Top PDF Armazenamento e dormência de sementes de Butia capitata (Martius) Beccari (Arecaceae)

Armazenamento e dormência de sementes de Butia capitata (Martius) Beccari (Arecaceae)

Armazenamento e dormência de sementes de Butia capitata (Martius) Beccari (Arecaceae)

O coquinho azedo [Butia capitata (Martius) Beccari] é uma palmeira endêmica do Bioma Cerrado, ocorrendo nas regiões norte de Minas Gerais, nordeste de Goiás e sudoeste da Bahia (LORENZI et al., 2010). A espécie é utilizada como alimentícia, sendo os frutos consumidos in natura e a polpa processada usada na produção de sucos, sorvetes, picolés e licores (FARIA et al. 2008; MERCADANTE-SIMÕES et al., 2006). B. capitata apresenta potencial de uso ornamental, pois se assemelha à espécie Butia odorata, utilizada em paisagismo no sul do Brasil (LORENZI et al., 2010) e dos Estados Unidos (BROSCHAT, 1998). No entanto a dormência (LOPES et al., 2011; MAGALHÃES et al., 2012a) e a ausência de informações sobre o armazenamento das sementes limitam a produção de mudas para cultivos comerciais, o estabelecimento de programas de melhoramento genético e a preservação da espécie, que se encontra ameaçada pelo desmatamento e pelo extrativismo predatório.
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Germinação de sementes de Passiflora setacea e dormência induzida pelo armazenamento.

Germinação de sementes de Passiflora setacea e dormência induzida pelo armazenamento.

relativamente elevada, o tratamento com ácido giberélico mostra-se ineiciente em superar a dormência. Finkelstein et al. (2008) apontaram que o acúmulo de giberelinas está associado com a superação da dormência; porém, em sementes de Arabidopsis em dormência profunda, o tratamento com ácido giberélico por si só não foi capaz de estimular a germinação. De forma geral, teoricamente, sementes superam a dormência quando submetidas à estratiicação, ou seja, quando são expostas a baixas temperaturas. Porém, a literatura apresenta referências destacando que baixas temperaturas de armazenamento induzem a dormência. Jones et al. (1998) relataram que sementes de Picea sitchensis quando desidratadas até atingir grau de umidade próximo a 6% e armazenadas a 4 °C apresentaram-se dormentes. Banovetz e Scheiner (1994) detectaram que sementes de Coreopsis lanceolata apresentaram dormência secundária induzida pelo armazenamento a 5 °C. Também, Ellery (2002) veriicou que baixas temperaturas e potencial hídrico de -1,5 MPa induzem a dormência secundária em Arctotheca calendula, sendo que o ciclo de dormência das sementes desta espécie extremamente dependente da temperatura, variável entre as estações do ano. Hirano et al. (2009) também observaram que sementes de Phaius tankervilleae (Orchidaceae) com 5% de umidade e armazenadas a 4 °C por 6 meses apresentaram baixa porcentagem de germinação, apesar de mostrarem-se viáveis pelo teste de tetrazólio.
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Alterações metabólicas durante a superação de dormência e deterioração de sementes de amendoim forrageiro em armazenamento

Alterações metabólicas durante a superação de dormência e deterioração de sementes de amendoim forrageiro em armazenamento

de A. pintoi, processo mediado, possivelmente, por alterações nas mitocôndrias e na atividade respiratória. Cabe mencionar, também, que o etileno antecipa a superação da dormência dessas sementes, no entanto, acelera a deterioração das mesmas durante o armazenamento. Em uma perspectiva aplicada, durante o armazenamento de sementes de A. pintoi em ambiente não controlado, o tratamento com ethephon só deve ser empregado caso seja possível à semeadura imediata.

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Superação da dormência em sementes de Brachiaria humidicola cv. BRS Tupi durante o armazenamento

Superação da dormência em sementes de Brachiaria humidicola cv. BRS Tupi durante o armazenamento

