Top PDF Avaliação da casca proteinada de soja em dietas para ovinos.

Avaliação da casca proteinada de soja em dietas para ovinos.

Avaliação da casca proteinada de soja em dietas para ovinos.

RESUMO. Foi avaliada a utilização de cinco níveis de casca proteinada de soja (0, 4, 8, 12 e 16%) em substituição ao farelo de soja em dietas para ovinos em confinamento. Foram avaliados o desempenho, o consumo, a digestibilidade dos nutrientes e os balanços energético e nitrogenado em função da dieta. Vinte cordeiros da raça Texel, com peso vivo médio inicial de 28 kg, foram distribuídos em delineamento inteiramente casualizado com cinco tratamentos e quatro repetições. A dieta foi composta de 30% de volumoso e 70% de concentrado. O farelo de soja dos concentrados foi gradativamente substituído pela casca proteinada de soja (CPS). O consumo de nutrientes, a conversão alimentar e o ganho de peso não foram influenciados pelo aumento do nível de inclusão da CPS na dieta. Os níveis de CPS também não influenciaram as digestibilidades da MS, MO, N (PB), FDN e EB e os balanços energético e nitrogenado.
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Comportamento ingestivo de ovinos e digestibilidade aparente dos nutrientes de dietas contendo casca de soja.

Comportamento ingestivo de ovinos e digestibilidade aparente dos nutrientes de dietas contendo casca de soja.

cada subperíodo experimental, foi avaliado o comporta- mento ingestivo de todos os animais, individualmente, durante 24 horas, com observações a cada cinco minu- tos (Weidner & Grant, 1994a, 1994b; Abel-Caines et al., 1997), para determinar o tempo empregado na ingestão e ruminação em minutos por dia. O tempo total de cada atividade foi calculado, multiplicando-se o número total de observações por cinco. A atividade de mastigação foi calculada pela soma das atividades de ingestão e ruminação, conforme Armentano & Pereira (1997). As atividades de ruminação, ingestão e mastigação fo- ram expressas em minutos por dia, minutos por grama de MS e minutos por grama de FDN consumida. Tam- bém foram consideradas na análise as observações fei- tas a cada 10 e 15 minutos. Foram realizados cálculos utilizando os dados obtidos a cada cinco minutos, a fim de avaliar a precisão das observações, quando são registradas em intervalos maiores do que cinco minu- tos. As rações foram fornecidas pela manhã, antes do início da avaliação do comportamento ingestivo.
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Substituição do farelo de soja pela torta de mamona destoxificada em dietas para ovinos: valor nutritivo e desempenho bioeconômico

Substituição do farelo de soja pela torta de mamona destoxificada em dietas para ovinos: valor nutritivo e desempenho bioeconômico

Objetivou-se avaliar o efeito de diferentes níveis de substituição do farelo de soja (FS) pela torta de mamona destoxificada (TMD) sobre o desempenho e a avaliação econômica da alimentação de ovinos. Foram utilizados 20 animais, mestiços, machos, inteiros, com peso vivo médio de 18,7 ± 1,62 kg e idade média de 6,5 meses, e distribuídos num delineamento de blocos completos casualizados com quatro tratamentos de 0, 33, 67 e 100% de substituição, com base da matéria seca. O volumoso utilizado foi o feno de capim-tifton-85. O período experimental teve duração até a média dos animais em cada tratamento atingir 30 kg PV, onde ao final, todos foram abatidos. Para se efetuar a análise econômica foram considerados os preços de mercado obtidos para os ingredientes das rações e para o peso vivo dos borregos. A análise foi feita com vistas a determinar as condições mínimas necessárias para tornar o empreendimento menos lucrativo economicamente viável. De posse do custo de cada ração e do consumo de matéria seca das mesmas, foram analisados os indicadores técnicos, zootécnicos e econômicos utilizando-se planilhas do Programa Excel ® . A produção diária (kg peso vivo, kg de carcaça e corte comercial) foi maior nos ovinos consumindo de 0% TMD em relação aos demais níveis, sendo o mesmo ocorrendo para área utilizada (ha) devido ao maior consumo de volumoso desses animais. A renda bruta da atividade para produção de kg/PV (R$/mês) foi superior para o nível 0% de substituição do FS pela TMD, devido a uma maior eficiência alimentar dos animais neste nível de substituição. A maior renda obtida com a venda de carcaças em relação ao peso vivo está relacionada à maior receita gerada pelas mesmas associadas à venda de outros produtos como vísceras e peles. Analisando o lucro da atividade (R$/mês) dos animais que receberam torta de mamona destoxificada em sua dieta, verificou-se que decréscimos no lucro à medida que foi adicionada TMD às dietas. A mesma resposta foi observada quanto à venda de carcaça. A utilização da torta de mamona destoxificada através de autoclavagem em rações para a terminação de borregos não se apresenta como alternativa viável para garantir lucro ao produtor.
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Óleo de peixe em substituição parcial ao óleo de soja em dietas para ovinos

