Top PDF ARIÈS, Philippe. História da morte no Ocidente.pdf

ARIÈS, Philippe. História da morte no Ocidente.pdf

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estudaram, em seis hospitais da baía de são Francisco, como reagia diante da morte o grupo inter- dependente constituído do doente, da família e da equipe médica (médicos e enfermeiros).[r]

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A OBLITERAÇÃO DA MORTE E O CONSUMO: UMA PERSPECTIVA A PARTIR DE EDGAR MORIN E PHILIPPE ARIÈS

A OBLITERAÇÃO DA MORTE E O CONSUMO: UMA PERSPECTIVA A PARTIR DE EDGAR MORIN E PHILIPPE ARIÈS

A referência ao comportamento do homem medieval em oposição ao do homem contempo- râneo neste trabalho, baseia-se na concepção do historiador Philippe Ariès ao afirmar que “em um 1 Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Faculdade de Informação e Comunicação da Univer- sidade Federal de Goiás - UFG – Brasil, sob orientação da Profa. Dra. Maria Luiza Martins de Mendonça. Especialista em História Cultural pela Faculdade de História da UFG (2013) e em Cinema e Educação pelo IFITEG e UEG (2008). Formada em História pela Universidade Federal de Goiás – UFG (2010) e em Comunicação Social - Relações Públicas pela mesma Universidade (2001). E-mail: fabriciavm@gmail.com.
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À procura da morte: uma análise sobre “A história de uma mãe”, de Andersen

À procura da morte: uma análise sobre “A história de uma mãe”, de Andersen

Nesse momento da história, o fato de a mãe implorar por seu filho, enfatiza, novamente, o exagero diante da perda, e para Ariès (2012, p. 73), como foi mencionado, esse sentimentalismo exagerado do luto no século XIX tem muitos significados e um deles é a não aceitação da morte e é por essa rejeição que a protagonista submete-se a tantas situações difíceis, sem se importar com nenhum mal que pudesse recair sobre si mesma. Era a vida da criança que importava e não e a sua. Essa atitude comprova o que Rodrigues (1983, p. 174-175) afirma sobre, desde o século XVIII, ser comum às pessoas demonstrarem a dor e a tristeza extrema ao perderem alguém, uma vez que, nessa época, o desespero da separação adquire novas dimensões no Ocidente: “[...] geme-se, grita-se, desmaia-se quer-se morrer, partir com o morto [...]”. Esses sentimentos são, muitas vezes, reais e encontram justificativas nas estruturas sociais da época. É por essa razão que Andersen descreve tão detalhadamente a angústia dessa mãe, pintando um retrato de um momento da história em que a morte era vista como um grande espetáculo emocional.
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A HISTÓRIA DA MORTE NO OCIDENTE E O CONTEXTO SOCIAL COMO FATOR DE RISCO PARA O SUICÍDIO

A HISTÓRIA DA MORTE NO OCIDENTE E O CONTEXTO SOCIAL COMO FATOR DE RISCO PARA O SUICÍDIO

Com o passar do tempo foram surgindo diferentes visões acerca da morte. A partir do século XVIII, por exemplo, ela aparece com um cunho romântico e o homem passa a fazer reflexões sobre a “morte do outro”. Muitos acreditavam que a morte trazia consigo uma possibilidade de uma vida futura, mas por outro lado ela era marcada pela dor da separação do seu familiar. É também nesse período que ocorre uma separação entre os vivos e os mortos, já que, por volta dos séculos XIV a XVII, não existia uma preocupação com a sepultura e os mortos eram enterrados próximos a igrejas ou praças públicas, ou seja, em ambientes que as pessoas frequentavam sem nenhum temor (ARIÈS, 2012; KOVÁCS, 2008).
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A antropologia da natureza de Philippe Descola.