A Brachiaria humidicola cv. BRS Tupi é a primeira cultivar de B. humidicola indicada para uso no Brasil e surge como mais uma opção para áreas úmidas de baixa e média fertilidades. Como a maioria das gramíneas forrageiras tropicais, sementes recém-colhidas dessa cultivar são afetadas pelo fenômeno da dormência. Apesar da evidente importância da dormência em sementes recém-colhidas de Brachiaria, os mecanismos que estão envolvidos na superação da dormência que ocorre durante o armazenamento ainda são pouco elucidados. Assim, este estudo foi conduzido com o objetivo de avaliar a superação da dormência em sementes de B. humidicola cv. BRS Tupi durante diferentes períodos de armazenamento (0, 3, 6, 9, e 12 meses). Sementes de B. humidicola cv. BRS Tupi foram multiplicadas em campo e, após o processo de secagem em ambiente natural e beneficiamento, foram armazenadas. Após os períodos de armazenamento, as sementes foram avaliadas quanto as suas alterações fisiológicas através de curvas de embebição, do teor de água das partes da semente (embrião e endosperma) durante a embebição, germinação de sementes inteiras, germinação de sementes inteiras e cariopses nuas em diferentes concentrações de ácido giberélico, potencial de crescimento do embrião de cariopses nuas em restrição hídrica e germinação de sementes escarificadas. O armazenamento favorece o aumento do teor de água das partes da semente durante a embebição. A superação da dormência ocorre com a retirada das coberturas da semente indicando possíveis impedimentos mecânicos que são superados durante o armazenamento devido ao aumento no potencial de crescimento do embrião, provavelmente relacionado à ação de GA nas sementes. A escarificação química não foi eficiente na superação da dormência durante o armazenamento.
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Dormência das sementes de cártamo: efeito do armazenamento e estratificação a frio

Dormência das sementes de cártamo: efeito do armazenamento e estratificação a frio

RESUMO - As sementes de cártamo apresentam dormência logo após a dispersão da planta-mãe, tornando inviável a semeadura de sementes recém-colhidas. Desse modo, objetivou-se com o presente estudo avaliar a superação da dormência das sementes de cártamo durante o armazenamento associado com a utilização de diferentes períodos de estratificação a frio. As sementes, com teor de água de 7,2%, foram armazenadas por 0, 60, 120, 180 e 240 dias e, a cada período de armazenamento, foram submetidas à estratificação durante 0 (controle), 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7 dias, a 10 °C e em ausência de luz. Após a estratificação, as sementes foram submetidas ao teste de germinação e avaliadas quanto à porcentagem de protrusão radicular, índice de velocidade de germinação e porcentagens de primeira contagem e contagem final de plântulas normais. As sementes de cártamo superam gradualmente a dormência durante o armazenamento por 240 dias em ambiente não controlado. O armazenamento associado aos períodos de estratificação a frio durante 5 a 7 dias promovem o aumento da germinação, sendo eficientes para a superação da dormência fisiológica das sementes de cártamo.
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DORMÊNCIA DE SEMENTES DE Paspalum notatum Flügge var. notatum, ECÓTIPO ANDRÉ DA ROCHA, SOB DISTINTAS CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO

DORMÊNCIA DE SEMENTES DE Paspalum notatum Flügge var. notatum, ECÓTIPO ANDRÉ DA ROCHA, SOB DISTINTAS CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO

As sementes não apresentaram diferença na viabilidade em relação às formas de armazenamento e tratamentos para superação da dormência (P<0,05). O tratamento com KNO 3 foi mais efici[r]

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Condições de armazenamento na viabilidade e dormência de sementes de videira.

Condições de armazenamento na viabilidade e dormência de sementes de videira.

Em saco de papel, a partir de 10 meses, 20° C foi a pior temperatura de conservação, enquanto as demais não diferiram entre si (Fi- gura 4B). Apenas longos períodos de esto- cagem de se[r]

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Tratamentos físicos e químicos para superação de dormência em sementes de Butia capitata (Martius) Beccari.

Tratamentos físicos e químicos para superação de dormência em sementes de Butia capitata (Martius) Beccari.

Objetivou-se avaliar o efeito de tratamentos pré- germinativos, na superação de dormência em sementes de coquinho-azedo. O experimento foi montado em delineamento de blocos ao acaso, em esquema fatorial 3x3 (tratamentos mecânicos x substâncias de imersão), com 20 sementes por parcela e quatro repetições. Nos tratamentos mecânicos, utilizaram-se sementes com endocarpo (pirênio), sementes sem endocarpo e pirênios escarificados, enquanto, nos tratamentos de substância de imersão, foram utilizados ácido giberélico, água e a testemunha (sem imersão). A emergência das plântulas iniciou-se aos 51 dias, em pirênios escariicados e tratados com ácido giberélico. A diferença entre a primeira e a última contagem foi de 190 dias. Para as características avaliadas, não houve efeito da interação, somente dos tratamentos mecânicos. Concluiu-se que os pirênios escariicados apresentaram maior desempenho, para a maioria das características avaliadas: percentagem de emergência, índice de velocidade de emergência, comprimento, massa fresca e seca da raiz.
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Superação de dormência em sementes de Butia capitata.

