Top PDF APOSTILA_Empreendedorismo na escola manual do professor

APOSTILA_Empreendedorismo na escola manual do professor

APOSTILA_Empreendedorismo na escola manual do professor

Slide 11- Empreendendo no setor privado: O professor deve apresentar aos alunos o app Garupa. “O Garupa é aplicativo de mobilidade urbana desenvolvido no Rio Grande do Sul que nasceu para conectar pessoas e motoristas. O aplicativo oferece locomoção com segurança para você, amigos e toda a família. O diferencial do Garupa é a excelência no atendimento, tudo foi pensado para que você tenha uma experiência única.” A implementação iniciou nos municípios do interior do estado gaúcho, tendo o intuito de oferecer opções de mobilidade para quem precisa. O Garupa possui um modelo de negócio que permite aos interessados se tornarem sócios operadores. O sócio operador é o gestor do aplicativo em seu município. O Garupa está presente desde maio de 2017 na cidade de Santa Maria/RS e, hoje, atua em mais de 600 municípios em 09 estados do Brasil. O pagamento pode ser feito com cartão de crédito, dinheiro ou pré-pago.” Este serviço chegou na cidade de Lavras no final do segundo semestre de 2019 e, segundo o Jornal 24 horas, tem sido um dos principais geradores de emprego e renda na cidade. Lavras já conta com vários motoristas parceiros, os “garupers”, como são chamados os colaboradores da empresa. A cada R$ 5 gastos pelo consumidor com o aplicativo, R$ 4 são revertidos para a própria cidade.
Mostrar mais

109 Ler mais

A história da África na escola, construindo olhares “outros” : as contribuições do manual do professor do livro didático de História do Ensino Médio

A história da África na escola, construindo olhares “outros” : as contribuições do manual do professor do livro didático de História do Ensino Médio

O Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) como uma política de Estado cujo objetivo precípuo é a avaliação dos livros destinados a todas as escolas do país e que de certa forma, orienta o trabalho docente, estabelece em seus editais e chamadas públicas, critérios e exigências em relação ao trato das questões das relações étnico-raciais e ao ensino de história e cultura africana, afro-brasileira e indígena nos livros didáticos da Educação Básica. Como destaca Conceição (2015, p. 29) “essa política de avaliação, sobretudo a partir de 2003, vem a cada edital, alargando seus critérios e exigências em relação à questão”. Podemos nos questionar se tal conjunto de mecanismos tem conseguido garantir mudanças significativas e reconfigurações dos pressupostos que embasam as abordagens e orientações sobre o ensino de história da África, nos manuais do professor do livro didático de História do Ensino Médio? Para responder ao questionamento investigamos em Manuais do Professor de livros didáticos de História do Ensino Médio, aprovados no PNLD 2015, as orientações teórico- metodológicas e sugestões de atividades e materiais de leitura para alunos e professores referentes aos conteúdos relacionados à temática da educação das relações étnico-raciais, e especialmente a cultura e história da África, em diálogo com a perspectiva teórica e política- educacional dos Estudos Pós-Coloniais Latino-Americanos e da constituição dos saberes históricos escolares.
Mostrar mais

134 Ler mais

Representações sobre o manual do professor de coleções didáticas de Língua Inglesa

Representações sobre o manual do professor de coleções didáticas de Língua Inglesa

Erika já pareceu posicionar-se de forma individual quando utilizou o dêitico “eu” juntamente com o metaverbo de valor psicológico “achar/pensar”. Entretanto, ela re- correu várias vezes ao uso do “você” genérico, o qual aparece ao longo de toda sua fala, tanto nas ACs, simples e cruzada, quanto na ECT. Esse dêitico parece reforçar a ideia de que Erika tenha falado para seus pares (Silvana, a pesquisadora e as demais participantes da ECT) e tenha procurado envolvê-las na sua explicação, talvez devido à sua função de coordenadora pedagógica da escola. Mas, ao mesmo tempo, parece ser uma forma de distanciar-se, de não responsabilizar-se pelo que disse, uma vez que “você” não necessa- riamente significa “eu’.
Mostrar mais