A antropologia da natureza de Philippe Descola.

dá uma certa ideia de que há nessa ciência, ao longo do tempo, um verdadeiro progresso. Por que progresso? Faz alguns anos, um amigo me deu um pequeno livro sobre o animismo, pu- blicado na Itália no meio do século XX. É um punhado de tolices, em que todo tipo de fatos disparatados estão misturados, e quando lemos coisas como essas, nos perguntamos: mas que história é essa de que não há progresso? Nas ciências sociais, sim: há fenômenos que são mais bem descritos e mais bem qualiicados, mais bem problematizados em sua articulação com outros fenômenos. E o que acho fascinante nesse empreendimento antropológico — como se vê em Tylor, Frazer, Lévy-Bruhl — é a vontade de mergulhar nesses dados tão enigmáticos, bizarros, mas que tenderam, durante muito tempo, a ser colocados num mesmo bloco. E, no fundo, uma das grandes contribuições — há várias outras — que o estruturalismo nos trouxe foi fazer com que a maneira interessante de fazer ciência consistisse em modalizar sistemas de diferenças e, portanto, dissociar instituições que durante muito tempo se tendeu a agregar. E continuamos a fazê-lo: em autores como Girard, na França, ou numa orientação completamente diferente, com a antropologia evolucionária, há essa tendência em explicar tudo por meio de uma espécie de chave fundamental, de arquétipo. Ora, pelo contrário, o que conta é chegar a dissociar, de modo a melhor reassociar, talvez, mais tarde. Portanto, essa noção de animismo objetiva, antes, dissociar. Em Par delà nature et culture discuto, por exemplo, o nahualismo. Quando se lê a literatura sobre o nahualismo, sobre o tonalismo no México, quando se retoma Frazer ou mesmo Tylor, entende-se que, efetivamente, naquela época, tudo isso estava misturado. Na realidade, quando se está atento aos dados, percebe- -se que se trata de coisas muito diferentes. É isso que considero fascinante na antropologia. E é para isso também que serve a etnograia; ela só tem sentido como ciência das descrições precisas que permite esse trabalho de qualiicação.
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Um Ocidente ao ocidente do Ocidente: algumas reflexões sobre o discurso pós-colonialista e o discurso do tropicalismo

Um Ocidente ao ocidente do Ocidente: algumas reflexões sobre o discurso pós-colonialista e o discurso do tropicalismo

Neste trecho estão presentes de um modo sintético os principais pontos do discurso pós-colonialista, especialmente a crítica ao caráter contextual e específico do discurso da modernização do Ocidente, em especial por conta da sua insistência em forjar uma polarização política (o Ocidente e os outros) e identitária (nós e eles), fundando assim uma epistemologia binária que se expressa inclusive nos discursos que se querem contra-hegemônicos, mas que acabam reafirmando a polarização, malgrado as suas boas intenções. Ora, a crítica ao caráter contextual e geograficamente definido do pretenso universalismo ocidental é também a crítica ao etnocentrismo europeu dos países colonialistas, travestido de única condição de possibilidade para a universalidade e, evidentemente, de viabilização para um projeto político para toda a humanidade.
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A história do Brasil como um pot-pourri anárquico: análise do espetáculo  À tardinha no Ocidente

A história do Brasil como um pot-pourri anárquico: análise do espetáculo À tardinha no Ocidente

Notamos novamente que a dramaturgia da obra aqui estudada entrega ao público chaves de leitura do passado político do Brasil, bem como das estruturas políticas que aqui transitaram, por meio da recusa de um texto dramático fe- chado em si mesmo, já carregado de uma expectativa deter- minada de recepção. Se essa solidez discursiva é dispensada já na fala do showman, quando nos abre a cartela de gêneros dramáticos, também o é na superposição de tempos histó- ricos, quando vemos cinco personagens representativas de épocas tão distintas interagindo no mesmo tempo presente. Esse pot-pourri de tempos e gêneros dramáticos aos quais o espetáculo nos apresenta pode ser enxergado como um ímpe- to libertário no processo de criação. Assim, em concordância com o pensamento de Sara Rojo, é possível considerar o universo criativo de À tardinha no Ocidente como imbuído por uma pulsão anárquica, uma vez que resiste à autoridade objetiva das classificações, dando relevo, em contrapartida, a uma liberdade construtiva. Diz ela:
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O Contributo dos Estudos Cerâmicos para a História da Presença Romana no Ocidente da Península Ibérica

O Contributo dos Estudos Cerâmicos para a História da Presença Romana no Ocidente da Península Ibérica

