Top PDF Aspectos morfológicos da germinação e do desenvolvimento Plantular em Euterpe precatoria Mart. (Açaí-do-Amazonas).

Aspectos morfológicos da germinação e do desenvolvimento Plantular em Euterpe precatoria Mart. (Açaí-do-Amazonas).

Aspectos morfológicos da germinação e do desenvolvimento Plantular em Euterpe precatoria Mart. (Açaí-do-Amazonas).

ápice caulinar o palmito, que fazem desta palmeira um importante recurso alimentar. Neste trabalho é feita a descrição morfológica do desenvolvimento plantular durante a germinação da s[r]

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Aspectos morfo-anatômicos do embrião de Euterpe precatoria Mart. durante o processo germinativo.

Aspectos morfo-anatômicos do embrião de Euterpe precatoria Mart. durante o processo germinativo.

A semente constitui um dos principais me- canismos de propagação das palmeiras, princi- palmente daquelas que não têm perfilhos como Euterpe precatoria. No gênero Euterpe, alguns aspectos morfológicos da germinação foram des- critos para a espécie Euterpe edulis por Belin- Depoux & Queiroz (1971). Com relação a espé- cie Euterpe precatoria, não havia, até o momen- to, informações na literatura sobre a anatomia da semente durante o processo germinativo.

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Aspectos anatômicos do embrião e desenvolvimento inicial de Oenocarpus minor Mart: uma palmeira da Amazônia.

Aspectos anatômicos do embrião e desenvolvimento inicial de Oenocarpus minor Mart: uma palmeira da Amazônia.

O tipo de germinação de O. minor é adjacente ligu- lar. Conforme classifi cação de Tomlinson (1990), há três tipos de germinação em sementes de palmeiras: remota tubular, remota ligular e adjacente ligular. Este último tipo caracteriza-se pelo não alongamento do pecíolo cotiledonar, que conseqüentemente desenvolve-se adjacente à semente e ao mesmo tempo a formação da lígula (Fig. 3.1, 3.3) que ocorre ao redor do eixo embrionário, permanecendo durante todo o processo germinativo. Para Tomlinson (1990), esta estrutura pode estar presente ou ausente em algumas espé- cies de palmeiras, sendo visível somente em folhas novas, desorganizando-se com a maturação da folha. A semente de Euterpe precatoria também é classifi cada como adjacente ligular, e o pecíolo cotiledonar cessa seu alongamento quando o eixo embrionário emerge da semente fazendo com que a plântula se desenvolva próximo à mesma (Aguiar & Mendonça 2002).
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Caracterização de frutos, sementes, plântulas e germinação de Jeniparana.

Caracterização de frutos, sementes, plântulas e germinação de Jeniparana.

Durante a germinação, ocorrem a hidratação dos teci- dos da semente, a ruptura do tegumento na linha de fissura longitudinal e a protrusão da radícula, com posterior emis- são da raiz principal (5 DAS), que, em corte transversal, é arredondada, branca, crassa, com pelos esparsos, medin- do 1 cm de comprimento (Figura 2A). Dos 7 aos 14 DAS, ocorre apenas o crescimento da raiz principal (Figura 2B- C); aos 16 DAS, ocorre a abertura dos cotilédones e, aos 19 DAS, o surgimento do epicótilo (Figura 2D). A partir dos 20 DAS, ocorrem o alongamento da raiz e do hipocótilo e a mudança da coloração da raiz para marrom e, ainda, surgem os catáfilos (Figura 2E-F). A raiz princi- pal nessa fase é longa e exibe poucos pelos curtos, finos, brancos e lustrosos. A coifa é marrom- clara e sem pelos e o coleto é piloso, ligeiramente engrossado, sem raízes secundárias.
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GESTÃO DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO: O CASO DO CAMPUS DA UFJF EM GOVERNADOR VALADARES