Óleo de peixe em substituição parcial ao óleo de soja em dietas para ovinos

Os objetivos deste experimento foram avaliar os efeitos do fornecimento de baixos teores de óleo de peixe em substituição parcial ao óleo de soja, sobre o consumo de matéria seca (CMS), o ganho médio diário de peso corporal (GMD), as características da carcaça e a composição de ácidos graxos da carne de cordeiros confinados. Foram utilizados 50 cordeiros da raça Santa Inês, com 17,1  2,8 kg de peso corporal, distribuídos em delineamento experimental de blocos completos casualizados (10 blocos e 5 tratamentos). As dietas foram isonitrogenadas (16,2  0,3 de PB na MS). Os tratamentos consistiram de uma dieta controle (CONT) contendo 10% de volumoso (bagaço de cana-de-açúcar in natura) e 90% de concentrado, sem adição de óleo; e 4 dietas adicionadas com 4,0% de óleo, consistindo de 0,0% (0P); 0,25% (25P); 0,50% (50P) e 0,75% (75P) de óleo de peixe com o óleo de soja completando o balanço de 4,0% de óleo adicionado (% de MS). As dietas foram ofertadas ad libitum diariamente. As sobras foram quantificadas semanalmente para determinar o CMS. Para acompanhamento do GMD, os animais foram pesados nos dias 0, 28, 56 e 84 do período experimental. Ao final dos 84 dias de confinamento, todos os animais foram abatidos para avaliação das características da carcaça e da composição de ácidos graxos da carne. A inclusão de 4,0% de óleo de soja na dieta reduziu o CMS em relação à dieta controle. Não houve efeito do fornecimento das dietas contendo óleo de peixe sobre o CMS quando comparadas a dieta controle. Entretanto, o CMS expresso em % do peso corporal (PC) e em g/kg de PC 0,75 aumentou linearmente com os teores
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Metabolismo de nutrientes em ovinos alimentados com casca de soja em substituição ao feno de coastcross.

Metabolismo de nutrientes em ovinos alimentados com casca de soja em substituição ao feno de coastcross.

Em revisão de literatura, a concentração total de ácidos graxos de cadeia curta tem se mantido ou aumentado com a inclusão da casca de soja em dietas para vacas em lactação (Ipharraguerre & Clark, 2003). Da mesma forma, neste trabalho, não se verificou efeito (P>0,05) da utilização desse subproduto em substituição ao feno de coastcross, que é justificado pela semelhança entre os tratamentos dos dois principais ácidos graxos de cadeia curta (acetato e propionato) produzidos no rúmen. Em outros trabalhos para avaliação do efeito da utilização da casca de soja em substituição a forragens sobre este parâmetro ruminal, é possível observar variações nos resultados. Weidner & Grant (1994b) constataram valores semelhantes no total de ácidos graxos de cadeia curta total, entretanto a inclusão da casca de soja, segundo Grigsby et al. (1992), Souza et al. (2009) e Weidner & Grant (1994a), aumenta a concentração dos ácidos no rúmen. Sarwar et al. (1992) relataram que a substituição do feno de alfafa e da silagem de milho por casca de soja reduz a concentração total de ácidos graxos de cadeia curta após nove horas do fornecimento das rações. As concentrações de acetato, propionato, butirato e ácidos graxos de cadeia curta total e a relação
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Diferentes fontes de fibra em dietas a base de palma forrageira na alimentação de ovinos.

Diferentes fontes de fibra em dietas a base de palma forrageira na alimentação de ovinos.