Os materiais recolhidos nas escavações da cidade fo - ram publicados por J. Alarcão, em capítulo próprio, no sexto volume de Fouilles de Conimbriga (ALARCÃO, 1976b), e várias outras em outro capítulo do mesmo volume intitulado Cerâmicas Comuns de Importação, onde o autor admite poderem estar várias ânforas (ALARCÃO, 1976a), como de facto estão. O principal problema que Alarcão enfrentou no seu estudo foi o da generalizada falta de informação de referência. Justamente na década de setenta do século XX as- sistia-se ao nascimento / crescimento do interesse pe las ânforas romanas, ainda que debaixo de alguma am biguidade. Recorde-se, por exemplo, que há um capítulo dedicado às ânforas no volume de Mercedes Vegas sobre as cerâmicas comuns romanas (VEGAS, 1973), ou seja, a ânfora ainda não era valorizada co - mo categoria cerâmica distinta e autónoma, antes uma variedade de “cerâmica comum”. O interesse pe - la história económica valorizava crescentemente as ânforas, com especial relevo para as Dressel 20, pelo seu exuberante hábito epigráfico, enquanto a ar - queo logia subaquática com escafandro autónomo ia revelando os naufrágios da bacia do Mediterrâneo, quase sempre barcos carregados de ânforas – embora os primeiros naufrágios revelados / estudados fossem quase todos de época republicana. Por esse tempo
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Philippe Jean Paul Gleize

Philippe Jean Paul Gleize

Metodologia de dosagem e controle do processo produtivo de blocos de concreto para alvenaria estrutural, 2000 (Engenharia Civil) Universidade Federal de Santa Catarina.. ROMAN, Humberto[r]

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O Processo de Morte na História de José o Carpinteiro

O Processo de Morte na História de José o Carpinteiro

O terceiro estágio é descrito como barganha. O reconhecimento de que com a morte se está diante de um poder que não pode ser dominado faz com que se tente estabelecer negociações. Estas podem se referir ao comportamento no ambiente em que a pessoa se encontra, à amabilidade com que ela trata os membros de sua convivência, à realização de pre- ceitos de natureza religiosa. Tais negociações podem também se mani- festar na forma de pedidos para participar de certos eventos artísticos ou cerimônias familiares. Trata-se de um paralelo notável com as promessas infantis de bom comportamento tendo em vista a obtenção de um favor. Mesmo quando não enunciado claramente, no caso de pessoas moribun- das o favor esperado é o prolongamento da vida.
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FLORES E HISTÓRIA DO OLHO: O MEDO DA MORTE

FLORES E HISTÓRIA DO OLHO: O MEDO DA MORTE

A excitação dos personagens não finda após esse momento, ambos voltam a seus lugares ainda excitados. Ao retornarem, encontram, no assento de Simone, um prato com os colhões crus do touro tal como ela havia pedido a Sir Edmond. Simone deseja sentar-se nua em cima do prato, mas o narrador a impede porque ele e o inglês temem chamar atenção. A tourada, neste momento, torna-se chata para Simone, os lugares antes perfeitos agora ao sol já não são tão bons, todos assistem a mais uma performance de Granero enfadados. Segundo o narrador, o touro da contenda era um animal desconfiado e não proporcionava a emoção que queriam. Ao mesmo tempo em que Simone se decide por comer um dos colhões do touro e dá nele a primeira mordida, Granero é derrubado na arena e, acuado contra a cerca, recebe do touro três chifradas, sendo que uma atravessa-lhe a cabeça e arranca-lhe o olho direito. Ainda durante os acontecimentos da morte do toureiro, Simone agarra o outro colhão que restou em seu prato e o coloca em sua vulva, enquanto a multidão reage aterrorizada à morte de Granero, Simone espasma em orgasmo. O comportamento de Simone diante da morte do toureiro se destoa dos demais presentes nas arquibancadas porque a personagem de Bataille, extremamente lasciva, excita-se com a morte. Para ela, como para todo ser erótico, de acordo com Bataille, a morte é uma parte do ciclo natural da vida, podendo acontecer a qualquer instante e é exatamente essa proximidade da morte que motiva a busca por sua satisfação e prazer. A multidão que assiste à tourada naquele momento da morte de Granero se horroriza justamente por não reconhecer e nem aceitar a presença da morte, são indivíduos que vivem a ilusão de uma vida ordenada da qual a morte está longe e totalmente atrelada à velhice e a enfermidades. De acordo com o sociólogo Norbert Elias, o homem ocidental teme a morte por causa do processo civilizador, o qual incutiu esse medo com fins de domesticação dos indivíduos:
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Monografia - História Do Computador (PDF)

Monografia - História Do Computador (PDF)

Dedicamos esta monografia a todos os Dedicamos esta monografia a todos os amigos do curso de Ciência da amigos do curso de Ciência da Computação que durante estes quatro Computação que d[r]

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A ocidente do Ocidente: linhas e perspectivas em confronto.

