Top PDF Aspectos morfológicos de frutos, sementes e desenvolvimento de plântulas e plantas jovens de Unonopsis lindmanii Fries (Annonaceae).

Aspectos morfológicos de frutos, sementes e desenvolvimento de plântulas e plantas jovens de Unonopsis lindmanii Fries (Annonaceae).

Aspectos morfológicos de frutos, sementes e desenvolvimento de plântulas e plantas jovens de Unonopsis lindmanii Fries (Annonaceae).

RESUMO – (Aspectos morfológicos de frutos, sementes e desenvolvimento de plântulas e plantas jovens de Unonopsis lindmanii Fries (Annonaceae)). Unonopsis lindmanii é uma arvoreta, perene, restrita às formações ciliares do Brasil Central. Este estudo descreve os aspectos morfológicos dos frutos, sementes e desenvolvimento das formas juvenis da espécie. Os frutos são apocárpicos, múltiplos, livres entre si, carnosos, indeiscentes e as sementes possuem forma discóide, coloração marrom escura, tegumento ornamentado de aspecto rugoso. A germinação é lenta, irregular e muito baixa em câmara de germinação (3%) e alta em viveiro de mudas (70%) sugerindo fotoperiodismo positivo. A plântula é do tipo criptocotiledonar-epígea. As plantas jovens apresentam folhas simples, alternas, com pecíolos curtos, simétricas, membranáceas de forma elíptica. O padrão de venação é do tipo camptódromo-broquidódromo. Estes resultados permitem identificação da espécie no campo, o que pode auxiliar em estudos de descrições de comunidades e por serem dispersas por aves, consiste em excelente opção para utilização em projetos de restauração de áreas degradadas.
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Morfologia de frutos, sementes e desenvolvimento de plântulas e plantas jovens de Maclura tinctoria (L.) D. Don. ex Steud. (Moraceae).

Morfologia de frutos, sementes e desenvolvimento de plântulas e plantas jovens de Maclura tinctoria (L.) D. Don. ex Steud. (Moraceae).

RESUMO – (Morfologia de frutos, sementes e desenvolvimento de plântulas e plantas jovens de Maclura tinctoria (L.) D. Don. ex Steud. (Moraceae)). Este estudo descreve os aspectos morfológicos dos frutos, sementes e desenvolvimento das plântulas e plantas jovens de Maclura tinctoria. A biometria de frutos e sementes foi descrita a partir de amostras de 100 unidades e os testes de germinação foram realizados em câmara de germinação e em viveiro de mudas. O fruto possui forma oblonga, formado de núculas comprimidas, pericarpo carnoso e doce, indeiscente, de coloração amarelo-esverdeada quando maduro. A semente madura é achatada lateralmente, ligeiramente ovalada, com coloração creme e superfície lisa. A taxa de germinação foi alta de aproximadamente 92% em câmara de germinação e 90% em viveiro de mudas. A plântula é epígea-foliácea. As plantas jovens apresentam, folhas simples, alternadas, levemente membranáceas, pilosas, ligeiramente ovaladas, serrilhadas, com ápice agudo e base rotunda. A venação é pinada com padrão semi- craspedódromo. Esses resultados possibilitam fácil reconhecimento da espécie no banco de plântulas e para estudos posteriores em projetos de recomposição vegetal.
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MORFOLOGIA DOS DIÁSPOROS, GERMINAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DAS FASES JUVENIS DE Adelia membranifolia (MÜLL. ARG.) PAX & K. HOFFM. (EUPHORBIACEAE).

MORFOLOGIA DOS DIÁSPOROS, GERMINAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DAS FASES JUVENIS DE Adelia membranifolia (MÜLL. ARG.) PAX & K. HOFFM. (EUPHORBIACEAE).

Adelia membranifolia (Müll. Arg.) Pax & K. Hoffm. é uma árvore de pequeno porte, dioica, com distribuição restrita à América do Sul, sendo a única espécie do gênero Adelia L. (Euphorbiaceae) com ocorrência no Brasil, frequente e abundante na floresta ripária do rio da Prata, região sudoeste de Mato Grosso do Sul. Este estudo descreve os aspectos morfológicos dos frutos, das sementes e o desenvolvimento das fases juvenis de Adelia membranifolia e analisa o padrão de nervação foliar das plantas jovens visando contribuir com o conhecimento biológico e auxiliar na identificação da espécie em ambiente natural. O fruto é esquizocárpico, seco, de coloração amarelada, tricoco, mede em média 6,71 mm (± 0,51) de comprimento, 10,11 mm (± 0,78) de largura e pesa 0,42 g (± 0,12). A dispersão primária é autocórica e as sementes possuem forma globosa, coloração acinzentada, carúncula rudimentar, medem em média 3,90 mm (± 0,20) de comprimento e 3,76 mm (± 0,23) de largura. A taxa de germinação é de aproximadamente 90 % em câmara de germinação e 80 % em viveiro de mudas. A germinação é do tipo fanerocotiledonar epígea e o desenvolvimento das plântulas ocorre entre 5 a 15 dias. Os cotilédones e eofilos apresentam nervação do tipo pinada com padrão camptódromo broquidódromo.
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Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Dimorphandra mollis Benth. - faveira (Leguminosae-Caesalpinioideae).

Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Dimorphandra mollis Benth. - faveira (Leguminosae-Caesalpinioideae).

Foi empregado o delineamento inteiramente casualizado com quatro repetições de 25 sementes, sendo consideradas germinadas as plântulas que apresentaram raiz primária, hipocótilo, cotilédones, epicótilo e emissão dos protófilos. Paralelamente ao teste de germinação foram semeadas 100 sementes para descrever e ilustrar o processo germinativo. Fase de plântula e planta jovem - Para o acompanhamento do desenvolvimento da plântula e da planta jovem, 100 indivíduos foram obtidos, através de semeadura direta em saco de polietileno preto (15 x 25 cm), na Casa de Vegetação do DCF/UFLA. O substrato utilizado foi terra de subsolo e esterco de boi curtido na proporção 3:1, adicionado de 2 kg de superfosfato simples (por m 3 de substrato). Os recipientes
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Caracterização morfológica de frutos, sementes, plântulas e germinação de Mucuna aterrima Piper & Tracy

Caracterização morfológica de frutos, sementes, plântulas e germinação de Mucuna aterrima Piper & Tracy

de 50 sementes em sacos de polietileno (21 x 11 cm), contendo vermiculita e húmus como substrato, na proporção de 1:1(v/v), mantidas sob condições de casa de vegetação com 50% de sombreamento, temperatura média de 29 °C, umidade relativa de 60% e irrigação intermitente. Como as sementes de Mucuna aterrima apresentam dureza tegumentar (MAEDA; LAGO, 1986), antes da semeadura realizou-se o tratamento das mesmas com ácido sulfúrico (98%) por dez minutos, seguido de lavagem em água corrente e secagem a temperatura ambiente, com o intuito de quebrar a dormência e acelerar a germinação das sementes. As observações morfológicas das plântulas ocorreram diariamente, até o 10º dia após a semeadura, de acordo com o seu desenvolvimento. Para a caracterização das plântulas foram selecionadas as mais vigorosas, sendo evidenciados individualmente: a raiz principal e as secundárias, hipocótilo, cotilédones e epicótilo. As descrições foram feitas de acordo com os trabalhos de Barroso et al. (1999), Beltrati (1995), e Vidal e Vidal (2000). Dez dias após a semeadura as plântulas foram retiradas do substrato e seccionadas em parte aérea e sistema radicular, efetuando-se a medição com o auxílio de uma régua milimetrada. Os aspectos morfológicos dos frutos, sementes e plântulas foram desenhados manualmente.
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Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Guibourtia hymenifolia (Moric.) J. Leonard (Fabaceae).

Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Guibourtia hymenifolia (Moric.) J. Leonard (Fabaceae).

RESUMO – Guibourtia hymenifolia (Moric.) J. Leonard (Fabaceae) é uma espécie arbórea de potencial madeireiro com ocorrência natural nas florestas estacionais deciduais e semideciduais sob afloramentos calcários na Serra da Bodoquena, Mato Grosso do Sul, Brasil. Foram descritos e ilustrados os aspectos morfológicos dos frutos, sementes e desenvolvimento das plântulas e plantas jovens de G. hymenifolia. O fruto é do tipo legume, deiscente, unispermo. A semente possui forma elíptica, forte coloração alaranjada e presença de arilo esbranquiçado de origem funicular. Obtiveram-se 66% de germinação em câmara de germinação, sendo a morfologia inicial das plântulas fanerocotiledonar epígea, com cotilédones carnosos. As plântulas e plantas jovens apresentam mudança de filotaxia, sendo os eofilos opostos e unifoliolados e os metafilos, alternos, peciolados e bifoliolados. Eofilos e metafilos apresentam nervação pinada do tipo camptódromo broquidódromo. Esses resultados contribuem em estudos taxonômicos da espécie e permitem a identificação das plântulas em estudos de regeneração natural. Palavras-chave: Regeneração natural, Germinação e Nervação foliar.
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Caracterização morfológica de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de mutamba (Guazuma ulmifolia Lam. - Sterculiaceae).