O tratamento com palma associada à CS apresentou coeficiente de digestibilidade da FDN superior ao tratamento FTCA (P<0,05). A casca de soja como fonte de fibra não forragem foi melhor aproveitada em função de sua parede celular ser composta por maior proporção de pectina, além da hemicelulose e celulose (HALL & AKINYODE 2000). Segundo os autores, a pectina é um carboidrato estrutural altamente solúvel, que contribui para o aumento da digestibilidade da matéria seca e fibra em detergente neutro. Os coeficientes de digestibilidade da fibra em detergente neutro dos tratamentos FT, CS, CA e FTCS foram similares (P>0,05). O tratamento com palma associada ao FTCA apresentou coeficiente de digestibilidade da fibra em detergente neutro similar ao FT, CA e FTCS (P>0,05). Não foram observadas diferenças significativas dos coeficientes de digestibilidade dos nutrientes digestíveis totais (P>0,05).
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Casca de café ou casca de soja em substituição ao milho em dietas à base de cana-de-açúcar para vacas leiteiras

Casca de café ou casca de soja em substituição ao milho em dietas à base de cana-de-açúcar para vacas leiteiras

Dificuldades na avaliação da disponibilidade energética de alimentos têm incentivado o desenvolvimento de equações de predição de conteúdo energético, baseadas na relação entre composição química e concentração energética dos alimentos (Weiss et al., 1992). O NRC (2001) utilizou uma equação somativa que considera a fração do alimento para estimar o valor de nutrientes digestíveis totais e energia líquida dos alimentos. A utilização dessas equações sinaliza uma possibilidade de substituir os ensaios de digestibilidade in vivo; entretanto estudos de validação são necessários antes das equações serem recomendadas (Valadares Filho et al., 2003). Avaliações de economicidade de dietas à base de cana-de-açúcar para vacas em lactação têm apontado menores resultados por litro de leite produzido e por vaca, em relação à silagem de milho (Magalhães, 2000; Souza, 2003a; Mendonça et al., 2004). Porém, quando se comparam diferentes forrageiras, a avaliação deverá incluir não somente o efeito da dieta na produção individual, mas também o impacto do rendimento forrageiro no contexto do sistema de produção (Undersander et al., 1993). Sob este prisma, a utilização da cana-de-açúcar para vacas produzindo de 20 a 25 kg/dia vem apresentando melhores saldos com alimentação por área (Nussio et al., 1998; Costa, 2004), indicador de maior correlação com rentabilidade em sistemas de produção de leite (Gomes, 2004). No entanto, estes resultados dependem de combinações favoráveis de preços relativos dos alimentos utilizados, sendo esta análise pouco explorada pela pesquisa. Adiciona-se este fato, a escassez de avaliações no Brasil de simulação de impacto bioecônomico de dietas em sistema reais de produção de leite.
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Desempenho produtivo de ovinos em confinamento alimentados com diferentes dietas.

Desempenho produtivo de ovinos em confinamento alimentados com diferentes dietas.

Foram utilizadas quatro dietas experimentais e 20 animais, com cinco repetições por tratamento, em delineamento inteiramente ao acaso, sendo que cada animal correspondeu a uma repetição. Os tratamentos foram: milho em grão moído + soja + feno de Tifton 85 (DR), milho em grão moído + soja + caju + feno de Tifton 85 (DC), milho em grão moído + soja + maracujá + feno de Tifton 85 (DM), milho desintegrado com palha e sabugo + feno de leucena + feno de Tifton 85 (DL). Os níveis de inclusão dos resíduos de caju e maracujá nas dietas foram de 19%, com base no preconizado por Rogério (2005). Do resíduo de caju foi utilizado o bagaço (pseudofruto) e do resíduo de maracujá foram utilizadas casca e semente em proporção de 50% cada. O NDT das dietas foi estimado segundo a equação sugerida pelo NRC (Nutrient..., 2001). Durante o período de adaptação, as dietas foram ajustadas de modo a ter uma sobra de 20%. Os animais foram vermifugados e identificados e, após sorteio, foram distribuídos nos tratamentos. As pesagens foram realizadas semanalmente, no início da manhã, antes da primeira refeição, após 16 horas de jejum para sólidos. Foram avaliados os consumos em g/dia e porcentagem de peso vivo (%PV), de matéria seca (MS), proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN) e ganho de peso.
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Palatabilidade, qualidade de fezes e digestibilidade aparente de equinos submetidos...