GESTÃO DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO: O CASO DO CAMPUS DA UFJF EM GOVERNADOR VALADARES

a maioria das organizações não possuem uma estratégia para o gerenciamento de informações. No mesmo sentido Batista (2006) conclui que a implementação da gestão do conhecimento nas IFES está em processo inicial. Essa realidade é observada também na UFJF-GV. Durante as entrevistas os colaboradores descreveram como ocorre o fluxo de informações e de conhecimento entre o campus avançado e o campus sede. Os apontamentos dos entrevistados evidenciam que a GI e GC representam importantes desafios para o desenvolvimento da UFJF e do campus GV mais especificamente. O Colaborador GV6 (Entrevista realizada em 01-10-2015) afirma que, em relação à GI, no início a troca de informações com o campus sede ocorria exclusivamente por e-mails, principalmente com a PROPLAN, pois não havia linha telefônica no campus; posteriormente foram disponibilizados alguns aparelhos celulares, entretanto a comunicação com a sede permaneceu deficiente. Os meios utilizados para disseminação da informação têm sido aprimorados ao longo do processo de implantação do campus, assim como a comunicação com o campus sede, contudo ainda há muito que melhorar e os servidores não sabem qual o caminho que está sendo percorrido.
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REFORÇO ESCOLAR – PESPECTIVAS E DESAFIOS NO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO EM UMA UNIDADE ESCOLAR DO MUNICÍPIO DE NOVA IGUAÇURJ

REFORÇO ESCOLAR – PESPECTIVAS E DESAFIOS NO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO EM UMA UNIDADE ESCOLAR DO MUNICÍPIO DE NOVA IGUAÇURJ

Essas avaliações externas utilizadas para mensurar a qualidade do ensino ofertado, tem sido alvo de discussões por parte de muitos autores educacionais, tais como: Amaury Patrick, Diana Gomes Cerdeira, Reynaldo Fernandes e Sandra Souza (FERNANDES, 2009). Estes autores trazem algumas críticas e aspectos negativos das avaliações como o fato delas passarem a ser utilizadas pelo MEC não apenas como diagnóstico dos sistemas educacionais, mas como um dos pilares da política educacional; ou que as políticas de avaliações em larga escala estariam restritas à busca por aumentar os resultados dos índices, pois “a adoção de uma lógica competitiva como promotora de qualidade, articulada à implantação de incentivos, tende a produzir resultados socialmente injustos” (SOUZA, 2003, p.1.) e para os “órgãos sindicais, as avaliações externas são usadas para tentar medir a qualidade dos sistemas de educação, mas não observam a melhoraria efetiva da qualidade do ensino ofertado ” (CERDEIRA, 2012, p.1).
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Germination and allometry of the native palm tree Euterpe edulis compared to the introduced E. oleracea and their hybrids in Atlantic rainforest

Germination and allometry of the native palm tree Euterpe edulis compared to the introduced E. oleracea and their hybrids in Atlantic rainforest

Palms are distinctive plants of tropics and have peculiar allometric relations. Understanding such relations is useful in the case of introduced species because their ability to establish and invade must be clarified in terms of their responses in the new site. Our purpose was to assess the survival and invasive capacity of an introduced palm species in the Atlantic rainforest, Euterpe oleracea Mart., compared to the native Euterpe edulis Mart. and to the hybrids produced between the two species. Considering this, we compared the allometry in different ontogenetic stages, the germination rates, and aspects of the initial development. The ontogenetic stages proposed for both Euterpe illustrated the growth patterns described for palm trees. E. oleracea and hybrids adjusted to the geometric similarity allometric model, while E. edulis presented a slope greater than would be expected considering this model, indicating a greater height for a given diameter. E. oleracea showed the same amount of pulp per fruit as E. edulis and a similar initial development of seedlings. The main differences observed were a lower germination rate and a faster height gain of E. oleracea seedlings. We conclude that E. oleracea, which is similar to E. edulis in aspects of allometry, development, seed and seedling morphology, may be an important competitor of this native palm tree in the Atlantic Forest.
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Estudo ecológico e econômico da palmeira juçara (Euterpe edulis Mart.) no entorno do Parque Estadual Serra do Brigadeiro (PESB), MG

