Top PDF Avaliação de abordagens de gerenciamento para redes de sensores sem fio

Avaliação de abordagens de gerenciamento para redes de sensores sem fio

Avaliação de abordagens de gerenciamento para redes de sensores sem fio

[Network Simulator, 1999]. O Network Simulator (NS) é uma ferramenta livre de código aberto utilizada amplamente pela comunidade científica para simulações de redes tanto cabeadas quanto sem fio. Esse simulador já possui vários protocolos de diversas camadas da pilha, como enlace, rede e aplicação. Especificamente para RSSFs, o NS contém a implementação do proto- colo MAC 802.15.4 [ZigBee, 2006] (conhecido também por ZigBee), que está sendo adotado pe- los fabricantes de nós sensores como a CrossBow [Crossbow, 2005] e a MoteIv [Moteiv, 2005]. Além disso, uma extensão do NS chamada MannaSim [Braga et al., 2004, Lopes et al., 2006] oferece um conjunto de classes base que podem ser personalizadas de acordo com a necessi- dade, permitindo que RSSFs sejam simuladas com maior facilidade. Outra característica do NS é a realização das simulações em um nível de detalhes muito alto, tornando os resultados relativos à comunicação confiáveis. Outra vantagem desta ferramenta é a escalabilidade, já que redes com centenas de elementos podem ser simuladas num tempo razoável em servidores de média capacidade. Pelas características do NS e a sua adequação ao modelo de avaliação deste trabalho, resolvemos adotá-la como ferramenta de simulação.
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Avaliação de desempenho de mecanismos de segurança utilizados para pro os serviços de , integridade e autenticação em redes de sensores sem fio

Avaliação de desempenho de mecanismos de segurança utilizados para pro os serviços de , integridade e autenticação em redes de sensores sem fio

O crescimento e a diversidade de aplicações para Redes de Sensores sem Fio (RSSFs) trouxeram novos desafios e uma maior visibilidade para a necessidade de buscar soluções para a segurança dessas redes. Por exemplo, o meio físico sem fio torna essas redes vulneráveis a diversos tipos de ataques, sendo essencial o uso de pelo menos os serviços básicos de segurança, como a confidencialidade, a integridade e a autenticação. Entretanto, prover esses serviços em RSSF é um grande desafio devido às severas limitações de recursos de comunicação, processamento, memória e energia dos dispositivos utilizados nessas redes. Dessa forma, a seleção dos mecanismos de segurança mais apropriados levando em consideração o desempenho é essencial para prover a segurança da informação em RSSF. Por outro lado, os principais trabalhos encontrados na literatura que objetivam avaliar o desempenho de mecanismos de segurança no contexto de RSSFs apresentam grandes diferenças em termos de plataforma escolhida e métricas avaliadas, além de apresentar deficiências no processo de avaliação de desempenho utilizado. Sendo assim, este trabalho propõe uma avaliação de desempenho utilizando um processo sistemático, baseado em abordagens de avaliação de desempenho tradicionais, no qual os mecanismos de segurança são selecionados, implementados e validados. Os mecanismos de segurança para prover os serviços de confidencialidade, integridade e autenticação em RSSFs são considerados neste trabalho. Experimentos reais são realizados na plataforma MicaZ com o auxílio de um osciloscópio digital para medir o desempenho dos algoritmos utilizados. Com os resultados obtidos, espera-se oferecer um direcionamento quanto à escolha dos mecanismos de segurança mais apropriados para aplicações de RSSF.
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Um Esquema de Gerenciamento para Redes de Sensores sem Fio Auto-Organiz´aveis: Atuando sobre regras locais

Um Esquema de Gerenciamento para Redes de Sensores sem Fio Auto-Organiz´aveis: Atuando sobre regras locais