18 Ler mais

o que para que do ensino de religiao na escola e na formacao do professor

o que para que do ensino de religiao na escola e na formacao do professor

las públicas e particulares, provenientes de classes sociais diferenciadas apreendiam o conceito trabalho, a pesquisadora Ana Lúcia G. de Faria também constatou o fator ‘idealização’ e ‘fetichização’ da realidade. Afirma ela que o livro didático, ao fetichi- zar o trabalho na sociedade capitalista, torna natural as injustiças que se dão por meio da divisão de trabalho a partir de critérios e modalidades as mais banais possíveis: sexo, idade, local, cidade, manual/intelectual, hierarquia de profissões etc. Oculta os abis- mos que se interpõem entre as mais diversas classes sociais, desde o burguês, o pro- letário, o instrumentista da produção até o que comercializa o resultado da força de trabalho. Mostra-se, por isso mesmo, “mentiroso”, “arcaico”, “falso”, “genérico”, “abs- trato”, “irreal”, “preconceituoso” e “contraditório” (FARIA, 2002, p. 58-86).
Mostrar mais

8 Ler mais

6 o ano TECENDO LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA MANUAL DO PROFESSOR

6 o ano TECENDO LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA MANUAL DO PROFESSOR

À ESCoLA QUE QUEREMoS Professor, um dos objetivos deste capítulo é apresentar ao aluno os tipos textuais narração, argumentação e descrição, levando em conta que eles podem estar presentes, simultaneamente, nos mais diversos gêneros de texto. Fazemos na obra uma distinção entre os tipos de texto e os gêneros de texto, conforme teoria exposta no Manual. Julgamos que essa diferenciação é importante para que os alunos possam perceber de que maneiras e com que recursos os textos de diferentes gêneros são construídos. Contudo, a nomenclatura “tipos textuais” caberá apenas ao professor. Nesse momento, a estrutura da narrativa foi apresentada de maneira mais detalhada. Já o tipo argumentativo foi apresentado e sistematizado, mas deverá ser aprofundado no decorrer da obra, assim como o que ocorre com a descrição. Professor, no final da Unidade 1 foi feita uma sugestão de pesquisa. Seria interessante solicitar aos alunos que compartilhem os resultados neste momento.
Mostrar mais

272 Ler mais

8 o ano TECENDO LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA MANUAL DO PROFESSOR

8 o ano TECENDO LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA MANUAL DO PROFESSOR

[...] Meu pai, já muito idoso, não me deixara na ignorância; pessoalmente deu-me a educação que pôde e, além disso, mandou-me a uma escola pública rural. Destinava-me ao curso de leis, mas a mi- nha vocação era outra. Dominava-me unicamente o desejo de viajar por mar, e tinha essa inclinação tão arraigada contra a vontade e ordens de meu pai, e era tão surdo às admoestações e insistentes rogos da minha mãe, que parecia que uma espécie de fatalidade me arrastava misteriosamente para o estado de sofrimento e miséria em que mais tarde havia de cair. Meu pai, homem circunspecto e prudente, deu-me excelentes conselhos para me dissuadir dos projetos por que me via entusiasma- do. Uma manhã chamou-me ao seu quarto, onde a gota o prendia; e falou-me asperamente acerca desse assunto. Perguntou-me que razões eu tinha, ou antes que louco desejo era o meu de abandonar a casa paterna e a pátria, onde podia gozar de todas as proteções, além da esperança de aumentar os haveres da família com a minha aplicação e trabalho, e isso passando uma vida tranquila e agradável. Ponderou-me que para tentarem grandes empresas e irem por esse mundo afora procurar aventu- ras, para se elevarem e se tornarem célebres por cami-
Mostrar mais

224 Ler mais

O manual do professor do Programa Nacional do Livro Didático do Campo (PNLD-Campo)

O manual do professor do Programa Nacional do Livro Didático do Campo (PNLD-Campo)