Superação de dormência em sementes de Butia capitata.

No segundo experimento, sementes dos acessos SM, SV, CH e ES foram submetidas à abertura total a fim de verificar a eficiência desse tratamento na germinação e formação de plântulas fora do ambiente in vitro. Como unidades experimentais, foram utilizadas caixas de polietileno, tipo gerbox, preenchidas com 150mL de areia média esterilizada, pré-umedecida com água destilada a 60% da capacidade de retenção de água da areia (BRASIL, 2009). Em cada caixa, foram estabelecidas 25 sementes sobre a areia e avaliadas a cada três ou quatro dias, por 150 dias. O ambiente utilizado foi um germinador tipo mangelsdorf a 25°C e luz constante com intensidade luminosa de 200 Lux (lâmpadas fluorescentes tubulares de 32W). O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado, com quatro subamostras de 25 sementes por tratamento. Ao final das avaliações, em cada experimento, for am calculados: percen tual de germinação (%G), plântulas formadas (%Pl), tempo médio de germinação (TMG) e formação das plântulas (TMP) (determinado segundo SILVA & NAKAGAWA (1995), índice de velocidade de germinação (IVG) e formação de plântulas (IVP) com base na soma do número de sementes germinadas ou plântulas formadas em cada avaliação, dividido pelo respectivo tempo, dividindo-se o resultado final pelo número total de sementes germinadas ou plântulas formadas em cada repetição, segundo a fórmula de SILVA & NAKAGAWA (1995), modificada conforme sugestão de SANTANA & RANAL (2004).
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Caracterização de diásporos e conservação ex situ de populações de Butia capitata [Mart. (Becc.) Arecaceae]

Caracterização de diásporos e conservação ex situ de populações de Butia capitata [Mart. (Becc.) Arecaceae]

A taxa de germinação no período de tempo de armazenamento de 0 dias foi de 73% para Arinos e Mirabela e 23% para Serranópolis. Pivetta et al. (2005), ao compararem a germinação de três espécies de Arecaceae, concluiram que a maturidade fisiológica após a colheita dos frutos influencia consideravelmente a taxa de germinação das sementes. Teixeira et al. (2011) verificaram que para a palmeira Archontophoenix alexandrae a germinação sofre influência de tratamentos realizados antes do armazenamento. A fermentação dos frutos por três dias e o despolpamento após a coleta, influenciaram negativamente na germinação de sementes armazenadas por 120 dias. Penariol (2007) trabalhando com Roystonea regia e Luz et al. (2014) com Sabal mauritiiformis, descrevem a influência do estádio de maturação na germinação de sementes de Arecaceae após armazenadas. Assim, é possível que o comportamento observado entre as altas taxas de germinação de Arinos e Mirabela para com Serranópolis pode ser devido a sazonalidade e o período de coleta dos frutos, não podendo excluir também possíveis efeitos do manejo dos frutos, desde o momento da coleta até o processamento.
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Tratamentos físicos e químicos na emergência e no crescimento de plântulas de pinheira.

Tratamentos físicos e químicos na emergência e no crescimento de plântulas de pinheira.

haver uma dormência endógena nas sementes de anonáceas, mas resultados contraditórios ainda deixam dúvidas aos pesquisadores. Em relação às características de número de folhas, altura de plantas, massa fresca e seca da parte aérea, foram observados valores superiores em plântulas provenientes de sementes armazenadas durante seis meses (Figura 1). Verificou-se no número de folhas e altura comportamento quadrático ao longo do armazenamento, com leve redução e estabilização até os dois meses respectivamente. Posteriormente, houve aumento até o fim do período de armazenamento, quando foram obtidas médias superiores a 11 folhas por planta e altura superior a 16 cm respectivamente. F ERREIRA et al. (1997), ao trabalharem com pinha e
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Qualidade sanitária de sementes de coquinho-azedo (Butia capitata) no Norte de Minas Gerais.

Qualidade sanitária de sementes de coquinho-azedo (Butia capitata) no Norte de Minas Gerais.