Abordagens tradicionais de gerenciamento de redes s˜ao baseadas no controle cen- tralizado sobre os indiv´ıduos do sistema por entidades de gerˆencia. Essa abordagem pode se tornar invi´avel para sistemas de larga escala e muito dinˆamicos, principalmente por parte de administradores, porque tal controle centralizado aumenta a complexidade de processamento da entidade central e de comunicac¸˜ao na sua interac¸˜ao com todos os ele- mentos da rede. E mesmo embora o conceito de Computac¸˜ao Autonˆomica [Kephart and Chess 2003] tenha surgido e avanc¸os relativos a ele tenham sido introduzidos no auto-gerenciamento de redes ad hoc [Shen et al. 2003] e de sensores [Ruiz et al. 2005], essas soluc¸˜oes mantˆem algumas func¸˜oes auto-organiz´aveis e ainda aplicam ou- tras atrav´es de gerentes autonˆomicos centralizados. Al´em disso, formas de ajustar as func¸˜oes auto-organiz´aveis a diferentes objetivos e requisitos n˜ao s˜ao explicitadas. Por outro lado, mantendo-se um funcionamento auto-organiz´avel, que consiste de uma abor- dagem “bottom-up”, nenhum elemento tem uma vis˜ao global da rede e autoridade para definir um comportamento diferente a outros indiv´ıduos para atender a um objetivo dife- rente. Assim, uma abordagem conjunta ´e necess´aria.
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Redes de petri híbridas diferenciais: aplicação na modelagem e no gerenciamento dinâmico de energia de redes de sensores sem fio.

Redes de petri híbridas diferenciais: aplicação na modelagem e no gerenciamento dinâmico de energia de redes de sensores sem fio.

Diferentes técnicas de DPM foram propostas para reduzir o consumo de energia em sistemas que utilizam baterias, mas poucas destas consideram eventos externos para realizar essa otimização. Em (Passos et al., 2005), é proposta uma abor- dagem para gerenciamento de energia que utiliza o forma- lismo autômato híbrido e que leva em consideração alguns requisitos da aplicação para efetuar o desligamento dos nós sensores. Porém, nesta abordagem não é considerado o ro- teamento multi-hop pelos nós sensores nem o nível de carga da bateria na tomada de decisão para o desligamento dos nós sensores. Em (Sinha and Chandrakasan, 2001) é proposto um sistema operacional que utiliza a técnica DVS (Dynamic Vol- tage Scaling) para reduzir o consumo de energia do modulo processador (CPU) do nó sensor. Nesta proposta todas as to- madas de decisão ficam restritas ao nó sensor, sem nenhuma intervenção externa. Em (Luo et al., 2005), é apresentado uma adaptação do algoritmo proposto em (Sinha and Chan- drakasan, 2001), onde são considerados outros fatores, tais como capacidade da bateria e área de cobertura nas trocas dos modos de operação do sensor.
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Desro: um protocolo de roteamento com gerenciamento dinâmico de energia para redes de sensores sem fio.

Desro: um protocolo de roteamento com gerenciamento dinâmico de energia para redes de sensores sem fio.

Os protocolos hier´arquicos foram desenvolvidos com o intuito de solucionar o desafio de esca- labilidade da RSSF atrav´es da criac¸˜ao de grupos de n´os (clusters). A comunicac¸˜ao multi-salto se d´a dentro do cluster, quando os n´os sensores enviam a informac¸˜ao at´e o l´ıder (cluster head) e o l´ıder de cada cluster envia o dado at´e o sorvedouro - possivelmente atrav´es de comunicac¸˜ao multi-salto entre os l´ıderes de grupo. Desta maneira os n´os sensores dentro de um cluster pos- suem uma vis˜ao limitada da rede n˜ao exergando al´em do seu grupo, permitindo uma economia de recursos. Os clusters s˜ao definidos a partir de informac¸˜oes como energia e proximidade dos n´os sensores. Al´em de rotear dados os l´ıderes de grupo podem executar a agregac¸˜ao de dados.
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Gerenciamento de serviços em redes de sensores sem fio autonômicas

Gerenciamento de serviços em redes de sensores sem fio autonômicas

A arquitetura e conceitos definidos para sistemas autonˆomicos aplicados `as redes devem permitir a formac¸˜ao de redes flex´ıveis e dinˆamicas em larga escala, em que as funcionali- dades de cada n´o constituinte da rede tamb´em colabore nas tarefas de gerenciamento. Para isto ´e necess´ario que o controle das func¸˜oes e operac¸˜oes dos n´os sejam realizadas automati- camente (auto-controle); al´em disso ´e necess´ario que a rede seja capaz de alterar sua operac¸˜ao (configurac¸˜ao, estados e func¸˜oes) para cooperar com variac¸˜oes do contexto em que ela se encon- tra; e por fim as redes devem ser conscientes do seu contexto de operac¸˜ao e do seu estado interno para controlar sua operac¸˜ao de acordo com um objetivo. Considerando estas caracter´ısticas, o trabalho [SCHMID; SIFALAKIS; HUTCHISON, 2006] prop˜oe que as redes autonˆomicas se- jam autom´aticas, adaptativas e auto-conscientes. Segundo o autor estas trˆes caracter´ısticas s˜ao essenciais aos sistemas autonˆomicos. O autor tamb´em apresenta trˆes formas de testar se as fun- cionalidades autonˆomicas est˜ao atuando corretamente: teste de cada uma das func¸˜oes do lac¸o de controle MAPE (ver Sec¸˜ao 2.2.1) separadamente; teste de caixa preta que avalia a disponi- bilidade do sistema e n´ıvel do servic¸o; e teste on-line que analisa um conjunto de m´etricas em tempo de execuc¸˜ao.
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Gerenciamento autonômico de energia em redes de sensores sem fio através do escalonamento de atividade dos nós