Palatabilidade, qualidade de fezes e digestibilidade aparente de equinos submetidos...

como a casca de soja, polpa cítrica ou polpa de beterraba, ricos em fibras de fácil fermentação pode diminuir os riscos de problemas relacionados à fermentação do amido do intestino grosso (LINDBERG; KARLSSON, 2001). A pesquisa com a utilização de coprodutos para equinos vêm sendo realizada desde 1979 com OTT et al. que avaliaram a substituição de aveia por polpa cítrica. A partir de então é realizada a avaliação de ingredientes alternativos, em especial os coprodutos, ou resíduos da indústria de processamento de grãos (FURTADO; BRANDI; RIBEIRO, 2011). QUADROS et al. (2004) citam que dietas para equinos em crescimento podem ser formuladas com substituição parcial e total do feno de Tifton 85 pela casca de soja sem afetar a digestibilidade da proteína bruta, sendo que a digestibilidade da matéria seca (MS), fibra bruta (FB), fibra em detergente neutro (FDN) e fibra em detergente ácido (FDA) aumentaram de acordo com o nível de substituição de casca de soja. O melhor nível de inclusão indicado pelos autores é o de 40% da matéria seca, sem prejuízo sobre o desempenho dos animais.
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Cultivo de jundiás alimentados com dietas com casca de soja ou de algodão.

Cultivo de jundiás alimentados com dietas com casca de soja ou de algodão.

Na avaliação dos parâmetros de carcaça, foram coletados seis peixes antes da biometria inicial. Aos 120 dias, foi coletado um peixe por unidade experimental (três por tratamento). Os peixes foram abatidos por punção na medula e, posteriormente, eviscerados e filetados. Com os filés, foi realizada a análise da composição centesimal. O fígado e trato gastrintestinal foram pesados e medidos. Os seguintes parâmetros foram avaliados: comprimento total (CT) – medida da porção anterior da cabeça até o final da nadadeira caudal, em cm; peso (P) – obtido ao final do período, em g; ganho em peso (GP) diário, em g por dia; sobrevivência (S) – percentagem de sobreviventes em relação ao número inicial de peixes, em cada tratamento; biomassa – obtida ao final do período, em g; rendimento de carcaça (RC) – diferença entre o peso inteiro e o peso eviscerado, com as brânquias, em percentagem (Melo et al., 2002); rendimento de filé (RF) (sem pele) – diferença entre o peso do filé e do peso vivo, em percentagem; índice hepatossomático (IHS) – obtido pelo quociente entre o peso do fígado e o peso do peixe inteiro; índice digestivo- somático (IDS) – obtido pelo quociente entre o peso do trato digestório e o peso do peixe inteiro; quociente intestinal (QI) – obtido pelo comprimento do intestino dividido pelo comprimento do peixe.
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Desempenho produtivo de leitoas alimentadas com dietas de gestação de baixo ou alto nível de casca de soja.

Desempenho produtivo de leitoas alimentadas com dietas de gestação de baixo ou alto nível de casca de soja.

Ao nascimento, foi avaliado o número total de leitões nascidos, nascidos vivos, natimortos e mumificados. Os leitões foram pesados individualmente ao nascer e as leitegadas foram padronizadas em até 48h pós-parto. A padronização das leitegadas foi feita entre fêmeas do mesmo tratamento, as quais permaneceram, em média, com 10 leitões/leitegada, de modo a evitar que um número desigual de leitões pudesse alterar as respostas de desempenho, tanto das fêmeas como dos leitões. No entanto, não foi possível padronizar o tamanho da leitegada em todas as fêmeas de cada tratamento, em virtude da diferença de datas de parto e/ou pelo número insuficiente de leitões. Assim, as fêmeas que ficaram com menor número de leitões não foram usadas para as avaliações efetuadas durante o período de lactação, mas os dados de todas as fêmeas que pariram foram usados nas análises de nascidos totais, nascidos vivos, natimortos e mumificados. Durante todo o período de aleitamento os leitões não receberam ração, de modo a efetuar uma avaliação do desempenho dos leitões em função do real potencial da fêmea e não de uma possível compensação pelo consumo de ração.
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Fontes de carboidratos e ionóforo em dietas contendo óleo vegetal para ovinos: digestibilidade, balanço de nitrogênio e fluxo portal de nutrientes.

Fontes de carboidratos e ionóforo em dietas contendo óleo vegetal para ovinos: digestibilidade, balanço de nitrogênio e fluxo portal de nutrientes.

