Top PDF Atividade antimicrobiana de óleos essenciais da Amazônia.

Atividade antimicrobiana de óleos essenciais da Amazônia.

Atividade antimicrobiana de óleos essenciais da Amazônia.

Dos quatorze óleos essenciais testados, três apresentaram at ividade antimicrobiana significativa. hispidinervium inibiu o crescimento de cinco diferentes tj_ pos de bactérias. specios[r]

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Atividade antimicrobiana de óleos essenciais de condimentos frente a Staphylococcus spp isolados de mastite caprina.

Atividade antimicrobiana de óleos essenciais de condimentos frente a Staphylococcus spp isolados de mastite caprina.

Este estudo permitiu concluir que: 1) os óleos essenciais de orégano, tomilho, lípia; bem como as frações majoritárias de cinamaldeído, timol e carvacrol evidenciaram significativa atividade antimicrobiana; 2) os óleos essenciais de orégano e tomilho apresentaram atividades antimicrobianas (CIMs e CBMs) similares e superiores ao óleo essencial de lípia; 3) as frações majoritárias evidenciaram maior atividade antimicrobiana do que os óleos essenciais; 4) o carvacrol e cinamaldeído apresentaram pequenas variações nas suas atividades inibitórias; no entanto a atividade bacter icida do cin amaldeído foi significativamente inferior a do timol e carvacrol; 5) a ausência de relação entre o perfil de resistência de Staphylococcus aos antibacterianos com as variações na susceptibilidade aos OEs e frações majoritárias constitui-se num indicador da boa atividade destes produtos mesmo sobre bactérias, com marcado perfil de resitência, fato que merece prospecções futuras. REFERÊNCIAS
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Atividade antimicrobiana dos óleos essenciais: uma abordagem multifatorial dos métodos.

Atividade antimicrobiana dos óleos essenciais: uma abordagem multifatorial dos métodos.

RESUMO: Os dados obtidos na literatura sobre a atividade antimicrobiana dos óleos essenciais são tratados do ponto de vista experimental, considerando-se uma possível aplicação clínica dos óleos. O presente estudo teve como objetivo analisar os fatores que infl uenciam na atividade antimicrobiana de óleos essenciais, in vitro, com base nos resultados descritos na literatura. Foi verifi cado que os testes e avaliações da atividade antimicrobiana dos óleos essenciais podem ser difi cultados pela volatilidade do óleo, sua insolubilidade em água e sua complexidade química. Tais difi culdades tornam os resultados disponíveis na literatura, difíceis de comparar. Por outro lado, os métodos usados diferem largamente e fatores importantes que infl uenciam os resultados são freqüentemente negligenciados. Assim, após breve levantamento, concluiu-se que alguns fatores devem ser levados em consideração, tais como: a técnica usada, o meio de cultura, densidade do inóculo, o óleo essencial e o emulsifi cador utilizado. Portanto, para a realização de testes que visam verifi car a atividade antimicrobiana de óleos essenciais, é necessário defi nir e adotar uma metodologia adequada e bem padronizada.
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Estudo da atividade antimicrobiana de óleos essenciais extraídos por destilação por arraste a vapor e por extração supercrítica

Estudo da atividade antimicrobiana de óleos essenciais extraídos por destilação por arraste a vapor e por extração supercrítica

Pelo método da bioautografia se avalia qualitativamente a atividade antimicrobiana dos óleos essenciais frente aos microorganismos (Valgas, 2002). É um teste simples que permite uma triagem inicial para dar continuidade ou não na pesquisa com o óleo testado. Os testes foram realizados na Faculdade de Farmácia da PUCRS. Na bioautografia indireta, conforme protocolo desenvolvido no curso de extensão em métodos bioautográficos (Bertucci, 2009), o óleo essencial é aplicado na placa cromatográfica de camada delgada (CCD) e é feito um cromatograma. A fase móvel, por evaporação, deve ser eliminada. O inóculo utilizado é: o tubo 0,5 da Escala Mac Farland (1 x 10 8 UFC/mL) para bactérias; para levedura, o tubo 3 da escala (9 x 10 8 UFC/mL) e, quando fungos, usa-se 1 x 10 7 UFC/mL. O controle negativo é feito com solvente e o positivo com antibiótico de atividade antimicrobiana conhecida. O meio de cultura Mueller Hinton, padronizado por Kirby e Bauer e pelo NCCLS, oferece condições de crescimento para as principais bactérias (ANVISA, módulo IV) e ágar Sabouraud-Glicose para fungos e leveduras. Os meios de cultura adequados ao microorganismo são inoculados nas concentrações acima citadas. O inóculo é vertido em placas de Petry, contendo os cromatogramas dos óleos em CCD e estes são levados para encubar em estufa a 36°C e 35% de umidade, por 24 horas para bactérias e a 25°C por 48 horas para fungos e leveduras. Após, utiliza-se um revelador de sal de tetrazólio, o “p-iodonitrotetrazolium violet” (INT), que permite visualizar de forma fácil as áreas de inibição do crescimento microbiológico, como se observa na figura 4.4. Os testes foram realizados em triplicata.
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Atividade antimicrobiana de óleos essenciais em bactérias patogênicas de origem alimentar.