Em sementes de fava d’anta (Dimorphandra mollis), ARAÚJO et al. (2007) identificaram a presença de 12 fungos, independente do método de colheita (frutos do solo ou frutos da árvore). Destes, quatro foram também identificados nas sementes de coquinho- azedo, sendo eles: Aspergillus spp., Cladosporium spp., Fusarium spp., e Penicillium spp. Estes são comumente encontrados nas sementes de essências florestais que, normalmente, se contaminam quando os frutos caem no solo e se propagam durante o beneficiamento e o armazenamento dos frutos e, de acordo com as condições de armazenamento, podem comprometer a qualidade das sementes, reduzindo o seu poder germinativo ou ocasionando a morte de embriões.
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Health quality and germination of Butia capitata seeds treated with bactericide and fungicide

Health quality and germination of Butia capitata seeds treated with bactericide and fungicide

Contamination of B. capitata seeds occurs in the field, especially when the fruit falls to the ground, and during the fruit storage period. The fungi need enzymes such as cellulases, pectinases, amylases, lipases, proteases and nucleases to break the cell wall and promote the deterioration of seeds. In this study, a higher incidence of Curvularia sp. in B. capitata seeds was observed, as well as lower incidence of Penicillium spp. and Aspergillus spp. (Table 1). The genus Curvularia is considered of weak pathogens but is common in several seeds of plants of economic importance (24). However, considerable fungal infestations can compromise seed germination and vigor (23). Furthermore, Curvularia pallecens, detected in the seeds of various cereals, produces a large quantity of amylase and its virulence is associated with greater production of this enzyme (9). Masumi et al. (15) demonstrated the production of the enzyme amylase by thirty-three fungi endophytic from Thymus sp. but the greatest enzyme activity was produced by Curvularia akaii.
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Conceito e classificação da dormência em sementes

Conceito e classificação da dormência em sementes

Estudos baseados principalmente na técnica de bioensaios têm sugerido a presença de inibidores de germinação tanto em frutos como em sementes, embora seu papel no controle endógeno da germinação da própria semente a partir da qual o inibidor foi extraído raramente ique estabelecido. Do ponto de vista teórico existe uma diferença entre DQ, que é um tipo de dormência relacionada exclusivamente a fatores exógenos ou extra-embrionários, e a dormência isiológica, que também pode envolver a presença de inibidores da germinação, como o Ácido Abscísico, no embrião. A maioria das pesquisas que relatam a presença de inibidores químicos nas sementes ou frutos foi realizada com sementes que apresentavam também DF (Baskin & Baskin 1998). Nesse sentido, muitos autores vêm tratando como DF toda dormência provocada por inibidores de crescimento. No caso de frutos carnosos, deve-se primeiramente avaliar o estado de dormência da unidade de germinação (a semente), isolada do fruto; se a inibição da germinação ocorrer apenas devido ao meio desfavorável representado pelo pericarpo, a semente deve ser considerada quiescente (Baskin & Baskin 2004). No caso de frutos secos, esses autores sugerem que a unidade de germinação inclua também o endocarpo (como no caso de Anacardiaceae) ou todo o pericarpo (como no caso de aquênios). Em lorestas tropicais, formigas podem atuar como agentes promotores da germinação ao “limparem” sementes dispersas dos restos do fruto (Oliveira et al. 1995). Portanto, se o pericarpo efetivamente contiver inibidores químicos da germinação, pode-se discutir sua função como fator de resistência à germinação, e seu papel na distribuição temporal da germinação no ambiente natural, à semelhança das dormências. Nesse caso, o efeito sobre a germinação da remoção do pericarpo (ou da sarcotesta, por exemplo) por formigas seria comparável (em termos de resultado inal) ao efeito da perfuração, por algum agente biológico, de um tegumento impermeável à água. Estas questões representam um campo aberto a novas investigações, principalmente no que diz respeito à presença de inibidores químicos no pericarpo, e à ocorrência de outras modalidades de dormência nas sementes.
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Anatomical modifications of Butia capitata propagated under colored shade nets

Anatomical modifications of Butia capitata propagated under colored shade nets

The jelly palm plant [Butia capitata (Martius) Beccari] is a native palm of the Cerrado biome used for many purposes in northern Minas Gerais State, Brazil. Dormancy is common in palm seeds, resulting in slow and uneven germination that may take years to complete. Modification in the growth pattern, anatomical parameters, physiological and biochemical characteristics of the plant can be verified due to changes in the light spectrum transmitted through colored shade nets used. Therefore, the objective of this study is to evaluate the effect of colored shade nets on the leaf and root anatomy of the jelly palm plant. The experiment was performed in a completely randomized design, with five treatments, ten replicates and eight plants per replicate, totaling 400 plants. Four colored photo-converter nets with 50% shading and different radiation proportions were employed: white (985 μmol.m -2
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Registo de Complicações de Interrupção de Gravidez. Definições e modelo de registo – Normas de Orientação Clínica

