplicação de reguladores de crescimento ao ovário em desenvolvimento promovem a fixação de frutos pelo estabele- cimento de uma alta taxa de atividade metabólica no ovário, a qual resultará em um fluxo de metabólitos para o fruto e, por esse meio, criando uma forte ligação e prevenindo a abcisão. AGUSTÍ & ALMELA (1991) citam que o tamanho final dos frutos e o aumento da fixação estão relacionados, principalmente, com o rápido crescimento dos mesmos na fase I, no final do flo- rescimento e na fase II, após a queda natural de frutos jovens. Os tratamentos aplicados no final do florescimento devem ter diminuído a queda de fru- tos, entretanto, a aplicação dos tratamentos 4, 5 e 6 em novembro (fase II) ajudaram a aumentar o tama- nho dos frutos e diminuir a queda destes, pois obser- va-se na figura 2 que a queda de frutos em todos os tratamentos, manteve-se estável no período de feve- reiro a junho.
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Aplicação de ácido giberélico na qualidade e na bioquímica de hastes de crisântemo CV.Faroe

Aplicação de ácido giberélico na qualidade e na bioquímica de hastes de crisântemo CV.Faroe

No Brasil, as seis principais espécies de flores de corte produzidas são: rosas, gipsofila, alpínia, strelitzia, helicônia, orquídea, azaléa, prímula, ciclâmen e crisântemo (IBRAFLOR, 2002). O Brasil tem condições para se tornar um grande produtor e exportador de flores e plantas ornamentais no cenário mundial e os principais desafios para alcançar a competitividade são: a aplicação de tecnologia avançada nos sistemas de produção, uso de material genético adequado, treinamento e capacitação da mão-de-obra, profissionalismo gerencial e comercial, exploração das aptidões regionais, organização das estruturas de comercialização, profissionalização dos processos de logística e de distribuição e investimento em tecnologia de pós-colheita (BONGERS, 1995), porém poucos estudos são realizados na área de pós-colheita de flores, principalmente aqueles que envolvem fisiologia e bioquímica.
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Aplicação de nitrogênio no solo e pulverização foliar com ácido giberélico e uréia em Setaria anceps Stapf cv. Kazungula

Aplicação de nitrogênio no solo e pulverização foliar com ácido giberélico e uréia em Setaria anceps Stapf cv. Kazungula

Os diferentes tipos de pulverização realizados durante o período de "inverno" não tiveram efeito sobre a percentagem de fibra bruta, conforme po- de ser observado na Tabela 3 ([r]

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Efeito da aplicação de ácido giberélico e cloreto de cálcio no retardamento da colheita e na conservabilidade de caqui, Fuyu.

Efeito da aplicação de ácido giberélico e cloreto de cálcio no retardamento da colheita e na conservabilidade de caqui, Fuyu.

A aplicação de CaCl 2 , combinado com AG 3 , também resultou num atraso da colheita (Tabela 1). Já a aplicação isolada de CaCl 2 não afetou a evolução da coloração, que é a característica mais empregada para a avaliação do ponto de colheita de caquis, cv. Fuyu. Estes resultados indicam que não há efeito benéfico da aplicação de CaCl 2 no retardamento da colheita.

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Marie Yamamoto Reghin; Rosana Fernandes Otto; Aniela Rocha1

Marie Yamamoto Reghin; Rosana Fernandes Otto; Aniela Rocha1

Foram avaliadas doses de ácido giberélico (0, 10, 20 e 40 ppm) em três cultivares de alface resistentes ao pendoamento prematuro (Elisa, Verônica e Marisa), com o objetivo de promover o florescimento e a produção de sementes. O delineamento experi- mental foi de blocos casualizados com quatro repetições, onde os tratamentos seguiram esquema fatorial 4 x 3. A semeadura foi reali- zada em 27/05/98 e o transplantio em 24/06/98, quando as mudas tinham 4 a 5 folhas definitivas. As plantas foram pulverizadas no estádio de 10 a12 folhas, usando-se o produto Pro-Gibb (ABBOTT), que contém 10% de ácido giberélico. Os tratos culturais foram con- duzidos de acordo com as recomendações para a cultura. A colheita de sementes foi realizada na maturidade fisiológica, com início em 02/12 e término em 21/12. Foram avaliados o número de dias para a antese, número e altura de hastes florais, porcentagem de florescimento, produção de sementes, peso de 1.000 sementes e por- centagem de germinação. Observou-se comportamento diferencia- do entre cultivares quanto a precocidade no florescimento, sendo ‘Elisa’ a mais precoce independente da aplicação de ácido giberélico, seguida de ‘Verônica’ e ‘Marisa’. O efeito de doses foi estatistica- mente significativo para ‘Verônica’ e ‘Marisa’, com máxima por- centagem de florescimento na dose de 28 ppm para cv. Verônica e 35 ppm para a cv. Marisa. No entanto, a produção de sementes foi superior na dose de 23 ppm para as duas cultivares. Por outro lado, ‘Elisa’ foi significativamente superior às demais cultivares quanto à produção de sementes, sendo a maior produção observada na teste- munha, sem aplicação de ácido giberélico. O ácido giberélico au- mentou a porcentagem de florescimento, a precocidade da antese, a maturação e a produção de sementes, mas a resposta dependeu da cultivar; quanto mais tardia ou resistente ao pendoamento prematu- ro mais pronunciado foi o efeito do ácido giberélico, podendo ser indicado a dose de 23 ppm.
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Efeito da espermina na qualidade fisiológica de sementes de alface.