Atividade antimicrobiana de óleos essenciais em bactérias patogênicas de origem alimentar.

A maior atividade de óleo essencial frente a E. coli, Salmonella, Enteritidis e Enterobacter sakazakii e a menor atividade frente a Listeria monocytogenes diferem da maioria dos estudos que relatam que bactérias gram-positivas são mais sensíveis a óleos essenciais do que as gram-negativas (Davison, 1997). Entretanto, alguns estudos não confirmam estas observações. Burt (2004) afirma que bactérias gram-positivas têm sido menos ou igualmente sensíveis a bactérias gram-negativas. Doran et al. (2009), avaliando a atividade antimicrobiana de óleo essencial de C. citratus, demonstraram que este óleo inibiu bactéria resistente a antibiótico a baixas concentrações (0,06%). Além disso, foi observado também que bactéria gram- positiva foi menos susceptível do que gram-negativa. Ao estudarem a atividade antimicrobiana de 22 óleos essenciais frente a 10 cepas bacterianas, Kotzekidou et al. (2008) demonstraram que S. typhimurium (gram- negativa) foi a cepa mais sensível, sendo inibida por 17 dos compostos testados, enquanto L. monocytogenes (gram-positiva) foi a cepa mais resistente, sendo inibida por somente quatro dos compostos testados.
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Atividade antimicrobiana de óleos essenciais de condimentos frente a amostras de Escherichia coli isoladas de aves e bovinos.

Atividade antimicrobiana de óleos essenciais de condimentos frente a amostras de Escherichia coli isoladas de aves e bovinos.

A discutida questão da substituição do uso de antibacterianos em rações (promotores de crescimento) requer urgentes alternativas. Face às necessidades de inibidores microbianos nesses alimentos, os óleos essenciais (OES) se constituem em alternativa, sob avaliação. Neste estudo, avaliou- se a atividade antimicrobiana dos OES de Origanum vulgare (orégano), Thymus vulgaris (tomilho), Cinnamomum zeylanicum (canela), Lippia graveolens (orégano mexicano), Zingiber officinale (gengibre), Salvia officinalis (sálvia), Rosmarinus officinalis (alecrim) e Ocimum basilicum (manjericão) frente a amostras de Escherichia coli isoladas de fezes de aves (n=43) e de bovinos (n=36). A concentração inibitória mínima (CIM) e a concentração bactericida mínima (CBM) foram determinadas para cada isolado através da técnica de microdiluição em caldo, a partir da máxima concentração de 6400μg mL -1 de cada OE testado. Observou-
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ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DE ÓLEOS ESSENCIAIS

ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DE ÓLEOS ESSENCIAIS

Óleos essenciais estão presentes nas plantas como produto natural e apresentam compostos aromáticos voláteis origina- dos do metabolismo secundário das plantas. As propriedades terapêuticas e organolépticas dos óleos se devem à presença de monoterpenos, sesquiterpenos e de fenilpropanoides entre outros compostos voláteis. Esses compostos fornecem a ativi- dade biológica dos óleos essências, como antiparasitária, anti- microbiana e antifúngica. Com isso, o objetivo do presente trabalho foi conhecer as principais atividades biológicas dos óleos essenciais, através de pesquisas bibliográficas. O citrone- lol, constituinte químico da Aloysia triphylla Britton e do Cymbopogon citratus, apresenta atividade antiparasitária sig- nificativa. Além deste, o eugenol extraído do cravo (Syzygium aromaticum) e o ácido caurenóico isolado do guaco (Mikania stipulacea e Mikania hoehnei). O alecrim-pimenta (Lippia si- doides Cham.) constituído por alto teor de timol e carvracol, o Croton zehntneri (canela-brava) com componente majoritário estragol e a canela (Cinnamomum zeylanicum), apresentaram atividade antimicrobiana sobre diversos microorganismos. Com atividade antifúngica cita-se: a canela (Cinnamomum zeylanicum) e o Limão Tahiti (Citrus aurantifolia) sobre cepas de Candida albicans; o cravo-da-india (Syzygium aromaticum) constituído por eugenol e Cymbopogon citratus composto por citral. Devido ao aumento da resistência dos microrganismos às drogas disponíveis há a procura de novas alternativas tera- pêuticas, sendo os óleos essenciais e seus constituintes um alvo promissor para o encontro de novos fármacos com atividade antimicrobiana .
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Atividade antimicrobiana de óleos essenciais

