Top PDF Avaliação das condições pulmonares funcionais pré radioterapia no tratamento do câncer de mama

Avaliação das condições pulmonares funcionais pré radioterapia no tratamento do câncer de mama

Avaliação das condições pulmonares funcionais pré radioterapia no tratamento do câncer de mama

A indicação de diferentes tipos de cirurgia depende do estadiamento clínico e do tipo histológico do tumor, podendo ser conservadora, fazendo-se a ressecção de um segmento da mama (engloba setorectomia, tumorectomia alargada e quadrantectomia), ou não conservadora (mastectomias) associadas à retirada dos gânglios axilares ou linfonodo sentinela (técnica baseada na retirada do primeiro linfonodo a receber células metastáticas do tumor primário) (CONSENSO, 2004; LUINI et al., 2007; ACS, 2009). Se células cancerosas são encontradas nas margens do tecido mamário removido, tem-se margem positiva. Quando estas células não são encontradas, tem-se margem negativa. A presença de margem positiva significa que algumas células cancerosas podem não ter sido retiradas durante a cirurgia. Sendo assim, é necessário um novo tempo cirúrgico e para conseguir uma margem cirúrgica negativa pode vir a ser necessária a realização de uma mastectomia (ACS, 2009). As mastectomias ainda são os tratamentos mais utilizados no Brasil, devido ao grande número de casos diagnosticados em estágios mais avançados. Estas envolvem a remoção de todo o tecido mamário, incluindo o mamilo, e a musculatura peitoral tende a ser preservada. As principais indicações para extirpação da mama recaem sobre tumores extensos (maiores do que 3 a 4 cm, ou quando a relação entre tamanho do tumor e da mama não permite resultados estéticos adequados), tumores multifocais, presença de microcalcificacões que se estendem além de um quadrante, ou de condições que contra-indiquem o tratamento radioterápico adjuvante à cirurgia conservadora como gravidez e colagenoses (VERONESI et al., 1993; BRORSON, 1998; ACS, 2009).
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Avaliação dos fatores de risco no linfedema pós-tratamento de câncer de mama.

Avaliação dos fatores de risco no linfedema pós-tratamento de câncer de mama.

7. Kwan W, Jackson J, Weir LM, Dingee C, McGregor G, Olivotto IA. Chronic arm morbidity after curative breast cancer treatment: pre- valence and impact on quality of life. J Clin Oncol. 2002;20:4242-8. 8. Bergmann A, Mattos IE, Koifman RJ. Diagnótico do linfedema: aná- lise dos métodos empregados na avaliação do membro superior após linfadenectomia axilar para tratamento do câncer de mama. Rev Bras Cancerol. 2004;50:311-20.

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Avaliação de um esquema alternativo de aplicação da dose de reforço de radioterapia (BOOST) em pacientes com câncer de mama visando diminuir o tempo total de tratamento

Avaliação de um esquema alternativo de aplicação da dose de reforço de radioterapia (BOOST) em pacientes com câncer de mama visando diminuir o tempo total de tratamento

Estudo americano muito semelhante, em caráter nacional, também investigou o banco de dados dos EUA (SEER- Surveillance Epidemiology End Results) e identificou 21.135 pacientes maiores de 30 anos com tumores de mama estádio I ou II diagnosticadas em dois anos consecutivos. Foram excluídas 3.406 por falta de informação geográfica. Na época do estudo existiam 1,257 hospitais que ofereciam serviços de radioterapia nos EUA, sendo que 7.384 pacientes receberam cirurgia conservadora. Destas, 75% submeteram-se à radioterapia. A distância média da residência até o hospital foi de 4,1 milhas (6,6 km) e 89% das pacientes moravam à distância de até 15 milhas. Entre todas as 17.729 pacientes, os resultados mostraram, novamente, que mulheres que residiam a mais de 15 milhas do centro de radioterapia tinham menos probabilidade de receber o tratamento conservador e mais probabilidade de serem submetidas a mastectomia, apesar de potencialmente candidatas ao tratamento conservador) (odds ratio [OR] 0,52; 95% intervalo de confiança [IC] = 0,46-0,58). Nesse estudo, o resultado não teve dependência da idade. Entre as 7.187 pacientes que receberam tratamento conservador, a probabilidade de receber o tratamento corretamente (com adição de RT adjuvante) foi mais baixa entre mulheres que moravam a mais de 40 milhas do centro de tratamento (64 km) (OR = 0,55; 95% IC - 0,37-0.82) 71,103 .
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Avaliação do tratamento adjuvante com tamoxifeno em mulheres com câncer de mama