Efeito da espermina na qualidade fisiológica de sementes de alface.

na avaliação da primeira contagem da germinação (PCG%) das sementes de alface cv. Grand Rapids (Tabela 2) expostas aos diferentes tratamentos observa-se o único que diferiu estatisticamente foi à com ABA isoladamente, o qual induziu decréscimo em comparação ao controle. Para a germinação a associação entre espermina, ácido giberélico e ácido abscísico não ocasionaram alterações na germinação das sementes de alface cv. Grand Rapids quando comparadas à aplicação isolada destas substâncias e ao controle. os resultados obtidos para a porcentagem de germinação são diferentes dos encontrados por Sinska e Lewandoska (1991) que constataram que a aplicação de espermina inibiu o processo de germinação das sementes de maça (Malus domestica). Em outro trabalho, a aplicação de espermina diminuiu a inibição da germinação de sementes de Lotus japonicus provocada pela adição de glicose, e estimulou a germinação das sementes na ausência do sacarídeo (Zhao et. al., 2009).
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Tratamentos para a superação de dormência em sementes de Brachiaria humidicola (Rendle) Schweick.

Tratamentos para a superação de dormência em sementes de Brachiaria humidicola (Rendle) Schweick.

No presente trabalho, as sementes não sub- metidas à escariicação ácida apresentaram apenas 11% de germinação, após serem semeadas no subs- trato umedecido com a solução de ácido giberélico (Tabela 4). Substituindo-se o ácido giberélico pelo nitrato de potássio, este percentual aumentou para 27%. No caso das sementes armazenadas por 21 meses, entretanto, o efeito do ácido giberélico não foi signiicativamente diferente do efeito da água, não sendo, portanto, recomendável a sua utilização. Outros autores já observaram respostas variáveis de substâncias promotoras à germinação, dependendo da idade das sementes. Por exemplo, Oliveira & Mastrocola (1983) observaram que a escariicação ácida e a aplicação de nitrato de potássio apenas resultaram em efeitos positivos à germinação em sementes novas de B. humidicola.
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Cultivo in vitro de eixos embrionários de paricá.

Cultivo in vitro de eixos embrionários de paricá.

Existem muitas informações sobre os efeitos do ácido giberélico (AG 3 ) em embriões maduros extraídos de sementes dormentes que não germinam mesmo em condições ideais (ALVARENGA, 1990), e segundo Kochba et al. (1974), a presença de AG 3, no meio de cultura, proporciona a iniciação de uma zona meristemática radicular ou estimula o desenvolvimento de uma zona radicular existente. Cordeiro et al. (2002), ao estudar a germinação de sementes de paricá, verificaram que não houve necessidade de aplicação exógena de AG 3 ao meio de cultivo.
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Ácido giberélico no crescimento inicial de mudas de pessegueiro.

Ácido giberélico no crescimento inicial de mudas de pessegueiro.

As giberelinas constituem uma das classes de reguladores de crescimento que têm efeito no controle do desenvolvimento vegetal (ALVARENGA, 1990). Segundo Taiz & Zeiger (2004), as giberelinas, como o ácido giberélico (GA 3 ), aumentam a elongação e divisão celular, o que é evidenciado pelo aumento do comprimento e do número de células em resposta à aplicação deste fitorregulador.