Gerenciamento autonômico de energia em redes de sensores sem fio através do escalonamento de atividade dos nós

A evolução no desenvolvimento de novos dispositivos, cada vez mais baratos e eficientes, expandiu o uso das Redes Sensores Sem Fio (RSSF) e incentivou a criação de novas aplicações, no cenário contemporâneo da Computação Ubíqua e Pervasiva. A limitação de energia, no en- tanto, continua sendo um desafio na área de RSSF. Essa situação é agravada ainda mais pela inviabilidade de recarga de energia, já que, em muitos casos, as RSSF são utilizadas em am- bientes inacessíveis. Com o barateamento dos dispositivos empregados nas RSSF, ficou mais fácil empregar redes muito densas e de larga escala nos ambientes a serem monitorados. O emprego de redes densas, que apresentam elevadouu grau de redundância dos nós, permite que a rede continue funcional mesmo com a exaustão de alguns nós. Além de oferecer tolerância a falhas, o uso de redes muito densas oferece a oportunidade da implementação de mecanismos de escalonamento dos nós redundantes, de forma que o tempo de vida da rede seja ainda melhor otimizado. Assumindo um cenário com rede muito densas, este trabalho descreve a implemen- tação de um mecanismo de escalonamento autonômico, simples, robusto e escalável, com o objetivo de melhorar ainda mais os resultados já apresentados pelo BiO4SeL, um protocolo de roteamento baseado em Colônia de Formigas e desenvolvido para maximizar o tempo de vida da rede. Os resultados mostram que o novo esquema de escalonamento, efetivamente, melhora o tempo de vida de uma RSSF baseada no BiO4SeL em cenários densos.
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DESRO: um protocolo de roteamento com gerenciamento dinâmico de energia para redes de sensores sem fio

DESRO: um protocolo de roteamento com gerenciamento dinâmico de energia para redes de sensores sem fio

Este protocolos, tamb´em chamados de protocolos geogr´aficos, utilizam a informac¸˜ao de loca- lizac¸˜ao dos n´os para determinar o melhor roteamento. Uma vantagem desta abordagem ´e que n˜ao h´a a necessidade de um identificador global dos n´os. Conhecendo a localizac¸˜ao da ´area onde se deseja capturar informac¸˜oes a transmiss˜ao de uma consulta - pelo Directed Diffusion, por exemplo - poderia ser mais eficiente, pois ser´a transmitida diretamente na direc¸˜ao da regi˜ao. A localizac¸˜ao do n´o na rede pode ser determinada com o aux´ılio de um GPS (Global Po- sitioning System), mas isso nem sempre ´e poss´ıvel devido `as restric¸˜oes dos n´os sensores. Uma alterniva ´e o emprego de t´ecnicas que estimam a distˆancia entre os n´os; sabendo a posic¸˜ao cor- reta de trˆes n´os no raio de alcance ´e poss´ıvel executar uma triangularizac¸˜ao e determinar com boa precis˜ao a localizac¸˜ao do n´o sensor. A abordagem utilizada por Shee, Wang e Hsieh (2005) ´e capaz de determinar a localizac¸˜ao dos n´os sensores sem o uso de GPS.
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Um ambiente de gerência para dispositivos de sensores em redes de sensores sem fio.

Um ambiente de gerência para dispositivos de sensores em redes de sensores sem fio.