Avaliação do tratamento adjuvante com tamoxifeno em mulheres com câncer de mama

O câncer de mama foi descrito há muitos anos e documentado, pela primeira vez, por Imhotep, médico, astrólogo e arquiteto egípcio, nascido em 2.650 antes de Cristo (a.C.) que recomendava àquela época, como tratamento, a cauterização do tecido doente. Tamoxifeno é o fármaco mais prescrito no tratamento do câncer de mama. Sua utilização é principalmente na modalidade adjuvante, em pacientes pré ou pós menopausadas, receptor de estrógeno e/ou progesterona positivos. É também utilizado no tratamento da doença localmente avançada e metastática e em menor proporção nas pacientes com contra-indicação formal de cirurgia ou que se recusam a se submeter a esta modalidade de tratamento. Na neo-adjuvância é utilizada apenas em ensaios clínicos. O tamoxifeno também diminui, na adjuvância por cinco anos, a probabilidade de recidiva em 47% e de morte por câncer de mama em 26% e os dois principais efeitos colaterais, apesar de raros, são aumento da prevalência de câncer de endométrio e de fenômenos tromboembólicos. Este estudo teve como objetivo principal avaliar as pacientes portadoras de câncer de mama, no Instituto do Câncer do Ceará, tratadas com tamoxifeno de forma adjuvante, no período de janeiro de 1993 a 1996, com relação aos principais benefícios e efeitos colaterais, bem como análise de sobrevivência. Prontuários de setecentos e quarenta e duas pacientes foram analisados no que diz respeito aos dados sócio- demográficos, idade, status menopausal, estadiamento clínico e patológico, dosagem de receptores de estrógeno e progesterona, casos de câncer de endométrio, principais sítios de metástases, modalidade de tratamento cirúrgico, radioterápico e quimioterápico, causas de óbito, tipo histológico, status dos linfonodos axilares e análise de sobrevivência de acordo com o estadiamento. Concluiu-se que a maioria dos dados estão de acordo com a literatura e que o prejuízo da análise foi resultante da qualidade dos registros realizados nos prontuários, devendo cada vez mais os médicos serem estimulados a documentar, de forma clara e legível, o maior número de informações possíveis, não apenas as positivas, mas todas aquelas que, mais freqüentemente, possam ter relação com a utilização de qualquer medicamento prescrito.
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Avaliação do tempo para acesso ao tratamento do câncer de mama no Distrito Federal

Avaliação do tempo para acesso ao tratamento do câncer de mama no Distrito Federal

A alta taxa de mortalidade do câncer de mama em países em desenvolvimento é associada à falta de programas de detecção precoce, ao retardo no diagnóstico e tratamento, bem como às diiculdades para acesso aos serviços de saúde. O objetivo desse estudo foi identiicar artigos que associaram o retardo no diagnóstico e tratamento com a evolução do câncer de mama, veriicar os fatores associados ao atraso e apontar sugestões para minimizar o atraso no diagnóstico e tratamento do câncer de mama. Foi realizada uma revisão bibliográica em diferentes bases de dados da internet entre janeiro e junho de 2011. Foram encontrados diversos artigos que associaram o atraso no diagnóstico e tratamento do câncer de mama a menor sobrevida, a estádio mais avançado, a comprometimento de linfonodos axilares e tumor com maior tamanho. Também foi identiicada associação desse atraso com a cor negra, baixo nível de instrução e menor renda. Outros artigos não associaram o atraso com pior prognóstico, porém isso pode ser decorrente do uso de diferentes metodologias. Para reduzir o atraso, é fundamental a organização do serviço de saúde a im de proporcionar o diagnóstico precoce através de maior educação da população sobre o câncer de mama, da implantação de um programa de rastreamento, do rápido encaminhamento dos casos suspeitos para outros níveis de assistência e da adequação dos métodos diagnósticos e de tratamento. Melhorar a estruturação e funcionamento dos serviços de saúde é um fator imprescindível e urgente para atender ao aumento dos casos de câncer de mama de forma adequada.
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AVALIAÇÃO DA ESPIROMETRIA NO PRÉ E PÓS OPERATÓRIO DE PACIENTES SUBMETIDAS A MASTECTOMIA TOTAL E QUADRANTECTOMIA NO HOSPITAL OPHIR LOYOLA DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v15i2.4236

