Top PDF Argulus chicomendesi sp. n. (Crustacea: Argulidae) parasita de peixes da Amazônia brasileira.

Argulus chicomendesi sp. n. (Crustacea: Argulidae) parasita de peixes da Amazônia brasileira.

Argulus chicomendesi sp. n. (Crustacea: Argulidae) parasita de peixes da Amazônia brasileira.

Abdômen (pléon) (Fig.. zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA Argulus chicomendesi zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA sp.. zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYX[r]

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Miracetyma kawa SP. NOV. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, ERGASILIDAE) DOS PEIXES DE ÁGUA DOCE DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Miracetyma kawa SP. NOV. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, ERGASILIDAE) DOS PEIXES DE ÁGUA DOCE DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Peças bucais (Fig. Maxílula muito pequena, em forma de placa, região anterior mais larga e sem ornamentações. Maxila com uma base robusta e afilando-se, processo distai falciforme co[r]

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Gamidactylus bryconis sp. n. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, VAIGAMIDAE) DAS FOSSAS NASAIS DE PEIXES, Brycon pellegrini HOLLY, 1929 E Β. melanopterus (COPE, 1872) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Gamidactylus bryconis sp. n. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, VAIGAMIDAE) DAS FOSSAS NASAIS DE PEIXES, Brycon pellegrini HOLLY, 1929 E Β. melanopterus (COPE, 1872) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Perna IV (Fig. 10) com o endopodito bi-segmentado e ambos os segmentos com espínulos externos, atingindo até a metade da margem distai. O primeiro segmento com uma seta piumosa media[r]

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Parasitismo em tambatinga (Colossoma macropomum x Piaractus brachypomus, Characidae) cultivados na Amazônia, Brasil.

Parasitismo em tambatinga (Colossoma macropomum x Piaractus brachypomus, Characidae) cultivados na Amazônia, Brasil.

Países tropicais sofrem proporcionalmente as maiores perdas na aquicultura devido ao rápido surgimento de doenças causadas por parasitos, quando em situações sanitárias precárias. Isso proporciona um menor tempo para mitigar as perdas se comparados aos países de clima temperado (Leung e Beates 2012). No Brasil, padrões epidemiológicos das doenças parasitárias em peixes cultivados são ainda desconhecidos, pois há poucos estudos sobre parasitoses, incluindo de tambatinga. Na Venezuela, Centeno et al. (2004) registraram infecções por Anacanthorus spatulatus (Monogenoidea), Trichodina sp., Epistylis sp. (Protozoa), Myxobolus sp. (Myxosporea) e Ergasilus sp. (Crustacea) para esse híbrido cultivado. No Brasil, Cohen e Kohn (2009) relataram a ocorrência de Mymarothecium boegeri (Monogenoidea) em dois indivíduos de tambatinga cultivados em Sobral (CE). Recentemente, Dias et al. (2012) registraram pela primeira vez a ocorrência de Linguadactyloides brinkmanni em tambatingas cultivados em Macapá, estado do Amapá. O objetivo deste estudo foi investigar a fauna parasitária e relação parasito- hospedeiro em híbridos tambatinga de 10 pisciculturas do estado do Amapá, região da Amazônia brasileira.
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Respostas do cacaueiro à aplicação de N, P e K em dois solos da Amazônia Brasileira.

Respostas do cacaueiro à aplicação de N, P e K em dois solos da Amazônia Brasileira.