A questão de gerência de RSSF ainda é um tema em aberto. Algumas propostas consideram uma autonomia total das RSSF em sua organização indicando uma não necessidade de gerência deste tipo de rede. No entanto, esta visão é distorcida, uma vez que na maioria dos casos será necessária a gerência deste tipo de rede para avaliar o seu funcionamento. Em [AKYILDIZ, 2010] esta questão é tratada esclarecendo que existem diversos tipos de RSSFs para as mais variadas finalidades. O que é observado na maioria dos casos é que as RSSFs operam em ambientes habitados, nos quais em boa parte existe energia para alimentar os sensores. Este cenário permite propor técnicas de gerência para um controle mais efetivo do desempenho deste tipo de rede. Este trabalho se enquadra nesta ideia de investigar formas factíveis e práticas para gerência de RSSF e sua integração com a internet. Existem algumas abordagens que sugerem utilizar alternativas para a gerência de RSSF, na tentativa de criar paradigmas de gerência centrados em arquiteturas de auto-organização e auto-gestão [XIAO, 2007].
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Um ambiente de gerência para dispositivos sensores em redes de sensores sem fio

Um ambiente de gerência para dispositivos sensores em redes de sensores sem fio

A questão de gerência de RSSF ainda é um tema em aberto. Algumas propostas consideram uma autonomia total das RSSF em sua organização indicando uma não necessidade de gerência deste tipo de rede. No entanto, esta visão é distorcida, uma vez que na maioria dos casos será necessária a gerência deste tipo de rede para avaliar o seu funcionamento. Em [AKYILDIZ, 2010] esta questão é tratada esclarecendo que existem diversos tipos de RSSFs para as mais variadas finalidades. O que é observado na maioria dos casos é que as RSSFs operam em ambientes habitados, nos quais em boa parte existe energia para alimentar os sensores. Este cenário permite propor técnicas de gerência para um controle mais efetivo do desempenho deste tipo de rede. Este trabalho se enquadra nesta ideia de investigar formas factíveis e práticas para gerência de RSSF e sua integração com a internet. Existem algumas abordagens que sugerem utilizar alternativas para a gerência de RSSF, na tentativa de criar paradigmas de gerência centrados em arquiteturas de auto-organização e auto-gestão [XIAO, 2007].
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Instrumentalização de redes de sensores sem fio

Instrumentalização de redes de sensores sem fio

O presente trabalho contribui para o conhecimento ampliado da rede, o que proporciona a abordagem dos desafios descritos na seção 2.3 de uma maneira mais eficiente. Por exemplo, em relação à vida útil, a instrumentalização possibilita o acompanhamento do consumo de energia por um determinado nó sensor, e dessa forma permite estimar a sua vida útil, ou até mesmo a vida útil da rede como um todo. No quesito qualidade de serviço, essa abordagem proporciona a avaliação da Rede de Sensor Sem Fio como um sistema inserido no ambiente, avaliando a manutenção da qualidade da conexão e os atrasos temporais envolvidos e não apenas o resultado da taxa de erro de bit (BER). Os desafios impostos devido aos aspectos temporais também podem ser instrumentalizados, possibilitando a mensuração dos tempos envolvidos, que podem ser categorizados como atrasos devido ao envio, processamento e recebimento de mensagens. Com essas informações o projetista da rede, pode verificar quais são os pontos críticos do projeto.
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Auto-organização em redes de sensores sem fio

Auto-organização em redes de sensores sem fio

• Auto-Adaptação da Função Auto-organizável  Considera a mudança de uma per- cepção global da rede que pode demandar um comportamento auto-organizável diferente. Este estudo de caso apresenta diferentes estratégias para a criação de infra-estrutura de roteamento de forma auto-organizável, sendo que uma regra adaptativa aplicada por uma entidade de gerenciamento autonômica muda a es- tratégia de roteamento adotada conforme sua percepção global da rede, causando um comportamento híbrido dos mecanismos citados. Como resultado, mostrou-se a viabilidade de uma entidade de gerência autônoma atuar globalmente na rede sem a necessidade de monitorar e atuar sobre cada elemento individualmente. As vantagens do esquema proposto são: (i) ele permite a aplicação de funções auto-organizáveis em um nível mais baixo para um apropriado funcionamento da rede com todas as vantagens particulares dessa abordagem, ou seja, levando em conside- ração questões locais para seu funcionamento; (ii) o esquema permite a mudança do comportamento do sistema quando necessário considerando os objetivos e percepções globais da rede, não sendo voltado ao monitoramento e controle de indivíduos; (iii) o esquema explicita aspectos importantes de projeto de soluções de gerenciamento para RSSFs que podem guiar novos desenvolvimentos. (iv) ele apresenta uma visão com- plementar aos trabalhos da literatura para a aplicação de funções auto-organizáveis e seu gerenciamento e, assim, também avança no relacionamento entre os conceitos de auto-organização e auto-gerenciamento.
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Um protocolo para reconfiguração de redes de sensores sem fio