AVALIAÇÃO DA ESPIROMETRIA NO PRÉ E PÓS OPERATÓRIO DE PACIENTES SUBMETIDAS A MASTECTOMIA TOTAL E QUADRANTECTOMIA NO HOSPITAL OPHIR LOYOLA DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v15i2.4236

Segundo Abreu et al (2014), uma pesquisa com 20 mulheres, sendo estás dividas em 3 grupos onde o grupo 1 foi formado por mulheres que realizaram a cirurgia de mastectomia radical, o grupo 2, mulheres que realizaram a cirurgia de mastectomia + reconstrução mamaria com prótese e o grupo 3, mulheres que realizaram a cirurgia de quadrantectomia, destacando-se que ao comparar os três grupos entre si, houve uma homogeneidade na análise, devido em todos os tipos de atos cirúrgicos para tratamento de câncer de mama ocorrer fraqueza da musculatura ventilatória e a disfunção diafragmática acarretando a diminuição das funções respiratórias e a semelhança entre os valores.
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Avaliação das reações agudas da pele e seus fatores de risco em pacientes com câncer de mama submetidas a radioterapia

Avaliação das reações agudas da pele e seus fatores de risco em pacientes com câncer de mama submetidas a radioterapia

Neste estudo, a média da idade das pacientes que tiveram reação grau 3 foi maior. Observou-se diferença entre a média da idade das pacientes com reação graus 1 ou 2 (58,31) e grau 3 (64,47), que permitiram apenas significância limítrofe, provavelmente devido ao tamanho da amostra (p = 0,062), sugerindo porém, tendência para ocorrer reação grau 3 em mulheres mais velhas. A literatura mostra que a radioterapia é bem tolerada em pacientes idosas, não sendo motivo único para contra- indicação ao tratamento (48) . Alguns autores argumentam que, devido ao menor índice de mitose na pele do idoso, esta seria menos sensível à radiação, que destrói as células principalmente em fase de mitose e, como conseqüência, causa menor reação de pele (40) . Porém, os idosos apresentam diminuição na produção de colágeno e
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Radiol Bras  vol.40 número6

Radiol Bras vol.40 número6

A radioterapia intra-operatória com dose única de elétrons (ELIOT) no tratamento con- servador do câncer de mama é uma possibili- dade em avaliação em estudos clínicos. O custo financeiro de um acelerador linear móvel com braço robótico, utilizado na ELIOT, é proibitivo para países pobres. O objetivo deste estudo foi avaliar a factibilidade da ELIOT na sala do ace- lerador linear do serviço de radioterapia no tra- tamento do câncer de mama em estágios ini- ciais.

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Hipoestesia, dor e incapacidade no membro superior após radioterapia adjuvante no tratamento para câncer de mama.

Hipoestesia, dor e incapacidade no membro superior após radioterapia adjuvante no tratamento para câncer de mama.

Durante a avaliação inicial, nove mulheres não apre- sentaram dor, entretanto após a RT, apenas duas não relataram características dolorosas, o que foi conir- mado pelos valores inais de PRI, NWC e escala de dor no SPADI. Quanto à escala de incapacidade no SPADI, cinco pacientes apresentaram escores com va- lor zero inicialmente, sendo que apenas uma perma- neceu com esse resultado ao inal da RT. Tais achados conirmam possibilidade de complicações físico-fun- cionais potencializadas pela RT 7,13 .