Atividade antimicrobiana de óleos essenciais

O aparecimento de estirpes de organismos patogénicos resistentes à terapêutica, o aumento da população de imunocomprometidos e a crescente falta de antimicrobianos eficazes são alguns dos fatores que motivaram o estudo e a caracterização das propriedades dos óleos essenciais (Raut e Karuppayil, 2014). Para o uso emergente dos medicamentos com plantas aromáticas ou óleos essenciais contribuíram a demonstração da qualidade dos produtos usados e dos métodos de preparação, a segurança relativamente a efeitos tóxicos, secundários, interações e contra – indicações e a eficácia demonstrada em ensaios farmacológicos e experimentação clínica (Cunha, et al., 2012). A eficácia na inibição do desenvolvimento bacteriano, incluindo estirpes resistentes a antibióticos, leveduras e fungos filamentosos impulsionou o estudo da atividade antimicrobiana dos óleos essenciais. Alguns óleos extraídos de plantas medicinais demonstraram potencial terapêutico no combate aos biofilmes, mecanismo de virulência produzido por microrganismos patogénicos, resistentes a antibióticos (Raut e Karuppayil, 2014; Galvão, et al., 2012). A principal condicionante dos métodos de avaliação continua a ser a baixa solubilidade dos óleos essenciais em solventes aquosos, visto que estes são lipófilos (Cunha, et al., 2012).
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Atividade antimicrobiana de óleos essenciais produzidos por Baccharis dracunculifolia D.C. e Baccharis uncinella D.C. (Asteraceae).

Atividade antimicrobiana de óleos essenciais produzidos por Baccharis dracunculifolia D.C. e Baccharis uncinella D.C. (Asteraceae).

Uma das alternativas usadas pelas indústrias farmacêuticas tem sido a modifi cação química da estrutura dos antimicrobianos já existentes, na tentativa de torná-los mais efi cientes ou de recuperar a atividade prejudicada pelos mecanismos bacterianos de resistência (Chartone-Souza, 1998). A mudança de paradigma pode ser uma das saídas futuras para o impasse, ao pesquisar em primeiro lugar o alvo e só depois preparar o princípio ativo contra ele, por técnicas de biologia molecular. Entretanto, as alternativas ecológicas, que enfatizam o respeito pelo meio ambiente, devem ser mais efetivas e de menor custo, uma vez que se baseiam no uso mais cuidadoso, e apenas quando necessário, levando à queda de pressão dos antimicrobianos de alguns ambientes, com a diminuição nos níveis atuais do seu uso. Por outro lado, torna-se relevante a pesquisa da ação inibitória do crescimento bacteriano ou do fl uxo gênico de genes de resistência ou mesmo de reversão dessa resistência com o uso de produtos de origem natural (Linden; Paladino,
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Repositório Institucional da UFPA: Avaliação da composição química e atividades biológicas dos óleos essenciais de Lippia gracilis e Lippia origanoides da Amazônia oriental

Repositório Institucional da UFPA: Avaliação da composição química e atividades biológicas dos óleos essenciais de Lippia gracilis e Lippia origanoides da Amazônia oriental

As amostras de óleos essenciais foram preparadas em tubos de ensaio, primeiramente nas concentrações de 100, 50, 25, 10, 5 e 1 µg.mL -1 . Em cada tubo teste foram adicionadas 10 larvas de A. salina com auxílio de micropipetas automáticas. Foi usado como solvente a água da salmoura e dimetilsulfóxido (DMSO), numa proporção de 95:5. O volume final da solução contida no tubo de ensaio foi de 5 mL. No grupo controle e no controle positivo com o lapachol foi utilizado o solvente acima mencionado e 10 larvas nas mesmas condições do bioensaio. Após 24h de contato das larvas de A. salina com a solução das amostras foram contadas as larvas mortas (em cada uma das concentrações) e calculada a taxa de mortalidade e o valor da CL 50 , utilizando o método estatístico Probitos
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Atividade antimicrobiana de óleos essenciais no controle de alguns fitopatógenos fúngicos in vitro e no tratamento de sementes.