Estudo ecológico e econômico da palmeira juçara (Euterpe edulis Mart.) no entorno do Parque Estadual Serra do Brigadeiro (PESB), MG

The general objective of this work it was to analyze the production process of the açaí pulp, from the juçara palm tree (Euterpe edulis Mart.) in the Zona da Mata of Minas Gerais, considering ecological and socioeconomic criterion. The study was developed in a native forest fragment, placed in the city of Muriaé, and in domestic backyards dispersed in the cities of Araponga, Canaã, Ervália, Muriaé, Rosário da Limeira and Viçosa. The work was divided in three chapters. At the first chapter, it was analyzed some parameters of the horizontal, vertical, intern and parametric structures of an Atlantic Mountain Forest fragment, with dominance of the E. edulis species as well the pattern of spacial distribution of this species, using the Morisita Index. They were inventoried, randomly, 20 parcels of 10 x 50 meters, amounting 1,0 ha of the sampled area. The inclusion criterion was the trunk diameter measured at 1,30 m of the soil (DBH) equal or superior than 5,0 cm, resulting on 2349 individuals/ha. The basal area, considering all the trunks with DBH ≥ 5 cm, was of 42,20 m²/ha, in which 7,81 m²/ha correspond to 642 individuals of E. edulis sampled on the forest population, that contributed with the storage of 4,70 tC.ha - ¹. The population average diameter found was of 11,48 cm. The forest
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A teoria do desenvolvimento desigual e combinado — Outubro Revista

A teoria do desenvolvimento desigual e combinado — Outubro Revista

A teoria do desenvolvimento desigual e combinado é interessante não apenas por sua contribuição à reflexão sobre o imperialismo, mas também como uma das tentativas mais significativas de romper com o evolucionismo, a ideologia do progresso linear e o euro-centrismo. Segundo Ernst Mandel, trata-se provavelmente da maior contribuição de Trotsky à teoria marxista. Escrevendo antes da era imperialista, Marx não podia dar conta de um problema diretamente ligado à expansão mundial do capital. Pode-se encontrar, no entanto, em alguns de seus escritos, pistas interessantes so- bre a maneira pela qual uma forma de produção dominante exerce a sua hegemonia sobre as outras. É o caso, notadamente, de uma célebre passa- gem da Introdução à crítica da economia política (1857): “Em todas as formas de sociedade, é uma produção específica que determina todas as outras, são as relações engendradas por ela que atribuem a todas as outras o seu lugar e a sua importância. É uma luz universal onde são mergulhadas todas as outras cores e que as modifica no seio de sua particularidade. É um éter particular que determina o peso específico de toda a existência que aí se manifesta”. 2 Neste texto não se trata de formas pertencentes a modos de
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Caracterização da germinação e morfologia de frutos, sementes e plântulas de Dalbergia cearensis Ducke (pau-violeta) - Fabaceae.

Caracterização da germinação e morfologia de frutos, sementes e plântulas de Dalbergia cearensis Ducke (pau-violeta) - Fabaceae.

Morfologia do processo de germinação até plântula – A fi m de acompa- nhar o desenvolvimento das plântulas, sementes foram semeadas em uma bandeja germinadora constituída por 67 células, com substrato de vermi- culita. Considerou-se plântula, a fase compreendida entre a germinação da semente até a queda dos cotilédones. O crescimento das plântulas ocorreu em casa de vegetação coberta com sombrite (50% de luz) e irrigação in- termitente. Foram feitas avaliações diárias no período de 27/01/2010 (data da semeadura) a 24/02/2010. Para as descrições morfológicas e ilustração dos caracteres, foram utilizadas as plântulas que se apresentavam mais vigorosas. Entendendo-se como vigorosas aquelas plântulas com todas as suas estruturas essenciais bem desenvolvidas, completas e proporcionais. Os elementos vegetativos descritos e ilustrados foram raízes principal e secundárias, colo, hipocótilo, cotilédones, epicótilo e protófi los. As ilus- trações foram realizadas manualmente a olho nu.
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Aspectos morfológicos de frutos, sementes, germinação e plântulas de Hymenolobium petraeum.