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Impacto da radioterapia torácica na função respiratória e capacidade de exercício em pacientes com câncer de mama

Impacto da radioterapia torácica na função respiratória e capacidade de exercício em pacientes com câncer de mama

Objetivo: Avaliar o impacto da radioterapia torácica na função respiratória e capacidade de exercício em pacientes com câncer de mama. Métodos: Pacientes com câncer de mama com indicação de radioterapia torácica após tratamento cirúrgico e quimioterápico foram submetidas a TCAR, avaliação respiratória e avaliação da capacidade de exercício antes da radioterapia torácica e três meses após o término do tratamento. Foram realizados teste de força muscular respiratória, medição da mobilidade torácica e prova de função pulmonar completa para a avaliação respiratória; realizou-se teste de exercício cardiopulmonar para avaliar a capacidade de exercício. A dose total de radioterapia foi de 50,4 Gy (1,8 Gy/fração) na mama ou na parede torácica, incluindo ou não a fossa supraclavicular (FSC). Histogramas dose-volume foram calculados para cada paciente com especial atenção para o volume pulmonar ipsilateral que recebeu 25 Gy (V 25 ), em números absolutos e relativos, e a dose pulmonar média. Resultados: O estudo incluiu 37 pacientes. Após a radioterapia, observou-se diminuição signifi cativa da força muscular respiratória, mobilidade torácica, capacidade de exercício e resultados da prova de função pulmonar (p < 0,05). A DLCO permaneceu inalterada. A TCAR mostrou alterações relacionadas à radioterapia em 87% das pacientes, o que foi mais evidente nas pacientes submetidas à irradiação da FSC. O V 25 % correlacionou-se signifi cativamente com a pneumonite por radiação. Conclusões: Em nossa amostra de pacientes com câncer de mama, a radioterapia torácica parece ter causado perdas signifi cativas na capacidade respiratória e de exercício, provavelmente por causa da restrição torácica; a irradiação da FSC representou um fator de risco adicional para o desenvolvimento de pneumonite por radiação.
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Qualidade de vida e toxicidade por radiação em pacientes com câncer ginecológico e mama.

Qualidade de vida e toxicidade por radiação em pacientes com câncer ginecológico e mama.

instrumento contém 30 questões compostas por escalas com múltiplos itens e medidas de item único, que visam refletir a multi- dimensionalidade do construto QV. Inclui cinco escalas funcionais (função física, função cognitiva, função emocional, função social e desempenho de papéis), três escalas de sintomas (fadiga, dor, náuseas e vômitos), uma escala de QV e saúde global, seis outros itens que avaliam sintomas comumente relatados por pacientes com câncer (dispneia, falta de apetite-anorexia, insônia, consti- pação e diarreia) e escala de avaliação do impacto financeiro do tratamento e da doença. Os escores das escalas e das medidas variam de zero a 100, sendo que um alto valor do escore repre- senta um alto nível de resposta. Assim, se o escore apresentado na escala funcional for alto, isso representa um nível funcional saudável, enquanto um escore alto na escala de sintomas repre- senta um nível alto de sintomatologia e efeitos colaterais 8 .
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Radioterapia intraoperatória como protocolo de tratamento do câncer de mama inicial.

Radioterapia intraoperatória como protocolo de tratamento do câncer de mama inicial.