Ao se analisar livros escolares e, consequentemente, currículo, alguns trabalhos são referência. Pode-se destacar os estudos de Maria de Lourdes Chagas Deiró Nosella “As belas mentiras: a ideologia subjacente aos textos didáticos” e de Ana Lúcia G. de Faria “Ideologia no livro didático” com sua primeira impressão em 1987, encontra-se na 17ª edição, Gilberto Luiz Alves “A produção da escola pública contemporânea”, Rosa Fátima de Souza “História da organização do trabalho escolar e do currículo no século XX: ensino primário e secundário no Brasil” e a obra de Maria Elizabete Xavier, Maria Luisa Ribeiro e Olinda Maria de Noronha “História da educação: a escola no Brasil”, essa última não trata especificamente dos livros didáticos, mas ele em si, é referência de material didático para formação de professores.
Mostrar mais

169 Ler mais

O manual do professor de Matemática nos livros didáticos: uma análise no fomento à argumentação

O manual do professor de Matemática nos livros didáticos: uma análise no fomento à argumentação

“O aluno deve atribuir significado ao que aprende. Para isso, deve saber o porquê das coisas, e não simplesmente mecanizar procedimentos e regras. (...) estimular o aluno a pensar, raciocinar, criar, relacionar ideias, descobrir e ter autonomia de pensamento. Em lugar de simplesmente imitar, repetir e seguir o que o professor ensinou, o próprio aluno pode e deve fazer Matemática. (...) trabalhar a Matemática por meio de situações-problema que o façam realmente pensar, analisar, julgar e decidir-se pela melhor solução. (...) trabalhar o conteúdo com significado, levando o aluno a sentir que é importante saber aquilo para a sua vida em sociedade ou que o conteúdo trabalhado lhe será útil para entender o mundo que vive. (...) valorizar a experiência acumulada pelo aluno dentro e fora da escola. (...) Considerar mais o processo do que o produto da aprendizagem – “aprender a aprender” mais do que levar em conta resultados prontos e acabados. (...) trabalhar os temas transversais (Ética, Orientação Sexual, Meio Ambiente, Saúde, Pluralidade Cultural, Trabalho e Consumo) – e, de preferência, trabalhá-los de modo integrado.” (DANTE, 2013, p. 313-316)
Mostrar mais

138 Ler mais

Que professor é esse? Uma análise discursiva sobre o professor (da) e a Escola Pública no Jornal Nacional

Que professor é esse? Uma análise discursiva sobre o professor (da) e a Escola Pública no Jornal Nacional

Estamos reafirmando esse esforço pela isenção partidária porque, ao considerarmos as condições sócio históricas de Aprender para Ensinar, remetemos ao discurso da imprensa jornalística, que, no período muito próximo à exibição da série, vem produzindo sentidos, que recaem sobre a administração Municipal de Novo Gama (GO). Encontramos uma série de reportagens 23 apontando supostas irregularidades, detectadas pelo Ministério Público nas unidades de saúde e educação, por meio da Semana do Fortalecimento do Controle Social, em 2014-2015, momento que antecede às eleições municipais de 2016. Na SD4, compreendemos que a jornalista, não poderia de maneira alguma deixar escapar a palavra fiscalização, porque poderia comprometer o apartidarismo recomendado pelo manual de imprensa. O sentido de fiscalização, no entanto insurge na reportagem, mesmo dizendo “que o Jornal Nacional acompanhou.”.
Mostrar mais

84 Ler mais

Investigação operacional no ensino secundário: um manual para o professor

Investigação operacional no ensino secundário: um manual para o professor

Considere o grafo da figura seguinte que representa uma parte do sistema rodoviário de uma cidade. Os 7 vértices representam a estação dos correios (C), a escola (E), o ginásio (G), o tribunal (T), o hospital (H) e a igreja (I). Os pesos associados aos arcos representam a duração média em minutos do percurso entre dois pontos (quando este é possível fazer de automóvel). O Manuel é taxista e num determinado dia pretende levar um cliente da estação dos correios (C) até ao ginásio (G). De que forma o pode fazer de modo a chegar ao destino o mais rápido possível. Identifique o caminho e indique a duração do mesmo.
Mostrar mais