Aspectos morfológicos de frutos, sementes, germinação e plântulas de Hymenolobium petraeum.

Hymenolobium petraeum Ducke é uma espécie arbórea pertencente à família Leguminosae conhecida popularmente por angelim-pedra. Apresenta alto valor comercial, com madeira muito utilizada na construção civil e marcenaria. Este trabalho teve por objetivo descrever morfologicamente o fruto, a semente e as plântulas, assim como, determinar as temperaturas cardeais para a germinação de sementes de angelim-pedra. Foram determinados o comprimento, a largura e a massa fresca de frutos e sementes. Para os testes de germinação foram utilizadas três repetições de 50 sementes, colocadas em placas de Petri e mantidas em germinadores nas temperaturas de 15, 20, 25, 30, 35 e 40ºC e fotoperíodo de 12 horas. Os frutos são legumes-samaróides, indeiscentes, oblongos e unicarpelares. As sementes são de coloração castanho-escura, oblongas, estenospérmicas, exalbuminosas e com plúmula inconspícua. A raiz primária é branca e pubescente na região próxima ao colo; a parte aérea das plântulas possui pilosidade branca, protófilos compostos imparipinados e com inserção oposta, epicótilo verde, ereto, cilíndrico e piloso e os metáfilos imparipinados e com inserção alterna-espiralada. A germinação é semi-hipógea criptocotiledonar. Para de sementes de angelim-pedra as temperaturas máximas de germinação estão acima de 35ºC e a mínima abaixo de 15°C, enquanto a faixa de temperatura ótima para germinação está entre 25 e 35°C.
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Estrutura genética de populações de Euterpe edulis Mart. submetidas à ação antrópica...

Estrutura genética de populações de Euterpe edulis Mart. submetidas à ação antrópica...

Os efeitos da exploração tradicional e do manejo tecnificado sobre os níveis de variabilidade e estrutura genética de populações de Euterpe edulis (Arecaceae), foram investigados comparando-se duas populações não perturbadas com duas populações exploradas, no sul do Brasil. Em cada população foram examinadas três categorias de plantas, usando oito locos microssatélites. Em média, as seguintes estimativas foram obtidas: Aˆ : 14,1, 14,5, 14,7; Hˆ : 0,781, 0,785, 0,781; e Hˆ : 0,678, 0,709, 0,699; fˆ : o 0,133, 0,096, 0,105, para plântulas, jovens e adultos, respectivamente. A distribuição da variabilidade genética entre e dentro de populações ( Gˆ ; ST Rˆ ) revelou que mais de ST 95% da variabilidade genética molecular da espécie encontra-se distribuída dentro de populações. A informação genética desses marcadores revelou que o processo de exploração, até o momento, não causou alterações nos níveis de diversidade e na estrutura genética das populações exploradas de E. edulis. Entretanto, houve um aumento nos níveis de endogamia nas coortes mais jovens das duas populações exploradas. Embora os resultados da população manejada podem ter sido influenciados por outros eventos de exploração ocorridos no passado, o aumento no coeficiente de endogamia das duas populações pode estar relacionado ao aumento na freqüência de cruzamentos não aleatórios, uma vez que a autofecundação é um evento de ocorrência muito rara nesta espécie.
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Avaliação da densidade populacional e regeneração natural do palmito juçara (Euterpe edulis Mart.) no município de São João Evangelista-MG

Avaliação da densidade populacional e regeneração natural do palmito juçara (Euterpe edulis Mart.) no município de São João Evangelista-MG