Atividade antimicrobiana de óleos essenciais no controle de alguns fitopatógenos fúngicos in vitro e no tratamento de sementes.

Praschar et al. (2003) estudaram o efeito do óleo essencial de palmarosa sobre Saccharomyces cereviseae obtendo efeito antimicrobiano na concentração 0,1% do óleo. A composição deste óleo foi determinada com 65% de geraniol e 20% de geranil. Outros estudos mostraram o efeito promissor dos óleos essenciais obtidos de diferentes plantas medicinais in vitro. Mello & Amorim (2004), que testaram o óleo de Azadirachta indica contra o crescimento de Colletotrichum gloeosporioides, observaram que, independentemente da concentração do óleo, ocorreu inibição do crescimento micelial. Salgado et al. (2003) testaram a atividade fungitóxica de óleo de três espécies de eucalipto sobre Fusarium oxysporum, Botrytis cinerea e Bipolaris sorokiniana e obtiveram variadas taxas de inibição no crescimento micelial em todas as espécies para diferentes concentrações de óleo. Fiori et al. (2000) estudaram o efeito dos óleos essenciais de E.citriodora, Ageratum conyzoides e Cymbopogon citratus contra
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ESTUDO DA INTERFERÊNCIA DE ÓLEOS ESSENCIAIS DE CAPIM-LIMÃO E SÁLVIA SOBRE A ATIVIDADE ANTIMICROBIANA FRENTE À UMA CEPA CLÍNICA DE Proteus mirabilis

ESTUDO DA INTERFERÊNCIA DE ÓLEOS ESSENCIAIS DE CAPIM-LIMÃO E SÁLVIA SOBRE A ATIVIDADE ANTIMICROBIANA FRENTE À UMA CEPA CLÍNICA DE Proteus mirabilis

Nesta pesquisa objetivou-se avaliar o sinergismo e o antagonismo dos óleos essenciais de sálvia e capim-limão em relação aos antimicrobianos comerciais, frente à cepa clínica de uma bactéria multirresistente denominada Proteus mirabilis. Adicionalmente, demonstrar se as propriedades dessas plantas podem alterar o efeito dos antimicrobianos comerciais, tanto beneficamente quanto maleficamente. E dessa forma, verificar se o uso dessas plantas pode favorecer ou retardar o desenvolvimento da resistência desses antimicrobianos, além de, em outros casos, avaliar se sua ação pode inibir de forma considerável em relação a seu efeito normal.
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Composição química e atividade antimicrobiana de óleos essenciais de plantas selecionadas cultivadas no Sul do Brasil contra micro-organismos patogênicos e deteriorantes de alimentos

Composição química e atividade antimicrobiana de óleos essenciais de plantas selecionadas cultivadas no Sul do Brasil contra micro-organismos patogênicos e deteriorantes de alimentos

essenciais que apresentaram maior atividade contra as bactérias testadas foram, em ordem decrescente, os de capim-limão (Cymbopogon flexuosus), manjericão (Ocimum basilicum), orégano (Origanum vulgare), folha de canela (Cinnamomum zeylanicum) e louro (Laurus nobilis). Com exceção de S. Typhimurium, o óleo essencial de capim limão (Cymbopogon flexuosus) apresentou valores de CMI e CMB iguais ou inferiores a 0,62mg mL -1 contra os micro-organismos testados.

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Atividade antimicrobiana de óleos essenciais de diferentes espécies de Mentha

Atividade antimicrobiana de óleos essenciais de diferentes espécies de Mentha

As propriedades antimicrobianas de substâncias e óleos essenciais que as plantas contêm como produtos de seu metabolismo secundário têm sido reconhecidas empiricamente durante séculos, mas foram cientificamente confirmadas apenas atualmente. Vários grupos de pesquisadores têm estudado a atividade biológica de plantas medicinais originárias de diversas regiões do mundo, orientados pelo uso popular das espécies nativas. Por outro lado, os microrganismos que causam prejuízos à saúde humana estão se mostrando resistentes à maioria dos antimicrobianos conhecidos, o que tem incentivado ainda mais a procura por antibióticos de ocorrência natural.
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Atividade antimicrobiana dos óleos essenciais de orégano, tomilho e canela frente a sorovares de Salmonella enterica de origem avícola.