RESUMO - Os objetivos neste trabalho foram avaliar a utilização de duas fontes de carboidratos (casca de soja e milho), com a utilização ou não de monensina em dietas com alta densidade lipídica, e seus efeitos sobre a digestibilidade dos nutrientes, o balanço de nitrogênio e o fluxo portal de nutrientes em ovinos. Adotou-se o método de coleta total de fezes e urina para determinação da digestibilidade e do balanço de nitrogênio. O fluxo líquido de nutrientes foi calculado pelo princípio de Fick. Foram utilizados quatro ovinos (54 kg de PV) da raça Corriedale com três cateteres implantados (veia e artéria mesentérica e veia porta). A ingestão, a excreção fecal, a digestão e a digestibilidade de MS, MO e EE não foram influenciadas pelos tratamentos. A ingestão, a digestão e a digestibilidade da FDN foram maiores para as dietas com casca de soja (757,0; 531,1 g/dia e 70,2%) que para aquelas com milho (392,3; 199,9 g/dia e 51,0%), enquanto a dos carboidratos não-fibrosos (CNF), foram maiores para as dietas com milho (474,6, 416,8 g/dia e 87,8%) que para aquelas com casca de soja (148,0; 97,8 g/dia e 66,1%). A concentração de energia expressa como NDT foi maior nas dietas com milho (80,2%) que naquelas com casca de soja (76,7%). Não houve efeito da utilização da monensina nos parâmetros de digestibilidade e balanço de nitrogênio. A excreção fecal da proteína foi menor e a digestibilidade maior para as dietas com milho. A concentração portal e arterial de nitrogênio alfa amino (N α-amino) foi menor para as dietas com monensina (3,161 e 2,922 e 3,530 e 3,218 mM, respectivamente). A concentração portal (0,419 vs 0,516 mM), a diferença venosa-arterial (0,230 vs 0,317 mM) e o fluxo portal de amônia (26,119 vs 37,041 mM/h) foram menores para as dietas com milho.
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Avaliação nutricional da casca de soja com ou sem complexo enzimático na alimentação de leitões na fase inicial.

Avaliação nutricional da casca de soja com ou sem complexo enzimático na alimentação de leitões na fase inicial.

RESUMO - Três experimentos foram conduzidos com o objetivo de avaliar o efeito da adição de complexo enzimático (CE) sobre o valor nutritivo da casca de soja utilizada na alimentação de suínos na fase inicial. O complexo enzimático utilizado continha α-galactosidase, β-glucanase, galactomananase e xilanase. No experimento 1, determinou-se a digestibilidade da casca de soja com complexo enzimático (0, 200 e 300 mg/kg) em leitões com peso inicial de 22,49 ± 1,73 kg. Nenhum dos níveis de complexo enzimático afetou a digestibilidade da casca de soja. Assim, realizou-se outro ensaio de digestibilidade (experimento 2) com dois níveis (0 e 600 mg/kg) de complexo enzimático e, novamente, a adição de complexo enzimático (600 mg de CE/kg de ração) não melhorou a digestibilidade da casca de soja. No experimento para análise do desempenho (experimento 3), foram utilizados 60 leitões, machos castrados e fêmeas com peso inicial de 15,07 ± 1,69 kg, distribuídos em delineamento em blocos casualizados, com cinco tratamentos, seis repetições e dois animais por unidade experimental. Avaliaram-se uma ração à base de milho e farelo de soja e outras quatro rações isonutritivas com 15% de casca de soja e complexo enzimático nos níveis 0, 200, 400 ou 600 mg/kg. O consumo diário de ração e o ganho de peso diário foram menores entre os animais alimentados com a ração contendo casca de soja em comparação àqueles alimentados com a ração-referência. Entretanto, a conversão alimentar melhorou de forma linear com inclusão do complexo enzimático (200, 400 e 600 mg/kg). O uso do complexo enzimático não afeta a digestibilidade da casca de soja, mas melhora a conversão alimentar de leitões (15-30 kg) alimentados com dietas contendo 15% de casca de soja.
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Casca de soja em dietas para ovinos.

Casca de soja em dietas para ovinos.