Após aprovação pela Comissão de Ética e do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE), CEP/Einstein número 04/87, iniciou-se o estu- do em junho de 2004 com encerramento em junho de 2010. Das inicialmente 104 pacientes recrutadas, foram avaliadas 50 que preencheram os seguintes critérios: pacientes menopausadas (cirúrgica ou naturalmente – ausência de ciclos menstruais há mais de 1 ano); au- sência de tratamento adicional prévio ou concomitante para o câncer de mama; histologia de carcinoma duc- tal invasivo, medular, coloide ou tubular; ausência de componente intraductal extenso; margens cirúrgicas negativas na avaliação intraoperatória; lesões com diâ- metro clínico ≤2,5cm; tumor de mama unilateral sem evidência clínica de multicentricidade e multifocalidade (avaliado por meio de exame clínico, ultrassonografia, mamografia e ressonância magnética com contraste); e ausência de neoplasia anterior, exceto neoplasia de pele não melanoma.
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Impacto da radioterapia torácica na função respiratória e capacidade de exercício em pacientes com câncer de mama

Impacto da radioterapia torácica na função respiratória e capacidade de exercício em pacientes com câncer de mama

Objetivo: Avaliar o impacto da radioterapia torácica na função respiratória e capacidade de exercício em pacientes com câncer de mama. Métodos: Pacientes com câncer de mama com indicação de radioterapia torácica após tratamento cirúrgico e quimioterápico foram submetidas a TCAR, avaliação respiratória e avaliação da capacidade de exercício antes da radioterapia torácica e três meses após o término do tratamento. Foram realizados teste de força muscular respiratória, medição da mobilidade torácica e prova de função pulmonar completa para a avaliação respiratória; realizou-se teste de exercício cardiopulmonar para avaliar a capacidade de exercício. A dose total de radioterapia foi de 50,4 Gy (1,8 Gy/fração) na mama ou na parede torácica, incluindo ou não a fossa supraclavicular (FSC). Histogramas dose-volume foram calculados para cada paciente com especial atenção para o volume pulmonar ipsilateral que recebeu 25 Gy (V 25 ), em números absolutos e relativos, e a dose pulmonar média. Resultados: O estudo incluiu 37 pacientes. Após a radioterapia, observou-se diminuição significativa da força muscular respiratória, mobilidade torácica, capacidade de exercício e resultados da prova de função pulmonar (p < 0,05). A DLCO permaneceu inalterada. A TCAR mostrou alterações relacionadas à radioterapia em 87% das pacientes, o que foi mais evidente nas pacientes submetidas à irradiação da FSC. O V 25 % correlacionou-se significativamente com a pneumonite por radiação. Conclusões: Em nossa amostra de pacientes com câncer de mama, a radioterapia torácica parece ter causado perdas significativas na capacidade respiratória e de exercício, provavelmente por causa da restrição torácica; a irradiação da FSC representou um fator de risco adicional para o desenvolvimento de pneumonite por radiação.
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Efeito da radioterapia na função pulmonar e na fadiga de mulheres em tratamento para o câncer de mama.

Efeito da radioterapia na função pulmonar e na fadiga de mulheres em tratamento para o câncer de mama.

Mesmo não havendo grupo controle e pequeno tempo de seguimento, avaliar a fadiga é um impor- tante parâmetro clínico que reflete diversos aspectos físicos, funcionais, emocionais e familiares. Espera-se que estes resultados possam contribuir para os serviços de Oncologia, para os profissionais envolvidos com a reabilitação e também para estratégias preventivas ou terapêuticas das potenciais lesões pulmonares, da fa- diga e prejuízos físico-funcionais, uma vez que a RT ainda faz parte do tratamento complementar do cân- cer de mama.

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Função pulmonar em mulheres com câncer de mama submetidas à radioterapia: um estudo piloto.

Função pulmonar em mulheres com câncer de mama submetidas à radioterapia: um estudo piloto.

Assim, a radioterapia torácica para o câncer de mama pode causar diminui- ção da capacidade inspiratória e da ca- pacidade vital, interferindo no volume pulmonar e na força muscular respira- tória. Nesse sentido, cumpre detectar alterações pulmonares funcionais, por meio de instrumentos de uso rotineiro e acessível. Tal análise das alterações pul- monares funcionais em resposta à radi- oterapia decorrente do tratamento do câncer de mama pode subsidiar a prática clínica de fisioterapeutas envolvidos na reabilitação dessa clientela, auxiliando na determinação de novos protocolos, complementando o acompanhamento dessas pacientes. Este estudo teve pois como objetivo detectar, por instrumen- tos de uso rotineiro, alterações pulmo- nares funcionais decorrentes da radio- terapia no tratamento do câncer de mama.
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Radioterapia como tratamento exclusivo no câncer avançado da laringe.