A ocidente do Ocidente: linhas e perspectivas em confronto.

Até aqui, mostrei como a noção tomista de direito natural foi mobiliza- da para explicar os fundamentos jurídicos da formação e reprodução das so- ciedades, aplicando-a desde a América a[r]

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Manifestações do sagrado na Pré-História do Ocidente peninsular: 4. A “síndrome das placas loucas”

Manifestações do sagrado na Pré-História do Ocidente peninsular: 4. A “síndrome das placas loucas”

A última possibilidade não é, à partida, de afastar. Quando há um único centro produtor, a sua própria história ganha-se na especificidade, no reconhecimento automático...e nas imita- ções. Se falarmos de cerâmicas mais recentes, Paterna e Manises, S. Pedro do Corval, Caldas da Rainha ou Alcobaça, criaram imagens de si próprias tão sólidas e homogéneas que houve espaço, é certo que quase sempre em momentos evoluídos, para desvios à norma. Mas, para as placas de xisto gravadas não há um único centro de produção. Houve certamente vários e uma circulação extensa tanto de produtos como de imagens simbólicas normalizadas, que foram imitadas ou repetidas em sítios relativamente distantes, desde as Penínsulas de Lisboa e Setúbal até ao pró- prio Algarve. O que realmente impressiona na “síndrome das placas loucas” é, simultaneamente, a sua raridade e a sua extensa distribuição no espaço.
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CUPERTINO, Philippe. Povos Ciganos

CUPERTINO, Philippe. Povos Ciganos

Este artigo está dividido em três tópicos. O primeiro narra três situações em que o Ministério Público Federal foi provocado a averiguar a ocorrência do crime de preconceito contra os ciganos. Em seguida, é exposto um episódio envolvendo jovens de uma comunidade cigana e a polícia civil, a m de reetir a es - sência e a seletividade do direto penal no Brasil. A partir de uma perspectiva interseccional que articula as categorias gênero, raça, classe e território, o terceiro tópico debate e aponta as bases para o desenvolvimento de uma teoria dos direitos humanos voltada para uma prática libertadora, de modo a vislumbrar os povos ciganos enquanto sujeitos de direitos, de dignidade e detentor do direito de forjar sua própria história. 1 O projeto de extensão é vinculado ao curso de Direito das Faculdades Integradas de Patos (FIP), sendo formado por estudantes da graduação, sob a orientação de um professor da instituição, que escreve este artigo. Tem como objetivo principal estabelecer um contato dialógico entre os extensionistas e a comunidade tradicional, inspirados pelos ensinamentos de Paulo Freire sobre educação popular. Os extensionistas e os povos ciganos, na condição de educadores e educando, utilizam da relação entre Assessoria Jurídica Popular e a comunidade calon de Condado para pensar e ensaiar um novo modelo de educação direcionado para a emancipação
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Área de especialização em História da Arte da Antiguidade Cultos Orientais no Ocidente Peninsular – Perspectiva Artística

Área de especialização em História da Arte da Antiguidade Cultos Orientais no Ocidente Peninsular – Perspectiva Artística

Neste capítulo acrescentamos uma pequena escultura de mármore branco (42 cm x 17 cm), descoberta na Quinta das Antas, que nos remete para a antiga cidade de Balsa (Tavira), e oferecida a Estácio da Veiga, fundador do Museu Arqueológico do Algarve, tendo depois transitado para o Museu Etnológico (Nacional de Arqueologia) aquando da morte de Estácio da Veiga. Está atribuída à deusa Fortuna-Spes, mas no nosso entender e dada a inexistência do corno da abundância que a distingue e a ausência da cabeça, a qual deveria mostrar uma personagem cega, não cremos haver nada que a associa à deusa Fortuna. O único elemento iconográfico para a sua classificação é a presença de um barco. Este poderia ser associado ao lema da deusa Fortuna, aquela que pilota (comanda e orienta) a vida dos homens. No entanto, tanto a Fortuna romana como Tyche grega, com quem é associada, são uma abstracção, sem um mito e mais não são do que o “Acaso Divinizado e Personificado” numa divindade feminina. Pierre Grimal, no seu Dicionário de Mitologia (1951), recorda-nos que esta divindade viria a absorver ou a associar-se a outras divindades, em particular Ísis, originando uma nova divindade mista, Isítique (Ísis Tyche). No nosso entender, esta estatueta ou representa Ísis Tyche ou Ísis Pelagia, onde a presença do barco (noutras ocasiões apenas representado pelo timão) remete para a navegação, assumindo-se como Senhora do Mar tal como se confirma nos já referidos hinos de Cimé e de Andros e nas cerimónias da abertura do ciclo anual de navegação, as Navigium Isidis (5 de Março). No fundo trata-se da deusa tutelar ou protectora dos marinheiros.
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Vivendo na morte: a história dos vampiros e seu lugar na cultura popular