solos TR e LA, respectivamente, na média do período de 1987 a 1993. O K aumentou (P < 0,01) a produtividade do cacaueiro no Latossolo Amarelo, verificando-se, ainda, a ocorrência de interações significativas (P < 0,05) entre P x K e N x K nesse solo (Quadro 2). Em nenhum solo foi observado efeito do N sobre o rendimento do cacaueiro, devido, provavel-mente, ao tipo e à intensidade do sombreamento. As árvores utilizadas para sombrear o cacaueiro contribuíram, aparentemente, para incrementar o nível desse elemento no solo pela adição de resíduos orgânicos (folhas, galhos, frutos, etc.) e/ou fixação de N em nódulos radiculares da eritrina, diminuindo a probabilidade de resposta da cultura à aplicação de fertilizantes nitrogenados. A fixação de N pelas raízes da eritrina foi demonstrada por Santana et al. (1988). A aplicação de P foi também responsável pelo maior crescimento em diâmetro do caule do cacaueiro no solo LA, na fase inicial do experimento (Morais, 1988). Efeitos do P, do K e das interações N x sombreamento, P x K e N x K na produtividade do cultivo foram também obtidos em outras regiões produtoras de cacau, a exemplo da Costa do Marfim (Jadin, 1972), da Malásia (Mainstone & Thong, 1978), do Sul da Bahia (Morais et al., 1978) e de Gana (Ahenkorah et al., 1983).
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Aspectos epidemiológicos da vulvovaginite causada por candida sp em mulheres não-grávidas da Amazônia brasileira

Aspectos epidemiológicos da vulvovaginite causada por candida sp em mulheres não-grávidas da Amazônia brasileira

Heliópolis-SP, no dia 27 de outubro de 2001, e o principal objetivo foi de conscientizar a população sobre os distúrbios da comunicação que podem ser evitados e tratados logo que surgirem os primeiros sinais de alterações da fala, voz, respiração, mastigação, linguagem oral e escrita. Foram coletados os dados referentes a: sexo, idade, tipo e modo respiratório (nasal, bucal e misto), distúrbio fonoaudiológico (disfluência, alterações da motricidade oral, distúrbios articulatório), tipo de mordida (normal, aberta, cruzamento unilateral e sobre mordida). Os resultados quanto ao tipo de respiração, sete casos apresentaram respiração predominante bucal ( 77,78%), 1 caso respiração mista (11,11%) e 1 caso normal (11,11%). Verificou-se a ocorrência de distúrbios fonoaudiógicos e detectamos 5 casos com distúrbios articulatórios (55,56%), 3 casos com distúrbios de motricidade oral (33,33%) e 1 caso ausência de patologia fonoaudiológica (11,11%). E foram detectados ainda, 8 casos com mordida aberta (88,89%), 1 caso de mordida normal, havendo nítida correlação da mordida aberta com hábito de sucção.
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Desenvolvimento marsupial e ciclo de vida de Cymothoa liannae Sartor & Pires (Isopoda, Cymothoidae), parasita de peixes.

Desenvolvimento marsupial e ciclo de vida de Cymothoa liannae Sartor & Pires (Isopoda, Cymothoidae), parasita de peixes.

Esta especie, tal como ocorre na maioria dos Cymothoidae e protandro- -hermafrodita (cada animal passa por uma fase masculina antes de se tornar fêmea).. Agradecime[r]

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TICAS PÚBLICAS PARA UMA INDÚSTRIA (MAIS) SUSTENTÁVEL NO ESTADO DO PARÁ

TICAS PÚBLICAS PARA UMA INDÚSTRIA (MAIS) SUSTENTÁVEL NO ESTADO DO PARÁ

Afora as questões citadas pelos participantes da pesquisa com relação aos entraves para a não adoção da certificação florestal, elencam-se outras barreiras que se entende ser importantes para compreensão desta problemática: No Brasil a demanda por produtos certificados ainda é pequena, sendo o mercado externo o principal indutor deste mecanismo no país (CARNEIRO, 2006). Como as exportações em queda (SFB; IMAZON, 2010), o estimulo a certificação diminui; A Indústria madeireira na Amazônia tem como principal consumidor o mercado interno (SFB; IMAZON, 2010: PEREIRA et al.,2010) e produz prioritariamente produtos com baixo valor agregado, tal fato pode estar dificultando o repasse dos custos com a certificação para o consumidor final, fazendo com que haja perda de competitividade no mercado interno entre quem tem certificação e quem não tem, pois de acordo com Carneiro (2006) a demanda interna por produtos certificados ainda e irrisória.
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Cosmocerca minasensis n. sp. (Nematoda: Cosmocercidae) parasita do intestino grosso de Scinax longilineus (B. Lutz, 1968) (Anura: Hylidae).