144 Ler mais

Manual de apoio ao professor de Física

Manual de apoio ao professor de Física

Um atividade interessante de propor com este brinquedo é uma corrida entre os protótipos construídos. Isso fará com que os estudantes avaliem e busquem aprimorar seus projetos. A distância alcançada por cada brinquedo também é um bom desafio a fazer às equipes. Monte uma pista na sala de aula, ou no pátio da escola, onde os brinquedos possam ser testados e as atividades possam ser feitas. Com estes desafios, podem ser analisadas e discutidas questões referentes à cinemática, como o cálculo da velocidade média de cada carrinho, e à dinâmica, como a interferência das forças de atrito no movimento do brinquedo.
Mostrar mais

32 Ler mais

A PONTA DO ICEBERG É O PROFESSOR NA ESCOLA...

A PONTA DO ICEBERG É O PROFESSOR NA ESCOLA...

O diário de pesquisas foi realizado durante as fases de contato/ aproximação e cooperação, etapas nas quais organizei o contato e a interação com a professora. Essas etapas serão explicitadas no capítulo posterior, na abordagem do contexto de produção dos textos. Foi a partir desse diário que recuperei as informações que constituem o referido capítulo. O diário que registra esta pesquisa surgiu de anotações e de gravações. Como a escola era distanciada do lugar onde moro, e o transporte funciona em horários bastante espaçados (varia de 20 a 50 minutos), utilizei o gravador de voz. Com esse recurso, relatei aspectos referentes a cada visita, desde o primeiro contato, quando expliquei a proposta à professora até o dia em que observei aula em uma turma e substituí a professora em outra turma. Assim, eram muitas atividades para serem guardadas na memória até o momento em que eu pudesse anotá-las, por isso o recurso do gravador foi indispensável para a elaboração do diário de pesquisa. Quanto às anotações, começaram de forma dispersa e acabaram virando rotina após as idas à escola e tornaram-se relatórios, uma vez que eu precisava dar notícias à minha orientadora sobre o andamento do trabalho. Esses relatórios eram enviados por e-mail para minha orientadora e, inicialmente, tinham a função de informar sobre o desenvolvimento da pesquisa, mas, depois, eles serviram para recuperar as informações para a escrita da tese.
Mostrar mais

292 Ler mais

A não-escola: os sentidos atribuídos à escola e ao professor hospitalares por pacientes oncológicos

A não-escola: os sentidos atribuídos à escola e ao professor hospitalares por pacientes oncológicos

A escola hospitalar não deve imitar a escola de origem, mas não pode se furtar a ter uma especificidade relacionada ao saber. Como espaço escolar, ela deve ter um saber organizado. Além de um vínculo com o professor-hospitalar e um vínculo com a escola de origem, o conhecimento deve aparecer como elemento fundamental, carregando, inclusive, um caráter de exigência por parte da escola hospitalar. Obviamente, essa exigência não será igual à da escola de origem; é, porém, um conhecimento específico que precisa do programa escolar da escola de origem, mas que o reorganiza, que deve existir e ser formalizado para que a escola hospitalar seja uma escola específica. O conteúdo e o conhecimento possuem uma outra função nesse espaço. A morte aparece pouco na fala dos sujeitos ao longo das entrevistas. No mais das vezes, ela é citada como algo que ocorre com os colegas, trazendo sofrimento para quem está próximo. A possibilidade de sua própria morte é escassa na fala dos sujeitos. Entretanto, é de se supor que tal idéia atravesse a mente desses indivíduos, mesmo que seja representada pelo silêncio, por um não-dito. As entrevistas feitas neste trabalho acabam por mostrar aos jovens participantes as questões da escola, do estudo, do conhecimento, do professor, dos colegas e do cotidiano escolar, afastando-os da presença constante da morte. As aulas no hospital têm o mesmo sentido, preenchendo o aluno com outros assuntos que ocupam o lugar da doença, do tratamento e da morte. A escola pré-ocupa o sujeito, como sugere Cortella (1998), e a escola hospitalar faz isso,
Mostrar mais