Um protocolo para reconfiguração de redes de sensores sem fio

• Codificação: A maioria dos protocolos de reprogramação disseminam a imagem do programa através da rede. No entanto, o overhead pode ser muito alto em situações em que apenas pequenas mudanças ocorreram entre as versões mais antigas e mais nova do programa. Abordagens que utilizam atualizações incre- mentais realizam a comparação entre as versões antigas e as novas do programa e transmitem apenas o que foi modificado. O protocolo Incremental Network Programming [Jeong & Culler, 2004] utiliza um algoritmo que realiza essa com- paração especialmente otimizado para nós sensores com fortes restrições de re- cursos. Tricle [Levis et al., 2004] realiza a transmissão de scripts para a máquina virtual conhecida como Maté, e não código nativo compilado na linguagem nesC, comumente utilizada nas plataformas de sensores existentes. Apesar dos scripts Maté serem menores e mais simples de serem escritos que código nesC, esses scripts são limitados às funcionalidades da máquina virtual e não são tão fle- xíveis quanto a linguagem nesC. Rateless Deluge [Hagedorn et al., 2008] é uma modificação do protocolo Deluge [Hui & Culler, 2004], o qual faz uso de Network Coding [Shoup, 2005]. Nessa abordagem, o programa é codificado de tal ma- neira que uma quantidade maior de dados é enviada, no entanto, a perda de uma quantidade mínima de pacotes é tolerada.
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Algoritmos para controle de densidade em redes de sensores sem fio

Algoritmos para controle de densidade em redes de sensores sem fio

Megerian & Potkonjak [2003] propõem diversos modelos de Programação Linear In- teira (PLI) para resolver o problema de cobertura em RSSFs. Chakrabarty et al. [2002] apre- sentam um modelo de programação linear inteira que minimiza o custo de posicionar nós sensores heterogêneos na área de monitoramento de modo a garante a sua cobertura. O problema apresentado possui duas abordagens: o posicionamento a custo mínimo e o posi- cionamento para localização e detecção de alvos na área. Em ambas abordagens o problema é definir a localização dos nós sensores em uma grade garantindo os requisitos de cobertura. Esta abordagem é bastante similar ao modelo matemático da abordagem periódica apresen- tado neste trabalho, porém não trabalha com a otimização da energia consumida da rede. Esses trabalhos têm diversas similaridades à aqui proposta, porém lida apenas com o pro- blema de forma estática, ou seja, propõem uma solução para uma determinada configuração da rede em um determinado estado de tempo. Além disso não há uma definição formal de como utilizá-las em diversos períodos de tempo como proposto pela abordagem periódica aqui apresentada, uma vez que para isso têm que ser levados em consideração fatores como periodicidade para geração da nova solução, atualização de dados sobre nós disponíveis e energia residual, tratamento de falhas, entre outros fatores.
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SKMotes : um kernel  para nós de redes de sensores sem fio

SKMotes : um kernel para nós de redes de sensores sem fio

2002), a qual ´e localizada a 15 km ao sul da Mount Desert Island, Maine nos Estados Unidos. O objetivo do projeto ´e monitorar o comportamento de uma esp´ecie de ave marinha que habita a ilha. O projeto possui uma s´erie de caracter´ısticas interessantes, como: arquitetura de rede hier´arquica; possibilidade de longos per´ıodos de opera¸c˜ao sem manuten¸c˜ao das baterias; gerenciamento remoto; dentre outras. O emprego de RSSFs no monitoramento de animais traz uma grande vantagem, pois minimiza a presen¸ca dos pesquisadores no ambiente, o que permite visualizar o real comportamento dos esp´ecimes. Outra aplica¸c˜ao bem sucedida de RSSFs no monitoramento ambiental ´e o projeto ZebraNet ( JUANG et al. , 2002), que permitiu a observa¸c˜ao do comportamento de animais selvagens no Centro de Pesquisas Mpala no Quˆenia. O interesse do projeto ´e o comporta- mento individual dos animais, intera¸c˜oes entre esp´ecies e o impacto do desenvolvimento humano nessas esp´ecies. Os animais s˜ao equipados com os n´os sensores. Um receptor GPS ´e integrado em cada n´o para fornecer a posi¸c˜ao e velocidade estimadas. Cada n´o ar- mazena as medi¸c˜oes de seus sensores em intervalos de 3 minutos. Em intervalos regulares, uma esta¸c˜ao base m´ovel se movimenta pela regi˜ao, coletando as informa¸c˜oes armazenadas nos n´os sensores.
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Produção sustentável em áreas já convertidas para o uso agropecuário (com base no Plano ABC)