RESUMO - Objetivou-se avaliar a utilização de quatro níveis de casca de soja (0; 8,0; 16,0 ou 24,0%) em substituição ao fubá de milho (0, 25, 50 e 75%) em dietas para ovinos em confinamento. Avaliaram-se o consumo e a digestibilidade dos nutrientes, o desempenho animal, a conversão alimentar e os custos com a dieta. Vinte cordeiros da raça Santa Inês com peso vivo médio inicial de 32,96 kg foram distribuídos em delineamento inteiramente casualizado com quatro tratamentos e cinco repetições. A dieta foi composta de 50% de volumoso (50% de silagem de milho e 50% de cana-de-açúcar picada) e 50% de concentrado. Os concentrados foram compostos de fubá de milho, farelo de soja, mistura mineral e uréia, de modo que o fubá de milho foi gradativamente substituído pela casca de soja. Os animais foram mantidos em baias individuais com comedouro e bebedouro. Não foram observados efeitos dos níveis de casca de soja da dieta sobre o consumo de nutrientes, exceto o de FDN, que aumentou linearmente de acordo com o nível de casca de soja na dieta. Os níveis de casca de soja não influenciaram a digestibilidade dos nutrientes, o ganho de peso (0,215 kg/animal/dia) e a conversão alimentar dos animais (6,20 kg MS/kg peso ganho). O aumento do nível de casca de soja de 0 e 75% na dieta reduziu os gastos com alimentação e aumentou a margem bruta de R$ 10,89 para R$ 18,63 por animal. A substituição de até 75% do fubá de milho por casca de soja na dieta não afeta o desempenho de ovinos em terminação em confinamento.
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Casca de soja em dietas para coelhos em crescimento.

Casca de soja em dietas para coelhos em crescimento.

Em seguida, as carcaças foram guardadas individualmente em embalagens plásticas e armazenadas em freezer a -18°C até o preparo das amostras para a análise de composição centesimal. As carcaças foram moídas em moedor de carnes elétrico e após fi namente trituradas em processador de alimentos. Das amostras totais homogeneizadas, foram retiradas subamostras (±200g) para análise de matéria seca, matéria mineral e proteína bruta (SILVA, 1990) e gordura (BLIGH & DYER, 1959). Para verifi car o efeito da inclusão de casca de soja sobre características visuais da carne, foi conduzida a avaliação instrumental da cor, em uma amostra de carne (músculo Longíssimos dorsi) de cada unidade experimental, utilizando colorímetro MINOLTA CR-300 com um sistema de iluminação padrão D65, com 10° de ângulo de observação. Foram medidos os valores de L (luminosidade), +a (tendência ao vermelho) e +b (tendência ao azul), seguindo o espaço de cores “CIE 1976 L*a*b”.
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Casca de mamona em dietas para ovinos de corte

Casca de mamona em dietas para ovinos de corte

Objetivou-se com esse trabalho avaliar a influência de quatro níveis de substituição (0; 33; 67 e 100) do feno de capim-tifton 85 pela casca de mamona em rações sobre a avaliação econômica da alimentação de ovinos confinados. Foi conduzido um confinamento com ovinos mestiços de Morada Nova, machos, inteiros, com peso vivo médio de 20,3 kg e idade média de 7 meses. O delineamento experimental empregado foi inteiramente casualizado com quatro tratamentos e cinco repetições. Além do volumoso (feno de capim-tifton 85 e/ou a casca de mamona), foi fornecida ração concentrada, que equivalia a 50% da dieta ofertada. O confinamento durou 70 dias, sendo 14 de adaptação e 56 dias de coleta. Em seguida os dados de desempenho foram usados na simulação dos sistemas de produção Para se efetuar a análise econômica foram considerados os preços de mercado obtidos para os ingredientes das rações e para o peso vivo dos borregos. A análise foi feita com vistas a determinar as condições mínimas necessárias para tornar o empreendimento economicamente viável. De posse do custo de cada ração e do consumo de matéria seca das mesmas, foram analisados os indicadores técnicos, zootécnicos e econômicos utilizando-se planilhas do Programa Excel ®. A produção diária (kg/PV) e a produtividade (kg/ovino x dia) foram maiores nos sistemas de produção com menor porcentagem de casca de mamona na dieta dos animais, consequência do maior consumo de MS, resultando em um maior desempenho dos animais e maior número de animais terminados por ano, gerando maior renda bruta kg/PV (R$/mês). Em contrapartida o custo total (R$/mês) diminui com o aumento da substituição do feno de capim-tifton 85 pela casca de mamona na dieta animal, principalmente pelo baixo valor de aquisição da casca de mamona, reduzindo drasticamente os custos com alimentação nos sistemas com maior porcentagem de casca de mamona. O nível de substituição com 67% de casca de mamona foi o que apresentou maior renda líquida anual (R$ 4600,00), relação benefício custo (1,04), valor presente líquido (R$ 22888,97) e taxa interna de retorno (23%).
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Inclusão de diferentes níveis de casca de soja moída em dietas isoenergéticas para suínos em crescimento e terminação.