Radioterapia como tratamento exclusivo no câncer avançado da laringe.

A busca de soluções alternativas para o tratamento do câncer avançado da laringe tem sido uma constante nos Serviços de Cirurgia de Cabeça e Pescoço, seja na tentati- va de oferecer-se opções aos pacientes que se recusam à terapia cirúrgica, seja para aqueles que não apresentam condições clínicas gerais de se submeterem a tal procedi- mento 1-13 .

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Síndrome dolorosa pós-mastectomia: a magnitude do problema.

Síndrome dolorosa pós-mastectomia: a magnitude do problema.

definir a dor crônica após o tratamento cirúrgico para o cân- cer de mama. Esses pesquisadores distinguem quatro subtipos de dor neuropática resultantes dos procedimentos cirúrgicos para tratamento do câncer de mama: 1 - dor da mama fantasma - que é a experiência sensorial dolorosa da mama removida como se esta ainda estivesse presente; 2 - neuralgia do intercostobraquial - definida como dor e alte- rações sensitivas na distribuição do nervo intercostobraquial que se segue ao tratamento cirúrgico do câncer mamário com ou sem linfadenectomia axilar. A SDPM está incluída neste subtipo de dor crônica pós-mastectomia. O risco de lesão nervosa durante o ato cirúrgico pode ser semelhante para as operações radicais e conservadoras e está na de- pendência das alterações anatômicas apresentadas por
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Metástases pulmonares em homem: localização incomum do tumor primário.

Metástases pulmonares em homem: localização incomum do tumor primário.

Para homens com a doença sem metástases, recomenda-se atualmente mastectomia radical modificada com linfadenectomia axilar total, seguida de radioterapia adjuvante. A cirurgia conservadora não é usualmente realizada, por serem pequenas as dimensões da mama masculina e pela ausência de problemas psicológicos com relação ao procedimento em homens, diferentemente das mulheres. (15,18)

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PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 2 21 portugues

PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 2 21 portugues

sobre fatores prognósticos e tratamento desta neoplasia em homens. Em contraste com a crescente incidência dos casos na mulher, no homem a incidência do câncer de mama se manteve estável nas últimas quatro décadas, apresentando um aumento exponencial com a idade. As informações acumuladas sugerem que esta neoplasia apresenta o mesmo comportamento e prognóstico em ambos os sexos, quando em estádios iguais. Infelizmente, o diagnóstico em pacientes masculinos é tardio, devido ao desconhecimento do problema pelo paciente e, muitas vezes, pelo médico. (2)
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Seqüelas endócrinas da radioterapia no tratamento do câncer na infância e adolescência.

Seqüelas endócrinas da radioterapia no tratamento do câncer na infância e adolescência.

A radioterapia resulta em endocrinopatias, osteoporose, obesidade e seqüelas neurológicas em pacientes tratados por câncer. A deficiência de GH é a complicação mais freqüente no eixo hipotálamo-hipofisário. A freqüência, prazo de surgimento e gravidade da deficiência de GH dependem da dose recebida durante a irradiação craniana, mas idade à radioterapia e fracionamento da dose também são variáveis importantes. Outras anormalidades do eixo hipotálamo-hipofisário são igualmente dose-dependentes. Baixas doses de irradiação induzem puberdade precoce ou avançada, enquanto altas doses provocam deficiência gonadotrópica. Complicações endócrinas secundárias à irradiação periférica, como distúrbios gonadais ou tireoidianos são descritos. Mesmo com secreção normal de GH, o crescimento pode ser comprometido por lesões ósseas após irradiação corporal total ou crânio-espinhal. Resultados melhores sobre a estatura final têm sido obtidos com reposição de GH em associação com o tratamento da puberdade precoce ou avançada. O objetivo desta revisão é a abordagem das seqüelas endócrinas tardias da radioterapia. (Arq Bras Endocrinol Metab 2005;49/5:825-832)
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