Registo de Complicações de Interrupção de Gravidez. Definições e modelo de registo – Normas de Orientação Clínica

iii. choque tóxico – quadro inespecífico com uma evolução rápida de falência multiorgânica, podendo culminar em morte materna. O aparecimento de um quadro compatível [r]

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CULTIVO IN VITRO DE EMBRIÕES DE COQUINHO AZEDO (Butia capitata (Mart) Becc)

CULTIVO IN VITRO DE EMBRIÕES DE COQUINHO AZEDO (Butia capitata (Mart) Becc)

The use of growth regulators nn micropropagation of native savannah fruit trees has great importance, since these species often need special stimuli, produced by such compounds, fortheir adaptation and in vitro growth, thus consisting in a step to be studied, since the interaction between auxins and cytokinins is frequently dependent of the species and of the type of plant tissue used in the culture. The responses of Butia capitata to the presence of different concentrations of 6-benzilaminopurine (BAP) and naphthalene acetic acid (NAA) in the growth medium were evaluated. The experiment was conducted in Uberlândia-MG and the fruits of Butia capitata (Mart) Becc. were collected in the region of Montes Claros- MG. The seeds were removed and immersed in chlorine (0.12%) solution for 10 minutes. The experiment was done as 4 x 4 in factorial and the experimental design used was completely randomized, with 16 treatments, 3 replicates and 2 plots, each plot consisted of a flask containing one explant. The treatments were characterized by the combination of 4 doses of BAP (0, 0.96, 1.92 or 3.84 mg L -1 ), and 4 doses of NAA (0, 0.24, 0.48 or 0.96 mg L -1 ), added to the medium MS at 75% of ionic strength. The transplanted plants used had been inoculated into the growth medium 4 months earlier, and those that presented any contamination or abnormality were discarded. The following characteristics were evaluated after 110 days: number of leaves, length of the principal leaf (cm); length of the principal root; shoot and root dry matter. There was no significant interaction between the dosages of NAA and BAP for any of the evaluated characteristics. Greater leaf length was obtained using NAA at 0.47 mg L -1 .
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Superação de dormência e temperaturas para germinação de sementes de Acacia caven (Mol. ) Mol. (espinilho).

Superação de dormência e temperaturas para germinação de sementes de Acacia caven (Mol. ) Mol. (espinilho).

Os dados referentes aos tratamentos de superação da dormência das sementes de Acacia caven encontram-se na Tabela 1. Os maiores valores de germinação ocorreram nos tratamentos de escariicação mecânica (T4) e no corte de 1,0 mm, com o auxílio de um estilete, na região oposta à micrópila (T5), sem diferença estatística entre eles. Resultados semelhantes foram obtidos por Ferreira et al. (1992) quando utilizaram corte na região oposta à micrópila, em sementes das espécies Acacia bonariensis Gill e Mimosa bimucronata (D.C.) O. Kuntze, por Bruno et al. (2001) em sementes de Mimosa caesalpiniafolia Benth., por Alves et al. (2004) em sementes de Bauhinia divaricata L. e por Martinelli-Seneme et al. (2006) em sementes de Bauhinia variegata.
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Abscisic acid and the antioxidant system are involved in germination of Butia capitata seeds

Abscisic acid and the antioxidant system are involved in germination of Butia capitata seeds

We thus performed an experiment to better understand the relationship between abscisic acid (ABA), ROS and the antioxidant system of B. capitata embryos during germination. To facilitate the experiment and to optimize the synchrony of germination, we employed operculum removal for overcoming dormancy since this method is known to significantly increase germination of palm species (Spera et al. 2001; Fior et al. 2011; Oliveira et al. 2013; Bicalho et al. 2016). The operculum comprises the region with micropilar endosperm and the tegument that is pushed by the embryo during natural germination. However, the natural removal of the operculum by the embryo (visible germination) in B. capitata (and other palm species, see Segovia et al. 2003, and Bicalho et al. 2015) is very slow and asynchronous (Oliveira et al. 2013), which would make the present experiment impracticable. Artificial removal of the operculum exposes the embryo to the environment, which may trigger some kind of signaling, but information regarding this is scarce. Thus, our main objective was to better understand the dynamics of ABA and ROS following operculum removal that leads to germination.
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