Cosmocerca minasensis n. sp. (Nematoda: Cosmocercidae) parasita do intestino grosso de Scinax longilineus (B. Lutz, 1968) (Anura: Hylidae).

A fauna de helmintos intestinais da sub-população de Scinax longilineus analisada é composta por apenas uma espécie de parasito: Cosmocerca minasensis n. sp.. Esta baixa presença parasitária observada em anuros foi também citada por Aho (1990). Segundo este autor, a comunidade helmíntica de anfíbios e répteis é altamente variável, depauperada e com características estruturais não-interativas . Entretanto, Tinsley (1995) afirma que os anfíbios anuros apresentam uma rica fauna parasitária, sendo eles excelentes modelos biológicos no ensino da parasitologia.
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Avaliação do papel dos roedores das espécies Mus musculus e Rattus norvegicus como hospedeiros reservatórios de Leishmania infantum nos concelhos de Sesimbra e Sintra

Avaliação do papel dos roedores das espécies Mus musculus e Rattus norvegicus como hospedeiros reservatórios de Leishmania infantum nos concelhos de Sesimbra e Sintra

A leishmaniose é transmitida de forma indirecta através do flebotomíneo vector. Outros artrópodes como as carraças Dermacentor variabilis e Rhipicephalus sanguineus, e as pulgas, poderão também ter importância como vectores transmissores (Center for Food Security and Public Health, 2009). Testes moleculares e serológicos para detecção de Leishmania por PCR e ELISA foram realizados em ectoparasitas colhidos de 73 cães infectados numa área endémica do Brasil. Do total de cães, 55% apresentavam-se parasitados por pulgas e 63% por carraças. Os resultados indicaram que 80% dos ectoparasitas continham Leishmania infantum (23% e 50% para pulgas e carraças respectivamente). A viabilidade do parasita nos artrópodes foi também analisada. Sete a 10 dias depois da colheita dos ectoparasitas, os amastigotas encontravam-se vivos e viáveis. Segundo os autores do estudo, apesar da prevalência ser alta, são necessários mais estudos para apurar o papel destes ectoparasitas na transmissão da leishmaniose (Colombo, Odorizzi, Laurenti, Galati, Canavez & Pereira-Chioccola, 2011). A transmissão directa também é possível através de transmissão venérea, transfusão sanguínea e por via transplacentária em cães e humanos. Já foram isolados parasitas de Leishmania infantum na saliva, na urina, no sémen e em secreções conjuntivais, assim como no sangue do cão (Center for Food Security and Public Health, 2009).
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Gamidactylus hoplius sp. n. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, VAIGAMIDAE) DAS FOSSAS NASAIS DE Hoplias malabaricus (BLOCH, 1794) (CHARACIFORMES, ERYTHRYNIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Gamidactylus hoplius sp. n. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, VAIGAMIDAE) DAS FOSSAS NASAIS DE Hoplias malabaricus (BLOCH, 1794) (CHARACIFORMES, ERYTHRYNIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

O primeiro segmento do exopodito com um espinho distai, espinhos pequenos na margem externa e cerdas internas; o segundo segmento com espinhos pequenos na margem externa e uma seta[r]

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A HORA DE TRABALHO PEDAGÓGICO COLETIVO A PARTIR DA IMPLEMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR No 613/2011: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DE LIMEIRA – SP – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A HORA DE TRABALHO PEDAGÓGICO COLETIVO A PARTIR DA IMPLEMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR No 613/2011: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DE LIMEIRA – SP – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O presente trabalho objetiva investigar como uma escola da Rede Pública Municipal de Ensino de Limeira – SP apropriou-se e utilizou o tempo da Hora de Trabalho[r]