Vivendo na morte: a história dos vampiros e seu lugar na cultura popular

Existem também dois mitos parecidos que explicam a origem do vampiro. Eles provavelmente são variações de contos do mesmo folclore. O primeiro mito é a história de Lamia 2 , uma linda rainha que era amada por Zeus. Uma criança nasceu da união de Lamia e Zeus. Mas, Hera, sob o domínio da inveja e da ira, raptou a criança. Triste, Lamia foi viver nas profundezas do mar. O tempo passou, e Lamia voltou, perambulando pelas noites, roubando e comendo os bebês recém-nascidos. Gradualmente ela passou a seduzir homens jovens, e enquanto mantinha relações sexuais com eles, sugava o sangue deles até a morte. Lamia era capaz de mudar de uma forma bela a uma forma assustadora. A metade dragão era considerada um dos estágios de sua existência e/ou a transição entre uma linda mulher e uma serpente-dragão.
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Vivendo após a morte de amigos: história oral de idosos.

Vivendo após a morte de amigos: história oral de idosos.

[...] estou tão acostumada com a morte... perdi marido, ilho, mãe, pai, todos os irmãos, amigos, parentes... não tenho mais ninguém além do meu ilho que também vive doente, dois netos que são a minha loucura e a mulher dele [pausa, olhar no vago]. A gente vai se acostumando com a morte como se fosse coveiro... todos têm o seu dia, o meu vai chegar e eu não penso nele... quando chegar, penso. Às vezes ico pensando que poderia até sentir mais coisa, mas acostuma [...] (Srª Meteoro).

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A evolução da notação musical do Ocidente na história do livro até à invenção da imprensa

A evolução da notação musical do Ocidente na história do livro até à invenção da imprensa

Posteriormente, com a invenção da imprensa, surge a notação branca já abordada, que clarificou em muito a escrita musical, facilitando também a reprodução das obras ao não consumir tanta tinta, o que se revelou um fator a destacar pois permitiu com que a impressão se tornasse menos dispendiosa e mais rápida. Além disso, no século XV, a música passa a ser grafada na sua maioria sobre papel, inovação técnica ao nível dos suportes materiais que a História do Livro alberga, influenciando o desenvolvimento da tipografia e, consequentemente, o da imprensa musical. Constatamos ainda que, a esse nível, a implementação de um sistema tipográfico foi mais demorada, tornando-se assente apenas meio século depois do seu aparecimento, atribuído usualmente a Johann Gutenberg, salientando-se o ano de 1501, em que Ottaviano Petrucci imprimiu com caracteres móveis o seu Harmonice Musices Odhecaton A, marco de viragem para uma nova conceção de impressão, preservação e divulgação musicais, numa procura incessante de melhores formas e estratégias.
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Fontes para a história da morte na Bahia do século XIX

Fontes para a história da morte na Bahia do século XIX

Infelizmente, a produção historiográfica no Brasil é insular, ou seja, cir- cula em ambientes restritos, dentro das fronteiras de cada Estado, cidade, ou até de cada departamento universitário. E, assim, os trabal- hos de Mattoso e Oliveira - omitidos no balanço de Maria Luiza há pouco mencionado -, também não constam da bibliografia de Adalgisa Arantes Campos, autora de dois interessantes trabalhos (1987a, 1987b), publicados na Revista do Departamento de História da UFMG, sobre a morte em Minas Gerais do século XVIII, em que explora, entre outras fon- tes, os testamentos. Meu próprio estudo sobre o assunto (Reis, 1991) provavelmente terá omissões. Nele utilizo a maioria das fontes aqui dis- cutidas.
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