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Ácido giberélico na emergência e desenvolvimento de plântulas de cerejeira / Gibberellic acid in the emergence and development of cherry seedlings

Ácido giberélico na emergência e desenvolvimento de plântulas de cerejeira / Gibberellic acid in the emergence and development of cherry seedlings

A giberelina é um hormônio vegetal normalmente encontrado em diversas partes das plantas, entre elas as raízes das plantas, nas folhas jovens, nas sementes em fase de germinação e nos frutos (LAVAGNINI et al., 2014). A giberelina é utilizada para acelerar e melhorar a germinação, atuando diretamente no alongamento, divisão celular, na permeabilidade da membrana celular, na atividade enzimática, na variação em potencial osmótico e na mobilização de açúcares, porém este hormônio depende de outros fatores como concentração utilizada, época da aplicação e espécie que está se estudando (WAGNER JÚNIOR et al., 2012).
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Efeitos do ácido giberélico e do thidiazuron sobre as características dos frutos e do mosto da uva 'Niagara Rosada'.

Efeitos do ácido giberélico e do thidiazuron sobre as características dos frutos e do mosto da uva 'Niagara Rosada'.

Em relação às variáveis relacionadas ao mosto das uvas, analisando separadamente cada um dos fatores, verificou-se que o teor de sólidos solúveis não foi influenciado pela época de aplicação, mas observou-se o efeito das doses de thidiazuron na característica em questão. Ao verificar a significância dos modelos de regressão, constatou-se que não houve significância para a regressão linear e quadrática, considerando-se, para a elaboração do gráfico, a média geral dos tratamentos, que foi de 15,94% (Tabela 7 e Figura 3C).

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Qualidade pós-colheita de crisântemos (Dedranthema grandiflora) mantidos em soluções de ácido giberélico.

Qualidade pós-colheita de crisântemos (Dedranthema grandiflora) mantidos em soluções de ácido giberélico.

Ficou evidente que o ácido giberélico promoveu aceleração da senescência, tanto de flores como de folhas, apesar dos resultados c o n t r a d i t ó r i o s , o b s e r v a d o s n a m a i o r i a d a bibliografia consultada. No entanto, alguns autores afirmam que a ação das giberelinas pode variar de acordo com a espécie (KING, 1997; PAULIN, 1997; LASCHI et al., 1999), o local de aplicação (KING, 1997) e o tipo de giberelina usada (HAN, 1997), o que pode explicar o

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Ácido giberélico na produção de frutos partenocárpicos de pimenta

Ácido giberélico na produção de frutos partenocárpicos de pimenta

A aplicação exógena de giberelinas pode reduzir a viabilidade do pólen e a ferti- lidade dos óvulos (Thomas, 1995), esti- mulando a produção de frutos sem polinização. Kohli et al. (1981) obtive- ram maior porcentual de frutos sem se- mentes de pimentão com GA 3 em alta concentração (10.000 mg L -1 ), por atuar

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Desempenho de cultivares de arroz com uso de reguladores de crescimento, em diferentes sistemas de cultivo.

Desempenho de cultivares de arroz com uso de reguladores de crescimento, em diferentes sistemas de cultivo.

Nesse ambiente, o experimento foi conduzido em arranjo bifatorial (2x4), com quatro repetições, em delineamento inteiramente casualizado. As cultivares de arroz irrigado avaliadas foram Irga 424 e Irga 425, indicadas para os sistemas convencional e pré-germinado, respectivamente. Foram utilizadas sementes  certiicadas  do  Instituto  Rio  Grandense  do  Arroz, com pureza de 98% e germinação em condições normais de 90%. Os tratamentos consistiram da aplicação  nas  sementes  de  três  substâncias  com  efeito regulador do crescimento: ácido giberélico, tiametoxam (Cruiser) e Haf Plus. Além disso, foi avaliado um tratamento controle, sem aplicação de nenhuma substância.
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Reguladores de crescimento na frutificação efetiva e qualidade de frutos partenocárpicos de atemoia 'Gefner'.

Reguladores de crescimento na frutificação efetiva e qualidade de frutos partenocárpicos de atemoia 'Gefner'.

das sementes nos frutos advindos de polinização artificial, o que confere maior consistência a estes frutos. Ao analisar os dados de massa de matéria fresca da polpa e da casca, constataram-se reduções médias de 63 e 26%, respectivamente, nos frutos resultantes da polinização, em relação aos que receberam aplicação dos reguladores de crescimento. O comprimento e o diâmetro dos frutos apresentaram comportamento similar, ou seja, frutos provenientes da polinização artificial foram maiores do que os frutos obtidos por meio da aplicação de reguladores de crescimento, os quais não diferiram entre si (Tabela 2). De acordo com Pires et al. (2003), a aplicação do ácido giberélico a 5 mg L -1 proporcionou incremento na massa e na
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