Atividade antimicrobiana dos óleos essenciais de orégano, tomilho e canela frente a sorovares de Salmonella enterica de origem avícola.

atividade, os sorovares de Salmonella enterica evidenciaram significativas variações de suscetibilidade, embora nenhuma, em particular, pudesse ser classificada como totalmente sensível ou resistente aos três óleos essenciais avaliados. Assim, no momento em que os antibacterianos utilizados como promotores de crescimento estão sendo substituídos. E os óleos essenciais de temperos e condimentos se constituem numa alternativa importante, os resultados aqui apresentados sinalizam dois pontos: os óleos essenciais de orégano e tomilho são efetivos contra Salmonella, mas as variações de suscetibilidade entre os sorovares deverão também ser consideradas.
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Caracterização de pigmentos da Curcuma longa L., avaliação da atividade antimicrobiana e morfogênese in vitro na produção de pigmentos curcuminóides e óleos essenciais

Caracterização de pigmentos da Curcuma longa L., avaliação da atividade antimicrobiana e morfogênese in vitro na produção de pigmentos curcuminóides e óleos essenciais

Não foram observados halos de inibição do óleo essencial para S. aureus e para C. albicans. Resultados similares foram obtidos por APISARIYAKUL et al. (1995), que observaram a insensibilidade de diferentes espécies de Candida ao óleo da cúrcuma. Apesar dos dados ainda serem contraditórios, possivelmente devido a diferenças metodologicas, os resultados revelam que o óleo essencial da cúrcuma constitui um agente antimicrobiano em potencial. Vários componentes poderiam ser responsáveis pela atividade antimicrobiana como fenóis, terpenos, aldeídos e cetonas, sendo que várias destas já foram identificadas em óleo da cúrcuma (OHSHIRO et al., 1990; MATA et al., 2004). De acordo com NEGI et al. (1999) e LEE et al. (2003), a fração do óleo da curcuma com maior percentual de ar-turmerona, foi a que apresentou maior atividade antimicrobiana. Entretanto, estudos são necessários para identificar quais seriam os compostos responsáveis pela atividade antimicrobiana no óleo da cúrcuma produzido no Brasil e estudar as possíveis interações. Estes dados serão relevantes nos teores dos constituintes, que pode ter implicações na atividade.
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Atividade antimicrobiana de óleos essenciais de Lippia alba, Lippia sidoides, Cymbopogon citrates, Plectranthus amboinicus, e Cinnamomum zeylanicum em Mycobacterium tuberculosis

Atividade antimicrobiana de óleos essenciais de Lippia alba, Lippia sidoides, Cymbopogon citrates, Plectranthus amboinicus, e Cinnamomum zeylanicum em Mycobacterium tuberculosis

RESUMO: O aumento no número de casos de Mycobacterium tuberculosis resistentes tem se tornado um grande obstáculo no controle efetivo da tuberculose (TB) mundialmente. Os óleos essenciais (OE), que são misturas complexas que podem conter entre 20 a 60 componentes, apresentam dois ou três compostos principais, em concentrações relativamente elevadas, 20 a 70%, que são responsáveis pelas suas propriedades farmacológicas. O objetivo deste estudo foi avaliar a atividade antimicobacteriana dos seguintes óleos essenciais (OEs) em Mycobacterium tuberculosis H37Rv: erva-cidreira (Lippia alba), alecrim-pimenta (Lippia sidoides), capim-limão (Cymbopogon citratus), orégano (Plectranthus amboinicus) e canela (Cinnamomum zeylanicum). A caracterização química dos OEs foi realizada por cromatografia gasosa acoplada a espectrometria de massa. A Concentração Inibitória Mínima (CIM) foi determinada pela técnica de microdiluição da resazurina. Quatro OEs foram capazes de inibir o crescimento de M. tuberculosis, com CIM de 286,5±130,2μg/mL (C. zeylanicum), 299,5±117,2μg/mL (L. sidoides), 351,6±39,06μg/mL (P. amboinicus) e 1250μg/mL (C. citratus). Somente o OE de L. alba não mostrou atividade antimicobacteriana nas conscentrações testadas, considerando CIM maiores que 1250µg/mL. Os resultados deste estudo sugerem que L. sidoides, C. zeylanicum e P. amboinicus podem ser fontes importantes de compostos bactericidas contra M. tuberculosis e prováveis candidatos a serem investigados. A atividade contra M. tuberculosis desses três OEs não foi relatada em estudos anteriores. Os resultados mostram o elevado potencial antimicobacteriano dos OEs analisados, fazendo deles uma alternativa promissora para o tratamento da TB. Os resultados obtidos demonstraram a importância de pesquisas para bioprospecção de substâncias ativas com ação antimicobacteriana, que ainda são escassas.
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Atividade antimicrobiana in vitro do rizoma em pó, dos pigmentos curcuminóides e dos óleos e dos essenciais da Curcuma longa L..