Caracterização morfológica de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de mutamba (Guazuma ulmifolia Lam. - Sterculiaceae).

Para o acompanhamento do desenvolvimento da plântula e da planta jovem, 20 indivíduos foram obtidos através de semeadura direta em sacos de polietileno preto (15cm x 25cm), regados diariamente e colocados ao ar livre com temperatura ambiente de no máximo 38°C e no mínimo 26°C. O substrato utilizado foi terra mais esterco bovino curtido, na proporção 3:1, adicionando 2,0kg de superfosfato simples (por m³ de substrato). Para as descrições morfológicas e ilustrações foram utilizadas plântulas e plantas jovens mais vigorosas. O estádio de plântula foi considerado enquanto havia apenas os cotilédones, já o de planta jovem foi após o surgimento da primeira folha. Os aspectos vegetativos descritos e ilustrados foram: raiz primária, raízes secundárias e terciárias; hipocótilo, epicótilo, cotilédones, caule, folhas e gema apical.
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Caracterização morfológica de frutos, sementes e plântulas de Pseudima frutescens (Aubl.) Radlk. (Sapindaceae)

Caracterização morfológica de frutos, sementes e plântulas de Pseudima frutescens (Aubl.) Radlk. (Sapindaceae)

RESUMO – Este estudo descritivo procurou elucidar aspectos morfoanatômicos e do desenvolvimento dos frutos, sementes e plântulas de Pseudima frutescens (Sapindaceae), uma espécie arbórea. Nas descrições foram utilizados flores e frutos em diferentes estádios de desenvolvimento e, para a observação da germinação e do desenvolvimento das plântulas, as sementes foram colocadas para germinar sobre papel de filtro umedecido com água destilada, em caixas de plástico transparente, com tampa, utilizando-se amostras de 100 sementes (quatro sementes por caixa), mantidas em temperatura de 25+1ºC. O fruto desta espécie, com duas sementes, é uma cápsula obcordada circundante, lobada, de coloração laranja-avermelhada externamente e laranja internamente. A semente, exalbuminosa, é ovóide, preta e brilhante; o embrião ocupa todo o interior da semente e possui cotilédones carnosos e eixo hipocótilo-radícula curto. A plântula é criptocotiledonar e a germinação, que é hipógea, ocorre na presença de luz, iniciando no quinto dia após a semeadura. Com oito dias, a raiz primária media 17 mm de comprimento, apresentando-se coberta de pêlos absorventes. Após 14 dias emergiu o epicótilo de coloração esverdeada. A plântula apresenta, após 30 dias, dois pares de eófilos compostos. Com 60 dias, a raiz principal media 12 cm de comprimento, com muitas raízes laterais e o epicótilo com 9 cm de extensão possuía seis folhas expandidas. Como o desenvolvimento da plântula é relativamente rápido, P. frutescens pode ser uma espécie indicada para programas de recuperação de áreas degradadas.
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O PADRÃO DE DESENVOLVIMENTO DOS AGRONEGÓCIOS NO BRASIL E A ATUALIDADE HISTÓRICA DA REFORMA AGRÁRIA

O PADRÃO DE DESENVOLVIMENTO DOS AGRONEGÓCIOS NO BRASIL E A ATUALIDADE HISTÓRICA DA REFORMA AGRÁRIA

Desse modo, o ingresso brasileiro na globalização do sistema do capital aprofundou os nexos da economia política da dependência, convertendo-a em servidão financeira. Neste processo, as condições truncadas da acumulação capitalista viabilizaram o atual padrão (destrutivo) de reprodução, decorrente da redução da margem de viabilização produtiva do capital, mas conferindo-lhe uma espécie de “normalidade”, dado que sua expansão capitalista historicamente se apoiou nos expedientes mais abjetos que o capital desenvolveu ou teve à disposição para submeter o trabalho e as condições elementares da reprodução social às suas necessidades da acumulação. Isto resultou na generalização acelerada de determinados expedientes da expansão do capital, indicando que o trabalho escravo, a devastação ambiental própria da abertura da fronteira agrícola, o assassínio e a subjugação dos povos, entre outros - que, no momento precedente ao ingresso do país na globalização do capital, podiam ser considerados próprios de um processo de acumulação primitiva inconclusa - pertencem hoje ao mundo do capital não mais como uma extemporaneidade necessária à sua realização, mas como método próprio de sua fase atual de desenvolvimento. O que sugere ter havido uma espécie de superposição daquilo que considerávamos como sendo formas de acumulação primitiva de capital por formas de produção destrutivas inerentes a fase de descendência histórica do capital.
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GESTÃO E FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS DE TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA EM UM ESTUDO DE CASO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