18 Ler mais

O professor e o acesso ao livro em escola pública

O professor e o acesso ao livro em escola pública

Resumo: O presente trabalho trata de assuntos pertinentes ao acesso de professores aos livros literários. Discute a relevância dos vários aspectos relacionados ao manejo precário das coleções de literatura adquiridas pela escola pública, dentre elas, aquelas obtidas por meio de políticas públicas de democratização da leitura. Seu principal objetivo é servir como uma fonte que uma vez acessada, sirva de objeto de discussão para novos estudos sobre o assunto. A metodologia é baseada em uma abordagem qualitativa e descritiva, onde a coleta de dados foi realizada por meio de revisão bibliográfica, observação sistemática e questionário semi- estruturado. Identifica as dificuldades dos professores, de acesso aos livros literários, e apresenta os resultados da análise realizada a partir do estudo de caso. Como resultado, constata existir vários obstáculos no processo de aquisição e acesso a obras literárias, por parte dos professores do ensino público. Conclui vislumbrando possíveis melhorias com notas e sugestões de reflexão sobre o assunto.
Mostrar mais

7 Ler mais

Sentidos sobre ser professor: a escola do professor-pioneiro em Cláudia-MT

Sentidos sobre ser professor: a escola do professor-pioneiro em Cláudia-MT

O mapa escolar da cidade de Cláudia foi se constituindo em duas áreas separadas: o centro urbano, com a escola estadual, e a zona rural, com as escolas municipais. Além da divisão geográfica, o quadro docente também apresentava características distintas. Enquanto a escola estadual se destacava por ter professores mais qualificados, ou com possibilidade de qualificação e por trazer para trabalhar como professores os bacharéis que havia na cidade, como o médico, o engenheiro e o arquiteto, nas escolas municipais sobressaía um quadro mais comprometido, dependendo dos próprios interessados e de seus vizinhos, moradores dos sítios ou empregados das madeireiras para atuarem como professores. Se compararmos ao quadro da escola estadual, a escola municipal estava em desvantagem quanto à qualificação de seus profissionais. Apesar de haver períodos de contratação de professores com qualificação precária também na escola estadual, notamos que a escola municipal rural esteve mais à mercê desta contingência, com a maioria de seus professores não tendo completado o 1º grau. As pessoas da comunidade que se candidatavam para atuar como professores em uma escola municipal realizavam um curso didático preparatório em Sinop e, a seguir, eram alocados em uma sala de aula.
Mostrar mais

10 Ler mais

Formação de professor na perspectiva da escola inclusiva

Formação de professor na perspectiva da escola inclusiva

O movimento de inclusão escolar vem ainda acompanhado de dúvidas e questionamento exigindo não somente apoio e orientação de especialistas, mas principalmente uma reflexão do lugar da escola no desenvolvimento de relações sociais pautadas no respeito às diferenças. Assim, o presente estudo analisou a importância da inclusão dos portadores de necessidades especiais na escola bem como a formação do professor na perspectiva da inclusão, pois o cenário atual apresenta fortes indícios de mudanças, demonstrando que a inclusão de pessoas com deficiência é um movimento irreversível, porém, necessita de uma construção coletiva, para contribuir como fator determinante na consolidação das relações democráticas de uma sociedade para todos. Concluiu-se que a escola que pretenda ser inclusiva sem querer modificar em nada seus hábitos estará fadada ao fracasso. O compromisso ético exige que se abandone os discursos vazios em prol de ações efetivas e coerentes com o movimento inclusivo. Ele demanda, em suma, que se lute contra as situações de discriminação, favorecendo as rupturas culturais necessárias a uma nova educação e sociedade inclusivas.
Mostrar mais

38 Ler mais

Articulação do conteúdo temático entre o guia prático para o professor e o manual escolar: Contributos para a revisão do guia prático para o professor

Articulação do conteúdo temático entre o guia prático para o professor e o manual escolar: Contributos para a revisão do guia prático para o professor