Este trabalho foi desenvolvido em uma população de Euterpe edulis de 4.5 hectares em um fragmento de Mata Atlântica em estágio de sucessão secundária, em uma Floresta Estacional Semi- decidual Montana (IBGE, 1992) de 13,34 hectares, situada na fazenda Nova Granja de 363 hecta- res. A área total do remanescente de Mata Atlântica e a área de ocorrência da população de E. edulis foram obtidas a partir de medições via Sistema de Posicionamento Global (GPS) com uso de aparelho Etrex Legend H Garmin. Uma das bordas dessa mata confronta com uma estrada vicinal, outra com uma planície inundada (brejo) e duas bordas têm suas áreas limítrofes com pastagens. Essa popula- ção localiza-se a três km da cidade de São João Evangelista, na região centro-nordeste do estado de Minas Gerais, no Vale do Rio Doce, na Bacia do Suaçuí, próxima aos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (IBGE, 2010). O clima predominante nessa região é do tipo Aw - Tropical Continental com chuvas de verão e inverno seco, segundo Köppen (2010).
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Aspectos morfológicos e influência do tamanho da semente na germinação do jambo-vermelho

Aspectos morfológicos e influência do tamanho da semente na germinação do jambo-vermelho

De acordo com Carvalho & Nakagawa (1983), as sementes de maior tamanho, geralmente, foram mais bem nutridas durante o seu desenvolvimento, possuindo embriões bem formados e com maior quantidade de substâncias de reserva, sendo, conseqüentemente, as mais vigorosas. Popinigis (1977) afirmou que o tamanho da semente, em muitas espécies, é indicativo de sua qualidade fisiológica. Assim, dentro do mesmo lote, as sementes pequenas apresentam menor germinação e vigor do que as sementes de tamanho médio e grande.

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Estudo temporal da dinâmica folicular e parâmetros endócrinos de novilhas taurinas,...

Estudo temporal da dinâmica folicular e parâmetros endócrinos de novilhas taurinas,...

Estudos endocrinológicos e ultrassonográficos demonstram que o crescimento folicular durante o ciclo estral em bovinos (GINTHER; KNOPF; KASTELIC, 1989; DRIANCOURT, 2001; SARTORI et al., 2010) e bubalinos (BARUSELLI et al., 1997; ALI et al., 2003; PERERA, 2008) ocorre em padrão de ondas de desenvolvimento folicular, que pode variar de 1 a 5 ondas por ciclo. Em cada onda, após o recrutamento de um grupo de folículos, há o desenvolvimento do folículo dominante (FD) que suprime o crescimento dos outros folículos menores (SIROIS; FORTUNE, 1988; GINTHER; KNOPF; KASTELIC, 1989; LUCY et al., 1992;). O FD da primeira onda cresce e atinge diâmetro máximo na metade do ciclo, contudo, em altos níveis de progesterona, não ovula e inicia o processo de regressão, permitindo o crescimento de uma nova onda de crescimento folicular. A emergência e a regressão das ondas foliculares ocorrem até que o processo de luteólise seja ativado. O FD que se desenvolve após a luteólise, isto é, o da última onda de crescimento folicular, é o folículo ovulatório (GINTHER; KNOPF; KASTELIC, 1989; FORTUNE, 1994) e assim, quando da ausência de fecundação, um novo ciclo se inicia.
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Duas teses sobre Marx e o desenvolvimento: Elementos para uma análise marxiana do desenvolvimento — Outubro Revista

Duas teses sobre Marx e o desenvolvimento: Elementos para uma análise marxiana do desenvolvimento — Outubro Revista

“Em geral, as ferrovias deram, é claro, um imenso impulso para o desenvolvimento do comércio exterior, mas o comércio em países que exportam produtos principalmente primários aumentou a miséria das massas. Não apenas o novo endividamento, contraído pelo governo por conta das ferrovias, aumentou o volume de tributos que pesam sobre o povo, mas a partir do momento em que cada produto local passa a poder ser convertido em ouro cosmopolita, muitos artigos anteriormente baratos, porque invendíveis em certo grau, tais como frutas, vinho, peixes, carne, etc, tornaram-se demandados e foram retirados do consumo do povo, enquanto por outro lado, a produção em si, quero dizer, o tipo específico do produto, foi alterado de acordo com a sua maior ou menor suscetibilidade para exportação, enquanto que anteriormente era principalmente adaptado para seu consumo in loco. [...]. Todas as mudanças foram muito úteis para o grande proprietário de terras, o usurário, o comerciante, para as ferrovias, os banqueiros e assim por diante, mas muito tristes para o produtor real!” (idem, P . 318).
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Morfoanatomi e desenvolvimento de frutos e sementes de Dodonea viscosa (L.) Jacquin (Sapindaceae).