GESTÃO E FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS DE TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA EM UM ESTUDO DE CASO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Não obstante a reconhecida necessidade desses serviços, tem-se observado graves falhas na gestão dos contratos de fornecimento de mão de obra terceirizada, bem com[r]

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A IMPORTÂNCIA DAS CULTURAS DE MILHO E FEIJÃO PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE ASSENTAMENTOS DE REFORMA AGRÁRIA ATENDIDOS PELO PROJETO LUMIAR - PARANÁ

A IMPORTÂNCIA DAS CULTURAS DE MILHO E FEIJÃO PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE ASSENTAMENTOS DE REFORMA AGRÁRIA ATENDIDOS PELO PROJETO LUMIAR - PARANÁ

A cultura de feijão apresenta algumas características que se diferenciam da cultura do milho. A flutuação do preço do feijão no mercado tem se constituído numa grande dificuldade para o desenvolvimento dessa cultura, mesmo se se considerar a flexibilidade entre a venda e o consumo. A política agrícola adotada pelo governo federal tem deixado os preços dos produtos agrícolas em geral, mais expostos às regras de mercado. Muitas vezes os preços praticados para o feijão não tem nem mesmo coberto os custos de produção, o que vem contribuindo para desestimular o desenvolvimento dessa cultura. O baixo preço, vulnerabilidade dos mercados locais, exigências nos tratos culturais e fertilidade do solo acabam levando os agricultores assentados a buscar outras alternativas de cultivo.
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MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonia insigms MART. (CLUSIACEAE). I. ASPECTOS ANATÔMICOS DOS FRUTOS E SEMENTES EM DESENVOLVIMENTO.

MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonia insigms MART. (CLUSIACEAE). I. ASPECTOS ANATÔMICOS DOS FRUTOS E SEMENTES EM DESENVOLVIMENTO.

A região de separação extende-se também por entre os septos, delimitando cada uma das sementes e dos óvulos abortados (Fig.. 31 : Loculo sem semente cie um fruto com 3.0 em de comprim[r]

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TERMO DE APROVAÇÃO CECÍLIA MARIA PEÇANHA ESTEVES PATRIOTA POLÍTICA DE MONITORAMENTO E GESTÃO POR RESULTADO: ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA DE PERNAMBUCO

TERMO DE APROVAÇÃO CECÍLIA MARIA PEÇANHA ESTEVES PATRIOTA POLÍTICA DE MONITORAMENTO E GESTÃO POR RESULTADO: ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA DE PERNAMBUCO

Para garantir maior participação dos alunos do Ensino Médio nas aulas de reforço escolar é preciso organizar o horário, de modo a adequá-lo às necessidades e possibilidades de participação dos alunos, visto que muitos são trabalhadores e não podem comparecer à escola durante o dia. Apresentar aos alunos proposta de aumento de uma aula no início e/ou final do turno noturno e/ou oferecer reforço escolar aos sábados. Com relação ao atendimento dos alunos do Ensino fundamental com aulas extras em leitura e matemática, sugere-se a revisão na carga horária dos professores que estão com a mesma incompleta, aproveitando esse horário para oferecer reforço para os alunos do 6º e 9º ano. A GRE disponibilizará seus técnicos para ajudar a escola nessa organização, além de oferecer formação para todos os professores que trabalham com reforço escolar na escola e auxiliá-los no planejamento e acompanhamento da frequência e desenvolvimento escolar dos alunos. (Relatório de Monitoramento em Gestão Escolar, elaborado pelos técnicos da GRE, na escola B, em 10 set. 2013)
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INFLUÊNCIA DO TEOR DE FERRO NOS PARÂMETROS DE RESISTÊNCIA DE UM REJEITO DE MINÉRIO DE FERRO

INFLUÊNCIA DO TEOR DE FERRO NOS PARÂMETROS DE RESISTÊNCIA DE UM REJEITO DE MINÉRIO DE FERRO

Nos ensaios triaxiais drenados, conforme apresentado por ROWE & BARDEN (1964) citados por OLIVEIRA FILHO (1987), a ruptura se desenvolve na zona central do corpo de prova, em regiões muito limitadas, com isso as variações de volume medidas não se referem ao corpo de prova como um todo. Além disso, os ensaios que apresentam um valor de pico para a tensão desviadora raramente podem ser continuados após atingirem tal situação, o que seria interessante caso se pretendesse atingir o estado residual, isso ocorre porque o desenvolvimento da ruptura dentro de zonas limitadas geralmente conduz a um colapso prematuro do corpo de prova, e faz com que a resistência residual seja função, dentre outros fatores, do estado de tensões e da deformação existentes nas referidas zonas de ruptura.
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PREVENÇÃO E CONTROLO DE LEGIONELLA NOS SISTEMAS DE ÁGUA – Normas de Orientação Clínica