Os textos, para que tenham qualidade, clareza e objetividade, devem ser elaborados tendo em conta regras da linguística textual e da linguística em geral. Depois do estudo feito aos conteúdos do guia, propomos, neste trabalho de projeto, alguns aspetos formais e linguísticos para a revisão e elaboração do guia do professor sob duas perspetivas: por um lado, a estrutura organizacional do guia — ligada aos pressupostos da arquitetura interna e macroestruturas de texto, ou seja, aspetos organizacionais de conteúdos — e, por outro lado, à organização dos conteúdos temáticos — na perspetiva dos mecanismos de textualização e das macroestruturas formais ou superestruturas ligadas à coesão e aos princípios da coerência textual. São perspetivas teóricas da linguística textual que nos serviram de base para a revisão do guia prático para o professor em relação ao manual escolar, ambos da 6.ª classe da Reforma Educativa na República de Angola.
Mostrar mais

152 Ler mais

As representações do sujeito professor no manual didático de língua espanhola: uma leitura enunciativa

As representações do sujeito professor no manual didático de língua espanhola: uma leitura enunciativa

g) conforme a sua enunciação na sala de aula, o professor se representa subjetivamente. Essa enunciação não é livre, pois, para que possa ser livre, ela necessita de outras enunciações de retorno vindas do tu, que se constitui nos sujeitos alunos, nesse espaço. A interação do eu com o tu é responsável pelo surgimento do sujeito professor e dos sujeitos alunos. Mas ainda falta o ele. Esse é a terceira pessoa, que não é pessoa, para Benveniste (1946), já que não pode estar frente a frente fisicamente com um eu. Ela só pode aparecer em uma enunciação quando interpelada pelas verdadeiras pessoas. A não-pessoa, nessa interação entre professor e alunos, é o manual didático. Sendo respeitado a tal ponto de ser adotado, pensamos que norteia a relação eu-tu. Podemos pensar até em uma tirania do Ele para com o eu-tu. A referência é que determina as ações das pessoas envolvidas;
Mostrar mais

27 Ler mais

Relatório de Estágio Profissional "Na Escola: o professor com os alunos"

Relatório de Estágio Profissional "Na Escola: o professor com os alunos"

A avaliação sumativa refere-se à análise do aluno no final do processo, verificando se houve aquisição de conhecimento (Chueiri, 2008). Não obstante, não conseguia estar a aula toda a observar os alunos a realizar determinado movimento incorretamente sem os chamar a atenção sobre o assunto. De facto, considero importante que haja um registo daquilo que o aluno realiza, sem que este seja influenciado pelo feedback do professor. No entanto, se a avaliação é parte integrante do processo de ensino e aprendizagem, e uma vez que se pretende que o desempenho do aluno seja melhorado, o professor deve emitir um conjunto de informações acerca da forma como o aluno realiza a ação (Rosado & Mesquita, 2011). Além do mais, existe uma das estratégias instrucionais que permite perceber o que o aluno sabe acerca de determinado conteúdo- o questionamento. Por esta razão, quando um aluno estava a realizar algum movimento de forma errada e eu queria entender se ele sabia como o executar corretamente, mas por alguma razão não o estava a fazer, recorria ao questionamento. Neste sentido, aos poucos, ao longo do EP fui deixando de parte esta presença silenciosa, anteriormente característica das aulas de avaliação sumativa.
Mostrar mais

170 Ler mais

MOTIVAÇÃO E GINÁSTICA ARTÍSTICA NA ESCOLA: A PERSPECTIVA DO PROFESSOR

MOTIVAÇÃO E GINÁSTICA ARTÍSTICA NA ESCOLA: A PERSPECTIVA DO PROFESSOR

da modalidade, qué que o filho, que a filha faça balé que é mais gracioso, que acha mais bonito” (P4); “é o esporte mais caro, na minha escola (...). E, tem também a manutenção dos aparelhos. Então, tudo isso é repassado na mensalidade dos alunos. Então, existe uma concorrência com os esportes mais baratos” (P2). Fraser- Thomas, Côté e Deakin 37 consideram os pais responsáveis pela apresentação da prática esportiva às crianças. E, também, responsáveis por proporcionar os meios e os recursos necessários para que os filhos se mantenham engajados nela. Mas, Nunomura e Oliveira 38 alertam que os pais podem agir como agentes motivadores ou, contrariamente, favorecer o dropout por meio de atitudes negativas.
Mostrar mais

11 Ler mais

Show all 10000 documents...