Inclusão de diferentes níveis de casca de soja moída em dietas isoenergéticas para suínos em crescimento e terminação.

e terminação, respectivamente. Nenhuma variável de desempenho foi influenciada pela inclusão de CS nas dietas. Os níveis crescentes de CS promoveram redução linear da espessura de toucinho (ET), do rendimento de carcaça quente (RCQ) e do rendimento de carcaça fria (RCF) e aumento da quebra por resfriamento (QR). Para as variáveis peso de carcaça quente (PCQ) e peso de carcaça fria (PCF), foram observados efeitos quadráticos, sendo os menores valores observados com 8,0% de inclusão de CS. O aumento do nível de CS na dieta elevou a QR, que piorou o rendimento de carcaça e diminuiu a ET. Não houve diferença para comprimento de carcaça, peso de pernil, área de olho de lombo e relação carne: gordura. Os resultados sugerem que a inclusão de até 16% de CS nas dietas dos suínos em crescimento/terminação não altera seu desempenho e pode produzir carcaças mais magras.
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Milho com diferentes graus de moagem em combinação com polpa cítrica peletizada ou casca de soja para vacas leiteiras no terço médio da lactação.

Milho com diferentes graus de moagem em combinação com polpa cítrica peletizada ou casca de soja para vacas leiteiras no terço médio da lactação.

É possível que, dependendo do grau de moagem do milho, haja influência da umidade da dieta sobre a ingestão de MS. Em dietas com alto teor de MS, como as utilizadas por Yu et al. (1998), a moagem fina pode aumentar a quan- tidade de pó e limitar a ingestão pelos animais. No entanto, em dietas totalmente misturadas e com maior teor de umidade, como ocorre quando se utiliza volumoso conservado na forma de silagem, como a silagem de milho, é provável que esse problema seja eliminado. A maior ingestão de MS observada por Nussio et al. (2002) para milho moído fino pode ser conseqüência da maior taxa de passagem pelo rúmen, em comparação ao milho moído grosso. De modo geral, os dados de literatura comprovam que não há consistência quanto ao efeito do grau de moagem na ingestão de MS.
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Desempenho de novilhos Nelore alimentados com casca de soja ou farelo de gérmen de milho em substituição parcial ao milho moído

Desempenho de novilhos Nelore alimentados com casca de soja ou farelo de gérmen de milho em substituição parcial ao milho moído

milho o menor valor de pH ruminal foi de 6,5, sugerindo que, embora o pH ruminal não se altere drasticamente quando a introdução de milho corresponde a até 25% da dieta, a estabilidade ruminal pode ser afetada nos primeiros dias de fornecimento dos alimentos, com suposta redução na ativi- dade microbiana, mesmo que não haja reflexos sobre o consumo. Segundo Johnson & Boyles (1991), em dietas para o período inicial de confinamento de bovinos, é ideal utilizar grãos ou co-produtos com alto conteúdo de casca e fibra, facilitando a adaptação dos animais ao consumo de grãos. Com a introdução de casca de soja ou farelo de gérmen de milho em substituição parcial ao milho moído, não foi observada diferença significativa sobre o desempenho, embora, para as dietas com farelo de gérmen de milho e casca de soja, tenham sido observados ganhos 2,3 e 4,6% inferiores ao milho moído. Mendes et al. (2005) substituíram 58% do milho pelos mesmos ingredientes testados (casca de soja e farelo de gérmen de milho) em dietas para novilhos mestiços em confinamento e verificaram médias dos ganhos diários de peso (1,15 kg/dia) e conversões alimentares inferiores (9,2 kg MS ingerida/kg de ganho) às deste experimento. Os autores ressaltaram que, embora não tenha havido diferença estatística, o ganho proporcionado pela dieta contendo farelo de gérmen de milho foi numericamente (7,7%) mais elevado que o observado nas dietas contendo milho moído ou casca de soja.
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