Produção sustentável em áreas já convertidas para o uso agropecuário (com base no Plano ABC)

Entre todas as projeções, as de floresta solteira (Floresta Convencional e Floresta Cultivo Mínimo) são aquelas que apresentam o melhor tempo de retorno (7 anos), ou seja, após o prime[r]

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Algoritmo para localização em redes de sensores sem fio

Algoritmo para localização em redes de sensores sem fio

distânia para pelo menos três nós de referênia om posições onheidas, e desde que. elas tenham um posiionamento favorável ao redor do nó[r]

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Fusão de dados em redes de sensores sem fio.

Fusão de dados em redes de sensores sem fio.

Este trabalho oferece uma discussão geral sobre o tema de fusão de dados em redes de sensores sem fio (RSSFs) que permite: (i) a identificação de problemas em aberto e (ii) o entendimento dos requisitos e implicações do uso de fusão de dados em RSSFs. Esta discussão é feita através de um levantamento bibliográfico do estado-da-arte envolvendo fusão de dados em RSSFs. Analisando as arquiteturas, modelos e méto- dos de fusão de dados identificados neste levantamento bibliográfico, é proposto um arcabouço (framework ), chamado Diffuse, que compreende as principais funções e atividades de um processo genérico de fusão de dados e uma API que implementa métodos de fusão freqüentemente utilizados em RSSFs. O Diffuse é, portanto, uma ferramenta que permite ao projetista refletir e avaliar quais tipos e quais métodos de fusão de dados podem ser utilizados em sua solução, e como especificamente estes métodos podem ser usados para compor uma tarefa ou uma aplicação de fusão de dados. Embora o Diffuse possa ser aplicado em diferentes contextos, como prova- de-conceito, este trabalho mostra como o Diffuse pode ser usado para projetar uma solução econômica (em termos de consumo de energia) que ofereça um serviço con- fiável (tolerante a falhas) de roteamento. Os resultados aqui apresentados mostram que a abordagem proposta é capaz de reduzir o custo de comunicação para prover tal serviço. Em alguns casos, o tráfego gerado por esta abordagem chega a ser 85% inferior ao tráfego gerado por soluções freqüentemente utilizadas em RSSFs. Além disso, este trabalho propõe uma estratégia de roteamento, baseada em atribuição de papéis, para garantir a execução de uma aplicação de fusão de dados. Neste caso, baseando-se na premissa de que fusão de dados é utilizada pela aplicação para detecção de eventos, é proposto um algoritmo de atribuição de papéis, chamado InFRA, que organiza a rede somente quando um evento é detectado. De maneira resumida, o InFRA é um algoritmo reativo de atribuição de papéis que procura pelas menores rotas (conectando os nós fontes aos sorvedouros) que maximizam a agregação de dados. Os resultados apresentados mostram que, em alguns casos, o InFRA utiliza apenas 70% da energia gasta por outros algoritmos de roteamento usualmente adotados em RSSFs.
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Marcos Aurelio Saquet Doutor em Geografia pela FCTUNESP (2001) Professor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Unioeste Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq Endereço eletrônico: saquetmarcoshotmail.com Marcos Leandro Mondardo Mestre em Ge

Marcos Aurelio Saquet Doutor em Geografia pela FCTUNESP (2001) Professor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Unioeste Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq Endereço eletrônico: saquetmarcoshotmail.com Marcos Leandro Mondardo Mestre em Ge

Isso aconteceu, no final do século XIX, quando os italianos tentavam, objetiva e subjetivamente, reproduzir aspectos da forma de vida que tinham naquele país no Sul do Brasil. Podemos lembrar o cultivo das parreiras, a polenta, os queijos, a religiosidade e assim por diante: são muitos os traços que caracterizam muito bem esse grupo social sem se desligar dos italianos que permaneceram naquele país. Redes de relações cristalizadas com os nativos (indígenas e caboclos), com portugueses e alemães no início da instalação no Sul do Brasil. Com o passar dos anos, redes foram intensificadas, especialmente a partir dos 1980, com as inovações técnicas, tecnológicas e com a miscigenação: ainda hoje há ligações entre descendentes daquelas famílias que migraram e seus parentes na Itália.
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