Morfoanatomi e desenvolvimento de frutos e sementes de Dodonea viscosa (L.) Jacquin (Sapindaceae).

Devido à importância econômica, paisagística e ecológica desta espécie, foi efetivado um estudo morfo- anatômico e do desenvolvimento dos frutos e das sementes, obtendo informações sobre a biologia para melhor conhecimento da espécie, além de, fornecer subsídios para solucionar problemas de ordem taxonômica.

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Caracterização química do palmito guariroba in natura e congelado.

Caracterização química do palmito guariroba in natura e congelado.

A guariroba, Syagrus oleracea (Mart.) J. Becc., é uma planta nativa do Brasil, ocorrendo frequentemente nos Estados da Bahia, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Apresenta como nomes comuns: pati-amargosi, coqueiro- amargoso, gueroba, guarirova, gueirova e amargoso, sendo que, das partes comestíveis, destaca-se o seu palmito ou broto terminal (BOVI & BORTOLETTO, 2000; BERBARI et al., 2008).

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Aspectos multidimensionais da Agricultura brasileira IPEA

Aspectos multidimensionais da Agricultura brasileira IPEA

Este trabalho considera que as mudanças refletidas nos dados dos últimos censos agropecuários não devem ser analisadas e explicadas apenas como o resul- tado do aumento da demanda pelas commodities agrícolas, decorrente da expan- são dos mercados internacionais, e/ou pelo desenvolvimento de novos padrões tecnológicos que possibilitaram elevar ganhos de produtividades e rendimentos, tornando o setor atrativo ao grande capital. Apesar destes fatores exercerem forte pressão sobre o crescimento da produção, deve-se considerar também o longo processo de intervenção de políticas públicas voltadas para a “integração da Amazônia” à economia nacional, criando condições favoráveis para a implantação de grandes projetos agropecuários. Desde a Marcha para o Oeste, do governo do então presidente Getúlio Vargas, que novos caminhos começaram a ser trilhados em direção à floresta. Processo que se intensificou ao longo dos governos militares mediante a implantação de políticas de créditos, de infraestrutura e de colonização e concessão de terras. Sob a égide do desenvolvimentismo, a Amazônia passou a ser tratada como um grande território, aberto a novos processos de ocupação, desconsiderando-se as formas tradicionais de uso e exploração dos recursos naturais, os conhecimentos a estes aplicados, e as formações culturais existentes. Segundo Almeida, há uma ordem discursiva sobre a Amazônia que, ao valorizar sua exuberância natural, desconsidera a existência da diversidade dos agentes sociais:
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Conservação de sementes de açaí (Euterpe oleracea Mart.).

Conservação de sementes de açaí (Euterpe oleracea Mart.).

As sementes das espécies Euterpe oleracea Mart., Euterpe edulis Mart. (palmiteiro) e Euterpes espiritosantensis (palmito-vermelho) são admitidas como recalcitrantes (Carvalho et al., 1998; Araújo et al., 1994; Martins et al., 1999a) e, portanto, estão sujeitas à deterioração decorrente da secagem. Para sementes de açaí, o teor de água crítico esta na faixa de 34,2 a 37,4%, abaixo do qual a viabilidade é reduzida (Martins et al., 1999b; Nascimento, 2006). Segundo Hong e Ellis (1996), as sementes recalcitrantes, além de incapazes de suportar adequadamente a dessecação abaixo de teores críticos de água, estão sujeitas ao rompimento de células, por expansão de volume, ao serem armazenadas sob temperatura de congelamento do conteúdo celular hidratado; adicionalmente, em espécies tropicais, essas sementes podem ser termicamente injuriadas em temperaturas entre 10 e 15 ºC. Essas exigências, para as condições de armazenamento contrapõem-se às indicadas para as sementes ortodoxas que, fundamentalmente, demandam baixos teores de água e de temperatura para a adequada manutenção da qualidade (Roberts, 1973).
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