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A Amazônia Brasileira

A Amazônia Brasileira

Por isso, o técnico florestal deve inter vir para assegurar nao só a correta utilização dessas árvo- res, corno ainda o replantio e o desenvolvimento natural de [r]

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O desflorestamento na Amazônia brasileira

O desflorestamento na Amazônia brasileira

na Amazônia (NASCIMENTO, 1990; SALES e FONTES, 1993; PFAFF, 1999; SAWYER, 2001). Entretanto, o consenso é de que esse não é o fator de maior importância no processo. A população torna-se mais importante em novas áreas de fronteiras agrícolas, quando a pressão é mais intensa. Esse efeito se atenua com o estabelecimento da população na área e, principalmente, com a mudança das atividades agropecuárias não-sustentáveis por outras mais sustentáveis (ANDERSON, 1990).

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Open Estudo comparativo de Dois irmãos e Cinzas do Norte, de Milton Hatoum, e A Selva, de Ferreira de Castro

Open Estudo comparativo de Dois irmãos e Cinzas do Norte, de Milton Hatoum, e A Selva, de Ferreira de Castro

autor. Compreendendo essa região como detentora de uma identidade fixa e homogênea, o que contraria todo o processo de colonização dessa região, que se dá a partir de inúmeros contatos de povos de diferentes etnias e culturas diversas que para ali vieram, provocando mestiçagens e hibridismos significativos desde o início dos processos de colonização até os dias atuais. Apesar de percebermos concepções homogeneizadoras na narrativa de Ferreira de Castro, sobre a identidade cultural amazônica, já se observa aí elementos que problematizam e refutam a ideia de estabilidade e unidade das identidades. Para ilustrar o que estamos dizendo basta observar que o protagonista da narrativa é Alberto, um jovem português, deslocado de seu lugar de origem, que na Amazônia, perambula por culturas e espaços diversos, o que sugere a idéia de movimento e instabilidade. Além desse personagem cujo percurso é marcado pela instabilidade e movimento, encontramos outros que são migrantes de outras regiões do Brasil, estando, portanto, em movimento, dando a ideia do entrecruzamento cultural, o que reafirma nossa análise. Essa obra de Ferreira de Castro é considerada pela crítica como obra-prima, apresentando com propriedade e realismo extremo os tormentos enfrentados por pessoas simples expostas a um regime de semi-escravidão, iludidos pelo sonho de conquistar uma vida melhor através da extração do látex, em seringais da Amazônia brasileira. Ao se apropriar dessa temática, o autor apresenta ao mundo o lado obscuro da selva amazônica – a exploração de seres humanos na atividade de produção da borracha, que naquele momento, apesar de ser estratégico para os aliados na Segunda Guerra Mundial, não se tinha clareza no mundo dito “civilizado” das reais condições em que os seres humanos eram submetidos para que se produzisse o então chamado ouro negro.
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Hemisorubim, Pseudoplatystoma, Sorubim and Paulicea have a diploid number of 2n = 56 chromosomes (Toledo and Ferrari, 1976b; Costa and Reggi, 1986; Dias and Foresti, 1990, 1993; Garcia et al., 1990; Souza et al., 1992; Fenocchio and Bertollo, 1992; Fenocc

Hemisorubim, Pseudoplatystoma, Sorubim and Paulicea have a diploid number of 2n = 56 chromosomes (Toledo and Ferrari, 1976b; Costa and Reggi, 1986; Dias and Foresti, 1990, 1993; Garcia et al., 1990; Souza et al., 1992; Fenocchio and Bertollo, 1992; Fenocc

Fenocchio, A.S., Pastorii, M.C., Lopez, P.A., Sanchez, S., Alberdi, A.J., Bordenave, S. and Dib, M.C. (1994). Levantamento citogenético em peixes de água-doce da Argentina: resumo das espécies estudadas. Resumos do V Simpósio de Citogenética Evolutiva Aplicada a Peixes Neotropicais, Botucatu, SP, pp. 8.

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