Atividade antimicrobiana in vitro do rizoma em pó, dos pigmentos curcuminóides e dos óleos e dos essenciais da Curcuma longa L..

Este trabalho teve como objetivo avaliar a atividade antimicrobiana da cúrcuma em pó, da curcumina disponível no comércio, dos pigmentos curcuminóides purificados e dos óleos essenciais da cúrcuma. As amostras foram analisadas quanto aos teores de pigmentos curcuminóides por cromatografia líquida de alta eficiência. O óleo essencial foi também analisado quanto à densidade, índice de refração e perfil das substâncias voláteis por cromatografia gasosa e detector de ionização de chamas. A atividade antimicrobiana in vitro foi determinada pelo método de difusão em ágar com discos de papel estéreis, impregnados com os extratos, sendo os diâmetros dos halos de inibição medidos com paquímetro. Os extratos etanólicos da cúrcuma, da curcumina comercial, e dos pigmentos curcumina e desmetoxicurcumina não inibiram o crescimento de Staphylococcus aureus, Bacillus subtilis, Salmonella choleraesuis, Escherichia coli, Aspergillus niger, Saccharomyces cerevisiae, e Candida albicans. Apenas o extrato etanólico da bisdesmetoxicurcumina apresentou atividade antimicrobiana em relação ao B. subtilis. O óleo essencial da cúrcuma apresentou atividade antimicrobiana para o B. subtilis, S. choleraesuis, E. coli, A. niger e S. cerevisiae, sendo que essa atividade aumentou em função do aumento da concentração. Os halos de inibição, obtidos com o óleo essencial, foram significativos, quando comparados aos respectivos antibióticos tradicionais, cloranfenicol e anfotericina, indicando ser o óleo essencial da cúrcuma um agente antimicrobiano em potencial.
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Atividade antibacteriana de óleos essenciais e avaliação de potencial sinergético

Atividade antibacteriana de óleos essenciais e avaliação de potencial sinergético

A atividade antimicrobiana exercida por terpenos e derivados tem sido descrita através de pesquisas envolvendo diversas espécies de plantas e microrganismos testados. Em revisão sobre o assunto, Greay & Hammer (2011) cita alguns dos mecanismos por meio dos quais estes compostos atuam sobre células bacterianas. Monoterpenos interferem com a integridade e funcionamento da membrana celular, através da mudança de potencial da membrana, perda de material citoplasmático e inibição da cadeia respiratória. A exposição a terpenos pode interferir com a expressão de genes codificadores de fatores de virulência, como quando consideradas linhagens de S. aureus produtoras de enterotoxinas (Qiu et al., 2011), e com a expressão de proteínas citoplasmáticas e de membrana em Salmonella enterica (Di Pasqua et al., 2010). Ao investigar a atividade antimicrobiana de sesqui- e diterpenos isolados da copaíba (Copaifera langsdorffii Desf.) contra bactérias cariogênicas, Souza et al. (2011) descreveram uma maior eficiência para os compostos com apenas um grupo hidrofílico frente aos que apresentaram dois grupos.
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Atividade antibacteriana de óleos essenciais de especiarias em alimentos

Atividade antibacteriana de óleos essenciais de especiarias em alimentos

A sensibilidade de cada cepa microbiana sobre os óleos essenciais foi avaliada pelo método de difusão em disco com modificações (BAUER et al., 1966). Em placas de Petri contendo MHA (Ágar Müeller Hinton – Himedia) foram realizadas semeaduras por superfície com a cultura da bactéria contendo 10 8 UFC.mL -1 , padronizada em escala 0,5 de Mc Farland (ALVES et al., 2008). Nas placas de Petri foram, então, inseridos discos estéreis de papel filtro de 6 mm de diâmetro (Filtro Whatman), próprios para avaliação de atividade antimicrobiana. Alíquotas de 40 L de cada solução, descritas no item 4.4, foram inseridas sobre os discos de papel filtro.
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