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Edifícios”, Número 9, do Artigo 29º estabelece que: “Em edifícios com sistemas de climatização em que haja produção de aerossóis, nomeadamente onde haja torres de arrefecimento ou humid[r]

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LUIZ FELIPE FERRARI CERQUEIRA DE FARIAS AGRONEGÓCIO E LUTA DE CLASSES: DIFERENTES FORMAS DE SUBORDINAÇÃO DO

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No terceiro capítulo apresentaremos o modo como a contradição entre o capital agroindustrial citrícola e os pequenos produtores familiares de laranjas aparece à.. [r]

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A Viagem das Sementes

A Viagem das Sementes

A vida começou primeiro nos mares, milhões de anos atrás, a partir de pequenos organismos. Os primeiros habitantes foram bactérias que ajudaram a criar a atmosfera e o ar essencial para a vida. Estima-se que os primeiros animais e vegetais terrestres apareceram 400 milhões de anos atrás, período em que os continentes ainda não estavam separados. Mais adiante, cerca de 250 milhões de anos atrás, surgiram os dinossauros e plantas da família dos pinheiros. Os continentes começaram a se separar mais ou menos 60 milhões de anos atrás. O planeta passou por muitos períodos frios chamados de “Glaciações” e cada um destes períodos interrompeu o processo evolutivo das plantas e animais nas regiões que ficaram cobertas por gelo.
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Risco Moral no Contexto de Perda da Cobertura de Seguro Ana Carolina Maia Monica Viegas Andrade Flavia Lúcia Chein Feres

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Para testar o efeito da proximidade da saída da carteira sobre o uso de consultas e exames de diagnose, adotamos o modelo de regressão binomial negativo.. Estimamos o binomial negativo [r]

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Estudos morfológicos de frutos, sementes e plântulas de Enterolobium schomburgkii Benth. (Leguminosae-Mimosoideae).

Estudos morfológicos de frutos, sementes e plântulas de Enterolobium schomburgkii Benth. (Leguminosae-Mimosoideae).

Alguns frutos e sementes apresentaram pequenos orifícios contendo pequenas larvas próximos ao eixo embrionário que, após seu desenvolvimento deixavam o eixo embrionário completamente destruído. Para minimizar os danos desta infestação, as sementes secas foram colocadas em vidros hermeticamente fechados, no congelador a -18 °C por 24 horas. Após a retirada, os vidros permaneceram fechados por uma hora até atingirem temperatura ambiente em laboratório (25 ± 4 °C; 60% a 70% de Umidade Relativa). O peso de mil sementes e o número de sementes por quilograma foram determinados segundo as recomendações das Regras para Análise de Sementes (Brasil 1992). Aspectos morfométricos de frutos e sementes – Os estudos de morfologia externa e interna dos frutos foram realizados imediatamente após dispersão natural, com 30 unidades provenientes da matriz A, em setembro de 2002. A caracterização das sementes foi realizada com uma amostra de 100 sementes proveniente de cada uma das matrizes utilizadas neste estudo.
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CADO DE ESTRUTURAS DE A ¸ CO, CONCRETO E MISTAS

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Segundo Oliveira (2007), a engenharia passou por grandes avan¸cos, particularmente as ´areas de projetos e de constru¸c˜ao civil. As t´ecnicas de otimiza¸c˜ao no que diz respeito ao peso e `a forma, o desenvolvimento de equipamentos de teste e computacionais, e modelagens num´ericas eficientes levaram a constru¸c˜oes mais econˆomicas e esbeltas, e a edif´ıcios mais altos e arrojados. Assim, quest˜oes antes n˜ao convenientemente abordadas passaram a assumir fundamental importˆancia no projeto estrutural seguro e econˆomico. O conhecimento dos chamados efeitos n˜ao lineares, sejam provenientes da geometria da estrutura, da plastifica¸c˜ao ou fissura¸c˜ao dos materiais e do comportamento das liga¸c˜oes entre os elementos da estrutura, ´e de fundamental importˆancia para que a estrutura exer¸ca satisfatoriamente a fun¸c˜ao para a qual foi projetada. Numericamente, considera-se que a busca por formula¸c˜oes cada vez mais precisas e metodologias de solu¸c˜ao r´apidas ´e um processo cont´ınuo e necess´ario.
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